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    Matheus Magalhães, Rodrigão e Tomás Händel: lusófonos triunfam em Belgrado

    23/02/2026
    As competições europeias entraram na fase decisiva com os play-offs de acesso aos oitavos-de-final das três provas: Liga dos Campeões, Liga Europa e Liga Conferência.
    Nesta fase de play-offs, um clube português, o SL Benfica, e três franceses, o Lille, o PSG e o Mónaco estão presentes na Liga dos Campeões e na Liga Europa.
    De referir que três equipas portuguesas, o Sporting CP, o FC Porto e o SC Braga, e duas francesas, o Lyon e o Estrasburgo, se apuraram directamente para os oitavos-de-final na Liga dos Campeões, na Liga Europa e na Liga Conferência.
    No que diz respeito ao play-off da Liga dos Campeões, na primeira mão, o Paris Saint-Germain venceu por 3-2 na deslocação ao terreno do Mónaco e os parisienses recebem agora os monegascos na quarta-feira no Parque dos Príncipes em Paris.
    Quanto ao SL Benfica perdeu por 0-1, em casa no Estádio da Luz, em Lisboa, diante do Real Madrid e desloca-se igualmente nesta quarta-feira à capital espanhola para a segunda mão.
    Na Liga Europa, apenas um clube gaulês está presente, o Lille que acabou por ser derrotado pelos sérvios do Estrela Vermelha de Belgrado por 0-1 com o único tento a ser apontado pelo defesa nigeriano Franklin Tebo.
    A RFI esteve presente nesse encontro e falou com os jogadores lusófonos do Estrela Vermelha de Belgrado.
    A equipa sérvia está numa fase decisiva na sua temporada. Na Liga Europa está em vantagem partindo para a segunda mão com um tento de vantagem, e na Liga Sérvia ocupa a liderança com 57 pontos, mais quatro do que o rival, o Partizan.
    Aliás, neste fim-de-semana, o Estrela Vermelha acabou por vencer por 3-0 o Partizan no dérbi de Belgrado.
    Em entrevista exclusiva à RFI, Matheus Magalhães, guarda-redes brasileiro, admitiu que esta fase é importante para a equipa, ele que também abordou o ambiente em torno do clube em Belgrado.
    Matheus Magalhães, guarda-redes de 33 anos, já vestiu as camisolas do América Mineiro no Brasil, do Sporting de Braga em Portugal, do Ajax nos Países Baixos e agora do Estrela Vermelha de Belgrado.
    Igualmente ao microfone da RFI, Rodrigão, defesa brasileiro, afirmou que é um sonho participar nas competições europeias, mas também deixou claro que conquistar o título na Sérvia é o mais importante. Na nossa conversa, Rodrigão começou por analisar o triunfo frente ao Lille em que o Estrela Vermelha não sofreu nenhum golo.
    Rodrigão, defesa de 30 anos, já representou o Atlético Mineiro, o Caldense, o Coimbra-MG, o Boa Esporte e o Ferroviária no Brasil, o Gil Vicente em Portugal, o FK Sochi e o Zenit na Rússia e agora o Estrela Vermelha na Sérvia.
    O jogo da segunda mão do play-off de acesso aos oitavos-de-final da Liga Europa decorre a 26 de Fevereiro. O Estrela Vermelha recebe o Lille pelas 18h45, hora local.
    Para Tomás Händel, médio português do Estrela Vermelha, era importante triunfar na primeira mão, mas admitiu que a segunda mão não será fácil, ele que está pela primeira vez a jogar fora de Portugal.
    Tomás Händel, médio de 25 anos, já vestiu a camisola do Vitória Sport Clube, antes de ingressar esta temporada no Estrela Vermelha de Belgrado.
    De notar que o Estrela Vermelha de Belgrado venceu as oito últimas edições da Liga Sérvia, sendo que a nível europeu conquistou a Liga dos Campeões em 1991, derrotando na final os franceses do Marselha por 5-3 na marcação das grandes penalidades após o empate sem golos no fim do tempo regulamentar.
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    Judo: Atletas portuguesas arrancam ano com sabor agridoce no Grand Slam parisiense

    20/02/2026
    A época de judo já arrancou com o primeiro dos dez Grand Slams. Em Paris, a delegação portuguesa contou com seis atletas.
    Quatro portuguesas e dois portugueses estiveram presentes em Paris para o primeiro grande torneio de 2026.
    Nesta sexta-feira, vamo-nos focalizar sobre a vertente feminina que contou com quatro representantes.
    Na categoria de menos de 78 quilos, Patrícia Sampaio, de 26 anos, perdeu na primeira ronda frente à francesa Liz Ngelebeya.
    Em entrevista exclusiva à RFI, Patrícia Sampaio, que tinha vencido a prova em 2025, analisou esta derrota e admitiu que estava triste após esta saída prematura do torneio parisiense.
    Na categoria de menos de 70 quilos, Taís Pina, de 21 anos, venceu três combates: frente à francesa Laura Haberstock, à britânica Kelly Petersen Pollard e à israelita Adelina Novitsky, mas perdeu os dois últimos diante da suíça April Lynn Fohouo e da japonesa Rin Maeda.
    Apesar do quinto lugar alcançado, ao microfone da RFI, Taís Pina admitiu que estava desiludida por terminar a prova sem nenhuma medalha.
    Igualmente na categoria de menos de 70 quilos, Bárbara Timo, de 34 anos, eliminou a francesa Marie-Eve Gahié na primeira ronda, antes de perder na segunda diante da germânica Giovanna Scoccimarro.
    Em entrevista exclusiva à RFI, Bárbara Timo admitiu que esperava atingir um melhor resultado nesta prova parisiense, onde a atleta portuguesa já triunfou em 2021 e também arrecadou o bronze em 2019.
    Na categoria de menos de 52 quilos, Maria Siderot, de 29 anos, derrotou a angolana Eldimira Segunda na primeira ronda, antes de ser eliminada pela húngara Reka Pupp.
    Ao microfone da RFI, Maria Siderot analisou a derrota, isto antes de abordar os objectivos para esta temporada.
    O próximo Grand Slam decorre em Tashkent, no Uzbequistão, entre 27 de Fevereiro e 01 de Março.
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    Letícia Nunes, brasileira brilha na Arábia Saudita

    16/02/2026
    O Campeonato do Mundo de futebol feminino vai decorrer em 2027 no Brasil de 24 de Junho a 25 de Julho com 32 equipas. Em 2026, vários torneios continentais de apuramento vão decorrer ao longo do ano.
    Falta pouco mais de um ano antes do Mundial de futebol feminino que se vai desenrolar em território brasileiro.
    Na Europa, o percurso de Portugal passa por uma fase de grupos, em que terá pela frente a Finlândia, a Eslováquia e a Letónia, antes de disputar pelo menos dois play-offs para tentar chegar ao Campeonato do Mundo, no qual as ‘Navegadoras’ participaram em 2023 na Austrália e na Nova Zelândia.
    Em África, as equipas que vão participar no Mundial serão definidas durante o Campeonato Africano das Nações que deve decorrer em Marrocos de 17 de Março a 03 de Abril, e isto apesar de boatos a circular sobre o seu eventual cancelamento ou adiamento.
    Na passada sexta-feira, o Presidente da Confederação Africana de Futebol, Patrice Motsepe, assegurou que o CAN vai decorrer em território marroquino.
    Neste CAN, pela primeira vez, uma selecção lusófona está presente, Cabo Verde, que integra o Grupo D com o Gana, os Camarões e o Mali.
    As nações preparam-se para tentar alcançar o apuramento para a prova, enquanto as jogadoras tentam mostrar-se no seu melhor nível para serem uma opção nas suas respectivas selecções.
    A RFI interessou-se nesta segunda-feira pelo campeonato saudita de futebol feminino onde várias atletas portuguesas e brasileiras estão presentes.
    A RFI falou com Letícia Nunes, ponta-de-lança brasileira que actua no Al-Ittihad Jeddah.
    Em entrevista exclusiva à RFI, Letícia Nunes, de 24 anos, começou por abordar a temporada com a equipa saudita, onde já leva seis golos em 12 jogos, e os objectivos individuais e colectivos que tem para esta época.
    Ao microfone da RFI, a futebolista brasileira também falou do nível do futebol praticado na Arábia Saudita, antes de nos revelar como surgiu a paixão pela modalidade e o sonho intacto de representar a selecção brasileira.
    Letícia Nunes, ponta-de-lança brasileira, que já vestiu as camisolas do Cruzeiro, do Athletico Paranaense, do América-RN, do Ipatinga, do América Mineiro e do Bahia em território brasileiro.
    De referir que na tabela classificativa da primeira divisão saudita de futebol feminino, o Al-Ittihad Jeddah ocupa o terceiro lugar com 19 pontos, em igualdade pontual com o Al-Hilal, na segunda posição, e a 11 pontos do líder, o Al-Nassr, isto após 10 jornadas disputadas.
    De notar que na décima jornada, o Al-Nassr goleou o Al-Ittihad Jeddah por 4-0. Na 11ª jornada, o Al-Ittihad Jeddah vai medir forças com o segundo classificado, o Al-Hilal, enquanto o Al-Nassr vai defrontar o Al-Ahli Jeddah, quinto classificado.
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    Judo: Judocas angolanas apontam baterias para Los Angeles-2028

    13/02/2026
    O Grand Slam de judo de Paris decorreu entre 07 e 08 de Fevereiro no Accor Arena, na capital francesa, com a presença de 11 atletas angolanos.
    Quatro angolanos e sete angolanas estiveram presentes em Paris para o primeiro grande torneio de 2026, uma comitiva raramente vista na capital francesa.
    Nesta sexta-feira, vamo-nos focalizar sobre a vertente feminina que contou com sete representantes.
    Na categoria de mais de 78 quilos, Joaquina Carlos Silva, de 28 anos, venceu Ling Fang Chang da China Taipei, antes de ser derrotada pela sul-coreana Hayun Kim.
    Em entrevista exclusiva à RFI, Joaquina Carlos Silva admitiu que faltou mais determinação para conseguir levar de vencido o segundo combate.
    Igualmente na categoria de mais de 78 quilos, Fernanda Quimbira, de 22 anos, venceu a tunisina Zeineb Troudi, antes de perder diante da sul-coreana Hyeonji Lee.
    Na categoria de menos de 57 quilos, Andreza António, de 28 anos, derrotou a cipriota Marina Azinou, antes de perder perante a guineense Mariana Esteves.
    Em entrevista exclusiva à RFI, Andreza António frisou que o segundo combate foi péssimo, mas assegurou que vai continuar a trabalhar para estar pronta para os Campeonatos Africanos em Abril no Quénia.
    Igualmente na categoria de menos de 57 quilos, Jeovana Freire, de 23 anos, foi eliminada na primeira ronda pela egípcia Tassnim Roshdy.
    Em entrevista exclusiva à RFI, Jeovana Freire estava frustrada por ter sido derrotada devido às três penalizações que a árbitra lhe mostrou.
    Na categoria de menos de 70 quilos, Diassonema Mucungui, de 29 anos, foi derrotada na primeira ronda pela germânica Miriam Butkereit.
    Em entrevista exclusiva à RFI, Diassonema Mucungui afirmou que estava confiante antes do primeiro combate, neste regresso ao Grand Slam de Paris, mas também admitiu que a adversária não era fácil, era a quinta mundial.
    Na categoria de menos de menos de 52 quilos, Eldimira Segunda, de 19 anos, foi eliminada pela portuguesa Maria Siderot na primeira ronda.
    Na categoria de menos de 48 quilos, Maria Segunda, de 22 anos, foi derrota na primeira ronda pela francesa Laura Espadinha.
    Em entrevista exclusiva à RFI, Maria Segunda reconheceu que a adversária foi superior, mas mesmo assim mostrou-se satisfeita por ter lutado até ao fim.
    Ambas as atletas angolanas, como referiram nas entrevistas, têm como objectivo chegar aos Jogos Olímpicos de Los Angeles, nos Estados Unidos, em 2028.
    De notar que, a nível lusófono no Grand Slam de Paris 2026, houve apenas uma medalha: a brasileira Rafaela Silva conquistou o ouro na categoria de menos de 63 quilos femininos.
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    Judo: Judocas angolanos mostram talento em Paris

    09/02/2026
    O Grand Slam de judo de Paris decorreu durante o fim-de-semana no Accor Arena, na capital francesa com a presença de 11 atletas angolanos.
    Quatro angolanos e sete angolanas estiveram presentes em Paris para o primeiro grande torneio de 2026, uma comitiva raramente vista na capital francesa.
    Nesta segunda-feira, vamo-nos focalizar sobre a vertente masculina em que três dos quatro judocas conseguiram ultrapassar a primeira ronda.
    Na categoria de menos de 66 quilos, Edmilson Pedro, de 28 anos, venceu respectivamente o francês Kelvin Ray e Khanbolot Yrysbekov do Quirguistão, antes de ser derrotado pelo britânico Michael Fryer.
    Em entrevista exclusiva à RFI, Edmilson Pedro afirmou que ter vencido dois combates foi muito positivo, mas antes começou por analisar a derrota diante do britânico.
    Na categoria de menos de 60 quilos, Leonardo Barros, de 22 anos, derrotou o chinês Jiahao Sun, antes de perder diante do belga Jorre Verstraeten.
    Em entrevista exclusiva à RFI, Leonardo Barros frisou que este último combate estava ao alcance e foi por um detalhe que acabou por sair derrotado.
    Na categoria de menos de 81 quilos, Santos Sebastião, de 20 anos, eliminou o chinês Xinglong Cha, antes de ser derrotado pelo japonês Yuhei Oino, saindo lesionado nesse mesmo combate.
    Ainda na categoria de menos de 81 quilos, António Candieiro, de 27 anos, foi eliminado na primeira ronda pelo japonês Yoshito Hojo.
    Em entrevista exclusiva à RFI, António Candieiro admitiu que o sorteio não foi fácil, mas garantiu que tinha capacidade para vencer.
    A RFI também teve a oportunidade de falar com Renato Kobayashi, seleccionador angolano, que abordou tanto a vertente masculina como feminina no seu balanço positivo da prova.
    Num próximo Magazine de desporto, abordaremos o percurso das atletas angolanas neste Grand Slam de Paris.
    De notar que, a nível lusófono, houve apenas uma medalha: a brasileira Rafaela Silva conquistou o ouro na categoria de menos de 63 quilos femininos.

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Semanalmente, em média, damos-lhe conta da actualidade desportiva. Destaque para o desporto lusófono, nomeadamente em África, diáspora e a França.
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