117 episódios
- Você ama o seu filho, mas sente que se perdeu de si mesma no pós-parto? Entenda a origem da culpa materna e como acolher seus limites sem medo de errar.
Neste episódio o Vitta Materna recebe a psicóloga Katherine Sorroche para uma conversa sincera sobre as profundas transformações da mulher com a chegada dos filhos. Da solidão da poltrona de amamentação à dificuldade de descansar sem culpa, discutimos por que tantas mães sentem que precisam dar conta de tudo sozinhas.
Ao longo do bate-papo, você vai entender como a relação com a nossa própria infância impacta a criação dos nossos filhos, por que os sentimentos ambivalentes são naturais da maternidade e como pequenas ações de autocuidado viáveis podem restaurar sua energia sem anular sua identidade.
Pontos abordados no episódio:
* A ruptura da identidade da mulher e a travessia do puerpério
* Por que a maternidade traz à tona memórias da nossa própria infância?
* O mito da mãe perfeita e a comparação com as gerações anteriores
* Ambivalência materna: amar os filhos e precisar de tempo longe deles
* Passos práticos de autocuidado e a técnica do "melhor que nada"
Se você já se sentiu culpada por querer um momento a sós ou por não dar conta de tudo perfeitamente, saiba que você não está sozinha.
Deixe seu comentário contando como tem sido esse processo para você e compartilhe este episódio com outra mãe que precisa desse acolhimento hoje. Não se esqueça de se inscrever no canal Vitta Materna para acompanhar nossos próximos episódios.
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contato@vittamaterna.com.br - Como funciona a barriga solidária para um casal homoafetivo no Brasil? Neste episódio do podcast Vitta Materna, recebemos Robert e Gustavo, do perfil @2depais, para uma conversa sincera sobre a jornada até a chegada dos gêmeos Marc e Maya.
Eles contam os desafios enfrentados desde o início do relacionamento, passando pelas barreiras burocráticas e legais da reprodução assistida no Brasil, até o apoio familiar e a prima para viabilizar a gravidez por barriga solidária.
Um diálogo aberto sobre maternidade, paternidade homoafetiva, parto, puerpério e a criação de filhos com desconstrução de preconceitos.
📌 O que você vai ver neste episódio:
- O início da história de amor e a decisão de ter filhos
- As regras e a legislação da barriga solidária no Brasil
- Como foi envolver a família no processo
- A chegada e o parto dos gêmeos
- Rotina, divisão de cuidados e a realidade do pós-parto
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#VittaMaterna #DoisDePais #BarrigaSolidaria #PaternidadeHomoafetiva #Gemeos #ReproducaoAssistida #MaternidadeReal #PodcastDeMaternidade - Neste episódio do Vitta Materna, recebemos Agtha Lima, mãe do Teodoro, do Dom e da Elisa, para uma conversa sobre três experiências diferentes de maternidade: a biológica, a maternidade por adoção e a maternidade atípica.
Agtha Lima sempre sonhou em adotar uma criança, independentemente de enfrentar ou não dificuldades para engravidar. Depois de uma perda gestacional, ela engravidou do primeiro filho enquanto o processo de adoção continuava. Anos depois, a família decidiu ampliar as possibilidades de adoção e recebeu a ligação que mudaria sua história: havia um bebê com síndrome de Down esperando por uma família.
O primeiro encontro com Dom aconteceu em circunstâncias inesperadas. E Agtha precisou lidar com o medo, a incerteza e a decisão de permanecer ao lado daquele bebê que acabara de conhecer.
E a história ainda teria outra surpresa: apenas três dias depois de levar Dom para casa, Agtha descobriu que estava grávida novamente.
Neste episódio, ela compartilha os desafios de conciliar três filhos pequenos, a rotina da maternidade atípica, as terapias, o cansaço físico e mental, a importância da rede de apoio e a necessidade de a mãe também cuidar de si. Ela também conta como o parto domiciliar da filha Elisa ajudou a ressignificar uma experiência anterior de parto que havia sido difícil para ela.
✅ O QUE VOCÊ VAI VER NESTE EPISÓDIO
✔️ Maternidade por adoção: como nasceu o desejo de adotar e como foi o processo até a chegada de seu filho Dom.
✔️ Adoção de um bebê com síndrome de Down: as dúvidas e a decisão de acolher uma criança com necessidades específicas.
✔️ O primeiro encontro com o filho adotivo: a chegada inesperada ao hospital e a decisão de permanecer ao lado dele em um momento delicado.
✔️ Gravidez inesperada após a adoção: como Agtha Lima descobriu que estava grávida apenas três dias depois de levar seu filho adotado para casa.
✔️ Maternidade atípica na prática: a rotina de terapias, as preocupações com o desenvolvimento e a carga emocional que acompanha tantas dúvidas.
✔️ Ciúmes entre irmãos: como o filho mais velho reagiu à chegada de um novo bebê e como a família atravessou esse período de adaptação.
✔️ Vínculo materno na adoção e na maternidade biológica: por que o amor se constrói nos dias, na convivência e nos desafios compartilhados.
✔️ Mãe de três filhos: os desafios de organizar a rotina, cuidar de cada criança e encontrar mais leveza na maternidade.
✔️ Saúde emocional materna e autocuidado: por que as mães precisam de tempo para si mesmas, descanso e apoio para não viverem apenas em função das demandas familiares.
✔️ Rede de apoio na maternidade: a importância da parceria entre os pais, da família e das amizades para tornar a rotina possível.
✔️ Parto domiciliar e ressignificação do parto: como a experiência do nascimento de Elisa teve um significado especial para Agtha Lima.
🤔 POR QUE VOCÊ PRECISA ASSISTIR?
Porque existem muitas formas de se tornar mãe.
O relato de Aghta ajuda a compreender que o vínculo não depende apenas de como uma criança chega à família, que a adaptação entre irmãos exige tempo e que a maternidade atípica envolve desafios emocionais e práticos.
É também um convite para olhar com mais carinho para as mães que estão sobrecarregadas e lembrá-las que é preciso ter para si um olhar de carinho e cuidado.
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#VittaMaterna #MaternidadeReal #Adoção #MaternidadeAtípica #SíndromeDeDown #MaternidadePorAdoção #Mães #RedeDeApoio #Podcast - Neste episódio especial de Dia das Crianças do Vitta Materna, recebemos Elisa Gatti, a Mãe Musical, para uma conversa sobre infância, maternidade, educação, emoções, musica e a importância de encontrar formas de se conectar com os filhos.
Elisa Gatti conta como a música passou a fazer parte naturalmente da rotina com sua filha e como essa experiência deu origem ao projeto Mãe Musical. Para ela, a música pode ser muito mais do que entretenimento: pode ser uma ferramenta para ajudar crianças e famílias a atravessarem momentos difíceis e encontrarem palavras para sentimentos que nem sempre conseguem explicar.
Ao longo da conversa, falamos também sobre situações que fazem parte da infância e da vida familiar, autoestima, emoções, saúde mental e assuntos difíceis que muitas vezes os adultos não sabem como abordar com as crianças.
E justamente no mês das crianças, Elisa também compartilha seu novo livro, "Tem Outro Coração Aqui", uma história voltada para a saúde mental infantil e que aborda temas como ansiedade, depressão e transtorno opositor desafiador de maneira metafórica e emocionante. A história parte de uma ideia essencial: a criança precisa de acolhimento para conseguir compreender o que está sentindo.
✅ O QUE VOCÊ VAI VER NESTE EPISÓDIO
✔️ Como a música pode aproximar mães, pais e filhos
✔️ Maneiras de ajudar a criança a expressar suas emoções
✔️ Por que acolher os sentimentos das crianças é tão importante
✔️ Como conversar com os filhos sobre assuntos difíceis
✔️ A importância de criar um espaço seguro dentro de casa
✔️ Como a música pode ajudar em momentos de ansiedade, mudanças e dificuldades
✔️ Infância, autoestima e aceitação
✔️ Como transformar situações do cotidiano em momentos de conexão
✔️ Saúde mental infantil e a importância do acolhimento
✔️ O que as crianças realmente precisam dos adultos
✔️ Como a musica ajuda a ensinar crianças
✔️ A importância de ensinar as crianças sobre proteção e segurança
✔️ A história por trás de músicas como "Somos Diversos"
🤔 POR QUE VOCÊ PRECISA ASSISTIR A ESTE EPISÓDIO?
Porque nem sempre falta amor para uma mãe conversar com o filho. Às vezes, faltam palavras, repertório e ferramentas.
Elisa mostra como a música e a arte podem abrir caminhos para conversas que muitas famílias não sabem como começar. E talvez você perceba que educar não precisa significar escolher entre brincar ou colocar limites: é possível construir uma relação leve, afetiva e, ao mesmo tempo, segura.
O episódio também traz um olhar muito importante para a saúde emocional das crianças. Elisa defende que, independentemente do que uma criança esteja atravessando, o acolhimento precisa estar presente e que ajudá-la a compreender suas emoções é parte fundamental desse processo.
O Dia das Crianças pode ser uma oportunidade para muito mais do que escolher um presente. Pode ser um momento para parar, olhar para nossos filhos e perguntar:
“Será que meu filho sabe que pode falar comigo sobre qualquer coisa?”
Se você é mãe, pai, educadora ou convive com crianças, essa conversa pode trazer novas formas de olhar para aquilo que elas sentem.
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contato@vittamaterna.com.br - Neste episódio do Vitta Materna, a conversa é com a Ilana Lopes, mãe de quatro filhos, sobre uma maternidade atípica que ainda é pouco compreendida: a maternidade de crianças com altas habilidades e superdotação.
Muito além da ideia de que uma criança superdotada é apenas “muito inteligente”, Ilana conta como foi perceber desde cedo que seu filho era diferente, buscar uma avaliação, receber a identificação de altas habilidades aos 3 anos e reorganizar a rotina da família para compreender melhor suas necessidades.
Falamos sobre altas habilidades, superdotação, desenvolvimento infantil, sinais de altas habilidades, diagnóstico, avaliação neuropsicológica, intensidade emocional, desregulação, frustração, seletividade alimentar, escola, inclusão escolar, PEI (Plano Educacional Individualizado), dupla excepcionalidade, saúde emocional, culpa materna e rede de apoio.
✅ O QUE VOCÊ VAI VER NESTE EPISÓDIO
✔️Como identificar possíveis sinais de altas habilidades na infância
✔️Como foi perceber que o filho era diferente desde pequeno
✔️O curioso episódio em que ele pedia leite de 16 formas diferentes
✔️Como diferenciar altas habilidades e superdotação
✔️Como funciona o processo de avaliação e identificação de altas habilidades e superdotação
✔️Altas habilidades podem ser identificadas ainda na primeira infância?
✔️Como a família pode adaptar a rotina depois da identificação
✔️Intensidade emocional e dificuldade para lidar com frustrações
✔️Seletividade alimentar e a importância de explicar o “porquê” das coisas
✔️Crianças com altas habilidades e os desafios de socialização
✔️A escola está preparada para receber crianças com altas habilidades?
✔️O que é o PEI(Plano de Ensino Individualizado) e como ele pode ajudar na inclusão escolar
✔️Os desafios da dupla excepcionalidade
✔️Altas habilidades e saúde emocional
✔️A importância de profissionais preparados para acompanhar essas crianças
✔️A culpa que muitas mães carregam no maternar
✔️Por que a maternidade de crianças superdotadas também precisa ser acolhida
✔️Autocuidado materno e a importância de não desaparecer dentro da maternidade
✔️Instinto materno e a importância de observar o próprio filho
✔️O que evitar dizer para uma mãe de uma criança com altas habilidades
✔️A mensagem de Ilana para mães que estão começando o processo de investigação
🤔 POR QUE VOCÊ PRECISA ASSISTIR A ESTE EPISÓDIO?
Porque altas habilidades e superdotação ainda são pouco compreendidas por muitas famílias e escolas.
Este episódio ajuda a ampliar o olhar para uma realidade que muitas vezes fica escondida atrás do elogio de “que criança inteligente”.
É uma conversa para mães que estão percebendo comportamentos diferentes nos filhos, para famílias que estão buscando respostas, para quem está passando por uma avaliação e também para quem simplesmente quer entender melhor essa forma de desenvolvimento.
Sobre entender que a criança não é apenas o seu potencial — e que a mãe também precisa ser vista, ouvida e cuidada.
Se você é mãe de uma criança com altas habilidades, está investigando essa possibilidade ou conhece alguém vivendo essa realidade, compartilhe este episódio.
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