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Igreja Batista Reformada em Belo Horizonte

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    Culto – Hebreus 1:3-14 – Jesus é Superior aos Anjos: O Rei Eterno no Trono

    27/02/2026 | 49min
    Neste culto, o Pastor Fabricio Corrêa (@fabriciofik) continuou a série sobre Hebreus demonstrando que Jesus é superior aos anjos. A carta foi escrita para judeus hebreus que, diante de perseguição, duvidavam entre manter-se no cristianismo ou retornar ao judaísmo. Retornar ao judaísmo é abandonar a fé.

    O povo flertava com poderes espirituais. Paulo alertava sobre adoração a anjos — o povo fazia ofertas e orações a esses seres. Manuscritos do Mar Morto mostram que essênios tinham mentalidade de que anjos tinham praticamente mesmo status que Deus, colocando seres espirituais acima do Messias. O autor faz defesa da fé, demonstrando que esses seres não eram maiores ou da mesma natureza que o Messias.

    O que são anjos? "São espíritos ministradores enviados para servir aqueles que hão de herdar a salvação." Esses seres são criaturas, foram criados. No Éden havia união entre céu e terra. Após queda, há separação. Nos novos céus e nova terra, haverá restituição. Esses seres são ministradores a serviço de Deus. "Anjo" significa mensageiro. O poder não está neles mesmos. A mesma idolatria dos judeus é comum na igreja — culto da troca do anjo, orações ao anjo da guarda. Deus utiliza anjos para nos guardar. Mas quem os envia? Deus. Nossa adoração deve ser a Deus, não nesses seres.

    Como o autor defende que Jesus é maior? Só no nome de Jesus já existe superioridade. Cita Salmos 2:7: "Tu és o meu filho e hoje te gerei." Jesus não é mera criatura — Ele é o filho. "Gerei" — eterna geração, não existe início. Jesus sempre foi Deus e sempre foi o filho. Esses seres tiveram princípio, mas Jesus não tem princípio nem fim. "Todos os anjos te adorem." Se há expectativa de adoração a seres celestiais, o autor diz: isso é loucura. Esses seres adoram eternamente o filho de Deus.

    Esses seres são como ventos — são passageiros. Perecerão, envelhecerão. Mas Jesus permanecerá. Há diferença de essência. O filho é o resplendor da glória de Deus."Senta-te à minha direita até que eu faça dos teus inimigos um estrado." A condição do filho é rei. Ele é rei, superior, tem autoridade. Estamos servindo ao rei do universo. Que sentido faz seguir seres secundários se podemos servir aquele no trono? Após morte de Davi, povo tinha expectativa messiânica de rei. Quem é esse? Jesus Cristo — nasce da genealogia para substituir de forma plena o rei messiânico.

    Esperavam rei humano que vencesse Roma. Eles não viram que Jesus era esse rei. Muitos de nós também não percebem. Olhamos para Cristo como fazedor de milagres, mas não enxergamos como rei. Há no coração anseio por governo. Por isso nos debatemos por governos terrenos. Assim nascem ideologias, ditaduras — toda falsa religião nasce através de falso Messias. Um bom governante deveria compreender que toda autoridade vem de Deus. Se tenta se sobrepor ao rei da glória, será deposto.

    "O teu trono, ó Deus, subsiste para sempre." Nosso Senhor está assentado com cetro. Recebeu toda autoridade — rei justo, ama justiça. Cristo foi ungido por Deus. Cristo é a imagem do Deus invisível, resplendor da glória. Ele tem o cetro da justiça.

    O autor quer nos transpor a adoração da superioridade de Jesus. Jesus é maior que anjos, problemas, pecados, dores, governos. Jesus é maior. Não podemos gastar vida buscando satisfação em qualquer coisa que seja parte da criação. Ele é o criador. Quantas vezes no coração temos outras estátuas? Na maioria das vezes, quem está lá somos nós mesmos. Deveríamos lembrar que assim como anjos, nós também somos servos, criados por Deus. O homem tem função de servir, adorar o grande Deus. Deve buscar no único ser eterno. Além de criador, é o sustentador. Se Deus tirasse as mãos, o universo se dissiparia. Se estamos vivos, é porque o Senhor tem nos sustentado. Não faz sentido servir qualquer outra coisa senão Jesus Cristo, o Rei da Glória.
    Pastor: Fabricio Corrêa | @fabriciofik
    Local: Igreja Batista Reformada em Belo Horizonte
    Textos-base: Hebreus 1:3-14
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    Culto – Hebreus 1:1-3 – Cristo é Superior: O Filho que Cria e Sustenta Todas as Coisas

    27/02/2026 | 52min
    Neste culto introdutório à série sobre Hebreus (7-8 meses), o Pastor Fabricio Corrêa (@fabriciofik) apresentou o livro que trata de tipologias e sacrifícios do Antigo Testamento apontando para Cristo. Hebreus é dobradiça que liga Antigo e Novo Testamento. Chamado "quinto evangelho" — enquanto evangelhos narram obra de Cristo na terra, Hebreus narra o que Jesus faz no céu à direita de Deus. O resumo: Cristo é superior — maior que anjos, Moisés, sacerdotes, sacrifícios. Cerca de 25 vezes aparecem "maior, melhor, perfeito". Jesus é único suficiente e perfeito mediador.

    Não conhecemos o autor. Por que aceito como canônico? Três critérios: 1) Ortodoxia correta. 2) Antigo e conhecido — citado em 95 d.C. 3) Escrito por apóstolo ou ligado a apóstolo — possivelmente Paulo, Barnabé, Lucas ou Apolo.

    Para quem foi escrito? Judeus convertidos a Cristo. Durante perseguição severa (após Nero incendiar Roma em 64 d.C.), cristianismo era religião ilícita enquanto judaísmo era aceito. Judeus convertidos estavam retrocedendo da fé, voltando ao ritualismo judaico para evitar perder propriedades, filhos vendidos como escravos, serem crucificados. Cristãos se escondiam em catacumbas, viviam exclusivamente pela fé. Natural que alguns retrocedessem. Carta enviada a Roma.

    O texto: "Há muito tempo Deus falou por meio dos profetas. Mas nesses últimos dias falou-nos por meio do filho, a quem constituiu herdeiro de todas as coisas e por meio de quem fez o universo. O filho é o resplendor da glória de Deus e a expressão exata do seu ser, sustentando todas as coisas por sua palavra poderosa. Depois de ter realizado a purificação dos pecados, ele se assentou à direita da majestade nas alturas." Deus falou — se revelou através dos profetas. Por que conhecemos Deus? Porque se revelou. Há revelação especial (Escrituras) e natural (natureza, consciência). Revelação natural sem Escrituras não traz salvação.

    "Nesses últimos dias falou-nos por meio do filho" — entramos em nova era onde promessa está cumprida. Anteriormente Deus usou meios imperfeitos, intermediários temporais. Agora se revelou através do perfeito — alguém eterno, criador. Alguns faziam distinção entre Deus Pai e Jesus. O autor diz que ambos são iguais, perfeitos, eternos — não há distinção de natureza. Ambos são coiguais, coeternos, mesma substância.

    "O filho é o resplendor da glória de Deus e a expressão exata do seu ser" — diferente de Moisés que resplandeceu glória como reflexo, o Filho é a expressão exata, plenamente divino. Não é alguém que recebeu unção especial. Ele carrega plenitude da glória de Deus. É o homem divino plenamente glorioso — onisciente, onipotente, criador. Se criador parasse de sustentar — mudasse estrelas, oxigênio, lua — seria fim da vida. Jesus é criador, sustentador — sustenta todas as coisas com sua palavra poderosa.

    "Assentou à direita da majestade nas alturas." Perguntavam: onde está Jesus? Está no lugar que lhe é devido — lugar de honra, poder, majestade de Deus.

    Aplicação: Retroceder de Jesus, mesmo para religião judaica, era abandonar a fé. Crer mas viver como se salvasse a si mesmo é abandonar a fé. Não tem ninguém parecido com Jesus. Nós não voltamos ao judaísmo, mas corremos risco de abandonar Cristo no sofrimento e voltamos às práticas antigas, a viver vida pagã. Quando passamos por provações, é onde nossa fé é aprovada. Nós não somos dos que retrocedem. Se tiver crise, pandemia, perseguição, não retrocedemos. Não estamos adorando simples homem — sustentamos fé naquele que é criador e sustentador. Abandonar Jesus é abandonar a fé. Só pode ser herdeiro da promessa aquele que se rende ao rei da promessa.
    Pastor: Fabricio Corrêa | @fabriciofik
    Local: Igreja Batista Reformada em Belo Horizonte
    Texto-base: Hebreus 1:1-3
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    Culto – 1 Timóteo 4:7-8 – Exercite-se na Piedade: Rejeitando Fábulas e Vivendo para Deus

    12/02/2026 | 1h 38min
    Neste culto, o Pastor Fabricio Corrêa (@fabriciofik) pregou sobre 1 Timóteo 4:7-8, abordando o exercício da piedade cristã. Iniciou comentando a Confissão de Fé Batista de 1689 sobre as Escrituras como Palavra de Deus inerrante. Fez aplicação sobre polêmica nas redes sociais alertando que não temos a mesma liberdade artística dos autores bíblicos inspirados pelo Espírito Santo — Paulo, Judas e Pedro eram inspirados, nós não somos. Citou 1 Coríntios 8:9 sobre abster-se de exercer liberdade quando pode ser pedra de tropeço para irmãos fracos.
    O texto: "Rejeite as fábulas profanas e tolas, e exercite-se na piedade. O exercício físico é de pouco proveito. A piedade, porém, é proveitosa porque tem promessa da vida presente e futura." Paulo escrevia a Timóteo, jovem pastor em Éfeso. Paulo faz paralelismo entre exercício físico e piedade — ambos exigem repetição diária. Citou Oscar Schmidt que fazia mil arremessos após treino: "Não é mão santa, é treinamento que santifica." A piedade não nasce do acaso. A musculatura da piedade nasce de exercício, prática e vivência. Profundidade não vem porque se matriculou em teologia, mas porque se exercitou verdadeiramente.
    "Rejeite as fábulas profanas e tolas" — Paulo exorta a parar de se desgastar em coisas inúteis para se aprofundar em coisas necessárias. Alguns querem crescer no conhecimento de Deus, mas se convidados para estudo às 6h, meia dúzia vem. Nosso desejo não está em paralelo com nossa prática. Calvino dizia que piedade envolve conhecimento, prática, sentimentos e relações do coração — elas andam juntas. Quando separamos conhecimento de prática, cortamos a trilha da piedade. Irmãos fervorosos com lágrimas podem não conhecer Deus. Teólogos refinados podem não ter coração ardente. Ambas devem estar em equilíbrio.
    Piedade significa reverência, temor, amor santo para com Deus. A grande característica é viver para Deus. Compreender que não há outro meio de vida senão viver para Deus. Exercício físico tem proveito para essa vida, mas piedade tem promessas para vida eterna. Calvino: "Somos de Deus, vivemos para ele."
    Somos de Deus — enquanto essa realidade não absorver nossa compreensão, estaremos distante da piedade. Se está em Cristo, foi comprado — deixamos de ser escravos do pecado e nos tornamos servos de Cristo. Mesmo os que não creem são de Deus, guardados para juízo eterno. Você é de Deus, seja para juízo ou salvação.
    Não há piedade sem união mística com Cristo. A piedade nasce de transformação interna, mudança de natureza, união com Deus eterno. O homem piedoso é mendigo de mãos abertas — tem consciência que se não fosse Deus, ainda estava morto em pecados. Deus é autor e consumador da fé. Deus rejeita orgulhosos, mas concede graça aos humildes. Piedade pressupõe conhecimento que leva à fé.
    Como nos exercitar na piedade: 1) Fugir da arrogância e senso de justiça própria. 2) A palavra — o homem piedoso deseja, almeja, lê, estuda. Piedade gera sede pela palavra. 3) Comunhão com irmãos — ter algo em comum relacionado a Deus. Falar sobre Deus, orar, ensinar uns aos outros. 4) Comunhão com Deus — crer que Deus existe e está inserido com sua vida. Fomos incluídos no corpo místico de Cristo. Calvino: só conheceremos a nós mesmos se antes conhecermos a Deus. A cruz de Cristo foi o meio fundamental de nos perdoar. Piedade genuína coloca Jesus no centro da vida. Não é Jesus e mais algo — é Jesus.
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    Culto – Salmo 51 – O Caminho do Arrependimento: Confissão, Perdão e Restauração

    12/02/2026 | 1h 40min
    Neste culto encerrando a série sobre piedade através de Salmos, o Pastor Fabricio Corrêa (@fabriciofik) pregou sobre Salmo 51, enfatizando que não há piedade genuína sem arrependimento genuíno. O arrependimento é o caminho da vida piedosa — queremos piedade, mas não queremos passar pelo vale do arrependimento.
    O salmo foi escrito por Davi após o profeta Natã confrontá-lo sobre adultério com Bateseba. O Pastor contextualizou 2 Samuel 11-12: Davi, na época em que reis iam à guerra, permaneceu em Jerusalém. O pecado começa na negligência, irresponsabilidade e afastamento do Senhor. Davi viu Bateseba tomando banho, cobiçou, usou seu poder como rei e cometeu adultério. Quando ela engravidou, tentou apaziguar consciência: chamou Urias da guerra esperando que se deitasse com a esposa — Urias recusou enquanto arca e soldados estavam em batalha. Davi o embriagou — Urias ainda recusou. Finalmente, mandou Urias à linha de frente para morrer. Parecia resolvido, mas "o que Davi fez desagradou ao Senhor." Natã contou parábola do homem rico que roubou cordeira do pobre. Davi se revoltou: "Esse homem pagará quatro vezes!" Natã respondeu: "Você é esse homem." Davi confessou: "Pequei contra o Senhor." Davi pagou quatro vezes — quatro filhos morreram durante sua vida.
    Um dos maiores problemas da sociedade é não saber o que fazer com consciência culpada. Pessoas buscam formas ilícitas, vivem em alienação, criam verdades próprias — tudo para apaziguar consciência. Ninguém consegue silenciar culpa senão por meio do perdão do sangue de Jesus Cristo. A culpa nunca é tratada senão aos pés da cruz. Davi apresenta a trilha do arrependimento: clama ao Senhor — "Tem misericórdia de mim por teu amor, compaixão. Apaga, lava-me, purifica." Fundamentado na aliança, entende que transgressões não se resolvem com políticas — somente Deus pode perdoar pecados. "Pois eu mesmo reconheço minhas transgressões" — não terceiriza, não culpa Bateseba. Primeira parte do arrependimento é reconhecer o pecado, bater no peito, ter convicção de que transgredimos a lei de Deus."Pequei contra ti e só contra ti pequei." Davi pecou contra Bateseba, Urias, reino — mas reconheceu que a parte fundamental é pecado contra o Senhor. O pecado sempre é contra Deus. Todas as vezes que cometeu qualquer pecado foi, em primeira instância, contra Deus. Enquanto não reconhecemos isso, não há arrependimento. "É justa tua sentença" — Deus não é injusto em te condenar. Uma das maiores blasfêmias é dizer que Deus é injusto. "Sei que sou pecador desde que nasci" — você não é pecador porque peca, você peca porque é pecador. Sua natureza é corrompida desde o ventre. Davi confessa pecado atual mas reconhece natureza pecaminosa. Não há arrependimento genuíno se não percebermos que desastre somos.
    "Sacrifícios e holocaustos não resolvem" — consciência culpada não se resolve com cesta básica, boas obras ou frequência à igreja. A única coisa que cura pecado é o perdão. "Purifica-me, lava-me" — Davi reconhece que pecado era como lepra sem cura, mas confia que Deus poderia purificá-lo. "Cria em mim um coração puro" — o arrependimento é resultado de um milagre divino. Deus não convence do pecado para destruir, mas para perdoar, apaziguar consciência e restaurar relação. "Devolve-me alegria da tua salvação" — todas as vezes que vivemos deliberadamente em pecado, alegria da salvação se dissipa. Após reconhecimento, Davi "entrou no santuário e adorou". Consolou Bateseba, ela engravidou — esse filho é Salomão. "O Senhor o amou." Por quê? Porque Davi reconheceu que alienação só poderia ser resolvida mediante confissão, arrependimento e confiança no perdão de Deus.
    Fé genuína resulta de arrependimento genuíno. Jesus Cristo é cumprimento da aliança. "Os sacrifícios que agradam a Deus são espírito quebrantado, coração quebrantado e contrito. Ó Deus, não desprezarás." Promessa verdadeira: Deus não despreza coração quebrantado.
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    Culto - Salmo 91 – A Vida Boa em Cristo: Livramento, Proteção e Segurança da Salvação

    31/01/2026 | 1h 11min
    Neste culto, o Pastor Pedro Ribeiro (@opedro.ribeiro) da Igreja Batista Casa pregou sobre Salmo 91, enfatizando segurança e proteção de Deus. Começou com ilustração sobre Michel Siff, geólogo que em 1962 passou dois meses numa caverna a 130m de profundidade. Ao contar até 120, achava ter gastado 2 minutos, mas eram mais de 5. Após dois meses, pensou ter passado um mês quando havia passado o dobro. O evangelho faz a mesma coisa — o mundo está contando o tempo errado. O cristianismo muda você ontologicamente, você não pertence à ordem desse século.O Salmo 91 era lido como bênção para reis de Israel. Verso 1: "Aquele que habita no abrigo do Altíssimo." O cristão é normativo, formado — não experimentamos algo externo, mas somos transformados. A igreja tem errado oferecendo apenas experiências (culto terapêutico) quando deveria ser formativa. No centro da fé há doutrina — isso diferencia o cristianismo de religiões baseadas em ritos. Verso 2: "Pode dizer: Tu és meu refúgio e fortaleza." Quando dores vêm, qual o primeiro som? "Deus, tu és meu refúgio."
    Versos 3-13 trazem garantias. Verso 3: "Livrará do laço do caçador" — perigos ocultos. Quantos livramentos ocultos você teve? Bombas desarmadas não dão notícia, mas é cuidado de Deus. Versos 4-6: Deus é pessoal, fiel e onipotente. "Cobrirá com suas penas" — as asas são o Espírito Santo. Fidelidade está ligada à autoridade — Deus é todo-poderoso para cumprir Seus desejos. "Pavor da noite, flecha de dia" — Deus controla todas as coisas. Verso 7-8: "Mil cairão ao seu lado, mas nada o atingirá." O Pastor alertou contra teologia triunfalista — a vitória bíblica não é ser imbatível, mas sofrer apenas o que, quando e na medida que Deus permitir.
    Versos 11-12 sobre anjos — o diabo citou a Cristo mas omitiu "em todos os seus caminhos". O Pastor exortou: jamais abram mão de toda palavra. Não há refúgio em nada que você planejar — ministério, família, filhos. "Em todos os seus caminhos" é caminho de Deus. Deus não é seu sócio.
    Verso 14 — Deus fala: "Porque ele me ama, eu o resgatarei, protegerei, pois conhece meu nome." Conhecer o nome é conhecer o próprio Deus através da palavra. "Resgatarei e protegerei" — salvação não se perde, segurança da salvação. O Pastor fez apelo: você refém do sofisma "ninguém pode saber da salvação" — isso é mentira diabólica. A ausência da teologia calvinista destruiu membresia. Como manter membresia que representa Cristo se não afirmamos que alguém é eleito? Se jugo desigual é pecado, devemos afirmar salvação do cônjuge. Disciplinem membros, assegurem salvação uns dos outros.
    Verso 15: "Clamará e darei resposta, na adversidade estarei com ele." A verdadeira vitória é a companhia do Senhor. Ser abençoado significa incluir nos benefícios divinos. Deus poderia dar bens — mas dá quem Ele é, o próprio Deus. Verso 16: "Vida longa darei e mostrarei minha salvação." Não é longevidade, mas vida boa. Só o crente come morango e sente gosto de morango. Só o crente tem Cristo e vive Cristo. "Mostrarei" está no presente contínuo — a vida boa está acontecendo agora.
    Encerrou com Adélia Prado: seu pai pintou a casa de laranja para que fosse "o pôr do sol quando o dia ficar nublado". Cristo é nosso pôr do sol. No dia nublado, olhe para Cristo. Como disse Agostinho: se a Vida morreu, quem somos nós para não sofrer? Guarde seu coração em Cristo.

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Sobre Igreja Batista Reformada em Belo Horizonte

Igreja Batista Reformada em Belo Horizonte. Culto domingo às 10h e sábado às 19h. R. das Canárias, 50 - Santa Branca, Belo Horizonte - MG, 31560-050. Instagram: @batistareformadabh Aqui são disponibilizadas todas as pregações expositivas do Evangelho, ministradas em nossa igreja. Que essas mensagens possam abençoar a sua vida.
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