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Igreja Batista Reformada em Belo Horizonte

IBRBH
Igreja Batista Reformada em Belo Horizonte
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  • Culto – Discipulado: Fui Crucificado com Cristo
    Neste culto, o Pastor Fabricio Corrêa (@fabriciofik) encerrou a série de mensagens sobre discipulado, focando na transformação do ego e do caráter do discípulo de Jesus, com base no texto de Gálatas 2:20: "Fui crucificado com Cristo, assim já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim." A pregação explorou a crise de identidade do crente que tenta sustentar seu "eu" (ego) fora da obra redentora de Cristo. Segundo o Pastor Fabricio, o ego natural (o "velho homem" de Romanos 6) apresenta características problemáticas: ele é vazio porque o ser humano foi criado unicamente para a glória de Deus, e a tentativa de preencher esse vazio com coisas mundanas só gera crises de autoexistência. Além disso, o ego pode ser inflado/orgulhoso—o discípulo não foi criado para receber glória ou ser o centro das atenções—e a busca por uma autoestima exagerada causa dor, mágoa e frustração. Por outro lado, a baixa estima é igualmente apresentada como um pecado de um ego corrompido, pois desvaloriza o que Cristo fez na cruz, vivendo uma existência distante da alegria e aceitação garantidas por Deus. A raiz de toda essa crise é a escravidão à imagem e às expectativas externas (esposo, sociedade, redes sociais), levando o discípulo a um desgaste contínuo e à hipocrisia, tentando ser o que os outros esperam dele.A única solução para o ego é a crucificação com Cristo, que gera a humildade cristã. A humildade, na visão bíblica, não é pensar menos ou mais de si, mas sim pensar em si à luz do Evangelho. A convicção de que o "eu" foi crucificado traz a liberdade do autoesquecimento, pois o discípulo entende que seu veredito já foi anunciado e cumprido na cruz por Jesus. Cristo assumiu o julgamento divino em nosso lugar, e por isso, o crente não precisa mais buscar justificação por meio do seu desempenho ou da hipocrisia. Por ter sido enxertado em Cristo, o discípulo é recebido como Filho Amado de Deus, e o veredito da cruz garante sua aceitação plena. A vida do discípulo, portanto, deixa de ser focada em agradar a si mesmo ou aos outros para se concentrar em alegrar-se em Cristo por aquilo que Ele já fez. Essa transformação, marcada pelo autoesquecimento e pela dedicação aos outros, é o que garante a satisfação e a capacidade de auxiliar outros irmãos no discipulado.Tópico: DiscipuladoPastor: Fabricio Corrêa | @fabriciofikLocal: Igreja Batista Reformada em Belo HorizonteTexto-Base: Gálatas 2:20; Romanos 6:1-10; 1 Coríntios 3:21-23Tema Central: A crucificação do ego, a crise de identidade do discípulo e a humildade cristã como autoesquecimento.
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    59:38
  • Culto – Discipulado: Negar a Si Mesmo, Tomar a Cruz e Seguir a Cristo
    Neste culto da Igreja Batista Reformada em Belo Horizonte, o presbítero Diego Barbosa (@_diego_bf) ministrou sobre o tema do Discipulado em um Culto de Domingo, baseando-se nas passagens de Marcos 8:31-38 e Lucas 14:25-33. A mensagem enfatizou que o discipulado cristão tem um alto preço e exige uma negação radical de si mesmo, juntamente com um relacionamento intencional com o próximo. A pregação começou analisando a reação de Pedro (Marcos 8:31-33), que, apesar de ter a revelação de que Jesus era o Cristo, repreendeu o Mestre ao ouvir sobre Seu sofrimento e morte, revelando assim o egoísmo e as ambições humanas que buscam os benefícios de Cristo, mas rejeitam o sofrimento. O discipulado exige, então, negar a si mesmo, o que significa abrir mão de tudo que se coloca entre nós e Deus (32:03), submetendo-se totalmente à Sua vontade, e tomar a cruz, que não é aceitar um azar na vida, mas sim morrer lentamente e dolorosamente para os anseios pecaminosos e se tornar maldito para o mundo por amor a Cristo.O pregador introduziu o conceito da dupla conotação do discipulado (38:51): não é apenas seguir os ensinamentos para se parecer com Cristo, mas também ajudar outras pessoas a fazê-lo, caminhando e ensinando-as. O pastor alertou que não existe discipulado sem relacionamento (43:01); o cristão não deve viver isolado numa "bolha", mas desenvolver amizades profundas, imitando o ministério contracultural de Jesus. A falha em buscar novas amizades e em se importar com a falha do irmão é um fracasso em imitar a Cristo. A verdadeira marca que distingue o discípulo, que resume todas as demais práticas e conhecimentos, é o Amor (João 13:34-35). O julgamento bíblico se manifesta através do amor a ponto de se importar com o erro do outro e tomar a sua dificuldade para si, ajudando-o a superá-la.Por fim, a mensagem concluiu que o discipulado custa uma vida inteira e pode custar o sofrimento e a oposição, exigindo a renúncia de velhos hábitos e associações, e até mesmo dos planos pessoais (57:45). Contudo, a Bíblia garante que, no final de todas as coisas, o crente ganhará muito mais do que perderá, tendo a certeza da promessa de vida eterna com Deus. O presbítero incentivou a congregação a não hesitar em demonstrar sua fé, pois a vida na Terra é um sopro comparado à eternidade com o Senhor, sendo necessário unidade e amor para que a jornada de santificação e a missão se cumpram.Tópico: DiscipuladoPresbítero: Diego Barbosa | @_diego_bfLocal: Igreja Batista Reformada em Belo HorizonteTexto-Base: Marcos 8:31-38; Lucas 14:25-33; João 13:34-35Tema Central: O custo do discipulado (negação de si) e a necessidade de relacionamento para a santificação e a missão.
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    50:29
  • Retiro IBRBH - Ministério Pastoral: Perguntas para os Pastores
    RODADA DE PERGUNTAS E RESPOSTAS: MINISTÉRIO PASTORALNeste bloco, os pastores Daniel Deeds, Rubner Durais, Judiclay Santos e Arlei Carvalho respondem perguntas da congregação sobre eclesiologia, plantação de igrejas e desafios do ministério.
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    49:55
  • Retiro IBRBH - Ministério Pastoral: Graça, Vocação e Integridade | Pr. Judiclay Santos
    O Pastor Judiclay Santos (@judiclay) ministrou sobre o Ministério Pastoral com base em 2 Coríntios 4:1-15. A mensagem enfatizou a necessidade da Igreja de manter o equilíbrio entre ser uma "escola que ensina" (doutrina) e uma "mãe que acolhe" (relacionamentos). O pastor destacou quatro verdades essenciais para o ofício pastoral, extraídas da defesa de Paulo contra os falsos mestres em Corinto.O primeiro ponto é que o ministério pastoral é um dom concedido pela graça, e não um talento adquirido por mérito. Citando 2 Coríntios 4:1 ("segundo a misericórdia que nos foi feita"), o pregador afirmou que tanto a salvação quanto os dons ministeriais vêm da soberania de Deus. Em segundo lugar, o ministério é uma atividade cansativa e exaustiva, mas a graça de Deus é suficiente para sustentá-lo. Paulo, que experimentou perseguição, abandono e açoites, pôde dizer "não desfalecemos" (v. 1). O pastor encorajou os ministros a se fortificarem na graça que está em Cristo Jesus (2 Timóteo 2:1), lembrando que há uma diferença vital entre estar cansado na obra e estar cansado da obra, e o segredo é a perseverança.Em terceiro lugar, o ministério pastoral exige integridade no conteúdo da pregação. Um pastor verdadeiro não usa truques nem "adultera a Palavra de Deus" (v. 2), o que significa não adicionar nem subtrair nada do evangelho — nem o liberalismo que subtrai verdades (como o nascimento virginal), nem o pentecostalismo que adiciona falsas revelações. O pregador é um mensageiro que entrega a mensagem do Rei sem manipulação ou busca por glória. Esta integridade se conecta com o quarto ponto: o pastor deve buscar uma consciência limpa (v. 2) por anunciar todo o conselho de Deus (Atos 20:26-27), mesmo as partes difíceis. Sua maior glória é chegar ao final do ministério e dizer: "Estou limpo do sangue de todos".A mensagem culminou na ideia de que o evangelho é um tesouro carregado em vaso de barro (v. 7). O pastor e a igreja são os vasos frágeis, mas o Evangelho (o conteúdo) é o tesouro de imenso valor, e Deus o preserva no vaso frágil "para que a excelência do poder seja de Deus e não de nós". Paulo enfrentou a oposição maligna que cega o entendimento dos incrédulos (v. 4), mas não desanimou diante da falta de resultados imediatos, lembrando que o papel do pregador é preencher o púlpito, e os resultados pertencem a Deus. O verdadeiro pastor não prega a si mesmo, mas a Cristo Jesus como Senhor (v. 5), pois é a intercessão de Cristo que sustenta o servo em meio às perplexidades, tribulações e lutas.Tópico: Ministério PastoralPastor: Judiclay Santos | @judiclayLocal: Acampamento IBRBHTexto-Base: 2 Coríntios 4:1-15Tema Central: A vocação pastoral como dom da graça, a necessidade de integridade na pregação e o poder de Deus manifestado na fragilidade do ministro.
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    49:12
  • Retiro IBRBH - Credo Apostólico: Creio no Espírito Santo | Pr. Fabricio Corrêa
    O Pastor Fabricio Corrêa (@fabriciofik), pastor titular da IBRBH, encerrou o retiro com uma profunda exposição sobre a terceira e última seção do Credo Apostólico, que abrange a fé no Espírito Santo e a consumação da obra de Deus. A pregação estabeleceu que a fé sadia se sustenta sobre pilares como o Credo, os Dez Mandamentos e o Pai Nosso, e que a deficiência na fé moderna se deve, em parte, ao divórcio entre os três pilares da teologia: Teologia Bíblica, Histórica e Sistemática. O pastor corrigiu a visão comum de que o Espírito Santo surgiu apenas no Pentecostes, afirmando que Ele é co-eterno, co-igual e consubstancial com o Pai e o Filho, sendo o agente vivificador desde a Criação e atuando continuamente na história da salvação, demonstrando a progressão da revelação bíblica.Com base em 1 Coríntios 2:6-16, o Pastor Fabricio abordou a natureza da obra do Espírito Santo, alertando contra a "cultura da imagem" que infecta o culto e busca manifestações visíveis e sensoriais para comprovar Sua presença. Ele enfatizou que o Espírito é como o vento (invisível e soberano), e Sua obra não é de imagem, mas da Palavra pregada que transforma o crente de dentro para fora. A obra principal e o prazer do Espírito Santo é glorificar a Jesus Cristo (João 16:12-14), fazendo com que o povo de Deus se lembre de Sua palavra e de Sua obra. Um culto verdadeiramente espiritual é aquele onde o Filho é exaltado, e não aquele que se baseia em manifestações desassociadas da verdade revelada.Por fim, a mensagem tratou das designações do Espírito na vida do crente. A regeneração é o ato soberano e criativo de Deus que dá nova vida ao morto espiritual; a santificação é o processo gradual e a luta constante do crente que possui uma dupla natureza. A Comunhão dos Santos (a Igreja) é o meio indispensável que o Espírito Santo usa para aperfeiçoar o crente nesse processo. Finalmente, a última parte do Credo, a ressurreição da carne e a vida eterna, é a promessa futura, a garantia de que o mesmo Espírito que ressuscitou Cristo concluirá Sua obra, transformando o crente em plena conformidade com a vontade de Deus, sem mais a luta da dupla natureza.Tópico: Credo dos ApóstolosPastor: Fabricio Corrêa | @fabriciofikLocal: Acampamento IBRBHTexto-Base: 1 Coríntios 2:6-16; João 16:12-14Tema Central: A glória do Espírito Santo em Sua divindade, Sua obra de glorificar Cristo e Seu papel na regeneração, santificação e vida eterna do povo de Deus.
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    1:22:08

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Sobre Igreja Batista Reformada em Belo Horizonte

Igreja Batista Reformada em Belo Horizonte. Culto domingo às 10h e sábado às 19h. R. das Canárias, 50 - Santa Branca, Belo Horizonte - MG, 31560-050. Instagram: @batistareformadabh Aqui são disponibilizadas todas as pregações expositivas do Evangelho, ministradas em nossa igreja. Que essas mensagens possam abençoar a sua vida.
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