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Igreja Batista Reformada em Belo Horizonte

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    Culto – Hebreus 4:1-13 – O Verdadeiro Descanso

    14/04/2026 | 1h 9min
    Neste culto, o Pastor Fabricio Corrêa pregou sobre Hebreus 4:1-13, abordando o verdadeiro descanso prometido por Deus. O autor de Hebreus exorta: "Que nenhum de vocês pense que a promessa falhou." Aquele povo vivia perseguição, impostos de Roma, expectativas frustradas — e a fé que apontava para um descanso parecia cada vez mais longe. Talvez pensassem: "Deus falhou." Mas Deus não muda, não falha, não altera seus propósitos. A Bíblia retrata Deus como uma rocha imóvel no meio de um oceano mutável. Quando adoramos Deus como ele realmente é, isso nos traz descanso e segurança.
    As boas novas foram pregadas tanto a nós quanto ao povo do passado. Mas a mensagem que ouviram de nada lhes valeu, pois não foi acompanhada de fé. Muitos ouvem semana após semana o evangelho, mas isso não é acompanhado de fé — torna-se apenas conhecimento ou participação religiosa. Fé é nossa alma abraçar por inteiro essa revelação, não ter em nenhum outro lugar a confiança que temos nesse Deus. Por que aquele povo não entrou no descanso? Porque desobedeceu — e desobedecer aqui é paralelo com incredulidade. Por causa da incredulidade, jamais entrarão no meu descanso.
    O autor argumenta: se Josué tivesse dado o descanso final, Deus não teria prometido outro posteriormente. Josué era tipo de Cristo, uma sombra — conduziu o povo à terra prometida, mas não foi o descanso final. Jesus é o libertador perfeito. Muitos associavam descanso com lugar geográfico ou expectativa política. Mas qual é o descanso para hoje? O texto diz: "Todo aquele que entra no descanso de Deus também descansa das suas obras, como Deus descansou das suas." O verdadeiro descanso é parar de tentar comprar o céu com nosso esforço e colocar confiança totalmente em Jesus Cristo. É descansar de tentar ser bom o bastante para Deus, de tentar cumprir a lei e não conseguir.
    Jesus disse: "Venham a mim todos os que estão cansados e sobrecarregados, e eu lhes darei descanso." Querer ganhar a vida eterna pelo próprio braço é impossível. Jesus nos convida a tomar sobre nós o jugo dele, a confiar que a obra de Cristo foi perfeita. Romanos 4: "Aquele que não trabalha, mas confia em Deus que justifica o ímpio, sua fé lhe é creditada como justiça." Nós somos os que não trabalharam, não obedeceram perfeitamente, não merecem graça — mas confiamos em Deus que justifica o ímpio. Cristo completou a obra da redenção, foi recebido por Deus, está sentado à destra coroado como rei vencedor. Está consumado. E o que fazemos? Constrangidos, chegamos e dizemos: "Senhor, confio no Deus que justifica o ímpio". "Portanto, esforcemo-nos para entrar nesse descanso" — parece antagônico, mas o esforço é continuar crendo. Esforce-se para lembrar que a misericórdia de Deus é suficiente. A palavra é viva e eficaz, penetra e transforma. A fé vem pelo ouvir a palavra de Deus.
    Pastor: Fabricio Corrêa | @fabriciofik
    Local: Igreja Batista Reformada em Belo Horizonte
    Texto base: Hebreus 4:1-13
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    Culto de Páscoa – João 12:20-36 – Queremos Ver Jesus

    14/04/2026 | 54min
    Neste culto de Páscoa, o Pastor Fabricio Corrêa pregou sobre João 12: 20-36, abordando como verdadeiramente podemos ver Jesus. Alguns gregos foram a Jerusalém para a festa da Páscoa e pediram a Felipe: "Senhor, queremos ver Jesus." Os gregos eram um povo culto, de conhecimento, que viajavam por conhecer culturas e novidades. Estavam lá por curiosidade, para ver o espetáculo, para saber quem era esse que ressuscitou Lázaro. Nossa cultura não é muito diferente — somos a geração dos espetáculos, encharcados de mídia e imagens que tomam nosso coração. Quantos já estão viciados, não conseguem momentos sem celular nas mãos. O maior ladrão do seu tempo de oração é o seu celular.
    Jesus responde de forma inesperada: "Chegou a hora de ser glorificado o filho do homem. Se o grão de trigo não cair na terra e não morrer, continuará ele só. Mas se morrer, dará muito fruto." Quem é o grão de trigo? É Jesus — uma semente vinda do céu que precisa morrer para germinar e dar frutos. "Aquele que ama a sua vida a perderá, ao passo que aquele que odeia a sua vida neste mundo a conservará para a vida eterna." Essa era dos espetáculos tenta construir narrativa equivocada do que é vida. Se o valor da nossa existência está em coisas passageiras, vamos perder a vida. Mas Jesus atribui a si mesmo: ao segui-lo, ao buscá-lo, encontramos aquilo que não podemos perder.
    "Quem me serve precisa seguir-me. E onde estou, meu servo também estará." A característica de quem encontrou Jesus verdadeiramente é servo — ele é meu Senhor e Salvador. Infelizmente, muitos buscam um Jesus passageiro, colocam Jesus na mesma prateleira dos espetáculos dessa terra. Não há como conhecer Jesus verdadeiramente sem passar pela cruz, sem nos deparar com sua morte, sofrimento, angústia e dor. A cruz é o lugar onde Deus cobrou o preço do nosso pecado sobre seu próprio filho. O mais solene espetáculo de toda a história — singular, irrepetível — é a cruz do Senhor Jesus Cristo.
    "Eu, quando for levantado da terra, atrairei todos a mim." O filho do homem precisa ser levantado. É desta forma que atrairá todos. A multidão que estava presente confundia teoria com relação — conheciam muito, sabiam das coisas, mas estavam confundindo. Muitos podem explicar coisas profundas, mas não necessariamente ter relação profunda com o Deus dessas coisas. Jesus alerta: "Creiam na luz enquanto vocês a têm, para que se tornem filhos da luz." Somos ludibriados com imagens, enquanto a fé vem pelo ouvir. A luz ainda está disponível, há tempo enquanto ela está disponível. As pessoas só podem ver Jesus verdadeiramente aos pés da cruz, entendendo que aquele sacrifício não era brincadeira. Muitos estiveram diante da morte de Cristo e zombaram. Só há um meio de reconhecer a cruz como importante: lembrar que você não tinha outro meio de ser liberto da escravidão do pecado. Cristo Jesus, em amor e graça, escolheu levar sobre si o castigo que nos era proposto.
    Pastor: Fabricio Corrêa | @fabriciofik
    Local: Igreja Batista Reformada em Belo Horizonte (Culto de Páscoa)
    Texto base: João 12: 20-36
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    Culto de Ação de Graças – 2 Crônicas 31:20-21 – A Necessidade de Avivamento

    27/03/2026 | 54min
    Neste culto de ação de graças pelo aniversário de 2 anos da IBRBH, o Pastor Fabricio Corrêa pregou sobre 2 Crônicas 31:20-21, abordando a necessidade de avivamento. Historiadores observam que o Brasil nunca foi afetado de forma macro por um avivamento, apenas micros avivamentos em igrejas locais. Ezequias tinha 25 anos quando começou a reinar. Seu pai Acaz foi rei perverso que fechou as portas do templo. A primeira mudança de Ezequias foi reabrir as portas do templo — ele entendeu que não poderia fazer nada como rei se o lugar onde o povo buscava o Senhor estivesse fechado. O templo havia sido transformado em lugar pagão. Ezequias reconheceu: "Isso aconteceu porque nossos pais foram infiéis e abandonaram o Senhor." Aplicação: que herança deixaremos — porta aberta de adoração ou cheia de ídolos?
    Ezequias relembra a aliança: "Não sejam negligentes, pois o Senhor os escolheu". A doutrina da eleição sem santificação é apenas doutrina bela mas vazia. Os sacerdotes trouxeram para fora todas as coisas impuras do templo. Hoje somos templo do Espírito Santo — é para tirar do íntimo do coração aquilo que está errado. Não espere avivamento na nação enquanto mantém coisas corruptas dentro do seu coração. Deus começa no micro, mudando o coração das pessoas. Num avivamento, Deus gera grande compreensão da sua santidade e da nossa iniquidade. Jonathan Edwards em Northampton — o povo era tomado por tal compreensão que gritavam, ouviam-se gritos a 400m de distância. O que sustenta nossa vida? Única e exclusivamente as misericórdias do Senhor que se renovam dia após dia.
    No avivamento do País de Gales (1904), Evan Roberts iniciou reuniões de oração com quatro pontos: confesse todo pecado conhecido, abandone todo hábito duvidoso, obedeça imediatamente o Espírito Santo, confesse Cristo publicamente. Estimativas dizem que 100.000 pessoas chegaram à conversão. Bares fecharam, juízes não tinham quem julgar. A maioria dos avivamentos começou sobre os jovens. Ezequias enviou cartas convidando todas as tribos a adorar junto. Um avivamento não fica contido em nós — queremos que toda a sociedade conheça e arrependa-se. Alguns zombaram, mas outros humilharam-se e foram. No caminho, quebraram altares e ídolos pagãos. Não adianta viver numa igreja bíblica se você não convida ninguém, não fala para ninguém. Somos chamados a ir por toda a terra.
    Todo avivamento tem começo e fim. Deus não quer que vivamos um espasmo único de sentimento. Por isso avivamentos genuínos foram carregados de boa pregação, boa doutrina e estabelecimento de igrejas sérias e bíblicas. Ezequias designou sacerdotes e levitas por turnos, cada um de acordo com seus deveres. Pesquisa anos após o avivamento do País de Gales mostrou que 80% continuavam crentes. O que demonstra que Deus genuinamente agiu é fidelidade ao fim da nossa vida no Senhor. Por que Deus faz isso? Porque sabe da nossa limitação e nos ama. Uma das marcas de verdadeiro avivamento é real convicção de quem é Jesus Cristo. Supostos movimentos que não trazem isso não passam de poeira ao vento.
    Pastor: Fabricio Corrêa | @fabriciofik

    Local: Igreja Batista Reformada em Belo Horizonte

    Texto-base: 2 Crônicas 31:20-21
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    Culto – Hebreus 3:1-6 – Jesus é Superior a Moisés

    27/03/2026 | 44min
    Neste culto, o Pastor Fabricio Corrêa pregou sobre Hebreus 3:1-6, comparando Jesus e Moisés. O autor de Hebreus lida com um povo que estava flertando com abandonar Jesus e voltar ao judaísmo. Havia uma luta entre dois mundos — um povo que vive nessa terra, mas tem um chamado celestial. Muitos estavam iludidos com coisas terrenas, visíveis, achando que eram a finalidade de tudo, sem se dar conta da morada celestial, do reino celestial, da esperança da qual nos gloriamos. O autor chama os leitores de "santos irmãos" — não porque são perfeitos, mas porque Deus os santificou, separou das trevas para sua maravilhosa luz. Sermos santos prediz que fomos separados para outra vida, outro mundo, outra família, outra realidade.
    O chamado celestial é realizado por Jesus. Hebreus o apresenta como apóstolo e sumo sacerdote — a única vez no NT que Jesus é chamado de apóstolo. Apóstolo significa enviado. Nós não poderíamos acessar o chamado celestial por nós mesmos. Alguém de fora da nossa realidade veio nos chamar. Jesus é o enviado de Deus para nos comunicar as coisas do reino futuro. Sem ele, estaríamos presos, cegos, surdos. Jesus é nosso sumo sacerdote — construtor de pontes entre um povo com os pés no barro dessa terra e a Jerusalém celestial. Ele vem da parte de Deus, fala conosco, intercede e nos leva até Deus.
    Moisés era a maior referência para os judeus. Ele estabeleceu o fundamento e a prática de fé do judaísmo. Foi profeta, mediador, legislador, líder que conduziu o povo para libertação. Moisés foi fiel em toda a casa de Deus. Isso ensina um princípio importante: o âmago de ser fiel nas Escrituras é completar a carreira, chegar até o fim fiel. Moisés errou — casou com mulher que não deveria, bateu na pedra quando não deveria — mas não perdeu de vista o chamado. Nossos erros não podem ser desânimo da caminhada. Precisamos levantar, pedir perdão, confiar na aliança e marchar com pouca murmuração.
    O dilema dos hebreus: Moisés libertou o povo, tirou da opressão, levou à terra prometida. Mas Jesus morreu, foi assunto aos céus — e cadê Jesus? Eles continuavam escravos de Roma, sujeitos a impostos, perseguidos. Esperávamos um Messias que matasse Roma. Jesus não fez isso. Moisés fez. Esse era o debate. Mas Jesus foi considerado digno de maior glória porque Moisés foi um elemento usado por Deus por período passageiro. Moisés era um tipo de Cristo imperfeito — não levou o povo ao verdadeiro descanso celestial. Todos os tipos do AT são sombras, imperfeitos, passageiros. Moisés foi servo sobre a casa; Jesus é o dono da casa, o Senhor da glória. Moisés foi alguém temporal. Jesus é o dono eterno.
    Aplicação: Muitas vezes tiramos os pensamentos de Jesus. Achamos que a casa é nossa, que somos donos de tudo. Achamos que porque trabalhamos, temos recursos, boa índole, vamos sustentar essa casa. Se Moisés era grande servo mas não foi contado como construtor, quem dirá nós? Substituímos Jesus por nossos desejos, apetites, vontades. Por isso: fixem os seus pensamentos em Jesus. Não no pastor, na denominação, na cura, no milagre. Quando colocamos pensamentos em coisas passageiras, a confiança escorre dos nossos dedos. A Bíblia chama a lembrar que o filho governa sobre toda a casa e é fiel para completar. Nós estamos a caminho. A fé cristã não pode ser individualista — é um povo, são santos irmãos, uma casa que somos nós. Precisamos uns dos outros a caminho. Quando você para pelo caminho, influencia pessoas ao seu lado. Quando pai abandona fé, desemboca nos filhos. Precisamos nos apegar firmemente à confiança e esperança, viver na convicção de que estamos a caminho da Formosa Jerusalém.
    Pastor: Fabricio Corrêa | @fabriciofik
    Local: Igreja Batista Reformada em Belo Horizonte
    Texto-base: Hebreus 3:1-6
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    Culto – Hebreus 2:5-18 – Jesus Venceu a Morte

    14/03/2026 | 57min
    Neste culto, o Pastor Isaque Morita (@isaque.morita) pregou sobre Hebreus 2:5-18, abordando como Jesus venceu a morte. A morte é a grande inimiga da humanidade — separa famílias, encerra histórias. Muitos vivem tentando ignorá-la, mas a Bíblia enfrenta a morte de frente. Hebreus mostra o filho de Deus que se fez homem, sofreu, foi tentado, morreu — mas não como vítima, mas como substituto. "Para que pela sua morte derrotasse aquele que tem o poder da morte." Ele usa a própria morte como arma contra ela.
    O texto cita Salmos 8: "Quem é o homem para que com ele se importes?" A autoridade da Escritura não está no autor humano, mas no autor divino. Há milhões de espécies catalogadas, milhões desconhecidas. Não conhecemos nosso próprio planeta. Quem explorou o oceano? O universo? Quem é o homem? Somos pó diante de Deus. Salmos fala sobre o homem antes da queda. Mas no jardim o homem caiu, abandonou seu propósito, se tornou escravo. Deus continua fiel, cumpre promessa a Abraão — aponta para Cristo.
    O autor menciona o nome humano: Jesus. Ele se tornou homem, assumiu carne humana, fraquezas. Sentiu fome, cansaço, enfrentou tentações sem pecado. Cristo experimentou algo que Deus eterno não havia experimentado — e fez voluntariamente, escolheu morrer. Até aqui a carta mostrou Cristo superior aos anjos. Mas agora o chama simplesmente "Jesus" — lembra que o filho eterno entrou na nossa história. O mundo está marcado pelo pecado, há injustiças, morte. Mas podemos olhar para Cristo com esperança. Sofreu a morte, mas foi coroado de glória. Para o pensamento humano parece contraditório. Mas aqui o evangelho se revela: o caminho da glória passou pela cruz. O que parecia a maior derrota — a morte de Cristo — se tornou o caminho da maior vitória. Foi através da morte que venceu a morte, o pecado. A cruz revela quem Deus é — na cruz vemos justiça perfeita e amor perfeito de Deus.
    Imagine o pior criminoso fazendo algo com seu familiar. O que você faria? Agora imagine ele diante do juiz: "Prometo nunca mais, me liberte." Se o juiz libera, isso é justiça? Não. Ele precisa pagar. Isso é justiça. Por quê com Deus achamos diferente? O mundo prega um Deus diferente. Para que houvesse justiça, a sentença precisava ser cumprida. Por isso Cristo se tornou homem e cumpriu essa ira. Como adoraríamos Deus justo se ele não cumpre justiça? Jesus não ignora pecado. Então assume a punição em nosso lugar. Cristo nos chama de irmãos. "Jesus não se envergonha de chamá-los de irmãos". Antes éramos inimigos, agora somos filhos.
    A morte nivela todos. Rico morre, pobre morre, poderoso morre. O homem nunca vai conseguir vencer a morte. "Para que por sua morte derrotasse aquele que tem o poder da morte, isto é, o diabo." Imagine cidade dominada por tirano — a morte. Mas Jesus entra para enfrentar. Aceita a cruz, entra no território da morte. Ele era um cavalo de Troia. Não podia ser mantido pela morte. Ressuscita e quebra esse poder. Por causa da ressurreição, a morte perde o aguilhão. "Onde está ó morte o seu aguilhão?" Imagine escorpião sem ferrão — você não terá medo. Cristo usa a morte para destruir a malignidade da morte. Não precisamos mais temer, porque em Cristo ele já foi vencido. A salvação é libertação completa da escravidão de Satanás. Ainda caminhamos neste mundo, enfrentamos batalhas. Por isso o autor diz: ele sofreu, foi tentado e é poderoso para nos socorrer. Jesus foi tentado no deserto em três pontos: desejo da carne, cobiça, orgulho. Cristo se manteve firme. A luta sem a cruz é derrota. Sem a cruz a justiça não seria feita. Cristo passou pela cruz sozinho para que tivéssemos vida. Podemos ter problemas, mas nos alegrar, porque o maior problema ele resolveu — a morte. E com ele temos vida eterna. Diversas religiões têm vários homens — todos morreram. Mas só um foi diferente. E é ele que devemos honrar.
    Pastor: Isaque Morita (@isaque.morita)Local: Igreja Batista Reformada em Belo HorizonteTexto base: Hebreus 2:5-18, Salmos 8

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Sobre Igreja Batista Reformada em Belo Horizonte

Igreja Batista Reformada em Belo Horizonte. Culto domingo às 10h e sábado às 19h. R. das Canárias, 50 - Santa Branca, Belo Horizonte - MG, 31560-050. Instagram: @batistareformadabh Aqui são disponibilizadas todas as pregações expositivas do Evangelho, ministradas em nossa igreja. Que essas mensagens possam abençoar a sua vida.
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