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Igreja Batista Reformada em Belo Horizonte

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    Culto – Hebreus 8:6-13 – Jesus, Mediador de uma Aliança Superior: Do Pacto de Obras ao Pacto da Graça

    02/06/2026 | 56min
    Neste culto, o Pastor Fabricio Corrêa pregou sobre Hebreus 8:6-13, tratando da nova aliança da qual Jesus é mediador. Esse é um tema fundamental e mal compreendido na igreja cristã. Como igreja, somos aliancistas — temos um método interpretativo que olha para as Escrituras como uma progressão da obra da redenção, não como dispensações separadas. A principal diferença entre presbiterianos e batistas reformados está no entendimento da aliança (o batismo é reflexo disso).
    O primeiro pacto de Deus com o homem foi no jardim do Éden — o pacto de obras. Deus fez um contrato de suzerania com Adão: se obedecesse, viveria; se não, morreria. Adão era nosso representante legal, a cabeça federal da humanidade. Por isso, fora de Cristo, todos ainda estão sob o pacto das obras. A serpente tentou Adão e Eva dizendo que havia coisas melhores que Deus — mentira na qual caímos até hoje.
    O pacto sinaítico com Moisés não trouxe novidade moral. Adorar outros deuses, criar imagens, matar, mentir — tudo já era errado antes. No pacto de obras, Deus havia gravado no coração humano o que era certo e errado. A lei no Sinai trouxe luz sobre o que já deveria ser entendido. A função da lei é revelar o pecado do homem — ela joga luz e mostra que quebramos todos os mandamentos.
    Deus foi abrindo janelas ao longo das Escrituras, revelando o pacto da graça. Com Adão (Gn 3: 15), com Noé, com Abraão, com Moisés, com Davi — promessas de um reino futuro e um descendente. O texto de Hebreus 8 cita Jeremias 31: 31-34, profetizado durante o cativeiro — resposta pedagógica de um povo que não cumpriu o pacto de obras. Mesmo no julgamento, Deus lembrava de outra aliança.
    Diferenças entre a antiga e a nova aliança: Na antiga, entrada pelo nascimento físico (descendentes de Abraão); na nova, pelo nascimento espiritual. Na antiga, marca física exterior (circuncisão na carne); na nova, circuncisão no coração. Na antiga, lei escrita na pedra; na nova, no coração. Na antiga, adoração visível e exterior; na nova, em espírito e verdade. Na antiga, promessa de um reino físico e herança terrena; na nova, cidade celestial e herança eterna. A antiga estava a ponto de desaparecer — o templo foi destruído em 70 d.C. e nunca mais reconstruído.Jesus cumpriu todas as marcas da promessa com perfeição. Quantos se levantaram dizendo ser o Messias? Ninguém cumpriu todos os passos — nascer da linhagem de Abraão, Isaque, Jacó, Judá, Davi. Por isso é loucura não crer em Cristo.
    Diferença teológica batista e presbiteriana: Na teologia credobatista, o pacto da graça foi revelado em Gn 3: 15 e concluído na nova aliança. Na teologia pedobatista, foi estabelecido em Gn 3: 15 e administrado nas outras alianças. Por isso batizamos quem manifesta novo nascimento — na nova aliança, entrada é pelo nascimento espiritual.
    A promessa superior (v. 11-12): Todos que estão na nova aliança conhecem o Senhor, tiveram pecados totalmente perdoados de uma vez por todas. A antiga aliança era condicional; a nova é incondicional, iniciada antes de Deus fazer pacto conosco — há uma relação eterna pactual entre Pai, Filho e Espírito que realiza a redenção em nosso favor. Cristo se fez maldição em nosso lugar — foi separado de Deus na cruz para que nunca sejamos afastados do Senhor.
    Pregador: Pastor Fabricio Corrêa | @fabriciofikLocal: Igreja Batista Reformada em Belo HorizonteTextos base: Hebreus 8: 6-13, Jeremias 31: 31-34
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    EBD – Teologia Bíblica: A Autoria Mosaica do Pentateuco — Contra o Liberalismo Teológico

    02/06/2026 | 45min
    Nesta EBD, o Pastor Fabricio Corrêa tratou da autoria do Pentateuco, confrontando a hipótese documentária do liberalismo teológico. O liberalismo teológico iniciou-se no século XVI, influenciado pelo Iluminismo, especialmente na França e Alemanha. O pai do liberalismo teológico é Friedrich Schleiermacher. Essa corrente busca redefinir o cristianismo para torná-lo aceitável ao homem moderno, tratando textos bíblicos como mitos, alegorias ou poesia, não como literalidade.
    John Machen, teólogo presbiteriano de Princeton (1906-1929), escreveu o clássico "Cristianismo e Liberalismo" contra essa corrente. Machen disse: "O liberalismo não nega a Bíblia, reinterpreta ela até ela dizer o oposto. Não nega a Cristo, o reduz a um exemplo moral. Não nega a salvação, transforma em programa social. O vocabulário permanece, mas o evangelho desaparece." Para Machen, o liberalismo teológico não é uma forma mais leve de cristianismo — é outra religião.
    A hipótese documentária (JEDP) foi construída por vários autores: Robert Lowth (1753) tratou o texto como poesia, não literalidade. Johann Eichhorn tratou Gênesis como mito. Jean Astruc (1753) separou o Pentateuco em códigos de escritores (javistas e eloístas) baseado nos nomes de Deus. Karl Heinrich Graf criou a teoria do código sacerdotal. Julius Wellhausen consolidou a teoria JEDP: J (javistas, ~950-850 a.C.), E (eloístas), D (deuteronomistas, ligados ao rei Josias), P (sacerdotais, pós-exílio). Essa teoria diz que o Pentateuco é uma colcha de retalhos de grupos ao longo de séculos, não obra de Moisés.
    Quatro problemas com a hipótese documentária:1. Problema linguístico (anacronismo filológico): Se esses homens escreveram 600 anos depois de Moisés, existem termos e elementos culturais no texto que não existiam mais no período deles.2. Problema histórico: Se a fonte sacerdotal fosse de pessoas do templo de Jerusalém, por que o texto só fala do tabernáculo? Autores futuros trariam elementos do seu tempo para interpretar o passado.3. Problema literário: Não há razões para separar as fontes — os livros formam unidades perfeitas de narrativa, com coesão, coerência e conexão entre si. Gênesis abre porta para Êxodo, e assim por diante. Várias pessoas sem contato não conseguiriam essa coerência.4. Problema teológico (o mais importante): Vários autores do AT e NT atestam que foi Moisés: Josué cita a lei de Moisés, Davi instrui Salomão a seguir o livro de Moisés, Esdras, Neemias, Daniel e Malaquias falam do livro de Moisés. Descredibilizar a autoria mosaica faria desses homens mentirosos ou ignorantes. Mais grave: faria de Jesus um mentiroso. Em Marcos 12: 26, Jesus diz "no livro de Moisés". Em João 5: 46: "Se vocês cressem em Moisés, creriam em mim, pois ele escreveu a meu respeito." Em João 7: 19: "Moisés não lhes deu a lei?"
    Conclusão: Se você se deparar com pessoas que não creem que Moisés escreveu o Pentateuco, a pergunta é simples: o que o nosso Senhor Jesus falou sobre esses livros? Ele disse que foi Moisés o autor. Cremos no Espírito Santo capacitando de forma milagrosa o texto bíblico. Dizer que dezenas de escritores ao longo de séculos construíram essa narrativa perfeita também exigiria um milagre.
    Preletor: Pastor Fabricio Corrêa | @fabriciofikLocal: Igreja Batista Reformada em Belo HorizonteTextos base: Marcos 12: 26, João 5: 46, João 7: 19
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    Culto de Homens – A Verdadeira Liberdade: Glorificai a Deus no Vosso Corpo – Pr. Arlei Carvalho

    02/06/2026 | 1h 21min
    Neste culto de homens, o Pastor Arlei Carvalho (@pr.arleicarvalho), da Igreja Batista do Alto Monte, pregou sobre 1 Coríntios 6: 12-20, tratando da verdadeira liberdade cristã em contraste com a libertinagem. Paulo escreveu para confrontar uma igreja profundamente influenciada pela cultura local. Corinto era uma cidade rica, com um grande porto e um templo dedicado a Afrodite, a "deusa do amor livre", onde prostitutas templárias serviam no culto pagão. O termo "corintianizar" significava devassidão moral. A igreja que deveria ser luz passou a ser moldada pelos hábitos corrompidos da cidade.
    Em Corinto existia o provérbio "todas as coisas me são lícitas" — uma cultura influenciada pelo gnosticismo, que polarizava corpo e espírito, desprezando o corpo. Paulo corrige: nós somos seres integrais, corpo e alma criados para a glória de Deus. A libertinagem sexual revela uma visão errada sobre Deus, sobre o pecado e sobre o próprio corpo.
    Três lições do texto:1. A liberdade cristã não é licença para o pecado (v. 12). Os coríntios distorceram uma verdade. Fomos libertos da condenação e do legalismo, mas não para seguir o curso do nosso mau coração. "Tudo é lícito" no sentido de ser possível — posso mentir, adulterar, me drogar — mas não significa que convém. Não ande a 79 km/h quando o limite é 80. O pecado promete liberdade, mas entrega correntes de escravidão. A pergunta certa não é "posso fazer isso?", mas "isso glorifica a Deus?"2. O corpo do cristão pertence ao Senhor (v. 13-14). Os coríntios diziam "os alimentos são para o estômago" para justificar que "o corpo é para o sexo". Paulo corrige: o corpo não é para a impureza, mas para o Senhor. O sexo não é o centro da existência humana. Jesus, o homem mais pleno que existiu, viveu em absoluta pureza. A vitória sobre os impulsos da carne é possível — não pela força humana, mas pela palavra, pelo Espírito, pela mortificação do pecado e pela comunhão com Cristo.3. O corpo do cristão é santuário do Espírito Santo (v. 15-20). Estamos unidos a Cristo. "Tomaria os membros de Cristo e os faria membros de meretriz? Absolutamente não." Quando a mensagem chegar no WhatsApp, a resposta tem que ser "absolutamente não". Quando convidarem para um café, absolutamente não. A Bíblia não manda resistir à concupiscência — manda fugir. O que é para fugir é porque você não consegue resistir. Seja homem e fuja.
    Três aplicações: (1) Pare de alimentar aquilo que deseja destruir você — pare de assistir, ouvir, frequentar o que não deve. (2) Desenvolva vida intensa com o que fortalece você — palavra, oração, jejum, compromisso na igreja local. (3) Lembre-se diariamente de quem você pertence — sua vida custou o sangue de Cristo.
    Ao final, o Pastor Fabricio Corrêa exortou os homens sobre três responsabilidades: glorificar a Deus e não a si mesmos (a vanglória deixa vazio); encontrar prazer em servir e sacrificar-se pela esposa (Deus nos fez assim); e assumir a responsabilidade primária de adoração no lar (não deixe sua esposa implorar para você orar ou vir ao culto).
    Pregador: Pastor Arlei Carvalho | @pr.arleicarvalho | Igreja Batista do Alto MonteEncerramento: Pastor Fabricio Corrêa | @fabriciofikLocal: Igreja Batista Reformada em Belo HorizonteTexto base: 1 Coríntios 6: 12-20
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    Culto – Hebreus 8:1-6 – Jesus no Verdadeiro Tabernáculo: O Ministério Superior de Cristo

    25/05/2026 | 1h 7min
    Neste culto, o Pastor Fabricio Corrêa pregou sobre Hebreus 8:1-6, tratando do ministério superior de Cristo no verdadeiro tabernáculo celestial. Antes do sermão, foram lidos os artigos 4 e 5 da Confissão de Fé Batista de 1689 sobre os decretos de Deus — Deus conhece o número definido dos seus eleitos, e a eleição não vem de nós, é dom de Deus, para que ninguém se glorie.

    O verso 1 diz: "O mais importante do que estamos tratando é que temos um sumo sacerdote como esse" — o autor está chamando atenção para o centro da carta. Ele está mexendo com práticas que os judeus viveram a vida toda, assim como às vezes precisamos revisitar pressupostos que recebemos por cultura ou religiosidade.

    O tabernáculo terreno era uma sombra, um modelo do que está nos céus. Moisés recebeu a planta de Deus no monte — como um arquiteto dando planta a um pedreiro. Jesus serve no santuário, no verdadeiro tabernáculo que o Senhor erigiu, não o homem. A criação é o templo cósmico de Deus — Deus criou céus e terra para sua glória, colocou o homem como imagem e semelhança para encher a terra com seu reflexo. Após a queda, Deus começa a criar pequenos lugares de adoração (altares), depois dá a Moisés o tabernáculo — um ambiente micro do cosmos de Deus, com cortinas representando os céus e querubins.
    O texto diz que Jesus "se assentou" à direita do trono — no tabernáculo não havia lugar para sentar. O sumo sacerdote entrava, servia e saía, porque seu trabalho nunca estava concluído. Jesus se assentou porque concluiu sua obra. O sumo sacerdote exercia cinco funções: ensino, supervisão do culto, supervisão dos sacerdotes, sacrifício da expiação, e intercessão. Cristo assume esse ministério — pelo Espírito Santo nos ensina, supervisiona o culto da igreja, e intercede por nós à destra de Deus.
    O que isso tem a ver conosco? Na criação, o Espírito pairava sobre as águas. Quando Moisés terminou o tabernáculo, a nuvem desceu. Quando Salomão terminou o templo, a glória desceu. No Pentecostes, Deus derramou sua presença sobre a igreja. 1 Pedro 2:4-5: "Vocês estão sendo utilizados como pedras vivas na edificação de uma casa espiritual para serem sacerdócio santo". A igreja tipologicamente aponta para novos céus e nova terra. Nós somos chamados como sacerdotes desse templo — não apenas para receber benefícios, mas para oferecer sacrifícios espirituais e ser canais para que outros conheçam o Deus Salvador.
    Pregador: Pastor Fabricio Corrêa | @fabriciofikLocal: Igreja Batista Reformada em Belo HorizonteTextos base: Hebreus 8:1-6, 1 Pedro 2:4-5
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    EBD – Teologia Bíblica: O Relato Da Queda

    25/05/2026 | 45min
    Nesta EBD, Mário Rodrigues encerrou a série sobre Teologia da Criação tratando de Gênesis 3, a narrativa da queda. Hebreus 11:3 nos mostra que pela fé entendemos que o universo foi formado — Deus não pede para provar, pede para crer. Agostinho nas Confissões confessa: "O pecado é feio, irracional, destrutivo — e mesmo assim eu amo". A questão não é só a origem do mal, mas como podemos ser seduzidos por aquilo que nos destrói.
    Gênesis 3 não explica a origem do mal no mundo, mas a origem do mal na humanidade. A serpente é obra de Deus, mas já estava astuta antes da queda — Apocalipse 12:9 a identifica como o diabo. O instrumento dela não é força, é uma pergunta: "Foi isso mesmo que Deus disse?" Ela não nega Deus, ela distorce. Transforma liberdade ampla em proibição geral. Calvino: o primeiro pecado começou na mente antes de chegar às mãos. A serpente não ofereceu fruto, ofereceu uma interpretação errada de Deus.
    Eva adiciona à proibição: "nem toquem nele" — uma regra exagerada que parece arbitrária e será questionada. A serpente mistura mentira com verdade: é verdade que os olhos se abriram (v. 7) e que conheceram o bem e o mal (v. 22), mas a mentira está na interpretação. Conhecimento do bem e do mal não é informação moral — é a prerrogativa de definir o que é certo e errado, autonomia moral absoluta. Geerhardus Vos: era uma proposta de inversão completa da ordem criacional.
    Gênesis 3:6 e 1 João 2:16: agradável ao paladar (cobiça da carne), atraente aos olhos (cobiça dos olhos), desejável para obter discernimento (arrogância da vida) — o padrão original da tentação. Adão estava presente — Rashi, Calvino, R.C. Sproul, Matthew Henry interpretam assim. 1 Timóteo 2:14: Adão não foi enganado, caiu de olhos abertos. Calvino chama de "rendição covarde". Faltam homens que saibam liderar na crise pela virilidade bíblica.
    Os olhos se abriram e viram a si mesmos — a primeira experiência foi vergonha. Cobrir-se com folhas de figueira é o primeiro ato religioso da história: o ser humano tentando com seus próprios meios cobrir o que expôs. Deus caminha no jardim e pergunta "Onde você está?" — não para localização, mas para oferecer a chance de ser encontrado. É a primeira vez que "medo" aparece na Bíblia em relação ao homem diante de Deus. Adão responde de forma covarde, culpando a mulher e Deus na mesma frase.
    As sentenças: dor no parto e tensão no casamento não são criação de Deus, são consequência do pecado. O trabalho existia antes da queda (Gn 2:15), mas agora vem com resistência e frustração. Gênesis 3:15, o protoevangelium: Deus coloca inimizade onde havia cumplicidade — isso por si só é graça. A tensão entre duas sementes atravessa toda a narrativa bíblica (Caim/Abel, Ismael/Isaque, Esaú/Jacó). O descendente da mulher ferirá a cabeça da serpente.
    Gênesis 3:21: Deus faz roupas de pele — para haver pele, houve sangue. É o primeiro sacrifício, a primeira morte. Deus providenciou, não Adão. Bavinck: "A graça nunca espera o ser humano chegar até ela." A expulsão do jardim é graça disfarçada — viver eternamente em pecado seria inferno. Gálatas 4:4-5: "nascido de mulher" aponta para Gênesis 3:15. Jesus foi tentado onde Adão cedeu — e resistiu. Na cruz, recebeu o golpe no calcanhar; na ressurreição, esmagou a cabeça da serpente. O sétimo dia está aberto. Cristo entrou nesse descanso, e por ele todo aquele que crê entra também.
    Preletor: Mário RodriguesLocal: Igreja Batista Reformada em Belo HorizonteTextos base: Gênesis 3, Hebreus 11:3
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Sobre Igreja Batista Reformada em Belo Horizonte
Igreja Batista Reformada em Belo Horizonte. Culto domingo às 10h e sábado às 19h. R. das Canárias, 50 - Santa Branca, Belo Horizonte - MG, 31560-050. Instagram: @batistareformadabh Aqui são disponibilizadas todas as pregações expositivas do Evangelho, ministradas em nossa igreja. Que essas mensagens possam abençoar a sua vida.
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