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Igreja Batista Reformada em Belo Horizonte

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    Culto – Hebreus 4:14-5:10 – Jesus, o Grande Sumo Sacerdote

    20/04/2026 | 1h 3min
    Neste culto, o Pastor Fabricio Corrêa pregou sobre Hebreus 4:14-5:10, apresentando Jesus como o grande sumo sacerdote. A Bíblia traz três principais ofícios de Cristo: rei, profeta e sacerdote. Os primeiros leitores de Hebreus entendiam o que era um sumo sacerdote — havia um vigente na época, o templo ainda não havia sido destruído. Mas nós vivemos em cultura distante disso e perdemos a beleza e majestade do ministério de Cristo quando não compreendemos seus ofícios. O sumo sacerdote era escolhido entre os homens para representar o povo diante de Deus, oferecendo sacrifícios pelos pecados. Uma vez ao ano, no dia da expiação, ele entrava no Santo dos Santos com oferta por todo Israel e por ele mesmo.
    Após a morte e ressurreição de Cristo, esses elementos desaparecem da vida do povo. O que fazer agora com o pecado? Quem procurar? Onde encontrar alguém que se compadeça? O autor de Hebreus está enxergando isso — na medida que seguiam a Cristo, ficavam sem saber o que fazer e voltavam ao judaísmo. Mas o autor diz com amor que aquele sumo sacerdote do templo não era como Jesus, não era perfeito como Jesus. Ano após ano tinha que fazer sacrifício por ele mesmo. "Temos um grande sumo sacerdote que adentrou os céus" — a palavra grande é "mega" no grego. Ele não adentrou no templo físico terreno, mas no verdadeiro tabernáculo de Deus nos céus. O tabernáculo e templo eram sombras de um lugar superior. O véu tinha 9m de altura, 18m de comprimento, 10cm de espessura, bordado com querubins — simbolizava ambiente celestial.
    "Não temos um sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas, mas alguém que, como nós, passou por todo tipo de tentação, porém sem pecado". Jesus viveu como nós — sentiu emoções, dor, fome, tristeza, angústia. Chorou diante da morte de Lázaro. Ele não é passivo diante da sua dor, se compadece nas suas entranhas. Mas Jesus não conheceu o pecado na sua natureza humana. A tentação não alterou sua santidade. Por isso ele pode suplicar e clamar a Deus por mérito dele mesmo — nenhum sumo sacerdote humano podia fazer isso. "Sendo ouvido por causa da sua reverente submissão" — foi recebido com prazer pelo Pai, está sentado à direita do Senhor e pode interceder por nós. Ele tem mérito para isso, ele é capaz.
    "Embora sendo filho, aprendeu a obedecer por meio daquilo que sofreu. E uma vez aperfeiçoado, tornou-se fonte da salvação eterna." Jesus foi aperfeiçoado pela sua obediência humana. Ele não precisou oferecer sacrifício por si mesmo porque era perfeito. O sumo sacerdote se preparava dias antes do dia da expiação — nosso sumo sacerdote foi preparado em toda a sua vida. Milhares de cordeiros eram mortos, apontando para o dia que veio o verdadeiro cordeiro, sem mácula, perfeito. Jesus sofreu no nosso lugar a morte. O castigo que nos era proposto estava sobre ele. Por isso ele se torna fonte de salvação — não mais um sacrifício que precisava ser refeito todo ano, mas um sacrifício perfeito, de uma vez por todas.
    Por que precisamos de um sacerdote? Porque diante da nossa consciência culpada, percebemos que temos problema com Deus. Deus resolve isso enviando alguém semelhante a ele. Agora temos um sacerdote que não é apenas escolhido pelos homens, mas é Deus. Ele pode suportar a ira divina e se colocar entre nós e Deus. "Aproximemo-nos do trono da graça com toda a confiança, a fim de recebermos misericórdia e encontrarmos graça." Se abandonarem isso e voltarem aos elementos ritualísticos, a fé não vale mais nada. Mas nós que temos um grande sumo sacerdote podemos nos aproximar confiadamente. Por meio do sangue de Cristo somos lavados e cobertos com vestes sacerdotais. Somos geração eleita, sacerdócio real, povo exclusivo de Deus que pode chegar até ele com toda confiança — por causa dos méritos do nosso grande sumo sacerdote.

    Pastor: Fabricio Corrêa | @fabriciofikLocal: Igreja Batista Reformada em Belo HorizonteTextos base: Hebreus 4:14-16, Hebreus 5:1-10
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    EBD – Teologia Bíblica: Fundamentos do Criacionismo e Contexto de Gênesis

    20/04/2026 | 45min
    Nesta Escola Bíblica Dominical, o preletor Mário Rodrigues ensinou sobre os fundamentos do criacionismo e o contexto de Gênesis. A doutrina da criação é o ponto inicial para a fé cristã, pois mostra quem Deus é, quem é o homem e qual é o sentido do mundo. Quando a Escritura inicia com o Senhor criando os céus e a terra, ela não está apenas informando um fato — está estabelecendo o alicerce de toda a realidade. Deus é absoluto, Senhor de tudo que existe. Nós não surgimos por acaso e o universo não surgiu de um acidente cósmico. Tudo nasce da vontade do Deus criador. A criação muda nossa visão sobre moralidade, adoração e descanso. Hebreus 11:3 diz: "Pela fé entendemos que o universo foi formado pela palavra de Deus."
    Gênesis foi dado para formar a mente e o coração do povo de Israel de forma correta. Israel estava saindo de um contexto pagão, moldado pela idolatria e mitos. Durante 400 anos viveram imersos em símbolos pagãos no Egito. Moisés apresenta Gênesis para corrigir isso — o único Deus que criou todas as coisas e é Senhor absoluto de tudo. O sol não era divindade, o Nilo não era sagrado, a fertilidade não dependia de ritos pagãos. Tudo vinha do Criador. Um povo que pensa como pagão nunca adorará de forma santa. Uma igreja que pensa de forma idólatra jamais adorará em espírito e verdade.
    Gênesis reorienta a visão teológica do povo. Por que guardar o sábado? Deus criou em seis dias e descansou no sétimo. Por que ser fiel no casamento? Deus criou um homem e uma mulher. Por que não matar? Deus fez o homem à sua imagem. Por que é proibido adorar através de imagens? Deus é espírito, não tem forma. Qual a base legal para tomar Canaã? Deus criou a terra, é dono de tudo e concede a quem quiser. O Deus que criou todas as coisas chamou Abraão, preservou José no Egito, julga as nações, conduz seu povo. Ele não criou o universo e o abandonou — ele sustenta e dirige sua criação.
    Por que a historicidade de Gênesis é importante? Todo o cristianismo está ligado a atos reais de Deus na história. Se Adão não for real, a queda deixa de ser evento concreto e o pecado original perde profundidade. A relação traçada por Paulo entre Adão e Cristo perde força. Em Romanos 5 e 1 Coríntios 15, Paulo relaciona o primeiro Adão ao último Adão. O pecado, condenação e morte entram pela desobediência de Adão; justiça, graça e vida vêm pela obediência de Cristo. Se Adão deixa de ser real, essa estrutura se desfaz. O próprio Jesus fala de Gênesis com naturalidade histórica — quando fala do casamento, volta ao princípio; quando fala do juízo, menciona os dias de Noé. Adão caiu num dia específico da nossa história. Jesus morreu num dia específico da nossa história. Gênesis não é só começo literário, é começo histórico daquilo que culmina em Cristo.
    A doutrina da criação não deve terminar em organização intelectual — precisa produzir temor santo. Conhecer o Deus criador é reconhecer sua majestade, autoridade e o direito que ele tem sobre todas as coisas. O homem não responde à criação com neutralidade — ou se encurva com reverência ou se rebela. A criação confronta a rebelião porque nos lembra a quem pertencemos. Não escolhemos nascer, não produzimos nosso próprio ser, não sustentamos nossa vida por força própria. Quando o homem ignora a criação, a salvação se torna apenas terapia religiosa. Mas quando reconhece o Criador, entende que o pecado é rebelião real e a graça é favor imerecido diante de um Senhor santo. A criação não compete com a cruz — ela prepara o caminho para que a cruz seja entendida em sua seriedade e beleza.
    Preletor: Mário RodriguesLocal: Igreja Batista Reformada em Belo HorizonteTexto base: Gênesis 1:1, Hebreus 11:3
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    Quinta Teológica | Introdução ao Antigo Testamento: Panorama do Pentateuco e a Falsas Religiões

    20/04/2026 | 1h 35min
    Nesta Quinta Teológica, o Pastor Fabricio Corrêa introduziu a teologia bíblica como método de estudo das Escrituras. Existem três grandes áreas da teologia: sistemática, histórica e bíblica. A teologia histórica olha como as doutrinas foram formuladas ao longo dos séculos. A teologia sistemática pega os grandes ramos da teologia e apresenta elas. A teologia bíblica trata da parte exegética do processo da revelação de Deus registrada na Bíblia — ela olha o panorama de Gênesis a Apocalipse tentando encontrar a conexão da revelação de Deus. A igreja segue uma interpretação da teologia pactual ou aliancista, diferente do modelo dispensacionalista. Os teólogos bíblicos reformados olham as escrituras como uma revelação progressiva que Deus vai desdobrando em atos sucessivos.
    A teologia bíblica está interessada em como os primeiros leitores receberam a revelação naquele tempo. Quando pregamos, fazemos uma viagem no tempo para entender o contexto. Muitas vezes pegamos um versículo isolado e fazemos dele o resumo daquilo que achamos. O teólogo bíblico vai olhar os temas à luz de Gênesis a Apocalipse.
    Moisés é o autor do Pentateuco: Gênesis, Êxodo, Levítico, Números e Deuteronômio. O povo ficou 430 anos escravo no Egito. Deus levanta Moisés como libertador e eles passam 40 anos no deserto. Deuteronômio é como um grande sermão de Moisés na porta de entrada de Canaã — ele repete a lei para que o povo não perdesse de vista o que viveram. Se não compreendessem quem são, quem Deus é e o que Deus deseja deles, viveriam os mesmos problemas na terra prometida. Infelizmente é isso que acontece.
    Moisés usa uma estrutura chamada toledote (registro em hebraico) para narrar períodos genealógicos com começo e fim. Gênesis é o livro das origens — não só da criação, mas de como originou o primeiro pecado, a primeira morte, o primeiro assassinato, a primeira cidade. Moisés está construindo para aquele povo uma narrativa da história deles e da história de outros povos — povos que eles reencontrariam em Canaã com seus deuses e paganismo. O Pentateuco servia como formativo teológico para que não se perdessem. Gênesis = eleição de um povo. Êxodo = libertação. Levítico = santificação. Números = peregrinação. Deuteronômio = entrega na sombra da terra prometida. O Pentateuco é uma micronarrativa de toda a história das escrituras.
    Quem é Ninrod? Gênesis 10 narra que Cuch gerou Ninrod, "o primeiro homem poderoso na terra, o mais valente dos caçadores". Ele fundou Babel, Nínive, Acade e várias cidades que perpassam todo o Antigo Testamento. Ninrod vem da descendência de Cã, que foi amaldiçoado. Flávio Josefo narra que Ninrod transformou o estado de coisas numa tirania, afastando os homens do temor a Deus e fazendo-os dependentes do seu próprio poder. Ele ameaçou vingar-se de Deus construindo uma torre mais alta que qualquer dilúvio pudesse atingir. Todo falso sistema de adoração originou-se nas religiões de mistério da Babilônia.
    Na mitologia babilônica, Ninrod se tornou o "deus sol" e sua mãe Semíramis a "rainha dos céus". Quando Ninrod morreu, Semíramis disse que ele havia sido divinizado. Depois ela aparece grávida e tem um filho chamado Tamus — surge a "trindade pagã" babilônica. Esses mesmos personagens foram tomando outros nomes nas outras religiões: no Egito (Osíris, Ísis, Hórus), na Grécia (Zeus, Afrodite, Eros) e assim por diante. Em Ezequiel 8, Deus mostra a Ezequiel o templo de Jerusalém onde as mulheres choravam por Tamus e 25 homens adoravam o sol voltados para o oriente. Em Jeremias 44, o povo recusa ouvir o profeta.
    A origem da idolatria e do paganismo nasce do coração de homens e mulheres que desejam obter fama desprovidos do Senhor. Talvez não sejamos idólatras como Israel, mas somos tendenciosos a querer fama ao nosso nome. Só há um que é digno de toda honra e glória. A lembrança de Moisés ao povo é: "Lembrem-se do que Deus fez com vocês. Não voltem a prestar culto a coisas que não fizeram nada por vocês."
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    Culto – Hebreus 4:1-13 – O Verdadeiro Descanso

    14/04/2026 | 1h 9min
    Neste culto, o Pastor Fabricio Corrêa pregou sobre Hebreus 4:1-13, abordando o verdadeiro descanso prometido por Deus. O autor de Hebreus exorta: "Que nenhum de vocês pense que a promessa falhou." Aquele povo vivia perseguição, impostos de Roma, expectativas frustradas — e a fé que apontava para um descanso parecia cada vez mais longe. Talvez pensassem: "Deus falhou." Mas Deus não muda, não falha, não altera seus propósitos. A Bíblia retrata Deus como uma rocha imóvel no meio de um oceano mutável. Quando adoramos Deus como ele realmente é, isso nos traz descanso e segurança.
    As boas novas foram pregadas tanto a nós quanto ao povo do passado. Mas a mensagem que ouviram de nada lhes valeu, pois não foi acompanhada de fé. Muitos ouvem semana após semana o evangelho, mas isso não é acompanhado de fé — torna-se apenas conhecimento ou participação religiosa. Fé é nossa alma abraçar por inteiro essa revelação, não ter em nenhum outro lugar a confiança que temos nesse Deus. Por que aquele povo não entrou no descanso? Porque desobedeceu — e desobedecer aqui é paralelo com incredulidade. Por causa da incredulidade, jamais entrarão no meu descanso.
    O autor argumenta: se Josué tivesse dado o descanso final, Deus não teria prometido outro posteriormente. Josué era tipo de Cristo, uma sombra — conduziu o povo à terra prometida, mas não foi o descanso final. Jesus é o libertador perfeito. Muitos associavam descanso com lugar geográfico ou expectativa política. Mas qual é o descanso para hoje? O texto diz: "Todo aquele que entra no descanso de Deus também descansa das suas obras, como Deus descansou das suas." O verdadeiro descanso é parar de tentar comprar o céu com nosso esforço e colocar confiança totalmente em Jesus Cristo. É descansar de tentar ser bom o bastante para Deus, de tentar cumprir a lei e não conseguir.
    Jesus disse: "Venham a mim todos os que estão cansados e sobrecarregados, e eu lhes darei descanso." Querer ganhar a vida eterna pelo próprio braço é impossível. Jesus nos convida a tomar sobre nós o jugo dele, a confiar que a obra de Cristo foi perfeita. Romanos 4: "Aquele que não trabalha, mas confia em Deus que justifica o ímpio, sua fé lhe é creditada como justiça." Nós somos os que não trabalharam, não obedeceram perfeitamente, não merecem graça — mas confiamos em Deus que justifica o ímpio. Cristo completou a obra da redenção, foi recebido por Deus, está sentado à destra coroado como rei vencedor. Está consumado. E o que fazemos? Constrangidos, chegamos e dizemos: "Senhor, confio no Deus que justifica o ímpio". "Portanto, esforcemo-nos para entrar nesse descanso" — parece antagônico, mas o esforço é continuar crendo. Esforce-se para lembrar que a misericórdia de Deus é suficiente. A palavra é viva e eficaz, penetra e transforma. A fé vem pelo ouvir a palavra de Deus.
    Pastor: Fabricio Corrêa | @fabriciofik
    Local: Igreja Batista Reformada em Belo Horizonte
    Texto base: Hebreus 4:1-13
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    Culto de Páscoa – João 12:20-36 – Queremos Ver Jesus

    14/04/2026 | 54min
    Neste culto de Páscoa, o Pastor Fabricio Corrêa pregou sobre João 12: 20-36, abordando como verdadeiramente podemos ver Jesus. Alguns gregos foram a Jerusalém para a festa da Páscoa e pediram a Felipe: "Senhor, queremos ver Jesus." Os gregos eram um povo culto, de conhecimento, que viajavam por conhecer culturas e novidades. Estavam lá por curiosidade, para ver o espetáculo, para saber quem era esse que ressuscitou Lázaro. Nossa cultura não é muito diferente — somos a geração dos espetáculos, encharcados de mídia e imagens que tomam nosso coração. Quantos já estão viciados, não conseguem momentos sem celular nas mãos. O maior ladrão do seu tempo de oração é o seu celular.
    Jesus responde de forma inesperada: "Chegou a hora de ser glorificado o filho do homem. Se o grão de trigo não cair na terra e não morrer, continuará ele só. Mas se morrer, dará muito fruto." Quem é o grão de trigo? É Jesus — uma semente vinda do céu que precisa morrer para germinar e dar frutos. "Aquele que ama a sua vida a perderá, ao passo que aquele que odeia a sua vida neste mundo a conservará para a vida eterna." Essa era dos espetáculos tenta construir narrativa equivocada do que é vida. Se o valor da nossa existência está em coisas passageiras, vamos perder a vida. Mas Jesus atribui a si mesmo: ao segui-lo, ao buscá-lo, encontramos aquilo que não podemos perder.
    "Quem me serve precisa seguir-me. E onde estou, meu servo também estará." A característica de quem encontrou Jesus verdadeiramente é servo — ele é meu Senhor e Salvador. Infelizmente, muitos buscam um Jesus passageiro, colocam Jesus na mesma prateleira dos espetáculos dessa terra. Não há como conhecer Jesus verdadeiramente sem passar pela cruz, sem nos deparar com sua morte, sofrimento, angústia e dor. A cruz é o lugar onde Deus cobrou o preço do nosso pecado sobre seu próprio filho. O mais solene espetáculo de toda a história — singular, irrepetível — é a cruz do Senhor Jesus Cristo.
    "Eu, quando for levantado da terra, atrairei todos a mim." O filho do homem precisa ser levantado. É desta forma que atrairá todos. A multidão que estava presente confundia teoria com relação — conheciam muito, sabiam das coisas, mas estavam confundindo. Muitos podem explicar coisas profundas, mas não necessariamente ter relação profunda com o Deus dessas coisas. Jesus alerta: "Creiam na luz enquanto vocês a têm, para que se tornem filhos da luz." Somos ludibriados com imagens, enquanto a fé vem pelo ouvir. A luz ainda está disponível, há tempo enquanto ela está disponível. As pessoas só podem ver Jesus verdadeiramente aos pés da cruz, entendendo que aquele sacrifício não era brincadeira. Muitos estiveram diante da morte de Cristo e zombaram. Só há um meio de reconhecer a cruz como importante: lembrar que você não tinha outro meio de ser liberto da escravidão do pecado. Cristo Jesus, em amor e graça, escolheu levar sobre si o castigo que nos era proposto.
    Pastor: Fabricio Corrêa | @fabriciofik
    Local: Igreja Batista Reformada em Belo Horizonte (Culto de Páscoa)
    Texto base: João 12: 20-36

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Sobre Igreja Batista Reformada em Belo Horizonte

Igreja Batista Reformada em Belo Horizonte. Culto domingo às 10h e sábado às 19h. R. das Canárias, 50 - Santa Branca, Belo Horizonte - MG, 31560-050. Instagram: @batistareformadabh Aqui são disponibilizadas todas as pregações expositivas do Evangelho, ministradas em nossa igreja. Que essas mensagens possam abençoar a sua vida.
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Generated: 4/24/2026 - 1:42:11 PM