As culturas de matrizes africanas no Brasil são sustentadas por mulheres. Mulheres que fizeram do terreiro um lugar de continuidade, memória e reconstrução da vida. Mulheres que transformaram a dor em chão firme, a solidão em comunidade e a fé em prática cotidiana de cuidado.
Neste episódio, contamos com a participação de duas lideranças que, jovens e no início de suas trajetórias, carregam um legado de coragem, com muita responsabilidade e afeto. Edivânia Barros, filha de Oyá, e Talita Lucena, filha de Omulú, falam sobre guiança, inseguranças, mudanças nos terreiros, desafios da liderança negra feminina e o cotidiano real de manter uma casa viva.
Entre memórias, risos, atravessamentos e silêncios necessários, o terreiro aparece não como um espaço idealizado, mas como território de reencontro, de conflito, de aprendizado e de permanência, onde ninguém se constrói sozinho.
O papo hoje é com elas!
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