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Resenha Épica

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    Bad Bunny no Super Bowl: cultura, política e identidade | RE #133

    17/2/2026 | 25min
    Bad Bunny no Super Bowl: show histórico ou recado político?Um artista cantando em espanhol no maior palco dos EUA não foi só entretenimento.Foi identidade, poder e história ao vivo.Neste episódio, Raul Trindade e Filipe Sampaio analisam o impacto cultural e político do show de Bad Bunny no Super Bowl — e explicam por que a apresentação reacendeu um debate que começou há mais de um século. O que você vai entender neste episódio:O marco histórico de um artista latino solo no maior evento esportivo dos EUAOs símbolos culturais do show e a estética da identidade latinaO espanhol como linguagem política em território americanoO protesto contra ações do ICE e o debate sobre imigraçãoA relação histórica entre os EUA e Porto RicoA repercussão política e a reação de Donald TrumpA tradição de contestação cultural que também aparece em Green DayO que parece um show… revela uma disputa histórica sobre quem pertence à América.00:00 — Impacto imediato do show01:10 — Quem é Bad Bunny e por que ele importa02:26 — Marco histórico no Super Bowl03:32 — Estética latina e símbolos do cenário05:17 — Impacto cultural do espanhol nos EUA06:02 — Elementos visuais e referências sociais07:27 — Resposta aos críticos07:37 — Mensagem política do show09:56 — Debate sobre imigração e ICE11:34 — Porto Rico e identidade nacional12:11 — Colônia moderna?21:39 — Reações políticas24:00 — Cultura pop como contestação
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    Ninjas: A História Por Trás do Mito | RE #132

    10/2/2026 | 34min
    Sejam bem-vindos, Épicos!
    No episódio de hoje nós desvendamos espiões que lutavam sem serem vistos, descobrimos por que a clássica roupa preta dos ninjas nasceu no teatro e entendemos como informação e disfarce podiam decidir guerras no Japão feudal.

    Filipe Sampaio e Raul Trindade mergulham na história real dos ninjas, separando mito e realidade sobre armas, treinamento e estratégias de infiltração. Você vai conhecer o contexto do Período Sengoku, o papel das regiões de Iga e Koga, o confronto com Oda Nobunaga e a trajetória do lendário Hattori Hanzo. O episódio também destaca as kunoichi, mulheres ninja que exploravam surpresa, disfarce e venenos com eficiência histórica.

    Entre curiosidades que raramente aparecem fora de fontes especializadas, você vai descobrir que a shuriken era mais ferramenta de distração do que arma letal, que ninjas se vestiam para se misturar ao ambiente e que o declínio militar no Período Edo ajudou a criar o imaginário místico que chegou até a cultura pop.

    E claro, tem resenha: de Naruto à hierarquia Genin–Chunin–Jonin, da referência em Pokémon (Koga) ao estereótipo cômico de Um Ninja da Pesada, passando por Dragon Ball, Tartarugas Ninja e o universo de Assassin’s Creed Shadows.

    História real com contexto direto, curiosidades pouco conhecidas e cultura pop no ponto certo.

    🎧 Episódios novos toda terça-feira no Spotify e no YouTube.

    00:00 Abertura e proposta do episódio
    00:46 Naruto, Tartarugas Ninja e o imaginário moderno
    04:36 O ninja Murasaki em Dragon Ball
    06:07 Pokémon e a referência histórica a Koga
    09:25 A verdadeira origem da roupa preta (teatro Kabuki)
    13:23 O estereótipo em Um Ninja da Pesada
    17:31 Oda Nobunaga e a destruição de Iga
    22:01 Hierarquia ninja e treinamento
    25:37 O uso real das shurikens
    30:52 Assassin’s Creed Shadows, Yasuke e Naoe
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    Guerra dos Mundos no Brasil: quando o rádio causou pânico

    03/2/2026 | 21min
    Sejam bem-vindos, Épicos!

    No episódio de hoje, um programa de rádio virou ameaça extraterrestre, cidades brasileiras entraram em pânico e até militares acreditaram que o Brasil estava sendo invadido por marcianos. Parece ficção científica — mas aconteceu de verdade.

    Neste episódio do Podcast Resenha Épica, apresentado por Raul Trindade, exploramos como a clássica história “A Guerra dos Mundos”, de H.G. Wells, saiu da literatura e causou pânicos reais no Brasil, décadas depois da famosa transmissão de Orson Welles, em 1938.

    Usando como base um artigo da antiga Revista de História da Biblioteca Nacional, investigamos dois casos impressionantes em que o rádio simulou invasões alienígenas em solo nacional — com consequências bem reais.

    👽 Caratinga, Minas Gerais (1954)
    Durante quase uma hora, um radiotelegrafista anunciou que um disco voador havia pousado na cidade. O pânico foi tão grande que a notícia chegou ao Rio de Janeiro e mobilizou a Força Aérea Brasileira.

    🛸 São Luís, Maranhão (1971)
    Em plena ditadura militar, uma rádio planejou uma transmissão detalhada de uma invasão marciana usando locais reais, falsos especialistas e até conceitos científicos para dar credibilidade à farsa. O resultado foi caos na capital maranhense — e a ira do Exército.
    🔹 A Guerra dos Mundos não era só sobre alienígenas: o livro original, de 1898, foi escrito como uma crítica direta ao imperialismo britânico.
    🔹 Um brigadeiro largou a bicicleta no Leblon para correr até a base aérea após ouvir a falsa invasão em Minas.
    🔹 Areias radioativas e ciência inventada foram usadas no Maranhão para tornar a história mais crível.
    🔹 Uma edição de fita salvou a equipe da prisão, colando um aviso de “ficção científica” antes de entregar o material às autoridades.

    👉 Curte história estranha, curiosa e pouco conhecida?
    Então segue o Resenha Épica no YouTube, Spotify e Instagram e entra pra nossa legião!

    📣 Comenta aí: você cairia numa invasão marciana transmitida pelo rádio?

    🚨 O que aconteceu no Brasil?👀 Curiosidades que tornam essa história ainda mais absurda
  • Resenha Épica

    Guerreiros da Antiguidade: A Tier List | RE #131

    27/1/2026 | 39min
    Quem você colocaria no topo da lista dos maiores guerreiros da Antiguidade?

    Alexandre, Aníbal, Júlio César, Espártaco, Leônidas, Átila… todo mundo conhece os nomes.
    A questão é:
    o que cada um realmente fez pra sustentar essa fama?

    Neste episódio do Resenha Épica, Filipe Sampaio e Raul Trindade montam uma Tier List de guerreiros históricos, comparando figuras da Antiguidade com base em campanhas reais, decisões em batalha, liderança, derrotas esquecidas e impacto histórico de verdade.
    Não é ranking de popularidade nem lista baseada em filme.
    A conversa passa por diferentes regiões do mundo antigo, como Mesopotâmia, Grécia, Pérsia, Cartago, Roma, Gália, China Antiga e povos nômades. No meio disso tudo surgem batalhas decisivas, escolhas desastrosas, personagens superestimados, outros subestimados e muita história que quase nunca aparece fora dos livros.
    Filmes e séries entram como referência cultural, ajudando a entender de onde vêm vários mitos populares sobre esses guerreiros e por que alguns nomes ficaram maiores do que os próprios feitos. O episódio mistura debate, discordância, zoeira e curiosidade histórica o tempo todo.
    No fim, fica a pergunta que sempre dá briga: o que pesa mais pra ser um grande guerreiro?
    Habilidade individual, liderança ou resultado?
    00:00:00 Início
    00:01:58 Assurbanípal
    00:03:57 Leônidas I
    00:08:05 Xerxes
    00:10:51 Alexandre, o Grande
    00:13:58 Pirro de Épiro
    00:16:02 Aníbal Barca
    00:20:24 Júlio César
    00:22:50 Vercingetórix
    00:25:39 Espártaco
    00:28:30 Armínio
    00:30:40 Lu Bu
    00:32:30 Átila, o Huno
    00:35:19 Horácio Cocles

    Referências audiovisuais utilizadas:

    Séries:
    Rome (HBO)
    Spartacus (Starz)
    Barbarians (Netflix)

    Filmes:
    300 (2006)
    Alexander (2004)
    Asterix & Obelix contra César (1999)
    Átila, o Huno (2001)Romance of the Three Kingdoms (1994)

    Documentário:Secrets of the Dead: Hannibal in the Alps (PBS)
    Conteúdo utilizado para fins educacionais, históricos e de comentário, conforme uso justo.

    Curte história antiga com debate e zoeira? Se inscreve no canal e comenta qual guerreiro você colocaria no topo dessa Tier List.
  • Resenha Épica

    Ano Novo Asteca: O Ritual Que Mantinha o Sol Vivo

    30/12/2025 | 12min
    Os astecas acreditavam que o mundo podia simplesmente acabar se um ritual não fosse realizado no momento certo.
    E esse momento chegava a cada 52 anos.
    Neste episódio do Resenha Épica, apresentado por Raul Trindade, você vai entender como funcionava o Calendário Asteca, por que eles usavam dois sistemas de contagem do tempo ao mesmo tempo e o que tornava a Cerimônia do Fogo Novo o evento mais importante da civilização mexica.
    Falamos sobre astronomia pré-colombiana, religião, medo do fim do mundo, sacrifício humano e o papel do deus Xiuhtecuhtli, o senhor do fogo que mantinha o equilíbrio do cosmos.
    À meia-noite, todas as chamas eram apagadas em Tenochtitlán — e um novo fogo só podia nascer através de um ritual extremo.
    Este vídeo explica, de forma clara e contextualizada, como os povos astecas enxergavam o tempo, o fim dos ciclos e a renovação da vida, mostrando que, para eles, o amanhã nunca era garantido.
    👉 Dê o play agora, inscreva-se no canal e ative o sino para não perder os próximos episódios.
    💬 Comente: você acha que esse ritual era fé, medo do fim do mundo ou controle social?
    👍 Curta e compartilhe para levar essa história a mais gente.

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Sobre Resenha Épica

Um podcast de história com bom humor, curiosidades e reflexões atuais. No Resenha Épica, Filipe Sampaio, Bruno Campos e Raul Trindade falam sobre guerras, política, cultura e mistérios do passado. Da Guerra do Vietnã à Lei Seca, de Israel e Palestina ao movimento Hippie, os episódios são cheios de história, referências à cultura pop e muita resenha. Siga e descubra por que a história é (mesmo) épica.
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