Tilibou: histórias para dormir para crianças · histórias infantis para acalmar
Tilibou · Histórias para dormir & podcast infantil

Último episódio
87 episódios
Mochi, o bichinho · O dia na casa da Tia · história sobre ficar longe da mamãe · saudade · história para pegar no sono
27/10/2026 | 8minUma história para dormir para crianças. Hoje de manhã, a Mamãe prepara uma sacolinha: uma escova de dente, um pijama e o Mochi, o bichinho de pelúcia, bem em cima de tudo. Hoje, Emma vai passar o dia na casa da Tia. A Mamãe explica: você brinca, você ri, e hoje à noite eu venho te buscar. Prometido. “Mamãe volta?”, pergunta Emma. “Mamãe volta. Sempre.”
A Mamãe abraça Emma bem forte, e o Mochi, apertado entre as duas, recebe o abraço também. Poc-poc-poc, faz o coração dele, bem rapidinho: ele guarda esse abraço com todo cuidado. Na casa da Tia, tudo é novo: uma mesa nova, um tapete novo, brinquedos desconhecidos, um cheiro diferente. É tanta coisa nova de uma vez só que Emma aperta o Mochi bem forte. Mas a Tia é doce, prepara um lanchinho gostoso, e o dia passa, bem devagarinho.
No fim do dia, a Mamãe chega, como prometido, e pega Emma no colo, com o Mochi junto. Em casa, banho, pijama, beijo-farol. Emma adormece bem tranquila. No mundo da noite, depois da saudação da estante, Pantin quer saber como foi o dia na casa da Tia, e Nina acha que o Mochi parece bem carregado. É que tem bastante coisa para guardar. Uma coisa de cada vez, diz a Nina: primeiro a mesa nova, depois o tapete novo, depois os brinquedos desconhecidos, um por um.
Quando o Mochi abre a caixinha de abraços, um novelinho brilha em cima dos outros, mais quentinho que todos: o abraço de hoje de manhã, o da Mamãe, antes de ir embora. O Mochi guardou esse abraço o dia inteiro, bem junto dele. O abraço da Mamãe nunca vai embora, ele fica ali o tempo todo, até sem ela. E o Mochi enrola o novelinho dourado ao redor do “tanta coisa nova” do dia.
Pantin começa a lembrar que, no tempo dele, as crianças ficavam na casa da vizinha, que tinha um gato, e pega no sono no meio da frase. Bola faz um últimíssimo boing, Nina se deita, e o poc-poc do Mochi vai ficando mais devagar. De manhã, Emma abre os olhos: “Ma-mãe! Mo-chi!” E a Mamãe responde, pegando a filha no colo: “Viu só, meu amor? Mamãe volta. Sempre.” Na próxima vez, a casa da Tia vai ser um pouco menos nova, um pouco mais familiar.
Ao longo da história, seu filho descobre que passar um dia sem a Mamãe cansa, mas que ela sempre volta e o carinho dela fica junto o tempo todo. Esta história sobre ficar longe da mamãe dá nome à saudade sem assustar ninguém: a promessa vem logo na primeira fala, e o reencontro acontece bem antes do soninho. Tornar visível um amor que continua ali, mesmo quando a mãe não está, é todo o espírito das histórias para dormir da Tilibou.
Uma história do bichinho de pelúcia sem telas, pensada para os pequenos a partir dos 2 anos, ideal para ouvir bem quentinho na hora de dormir, no carro ou antes da soneca. Como sempre na Tilibou, o final fica bem suave, sem música, para deslizar rumo ao sono sem acordar ninguém. 🧸
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💡 Dica: para ouvir um só mundo de uma vez, escolha a temporada (Noisette, Léo, Cassie, Marin, Tom o Pirata, Nino, o Bombeirinho, Mochi, o bichinho, ou as temporadas de Natal, Halloween e Escola).
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23/10/2026 | 8minUma história para dormir para crianças. Hoje está um pouco fresco, e o vento sopra bem levinho contra a janela. A Mamãe liga o aquecimento da casa: um clique pequeno, um sopro leve de calor. Emma põe a mão no radiador. “Quente! Bem quentinho!” O dia inteiro, um arzinho gostoso circula de cômodo em cômodo, e o Mochi, o bichinho de pelúcia da Emma, olha e escuta, como sempre faz de dia.
À noite, debaixo do edredom-pradaria, está ainda mais quentinho que de costume. Emma adormece, e o mundo da noite se acende: a luinha pousada, a ilha bem macia, a saudação da estante com Pantin, Bola e Nina. Mas então a casa faz um barulho que ninguém conhece: glouglou-cloc. Bola fica toda dura. Nina pergunta, com a voz apertada, o que é aquilo. Até o Pantin, que já tem uma idade bem grande, nunca ouviu nada parecido.
Mochi, calmo e curioso, propõe ir ver, devagar e todos juntos. Começa então uma expediçãozinha pela ilha-tapete: Mochi na frente, Pantin rangendo a cada passo, Nina contando os passos bem baixinho, Bola pulando mais fraquinho. No cantinho do quarto, eles encontram o radiador. Quando esquenta, ele canta um pouquinho: glouglou-cloc é a música dele. Nina põe a patinha no metal morninho e descobre que ele é gostoso, nada assustador.
Um amigo que canta merece um nome, diz o Mochi. Nina escolhe: Glouglou. E quando o Mochi diz boa noite, o Glouglou responde do jeitinho dele, um glouglou para dizer oi e um cloc para dizer boa noite. Na volta para a estante, Mochi abre a caixinha de abraços e enrola o novelinho da manhã, quando Emma pôs a mão no radiador, ao redor do medinho de barulho. Os barulhos da casa, quando a gente conhece eles, viram amigos.
Pantin conta que, no tempo dele, os radiadores resmungavam, um pouco como ele, e pega no sono no meio da frase. O poc-poc do Mochi vai ficando mais devagar, e só o Glouglou continua velando no seu cantinho. De manhã, a Mamãe pergunta se Emma está ouvindo o radiador cantar. “Glouglou!”, responde ela, abraçando o Mochi. Hoje à noite, se ele cantar de novo, ela vai saber: é só o Glouglou dizendo boa noite.
Ao longo da história, seu filho aprende que os barulhos da noite sempre têm uma explicação suave. Esta história sobre sons da noite não tranquiliza com um discurso: a gente vai ver junto de onde vem o barulho e dá um nome a ele. É um jeito simples de ajudar a criança a ficar sem medo quando a casa faz barulhinhos no escuro. Ir ver juntos, em vez de dizer que não é nada, é todo o espírito das histórias para dormir da Tilibou.
Uma história do bichinho de pelúcia sem telas, pensada para os pequenos a partir dos 2 anos, ideal para ouvir bem quentinho na hora de dormir, no carro ou antes da soneca. Como sempre na Tilibou, o final fica bem suave, sem música, para deslizar rumo ao sono sem acordar ninguém. 🧸
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19/10/2026 | 7minUma história para dormir para crianças. No quarto da Emma tem uma luminária pequena, em forma de cogumelo, com um botãozinho bem redondo. Hoje, pela primeira vez, Emma pode acender a luminária sozinha. Clique: uma luz suave, cor de mel, cresce no quarto como um solzinho que acorda. “Emma acende!”, diz ela, toda orgulhosa, com o Mochi, o bichinho de pelúcia dela nos braços.
À noite, a Mamãe deixa o beijo-farol na testa da Emma, que fica aceso mesmo se a luminária pegar no sono. Emma adormece com a luzinha cor de mel bem pertinho. Então o mundo da noite se acende: a luminária vira uma luinha pousada, o tapete vira uma ilha bem macia, e o Mochi desce da Cama Grande para a saudação da estante. Pantin, Bola, Nina: três amigos, três boas-noites.
De repente, a luinha pousada pisca, uma vez, duas vezes, e se apaga inteirinha. A luminária está fazendo birra. Bola sai pulando para todo lado no escuro, boing-boing-boing. Nina não vê mais as patinhas, e Pantin, que também quase não vê nada, avisa que está ali. Na testa da Emma, o beijo-farol brilha ainda melhor no escuro. E pela janela, atrás da cortina que respira, aparecem as estrelas de verdade: uma, mais uma, e outra bem pequenininha, lá no fundo do céu.
Bola se acalma, Nina acha que o escuro não é tão escuro assim, e Mochi explica: o escuro é só a luz que se esconde um pouquinho, para deixar outras luzes brilharem. Ele abre a caixinha de abraços, pega o novelinho do primeiríssimo “bonito, bonito” e enrola ao redor do medinho do escuro. Um bichinho guarda todos os abraços dentro, até os abraços de luz. Logo depois, a luminária acende de novo, sozinha, como se tivesse só cochilado um pouquinho.
Pantin começa a lembrar que, no tempo dele, só existia a lua de verdade, que nunca fazia birra, e pega no sono no meio da frase. Bola faz um últimíssimo boing, bem calminho dessa vez, e o poc-poc do Mochi vai ficando mais devagar. De manhã, Emma abre os olhos e abraça o Mochi. Hoje à noite, ela vai olhar a luminária com um sorrisinho a mais, porque as estrelas, essas, nunca se apagam de vez.
Ao longo da história, seu filho faz as pazes com o escuro sem precisar fugir dele. Esta história para dormir no escuro não tem monstro nem sombra: o medinho dura dois segundos, e a resposta é concreta e bonita, um beijo que brilha e estrelas na janela. Para os pais, ajuda na noite em que a luz noturna faz birra. Responder ao medo com calma e com beleza, em vez de um discurso, é todo o espírito das histórias para dormir da Tilibou.
Uma história do bichinho de pelúcia sem telas, pensada para os pequenos a partir dos 2 anos, ideal para ouvir bem quentinho na hora de dormir, no carro ou antes da soneca. Como sempre na Tilibou, o final fica bem suave, sem música, para deslizar rumo ao sono sem acordar ninguém. 🧸
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15/10/2026 | 10minNaquela noite, no Vilarejo das Abóboras, era a noite de Halloween, aquela em que, normalmente, todas as crianças correm lá fora de porta em porta para a grande caça aos doces. Mas esta noite… escute. Chovia. Uma chuva macia, fininha, que caía sobre as abóboras e fazia a Praça das Lanternas brilhar, uma chuva de veludo. Zélie está bem decepcionada: com essa chuva, a caça aos doces é impossível, e até o seu chapelão faz ploc.
Réglisse, por outro lado, está ótimo, quentinho ao lado do fogo: a chuva, pelo menos, é um barulho que não assusta, macio, ploc ploc ploc, como uma cantiga. Então batem à porta: é Boubou, o monstro, todo molhado e todo triste, que veio buscar Zélie. Mas chove forte demais, e todas as casas apagaram as suas lanternas. A linda festa de Halloween parece ir mesmo por água abaixo.
Então, em vez de emburrar por causa da noitada estragada, Zélie tem uma ideia quentinha: e se, em vez de correr lá fora, a gente fizesse a festa dentro de casa? A gente convida os amigos, acende as velas, compartilha os doces ao lado do fogo, conta histórias enquanto a chuva canta na janela. E a caça aos doces se transforma, como por mágica, na mais doce das noitadas.
Esta história ajuda seu filho a domar a decepção, quando uma coisa muito esperada não sai como planejado. Mostra, com suavidade, que um plano que vai por água abaixo pode virar um momento ainda mais bonito, e que a gente pode escolher aproveitar o que tem em vez de lamentar o que perdeu. Uma mensagem linda sobre o soltar e sobre a alegria simples.
E quando a turminha inteira se reúne quentinha, entre risadas, doces compartilhados e a chuva de veludo tamborilando suave lá fora, ninguém mais sente falta da caça aos doces. A história pousa então bem suavemente, embalada pelo ploc ploc da chuva, bem na hora de fechar os olhos.
Zélie não se deixa abater pela decepção, e também não finge que ela não existe: ela a acolhe, e então procura com os amigos um jeito de reinventar a noitada. Mostrar a um pequeno que dá para dar a volta por cima com suavidade quando um prazer é cancelado é todo o espírito das histórias para dormir da Tilibou. E lá fora, a chuva de veludo segue cantando a sua cantiga sobre as abóboras adormecidas.
Uma história de Halloween tranquila e sem telas, pensada para os pequenininhos a partir dos 3 anos, ideal para a hora de dormir, a soneca ou o caminho. Como sempre na Tilibou, o final fica bem suave, sem música, para chegar ao sono com calma. 🎃
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13/10/2026 | 11minNaquela noite, no Vilarejo das Abóboras, o ar estava mais fresco do que de costume: o inverno se aproximava de verdade. E na Praça das Lanternas, todos estavam preocupados, porque durante a noite tinha aparecido uma coisa: uma imensa teia prateada, esticada entre as duas árvores mais altas, que brilhava na névoa. Réglisse se assusta na hora (uma teia grande significa uma aranha grande, e ele não gosta nada de aranhas, com tantas patas!).
O Vilarejo inteiro quer queimar a teia, arrancar, se livrar dela o quanto antes. «Essa aranha vai pegar todo mundo!» Mas Zélie, olhando melhor, percebe que a teia não tem forma de armadilha: tem desenhos, padrões bem certinhos… parece mais um tricô! E de fato, quem a teceu não é uma aranha malvada, mas Tricotine, uma aranha que tricota.
Porque Tricotine, com as suas oito patas ágeis, não arma nenhuma armadilha: ela tricota lindos cachecóis e suéteres quentinhos para proteger o Vilarejo do frio que chega. O que todos tomavam por uma ameaça era, na verdade, um presente. Basta ir falar com ela, em vez de espantá-la, para descobrir a mais doce e útil das vizinhas.
Esta história ensina ao seu filho a não julgar pelas aparências, e a não ter medo do que é simplesmente diferente. Mostra, sem dar lição, que a gente muitas vezes se engana sobre os outros quando está com medo, e que um pouco de curiosidade e gentileza sempre vale mais do que a desconfiança. Uma mensagem linda sobre a tolerância.
E quando o Vilarejo inteiro, bem quentinho com as peças de Tricotine, enfim vem lhe agradecer, a grande teia prateada não tem mais nada de assustadora: brilha como uma bela renda na noite. A história pousa então bem suavemente, quentinho sob um cachecol novo, bem na hora de fechar os olhos.
Zélie não segue o medo da multidão que quer destruir tudo: ela olha, pensa, vai ver de perto antes de julgar. Ensinar um pequeno a compreender antes de ter medo é todo o espírito das histórias para dormir da Tilibou. E na Praça das Lanternas, os fios prateados cintilam suavemente, enquanto Réglisse experimenta, fazendo que não é nada, o seu novo suetercinho.
Uma história de Halloween tranquila e sem telas, pensada para os pequenininhos a partir dos 3 anos, ideal para ouvir bem quentinho na hora de dormir, no carro ou antes da soneca. Como sempre na Tilibou, o final fica bem suave, sem música, para deslizar rumo ao sono sem acordar ninguém. 🎃
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Sobre Tilibou: histórias para dormir para crianças · histórias infantis para acalmar
Bem-vindo ao Tilibou, um selo de histórias em áudio premium para crianças de 2 a 5 anos: histórias para dormir cheias de doçura, pensadas para acompanhar a hora de dormir, ajudar a se acalmar e adormecer com tranquilidade. Cada episódio é um pequeno ritual da noite, para ouvir junto, aconchegado na cama.
A promessa do Tilibou é simples: histórias para adormecer, sonhar e crescer. O final é sempre todo falado, numa descida suave, sem música, para nunca acordar a criança que está adormecendo no momento mais delicado. Sem publicidade, sem telas e sem coleta de dados das crianças: uma experiência pensada para as famílias, respeitosa e acolhedora.
Cada história dura de 10 a 20 minutos e é narrada com uma voz quente e delicada, envolvida em ambientes sonoros discretos, como a floresta à noite, a chuva, o riacho ou a lareira, que embalam a narrativa sem nunca cobri-la. As histórias falam de emoções, de pequenos medos para domar, de coragem, de amizade e de encantamento, com palavras simples e imagens poéticas adaptadas aos pequenininhos.
O mundo do Tilibou se divide em vários universos, cada um com sua atmosfera e seus personagens. Tem a Noisette, a ursinha da noite, que ajuda a dar nome às emoções e a se preparar para o sono, a partir dos 2 anos. Tem o Léo e o Pistache, um pequeno cavaleiro e seu dragão um pouco medroso, que partem para a aventura em busca de coragem. Tem a Cassie e o Tornado, uma cowgirl cheia de energia e seu pônei tranquilo, para as histórias mais engraçadas do Oeste. Tem o Marin e a Plume, um menino e sua gaivota, que exploram a natureza na altura das crianças. Tem o Tom, o Pirata, e sua tripulação, que navegam de ilha em ilha com aventuras doces e nunca assustadoras. E tem as coleções de estação: as histórias de Natal, as histórias de Halloween engraçadas e nada assustadoras, e as histórias da escolinha, para acompanhar os primeiros passos na escola.
Há o Nino, o Bombeirinho, e o seu cão Pompon, o bombeiro mais pequeno do quartel de Bellacolina, para histórias de bombeiro para crianças em que se ajuda sempre e nada mete medo: um gato na árvore, uma bola no telhado da escola, uma ovelha presa na sebe, e uma sirene muito suave que embala em vez de acordar.
O Tilibou existe em vários idiomas, entre eles português, francês, inglês, espanhol, alemão e italiano: a mesma doçura e os mesmos personagens, para adormecer em qualquer lugar do mundo. Uma pequena criatura da noite, o Tilibou, apresenta e acompanha todas as histórias com sua lanterna em forma de estrela.
Seja para o ritual da noite, um momento de calma à tarde ou uma viagem longa, o Tilibou oferece aos pais um aliado precioso: histórias lindas para ouvir, sem publicidade e sem telas, que ajudam as crianças a relaxar, a sonhar e a adormecer com um sorriso. Boa noite e bons sonhos com o Tilibou.
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💡 Perfeito para o ritual da noite: ouçam juntos, várias vezes.
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