170 episódios
- Existem diversas formas de aprender, mas nenhuma é mais barata do que aprender com os erros alheios.
Neste episódio, conto a história real de uma amiga que, depois de uma vida de conforto, viagens internacionais euma carreira bem-sucedida, chegou aos 58 anos diante de uma situação financeira dramática.
O principal erro? Ter abandonado, anos antes, seu plano deprevidência complementar, acreditando que o padrão de vida conquistado e o INSS seriam suficientes para garantir uma aposentadoria tranquila.
A partir dessa história, explico por que ter uma renda elevadanão significa construir patrimônio, como a previdência pública vem perdendo sua capacidade de manter o padrão de vida dos aposentados e por que o tempo é o recurso mais valioso no planejamento financeiro.
Minha amiga descobriu essas lições tarde demais. Você ainda pode aprender com a experiência dela.
Afinal, tapetes persas não garantem aposentadoria. - Por que viajamos?
Talvez a resposta esteja muito antes dos aviões, hotéis e roteiros turísticos. Há milhares de anos, nossa espécie já cruzava continentes movida pela necessidade, mas também pela curiosidade de descobrir o que existia além do horizonte.
Há uma palavra da língua alemã que me parece responder à questão de modo muito mais convincente: Wanderlust. Ela reúne wandern, que significa caminhar ou vaguear, e Lust, desejo ou vontade. Em outras palavras, é esse desejo profundo de viajar, de sair do lugar conhecido e descobrir o que existe mais adiante.
E, se tudo der certo, quando este episódio for ao ar, eu e a Celina estaremos justamente fazendo isso: viajando do nosso jeito pela África do Sul, no continente ancestral da nossa espécie, entre natureza, caminhadas, boa comida,vinho e tempo para contemplar.
#viajar #férias - Cartão de crédito: ferramenta ou armadilha?
Neste episódio, explico por que o problema não está no cartão, mas na forma como ele é usado. Falo sobre pontos, cashback, parcelamento, crédito rotativo, juros e os sinais deque o cartão deixou de ajudar e começou a atrapalhar.
A pergunta certa não é se o cartão é bom ou ruim; é se ele é bom para você. - Você sabe a diferença entre volatilidade e risco?
E por que um investimento pode cair de preço sem que você esteja, necessariamente, perdendo dinheiro?
Neste episódio, explico de forma simples o que é volatilidade e por que ela pode enganar nossa percepção de risco.
Ações e títulos públicos ou privados são negociados em mercados onde os preços se formam todos os dias. Por isso,vemos suas oscilações o tempo inteiro e temos a sensação de que esses investimentos são mais arriscados.
Já uma empresa de capital fechado ou um imóvel não têm uma cotação diária aparecendo na tela. Como não vemos o preço mudar todos os dias, podemos ter uma falsa sensação de estabilidade.
Mas não enxergar a oscilação não significa que ela não exista.
Entender essa diferença entre volatilidade e risco pode mudar a forma como você toma decisões e, principalmente, evitar que abandone bons investimentos apenas porque o preço caiu temporariamente.
Para mostrar como isso acontece na prática, conto a história real de um casal que decidiu vender sua casa e, apartir daí, viveu as dores, as dúvidas e também as boas surpresas do mercado de investimentos.
Uma história sobre dinheiro, medo, tranquilidade e sobre a importância de saber por que você investiu.
Os personagens são reais, porém seus nomes e alguns detalhes foram alterados para preservar a privacidade dosmesmos. - Por que é tão mais fácil enxergar o risco do Brasil quebrar do que perceber a oportunidade escondida atrás dele? Neste episódio, falo sobre o viés da negatividade, a razão pela qual más notícias prendem tanto a nossa atenção, e como esse mesmo mecanismo mental pode nos fazer perder boas oportunidades de investimento.
Mostro que, na evolução dos humanos, a notícia de um tigre faminto atrás de uma curva despertava muito mais atenção do que a notícia de várias árvores cheias de frutas maduras na beira do rio.
Uso essa ideia para discutir o risco fiscal brasileiro e por que ele é, ao mesmo tempo, um problema real e parte do motivo pelo qual os títulos Tesouro IPCA+ pagam juros tão altos hoje. Em países sem risco fiscal, como a Suécia, os juros reais são de apenas 1% ao ano.
Neste episódio você vai encontrar:
- Por que o Brasil paga juros reais tão elevados nos seus títulos públicos
- Como funciona a marcação a mercado e o "desconto" nos títulos com juros semestrais
- Os principais riscos de investir em Tesouro IPCA+ (e como colocá-los em perspectiva)
Porque, entre tigres e árvores carregadas de frutas, talvezo segredo esteja em conseguir se livrar do tigre, saber que nem sempre ele estará lá e entender que se ele nos paralisar vamos acabar com fome por mede de colher as frutas maduras.
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Sobre A visão do Jurandir
A Visão do Jura é um podcast quinzenal que oferece reflexões aprofundadas sobre finanças, mercado financeiro, longevidade e qualidade de vida. Com a experiência de 38 anos como professor universitário, Jurandir Sell é um dos pioneiros em Finanças Pessoais e Comportamentais no Brasil. Doutor em Finanças Comportamentais pela UFSC e com pós-doutorado pela ULB de Bruxelas, ele atualmente atua como diretor da Alento Educação Financeira. Para iniciar um diálogo https://caccao.me/jurandirsell
mais informações, visite: jurandirsell.com.br
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