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Antigas Novidades - rock, jazz, blues, heavy metal, rock progressivo e rock nacional

Antigas Novidades do Rock
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  • Antigas Novidades - rock, jazz, blues, heavy metal, rock progressivo e rock nacional

    #412 Horcas (2002), o "Back in Black" do heavy metal argentino

    20/1/2026 | 1h 21min
    Lançado em 2002, Horcas é o quinto álbum de estúdio da banda argentina de thrash/heavy metal Horcas e representa um dos momentos mais decisivos de sua trajetória. O disco marca o primeiro trabalho após a morte de Osvaldo Civile, fundador e guitarrista da banda, consolidando uma fase de renovação sonora, amadurecimento técnico e reposicionamento artístico dentro do metal sul-americano do início dos anos 2000.
    Gravado no Estudios El Pie, com produção de Adrián Taverna e masterização de Eduardo Bergallo, o álbum apresenta uma sonoridade mais moderna, com guitarras encorpadas, bateria seca e um equilíbrio preciso entre agressividade e clareza. O thrash metal segue como base, mas agora dialoga com elementos de groove metal e heavy metal contemporâneo, refletindo as transformações estéticas da época.
    A nova formação é fundamental para esse impacto. A entrada de Gabriel Lis na guitarra inaugura uma abordagem mais objetiva, com riffs modernos e solos diretos, sem a intenção de reproduzir o estilo de Civile. A base rítmica formada por Norberto “Topo” Yáñez e Guillermo de Lucca mantém a precisão e o peso característicos da banda, enquanto Walter Meza fortalece a identidade vocal com um timbre firme, menos agudo e mais agressivo, assumindo de vez o protagonismo.
    Horcas (2002) é mais do que um disco de transição. É um álbum de reafirmação, que transforma perda em força criativa e consolida a banda como um dos nomes mais consistentes do metal argentino, mostrando que seguir em frente também pode ser um ato de resistência sonora.
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    #411 Metal Espadinha, Power Metal ou Metal Melódico? Vamos descobrir onde o dragão cospe fogo nas guitarras!!

    13/1/2026 | 1h 48min
    Hoje a gente ergue espadas imaginárias, afina guitarras invisíveis e mergulha fundo no universo do Power Metal (Metal Melódico ou Metal Espadinha, que seja), um dos estilos mais épicos e controversos da história do heavy metal.
    A viagem é dividida em três atos bem definidos: as origens explosivas nos anos 80, o auge glorioso nos anos 90 e início dos 2000 e, por fim, a chamada “decadência”, que talvez seja melhor entendida como transformação, amadurecimento e resistência cultural. Entre uma fase e outra, músicas de passagem funcionam como portais sonoros — e não qualquer música, mas hinos que ajudaram a escrever essa história.
    Começamos na Alemanha, onde Helloween redefiniu velocidade, melodia e fantasia, criando a base do Power Metal moderno. Dali, a chama segue viva com o Gamma Ray, projeto que transforma ruptura em manifesto musical. No auge, exploramos o gênero como fenômeno global, passando por coros monumentais, narrativas épicas e virtuosismo técnico — com destaque para nomes que fizeram o estilo soar maior do que a vida. E, no encerramento, chegamos ao presente com o som inconfundível do Stratovarius, lembrando que o Power Metal pode até sair do mainstream, mas nunca perde seu exército fiel.
    As músicas de passagem que costuram o episódio são verdadeiros marcos: “Future World”, “Rebellion in Dreamland” e “Theater of Salvation” — faixas que não só representam épocas diferentes, mas também estados de espírito distintos dentro do gênero.
    Este não é só um episódio sobre música. É sobre ciclos culturais, sobre excesso e reinvenção, sobre o que acontece quando um estilo deixa de ser moda e passa a ser identidade. Antigas Novidades é isso: olhar para trás com ouvido atento e perceber que, muitas vezes, o novo já estava lá o tempo todo.
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    #410 Grandes músicas: Tarkus (Emerson, Lake and Palmer) 1971

    06/1/2026 | 1h 12min
    Tarkus, do Emerson, Lake & Palmer: a suíte progressiva que transformou rock em ficção científica sonora
    Poucas músicas na história do rock conseguem ir além do som e se tornar uma narrativa completa, quase um filme imaginário contado por instrumentos. Tarkus é exatamente isso. Lançada em 1971 pela banda Emerson, Lake & Palmer, a suíte que abre o álbum Tarkus é um dos manifestos definitivos do rock progressivo.
    Com mais de 20 minutos de duração, Tarkus não é apenas uma música longa: é uma obra conceitual dividida em sete movimentos, cada um representando uma etapa de uma história simbólica sobre criação, poder, guerra, queda e renascimento. No centro dessa narrativa está Tarkus, uma criatura híbrida — meio tatu, meio tanque de guerra — que surge das entranhas da Terra como metáfora do avanço tecnológico sem consciência.
    A suíte começa com “Eruption”, um nascimento violento, marcado por órgão Hammond agressivo e mudanças rítmicas abruptas. É o mundo sendo criado à força. Em “Stones of Years”, entram os vocais de Greg Lake, trazendo questionamentos existenciais sobre tempo, sabedoria e cegueira histórica. Aqui, Tarkus começa a pensar — e pensar dói.
    “Iconoclast” e “Mass” representam o auge do conflito. Tarkus destrói antigas crenças, mas acaba se tornando aquilo que combatia. A crítica social aparece clara: revoluções que viram sistemas, fé que vira controle, poder que se corrompe. Musicalmente, o trio mostra domínio absoluto de dinâmica, alternando caos e groove com precisão cirúrgica.
    O ponto de virada acontece em “Manticore”, quando Tarkus enfrenta uma criatura mitológica que simboliza o caos primordial. A batalha é instrumental, dissonante e curta — e Tarkus é derrotado. O resultado vem em “Battlefield”, um lamento sobre os escombros da guerra, onde não existem vencedores, apenas silêncio e confusão.
    Por fim, “Aquatarkus” fecha o ciclo com o renascimento. A criatura retorna transformada, agora ligada à água, símbolo de renovação e consciência. O tema musical inicial reaparece, mas evoluído — como se a própria música tivesse aprendido com seus erros.
    Tarkus permanece atual porque fala de um dilema eterno: a humanidade cria ferramentas, ideologias e máquinas para avançar, mas frequentemente perde o controle sobre elas. Emerson, Lake & Palmer não entregam respostas fáceis. Eles oferecem uma experiência — intensa, desconfortável e grandiosa.
    Mais de cinquenta anos depois, Tarkus continua sendo uma aula de ambição artística, provando que o rock pode ser tão narrativo quanto a literatura e tão épico quanto o cinema. Uma música que não se escuta apenas: se atravessa.
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    #409 Iron Maiden 50 anos: a era do sexteto

    16/12/2025 | 2h 33min
    A fase sexteto do Iron Maiden não é sobre hits.
    É sobre tempo, maturidade e liberdade criativa.É o Iron Maiden que já conquistou tudo e agora usa a música para refletir, questionar e permanecer relevante sem se repetir.
    Antes de entrar disco por disco, vale deixar algo muito claro para quem está ouvindo:
    a fase sexteto do Iron Maiden, iniciada no ano 2000, é a fase mais relevante da história da banda. Não necessariamente a mais famosa, nem a mais radiofônica — mas a mais sólida.
    É a fase mais longa de todas.
    É a fase que teve mais tempo entre discos, sem correria, sem pressão de gravadora.
    É a fase em que a banda já não precisava provar nada para ninguém.
    E é também a fase em que o Iron Maiden mais veio ao Brasil, criando uma relação quase ritualística com o público brasileiro.
    Essa é a era em que o Maiden deixa de ser apenas uma banda de heavy metal e passa a funcionar como uma instituição criativa em pleno controle do próprio tempo.Integrantes da fase sexteto do Iron Maiden (2000 – atual)
    Desde o ano 2000, o Iron Maiden mantém a formação mais estável, longa e produtiva de toda a sua história:
    Bruce Dickinson – vocalSteve Harris – baixoDave Murray – guitarraAdrian Smith – guitarraJanick Gers – guitarraNicko McBrain – bateria
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    Discos da fase sexteto em ordem cronológica1. Brave New World (2000)2. Dance of Death (2003)3. A Matter of Life and Death (2006)4. The Final Frontier (2010)5. The Book of Souls (2015)6. Senjutsu (2021)Palavras-chave SEO
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    #408 Bestial Devastation: a origem do Sepultura e a cena do metal brasileiro em 1985

    09/12/2025 | 1h 12min
    “Bestial Devastation” não é só o primeiro registro do Sepultura. É quase um manifesto cru, barulhento e desajeitado — no melhor sentido possível — de uma molecada de Belo Horizonte que queria soerguer o metal extremo no Brasil na marra. Dá pra sentir esse espírito em cada segundo das faixas, inclusive nos erros, microfonias e exageros adolescentes. É justamente isso que torna o disco tão simbólico.
    O ano de 1985 foi um caldeirão quente. O país acabava de sair da ditadura militar, o Rock in Rio tinha acabado de acontecer, e a cultura jovem começava a respirar sem tanto peso no peito. Mas o underground ainda era um território bruto. Tudo era feito com fita cassete, boca a boca, zines xerocados e uma enorme vontade de perturbar o status quo.
    Enquanto o mainstream celebrava Paralamas, Blitz e Barão Vermelho — todos ótimos, claro — alguns garotos em BH preferiam ir pro lado mais sombrio da força. A capital mineira, curiosamente, se tornou um dos berços mais férteis do metal extremo na América Latina. Metrópolis pesada, industrial, cheia de becos sonoros perfeitos para riffs diabólicos.
    A tape-trading internacional (troca de fitas entre fãs do mundo todo) começava a colocar o Brasil no mapa do metal extremo. Nomes como Sarcófago, Mutilator, Chakal, Holocausto e, claro, Sepultura formavam o embrião do que viraria o Cogumelo Records style. Era feio, sujo e completamente autêntico.
    O disco saiu como lado B de um split com o Overdose, chamado Bestial Devastation / Século XX. Foi lançado pela lendária Cogumelo Records, que quase funcionava como uma espécie de “Motorola do metal”: pequena, improvisada, mas decisiva.
    O som é um híbrido de black metal primitivo com thrash apressado, riffs cortantes e uma bateria que parece gravada dentro de um buraco — e funciona. Max ainda não tinha o vocal encorpado e tribal dos anos 90; ali ele soa como um adolescente possuído lendo trechos de grimório.
    Faixa por faixa:
    • 01 The Curse – Um intro narrado, beirando o tosco, mas absolutamente icônico. Aquele tipo de abertura que tenta invocar o inferno com uma fita de VHS.
    • 02 Bestial Devastation – Aqui o Sepultura realmente nasce. Velocidade, caos, letras sobre profanação… a receita ideal pra fazer a cena internacional virar o pescoço na direção de BH.
    • 03 Antichrist – Assinada liricamente pelo Wagner Lamounier (sim, o futuro vocal do Sarcófago). Essa conexão entre as bandas mostra como a cena mineira era uma caldeira coletiva.
    • 04 Necromancer – Uma das faixas mais queridas pelos fãs antigos. Um proto–death metal cheio de clima e riffs quase punk na estrutura.
    • 05 Warriors of Death – Um fechamento épico, ainda na pegada blasfema e adolescente, mas com atitude o suficiente pra virar clássico.
    • Max Cavalera – Vocal rasgado, guitarra rítmica crua, pura urgência.
    • Jairo Guedz – Guitarra solo repleta de influência de Venom e Slayer.
    • Paulo Jr. – Baixo simples, mas firme; essencial num cenário de pouca técnica disponível.
    • Igor Cavalera – O mais impressionante ali: jovem, mas já com uma pegada absurda.

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    Participação de Rodolpho Marques do Carmo!

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