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    Clint Eastwood: O Cineasta da Contingência | Ep. 27 | Cinematografia

    01/2/2026 | 2h 4min
    Entre o silêncio e o disparo, Clint Eastwood transformou o olhar em linguagem — e fez do cinema um jeito de pensar o lugar que habita - os EUA, mas principalmente, o homem submetido à contingência. No Episódio 27 do Cinematografia Podcast, Flávia , Fernando e Jason atravessam a carreira de um cineasta que parece filmar sempre “com o mínimo de recurso e com o máximo de sentido”.

    Da gênese do astro em Rawhide ao chamado europeu de Sergio Leone, a conversa segue uma cronologia afetiva e crítica: o forasteiro que não falava italiano, o Estranho sem Nome da Trilogia dos Dólares, o anti-herói que fala pouco e age muito — e o diretor que prefere o set tranquilo ao espetáculo do ego.

    Ao longo do episódio, o trio também destaca temas recorrentes do Eastwood — como a contingência/acaso, a moralidade sob pressão e a forma como ele discute “o que é ser americano” em diferentes períodos históricos.

    🎥 Neste episódio você verá:

    Sergio Leone + Clint Eastwood: o superclose, o silêncio e o duelo como coreografia de tensão.

    Trilogia dos Dólares (Por um Punhado de Dólares, Por Uns Dólares a Mais, Três Homens em Conflito) e o conceito do “homem sem nome”.

    O método Malpaso: fazer o melhor com pouco, filmar rápido, e dirigir sem gritar “ação”.

    Dirty Harry e a linha tênue entre justiça, sistema, moralidade e leitura política.

    A fase da tragédia e do amadurecimento: Mystic River (Sobre Meninos e Lobos), Menina de Ouro e Gran Torino.

    O Eastwood do amor e do tempo perdido: As Pontes de Madison como ferida delicada (daquelas que a gente tenta respirar depois).

    Comenta aí: qual é o seu Clint Eastwood definitivo — o forasteiro do faroeste, o policial de “Dirty Harry”, ou o diretor da tragédia madura?
    (Se curtir, se inscreve — bem discretamente, como o próprio Clint dirigindo.)

    #ClintEastwood #CinematografiaPodcast #Cinema #HistoriaDoCinema #Direcao #Fotografia #Montagem #Faroeste #SpaghettiWestern #SergioLeone #TrilogiaDosDolares #DirtyHarry #EnnioMorricone #MeninaDeOuro #MysticRiver #GranTorino #PontesDeMadison #Malpaso #AntiHeroi
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    Os primeiros 130 anos do cinema: a arte genial dos irmãos Lumière | Cinematografia | EP. 26

    25/1/2026 | 1h 12min
    Os irmãos Lumière não “inventaram” só um aparelho — eles abriram uma sala inteira dentro da nossa memória. E talvez cinema seja isso até hoje: tirar a cabeça da caixa e devolver o mundo como experiência coletiva.Neste episodios 26 do Cinematografia Podcast, Flávia Arielo, Fernando Geloneze e Jason Baroni comemoram os 130 anos do cinema (com a data-símbolo da primeira sessão pública em 28 de dezembro de 1895) e usam o documentário “Lumière: A Aventura Começa” (2016) como portal para o primeiro olhar cinematográfico — aquele que já sabia onde colocar a câmera antes mesmo de existir “regra”.A conversa também toca no segundo filme, “Lumière: A Aventura Continua”, que (por enquanto) aparece como ironia histórica: um documentário sobre o nascimento do cinema… difícil de encontrar em cartaz/streaming.🎥 Nesta conversa, o trio investiga:18 de março de 1895 (o primeiro registro filmado) vs. 28 de dezembro de 1895 (a sessão com público) — o que define “nascer” no cinema?Por que cinema é coletivo (e por que isso muda tudo em relação ao “cinema de caixa” individual).O olhar dos operadores Lumière: mise-en-scène, composição, profundidade de campo — tudo já estava lá.As imagens como documento histórico: ver Paris, Vietnã, Londres, ruas e rostos antes de virar “passado” na nossa cabeça.Documentário x ficção: a conversa confronta a ideia de que um é “real” e o outro é “inventado” — no cinema, tudo é recorte.E o presente: atenção fragmentada, algoritmo, streaming — o que a gente perdeu quando parou de olhar com calma?Um detalhe de experiência: o documentário é narrado em francês e, com legenda, vira um teste de atenção (às vezes você lê e perde a imagem — e precisa ver duas vezes).No final, o episódio encosta numa ideia simples e brutal: a gente vai ao cinema pra se sentir vivo — e isso atravessa século, formato e tecnologia.E você? O cinema ainda é uma experiência coletiva pra você — ou virou ruído de fundo? Comenta aqui embaixo.#CinematografiaPodcast #Cinema #IrmãosLumière #HistóriaDoCinema #Documentário
  • Cinematografia Podcast

    Os primeiros 130 anos do cinema: a arte genial dos irmãos Lumière | Cinematografia | EP. 26

    25/1/2026 | 1h 13min
    Os irmãos Lumière não “inventaram” só um aparelho — eles abriram uma sala inteira dentro da nossa memória. E talvez cinema seja isso até hoje: tirar a cabeça da caixa e devolver o mundo como experiência coletiva.Neste episodios 26 do Cinematografia Podcast, Flávia Arielo, Fernando Geloneze e Jason Baroni comemoram os 130 anos do cinema (com a data-símbolo da primeira sessão pública em 28 de dezembro de 1895) e usam o documentário “Lumière: A Aventura Começa” (2016) como portal para o primeiro olhar cinematográfico — aquele que já sabia onde colocar a câmera antes mesmo de existir “regra”.A conversa também toca no segundo filme, “Lumière: A Aventura Continua”, que (por enquanto) aparece como ironia histórica: um documentário sobre o nascimento do cinema… difícil de encontrar em cartaz/streaming.🎥 Nesta conversa, o trio investiga:18 de março de 1895 (o primeiro registro filmado) vs. 28 de dezembro de 1895 (a sessão com público) — o que define “nascer” no cinema?Por que cinema é coletivo (e por que isso muda tudo em relação ao “cinema de caixa” individual).O olhar dos operadores Lumière: mise-en-scène, composição, profundidade de campo — tudo já estava lá.As imagens como documento histórico: ver Paris, Vietnã, Londres, ruas e rostos antes de virar “passado” na nossa cabeça.Documentário x ficção: a conversa confronta a ideia de que um é “real” e o outro é “inventado” — no cinema, tudo é recorte.E o presente: atenção fragmentada, algoritmo, streaming — o que a gente perdeu quando parou de olhar com calma?Um detalhe de experiência: o documentário é narrado em francês e, com legenda, vira um teste de atenção (às vezes você lê e perde a imagem — e precisa ver duas vezes).No final, o episódio encosta numa ideia simples e brutal: a gente vai ao cinema pra se sentir vivo — e isso atravessa século, formato e tecnologia.E você? O cinema ainda é uma experiência coletiva pra você — ou virou ruído de fundo? Comenta aqui embaixo.#CinematografiaPodcast #Cinema #IrmãosLumière #HistóriaDoCinema #Documentário
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    Valor Sentimental: Joachim Trier e as Fissuras Familiares | EP. 25 | Cinematografia

    17/1/2026 | 1h 30min
    A casa não é apenas um cenário: é o depósito de cem anos de silêncios e fissuras que atravessam gerações. Em Valor Sentimental, o cineasta norueguês Joachim Trier nos convida a encarar não apenas o peso do passado, mas o custo emocional de permanecer.

    Neste vigésimo quinto episódio, o trio Flávia, Fernando e Jason explora as camadas de um filme que, entre o luto e a metalinguagem cinematográfica, tenta decifrar o que resta após os traumas emocionais.A conversa parte da análise da "geografia interna" — um termo que define como o isolamento geográfico e climático da Escandinávia molda a introspecção de seus personagens. Através da história de duas irmãs e o retorno inesperado de um pai cineasta, o podcast discute se a arte é capaz de curar traumas geracionais ou se é apenas mais uma forma de fuga.🎥 Neste episódio, discutimos:A herança de Ingmar Bergman: O paralelo entre o protagonista Gustavo Borg (Stellan Skarsgård) e o clássico Morangos Silvestres, explorando o arquétipo do patriarca em busca de redenção.O "Valor Sentimental" das coisas: A casa como personagem central e a metáfora da rachadura que sobe do porão, representando feridas que o tempo cicatriza, mas nunca apaga.A metalinguagem e o "filme dentro do filme": Como Trier usa a construção de uma obra cinematográfica fictícia para forçar os personagens a confrontarem sua própria realidade.Trauma e Desconexão: O embate entre gerações e a dificuldade de diálogo em uma sociedade que, embora funcional, lida com altos índices de solidão e desespero.Para você, o "valor sentimental" de uma herança é um fardo que nos ancora ao sofrimento ou uma ponte necessária para o perdão? Deixe sua interpretação nos comentários.
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    Globo de Ouro 2026: surpresas e decepções | EP. 24

    14/1/2026 | 1h 15min
    Entre a festa da indústria e a validação da arte, o Globo de Ouro de 2026 trouxe uma mudança de eixo inesperada: o holofote se voltou para o Brasil. Neste episódio, Flávia , Fernando e Jason conversam sobre uma premiação marcada pela consagração histórica do cinema brasileiro, a tensão entre bilheteria e prestígio, e as escolhas que desafiaram as previsões dos críticos.O trio investiga o que a vitória de O Agente Secreto e a performance de Wagner Moura sinalizam sobre a recepção internacional das nossas narrativas. Do delírio técnico de Paul Thomas Anderson à visceralidade pop de Sinners (Pecadores) e de Guerreiras do K-Pop, a conversa atravessa as contradições de uma Hollywood que tenta premiar a popularidade sem perder a pose.🎥 Neste episódio, o debate passa por:O triunfo de Agente Secreto: A vitória de Melhor Filme Estrangeiro e a consagração de Wagner Moura — patriotismo, política ou reconhecimento estético genuíno?O enigma Hamnet: Como o longa de Chloé Zhao surpreendeu em Melhor Drama.Comércio vs. Arte: A categoria "Box Office Achievement" e a vitória de Sinners como sintoma de uma indústria que precisa justificar seus blockbusters de terror.A polêmica Marty Supreme: Timothée Chalamet, o treinamento de tênis de mesa e a discussão sobre o "method acting" em filmes biográficos.Stellan Skarsgård e a fé no cinema: uma análise do discurso comovente sobre a sala escura como espaço de comunhão coletiva.Animação e Música: A vitória de Guerreiras do K-pop e a trilha sonora que desbancou Nick Cave.

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Sobre Cinematografia Podcast

Reflexões sobre a escrita do cinema. Com Flavia Arielo, Fernando Geloneze e Jason Baroni.
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