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    O Caos e o Blues: Como The Blues Brothers redefiniu a comédia americana | Cinematografia | Ep. 35

    20/04/2026 | 1h 33min
    Dois desajustados vestidos impecavelmente em seus ternos pretos, um carro improvável e uma missão divina: eis o roteiro excepcional de “The Blues Brothers”, de John Landis, um dos maiores diretores de comédia dos anos 1980.

    No episódio 35 do Cinematografia Podcast, Flávia Arielo, Fernando Geloneze e Jason Baroni revisitam The Blues Brothers e o impacto cultural desse filme e a estranha combinação entre música, comédia e redenção.

    Entitulado no Brasil como “Os Irmãos Cara de Pau”, o filme parece apenas um pastelão à primeira vista, mas é na mistura entre o o non sense e a maravilhosa música negra norte-americana que reside sua característica mais original. Uma super aposta da Universal Pictures, que contou com a presença dos maiores artistas do blues e soul dos EUA: Cab Calloway, Aretha Franklin, James Brown, John Lee Hooker e Ray Charles.

    🎥 Neste episódio, a conversa passa por:
    •⁠ ⁠A missão divina como motor cômico e moral da narrativa.
    •⁠ ⁠O blues como herança cultural e energia dramática do filme.
    •⁠ ⁠O absurdismo como linguagem e não só como gag.
    •⁠ ⁠A fotografia como surpresa formal dentro da comédia.
    •⁠ ⁠John Landis como elo entre humor, música e cultura pop.
    •⁠ ⁠O título brasileiro como tradução menos tosca do que parece.

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    Donnie Darko: Mal-estar e o Paradoxo do Tempo | Cinematografia | Sessão Extra

    14/04/2026 | 1h 11min
    O Sessão Extra comemora os 25 anos de um marco do cinema independente: Donnie Darko. Mesmo após mais de duas décadas, o filme continua rendendo grandes discussões, teorias da conspiração e debates existenciais profundos.
    Neste episódio, Flávia e Jason analisam a maestria da direção de Richard Kelly, a dificuldade de enquadrar a obra em um único gênero cinematográfico e os paradoxos de um roteiro brilhantemente labiríntico.
    Destacamos também a força do elenco, com foco absoluto na atuação que consagrou a carreira de Jake Gyllenhaal.

    Adolescência, crescimento, adequação, amor, desejo, viagem no tempo, medo e livre-arbítrio: Donnie Darko de fato é uma obra complexa. Impulsionado por uma trilha sonora inesquecível e por uma visão niilista de vida e tempo, este é um debate imperdível para quem ama cinema.
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    Devoradores de Estrelas: Por que esse SCI-FI emocionou tanta Gente? | Ep. 34 | Cinematografia

    04/04/2026 | 1h 34min
    Neste episódio 34 do Cinematografia Podcast, Flávia Arielo, Fernando Geloneze e Jason Baroni analisam Devoradores de Estrelas, filme estrelado por Ryan Gosling que tem se destacado como sucesso de público e crítica.
    A obra parte de uma missão espacial, mas a discussão aqui vai por outros caminhos: o esgotamento do heroísmo numa era em que o indivíduo ainda sabe muito, mas se sacrifica pouco. Ao mesmo tempo em que honra a ciência,
    Devoradores de Estrelas também procura calor humano no vazio, aproximando método científico, uma amizade improvável e a velha melancolia dos astronautas tão bem retrata pelo cinema.Devoradores de Estrelas transforma a ficção científica num teste moral: não basta saber salvar o mundo, é também preciso desejar fazê-lo. O filme é atravessado pela solidão cósmica e cheio de referências clássicas a grandes filmes de sci-fi, principalmente 2001: uma Odisséia no Espaço e Interestellar.
    🎥 Neste episódio, a conversa passa por:
    O método científico em cena: quando a narrativa transforma cálculo em emoção.
    Rocky como um ser estranho que se humaniza sem perder o mistério.
    A linguagem do filme entre direção de arte, acessibilidade e imaginação cósmica.
    💬 E para você: Devoradores de Estrelas funciona mais como aventura espacial, fábula sobre amizade ou reflexão sobre o que ainda significa ser herói? Conta nos comentários.
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    Metropolis: O filme que inventou o cinema de ficção científica | Ep. 33 | Cinematografia

    28/03/2026 | 1h 38min
    Antes de existir qualquer ideia de futuro no cinema, Fritz Lang já tinha filmado o medo que ele produziria. Estamos falando de Metropolis, filme de 1927, que hoje, cem anos depois, ultrapassa o conceito de “clássico” para se transformar no filme que funda grande parte da linguagem cinematográfica.

    No coração do expressionismo alemão, Metropolis transforma arranha-céus, engrenagens, multidões e sombras em metáfora da desigualdade, da alienação e da promessa tecnológica que cobra demais do humano. Quase um século depois, a pergunta continua intacta: o que acontece quando a técnica cresce mais rápido que a ética?

    No episódio 33 do Cinematografia Podcast, Flávia Arielo, Fernando Geloneze e Jason Baroni reinterpretam Metropolis, passando por sua força estética, seu imaginário religioso e sua influência decisiva sobre a ficção científica e sobre a própria maneira como o cinema aprendeu a pensar a modernidade.

    🎥 Neste episódio, a conversa passa por:
    •⁠ ⁠A luta de classes em cena e a máquina como forma de organizar a desigualdade.
    •⁠ ⁠Maria como figura messiânica, repleta de simbolismos cristãos.
    •⁠ ⁠Apocalipse, Babel e o subsolo: a dimensão religiosa do horror tecnológico.
    •⁠ ⁠A cópia reencontrada na Argentina e o filme como sobrevivência histórica em reconstrução.
    •⁠ ⁠Fritz Lang e o surgimento da ficção científica no cinema.

    💬 E para você: Metropolis funciona mais como profecia tecnológica, parábola religiosa ou crítica política da modernidade? Conta nos comentários.

    Obras citadas nesse episódio:
    O Gabinete do Dr. Caligari (1920) - Robert Wiene
    Blade Runner (1982) - Ridley Scott
    A Paixão de Joana d’Arc (1928) - Carl Theodor Dreyer
    São Paulo S.A. (1965) - Luís Sérgio Person
    Alphaville (1965) - Jean-Luc Godard
    O Encouraçado Potemkin (1925) - Sergei Eisenstein
    Tempos Modernos (1936) - Charles Chaplin
    Drácula (1931) - Tod Browning
    King Kong (1933) - Merian C. Cooper e Ernest B. Schoedsack
    O Mágico de Oz (1939) - Victor Fleming
    ...E o Vento Levou (1939) - Victor Fleming
    Cidadão Kane (1941) - Orson Welles
    Casablanca (1942) - Michael Curtiz
    Cleópatra (1963) - Joseph L. Mankiewicz
    Ben-Hur (1959) - William Wyler
    Frankenstein (1910) - J. Searle Dawley
    De Volta para o Futuro (1985) - Robert Zemeckis
    Pobres Criaturas (2023) - Yorgos Lanthimos
    Megalópolis (2024) - Francis Ford Coppola
    Metrópolis (2001) - Rintaro
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    Soul (Pixar) – Porque esse filme faz tanto sentido | EP. 32 | Cinematografia

    22/03/2026 | 1h 28min
    A animação Soul, de Pete Docter e Kemp Powers, faz algo raro: transforma a ideia de estar vivo em linguagem cinematográfica.
    Em um mix brilhante entre música, espiritualidade e a vida, a Pixar encontra uma forma surpreendentemente madura de falar sobre sentido e propósito (ou a falta dele). O filme não se limita à fábula metafísica, já que também investiga o que acontece quando o sonho da vida inteira finalmente chega, e ainda assim não basta. Em vez de tratar a existência como destino, Soul a desloca para outro lugar: o da experiência, do olhar e da centelha que não cabe num plano de carreira.No episódio 32 do Cinematografia Podcast, Flávia Arielo, Fernando Geloneze e Jason Baroni analisam Soul, passando por sentido de vida, linguagem visual e maturidade temática na Pixar.

    🎥 Neste episódio, a conversa passa por:
    * O sentido de vida como impasse, não apenas depois da morte, mas antes mesmo de nascer.
    * O livre-arbítrio como tensão entre destino, centelha e escolha individual.
    * O jazz como linguagem.
    * A direção de arte de Nova York, cheia de textura, luz e ultra-realismo sem cair no vale da estranheza.
    * O espaço metafísico como invenção visual, a partir do cubismo, surrealismo e abstração.

    💬 E para você: Soul funciona mais como filme sobre vocação, sobre a beleza de estar vivo, ou sobre a ilusão de que uma vida pode caber num único propósito? Conta nos comentários.

    #CinematografiaPodcast #PodcastDeCinema #AnaliseDeCinema #Soul #Pixar #PeteDocter #JoeGardner #Jazz #SentidoDaVida

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Reflexões sobre a escrita do cinema. Com Flavia Arielo, Fernando Geloneze e Jason Baroni.
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