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    Soul (Pixar) – Porque esse filme faz tanto sentido | EP. 32 | Cinematografia

    22/03/2026 | 1h 28min
    A animação Soul, de Pete Docter e Kemp Powers, faz algo raro: transforma a ideia de estar vivo em linguagem cinematográfica.
    Em um mix brilhante entre música, espiritualidade e a vida, a Pixar encontra uma forma surpreendentemente madura de falar sobre sentido e propósito (ou a falta dele). O filme não se limita à fábula metafísica, já que também investiga o que acontece quando o sonho da vida inteira finalmente chega, e ainda assim não basta. Em vez de tratar a existência como destino, Soul a desloca para outro lugar: o da experiência, do olhar e da centelha que não cabe num plano de carreira.No episódio 32 do Cinematografia Podcast, Flávia Arielo, Fernando Geloneze e Jason Baroni analisam Soul, passando por sentido de vida, linguagem visual e maturidade temática na Pixar.

    🎥 Neste episódio, a conversa passa por:
    * O sentido de vida como impasse, não apenas depois da morte, mas antes mesmo de nascer.
    * O livre-arbítrio como tensão entre destino, centelha e escolha individual.
    * O jazz como linguagem.
    * A direção de arte de Nova York, cheia de textura, luz e ultra-realismo sem cair no vale da estranheza.
    * O espaço metafísico como invenção visual, a partir do cubismo, surrealismo e abstração.

    💬 E para você: Soul funciona mais como filme sobre vocação, sobre a beleza de estar vivo, ou sobre a ilusão de que uma vida pode caber num único propósito? Conta nos comentários.

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    Cinema e Sentido de Vida | Ep. 31 | Cinematografia

    15/03/2026 | 1h 23min
    E se o cinema for capaz de impedir que a vida seja esvaziada de sentido?
    Esse é o mote e guia do episódio 31 do Cinematografia Podcast, onde o tema “cinema e sentido de vida” aparece menos como autoajuda e mais como impasse filosófico: entre Sartre, Bergman, algoritmo, curadoria e experiência estética, a conversa pergunta o que ainda pode nos orientar quando o mundo oferece excesso de estímulo e escassez de sentido. Não por acaso, filmes como Preciosa, Morangos Silvestres, 2001: Uma Odisseia no Espaço, Sangue Negro, Donnie Darko, Robocop e Ikiru surgem como obras que não apenas representam a vida, mas reorganizam a forma como a gente a percebe.

    Nesse episódio Flávia Arielo, Fernando Geloneze e Jason Baroni examinam como o cinema pode construir sentido em meio à contingência, à fragmentação algorítmica e à necessidade humana de se reconhecer em histórias, personagens e imagens.

    🎥 Neste episódio, a conversa passa por:

    * A vida como contingência e o cinema como forma de suportar o que não se explica.
    * O algoritmo como oráculo e a curadoria humana como gesto de liberdade.
    * A arte como refúgio e a experiência estética como resistência ao esvaziamento.
    * Os filmes como formação e a memória cinéfila como educação sentimental.
    Lista de obras citadas no episódio:
    Flávia Arielo
    A História Sem Fim - Wolfgang Petersen (1984)
    Labirinto - Jim Henson (1986)
    Buena Vista Social Club - Wim Wenders (1999)
    Magnólia - Paul Thomas Anderson (1999)
    Morangos Silvestres - Ingmar Bergman (1957)
    O Sétimo Selo - Ingmar Bergman (1957)
    Muito Além do Jardim - Hal Ashby (1979)
    Festim Diabólico - Alfred Hitchcock (1948)

    Fernando Geloneze
    Curtindo a Vida Adoidado - John Hughes (1986)
    Der Himmel über Berlin / Asas do Desejo - Wim Wenders (1987)
    Ainda Estou Aqui - Walter Salles (2024)
    RoboCop - Paul Verhoeven (1987)
    Matrix - Lana Wachowski e Lilly Wachowski (1999)
    O Show de Truman - Peter Weir (1998)
    A Felicidade Não Se Compra - Frank Capra (1946)
    A Vida é Bela - Roberto Benigni (1997)
    A Árvore da Vida - Terrence Malick (2011)
    21 Gramas - Alejandro González Iñárritu (2003)

    Jason Baroni
    Vidas Passadas - Celine Song (2023)
    Donnie Darko - Richard Kelly (2001)
    Nostalgia - Andrei Tarkovsky (1983)
    Melancolia - Lars von Trier (2011)
    Blade Runner - Ridley Scott (1982)

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    O Morro dos Ventos Uivantes: É Uma História de Amor? | Cinematografia | Sessão Extra

    07/03/2026 | 1h 20min
    Há amores que o cinema tenta domesticar, e há obras como O Morro dos Ventos Uivantes, de Emily Brontë, que continuam lembrando que desejo, classe e violência histórica nunca couberam direito numa história de amor “bonita”.

    Nesta sessão extra do Cinematografia Podcast, Flávia Arielo e Jason Baroni comparam as muitas adaptações de Wuthering Heights a partir de um ponto decisivo: o que acontece quando o cinema suaviza a brutalidade romântica, apaga a questão racial de Heathcliff ou troca tempestade moral por verniz estético? Nessa discussão você encontra o romantismo gótico, a herança da literatura do século XIX e o contraste entre as versões de Andrea Arnold e Emerald Fennell, ou seja, uma grande conversa sobre linguagem, história e leitura.

    🎥 Neste episódio, a conversa passa por:
    •⁠ ⁠O romantismo sombrio como chave para entender amor, tragédia e excesso.
    •⁠ ⁠Heathcliff negro como centro moral, social e histórico da narrativa.
    •⁠ ⁠A natureza em cena como vento, ruído e matéria de sentimento.
    •⁠ ⁠Andrea Arnold e a câmera opressiva como tradução sensorial do livro.
    •⁠ ⁠Emerald Fennell e o risco de reduzir a obra a impulso e superfície.
    •⁠ ⁠As adaptações de Wuthering Heights como espelho das épocas que as filmam.

    💬 E para você: O Morro dos Ventos Uivantes funciona melhor como história de amor, tragédia social ou estudo de obsessão? Conta nos comentários.

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    Curtindo a Vida Adoidado: 40 anos da filosofia de Ferris Bueller | Cinematografia | Ep 30

    28/02/2026 | 1h 32min
    Curtindo a Vida Adoidado (1986) completa 40 anos, e o Cinematografia Podcast (EP. 30) discute por que Ferris Bueller ainda funciona, e hoje, talvez mais forte do que nunca, apresenta uma filosofia própria: a de que a vida passa rápido demais para ser vivida no automático.
    O diretor John Hughes filma a adolescência como quem filma um manifesto leve — e, ao mesmo tempo, uma carta de amor a Chicago. No caminho, o trio encara o filme além da nostalgia de Sessão da Tarde: o que era liberdade num mundo analógico… e o que seria “matar aula” no mundo contemporâneo, capturado por notificações, métricas e performance?
    🎥 Neste episódio, a conversa investiga:
    - A proposta do filme como um Carpe Diem sem romantização.
    - Anos 80, cultura pop e retromania: por que a gente volta tanto para esse imaginário?
    - O analógico em cena (telefonemas, fitas, ausência de celular) e como isso muda a própria narrativa.
    - Ferris como personagem… ou como “força” que transforma todo mundo ao redor.
    - Cameron, medo, família e maturidade: onde o filme realmente “cresce”.
    - A escola como vilã — e o argumento incômodo: hoje o vilão talvez seja o algoritmo.
    - A cinematografia tão peculiar do filme: a quebra da quarta e o nascimento das cenas pós-créditos.

    💬 E você: Curtindo a Vida Adoidado é comédia adolescente, fábula existencial ou nostalgia com substância?
    Conta nos comentários.

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    Os Sete Samurais: Akira Kurosawa e a fundação do de herói

    23/02/2026 | 1h 44min
    No episódio 29, o Cinematografia volta aos clássicos e apresenta uma obra-prima do diretor japonês Akira Kurosawa: “Os Sete Samurais”, de 1954. Nosso trio Flávia Arielo, Fernando Geloneze e Jason Baroni revisita esse filme que reescreveu a gramática do épico o transformou o cinema de ação ao inventar a ideia de “time de salvação”.

    A análise parte de uma pergunta incômoda: o que sustenta um samurai quando a moral não garante recompensa, e a vitória cobra o seu próprio preço?

    🎥 Discussões neste episódio:

    Cinema japonês e contexto histórico: castas, dever, mito fundador e a moral como motor narrativo.

    Os Sete Samurais como matriz do “grupo reunido contra o impossível”, e como isso ajudou a criar uma fórmula hollywoodiana.

    Conflito de classe: samurais, camponeses e o abismo social que o filme não romantiza.

    Linguagem cinematográfica de Kurosawa: enquadramentos “pintados” nos primeiros atos e câmera em movimento na batalha.

    Personagens e fisicalidade: Toshiro Mifune é um terremoto humano que rouba a cena, enquanto Takashi Shimura representa a liderança como disciplina.

    Influências e reverberações: de releituras no faroeste (e o caso Sergio Leone) às pontes com o cinema pop.

    #CinematografiaPodcast #AkiraKurosawa #SeteSamurais #CinemaJapones #HistoriaDoCinema

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Sobre Cinematografia Podcast

Reflexões sobre a escrita do cinema. Com Flavia Arielo, Fernando Geloneze e Jason Baroni.
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