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Engenharia Científica

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  • Engenharia Científica

    #215 SUSTENTABILIDADE: UM INVESTIMENTO QUE RETORNA

    22/09/2026 | 46min
    Com a Metasul: tem obra que não se ganha mais sem selo, e linha de crédito que não sai sem pegada de carbono medida. Este episódio é sobre o que existe por trás das certificações de uma cobertura metálica — e sobre a conta que faz esse investimento voltar.

    Murillo Braghin e Leonardo Negrão recebem Alexandre Riss, da Metasul, e Diogo Nemésio, da Marko, para percorrer as quatro certificações do sistema Roll-on — ICC, UL, X-Carb e FM Global — passando por rastreabilidade, aço de emissão reduzida, crédito de carbono e a carga de vento que a seguradora exige.

    📌 NO EPISÓDIO

    • FM Global: em Londrina a NBR pede entre 100 e 150 kg/m²; a certificação leva a estrutura a 460 kg/m² — vento acima de 300 km/h

    • X-Carb: o aço de emissão reduzida da ArcelorMittal chega gravado peça a peça e vira crédito de carbono do cliente final — e já saiu obra com o sistema 100% X-Carb

    • Rastreabilidade: QR code em cada peça, bobina mãe e um memorial de mais de 300 páginas que diz até como descarregar o caminhão

    • Sustentabilidade que não vem de selo: uma água só e 1% de inclinação eliminam prumada, galeria e escavação — o que não se constrói também não emite

    ⏱️ CAPÍTULOS

    00:00 Abertura
    01:01 O tema de hoje: certificação
    03:08 As quatro: ICC, UL, FM Global e X-Carb
    05:13 ICC: certifica o conjunto, não a peça solta
    08:21 Por que gambiarra em obra derruba o certificado
    10:33 Rastreabilidade peça a peça: QR code e bobina mãe
    12:35 X-Carb: o aço de emissão reduzida da ArcelorMittal
    14:37 A obra 100% X-Carb, da usina ao canteiro
    15:38 Onde a conta é feita: forno, beneficiamento e transporte
    17:41 Fábrica sem faísca: sem solda e sem corte abrasivo
    19:47 Fábrica e dealer: o que a Metasul herda da Marko
    20:48 Crédito de carbono até o cliente final
    21:49 O X-Carb custa mais caro?
    23:53 Sustentabilidade virou exigência, não opção
    24:53 Além do selo: o que o projeto deixa de consumir
    31:00 O lado social do ESG: 90% da montagem no térreo
    32:01 1% de inclinação e uma água só
    34:06 UL: durabilidade, galvanizado e pintura
    36:11 FM Global: a seguradora que vira critério de projeto
    38:15 Vento de 3 a 4 vezes o que a NBR pede
    39:16 Obra Max, em Londrina: FM Global na prática
    40:18 De 100–150 kg/m² para 460 kg/m²
    41:20 Acima de 300 km/h — e o que isso não significa
    42:21 Menos sinistro, seguro mais barato
    45:24 Encerramento

    👥 PARTICIPANTES

    Murillo Braghin — Host · Eng. Civil · @murillobraghin
    Leonardo Negrão — Cohost · Eng. Civil · @leonegraojr
    Alexandre Riss — Eng. Civil · CEO da Metasul · @rissalexandre
    Diogo Nemésio — Eng. Civil · Desenvolvimento de produtos, Marko · @nemesiodiogo

    🎬 A SÉRIE METASUL

    #208 Tudo sobre o sistema de cobertura Roll-on — abre a série: ouvir

    #211 Da fábrica ao canteiro: como essa tecnologia chega na sua obra — ouvir

    #213 Sua estrutura aguenta o clima que vem aí? — ouvir

    🔧 TECNOLOGIA DO EPISÓDIO

    Sistema Roll-on, da Marko — @marko_rollon

    🤝 PARCEIRO DA TEMPORADA

    Metasul — @metasul_estruturas · metasul.eng.br

    🎧 Ouça agora e explore mais em:
    engenhariacientifica.com.br
  • Engenharia Científica

    #214 O ERRO QUE FAZ SEU NEGÓCIO SUMIR DO MAPA DO GOOGLE

    17/09/2026 | 48min
    Faça um teste: pesquise no Google o que a sua empresa vende e veja em que posição ela aparece. Se o concorrente do outro lado da cidade vem antes — ou se você não aparece — o problema não é o mercado.

    Este é o quinto de doze episódios em parceria com a ANPEA e o CREA-PR. Murillo Braghin e Leonardo Negrão recebem Fabiano e Felipe, da GoPly, plataforma de automação para Google Meu Negócio, para falar do que o engenheiro não aprendeu na faculdade: aparecer para quem já está procurando o serviço dele.

    📌 NO EPISÓDIO
    • NAP — nome, endereço e telefone idênticos no site, no Instagram e no Google. Divergiu, o Google mostra o concorrente
    • Ligue o GPS antes de fotografar: a coordenada na imagem prova ao Google que o lugar existe
    • Peça a avaliação com a palavra-chave que você quer ranquear — "a reforma ficou rápida" vale mais que "excelente profissional"
    • Nota 4,9 é mais confiável que 5,0: nota perfeita com poucas avaliações parece combinada
    • Avaliação negativa se responde em 24h — e a resposta é para quem vai ler depois, não para quem reclamou
    • Antes de ser engenheiro, você é empresário: a formação ensina a projetar, não a ser encontrado

    ⏱️ CAPÍTULOS
    00:00 Abertura
    01:00 O tema: Google Meu Negócio em 2026
    03:09 "É só preencher a ficha?" — a analogia da fundação
    05:11 NAP: nome, endereço e telefone idênticos em todo lugar
    06:12 Quando os dados não batem, o Google mostra o concorrente
    07:14 Até a IA pesquisa no Google antes de recomendar alguém
    11:15 O engenheiro que não aprendeu a empreender
    13:18 "O mercado está ruim" — ou falta saber se posicionar
    14:20 O que é a GoPly (e sim, existe postagem no Google Meu Negócio)
    15:20 A IA que responde avaliação em até uma hora
    17:23 O teste: pesquise seu produto de dentro da sua própria empresa
    18:24 "Roupas perto de mim" e o concorrente que aparece na frente
    19:26 Ligue o GPS: a foto com coordenadas prova que o lugar é real
    22:29 Na era da IA, foto real vende mais que foto bonita
    24:43 "Se não der para ser bonito, que seja real"
    27:51 Proeminência: reputação é pilar de ranqueamento
    28:51 Peça a avaliação com a palavra-chave que você quer ranquear
    32:55 Traduzindo para engenharia: a reforma rápida como porta
    36:59 Avaliação negativa é dinamite — e 4,9 vale mais que 5,0
    39:00 Responder em 24h: empatia, profissionalismo e disponibilidade
    41:02 A resposta não é para quem reclamou, é para quem vai ler
    45:09 Encerramento

    👥 PARTICIPANTES
    Murillo Braghin — LinkedIn · @murillobraghin
    Leonardo Negrão — LinkedIn · @leonegraojr
    Fabiano — @fabiano.mrtns · sócio da GoPly
    Felipe — @felippeemanoel · sócio da GoPly

    🎬 A SÉRIE ANPEA & CREA
    #207 Comunicação para quem é travado?
    #209 A verdade sobre o Super El Niño — ouvir
    #210 IA e engenharia: do campus ao mercado
    #212 Por que tanto engenheiro se forma e vai fazer outra coisa

    🔧 FERRAMENTA DO EPISÓDIO
    GoPly — @goply.ai · goply.com.br

    🤝 PARCEIROS DA TEMPORADA
    ANPEA — @anpea_pr · anpea.org.br
    CREA-PR — @creaparana · crea-pr.org.br

    🎧 Ouça agora e explore mais em:
    engenhariacientifica.com.br
  • Engenharia Científica

    #213 SUA ESTRUTURA AGUENTA O CLIMA QUE VEM AÍ?

    15/09/2026 | 49min
    Com a Metasul: o mapa de ventos que a engenharia brasileira usa é de 1988. A norma foi revisada em 2023 e as curvas continuam praticamente as mesmas — enquanto a rajada que era para acontecer uma vez a cada 50 anos vem acontecendo com muito mais frequência. Este episódio é sobre projetar cobertura para um clima que já mudou.

    Murillo Braghin e Leonardo Negrão recebem Alexandre Riss, da Metasul, e Diogo Nemésio, da Marko, para falar de vento, chuva, granizo e calor sobre grandes coberturas — passando pelo tornado de Rio Bonito do Iguaçu, por ensaio em túnel de vento, simulação CFD e pela certificação FM Global.

    📌 NO EPISÓDIO

    • Rio Bonito do Iguaçu, 2025: ventos acima de 300 km/h e 80% da cidade atingida — o concreto de pé e os telhados arrancados

    • Por que o mesmo vão projetado no centro da cidade não serve no descampado: rugosidade, talude e efeito de vizinhança

    • FM Global: dimensionar acima de 300 km/h custa cerca de 5% a mais no Roll-on, contra 30% a 40% no convencional

    • Granizo: o Brasil não tem norma, e a sobrecarga que se usa hoje (25 kg/m², da NBR 6120) pode ficar perto do limite

    ⏱️ CAPÍTULOS

    00:00 Abertura
    01:35 Rio Bonito do Iguaçu: 80% da cidade atingida por um tornado
    03:50 O telhado sem projeto — e a norma que não acompanhou
    04:30 Isopletas de 1988: o vento de "uma vez a cada 50 anos"
    06:11 De 30 m/s no Nordeste a 50 m/s no Sul
    08:25 Mais estações medindo hoje: atualizar a norma pode até baratear
    10:30 Efeito de vizinhança: o entorno monitorado por satélite
    11:25 O mesmo vão no centro e no descampado não é o mesmo projeto
    14:00 Talude, aeroporto e lago: onde o vento chega sem freio
    15:00 Túnel de vento e CFD: simular antes de construir
    18:20 Aberturas, pressão interna e o limite de 100% do perfil
    23:30 FM Global: a seguradora que majora a ação do vento
    24:47 Acima de 300 km/h por 5% a mais, não por 40%
    26:00 Classe 90: o ensaio de sucção na câmara da FM
    26:55 Por dentro do sistema: banzos, travessas e o tirante
    29:50 Chuva: enchentes, calha e o pano máximo de cada telha
    31:30 Mudou o regime: o mesmo volume de chuva em menos tempo
    33:20 300 mm em uma hora dariam 3 cm de lâmina
    36:40 Granizo: o que o México enfrenta e o Brasil não normatiza
    40:29 Microbursts e downbursts: o fenômeno que mais cresce
    42:24 Análise 3D e as reações que vão para o projetista
    45:33 Ondas de calor e a dilatação que o transpasse resolve
    48:30 Encerramento

    👥 PARTICIPANTES

    Murillo Braghin — Host · Eng. Civil · @murillobraghin
    Leonardo Negrão — Cohost · Eng. Civil · @leonegraojr
    Alexandre Riss — Eng. Civil · CEO da Metasul · @rissalexandre
    Diogo Nemésio — Eng. Civil · Desenvolvimento de produtos, Marko · @nemesiodiogo

    🎬 A SÉRIE METASUL

    #208 Tudo sobre o sistema de cobertura Roll-on — abre a série: ouvir

    #211 Da fábrica ao canteiro: como essa tecnologia chega na sua obra — ouvir

    🔗 CITADO NESTE EPISÓDIO

    #209 A verdade sobre o Super El Niño — ouvir

    🔧 TECNOLOGIA DO EPISÓDIO

    Sistema Roll-on, da Marko — @marko_rollon

    🤝 PARCEIRO DA TEMPORADA

    Metasul — @metasul_estruturas · metasul.eng.br

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  • Engenharia Científica

    #212 POR QUE TANTO ENGENHEIRO SE FORMA E VAI FAZER OUTRA COISA?

    11/09/2026 | 44min
    Itambaracá tem 5.900 habitantes. Rafael se formou, entrou pelo Mais Engenharia e foi parar na prefeitura de uma cidade desse tamanho — onde ele conta que, de engenheiro civil no mercado, tem ele e mais um, que preferiu outro ramo.

    Este é o quarto de doze episódios em parceria com a ANPEA e o CREA-PR. Rafael, engenheiro civil e bolsista do programa em Itambaracá, e Everton, engenheiro civil, diretor de obras do município e supervisor do programa, contam como é sustentar a engenharia de uma prefeitura de cidade pequena — onde a obra acaba sendo tocada por técnico porque não há engenheiro disponível.

    🏗️ Os números do programa, lidos no ar do site do CREA-PR: 50 municípios, mais de 30 projetos, R$ 90 milhões em investimentos, 50 engenheiros bolsistas (25 homens e 25 mulheres), 50 supervisores e 100 computadores.

    E o que saiu disso em Itambaracá: um parque público de 10 mil metros quadrados numa antiga associação desativada, com reflorestamento de fundo de vale, concha acústica e museu a céu aberto. Desenhado em módulos de propósito — para que outro município possa usar só a parte que cabe no terreno dele.

    CAPÍTULOS
    01:00 O que é o Mais Engenharia
    03:02 Itambaracá: 5.900 habitantes, na divisa com São Paulo
    04:07 Recém-formado até 3 anos, 50 municípios
    05:07 Quantos engenheiros civis a cidade tem
    06:07 A evasão de quem se forma e vai fazer outra coisa
    11:13 Voltar para a própria cidade — e quanto paga
    16:17 O prédio abandonado que virou projeto
    21:24 O pré-projeto aprovado e a aposta no turismo
    26:32 Quando engenharia vira receita para o município
    32:39 Fazer projeto no computador de casa
    39:53 O que eles querem mostrar na próxima temporada
    42:58 Encerramento

    👥 PARTICIPANTES
    Murillo Braghin — LinkedIn · @murillobraghin
    Leonardo Negrão — LinkedIn · @leonegraojr
    Rafael — engenheiro civil, bolsista do Mais Engenharia em Itambaracá (PR)
    Everton — @eng.evertonvizoto · engenheiro civil, diretor de obras de Itambaracá (PR) e supervisor do programa

    🤝 PARCEIROS DA TEMPORADA
    ANPEA — @anpea_pr · anpea.org.br
    CREA-PR — @creaparana · crea-pr.org.br

    🎧 Ouça agora e explore mais em:
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  • Engenharia Científica

    #211 DA FÁBRICA AO CANTEIRO: COMO ESSA TECNOLOGIA CHEGA NA SUA OBRA

    09/09/2026 | 44min
    Com a Metasul: o Roll-on é um produto brasileiro, fabricado em Itaguaí (RJ), com 47 anos de estrada.

    Neste episódio o caminho é o do produto: sai da bobina de aço na usina, passa pela fábrica e chega montado no canteiro.

    Murillo Braghin recebe Diogo Nemésio, Alexandre Riss e Fábio Nardi, com vídeo de fábrica e de obra. Como a bobina mãe é cortada, por que o furo vem antes da conformação, e por que dois funcionários em altura bastam para içar 200 m² de uma vez.

    NO EPISÓDIO

    • A primeira empresa do Brasil a usar aço com carbono reduzido — e como esse crédito vira pontuação LEED para o cliente final

    • Por que o projeto começa no corte da bobina: desperdício zero como regra de desenvolvimento

    • Sobrecarga de 150 kg/m² sem estrutura auxiliar embaixo — e a economia de 15% a 20% que vem daí

    • 1.500 a 2.000 m² fechados por dia, com três a quatro pessoas no canteiro

    • Água a 1% de inclinação: por que ela escorre em vez de empoçar, e por que não entra selante no sistema

    CAPÍTULOS

    00:00 Abertura
    01:10 Um produto brasileiro de 47 anos, fabricado em Itaguaí
    02:00 Da bobina mãe ao corte: por que a peça nasce no aproveitamento
    04:07 Aço com carbono reduzido, crédito de carbono e selos ambientais
    06:08 Sobrecarga: o que a norma pede e o que o sistema entrega
    08:10 Malha estrutural a cada 1,20 m: viga, não terça
    10:13 O custo escondido de fazer estrutura embaixo da estrutura
    14:17 Padronização: poucas peças, montador treinado, canteiro organizado
    16:18 Produtividade real: metros quadrados por dia
    22:28 Vãos acima de 33 metros e o passo que muda de 1,20 para 1 metro
    26:35 A água a 1%: calha, ruído e o que acontece na telha convencional
    28:39 Por que não existe selante no sistema
    30:41 Manta, lã de rocha e certificação de incêndio
    34:46 Ventilação natural e conforto térmico embaixo da cobertura
    36:48 Içamento: dois funcionários em altura, 200 m² por vez
    42:54 Montador sobre o próprio plano, linha de vida e 1.200 m² em três dias

    PARTICIPANTES

    Murillo Braghin — Host · Eng. Civil
    @murillobraghin

    Diogo Nemésio — Eng. Civil · Gerente de desenvolvimento de produtos da Marko
    @nemesiodiogo

    Fábio Nardi — Eng. mecânico · Superintendente comercial da Marko
    @fabio_antonio_nardi

    Alexandre Riss — Eng. Civil · CEO da Metasul
    @rissalexandre

    A SÉRIE METASUL

    #208 Tudo sobre o sistema de cobertura Roll-on
    O primeiro da série, onde o sistema é apresentado.

    PARCEIRA DA TEMPORADA

    Metasul — @metasul_estruturas · metasul.eng.br

    O sistema Roll-on é da @marko_rollon.

    Ouça e acompanhe o Engenharia Científica: @engenharia.cientifica · engenhariacientifica.com.br
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Generated: 9/23/2026 - 7:18:20 PM