50 episódios
- Depois de acabar com o inventário de protector solar do nosso Grupo Par(a)lamentar, os do costume juntaram-se para olhar para sucedido ao longo da silly season e definir uma estratégia de RENtrada no ritmo sincopado do mundo político.
Este encontro teve de tudo um pouco: mudanças de clube (ou pelo menos, empréstimos); admissão de ignorância perante a interessantíssima Segurança Social; uma Revolução que abanou as estruturas de poder da nossa organização; uma reflexão crítica "very typical" sobre o estado do jornalismo e o Jornalismo de Estado e, como habitual, as lamentações mais longas de qualquer podcast no país.
Como sempre, prometemos nada resolver e tentar, se a agenda permitir, voltar daqui a quinze dias. Podes ouvir-nos, nas plataformas do costume.
Grafismo: @_eight_lab - Ah pois é. Afinal, também o Grupo Par(a)lamentar tem um Governo Sombra. E, já agora, uma estratégia para resolver os problemas no Ministério da Educação e nos Exames Nacionais.
Não, os nossos deputados não-eleitos não passaram os últimos dias enfiados na Casa da Moeda a digitalizar milhares de milhões de alíneas de milhares de milhões de exames nacionais. Mas aqui ou ali, temos uma sugestão. É acabar com os exames, ou parafraseando uma das mentes de excelência da política nacional: "mandá-los para a terra deles!"
Qual é a, afinal, a relação entre José Sócrates e Fernando Alexandre e porque é que o país parece sempre tropeçar naquele tão famoso ditado nacional "a reforma proibida é a mais apetecida"?.
Com a ajuda de um batalhão de estagiários da Deloitte, e para dar à dona Cátia da Secretaria outros temas para marcar o início do verão, o Grupo Par(a)lamentar mergulha de cabeça na história dos Estados Unidos da América.
Recorremos, com uma profundida sem precedentes, a várias (demasiadas diria) referências a Bob Dylan, para tentarmos encontrar a alma norte-americana, que está desaparecida em combate.
Grafismo: _eight_lab - Falhando as promessas de encontros quinzenais, o Grupo Par(a)lamentar voltou a reunir para discutir tudo menos a prestação da Selecção Nacional Masculina no Mundial de Futebol.
Num episódio garantidamente não pago pela União Europeia, mas que talvez tenha um investimento da Betano, os deputados do costume discutiram o chumbo do Pacote Laboral, a discussão à volta da Prestação Social Única e ainda houve tempo para louvar extremismos políticos do século passado.
Para isto e pouco mais, podes sempre ouvir os episódios que talvez surjam de quinzena a quinzena.
Grafismo: @_eight_lab - A lua cheia faz o Grupo Par(a)lamentar voltar a reunir os seus deputados não eleitos, que voltam a chegar tarde e a más horas, e com poucas ou nenhumas soluções para apresentar.
Dizem por aí que o fruto proibido é o mais apetecido. Para saber se assim é, o Governo da República Portuguesa decidiu levar mesmo a nova lei laboral ao Parlamento, apesar das (muitas) vozes que dizem que não querem para nada o pacote do Luís.
É ainda com o sabor amargo do resultado da final da Taça de Portugal nos lábios, que lamentamos todas as comparações que são feitas neste episódio ao Torreense e a André Ventura, assim como todos os conselhos que damos a Luís Montenegro, na véspera de mais um debate quinzenal: sr primeiro-ministro, o melhor pode mesmo ser atirar-se para o chão e pedir para ser substituído.
E, claro, como esquecer a cara que é capa do nosso episódio. Paulo Rangel dá ao país mais uma verdadeira lição de aquilo que alguns dizem ser a verdadeira “diplomacia de pau mole”.
O Grupo Par(a)lamentar tenta reunir-se de 15 em 15 dias (mas falha redondamente). Todos os episódios estão disponíveis nas plataformas de podcast - "Power to the people!" ou, então, "Power of the people!"... Não, nada disso resulta. Entre umas eleições na Hungria que, para muitos, significam o regresso de uma democracia como aquelas que se quer no ocidente; uma guerra no oriente próximo que nos coloca por estreitos caminhos graças ao memorável líder que se senta numa sala oval; e as celebrações de uma revolução que nos é muito querida, os membros do Grupo Par(a)lamentar acharam por bem ter uma pequena e rara conversa à volta de uma ideia ubíqua, mas não inócua - a democracia.
Sem tentar resolver nada, os três mosqueteiros aproveitaram a ausência do nosso jornalista de serviço e moderador estalinista para fugir à prisão das atualidades. Nada como um dia do trabalhador, para apresentarmos as nossas reivindicações.
Esperemos que, daqui a quinze dias, já se reúna a equipa toda e que, democraticamente, consigamos mudar algo para que tudo possa ficar na mesma.
Grafismos: @eight_lab_
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Sobre Grupo Par(a)lamentar
É uma conversa como de costume, mas desta vez com os microfones ligados. Sabem tanto como qualquer outro, mas, de 15 em 15 dias, Francisco Fernandes, João Leiria, João Gama e Manuel Carvalho reúnem-se para divagar, esmiuçar, e lamentar, mas, acima de tudo, nada resolver.
Não queremos fazer. Viemos apenas arrastar os pés.
Este é o nosso Grupo Par(a)lamentar.
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