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Igreja Batista da Borda do Campo

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    Pregações 356 - A nova identidade em Cristo não negocia seus valores com a sociedade sem Deus

    19/10/2026 | 41min
    Série: Cidadania cristã
    Tema: A cidadania cristã é exercida a partir da consciência de quem somos em Cristo e para que fomos chamados, vivendo de forma responsável em uma sociedade que não reconhece Cristo como Senhor.
    Pregador: Átila da Silva
    Referências Utilizadas
    1 Pedro 1.1–2
    1 Pedro 1.10
    1 Pedro 2.4–5
    1 Pedro 2.9–10
    Principais Tópicos
    1. O cristão pertence a outro Reino, mas vive neste mundo
    O cristão é estrangeiro e peregrino, mas não está ausente da sociedade.
    Ser diferente não significa ser indiferente ao lugar onde Deus nos colocou.
    A cidadania cristã envolve uma presença responsável e participativa na sociedade.
    O cristão é chamado a viver entre dois mundos, reconhecendo sua cidadania no Reino de Deus.
    2. A identidade cristã tem origem em Deus
    Pedro chama os cristãos de eleitos e forasteiros.
    Ser forasteiro descreve uma situação transitória; ser eleito revela a verdadeira identidade.
    A identidade cristã não depende das circunstâncias sociais, políticas ou da aceitação das pessoas.
    A identidade do cristão tem origem na ação de Deus.
    Pai, Filho e Espírito Santo estão envolvidos no processo de redenção e formação dessa identidade.
    3. As circunstâncias não definem quem somos
    Experiências familiares, traumas, rejeições, limitações e relacionamentos podem distorcer a percepção sobre quem somos.
    Sentimentos e experiências não são referências confiáveis para determinar nossa identidade.
    A identidade verdadeira está fundamentada em Cristo.
    Compreender a história da redenção ajuda o cristão a enxergar a ação de Deus também em sua própria história.
    4. Somos povo de Deus
    Pedro apresenta os cristãos como geração eleita, sacerdócio real, nação santa e povo de propriedade exclusiva de Deus.
    Essa identidade produz pertencimento e acolhimento em Deus.
    Como sacerdócio real, o cristão pertence ao Rei e vive sob seu governo.
    A cidadania cristã não é definida pelo ambiente, pelas circunstâncias ou pelas pressões da sociedade.
    5. A identidade cristã possui uma finalidade
    A identidade recebida de Deus está ligada a um propósito.
    O povo de Deus é chamado para proclamar as virtudes daquele que o chamou das trevas para a sua maravilhosa luz.
    Essa proclamação envolve anunciar quem Deus é e o que Ele fez.
    A vida do cristão deve comunicar o caráter de Deus e os efeitos de sua ação.
    Em lugar de uma vida marcada por queixas, reivindicações e acusações, o cristão é chamado a expressar gratidão pelo que Deus realizou.
    6. Cidadãos de outro Reino são chamados a viver sua missão
    O cristão vive em uma sociedade que pode não reconhecer Cristo como Senhor.
    Mesmo diante de tensões, injustiças e valores contrários à fé cristã, sua identidade permanece fundamentada em Deus.
    A cidadania cristã envolve responsabilidade diante da sociedade e fidelidade ao Rei.
    O cristão é chamado a tornar conhecida a misericórdia de Deus e a proclamar aquilo que Ele realizou em sua vida.
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    #CidadãosDeOutroReino #CidadaniaCristã #EntreDoisMundos #IdentidadeEmCristo #PovoDeDeus #ReinoDeDeus #MissãoCristã #PrimeiraCartaDePedro
  • Igreja Batista da Borda do Campo

    Pregações 355 - Em busca do tesouro perdido

    19/10/2026 | 21min
    Série: Culto Especial do Dia das Crianças
    Tema: O verdadeiro tesouro é o relacionamento com Deus, encontrado por meio de Jesus.
    Pregador: Átila da Silva
    Referências Utilizadas
    Mateus 13.44–46
    Salmo 119
    João 16.13
    Mateus 5.16
    Jeremias 33.3
    Provérbios 17.17
    Principais Tópicos
    1. O verdadeiro tesouro
    Jesus utilizou parábolas para ensinar sobre o valor do Reino de Deus.
    O verdadeiro tesouro vale mais do que dinheiro, brinquedos, presentes ou qualquer bem material.
    O maior tesouro é o relacionamento com Deus.
    2. A Bíblia é o mapa
    A Palavra de Deus mostra o caminho para o verdadeiro tesouro.
    A Bíblia orienta como viver e conduz as pessoas no caminho de Deus.
    É necessário buscar na Palavra aquilo que precisamos para viver.
    3. O Espírito Santo é a bússola
    O Espírito Santo orienta a vida e conduz à verdade.
    É necessário discernir o que é verdadeiro e o que é falso.
    A orientação do Espírito Santo ajuda nas decisões e escolhas da vida.
    4. A luz representa as boas ações
    As boas ações de amor iluminam a vida de outras pessoas.
    Ao fazer o bem, o cristão reflete a luz de Deus.
    Pequenas atitudes de ajuda e cuidado podem demonstrar o amor de Deus.
    5. A oração é a comunicação com Deus
    A oração é uma forma de conversar com Deus e desenvolver amizade com Ele.
    Deus ouve aqueles que clamam a Ele.
    A resposta de Deus nem sempre é aquilo que desejamos, mas aquilo que precisamos.
    A oração expressa confiança no amor e no cuidado de Deus.
    6. A amizade com outros cristãos fortalece
    A amizade com pessoas que amam a Jesus ajuda na caminhada cristã.
    Amigos verdadeiros fortalecem e ajudam nos momentos de dificuldade.
    A comunhão com outros cristãos contribui para permanecer firme no caminho de Deus.
    7. Jesus é a chave para o verdadeiro tesouro
    Jesus é apresentado como a chave para o relacionamento pessoal com Deus.
    Por meio de Jesus, a pessoa pode encontrar o caminho de volta para Deus.
    O relacionamento com Deus não é apresentado como mera religião, mas como uma relação pessoal de Pai e filho.
    A mensagem convida aqueles que ainda não receberam Jesus a se arrependerem e entregarem sua vida a Ele.
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    Pregações 354 - Cidadãos de outro Reino

    11/10/2026 | 32min
    Série: Cidadania cristã
    Tema: A cidadania cristã é exercida a partir da consciência de quem somos em Cristo e do propósito para o qual fomos chamados, mesmo vivendo em uma sociedade que não reconhece Jesus como Senhor.
    Pregador: Eduardo Chaves
    Referências Utilizadas
    1 Pedro 1.1–2
    1 Pedro 1.10
    1 Pedro 2.4–5
    1 Pedro 2.9–10

    Principais Tópicos
    1. Nossa identidade tem origem em Deus
    Pedro se dirige aos cristãos como eleitos e forasteiros, distinguindo a identidade deles da situação transitória que enfrentavam.
    Ser forasteiro não significa estar perdido ou abandonado. Antes de qualquer circunstância, os cristãos são escolhidos por Deus.
    A identidade cristã não depende da aceitação social, das circunstâncias políticas ou da iniciativa humana, mas da ação de Deus.
    O Pai, o Espírito Santo e Jesus Cristo estão envolvidos na obra da salvação: o Pai conhece e conduz seu propósito, o Espírito santifica e Cristo purifica pelo seu sangue.
    Essa ação de Deus oferece segurança e encorajamento para permanecer firme mesmo em meio às dificuldades.
    2. As circunstâncias não definem quem somos em Cristo
    Experiências familiares, traumas, rejeições, limitações e relacionamentos difíceis podem distorcer a maneira como enxergamos nossa identidade.
    Sentimentos de inadequação, necessidade de aprovação e medo de ser ferido podem influenciar a maneira como interpretamos a vida.
    Essas experiências não são uma referência confiável para determinar nossa identidade verdadeira.
    Pedro lembra aos cristãos que sua identidade está fundamentada em Deus, e não no passado ou na situação que estão vivendo.
    Compreender a história da redenção nos ajuda a reconhecer a ação de Deus em nossa própria história, inclusive em momentos que antes não compreendíamos.
    3. Somos povo de Deus, mesmo vivendo entre dois mundos
    Pedro identifica os cristãos como geração eleita, sacerdócio real, nação santa e povo de propriedade exclusiva de Deus.
    Em Cristo, os cristãos encontram pertencimento e acolhimento que não dependem da aprovação das pessoas ou da sociedade.
    Como sacerdócio real, pertencem ao Rei e vivem sob seu governo, mesmo em uma sociedade marcada por injustiças e valores contrários aos de Deus.
    Ser cidadão do céu não significa estar ausente da sociedade, mas assumir uma presença responsável e participativa no lugar onde Deus nos colocou.
    4. Nossa identidade tem uma finalidade: proclamar quem Deus é
    Pedro afirma que o povo de Deus foi chamado para proclamar as virtudes daquele que o tirou das trevas e o conduziu à sua maravilhosa luz.
    A identidade cristã está ligada a uma missão: anunciar o caráter de Deus, sua santidade, seu amor, sua misericórdia e seu poder.
    Essa proclamação também comunica o que Deus fez na vida daqueles que foram alcançados por sua graça.
    A experiência da salvação conduz a uma postura de gratidão e testemunho, em vez de uma vida centrada em queixas, acusações e reivindicações.
    Quem reconhece a misericórdia recebida é chamado a tornar conhecida a obra de Deus por meio de suas palavras e de sua vida.

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    Pregações 353 - A Ceia do Senhor: lembrança, comunhão e reflexão

    04/10/2026 | 21min
    Série: Ceia do Senhor
    Tema: A Ceia do Senhor é um memorial do sacrifício de Jesus que nos conduz à comunhão com Cristo e com os irmãos, e ao exame sincero do nosso coração.
    Pregador: Luiz Antônio
    Referências Utilizadas
    1 Coríntios 11.23–28
    Principais Tópicos
    1. A Ceia do Senhor é uma lembrança do sacrifício de Cristo
    A Ceia foi instituída pelo próprio Jesus e ordenada para que seus discípulos se lembrassem dele.
    O pão e o cálice apontam para o corpo entregue e o sangue derramado por Cristo em nosso favor.
    Jesus enfrentou acusações falsas, julgamento injusto e a morte na cruz, movido por amor e entrega.
    Por meio do sacrifício de Cristo, somos libertos da condenação do pecado e recebidos na família de Deus.
    A Ceia não é um ritual vazio, místico ou mágico, nem uma forma de obter favores de Deus. Seu foco é Jesus e sua obra na cruz.
    2. A Ceia do Senhor expressa comunhão com Cristo e com os irmãos
    A partilha do pão e do cálice representa a união dos cristãos com Cristo e entre si.
    A comunhão envolve participação, compartilhamento e unidade espiritual na comunidade de fé.
    A Ceia fortalece os laços de fraternidade e reafirma a identidade da igreja como família de Deus.
    A igreja de Corinto celebrava de maneira contraditória: enquanto alguns tinham fartura, outros passavam fome, e havia divisões entre os irmãos.
    Não é coerente celebrar a comunhão com Cristo enquanto se promove divisão, egoísmo ou falta de amor na comunidade.
    3. A Ceia do Senhor exige reflexão e exame pessoal
    Paulo orienta cada pessoa a examinar a si mesma antes de participar da Ceia.
    Celebrar indignamente está relacionado, no contexto apresentado, à falta de amor, à divisão e à ausência de comunhão no corpo de Cristo.
    O exame pessoal envolve reconhecer erros, identificar mágoas e ressentimentos e avaliar a necessidade de pedir ou liberar perdão.
    A cruz revela a dimensão do perdão recebido e nos confronta quanto à disposição de perdoar o próximo.
    Quando existe a necessidade de reconciliação, somos chamados a buscar a pessoa envolvida e tomar a iniciativa de restaurar o relacionamento.
    A participação na Ceia deve ser acompanhada de arrependimento sincero e de um compromisso com a reconciliação.
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    Pregações 352 - O caminho do Reino na decisão

    20/09/2026 | 42min
    Série: O caminho do Reino: Uma vida alinhada com o coração do Pai
    Tema: Ouvir Jesus exige uma decisão que se revela no caminho escolhido, nos frutos produzidos e na submissão ao governo do Rei.
    Pregador: Marcio Bertolini
    Referências Utilizadas
    Mateus 7.13–29
    Mateus 5
    Mateus 6
    Principais Tópicos
    1. A voz que conduz o nosso caminho
    Somos conduzidos por diferentes vozes: pessoas que amamos, nossos desejos e medos, a cultura, as redes sociais, as ideologias e até a religiosidade.
    A questão central não é ouvir essas vozes, mas decidir quem terá a última palavra sobre nossas vidas.
    Jesus apresenta a porta estreita e a porta larga, mostrando que cada caminho conduz a um destino.
    Entrar pela porta estreita é uma decisão que exige resposta ao Rei, em arrependimento e fé, reconhecendo que a salvação é pela graça, e não por mérito humano.
    2. Discernir as vozes pelos seus frutos
    Jesus alerta sobre os falsos profetas, que parecem ovelhas, mas são lobos devoradores.
    O discernimento exige vigilância, pois nem toda voz que utiliza linguagem bíblica conduz ao coração do Pai.
    Os frutos revelam a raiz: o Reino não consiste em maquiar comportamentos, mas em transformar o coração.
    O fruto esperado é uma vida de obediência e alinhamento aos valores do Reino, e não apenas sucesso, influência ou capacidade de comunicação.
    3. Quem realmente governa a nossa vida?
    Não basta chamar Jesus de Senhor; é necessário fazer a vontade do Pai.
    O problema não está em confessar Jesus como Senhor, mas em professar essa fé sem permitir que ela governe as decisões e a conduta.
    É possível ter vocabulário, história, hábitos e atividades religiosas sem viver em verdadeira submissão ao Rei.
    As realizações ministeriais não substituem uma vida governada por Deus.
    4. O perigo de uma fé apenas de aparência
    Jesus confronta aqueles que apresentam suas atividades religiosas como credenciais, mas cuja vida não corresponde à vontade de Deus.
    A proximidade com a religião não significa, por si só, pertencimento real ao Rei.
    O cristianismo não deve formar espectadores que apenas criticam, terceirizam responsabilidades e esperam que outros sirvam.
    O discípulo coloca a própria vida à disposição de Jesus, reconhecendo que servir também faz parte de sua resposta ao Rei.
    5. Ouvir e praticar: construir a vida sobre a rocha
    Na conclusão do Sermão do Monte, Jesus apresenta o contraste entre a casa construída sobre a rocha e a casa que não possui fundamento resistente.
    As tempestades revelam a diferença entre os fundamentos sobre os quais as casas foram construídas.
    Ouvir os ensinamentos de Jesus exige uma resposta prática: a vida precisa demonstrar aquilo que professamos.
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