Recentemente, me deparei com uma coluna da atriz Ingrid Guimarães no jornal "O Globo" intitulada "Se Jesus estivesse aqui". O texto, que rapidamente viralizou, tenta pintar um Cristo que se amolda perfeitamente ao paladar da nossa cultura atual: um Jesus que "pularia ondas", "tomaria vinho com espíritas" e "meditaria com budistas". À primeira vista, parece uma mensagem de amor e tolerância, mas, quando olhamos de perto, percebemos algo muito mais perigoso.
O que estamos vendo aqui é a tentativa de criar um "Jesus Relativo" — um ícone que não confronta, não transforma e, principalmente, não exige arrependimento. Eu acho curioso, para não dizer trágico, quando figuras públicas que não vivem a realidade do Reino tentam ensinar à Igreja quem é o seu próprio Senhor. A Igreja estuda, segue e serve a Cristo há 2.000 anos. Não precisamos de uma releitura artística para entender o que está escrito de forma absoluta nas Escrituras.
Jesus não é uma ideia positiva que você molda conforme sua conveniência. Ele é O Caminho, a Verdade e a Vida. Ele amava os pecadores? Sim, profundamente. Mas Ele os chamava à Metanoia — uma mudança radical de mente. Ele não se unia ao pecado; Ele libertava as pessoas dele. Dizer que Jesus aceitaria todas as práticas religiosas como caminhos válidos é ignorar Sua própria voz nos Evangelhos e abraçar a heresia universalista.
Além disso, precisamos falar sobre esse ataque sutil à Igreja através da frase: "Amo Jesus, não o fã-clube". Entenda: a Igreja é o Corpo de Cristo. Ela é imperfeita, sim, porque é composta por nós, mas ela é a Noiva que Ele virá buscar. Não existe relacionamento com o Rei enquanto você despreza o Seu Reino e a Sua família.
Neste vídeo, eu quero pontuar por que esse discurso "simpatizante" de Jesus é, na verdade, uma negação de quem Ele realmente é. É hora de pararmos de caçar opiniões em colunas de jornal e voltarmos para a Bíblia. Jesus não vai mudar para se adequar a nós; somos nós que precisamos ser transformados por Ele.
Assista, reflita e compartilhe. Não podemos ficar calados enquanto tentam relativizar o Absoluto.