217 episódios
- Paciente mulher, de 34 anos, soropositiva, mãe de dois filhos(sem carga viral) e esperando o terceiro e com carga viral menor do que o limite de detecção.Ultrassom e exames morfológicos dão normal, usa AZT intravenoso no parto.
O bebê tem carga viral de 1.200 cópias/mL na primeira sorologia, síndrome de Down e má formação cardíaca.
O que você faria?
Neste episódio do InfectoCast, o Dr. Mauro Schechter e o Dr. Ricardo Diaz discutem as probabilidades e perspectivas desse caso.
Um episódio essencial para quem busca interpretar a carga viral do HIV e os cuidados com a mãe e as crianças. - Candida não chama mais Candida? Por que algumas espécies de leveduras mudaram de nome e o que isso realmente significa para o diagnóstico e o tratamento das infecções fúngicas?
Neste episódio do InfectoCast, William e João recebem a Dra. Elaine Francisco, biomédica, doutora em Ciências pela UNIFESP e pesquisadora na área de micologia médica, para discutir as mudanças na classificação das leveduras, os avanços da identificação laboratorial e os desafios da resistência aos antifúngicos.
A partir da evolução das ferramentas moleculares e dos métodos de identificação, os especialistas explicam por que espécies antes agrupadas no gênero Candida foram reclassificadas e como essas mudanças impactam a comunicação entre laboratório e equipe assistencial.
A conversa também aborda a importância de reconhecer leveduras menos comuns, os diferentes perfis de sensibilidade aos antifúngicos e os riscos de uma identificação microbiológica imprecisa.
Neste episódio, a gente te conta:
• Por que algumas espécies de Candida foram reclassificadas e quais são os novos nomes de leveduras clinicamente relevantes
• Como os avanços da biologia molecular e do sequenciamento genético transformaram a taxonomia dos fungos
• A diferença entre o nome do agente, o nome da doença e a síndrome clínica causada
• Os desafios da identificação laboratorial e o papel de métodos como MALDI-TOF MS, meios cromogênicos e sequenciamento molecular
• Por que nem toda infecção invasiva por levedura é causada por Candida
• O aumento da preocupação com a resistência ao fluconazol em espécies como Candida parapsilosis
• A importância de reconhecer agentes menos comuns, como Trichosporon, e suas diferenças de sensibilidade aos antifúngicos
• Os desafios relacionados à identificação, à reclassificação e à resistência antifúngica de Candida auris
• Como a comunicação entre laboratório e equipe médica pode contribuir para decisões terapêuticas mais adequadas
Um episódio essencial para quem deseja compreender as mudanças na micologia médica, aprimorar a interpretação dos resultados microbiológicos e reconhecer por que a identificação correta das leveduras pode fazer diferença no manejo das infecções fúngicas invasivas. - Um paciente de 43 anos, em uso de corticoides em altas doses, desenvolve um abscesso após uma injeção intramuscular. Mesmo após múltiplos antibióticos e drenagens, o quadro continua progredindo. Qual diagnóstico você investigaria?
Neste episódio do InfectoCast, William e João recebem a Dra. Fernanda Fonseca, médica pela FMSA e residente em Infectologia pela EPM/UNIFESP, para mais um desafio do quadro Derrube o Expert.
A partir de um caso clínico real, os especialistas constroem o raciocínio diagnóstico diante de uma infecção persistente, marcada por coleções musculares extensas, imunossupressão e achados que levantam a suspeita de uma infecção disseminada.
Neste episódio, a gente discute:
• Quando suspeitar de agentes oportunistas diante de uma infecção que não responde aos tratamentos habituais
• Como o uso prolongado de corticoides pode aumentar o risco de infecções oportunistas
• A importância da investigação de coleções musculares extensas e persistentes
• Por que o acometimento do sistema nervoso central pode ocorrer mesmo sem sintomas neurológicos
•O papel das culturas e da investigação microbiológica na identificação de agentes incomuns
Um episódio essencial para quem deseja aprimorar o raciocínio clínico, reconhecer apresentações atípicas de doenças infecciosas e entender por que, muitas vezes, o diagnóstico exige olhar além das hipóteses mais comuns. - Carga viral detectável em uma pessoa vivendo com HIV e em tratamento antirretroviral significa necessariamente falha terapêutica?
Neste episódio do InfectoCast, o Dr. Mauro Schechter e o Dr. Ricardo Diaz discutem a viremia de baixo grau persistente, suas possíveis causas e os desafios da interpretação da carga viral na prática clínica.
A conversa aborda as diferenças entre blips transitórios e viremia persistente, o impacto da adesão e das interações medicamentosas, além do papel dos reservatórios virais e da expansão clonal de células infectadas.
Você vai aprender:
• Como identificar a viremia de baixo grau e diferenciá-la de um blip viral
• Por que a carga viral pode permanecer detectável durante o tratamento
• Como fatores clínicos e laboratoriais influenciam os resultados
• Quando investigar resistência ou considerar mudanças no esquema antirretroviral
• Quais são as possíveis consequências clínicas da viremia persistente
Um episódio essencial para quem busca interpretar a carga viral do HIV com maior precisão e individualizar as decisões no tratamento antirretroviral. - Dengue, leptospirose, doenças respiratórias e sobrecarga dos serviços de saúde: o que tudo isso tem a ver com El Niño e as emergências climáticas?
Neste episódio do InfectoCast, Lino recebe o Dr. Igor Marinho, infectologista e médico do HC-USP, para discutir como alterações no clima e eventos extremos podem modificar o cenário das doenças infecciosas e impactar a saúde.
Ao longo da conversa, a gente analisa como mudanças de temperatura, chuva e umidade podem influenciar doenças transmitidas por vetores, além dos riscos associados a enchentes, secas e deslocamentos populacionais.
Neste episódio, a gente discute:
• Como El Niño pode influenciar a dinâmica da dengue e de outras doenças transmitidas por vetores
• Por que enchentes aumentam a preocupação com leptospirose e infecções relacionadas à água contaminada
• Como períodos de seca e tempo mais seco podem impactar doenças respiratórias
• O efeito das emergências climáticas sobre abrigos, deslocamentos populacionais e continuidade do cuidado
• Como epidemias e eventos extremos podem sobrecarregar os serviços e afetar o diagnóstico, a prevenção e o cuidado de outras doenças
Um episódio para entender por que clima também é saúde e como profissionais e sistemas precisam se preparar para os impactos das emergências climáticas.
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