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Geografia em Meia Hora

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  • Geografia em Meia Hora

    Grupo G da Copa 2026 - Geopolítica em Campo

    26/05/2026 | 1h 14min
    Baixe o material deste episódio: https://forms.gle/2YMkFkAWyqk5H7Li8

    Seja bem-vindo ao Geopolítica em Campo, o podcast dedicado a analisar o mundo através das quatro linhas.
    Por aqui, geopolítica, história, cultura e atualidades são exploradas a fundo, revelando as relações de poder que movem o planeta.

    Se você deseja uma visão ainda mais aprofundada sobre a geopolítica mundial e assuntos da atualidade – seja você estudante, educador, professor ou entusiasta – considere apoiar o nosso trabalho. Nossos assinantes têm acesso a aulas e materiais exclusivos dentro do curso Geopolítica e Atualidades, um conteúdo riquíssimo e aprofundado.

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    Neste episódio...
    Analisamos a geopolítica e as perspectivas do Grupo G da Copa do Mundo, composto por Bélgica, Egito, Irã e Nova Zelândia. Debatemos sobre a centralidade de Bruxelas (sede da OTAN e da União Europeia), as divisões internas belgas entre Flandres e Valônia, a rota de drogas no Porto de Antuérpia e o passado colonial do país no Congo. No futebol, avaliamos o processo de renovação da seleção belga com De Bruyne e Doku. Por fim, desembarcamos em Teerã para resgatar os fatores históricos por trás da rivalidade entre o Irã e as potências ocidentais, desde o golpe contra Mossadegh até as crises do petróleo e a Revolução de 1979.

    Bom episódio!
  • Geografia em Meia Hora

    Por que os EUA atacaram o Irã enquanto negociavam a paz em Doha?

    26/05/2026 | 14min
    Enquanto diplomatas iranianos negociavam em Doha, os EUA atacaram o sul do Irã. Trump dizia que o acordo estava "praticamente fechado" — e horas depois, o Pentágono disparou contra instalações no Estreito de Ormuz. O que está realmente acontecendo?Desde fevereiro de 2026, o Irã controla de fato o estreito por onde passa 20% do petróleo mundial. E descobriu que essa alavanca vale mais do que qualquer negociação nuclear. Este episódio analisa os últimos 7 dias — e o que eles revelam sobre os limites do poder americano no Golfo.Se esse tipo de análise faz sentido pra você, se inscrever no Terra Negra ajuda muito a gente a continuar produzindo conteúdo sobre geopolítica sem superficialidade. Um comentário com o que você achou — ou com o que discorda — é sempre bem-vindo.#Geopolitica #IrãEUA #EstreitodeOrmuz #GeopolíticaBrasileira #RelaçõesInternacionais #TerraNegra #PoliticaMundial #Ormuz2026
  • Geografia em Meia Hora

    O acordo que pode reabrir Ormuz — e por que o Irã ainda diz que não

    25/05/2026 | 18min
    No dia 87 de guerra aberta entre EUA, Israel e Irã, Trump diz que um acordo "está praticamente fechado". Horas depois, o Irã responde que a assinatura "não é iminente". Essa contradição específica já custou vidas antes — e define o ritmo de uma negociação que o mundo inteiro está acompanhando.O que está realmente em jogo vai além de um cessar-fogo de 60 dias. O Estreito de Ormuz controla 20% do petróleo marítimo do planeta e 80% das calorias importadas pelos países do Golfo. Seu fechamento desencadeou a maior crise energética desde os anos 70. E no meio de tudo isso, o Brasil virou protagonista silencioso — sem que a maioria dos brasileiros soubesse.Se esse tipo de análise faz sentido pra você, se inscrever no canal ajuda muito a continuar produzindo. Um comentário com o que você achou — ou com o que ficou faltando — é sempre bem-vindo.Nesse episódio:A linha do tempo completa da escalada: de Muscat 2025 ao bombardeio de Fordow. O que está dentro do Memorando de Entendimento de 60 dias — e o que ficou de fora. Por que o Irã propõe separar Ormuz do nuclear, e o que isso revela sobre a situação interna em Teerã. Como o pré-sal brasileiro virou a chave que a Ásia precisava — e o que o Brasil faz com esse poder. Quem sai mais forte dessa guerra: EUA, Irã, China, ou nenhum deles.#Geopolítica #Irã #EstreitorDeOrmuz #GeopolíticaBrasileira #PolíticaInternacional #TerraNegraP odcast #PréSal #OrienteMédio
  • Geografia em Meia Hora

    A China recebeu Trump e Putin na mesma semana — e saiu ganhando dos dois

    22/05/2026 | 18min
    Em maio de 2026, Xi Jinping recebeu Donald Trump. Quatro dias depois, recebeu Vladimir Putin. Com o mesmo tapete vermelho, a mesma orquestra militar, a mesma cerimônia no Grande Salão do Povo. A China se tornou o único lugar do mundo onde os dois lados da geopolítica atual precisam ir — e essa posição tem um preço que ninguém está cobrando ainda.O summit Putin-Xi de Pequim aconteceu num momento específico: Trump tinha acabado de sair sem acordo estrutural com a China. Os dois líderes assinaram 40 acordos e uma declaração conjunta de 47 páginas. E o gasoduto que a Rússia mais precisava — o "Força da Sibéria 2" — ficou mais uma vez no papel.Se esse tipo de análise faz sentido pra você, se inscrever no canal ajuda muito a continuar produzindo. Um comentário com o que você achou do episódio — ou com o que ficou faltando — também é sempre bem-vindo.Nesse episódio:
    • O que foi assinado (e o que não foi) no summit de Pequim
    • Por que o gasoduto Força da Sibéria 2 ainda não existe — e o que isso revela
    • Quem ganha e quem perde nessa relação assimétrica
    • A contradição que Xi não consegue resolver: mediador global ou cúmplice?
    • O que o eixo sino-russo significa para o Brasil e os BRICS
    #GeopoliticaMundial #ChinaRussia #TerraNegraGeopolitica #RelacoesInternacionais #BRICS #XiJinping #Putin #MultipolWorld
  • Geografia em Meia Hora

    Rússia (Putin) fecha "parceria plena" com o Talibã

    21/05/2026 | 16min
    Rússia e Talibã: como dois inimigos históricos viraram parceiros estratégicos — e o que isso muda para o mundo.
    Em julho de 2025, a Rússia tornou-se o primeiro país a reconhecer formalmente o governo do Talibã. Em maio de 2026, o secretário do Conselho de Segurança russo anunciou uma "parceria plena" com o Afeganistão — relações políticas, militares, energéticas e comerciais. Sem condicionalidades.
    Neste episódio, analisamos o que está por trás dessa virada geopolítica: a trajetória que levou Moscou a abandonar 22 anos de hostilidade declarada, os interesses estratégicos de cada lado (segurança contra o ISIS-K, minerais, energia, narcóticos, legitimidade internacional), a cooperação militar já em andamento, e o que esse novo eixo significa para a Ásia Central, para os EUA, e para o Sul Global.
    Também revelamos o detalhe que muda toda a leitura: entre 2016 e 2019, a inteligência militar russa — o GRU — pagava US$ 200.000 por soldado americano morto no Afeganistão pelo Talibã. Seis anos depois, são parceiros formais.
    Neste episódio:
    — O peso histórico da guerra soviética no Afeganistão (1979–1989)
    — A linha do tempo do reconhecimento russo: de decreto a embaixador
    — O que Moscou quer: ISIS-K, minerais, energia, posição no Sul Global
    — O que o Talibã ganha: legitimidade sem condicionalidades ocidentais
    — Cenários para 2026: SCO, corredor de energia, efeito dominó regional
    — Análise própria: o que o bounty do GRU revela sobre a geopolítica atual
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Sobre Geografia em Meia Hora
Geografia em Meia Hora é um podcast educativo feito pelo professor Vitor Augusto. O objetivo é ser a porta de entrada para os amantes e os futuro-amantes da Geografia, Atualidades e Ciências da Terra em geral.
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