o 'eu' das rede sociais é um espelho fragmentado - e destes casos se faz um inteiro em cada aba diferente. nesse contexto descontextualizado, de produção de imagens frenéticas e sem lastro que significam identidade, como fazemos para entender quem somos? e quais são os efeitos em estar há tantos anos expostos a uma produção de subjetividade algorítmica, acelerada e muito mais obcecada por viradas do que por linhas retas?
a convite da zerezes, em mais um lan house fora de casa, eu e andré alves fomos conhecer o escritório novo, que consolida sua identidade ao longo de quase dez anos. lá debatemos sobre o que significa 'permanência' na era das redes sociais e das identidades algorítmicas. o que fica, quando atravessado por esse tempo fragmentado? e, como fazer ficar?
essa é a terceira participação do andré, fundador do instituo float, no lan house. andré é autor, pesquisador, psicanalista e tem um podcast maravilhoso junto ao lucas liedke, também do instituo: o 'vibes em análise'. recomendo fortemente. :)
muito obrigado a zerezes pelo convite. foi massa!
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e muito obrigado a todos os membros do cybercafé e a todo mundo que tem apoiado o lan house. toda semana eu me revigoro fazendo isso aqui.
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o TAPETE MARAVILHOSO na parede é dos meus amigos queridos e vizinhos de sala da @voadortecelagem
identidade visual: carolina munhoz
animação do logo para tv: tauan abreu
trilha sonora: matheus castro alves e henrique luciani
projeto de tvs e programação visual: guilherme durão, do sup_lab