22 episódios
- Você perdeu a paciência. Gritou. Talvez tenha dito algo que gostaria de não ter dito. E, depois que a raiva passou, veio aquela sensação difícil de explicar: culpa, arrependimento e a pergunta — “Será que eu estraguei tudo?”
A verdade é que educar filhos não significa nunca errar. Pais também se desregulam, chegam ao limite, acumulam cansaço e, às vezes, reagem de uma forma que não gostariam.
Mas existe algo poderoso depois do erro: a reparação.
Neste episódio do Pais Preparados, Maya Eigenmann e Lívia Praeiro conversam sobre o que fazer depois de um momento de explosão. Como voltar para a criança? Como reconhecer o próprio erro sem colocar sobre ela a responsabilidade de nos consolar? É preciso pedir desculpas? Como reconstruir a conexão e, principalmente, como transformar aquele momento em uma oportunidade de aprendizado?
Porque reparar não é apagar o que aconteceu. É mostrar para a criança que relações podem ser cuidadas, que adultos também erram e que assumir responsabilidade faz parte do amor.
Se você já terminou um dia pensando “eu poderia ter feito diferente”, esse episódio é para você.
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Link: https://whatsapp.com/channel/0029VbD4fBnDDmFMZNE8gl2k - Quantas vezes entregamos uma tela para o nosso filho porque precisamos de alguns minutos de silêncio? E quantas vezes nós mesmos pegamos o celular para não pensar, não sentir ou simplesmente para escapar de um dia difícil?
Neste episódio do Pais Preparados, Maya Eigenmann e Lívia Praeiro conversam sobre uma questão que vai muito além do tempo de tela: o que estamos tentando evitar quando buscamos uma distração o tempo todo?
A tela pode ser entretenimento, descanso e até uma ferramenta importante no cotidiano. Mas, quando ela se transforma na principal maneira de lidar com o tédio, a frustração, a ansiedade, a solidão ou o cansaço, talvez seja importante olhar para o que existe por trás desse comportamento.
E isso vale para as crianças — mas também para nós, adultos.
Será que estamos ensinando nossos filhos a suportar o desconforto enquanto nós mesmos temos dificuldade de ficar diante das nossas próprias emoções? Será que, na tentativa de acalmar uma criança, estamos apenas interrompendo um sentimento que precisaria ser acolhido? E quando o celular se torna a nossa própria “válvula de escape”, que mensagem estamos transmitindo?
Uma conversa sobre telas, limites, autorregulação e, principalmente, sobre a nossa relação com aquilo que sentimos.
Porque talvez a pergunta não seja apenas “quanto tempo meu filho passa na tela?”, mas também:
“O que ele está tentando não sentir?”
E talvez a mesma pergunta precise ser feita a nós.
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Link: https://whatsapp.com/channel/0029VbD4fBnDDmFMZNE8gl2k - Entre a família e a escola, existe um território cheio de expectativas, preocupações, dúvidas e, às vezes, muitos desencontros.
O que os professores gostariam que os pais entendessem sobre a rotina escolar, os desafios da sala de aula e os comportamentos das crianças?
E o que os pais gostariam que os professores soubessem sobre seus filhos, sobre a rotina de casa e sobre os desafios que aquela família enfrenta?
Neste episódio do Pais Preparados, Maya Eigenmann e Lívia Praeiro abrem essa conversa sobre a relação entre família e escola, olhando para os dois lados e questionando algumas das expectativas que podem dificultar essa parceria.
Porque, quando alguma coisa não vai bem na escola, é comum que a primeira reação seja procurar um culpado: “A família não está fazendo a parte dela” ou “A escola não está entendendo meu filho”.
Mas e se, em vez de procurarmos culpados, pudéssemos construir mais escuta?
Vamos conversar sobre comunicação entre pais e professores, expectativas, limites, comportamentos infantis, dificuldades de aprendizagem, conflitos, autonomia, participação da família e, principalmente, sobre como criar uma relação de confiança entre quem educa uma criança em contextos diferentes.
No fim das contas, pais e professores têm algo muito importante em comum: ambos querem que a criança esteja bem, aprenda, se desenvolva e se sinta segura.
Talvez o primeiro passo para essa parceria seja perceber que ninguém conhece a criança por completo — cada adulto conhece uma parte dela.
E quando essas partes conseguem conversar, quem mais ganha é a própria criança.
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Link: https://whatsapp.com/channel/0029VbD4fBnDDmFMZNE8gl2k - E se, antes de perguntarmos “o que está acontecendo com essa criança?”, olhássemos para o que está acontecendo com os adultos que cuidam dela? É aí que vem a tona o tema “Autocuidado”.
A parentalidade exige presença, paciência, disponibilidade e energia. Mas como oferecer tudo isso quando os próprios pais estão cansados, sobrecarregados e, muitas vezes, completamente desconectados das próprias necessidades?
Neste episódio do Pais Preparados, Maya Eigenmann e Lívia Praeiro conversam sobre a relação entre esgotamento parental, autocuidado e saúde emocional das crianças.
Porque autocuidado não deveria ser entendido como luxo, egoísmo ou uma recompensa para quando todas as tarefas estiverem concluídas. Para muitos pais, cuidar de si começa justamente por reconhecer que também existem limites, necessidades, emoções e momentos em que é preciso pedir ajuda.
Quando o adulto vive constantemente no limite, o ambiente familiar pode ficar mais tenso e imprevisível. E as crianças, naturalmente, percebem essas mudanças. Ao mesmo tempo, quanto mais desafiador fica o comportamento da criança, maior pode ser a sobrecarga dos pais — criando um ciclo difícil de interromper.
Mas como sair dele?
Será que autocuidado é simplesmente encontrar um tempo para si? Ou precisamos ampliar essa conversa para falar sobre rede de apoio, divisão de responsabilidades, descanso, culpa, limites e a possibilidade de não dar conta de tudo o tempo todo?
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Link: https://whatsapp.com/channel/0029VbD4fBnDDmFMZNE8gl2k - Quando uma criança demonstra uma capacidade muito acima da média em determinada área, é comum que os adultos enxerguem primeiro o potencial: a facilidade para aprender, a curiosidade intensa, a criatividade, a memória, o interesse profundo por determinados assuntos.
Mas o que acontece quando, por trás de todo esse potencial, existe também uma criança que continua precisando de acolhimento, limites, tempo, descanso e espaço para simplesmente ser criança?
Neste episódio do Pais Preparados, Maya Eigenmann e Lívia Praeiro conversam sobre os desafios menos óbvios de criar um filho com altas habilidades e sobre aquilo que nem sempre é contado aos pais nessa jornada.
Falamos sobre expectativas, cobranças e sobre a ideia de que uma criança que aprende rápido deveria também saber lidar melhor com suas emoções, frustrações e dificuldades. Afinal, desenvolvimento intelectual e maturidade emocional não caminham necessariamente no mesmo ritmo.
Como oferecer desafios sem transformar o potencial da criança em obrigação? Como evitar que ela seja constantemente cobrada para corresponder à imagem de “criança brilhante”? O que fazer quando ela se entedia na escola ou perde o interesse com facilidade? E como reconhecer suas necessidades sem reduzir sua identidade às suas habilidades?
Também conversamos sobre as expectativas dos próprios pais, os olhares externos e o cuidado para que elogios, comparações e cobranças não transformem aquilo que deveria ser uma potencialidade em uma fonte de pressão.
Porque uma criança com altas habilidades não precisa apenas de oportunidades para desenvolver aquilo que faz bem. Ela também precisa de adultos que enxerguem a criança inteira.
Uma conversa honesta sobre potencial, expectativas, emoções, desafios e sobre como construir uma educação que permita que crianças com altas habilidades desenvolvam seus talentos sem precisar carregar o peso de corresponder constantemente a eles.
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Sobre Podcast Pais Preparados
O Podcast Pais Preparados é um espaço de conversa honesta e vulnerável sobre os desafios reais da parentalidade.
Aqui, Lívia Praeiro e Maya Eigenmann, diretoras da Escola da Educação Positiva, abrem seus corações para compartilhar os casos reais que vivem com seus filhos — aquelas situações que todo pai e mãe já enfrentou: birras, limites, culpa, cansaço, explosões, dúvidas e reconciliações.
A cada episódio, elas contam o que aconteceu, como se sentiram e como conduziram a situação, explicando de forma simples e possível caminhos mais conscientes, respeitosos e conectados.
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