No Bem Viver de hoje, a gente caminha com Valdemar Figueiredo por uma espiritualidade que não mora só no “momento sagrado”, mas no chão da vida, no improviso do cotidiano, nas cenas pequenas que passam batido.
A partir de uma história vivida numa lanchonete, o episódio vira convite: perceber como o sistema tenta padronizar desejos, domesticar nossa liberdade e apertar a gente no molde do “cidadão funcional”. E, ao mesmo tempo, lembrar que Deus também fala nas frestas, no gesto simples, na conversa atravessada, no riso, no incômodo, na beleza que insiste.
Com leveza e profundidade, fica a pergunta que não quer calar: a nossa fé tem ajudado a gente a caber, ou a viver?
Uma espiritualidade atenta ao comum, que reconhece sinais de Deus no familiar e nos devolve fôlego pra buscar a vida que a gente quer.