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Devocional Diário CHARLES SPURGEON

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Devocional Diário CHARLES SPURGEON
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  • Devocional Diário CHARLES SPURGEON

    13 de outubro | Devocional Diário CHARLES SPURGEON

    13/10/2026 | 2min
    13 de outubro . A tristeza segundo Deus produz arrependimento. (2 Coríntios 7.10)

    O verdadeiro arrependimento é obra do Espírito de Deus. O arrependimento é uma flor seleta que não brota no jardim da natureza humana. A pérola se forma naturalmente no interior da ostra, mas o arrependimento nunca se manifesta nos pecadores, se a graça de Deus não agir neles. Se você tem uma partícula de verdadeiro ódio para com o pecado, foi Deus quem lhe deu este sentimento, pois os abrolhos da natureza humana nunca produziram um único figo. "O que é nascido da carne é carne" (João 3.6). O verdadeiro arrependimento tem uma ref erência específica para com o Salvador. Quando nos arrependemos do pecado, precisamos ter um olho no pecado e outro na cruz. Será melhor ainda fixarmos ambos os olhos em Cristo e enxergarmos nossas transgressões tão-somente à luz do amor dele. A verdadeira tristeza para com o pecado é eminentemente prática. Ninguém pode dizer que odeia o pecado, se vive no pecado. O arrependimento nos faz ver a malignidade do pecado não somente como algo teórico, mas também como algo experimental -assim como uma criança queimada odeia o fogo. O verdadeiro lamento pelo pecado nos tornará muito zelosos em relação à nossa língua, para que não falemos palavras impróprias. Precisamos vigiar nossas ações, para não causarmos ofensas e terminarmos o dia com dolorosas confissões de nossos erros. A cada manhã devemos nos levantar com orações para que Deus nos sustente naquele dia, a fim de que não pequemos contra Ele. O arrependimento sincero é contínuo. Os crentes se arrependem até ao dia de sua morte. Sua tristeza pelo pecado não é intermitente. Todas as outras tristezas se rendem ao tempo, mas esta bend ita tristeza cresce juntamente com o nosso crescimento espiritual. Ela é tanto doce quanto amarga, mas agradecemos a Deus por sermos permitidos desfrutar deste arrependimento e sofrê-lo até entrarmos em nosso descanso eterno.
  • Devocional Diário CHARLES SPURGEON

    12 de outubro | Devocional Diário CHARLES SPURGEON

    12/10/2026 | 2min
    12 de Outubro. Meditarei nos teus preceitos. (Salmos 119.15)

    Existem ocasiões em que a solidão é melhor do que estar na companhia de pessoas, e o silêncio é mais sábio do que o falar. Seríamos crentes melhores, se gastássemos mais tempo sozinhos, esperando em Deus e reunindo, por meio da meditação nas Escrituras, forças espirituais para trabalharmos na obra dele. Devemos meditar nas coisas de Deus porque assim obtemos a verdadeira nutrição que elas nos podem fornecer. A verdade é semelhante a um cacho de uvas. Se desejamos obter vinho do cacho, temos de esmagá-lo e espremê-lo muitas vezes. Os pés do espremedor devem vir alegremente sobre os cachos; de outra forma, o suco não fluirá. Devem pisar bem as uvas, ou então, muito do líquido precioso será desperdiçado. Assim também devemos, por meio da meditação, espremer o cacho da verdade, se desejamos obter dele o vinho da consolação. Nossos corpos não são mantidos apenas por levarmos a comida à boca. O processo que realmente fornece energia aos músculos, nervos, tendões e ossos é o processo de digestão. É por meio da digestão que a comida exterior se torna assimilável para a vida interior. Nossa alma não é alimentada apenas por ouvir numa e noutra ocasião esta ou aquela parte da verdade divina. Ouvir, ler, fazer anotações e aprender tudo são atitudes que exigem uma digestão interior para completar a sua utilidade. A digestão interior da verdade, em sua maior parte, consiste em meditarmos nela. Por que alguns crentes, embora ouçam muitos sermões, têm progresso lento em sua vida espiritual? Porque eles negligenciam seu momento de oração e não meditam atentamente na Palavra de Deus. Amam o trigo, mas não o trituram. Querem as espigas, todavia, não saem ao campo para colhê-las. O fruto está pendurado na árvore, contudo, eles não o apanham. A água jorra aos pés deles, mas não se abaixam para bebê-la. Senhor, livra-nos dessa tolice, e seja esta nossa decisão neste dia: 11M editarei nos teus preceitos".
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    11 de outubro | Devocional Diário CHARLES SPURGEON

    11/10/2026 | 2min
    11 de outubro
    Levantemos o coração, juntamente com as mãos, para Deus nos céus. (Lamentações 3.41)
    A prática da oração nos ensina o quanto somos indignos; e esta é uma lição bastante proveitosa para pessoas orgulhosas como nós. Se Deus nos outorgasse favores sem nos constranger a orar por tais favores, nunca saberíamos quão pobres realmente somos. Uma oração verdadeira é um inventário de coisas das quais precisamos, um catálogo de necessidades e uma revelação de pobreza ocultada. Enquanto é uma alusão da riqueza divina, é uma confissão do vazio humano. O estado mais saudável de um verdadeiro crente é o de ser sempre vazio ou pobre em si mesmo, para permanecer em constante dependência do Senhor para o suprimento de suas necessidades; estar rico em Jesus, fraco pessoalmente, mas poderoso em Deus para realizar grandes proezas. Eis a razão da prática da oração -ao mesmo tempo em que adora a Deus, ela coloca a criatura onde esta deve realmente ficar: prostrada no chão. O oração em si mesma, independentemente da resposta que ela nos traz, é um grande benefício para o crente. Assim como o atleta obtém forças para a corrida por meio do exercício diário, assim também, para a extensa corrida da vida, adquirimos energia por meio do santificado labor da oração. A oração enche de penas as asas das jovens águias de Deus, a fim de aprenderem a voar acima das nuvens. A oração cinge os lombos dos guerreiros de Deus e os envia para o combate com músculos firmes. Um crente que ora com sinceridade sai de seu quarto como o sol nasce dos aposentos do leste, regozijando-se como um homem forte, preparado para disputar a sua corrida. A oração reveste com vigor divino a fraqueza de um crente, transforma a tolice humana em sabedoria divina, outorgando a paz de Deus a mortais atribulados. Não podemos imaginar qualquer coisa que a oração seja incapaz de realizar. Ó Deus, agradecemos-Te pelo trono de misericórdia, uma prova especial de tua admirável bondade. Ajuda-nos a usá-lo corretamente em todo este dia!
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    10 de outubro | Devocional Diário CHARLES SPURGEON

    10/10/2026 | 3min
    10 de outubro . Imaculados diante da sua glória. (Judas 24)

    Em nosso coração, perscrutamos esta maravilhosa palavra "imaculados". Ainda estamos aquém desta realidade. Todavia, como nosso Senhor nunca para antes da perfeição em sua obra de amor, um dia chegaremos a esse estado. O Salvador que guardará seu povo até ao fim, Ele mesmo os apresentará, na consumação, diante de Si mesmo, como Igreja gloriosa, sem qualquer mácula, ruga ou coisa semelhante (ver Efésios 5.27). Todas as joias da coroa do Salvador são de primeira qualidade e não têm o menor defeito. Todas as damas de honra que atendem à esposa do Cordeiro são virgens puras e sem manchas. Os crentes serão santos e não terão defeitos. Mas, de que maneira o Senhor Jesus nos tornará imaculados? Em seu sangue, Ele nos lavará de nossos pecados, até que sejamos puros e santos como um anjo de Deus. Seremos vestidos com a justiça de Cristo - aquela justiça que faz o santo que a usa indubitavelmente perfeito, sim, perfeito aos olhos de Deus. Seremos inocentes e inculpáveis aos olhos de Deus. A sua lei não terá qualquer acusação contra nós; além disso, ela será magnificada em nós. E a obra do Espírito Santo em nosso íntimo será totalmente consumada. Deus nos tornará tão perfeitamente santos, que não teremos a menor tendência ao pecado. Julgamento, memória, vontade, cada poder e paixão serão emancipados da escravidão do mal. No céu, a beleza dos santos será tão sublime quanto a beleza do lugar preparado para eles. Oh! que gozo haverá na hora em que se levantarão os portais eternos e nós, estando já adequados à nossa herança, viveremos com os santos na luz! O pecado terá desaparecido e Satanás haverá sido lançado fora; a tentação não mais existirá, e nós mesmos estaremos "imaculados" diante de Deus. Isto será realmente o céu. Alegremo-nos agora, enquanto ensaiamos a canção de louvor eterno para ressoar, em coro completo, de toda a multidão lavada no sangue. Copiemos o louvor de Davi diante da arca como um prelúdio de nosso êxtase diante do trono.
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    9 de outubro | Devocional Diário CHARLES SPURGEON

    09/10/2026 | 2min
    9 de Outubro. Poderoso para vos guardar de tropeços. (Judas 24)

    Em um aspecto, o caminho para o céu é muito seguro. Em outros aspectos, não existe caminho tão perigoso. Está cercado por dificuldades. Um passo em falso -e quão facilmente damos esse passo, quando a graça está ausente -e caímos. Que caminho escorregadio alguns de nós têm de percorrer! Quantas vezes exclamamos como o salmista: "Quanto a mim, porém, quase me resvalaram os pés; pouco faltou para que se desviassem os meus passos" (Salmos 73.2). Se fôssemos alpinistas fortes, de andar seguro, não ficaríamos preocupados com o tropeço. Mas, em nós mesmos, quão fracos somos! Nas melhores estradas logo vacilamos; nos mais agradáveis caminhos rapidamente tropeçamos. Estes nossos frágeis joelhos mal podem suportar nosso peso cambaleante. Um vento leve pode nos abalar, e uma pedrinha, nos machucar. Somos crianças temerosas dando os primeiros passos na caminhada da fé. Nosso Pai celestial nos segura pela mão, pois, do contrário, logo cairíamos. Oh! se estamos sendo guardados de tropeço, quanto devemos exaltar o paciente poder que cuida de nós todos os dias! Pense em como somos propensos a cair no pecado, como somos inclinados a escolher o perigo e quão forte é a nossa tendência de cairmos em desânimo! Estas reflexões nos levarão a cantar com mais regozijo do que o fazíamos antes: Glórias sejam dadas "àquele que é poderoso para vos guardar de tropeços" (Judas 24). Temos muitos adversários que nos tentam arruinar. Os inimigos se escondem, em espreita, a fim de se lançarem contra nós quando menos os esperamos. Eles se empenham em nos passarem rasteira e nos derrubarem do rochedo mais próximo. Somente um braço todo-poderoso pode nos preservar desses inimigos invisíveis que procuram nos destruir. Este braço está engajado em nossa defesa. Aquele que prometeu é fiel e capaz de guardar-nos de tropeços. Com um profundo senso de completa fraqueza, nutrimos firme confiança em nossa perfeita segurança. Podemos dizer com alegre confiança.
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Sobre Devocional Diário CHARLES SPURGEON
C. H. Spurgeon nos leva a refletir sobre as maravilhas do amor de Deus. Destacando versículos bíblicos para cada dia do ano, Spurgeon os comenta de modo piedoso, submisso e encorajador, oferecendo-nos a nutrição que a nossa alma necessita.
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