Você já se deparou com um paciente com insuficiência cardíaca francamente descompensada, apesar de achados ecocardiográficos estruturais pouco exuberantes — fração de ejeção preservada, câmaras de dimensões normais e espessura ventricular sem alterações significativas? Pensou em pericardite constritiva? E, mais do que isso, sentiu segurança para interpretar achados como annulus reversus, septal bounce e septal shift?
Neste episódio, vamos desvendar a pericardite constritiva: do diagnóstico clínico à interpretação da multimodalidade de imagem, sempre com base na compreensão da fisiopatologia da doença — elemento central para reconhecer seus achados e conduzir o caso de forma adequada. Também discutiremos o tratamento individualizado, seja ele clínico, invasivo ou combinado.
Ao longo da conversa, mostraremos que, na pericardite constritiva, nada é absoluto: o pericárdio nem sempre está espessado, nem sempre está calcificado, e a constrição nem sempre é irreversível.
Embora relativamente rara, a pericardite constritiva tem grande impacto prognóstico quando não é reconhecida e manejada corretamente. Isso é especialmente relevante porque a insuficiência cardíaca secundária à constrição pode, sim, ser reversível — desde que o diagnóstico e o tratamento sejam feitos no momento certo.
O que você vai aprender neste episódio:
📌 Revisaremos rapidamente a “Síndrome Inflamatória Miopericárdica”, termo abrangente em evidência com a nova Diretriz de Pericardite/Miocardite de 2025 da Sociedade Europeia de Cardiologia;
📌 Entenderemos as etiologias da pericardite constritiva: não é só a tuberculose que pode levar à pericardite constritiva;
📌 Quais são as manifestações clínicas? Quando devemos suspeitar de pericardite constritiva?
📌 A necessidade da multimodalidade de imagem: do ecocardiograma, como exame inicial obrigatório, ao papel da ressonância cardíaca como exame complementar na classificação da pericardite constritiva crônica ou transitória;
📌 A clássica discussão: como diferenciar pericardite constritiva de cardiomiopatia restritiva.
Para quem é este episódio: cardiologistas, clínicos e cirurgiões cardíacos — todos devem reconhecer e manejar adequadamente a pericardite constritiva. Nesse caso, a lógica é: “crer para ver”; ou seja, só faremos o diagnóstico se, de fato, conhecermos a doença.
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