1535 episódios
- DEVOCIONALDIÁRIO
DATA
05/08/2026
TÍTULO
COMO AGIR DIANTE DO TEMOR
TEXTO
O conjunto dos salmos 120 a 134 é conhecido dos atentos leitores dasEscrituras como salmos de romagem, uma vez que eram entoados durante asperegrinações judaicas para as festas religiosas em Jerusalém. O ensino centraldestes cânticos é demonstrar como nosso Deus deseja que enfrentemos ascircunstâncias enfrentadas por seus filhos no Velho Testamento, ensinando-nos abuscar a orientação o do Senhor em todo tempo. A lição do salmo 121 trata decomo Deus trabalha a fim acalmar o nosso coração enquanto enfrentamos ostemores desta vida.
Em sua peregrinaçãoanual, os judeus que residiam na faixa litorânea do território de Israelenfrentavam uma dura subida pelos montes que cercavam a cidade. Nestasmontanhas as condições geográficas e meteorológicas eram desafiadoras, havendoainda o perigo dos salteadores em meio a viagem. É era a razão da indagação dosalmista “Levantarei os meus olhos para os montes, de onde vem omeu socorro? ” (v. 1). A resposta é imediata “O meu socorro vem do Senhor que fez o céu e a terra” (v. 2). Os versos seguintes são a resposta dosalmista a si mesmo, relembrando verdades que irão acalmar seu coração. Elereconhece que o Senhor “Não deixarávacilar o teu pé” (v. 3) e que seu cuidado é ininterrupto “... aquele que te guarda não tosquenejará. Eis que não tosquenejará nem dormirá o guarda de Israel” (v. 3,4). O peregrino enfrentava o calor do sol e o frio da noite,circunstâncias mutáveis e por vezes imprevisíveis, que porém, não alteravam ocaráter daquele que zelava por eles “O Senhor é quemte guarda; o Senhor é atua sombra à tua direita. O sol não te molestará de dia nem a lua de noite” (v.5,6). Os males que os cercavam em sua jornada eram muitos, com opoder de lhes causar dor e sofrimento, porém, diante da inquietude, mais umavez o salmista recorda a sua própria alma que “O Senhor teguardará de todo o mal; guardará a tua alma” (v. 7).
A grande lição destesalmo está na razão pela qual o salmista podia descansar em meio aos perigos edificuldades de sua jornada. Ele encerra o salmo dizendo que “O Senhor guardaráa tua entrada e a tua saída, desde agora e para sempre” (v. 8). A certeza desta afirmação estava na verdade que o Senhorestabeleceu um pacto eterno com seu povo, pelo qual se comprometia a guardá-lose protege-los, como bem registrou Moisés “Porquea porção do Senhor é seu povo; Jacó é a parte da sua herança. Achou-o numaterra deserta, e num ermo solitário e uivos; cercou-o, instruiu-o, e guardou-ocomo a menina de sus olho” (v. Deuteronômio 32.9,10). É importante recordarque esta promessa não impediu que a nação de Israel sofresse duros golpes deseus inimigos, chegando quase à beira da extinção.
Você já percebeu queem meio a nossos piores temores, o que o Senhor nos concede vai muito além dolivramento físico? Assim como aconteceu com Israel, a razão do cuidado de Deuspara com seus filhos reside no maravilhoso pacto realizado na cruz, como bemrelembra o apóstolo Paulo “Que diremos,pois, a estas coisas? Se Deus é por nós, quem será contra nós? Aquele que nemmesmo a seu próprio Filho poupou, antes o entregou por todos nós, como nos nãodará também com ele todas as coisas? ” (Romanos 8.31,32). Reconheça que oSenhor jamais nos prometeu uma viagem tranquila, o que Ele nos promete é quechegaremos ao final da jornada salvos e seguros “E dou-lhes a vida eterna, e nunca hão de perecer, e ninguém asarrebatará da minha mão” (João 10.28). Não há porque temer! - DEVOCIONALDIÁRIO
DATA
04/08/2026
TÍTULO
O QUE OCORRE QUANDO ALGUÉM VERDADEIRAMENTE ENCONTRA AJESUS
TEXTO
O atento leitor das Escrituras encontra na narrativa do encontro entreJairo e Jesus, apresentado por Marcos no quinto capítulo de seu evangelho, umaprofunda ilustração do que verdadeiramente significa conhecer pessoalmente aJesus Cristo.
Após apresentar adesamparada condição de Jairo e seu sincero pedido de socorro para que Jesus oacompanhasse até onde se encontrava sua filha enferma, somos confrontados com agraciosa atitude de Jesus, narrada com simplicidade pelo evangelista “E foi com ele” (Marcos5:24). O que Jesus fez aqui? Pensemos em algumas questões importantesenvolvidas. Certamente Jesus podia curar a filha de Jairo a distância,simplesmente ordenando que tal fato ocorresse, mas Jesus vai com ele. A filhaera de Jairo, provavelmente Jesus não a conhecia, mas Jesus foi com ele. Aangústia pela circunstância da enfermidade da menina era de Jairo, não deJesus, mas mesmo assim Jesus foi com ele. Em suma, o problema era inteiramentede Jairo, não de Jesus, o que não impediu que Jesus fosse com ele. Esta simplesnarrativa nos fornece uma maravilhosa representação de Jesus como nossoSalvador. O pecado cometido por nossos primeiros pais no Éden e suasconsequências foram lançados sobre todos os seus descendentes, como bem Paulonos diz em sua carta aos romanos, “Portanto, como por um homem entrou o pecado nomundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens porisso que todos pecaram” (Romanos 5:12). O problema do pecado sempre foiapenas nosso, seres humanos, tanto suas causas quanto em suas consequências. Asdores e angústias resultantes desta terrível condição sempre foram apenasnossos, o sofrimento causado pelo pecado sempre foi uma consequência de nossatriste condição. O que Jesus fez diante disto? Ele tomou sobre si uma condiçãoque não era sua, mas nossa, como bem Paulo expõe aos filipenses ao dizer-nosque Jesus “... sendo em forma de Deus, não teve por usurpação ser igual a Deus, masfez a si mesmo de nenhuma reputação, tomando a forma de servo, fazendo-sesemelhante aos homens; e, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo,sendo obediente até à morte, e morte de cruz” (Filipenses 2:6–8). Aquelacruz não era para Ele, ela era a justa retribuição por nossos pecados, masJesus foi a ela por nós. O profetaIsaías descreve perfeitamente o que Jesus fez “Verdadeiramente ele tomou sobre si as nossas enfermidades, e as nossasdores levou sobre si; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus, eoprimido. Mas ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e moído porcausa das nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, epelas suas pisaduras fomos sarados” (Isaías 53:4,5). Isaías revela que o Messias tomaria sobre si aenfermidade de outros, que as transgressões que causaram sua morte não lhepertenciam, que o castigo derramado sobre Ele, era destinado a outros.
Caroamigo, você reconhece está preciosa verdade? Assim como fez com Jairo, ao tomarpara si algo que era de Jairo, Jesus não precisava ter vindo a este mundo, ele nãoprecisava suportar a afronta de homens pecadores. O problema que o trouxe aquinão era de sua responsabilidade, mas mesmo assim Ele veio. Que está verdade lheleve a confessar a mesma verdade que o apóstolo Paulo confessou a Timóteo “Estaé uma palavra fiel, e digna de toda a aceitação, que Cristo Jesus veio aomundo, para salvar os pecadores, dos quais eu sou o principal” (I Timóteo 1:15). - DEVOCIONALDIÁRIO
DATA
03/08/2026
TÍTULO
APOSTASIA
TEXTO
O termo apostasia temo sentido de afastar-se, desviar-se, abandonar deliberadamente uma crença aqual se seguia, do que Judas Escariotes é um exemplo claro segundo o relato deLucas no primeiro capítulo do livro de Atos “Para quetome parte neste ministério e apostolado, de que Judas se desviou, para ir parao seu próprio lugar” (Atos 1.25).Não é incomum no relato bíblico que até mesmo líderes que serviram a igreja emalgum momento pratiquem a apostasia, passando a combater o evangelho e causarmales aos servos de Deus, tendo como exemplos Himeneu e Fileto, denunciadospelo apóstolo Paulo em sua segunda carta a Timóteo “E a palavra desses roerá comogangrena; entre os quais são Himeneu e Fileto; os quais se desviaram daverdade, dizendo que a ressurreição era já feita, e perverteram a fé de alguns”(2 Timóteo 2:17,18). O mesmo Paulo denunciou também, por mais de umavez, a apostasia cometia por Alexandre que, rejeitando a fé evangélica,tornou-se um opositor de seu ministério. Também o apóstolo João precisouenfrentar a oposição de apóstatas da fé, os quais denunciou em sua primeiraepístola ao dizer “Saíram de nós, mas não eram de nós; porque, se fossem denós, ficariam conosco; mas isto é para que se manifestasse que não são todos denós” (1 João 2:19). Porém, é no décimo capítulo da epístola aos hebreusque encontramos a mais severa admoestação contra o pecado da apostasia,dirigida a pessoas que enfrentavam a possibilidade de abandonar o evangelho,aos quais o autor da epístola exorta dizendo “Porque, se pecarmos voluntariamente,depois de termos recebido o conhecimento da verdade, já não resta maissacrifício pelos pecados” (Hebreus 10:26). Aqui a apostasia é definidacomo um pecado cometido por alguém que se afasta da verdade após conhece-la,decidindo por seguir um caminho segundo suas próprias leis. A menção a umpecado voluntário demonstra que esta é uma atitude tomada com plenoconhecimento de sua gravidade e responsabilidade.
Afinal,qual a real gravidade do pecado de apostasia? São duas as questões envolvidas.Primeiro, afastar-se de Cristo após conhecer a verdade do evangelho, coloca oapóstata em uma condição onde “já não resta mais sacrifício pelos pecados”, ouseja, não há outro lugar onde o apóstata pode tratar de sua condição a não serna cruz de Cristo. No caso dos destinatários originários da epístola aoshebreus, isso significava que um retorno ao judaísmo era algo absolutamenteinútil, uma vez que o perfeito sacrifício de Cristo na cruz aboliu para sempreos limitados sacrifícios determinados na lei. A segunda questão que demonstra agravidade da condição dos apóstatas é revelada pelo autor da epístola ao dizerque aquilo que os espera é “... uma certa expectação horrível de juízo, e ardor de fogo, quehá de devorar os adversários” (Hebreus 10.27). O que aguarda aquele que,tendo tomado conhecimento das bênçãos do evangelho, se afasta desta verdade, éunicamente a expectação do juízo de Deus. Tragicamente, aquele que se afasta doevangelho parece incapaz de reconhecer está verdade, uma vez que permitiu queseus orgulhos argumentos o cegassem e lhe dessem a falsa sensação de segurança.
Aestes restam a dura exortação do sexto capítulo da mesma epístola aos hebreus “Porque éimpossível que os que já uma vez foram iluminados, e provaram o dom celestial,e se tornaram participantes do Espírito Santo, e provaram a boa palavra deDeus, e os poderes do século futuro, e recaíram, sejam outra vez renovados paraarrependimento; pois assim, quanto a eles, de novo crucificam o Filho de Deus,e o expõem ao vitupério” (Hebreus 6:4 a 6). - DEVOCIONALDIÁRIO
DATA
02/08/2026
TÍTULO
COMO AGIR DIANTE DA DIFAMAÇÃO E DAMENTIRA
TEXTO
O conjunto dos salmos 120 a 134 é conhecido dos atentos leitores dasEscrituras como salmos de romagem, uma vez que eram entoados durante asperegrinações judaicas em direção a Jerusalém durante as grandes festas anuaisdeterminadas pela lei. Nosso olhar sobre esses salmos visa perceber ossentimentos revelados neles e que eram experimentados pelos peregrinos. Oensino central destes cânticos é demonstrar como nosso Deus deseja queenfrentemos as circunstâncias enfrentadas por seus filhos no Velho Testamento,ensinando-nos a buscar a orientação do Senhor em todo tempo, como bem diz osalmista “Na minha angústia clamei aoSenhor, e ele me ouviu” (Salmo 120.1).
A condição do peregrino no Salmo 120 é a de quem enfrenta o duro golpeda difamação e da mentira, “Senhor,livra minha alma dos lábios mentirosos e da língua enganadora” (v. 2). Seugrito de socorro clama que o Senhor remova tais pessoas de seu caminho,impedindo que continuem a difama-lo. Esta constante campanha de difamaçãodirigida contra o salmista era mantida por aqueles que com ele habitavam,extenuando suas forças e limitando sua capacidade de produzir a paz entre eles “Ai de mim, que peregrino em Meseque, e habito nas tendas de Quedar. A minha almabastante tempo habitou com os que detestam a paz. Pacifico sou, mas quando eufalo já eles procuram a guerra” (v. 5 a 7).
É de se esperar que diante de uma circunstância como está, quando adifamação e a mentira são usadas como armas a fim de nos angustiar eintranquilizar, que nosso pedido a Deus seja o de nos livrar de tais pessoas,assim como fez o salmista. A grande lição deste salmo é que Deus escolhe umaoutra forma de lidar com esta circunstância. Ao invés de lidar com osdifamadores, Deus lidou com o coração do salmista, levando-o a entender o resultadoda ação daquelas pessoas “Que te serádado, ou que te será acrescentado, língua enganadora? Flechas agudas dopoderoso, com brasa vivas de zimbro” (v. 3,4). Ele simplesmente mostrou aosalmista que aquelas pessoas acabariam por provar de seu próprio veneno, e porfim enfrentando o juízo que pertence somente a Deus. Ao enfrentar circunstânciasemelhante, sendo difamado até mesmo por irmãos em Cristo, e sofrendo as doresde um espinho na carne, o apóstolo Paulo rogou ao Senhor por três vezes paraque tais questões tivessem fim, até que o Senhor lhe revelou o real objetivo detais provações “A minha graça te basta,porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza” (2 Coríntios 12.9), o quetrouxe entendimento e paz ao coração do apóstolo.
Há no salmo 120 preciosas lições ao salvo em Cristo. Quão importante éque reconheçamos a difamação como a forma mais eficaz utilizada pelo inimigo afim de corroer a paz na família e na igreja, fato que devemos reconhecer e porisso nos manter vigilantes a fim de que jamais sejamos encontrados comodifamadores e roubadores da paz de alguém. Da mesma forma é importantereconhecermos que não é estranho que Deus envie seus servos a lugares ondesofrerão abundantemente por causa da maligna difamação promovida pelo reino dastrevas. Quão importante é que, nestes momentos, nos lembremos que os propósitosdo Senhor são maiores que nossas momentâneas tribulações, e assim suportemoscom alegria a provação, sendo obedientes a exortação do Senhor “A ninguém torneis mal por mal; procurai ascoisas honestas perante todos os homens. Se for possível, quanto estiver emvós, tendes paz com todos os homens” (Romanos 12.17,18). - DEVOCIONALDIÁRIO
DATA
01/08/2026
TÍTULO
UM VERDADEIRO ENCONTRO COM JESUS
TEXTO
O atento leitor das Escrituras encontra no quinto capítulo do evangelhodo Senhor segundo Marcos uma viva narrativa do encontro entre Jairo e o SenhorJesus. O que encontramos aqui, talvez da forma mais profunda que possa serencontrada nos evangelhos, é uma perfeita ilustração do que significa umencontro verdadeiro com Cristo.
Primeiramente, épreciso que reconheçamos a razão pela qual tantas pessoas que também buscaram aJesus não foram abençoadas da forma como Jairo o foi. Entre tantas narrativasdisponíveis nos evangelhos é o próprio Marcos que nos fornece um bom exemplo darazão deste fato. O capítulo 9 de seu evangelho narra o encontro entre o pai deum menino possuído por um espírito maligno e o Senhor, a narrativa feita poreste pai é impactante “Mestre, trouxe-te o meu filho, que tem um espíritomudo; E este, onde quer que o apanhe, despedaça-o, e ele espuma, e range osdentes, e vai definhando; e eu disse aos teus discípulos que o expulsassem, enão puderam” (Marcos 9.17,18). Adescrição cruel do estado de seu filho é somada a seu comovente pedido “E muitas vezes o tem lançado nofogo, e na água, para o destruir; mas, se tu podes fazer alguma coisa, tem compaixãode nós, e ajuda-nos” (Marcos 9.22). Encontramos um forte contraste aestes fatos no capítulo seguinte, quando um jovem educado e religioso tambémbusca ao Senhor, aparentemente possuído de uma piedosa vontade “E, pondo-se a caminho, correu paraele um homem, o qual se ajoelhou diante dele, e lhe perguntou: Bom Mestre, quefarei para herdar a vida eterna? ” (Marcos 10.17). Diferente do queinicialmente se possa concluir, o resultado da busca deste aparentementepiedoso homem por Jesus não resulta em sua benção, uma vez que suainsinceridade é publicamente desmascarada pelo Mestre “E Jesus, olhando para ele, o amou e lhe disse: Falta-teuma coisa: vai, vende tudo quanto tens, e dá-o aos pobres, e terás um tesourono céu; e vem, toma a cruz, e segue-me. Mas ele, pesaroso desta palavra,retirou-se triste; porque possuía muitas propriedades” (Marcos10.21,22). Já em relação ao caso do pai que trouxe diante do Senhor a cruarealidade de sua condição, o desenrolar do encontro é absolutamente diferente “E Jesus disse-lhe: Se tu podes crer,tudo é possível ao que crê. E logo o pai do menino, clamando, com lágrimas,disse: Eu creio, Senhor! Ajuda a minha incredulidade” (Marcos 9.23,24).
Estasnarrativas nos apresentam dois homens que buscaram a Jesus, um foi abençoado, ooutro não. Qual a razão por isto ocorreu? Esta questão torna a narrativa doencontro entre Jairo e Jesus uma perfeita ilustração do que significa umverdadeiro encontro com o Senhor. Ao narrar os fatos referentes a Jairo, Marcossimplesmente nos diz “E eisque chegou um dos principais da sinagoga, por nome Jairo, e, vendo-o,prostrou-se aos seus pés, E rogava-lhe muito, dizendo: Minha filha está àmorte; rogo-te que venhas e lhe imponhas as mãos, para que sare, e viva” (Marcos5.22,23). O que Jairo apresentou ao Senhor ao encontrar-se com Ele foi sua maissincera condição. Não havia mais ninguém a quem recorrer, Jairo encontrava-secompletamente desamparado de qualquer outra esperança, a não ser o poder deJesus Cristo, o que nos concede uma preciosa lição.
Caro amigo, não esperenenhum socorro vindo dos céus enquanto teu clamor ao Senhor não corresponder asinceridade e realidade de tua desamparada condição. Nada alcançaras dEle a nãoser que clames em total desamparo e confiança que não há outra alternativa anão ser sua misericórdia. Somente aqueles que reconhecem sua miséria serãoatendidos.
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