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- DEVOCIONAL DIÁRIO
DATA 04\096
TÍTULO
A NECESSIDADE DE VIGILÂNCIA QUANTO ASAÚDE MENTAL
TEXTO
O interesse da moderna medicinapara com os transtornos mentais é algo relativamente recente, sendo reconhecidopor sintomas como o comprometimento dos sentidos e pensamentos, chegando aoponto de alterar a noção de realidade. As décadas recentes testemunharam umapopularização de nomenclaturas que, em sua maior parte, servem apenas paranomear algo de que os especialistas não sabem como ou de onde procedem.Diferente da limitada sabedoria humana, a sabedoria de Deus trata a milêniosdestas mesmas questões, definindo suas causas e alertando quanto as suasconsequências de forma realista. Faremos bem em dar ouvidos a santa palavra deDeus quanto a esta questão.
A ciência moderna aponta asquestões psicossomáticas como a causa da maior parte dos males do homemmoderno, reconhecendo que muitas enfermidades no corpo humano são resultadodaquilo que o homem produz em sua própria mente. Porém, ao examinarmos aspalavras de Jesus no sexto capítulo do evangelho segundo Mateus, observamosque, muito antes do ser humano chegar a esta conclusão, o Mestre já alertava arespeito de tal mal ao dizer “A candeia do corpo são os olhos; de sorte que, se os teus olhos forembons, todo o teu corpo terá luz; se, porém, os teus olhos forem maus, todo o teu corpo será tenebroso.Se, portanto, a luz que em ti há são trevas, quão grandes serão taistrevas!” (Mateus 6.22,23). A metáfora usada por Jesus éfacilmente entendível, aplicando aos olhos a função de portais da mente humana,sendo responsáveis pela maior parte das informações que chegam à mente. Aconclusão de Jesus é clara, se nossa mente for alimentada daquilo que é bom, ouseja, adequado a nossa alma, isso afetará todo nosso ser para o bem; porém, senossos olhos enchem nossa mente de toda sorte de questões inadequadas, issoresultará em malefício a nós mesmos.
A Bíblia, diferenteda ciência humana, não nos abandona neste ponto, e onde a moderna farmacologiareceitará ansiolíticos, em uma tentativa de tratar das consequências sem atacara causa, a Bíblia vai diretamente a fonte de nossas inquietações ao nos dizer “Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro,tudo o que é honesto, tudo o que é justo,tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudoo que é de boa fama, se há alguma virtude, ese há algum louvor, nisso pensai” (Filipenses4.8). O preceito bíblico parte da premissa que a maioria absoluta destestranstornos mentais que atingem os seres humanos são consequência diretadaquilo que permitem adentrar a mente, provocando toda sorte de males e máscondutas como a ansiedade, a autocomiseração, a ira pecaminosa e os atosimpensados. A Bíblia nos encoraja a ocupar nossa mente com a verdade ao invésda ficção, com coisas honrosas em lugar de pensamentos que, de tão perversos,não podem nem ao menos ser citados. A Bíblia nos chama a refletir em coisas queatendam aos padrões justos e que tenham na pureza sua maior qualidade. A ocuparnossa mente com coisas amáveis, ou seja, cujo caráter é respeitável e de boareputação. O apóstolo Paulo encerra esta recomendaçãoaos filipenses dizendo-lhes que seus pensamentos devem ser ocupados por taisverdades virtuosas, reconhecidas por seu valor mesmo que a moderna sociedadetenda a lhes desprezar. Sua conclusão é clara “...nisso pensai”, ou seja, que isso ocupe o vosso pensamento deforma a influenciar toda sua vida.
Que relembremos daexortação do salmista, a fim de protegermos nossa mente contra os males destemundo tenebroso “Sonda-me, ó Deus, econhece o meu coração; prova-me, e conhece os meus pensamentos. E vê se há emmim algum caminho mau, e guia-me pelo caminho eterno” (Salmo 139.23,24). A AÇÃO DA IGREJA PARA COM UM CRISTÃO QUE SE NEGA A ARREPENDER-SE E ABANDONAR UMA ATITUDE PECAMINOSA
04/09/2026 | 4minDEVOCIONAL DIÁRIO
DATA 03\096
TÍTULO
A AÇÃO DA IGREJA PARA COM UM CRISTÃOQUE SE NEGA A ARREPENDER-SE E ABANDONAR UMA ATITUDE PECAMINOSA
TEXTO
No primeiro capítulo do evangelho segundoMateus encontramos a narração do encontro entre José e um anjo enviado peloSenhor a fim de anunciar-lhe a miraculosa concepção do filho de Deus. Amensagem do anjo revela a José o nome e a função que aquela criançadesempenharia em sua vida, ao dizer-lhe “E dará àluz um filho e chamarás o seu nome JESUS; porque ele salvará oseu povo dos seus pecados” (Mateus 1.21). O Senhor Jesus veio a este mundo a fim de separar opecador de seus pecados através do sacrifício de si mesmo na cruz no calvário,fazendo daqueles que nEle creem um povo peculiar, como nos ensina o apóstoloPedro “Mas vós sois a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, opovo adquirido, para que anuncieis as virtudes daquele que vos chamou dastrevas para a sua maravilhosa luz” (1 Pedro 2.9). Diferente do ensino dosfalsos mestres, tal povo ainda não foi separado de sua velha natureza, o queocorrerá quando da manifestação do Senhor nos ares. Eles continuam a cometeratos pecaminosos, necessitando constantemente do auxílio de seu Salvador, comonos ensina João “Meus filhinhos, estas coisas vosescrevo, para que não pequeis; e, se alguém pecar, temos um Advogado para com oPai, Jesus Cristo, o justo” (1 João 2.1). O Novo Testamento exorta a igreja a sempre buscar arestauração de um salvo que venha a ser enredado pelo pecado, porém admite queesta pessoa possa rejeitar esta restauração, como citado pelo apóstolo Paulo emsua epístola aos tessalonicenses . Como a igreja deve proceder para com um salvo que,tendo sido exortado quanto a prática de um ato pecaminoso, endurece seu coraçãoe nega-se a arrepender-se e abandonar seu pecado? As sagradas Escrituras nãonos deixam sem resposta.
Encontramos no Novo Testamento pelo menos três citações a respeito decircunstâncias específicas que devem ser tratadas pela igreja, assim como aação correspondente a cada uma delas. A primeira destas citações é encontradana epístola aos tessalonicenses “Mandamos-vos, porém, irmãos, emnome de nosso Senhor Jesus Cristo, que vos aparteis de todo o irmão que andadesordenadamente, e não segundo a tradição que de nós recebeu” (2Tessalonicenses 3.6). O caso específico aqui trata de cristãos que se negavam a trabalhar a fim deprover seu próprio sustento, mesmo após serem advertidos sobre seu erro, o quetambém se aplica a cristãos que se deixam envolver em todo tipo de desordem emsua vida e não tomam providências para soluciona-las, tais como dívidas e recorrentesmanifestações de ira. A ordem em relação a eles é que a igreja se aparte, nãotomando parte em tais atitudes. O segundo caso é encontrado na epístola aosromanos “E rogo-vos, irmãos, que noteis osque promovem dissensões e escândalos contra a doutrina que aprendestes;desviai-vos deles” (Romanos16.17). Este relato trata especificamente de falsos mestres que estavamcolocando em risco a saúde espiritual da igreja e mesmo após advertidos senegavam a reconsiderar sua posição. A ordem em relação a eles é semelhante aanterior, a igreja deve negar-lhes a destra de comunhão. Finalmente,encontramos a primeira epístola aos coríntios semelhante instrução “Mas agora vos escrevi que não vos associeis comaquele que, dizendo-se irmão, for devasso, ou avarento, ou idólatra, oumaldizente, ou beberrão, ou roubador; com o tal nem ainda comais” (1Coríntios 5.11). Otexto aqui trata de pessoasque mantém hábitos pecaminosos nas áreas de imoralidade, ganância, idolatria e vícios. A exortação é que não é benéfico ao testemunho do cristão fiel ser vistoacompanhado por tais pessoas.
Reconheçamos que em todo momento tais instruções visamrealçar a responsabilidade de tais pessoas, fazendo-as perceber a gravidade deseus atos, conduzindo-as ao arrependimento. Que a igreja do Senhor saibapraticar esta verdade em amor.- DEVOCIONAL DIÁRIO
DATA 02\096
TÍTULO
TRÊS RAZÕES PARA CONFIARMOS NO SENHOREM MEIO AS LUTAS E TRIBULAÇÕES
TEXTO
Oque uma pessoa deve fazer quando conclui que todas as suas esperanças jádesvaneceram? Quando todos seus planos de se restabelecer fracassaram e suasforças para prosseguir parecem já ser insuficientes. Muitos de nós já provamoso completo fracasso pessoal, resultado da incansável militância empreendidapelos inimigos de nossa alma, aliada a pensamentos perturbadores a respeito denós mesmos. Tal angústia se faz acompanhar pelo pensamento que fomos completa edefinitivamente abandonados por Deus a nossa própria sorte, o que resulta noagravamento de nossas aflições. É possível vencer em meio a um diagnóstico tãodesanimador? A palavra de Deus nos ensina que sim.
Ohomem do Salmo 13 possivelmente tenha atingido profundezas de dor ainda maioresdo que estas, reveladas em seus questionamentos diretos a Deus, resultado desua profunda angústia. Seu desejo é averiguar a razão do aparente desprezo deDeus por suas aflições “ATÉ quando te esquecerás demim, Senhor? Para sempre?” (verso1). As palavras do salmista revelam uma das maiores inquietações que assaltamos sofredores, quando o tempo passa a ser um dos seus maiores algozes, fazendoprolongar uma espera que parecer interminável. Este “Até quando?” do salmistademonstra que a aparente demora de Deus em agir joga contra ele um fardo aindamaior de dor, a de imaginar-se terminantemente desprezado. Suas lutasinteriores a muito ultrapassaram o limite das coisas físicas, adentrando oterreno das verdades espirituais e levando-o a questionar mais uma vez a Deus “Até quando esconderás de mim o teu rosto?”(verso 1). Sua necessidade vai além da cura de suas enfermidades físicas,elas se misturam a seus temores espirituais e terminam por atingir suasemoções, como nos revela “Até quandoconsultarei com a minha alma, tendo tristeza no meu coraçãocada dia?”. Possivelmente a ansiedade já havia iniciado seu maligno laborna alma do salmista, enfraquecendo-o e tornando-o uma presa frágil diante deseus inimigos, que certamente aproveitam sua desvantagem a fim de vê-lodefinitivamente destruído, de acordo com o temor que ele nos revela “Até quando se exaltará sobre mim o meuinimigo?” (verso 2).
Devemos ser cônscios queos santos do Senhor não estão imunes a enfrentar tais acontecimentos, de formaque a observação do poder que restaurou a vida do salmista deve encontrar emnós ouvidos atentos e prontos a receber a instrução. O antes moribundo salmistarecobra suas forças ao apontar seus olhos para aquilo que jamais deveria terabandonado “Mas euconfio na tua benignidade” (verso 5). A palavra benignidade diz respeito agenerosidade derramada por Deus em favor de suas frágeis criaturas,concedendo-lhes forças e proteção através do cumprimento de suas muitaspromessas a seus filhos. Na expressão seguinte, o salmista lembra-se dospoderosos atos de Deus em favor dos seus, da sua ajuda sempre presente emtempos difíceis e do seu socorro no tempo certo, levando-o a declarar “... na tua salvação se alegrará o meu coração” (verso5). A terceira verdade na qual o salmista se apoia e que lhe serve de grandealento diz respeito a ações bondosas de Deus para com ele em seus diaspassados, quando diz “Cantareiao Senhor, porquanto me temfeito muito bem” (verso 6). O salmista reconhece como Deus haviasido bom para com ele em todo tempo, e que isto continuava a ser verdade.
Oque é necessário que façamos a nossa alma diante da perturbação quepoderosamente nos assalta? Volte seus olhos a três verdades a respeito dogrande e majestoso Deus: Ele é benigno, sempre pronto a nos ajudar; Ele époderoso, capaz de nos socorrer em qualquer situação; Ele é sempre bondoso,mesmo quando nós não merecemos.
Porisso, confie no Senhor em toda e qualquer situação. - DEVOCIONAL DIÁRIO
DATA 01/09/2026
TÍTULO
A RAZÃO DA PROSPERIDADE E FELICIDADE DOS FILHOS DE DEUS
TEXTO
O conjunto dos salmos 120 a 134 é conhecido dos atentos leitores dasEscrituras como salmos de romagem, uma vez que eram entoados durante as peregrinaçõesjudaicas para as festas religiosas em Jerusalém. O ensino central destescânticos é demonstrar como nosso Deus deseja que enfrentemos as circunstânciasenfrentadas por seus filhos no Velho Testamento, ensinando-nos a buscar aorientação o do Senhor em todo tempo. Encontramos no Salmo 128 uma preciosalição sobre a benção de Deus sobre seus servos fiéis.
Não encontramos neste salmo qualquer menção a fatos históricos, porém ocontexto nos permite perceber que se trata de uma descrição da vida no orientemédio em um período de trabalho manual e de vida familiar simples, onde afelicidade de uma pessoa residia em coisas comuns como o trabalho, casamento,filhos e a abundância de alimentos. A primeira grande lição nos concedida pelosalmista é que esta felicidade era resultado direto da comunhão com Deus, comodescrito no verso 1 “BEM-AVENTURADO aquele que teme ao Senhore anda nos seus caminhos”. O termobem-aventurado tem o sentido de feliz, de alguém digno de ser cumprimentado ereconhecido por sua forma de vida. No verso 2 o salmista testemunha daquilo queocorre com aquele que prioriza a comunhão com o Senhor “Pois comerás dotrabalho das tuas mãos; feliz serás, e te irá bem”. É importante ressaltarque, diferente do homem ímpio, os filhos de Deus têm prazer sem seu trabalho,além da satisfação em ver as bênçãos de Deus sobre seu lar, como descrito noverso 3 “A tua mulher será como a videira frutífera aos lados da tua casa;os teus filhos como plantas de oliveira à roda da tua mesa”. Encontramos noverso 4 a grande disparidade entre aquele que teme ao Senhor e vive em comunhãocom ele, e aquele que despreza a Deus em sua vida. Há coisas que a enganosaprosperidade dos ímpios não pode adquirir, e que são dadas graciosamente porDeus a seus filhos, conforme conclui o salmista “Eis que assim será abençoadoo homem que teme ao Senhor”. Finalmente, o salmo é concluído com promessasde bênçãos e paz ao povo de Israel e promessas de longevidade a seus servosfiéis “O Senhor te abençoará desde Sião, e tu verás o bem de Jerusalém emtodos os dias da tua vida. E verás os filhos de teus filhos, e a paz sobreIsrael”.
Os salvos em Cristoencontram grandes verdades neste salmo. Primeiramente, ele ressalta a enormediferença entre aquilo que os homens ímpios consideram como prosperidade eaquilo que verdadeiramente é ser um homem próspero. O ímpio é próspero, jamaiscontente, o salvo pode ser humilde, e mesmo assim provar de plenocontentamento, como bem nos ensina o apóstolo Paulo em sua primeira epístola aTimóteo “Porque nada trouxemos para estemundo, e manifesto é que nada podemos levar dele. Tendo, porém, sustento, e comque nos cobrirmos, estejamos com isso contentes” (1 Timóteo 6.7,8). Porém,o que dizer dos filhos de Deus que não provam de prosperidade material e queaté mesmo sofrem de dores inimagináveis até mesmo aos homens incrédulos, asemelhança do justo Jó. Reconhecemos que a condição humilde de um filho de Deuspode trazer tanta glória ao nome do Senhor quanto a prosperidade material.Lembre-se daqueles que são perseguidos por sua fé, tendo seus bens tomados eaté mesmo sua liberdade cerceada. Que jamais nos esqueçamos daquilo querealmente importa, “Portanto, quer comais, quer bebais ou façais outra qualquercoisa, fazei tudo para a glória de Deus” (1 Coríntios 10.31). - DEVOCIONAL DIÁRIO
DATA 31/08/2026
TÍTULO
AFALSA ACUSAÇÃO E SEUS EFEITOS SOBRE A VIDA DOS SALVOS
TEXTO
O atento leitor das sagradas Escriturasencontra no Salmo 69 o testemunho de um homem fiel atingido pelas nefastasconsequências de falsas acusações lançadas contra ele. A descrição dos males sofridos, assim como dosefeitos em sua vida e de seus familiares, nos leva a reconhecero grande mal que o falso testemunho causa em todas as esferas da vida humana,seja na família, na igreja ou na sociedade em geral.
Os versos 4 a 12 do salmo 69 descrevem asconsequências das falsas acusações. No quarto verso o salmista revela que,diante das falsas acusações, que incluem até mesmo o furto, ele se viu obrigadoa restituir aquilo que não havia tomado, diante da opressão de seuscaluniadores “Aqueles que me odeiam sem causa são mais do que os cabelos da minhacabeça; aqueles que procuram destruir-me, sendo injustamentemeus inimigos, são poderosos; então restituí o que não furtei”. Não sabemos até que ponto isso afetou sua vidafinanceira, ou o valor do que foi injustamente restituído, mas ter querestituir o que não havia tomado, sem planejamento ou reserva de recursos,certamente lhe trouxe dificuldades quanto ao sustento de seu lar. No verso seiso salmista revela que estas falsas acusações também tiveram como resultadocolocara em perigo a fé de seus familiares e amigos, fato que lhe trouxepreocupação “Não sejam envergonhados por minha causa aqueles que esperam em ti, óSenhor, Deus dosExércitos; não sejam confundidos por minha causa aqueles que te buscam, ó Deusde Israel”. Como é comum entre os ímpios, seus inimigos incluíram aDeus em suas falsas acusações, ridicularizando a fé do salmista “Porque poramor de ti tenho suportado afrontas; a confusão cobriu o meu rosto”. Eratamanha a intensidade do ataque de seus inimigos que pessoas próximas a elecomeçaram a acreditar que ele realmente era culpado do que lhe acusavamfalsamente, de forma que seus próprios familiares e amigos começaram a seafastar dele “Tenho-me tornado um estranho para com meus irmãos, e um desconhecido paracom os filhos de minha mãe”. Como era de se esperar, também sua vidadevocional foi afetada, tanto pela ridicularizarão de sua fé como peloresultado de tornar sua manifestação na casa de Deus um peso difícil decarregar, descrito no verso nove “Pois o zelo da tua casa me devorou, e asafrontas dos que te afrontam caíram sobre mim”. Aqueles que desprezam Deus usaram as falsasacusações sobre ele para intensificar seus ataques.de forma que sua piedade setornou motivo de escárnio, sua prática do jejum foi também ridicularizada porseus inimigos, como nos descreve “Quando chorei, e castiguei comjejum a minha alma, isto se me tornou em afrontas”. Por fim, seusinjustos adversários criaram um ditado a respeito dele, a fim de zombar eridicularizar seu testemunho, como descrito nos versos 11 e 12 “Pus por vestidoum saco, e me fiz um provérbio para eles. Aqueles que se assentam à porta falamcontra mim; e fui o cântico dos bebedores de bebida forte”. Atémesmo os bêbados compuseram uma canção de escárnio sobre ele a fim de sedivertir com sua condição.
Caro amigo, por mais difíceis e dolorosas que sejamos efeitos causados pela falsa acusação, não se surpreenda, nem espere algo diferente vindo de seres humanos pecadores. Dirijasua fé a preciosa exortação do apóstolo Pedro em sua primeira carta “Porque é coisaagradável, que alguém, por causa da consciência para com Deus, sofra agravos,padecendo injustamente” (1 Pedro 2.19).
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