No voo de hoje, a gente vai falar de algo que transforma sem você perceber: o hábito de ler. Como eu contei no episódio passado, “Oração para desaparecer”, da Socorro Acioli, me fisgou tanto no caminho pro Monte Fuji que virou ritual de viagem. Mas o contrário também é verdadeiro: livros que me levaram pra lugares que eu nunca tinha sonhado visitar.
Depois de Anne Frank, eu mergulhei em histórias como “A Bailarina de Auschwitz” e “O Menino do Pijama Listrado”, e agora eu quero muito ir pra esses cantos do mundo que os livros pintaram pra mim. O destino de hoje é Amsterdã, onde um diário escrito num esconderijo virou ponte entre passado e presente.
Afivela o cinto, porque hoje a gente viaja pelas páginas e pelos canais.