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Raul Silva
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Último episódio

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  • O estopim

    A tecnologia engoliu o mundo (e você nem percebeu) 🤯 Vem aí O Estopim Tech!

    02/05/2026 | 2min
    Você já percebeu que a tecnologia deixou de ser apenas uma ferramenta? Ela agora é o ambiente onde vivemos. A Inteligência Artificial já toma decisões no nosso cotidiano, e a próxima grande revolução não vai chegar com alarde — ela vai chegar silenciosamente no seu celular, no seu trabalho e na sua casa.

    O futuro já começou, e para te ajudar a entender essas transformações sem enrolação e sem deslumbramento barato, vem aí o O Estopim Tech, o mais novo podcast do portal O Estopim.

    Apresentado por Raul Silva, este é o seu novo espaço para traduzir o que parece complexo: IA, robótica, cibersegurança, computação quântica e muito mais, sempre conectando a inovação com a vida real.
    Inscreva-se no canal e ative as notificações para não perder a estreia!

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    Agradecimento especial aos nossos parceiros que fazem a tecnologia acontecer na prática:

    • Matheus Cell
    • Point das Capinhas

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    #OEstopimTech #Tecnologia #InteligenciaArtificial #Inovação #PodcastTech #RaulSilva #FuturoDaTecnologia #AgenciaOEstopim
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    Brasil Paralelo: revisionismo histórico, desinformação e guerra cultural | O estopim

    19/04/2026 | 17min
    A Brasil Paralelo se apresenta como produtora independente, corajosa e disposta a revelar o que teria sido escondido do público. Mas o ponto central deste episódio é outro: o problema não é ter opinião; o problema é transformar operação ideológica em aparência de investigação histórica.
    Neste episódio do O Estopim, Raul Silva disseca o método por trás dessa engrenagem: a seleção parcial de fontes, o uso de falas verdadeiras fora de contexto, a estética de documentário como blindagem emocional, a disputa da memória da ditadura militar, o revisionismo histórico, a desinformação climática e o papel da produtora no ecossistema digital da nova direita.
    Mais do que discutir um canal ou uma marca, este episódio investiga uma pergunta decisiva para o Brasil de hoje: quem controla a narrativa do passado ganha poder para reorganizar o presente.
    Ao longo da análise, você vai entender:
    como a Brasil Paralelo usa linguagem documental para produzir autoridade;
    por que a disputa sobre 1964 é também uma disputa sobre a democracia atual;
    como revisionismo, propaganda e guerra cultural se misturam no ambiente digital;
    por que a crítica séria precisa separar fatos comprovados de suspeitas não documentadas;
    e qual é o risco político de tratar propaganda como se fosse História.
    Capítulos
    00:00:29 A pergunta que abre o episódio: o que você vai entender hoje
    00:02:36 O que a Brasil Paralelo entendeu antes de muita gente e o centro da crítica: opinião não é o problema
    00:04:52 Como se reescreve a história com palavras dos outros
    00:06:20 Ditadura militar e o revisionismo sobre 1964
    00:08:31 A Última Cruzada, o projeto de nação, desinformação climática e método ideológico
    00:10:32 Justiça Eleitoral, monetização, influência política, PL das Fake News e campanhas opacas
    00:12:39 Arendt, propaganda , pós-verdade e o risco democrático
    00:14:32 O que vem a seguir
    Se este conteúdo te ajudar a enxergar melhor a diferença entre pesquisa histórica, documentário ideológico e desinformação sofisticada, compartilhe este episódio.
  • O estopim

    A fraude intelectual por trás de Olavo de Carvalho | O estopim

    13/04/2026 | 21min
    Olavo de Carvalho e o Assassinato da Filosofia | Como Aristóteles, Kant, Voltaire e Gramsci foram distorcidos
    Neste episódio de O Estopim, Raul Silva analisa como Olavo de Carvalho construiu sua influência pública ao transformar autores fundamentais da tradição ocidental em instrumentos de guerra cultural. Em vez de leitura rigorosa, contexto histórico e debate filosófico, o que se vê é a conversão de Aristóteles, Kant, Voltaire e Gramsci em slogans ideológicos voltados para mobilização política, anti-intelectualismo e disputa hegemônica.
    Ao longo do episódio, mostramos por que o problema de Olavo não foi apenas o conteúdo das suas teses, mas o método: simplificação agressiva, deslocamento de contexto, moralização do adversário e construção de uma autoridade carismática que se apresentava como alternativa à universidade, à imprensa e às mediações institucionais.
    Você vai entender:
    como Aristóteles foi reduzido a selo de autoridade, apesar de sua filosofia política estar fundada em prudência, deliberação e bem comum;
    por que Kant representa o oposto da pedagogia do guru, ao defender autonomia, esclarecimento e uso público da razão;
    como Voltaire entra no debate como símbolo da luta contra o fanatismo e a perseguição, justamente o contrário da lógica de guerra moral permanente;
    e por que Gramsci foi convertido em espantalho conspiratório, ao mesmo tempo em que o próprio olavismo operava uma disputa cultural de tipo hegemônico.
    Este não é um episódio sobre anedotas, memes ou culto de personalidade. É uma análise sobre poder, hegemonia, bolsonarismo, guerra cultural, crise da linguagem pública e o rebaixamento do debate democrático no Brasil.
    Se você gosta de análise política profunda, com base histórica, filosófica e sociológica, siga O Estopim no YouTube e no Spotify.
    Deixe seu comentário:
    Na sua visão, Olavo de Carvalho foi um pensador original ou um operador de simplificações ideológicas?
    Compartilhe este episódio com quem ainda confunde erudição performática com pensamento rigoroso.
    00:00:29 — A pergunta central: Olavo popularizou a filosofia ou assassinou o método filosófico?
    00:02:18 — Quem foi Olavo no ecossistema da nova direita brasileira
    00:04:44 — Aristóteles: prudência, logos e o contraste com a guerra verbal
    00:07:20 — Kant: esclarecimento, autonomia e o problema do guru
    00:09:45 — Voltaire: tolerância, fanatismo e a sacralização da política
    00:12:07 — Gramsci: hegemonia, sociedade civil e o fantasma do “marxismo cultural”
    00:15:13 — O impacto do olavismo no bolsonarismo e no anti-intelectualismo brasileiro
    00:17:49 — O que vem a seguir: o fim de Olavo significa o fim do método. Encerramento: quando a filosofia vira obediência, a democracia adoece
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    Harry Potter, J. K. Rowling e o limite ético da leitura | Teoria Literária

    05/04/2026 | 20min
    Com o novo trailer da série de Harry Potter, Raul Silva finalmente responde à pergunta que seus alunos e ouvintes fazem há anos: por que o Teoria Literária quase nunca falou da saga?
    Neste episódio, Raul explica por que é contrário à nova série e por que, neste caso, defende o boicote. A análise passa pelas falas públicas de J. K. Rowling sobre pessoas trans, por sua atuação financeira e midiática em campanhas anti-trans, por uma releitura crítica dos livros de Harry Potter e pelo debate sobre a impossibilidade de separar autora e obra quando a autora segue viva, lucrando e atuando politicamente.
    Um episódio definitivo, sem continuação, que une crítica literária, ética da recepção e análise social.

    Índice de capítulos
    00:00:18 — A exceção que dói: por que este episódio existe
    00:02:03 — O presente da franquia e o problema da autora viva
    00:03:41 — A decepção dos leitores e a ferida de uma geração
    00:05:18 — O que J. K. Rowling disse e por que isso importa
    00:07:50 — Dinheiro, influência e campanha organizada contra direitos trans
    00:09:14 — Releitura crítica de Harry Potter: pureza, hierarquia, servidão e conservadorismo
    00:12:27 — Cormoran Strike e Sangue Revolto: continuidade do imaginário
    00:14:05 — Ecos autoritários: por que esse discurso não é só “opinião”
    00:16:11 — Veredito final: por que Raul Silva vai boicotar a série
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    O Conto da Aia, de Margaret Atwood: crítica, feminismo, teocracia e poder | Teoria Literária

    02/04/2026 | 14min
    Neste episódio do Teoria Literária, Raul Silva analisa O Conto da Aia, de Margaret Atwood, uma das obras mais importantes da literatura distópica contemporânea.
    A conversa passa pela estrutura narrativa do romance, pela construção de Offred como narradora, pelo funcionamento de Gilead como regime teocrático e pelo papel de personagens como Serena Joy, Moira, Aunt Lydia e o Comandante. Ao mesmo tempo, o episódio propõe uma resenha crítica da obra, discutindo como Atwood articula patriarcado, religião, linguagem, memória e poder em uma narrativa que continua profundamente atual.
    Mais do que uma história sobre opressão feminina, O Conto da Aia aparece aqui como um romance sobre o modo como sociedades podem transformar violência em moral, controle em proteção e silêncio em disciplina.
    Se você busca uma análise literária de O Conto da Aia, uma resenha crítica de Margaret Atwood ou uma leitura que relacione literatura e política, este episódio é para você.
    Índice do Episódio
    00:00:32 A abertura: por que O Conto da Aia ainda assusta
    00:01:42 Contexto histórico e político da obra
    00:02:50 A trama de Offred e o mundo de Gilead
    00:04:22 Como Margaret Atwood constrói o terror literariamente
    00:06:00 Offred, Moira, Serena Joy e as engrenagens do poder
    00:08:03 Corpo, linguagem e poder no romance
    00:09:19 As Notas Históricas e o último golpe do livro
    00:11:06 Resenha crítica: a opinião de Raul Silva
    00:11:50 Encerramento e pergunta final ao público

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Sobre O estopim

O estopim é jornalismo para ouvir: análises, entrevistas, explicações e reportagens que cruzam política, sociedade e literatura, do Brasil e do mundo. Menos ruído, mais contexto: dados na mesa, narrativa clara e uma pitada de ironia. Aqui também vive o podcast Teoria Literária, onde clássicos e novidades encontram o presente em conversas que ligam livros às disputas do nosso tempo. Ouça séries especiais, resenhas críticas e bastidores de pauta. Siga e ative as notificações: o debate começa aqui.
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