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Raul Silva
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  • O estopim

    Guerra dos chips: por que Taiwan, China, EUA e ASML decidem o futuro da IA | O estopim Tech

    10/07/2026 | 24min
    Guerra dos chips é a disputa que decide o futuro da inteligência artificial. A IA parece software, mas depende de fábricas, litografia, semicondutores, minerais críticos, energia e geopolítica.
    Neste episódio de O estopim Tech, Raul Silva explica por que Taiwan, China, Estados Unidos e ASML estão no centro da corrida dos chips. A TSMC fabrica a maior parte dos chips de ponta do mundo. A ASML domina as máquinas essenciais para a litografia avançada. A NVIDIA transformou GPUs em infraestrutura da IA. E a China tenta romper os bloqueios americanos com chips próprios, empresas como Huawei e controle sobre minerais estratégicos.
    Taiwan responde por mais de 60% da receita global de foundries e mais de 90% da fabricação de chips de ponta, segundo guia comercial do governo dos EUA. 
    Capítulos
    00:00:16 — A IA parece software, mas depende de fábrica
    00:03:15 — O chip por trás da inteligência artificial
    00:04:56 — Taiwan no centro da economia digital
    00:06:45 — O escudo de silício e o medo geopolítico
    00:08:20 — ASML: a máquina que todos querem
    00:10:41 — EUA, CHIPS Act e controles contra a China
    00:13:01 — China, Huawei e substituição tecnológica
    00:15:10 — Minerais críticos e pressão sobre cadeias globais
    00:16:54 — O gargalo da memória, embalagem e energia
    00:19:02 — O Brasil na guerra dos chips
    00:21:12 — Conclusão: sem chip, não há soberania digital
    Siga O estopim Tech e ative as notificações. A disputa tecnológica que muda o trabalho, a economia e a política quase sempre começa longe da tela: começa na infraestrutura.
    #GuerraDosChips #Semicondutores #InteligenciaArtificial #IA #TSMC #ASML #NVIDIA #Taiwan #China #Geopolitica #OEstopimTech
  • O estopim

    Pobreza caiu no Brasil: Bolsa Família venceu ou o país só respirou? | O estopim Política

    29/06/2026 | 18min
    A pobreza caiu no Brasil pelo terceiro ano consecutivo. Segundo o IBGE, entre 2023 e 2024, 8,6 milhões de pessoas saíram da pobreza e 1,9 milhão saiu da extrema pobreza. Mas essa boa notícia abre uma pergunta incômoda: foi o Bolsa Família, foi o Auxílio Brasil, foi o mercado de trabalho — ou foi a combinação de tudo isso?
    Neste episódio de O estopim, Raul Silva analisa os dados do IBGE, do Ipea e do MDS para entender por que a pobreza caiu, por que a desigualdade racial e regional continua tão profunda e quais reformas podem consolidar esse avanço.
    O episódio discute transferência de renda, Bolsa Família, Auxílio Brasil, CadÚnico, mercado de trabalho, desigualdade regional, desigualdade racial, primeira infância, Estado de bem-estar social e os novos desafios da política social brasileira.
    Se você quer entender o Brasil para além da manchete, este episódio é para você.
    Siga o podcast e avalie com 5 estrelas para fortalecer o jornalismo independente.
    Índice de capítulos do episódio
    00:00:11 — Abertura: quando a pobreza cai, quem ganha a narrativa?
    00:02:19 — A promessa do episódio: Bolsa Família, Auxílio Brasil e mercado de trabalho
    00:03:41 — O dado do IBGE: pobreza e extrema pobreza em queda
    00:05:03 — O Brasil melhorou, mas ainda não resolveu sua estrutura social
    00:06:19 — Bolsa Família e Auxílio Brasil: o que mudou na política de renda
    00:07:25 — O impacto dos programas sociais na extrema pobreza
    00:08:31 — Fato vs. estrutura: pobreza caiu, desigualdade permanece
    00:09:46 — A geografia da pobreza: Nordeste, Sul e desigualdade regional
    00:11:23 — Quem são os atores dessa disputa: governo, municípios, Congresso e mercado
    00:12:18 — Mulheres, população negra e o perfil dos beneficiários
    00:13:27 — A lente da Ciência Política: Estado de bem-estar social incompleto
    00:14:25 — Quais reformas podem consolidar a queda da pobreza
    00:16:10 — Conclusão: queda da pobreza é vitória, mas não é ponto final
    #OEstopim #RaulSilva #PobrezaNoBrasil #BolsaFamilia #AuxilioBrasil #IBGE #DesigualdadeSocial #DesigualdadeRacial #TransferenciaDeRenda #CadUnico #PoliticaSocial #Brasil #JornalismoPolitico #Economia #DireitosSociais
  • O estopim

    BookTok está destruindo a literatura? A verdade sobre livros virais e o algoritmo | Teoria Literária

    22/06/2026 | 15min
    #ClássicosDaLiteratura #Literatura #Livros #Leitura #Podcast #BookTube
    E se a maior revolução literária do século XXI não veio da universidade, mas de vídeos de 30 segundos?
    Neste episódio do Teoria Literária, Raul Silva investiga o fenômeno BookTok: a comunidade literária do TikTok que transformou livros virais, romantasy, romance jovem, fantasia e recomendações emocionais em uma força decisiva no mercado editorial.
    Mas afinal: o BookTok está formando novos leitores ou empobrecendo a experiência literária? Ele democratiza o acesso aos livros ou transforma a literatura em produto algorítmico? O episódio atravessa Adorno e Horkheimer, indústria cultural, estética da recepção, Hans Robert Jauss, Pierre Bourdieu, capital simbólico, mercado editorial, cultura de massa e o papel dos algoritmos na formação do gosto.
    A resposta não é simples — e talvez irrite os dois lados.
    Comente: qual livro viral do BookTok te surpreendeu? E qual foi pura propaganda?
    Capítulos
    00:00:14 — A revolução literária dos vídeos de 30 segundos
    00:01:32 — O que é BookTok e por que ele mexe com o mercado editorial
    00:03:00 — BookTok democratiza a leitura?
    00:05:08 — O perigo da fórmula: romantasy, tropes e indústria cultural
    00:07:27 — Jauss, recepção e o horizonte de expectativas
    00:09:18 — Bourdieu: quem manda no gosto literário?
    00:11:27 — Veredito: o BookTok salva ou destrói a literatura?
    Responda à enquete do episódio e envie sua opinião: você já comprou um livro por causa do BookTok? Valeu a pena?
  • O estopim

    IA vai criar uma nova elite profissional: quem sobe e quem fica para trás? | O estopim Tech

    08/06/2026 | 22min
    A inteligência artificial generativa está mudando o trabalho — mas não apenas porque escreve textos, resume reuniões ou cria imagens. O efeito mais profundo é outro: a IA está reorganizando poder dentro das empresas.
    Neste episódio do O estopim Tech, Raul Silva analisa como a IA cria uma nova hierarquia profissional entre quem apenas usa ferramentas e quem sabe comandar sistemas, agentes, dados, processos e decisões estratégicas.
    A pergunta central não é apenas “a IA vai tirar empregos?”. A pergunta mais dura é: quem vai subir na nova economia da IA e quem será empurrado para baixo dentro da cadeia de valor?
    Com base em estudos da OIT, Fórum Econômico Mundial, Microsoft, MIT, Stanford, Cetic.br/CGI.br e Banco Mundial, o episódio mostra por que a disputa real não é por produtividade isolada, mas por capital de comando: a capacidade de transformar inteligência artificial em decisão, governança, autonomia e vantagem econômica.
    Capítulos
    00:00:16 — A IA não muda só empregos: muda quem manda
    00:02:12 — Produtividade pode virar autonomia ou pressão
    00:04:29 — Nossos apoiadores
    00:06:04 — O que dizem OIT, Fórum Econômico Mundial, Microsoft e MIT
    00:08:27 — A nova elite profissional da IA
    00:10:16 — O conceito de capital de comando
    00:12:16 — O degrau quebrado
    00:14:14 — O Brasil e o risco de terceirizar inteligência
    00:16:05 — Quem fica para trás?
    00:18:00 — O que trabalhadores, empresas e escolas precisam fazer
    00:19:23 — A no elite profissional
    Siga o O estopim Tech no Spotify e envie este episódio para um colega de trabalho, professor, gestor ou estudante que precisa entender a nova hierarquia profissional da IA.
    #InteligenciaArtificial #IAGenerativa #FuturoDoTrabalho #MercadoDeTrabalho #OEstopimTech #ChatGPT #AgentesDeIA #Carreira #Tecnologia #Trabalho
  • O estopim

    Guerra cultural, censura e livros: a batalha pelo imaginário brasileiro | O estopim

    31/05/2026 | 22min
    O Brasil vive um paradoxo: o mercado editorial cresce, mas o número de leitores cai. Ao mesmo tempo, livros viram alvo de censura em escolas, disputas políticas, vídeos virais, decisões judiciais, clubes de assinatura, BookTok, PNLD e projetos de lei sobre bibliotecas.
    Neste episódio de O estopim, Raul Silva analisa como a guerra cultural transformou a leitura em uma trincheira política. O livro deixou de ser apenas objeto cultural: virou marcador identitário, mercadoria de pertencimento, instrumento de política pública e campo de batalha pela formação do imaginário brasileiro.
    Falamos sobre O Avesso da Pele, de Jeferson Tenório; Capitães da Areia, de Jorge Amado; a censura na Bienal do Livro do Rio; o papel do PNLD; o avanço das bibliotecas escolares; o impacto dos algoritmos e o paradoxo do BookTok.
    A pergunta central é: quando uma sociedade transforma o livro em arma, ela está defendendo a infância — ou disputando o controle do futuro?
    ▶️ Comente: qual livro todo brasileiro deveria ler para entender o país?
    ▶️ Compartilhe este episódio com alguém que precisa discutir censura, escola e cultura sem gritaria.
    ▶️ Inscreva-se no canal e ative o sino para acompanhar novas análises de conjuntura política.
    Índice de Capítulos
    00:00:29 — O tema da semana: guerra cultural nos livros
    00:02:37 — O paradoxo: Brasil compra mais, mas lê menos
    00:04:22 — Livro como marcador identitário
    00:05:51 — Conservadores, progressistas, mercado e Estado
    00:07:49 — O Avesso da Pele e o pânico moral
    00:09:50 — Bienal do Livro, Capitães da Areia e censura disfarçada
    00:11:48 — Mercado editorial, clubes de assinatura e algoritmo
    00:13:37 — PNLD, bibliotecas e pacto federativo cultural
    00:15:32 — Gramsci, Bourdieu e Weber explicam a disputa
    00:17:08 — Quem paga a conta da guerra cultural?
    00:18:32 — Dois cenários para o futuro da leitura no Brasil
    #GuerraCultural #livros #censura #educação #PNLD #BookTok #mercadoEditorial #leitura #bibliotecas #politica #cienciapolitica #OEstopim #RaulSilva
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Sobre O estopim
O estopim é jornalismo para ouvir: análises, entrevistas, explicações e reportagens que cruzam política, sociedade e literatura, do Brasil e do mundo. Menos ruído, mais contexto: dados na mesa, narrativa clara e uma pitada de ironia. Aqui também vive o podcast Teoria Literária, onde clássicos e novidades encontram o presente em conversas que ligam livros às disputas do nosso tempo. Ouça séries especiais, resenhas críticas e bastidores de pauta. Siga e ative as notificações: o debate começa aqui.
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Generated: 7/12/2026 - 10:49:45 AM