Evangelho de Cada Dia

Dom Frei João Bosco Barbosa de Sousa, ofm
Evangelho de Cada Dia
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  • Evangelho de Cada Dia

    Homilia Diária | Evangelho de Cada Dia - EP. 1426 - 01 de Abril de 2026

    01/04/2026 | 7min
    Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 
    26,14-25

    Naquele tempo,
    um dos doze discípulos, chamado Judas Iscariotes,
    foi ter com os sumos sacerdotes
    e disse: 
    "O que me dareis se vos entregar Jesus?"
    Combinaram, então, trinta moedas de prata.
    E daí em diante, Judas procurava uma oportunidade
    para entregar Jesus.
    No primeiro dia da festa dos Ázimos,
    os discípulos aproximaram-se de Jesus
    e perguntaram: 
    "Onde queres que façamos os preparativos
    para comer a Páscoa?"
    Jesus respondeu: 
    "Ide à cidade,
    procurai certo homem e dizei-lhe:
    'O Mestre manda dizer: 
    o meu tempo está próximo,
    vou celebrar a Páscoa em tua casa,
    junto com meus discípulos'".
    Os discípulos fizeram como Jesus mandou
    e prepararam a Páscoa.
    Ao cair da tarde, Jesus pôs-se à mesa
    com os doze discípulos.
    Enquanto comiam, Jesus disse:
    "Em verdade eu vos digo, um de vós vai me trair".
    Eles ficaram muito tristes
    e, um por um, começaram a lhe perguntar:
    "Senhor, será que sou eu?"
    Jesus respondeu:
    "Quem vai me trair é aquele que comigo põe a mão no prato.
    O Filho do Homem vai morrer,
    conforme diz a Escritura a respeito dele.
    Contudo, ai daquele que trair o Filho do Homem!
    Seria melhor que nunca tivesse nascido!"
    Então Judas, o traidor, perguntou:
    "Mestre, serei eu?"
    Jesus lhe respondeu: 
    "Tu o dizes".
  • Evangelho de Cada Dia

    Homilia Diária | Evangelho de Cada Dia - EP. 1425 - 31 de Março de 2026

    31/03/2026 | 8min
    Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João 
    13,21-33.36-38

    Naquele tempo,
    estando à mesa com seus discípulos,
    Jesus ficou profundamente comovido e testemunhou:
    "Em verdade, em verdade vos digo,
    um de vós me entregará".
    Desconcertados,
    os discípulos olhavam uns para os outros,
    pois não sabiam de quem Jesus estava falando.
    Um deles, a quem Jesus amava,
    estava recostado ao lado de Jesus.
    Simão Pedro fez-lhe um sinal
    para que ele procurasse saber
    de quem Jesus estava falando.
    Então, o discípulo,
    reclinando-se sobre o peito de Jesus, 
    perguntou-lhe:
    "Senhor, quem é?"
    Jesus respondeu:
    "É aquele a quem eu der o pedaço de pão
    passado no molho".
    Então Jesus molhou um pedaço de pão
    e deu-o a Judas, filho de Simão Iscariotes.
    Depois do pedaço de pão,
    Satanás entrou em Judas.
    Então Jesus lhe disse:
    "O que tens a fazer, executa-o depressa".
    Nenhum dos presentes compreendeu
    por que Jesus lhe disse isso.
    Como Judas guardava a bolsa, alguns pensavam
    que Jesus lhe queria dizer:
    "Compra o que precisamos para a festa",
    ou que desse alguma coisa aos pobres.
    Depois de receber o pedaço de pão,
    Judas saiu imediatamente.
    Era noite.
    Depois que Judas saiu,
    disse Jesus:
    "Agora foi glorificado o Filho do Homem,
    e Deus foi glorificado nele.
    Se Deus foi glorificado nele,
    também Deus o glorificará em si mesmo,
    e o glorificará logo.
    Filhinhos,
    por pouco tempo estou ainda convosco.
    Vós me procurareis,
    e agora vos digo, como eu disse também aos judeus:
    'Para onde eu vou, vós não podeis ir'".
    Simão Pedro perguntou:
    "Senhor, para onde vais?"
    Jesus respondeu-lhe:
    "Para onde eu vou,
    tu não me podes seguir agora,
    mas me seguirás mais tarde".
    Pedro disse:
    "Senhor, por que não posso seguir-te agora?
    Eu darei a minha vida por ti!"
    Respondeu Jesus:
    "Darás a tua vida por mim?
    Em verdade, em verdade te digo:
    o galo não cantará
    antes que me tenhas negado três vezes".
  • Evangelho de Cada Dia

    Homilia Diária | Evangelho de Cada Dia - EP. 1424 - 30 de Março de 2026

    30/03/2026 | 9min
    Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João 
    12,1-11

    Seis dias antes da Páscoa,
    Jesus foi para Betânia, onde morava Lázaro,
    que ele havia ressuscitado dos mortos.
    Ali ofereceram a Jesus um jantar;
    Marta servia
    e Lázaro era um dos que estavam à mesa com ele.
    Maria, tomando quase meio litro de perfume
    de nardo puro e muito caro,
    ungiu os pés de Jesus e enxugou-os com seus cabelos.
    A casa inteira ficou cheia do perfume do bálsamo.
    Então, falou Judas Iscariotes,
    um dos seus discípulos,
    aquele que o havia de entregar:
    "Por que não se vendeu este perfume
    por trezentas moedas de prata,
    para as dar aos pobres?"
    Judas falou assim 
    não porque se preocupasse com os pobres,
    mas porque era ladrão;
    ele tomava conta da bolsa comum
    e roubava o que se depositava nela.
    Jesus, porém, disse:
    "Deixa-a; ela fez isto
    em vista do dia de minha sepultura.
    Pobres, sempre os tereis convosco,
    enquanto a mim, nem sempre me tereis".
    Muitos judeus, 
    tendo sabido que Jesus estava em Betânia,
    foram para lá,
    não só por causa de Jesus,
    mas também para verem Lázaro,
    que Jesus havia ressuscitado dos mortos.
    Então, os sumos sacerdotes
    decidiram matar também Lázaro,
    porque, por causa dele,
    muitos deixavam os judeus
    e acreditavam em Jesus.
  • Evangelho de Cada Dia

    Homilia Diária | Evangelho de Cada Dia - EP. 1423 - 29 de Março de 2026

    30/03/2026 | 10min
    Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo Mateus 
    27,11-54

    Naquele tempo, 
    Jesus foi posto diante do Pôncio Pilatos,
    e este o interrogou:
    "Tu és o rei dos judeus?"
    Jesus declarou: "É como dizes",
    e nada respondeu, quando foi acusado
    pelos sumos sacerdotes e anciãos.
    Então Pilatos perguntou:
    "Não estás ouvindo de quanta coisa eles te acusam?"
    Mas Jesus não respondeu uma só palavra,
    e o governador ficou muito impressionado.
    Na festa da Páscoa,
    o governador costumava soltar o prisioneiro
    que a multidão quisesse.
    Naquela ocasião, tinham um prisioneiro famoso,
    chamado Barrabás.
    Então Pilatos perguntou à multidão reunida:
    "Quem vós quereis que eu solte:
    Barrabás, ou Jesus, a quem chamam de Cristo?"
    Pilatos bem sabia
    que eles haviam entregado Jesus por inveja.
    Enquanto Pilatos estava sentado no tribunal,
    sua mulher mandou dizer a ele:
    "Não te envolvas com esse justo! Porque esta noite,
    em sonho, sofri muito por causa dele".
    Porém, os sumos sacerdotes e os anciãos
    convenceram as multidões para que pedissem Barrabás
    e que fizessem Jesus morrer.
    O governador tornou a perguntar:
    "Qual dos dois quereis que eu solte?"
    Eles gritaram: "Barrabás".
    Pilatos perguntou: "Que farei com Jesus,
    que chamam de Cristo?"
    Todos gritaram: "Seja crucificado!"
    Pilatos falou: "Mas, que mal ele fez?"
    Eles, porém, gritaram com mais força:
    "Seja crucificado!"
    Pilatos viu que nada conseguia
    e que poderia haver uma revolta.
    Então mandou trazer água,
    lavou as mãos diante da multidão, e disse:
    "Eu não sou responsável pelo sangue deste homem.
    Este é um problema vosso!"
    O povo todo respondeu:
    "Que o sangue dele caia sobre nós
    e sobre os nossos filhos".
    Então Pilatos soltou Barrabás,
    mandou flagelar Jesus,
    e entregou-o para ser crucificado.

    Salve, rei dos judeus!

    Em seguida, os soldados de Pilatos
    levaram Jesus ao palácio do governador,
    e reuniram toda a tropa em volta dele.
    Tiraram sua roupa e o vestiram com um manto vermelho;
    depois teceram uma coroa de espinhos,
    puseram a coroa em sua cabeça,
    e uma vara em sua mão direita.
    Então se ajoelharam diante de Jesus e zombaram,
    dizendo: "Salve, rei dos judeus!"
    Cuspiram nele
    e, pegando uma vara, bateram na sua cabeça.
    Depois de zombar dele,
    tiraram-lhe o manto vermelho
    e, de novo, o vestiram com suas próprias roupas.
    Daí o levaram para crucificar.

    Com ele também crucificaram dois ladrões.

    Quando saíam, encontraram um homem chamado Simão,
    da cidade de Cirene,
    e o obrigaram a carregar a cruz de Jesus.
    E chegaram a um lugar chamado Gólgota,
    que quer dizer "lugar da caveira".
    Ali deram vinho misturado com fel para Jesus beber.
    Ele provou, mas não quis beber.
    Depois de o crucificarem,
    fizeram um sorteio, repartindo entre si as suas vestes.
    E ficaram ali sentados, montando guarda.
    Acima da cabeça de Jesus
    puseram o motivo da sua condenação:
    "Este é Jesus, o Rei dos Judeus".
    Com ele também crucificaram dois ladrões,
    um à direita e outro à esquerda de Jesus.

    Se és o Filho de Deus, desce da cruz!

    As pessoas que passavam por ali o insultavam,
    balançando a cabeça e dizendo:
    "Tu que ias destruir o Templo
    e construí-lo de novo em três dias,
    salva-te a ti mesmo!
    Se és o Filho de Deus, desce da cruz!"
    Do mesmo modo, os sumos sacerdotes,
    junto com os mestres da Lei e os anciãos,
    também zombaram de Jesus:
    "A outros salvou... a si mesmo não pode salvar!
    É Rei de Israel... Desça agora da cruz!
    e acreditaremos nele.
    Confiou em Deus; que o livre agora,
    se é que Deus o ama!
    Já que ele disse: Eu sou o Filho de Deus"
    Do mesmo modo, também os dois ladrões
    que foram crucificados com Jesus, o insultavam.

    Eli, Eli, lamá sabactâni?

    Desde o meio-dia até às três horas da tarde,
    houve escuridão sobre toda a terra.
    Pelas três horas da tarde, Jesus deu um forte grito:
    "Eli, Eli, lamá sabactâni?",
    que quer dizer: "Meu Deus, meu Deus,
    por que me abandonaste?"
    Alguns dos que ali estavam, ouvindo-o, disseram:
    "Ele está chamando Elias!"
    E logo um deles, correndo, pegou uma esponja,
    ...
  • Evangelho de Cada Dia

    Homilia Diária | Evangelho de Cada Dia - EP. 1422 - 28 de Março de 2026

    30/03/2026 | 8min
    Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João 
    11,45-56

    Naquele tempo,
    muitos dos judeus que tinham ido à casa de Maria
    e viram o que Jesus fizera, creram nele.
    Alguns, porém, foram ter com os fariseus
    e contaram o que Jesus tinha feito.
    Então os sumos sacerdotes e os fariseus
    reuniram o Conselho e disseram:
    "O que faremos?
    Este homem realiza muitos sinais.
    Se deixamos que ele continue assim,
    todos vão acreditar nele,
    e virão os romanos
    e destruirão o nosso Lugar Santo e a nossa nação.
    Um deles, chamado Caifás,
    sumo sacerdote em função naquele ano, disse:
    "Vós não entendeis nada.
    Não percebeis que é melhor um só morrer pelo povo
    do que perecer a nação inteira?"
    Caifás não falou isso por si mesmo.
    Sendo sumo sacerdote em função naquele ano,
    profetizou que Jesus iria morrer pela nação.
    E não só pela nação,
    mas também para reunir os filhos de Deus dispersos.
    A partir desse dia, as autoridades
    judaicas tomaram a decisão de matar Jesus.
    Por isso,
    Jesus não andava mais em público no meio dos judeus.
    Retirou-se para uma região perto do deserto,
    para a cidade chamada Efraim.
    Ali permaneceu com os seus discípulos.
    A Páscoa dos judeus estava próxima.
    Muita gente do campo tinha subido a Jerusalém
    para se purificar antes da Páscoa.
    Procuravam Jesus
    e, ao reunirem-se no Templo, comentavam entre si:
    "O que vos parece?
    Será que ele não vem para a festa?"

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Generated: 4/1/2026 - 3:30:40 PM