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    10 dicas para conciliar vida pessoal com a profissional

    02/2/2026 | 7min
    Um dos maiores desafios na contemporaneidade é conciliar a vida pessoal com a profissional. Acontece que essa é uma situação preocupante, uma vez que pode desencadear crises de ansiedade e de estresse, além da síndrome de Burnout.

    Por isso, encontrar o equilíbrio entre esses dois âmbitos da vida, além de ser importante para a qualidade de vida, pode ser o fator que que faltava para o tratamento eficaz de diversos problemas de saúde mental que estão te afligindo.

    Sendo assim, neste artigo, daremos dicas práticas e essenciais de como você pode conciliar a vida pessoal com a profissional e, assim, cuidar do seu bem-estar. Boa leitura!

    Como conciliar vida pessoal com a profissional: 10 dicas práticas

    Como mencionamos, a partir de agora você encontrará dicas práticas de como equilibrar as áreas da sua vida e possibilitar o alcance de uma boa qualidade de vida:

    1. Defina suas prioridades

    O primeiro passo é definir quais são suas prioridades tanto na vida pessoal quanto na profissional. Isso porque, a partir daí, será possível equilibrar suas funções e responsabilidades, evitando a sobrecarga.

    Sendo assim, faça uma lista com todas as suas atividades e, em seguida, comece a identificar o que é mais importante e necessário na sua vida.

    Com isso, você conseguirá visualizar o que pode ser adiado ou ajustado, bem como onde você precisa se fazer mais presente e se doar mais.

    2. Gerencie seu tempo

    Depois de definir as prioridades, é hora de identificar o tempo que você vai dedicar a cada uma de suas tarefas. Naturalmente, isso pode variar, mas é preciso ter ao menos uma estimativa para que seja possível se programar.

    Assim, para fazer uma boa gestão do tempo, vale a pena utilizar alguns recursos, desde a tradicional agenda até aplicativos de gerenciamento de tarefas. Eles ajudam a organizar as atividades diárias e a possibilitar que você consiga cumprir com os prazos.

    3. Estabeleça limites claros

    Impor limites claros também é um dos pontos-chave para equilibrar a vida pessoal e profissional. Isso significa saber reconhecer o quanto tempo você trabalhará por dia, por exemplo, para não ultrapassar esse limite.

    Dentro da família, também é importante definir limites para não se sobrecarregar, como quais tarefas irá fazer em casa. Tudo isso contribui para que seja mais assertivo conciliar esses dois âmbitos da vida.

    4. Aprenda a dizer "não"

    Junto ao estabelecimento de limites, aprenda a dizer "não". Isso significa que, além de reconhecer que você não consegue pegar mais atividades do que aquelas que já executa, é necessário recusar, de maneira educada e assertiva, propostas que não fazem sentido para você e para sua saúde física e mental. Seja do chefe, da família ou de amigos.

    Nesse sentido, entenda que dizer "não" não te torna uma pessoa pior. Aqui, não se deve preocupar com o que o outro vai pensar sobre você, mas sim em como você se sente arcando com mais compromissos do que aqueles que consegue cumprir.

    5. Seja flexível

    Apesar de ser necessário estabelecer limites e saber gerenciar o seu tempo, também é fundamental ser flexível e adaptável. Afinal de contas, a vida é imprevisível, o que faz com que prioridades, ideias e percepções de vida possam mudar com o passar do tempo.

    Portanto, esteja preparado para ajustar os seus planejamentos caso seja necessário. Ser flexível te possibilitará não apenas isso, mas também manter o equilíbrio diante de imprevistos e adversidades inesperadas.

    6. Reserve um tempo para a família e os amigos

    Por mais que a sua rotina seja corrida e agitada, é importante reservar um tempo de qualidade para estar com a família e os amigos. Além de fortalecer os vínculos afetivos, essa prática é excelente para cuidar das emoções e recarregar a energia.

    Sendo assim, defina dias da semana e horários para fazer programas com as pessoas que são queridas e importantes para você.

    7. Fique offline de vez em quando

    De uns tempos para cá, temos passado boa parte do nosso tempo rolando os "feeds" das redes sociais por horas e hora...
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    Inteligência emocional: como desenvolver a sua?

    31/1/2026 | 8min
    A inteligência emocional é uma habilidade que pode transformar positivamente a vida de quem a tem. Afinal, ela ajuda o indivíduo a passar pelas dificuldades com mais tranquilidade e clareza.

    Esse conceito diz respeito a saber gerenciar suas próprias emoções, ter autoconhecimento sobre o quê e como se sente, além de influenciar numa vida com mais qualidade e bem-estar e na construção relações interpessoais saudáveis.

    Neste artigo, vamos nos aprofundar sobre o que é inteligência emocional e por que é tão importante desenvolvê-la. Tenha uma ótima leitura!

    O que é inteligência emocional?

    De forma mais ampla, a inteligência emocional é a capacidade de entender e lidar melhor tanto com as próprias emoções, como também reconhecer e influenciar as emoções de quem está ao redor. Isso traz mais proximidade e tranquilidade para as relações.

    Quem tem essa habilidade emocional consegue passar pelas adversidades da vida de maneira mais madura e consciente. Portanto, é uma competência fundamental tanto na vida pessoal quanto na vida profissional.

    Características de uma pessoa emocionalmente inteligente

    Um indivíduo com inteligência emocional tem as seguintes características:

    Em uma situação de crise, não reage de forma exagerada nem entra em pânico;

    Não permite que as emoções influenciem diretamente nas suas escolhas;

    Desenvolve relacionamentos saudáveis com alto grau de empatia pelo outro;

    Dificilmente entra em discussões sem motivo.

    Essas são só algumas características, mas o fato é que uma pessoa com inteligência emocional tem autoconhecimento e um jeito mais sereno de encarar os problemas, o que impacta diretamente no seu bem-estar.

    5 pilares da inteligência emocional

    O psicólogo Daniel Goleman, responsável por popularizar o conceito, dividiu a inteligência emocional em pilares com o intuito de simplificar o que uma pessoa precisa ter para melhorar a relação com as próprias emoções e evitar reações como estresse e compulsão. São eles:

    1. Autoconhecimento emocional

    Conhecer as próprias emoções é imprescindível para desenvolver a inteligência emocional, já que um indivíduo que tem autoconhecimento percebe quando mudanças de humor podem acontecer e sabe identificar os gatilhos emocionais que provocam determinados sentimentos. Por isso, o autoconhecimento é o ponto de partida.

    2. Controle emocional

    Após identificar suas emoções, vem a próxima etapa: saber lidar de maneira mais assertiva e consciente com elas, sobretudo em momentos de instabilidade. Isso é, agir de forma mais consciente e evitar comportamentos impulsivos.

    Então, esse tipo de atitude vem da prática constante diante das situações que nos pressionam.

    3. Automotivação

    A automotivação diz respeito a entender o que está dentro da gente e como isso nos motiva a fazer algo, o que nos dá força para encarar a vida. Assim, está ligado a ter disciplina mesmo quando o entorno não é favorável.

    É um importante amparo para que a pessoa seja mais persistente e produtiva diante da instabilidade da vida.

    4. Empatia e reconhecimento emocional

    Ser empático é ter a capacidade de se colocar no lugar do outro, respeitando e acolhendo suas emoções e escolhas. Então, a empatia é a base de relacionamentos saudáveis e nos proporciona criar laços mais profundos e duradouros.

    5. Relacionamentos interpessoais

    Relacionamentos interpessoais saudáveis são essenciais para uma vida pessoal e profissional bem-sucedida. Este pilar envolve a capacidade de criar e manter bons relacionamentos e gerar boas conexões.

    Diz respeito também a se comunicar de forma clara, solucionar conflitos e interagir de maneira colaborativa com as pessoas ao redor, seja no trabalho ou na vida de uma forma geral.

    Por que é importante desenvolver a inteligência emocional?

    Desenvolver a inteligência emocional impacta em inúmeros benefícios, tanto no âmbito pessoal como no profissional, influenciando em uma vida mais equilibrada e saudável. Saiba mais:

    Benefícios pessoais:

    Reduz a ansiedade e estresse;

    Contribui para a redução de atrito...
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    Prazer e saúde mental

    29/1/2026 | 8min
    Durante muito tempo, o prazer foi tratado com desconfiança em diferentes campos do saber, inclusive na psicologia.

    Associado ao excesso, à fuga da realidade ou até à culpa, ele acabou sendo deixado em segundo plano diante de valores como produtividade, desempenho e autocontrole.

    No entanto, cada vez mais estudos e práticas clínicas mostram que o prazer não é um luxo nem um capricho, mas um elemento central para a saúde mental.

    Resgatar momentos de satisfação no cotidiano não significa viver em busca de estímulos constantes ou ignorar dificuldades emocionais.

    Pelo contrário, trata-se de reconhecer o prazer como uma experiência humana fundamental, capaz de fortalecer recursos psíquicos, ampliar o bem-estar e ajudar na regulação emocional.

    O que entendemos por prazer na psicologia

    Na psicologia, o prazer não se resume a sensações intensas ou imediatas.

    Ele pode estar ligado a experiências simples, duradouras e profundamente subjetivas, como sentir-se acolhido, realizar uma atividade significativa ou perceber harmonia entre pensamentos, emoções e ações.

    O prazer envolve tanto o corpo quanto a mente, sendo influenciado por fatores biológicos, emocionais, sociais e culturais.

    Diferentes abordagens psicológicas compreendem o prazer de maneiras distintas.

    Algumas enfatizam sua função motivacional, outras destacam seu papel na construção do sentido de vida.

    Apesar dessas diferenças, há um ponto em comum: o prazer está diretamente relacionado à capacidade de sentir, desejar e se conectar consigo mesmo e com o mundo.

    Logo, ignorar ou desvalorizar o prazer pode levar a um empobrecimento da experiência emocional, tornando a vida mais mecânica e menos significativa.

    Por isso, negar o prazer é um hábito que pode prejudicar a saúde mental.

    A relação entre prazer, bem-estar e regulação emocional

    O prazer se insere em um sistema complexo de emoções e processos psíquicos que ajudam o indivíduo a lidar com o estresse, as frustrações e os desafios do dia a dia.

    Prazer como regulador natural do estresse

    Momentos de prazer ativam sistemas neurobiológicos associados à sensação de recompensa e segurança.

    Essas ativações ajudam a reduzir os níveis de estresse, diminuindo a produção de hormônios ligados à resposta de ameaça.

    Não se trata de eliminar o estresse, mas de oferecer ao organismo pausas que favoreçam a recuperação emocional.

    A ampliação do repertório emocional

    Quando uma pessoa vivencia prazer de forma consciente, ela amplia sua capacidade de reconhecer e tolerar diferentes emoções.

    Isso fortalece a flexibilidade emocional, tornando mais fácil lidar com sentimentos difíceis sem se sentir dominado por eles.

    O prazer como fonte de vitalidade psíquica

    O prazer está intimamente ligado à sensação de estar vivo e engajado com a própria existência.

    Logo, ele alimenta a curiosidade, o desejo e a motivação, aspectos essenciais para a construção de projetos pessoais e para a manutenção da saúde mental ao longo do tempo.

    Quando o prazer é reprimido ou negligenciado

    Apesar de sua importância, muitas pessoas vivem afastadas de experiências prazerosas.

    Isso pode acontecer por razões culturais, familiares ou individuais.

    Mensagens como "primeiro o dever, depois o prazer" ou "não posso me dar esse luxo" são internalizadas desde cedo e moldam a relação que o sujeito estabelece com a satisfação.

    A repressão do prazer pode estar associada a quadros de ansiedade, depressão e esgotamento emocional.

    Quando a vida se torna apenas uma sequência de obrigações, sem espaços de satisfação, o corpo e a mente tendem a reagir por meio de sintomas.

    A perda de interesse, a apatia e a sensação de vazio são sinais comuns de que algo essencial está sendo negligenciado.

    Além disso, a falta de prazer pode levar a buscas compensatórias pouco saudáveis, como o consumo excessivo de substâncias, comportamentos compulsivos ou relações desequilibradas.

    Nesses casos, o problema não é o prazer em si, mas a dificuldade de acessá-lo de forma integrada e consciente.

    Prazer não significa i...
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    Empatia: o que é e como desenvolvê-la nas suas relações?

    27/1/2026 | 7min
    A maioria das pessoas com certeza já escutou a palavra "empatia" por aí, não é verdade? No entanto, poucas sabem o seu verdadeiro significado e a importância de vivenciá-la nas diferentes relações – pessoais, sociais, amorosas e profissionais.

    Por isso, preparamos este artigo para explicar, de fato, o que é empatia e te dar dicas importantes de como desenvolvê-la para aprimorar suas relações, mas também a sua saúde mental e a sua qualidade de vida. Confira!

    O que é empatia?

    Empatia é a capacidade de compreender as emoções e os sentimentos do outro sem julgamentos. Há um tempo atrás, ela era definida como a habilidade de se colocar no lugar de uma pessoa terceira. Acontece que isso é humanamente impossível!

    Por isso, o conceito mais usual que se tem adotado para compreendê-la é de que a empatia é a capacidade de se colocar ao lado do outro, entender o que ele está vivenciando, se conectar emocionalmente com ele e oferecer apoio.

    Assim, pessoas empáticas, dentre outras características:

    Ouvem os outros de forma atenta;

    Têm sensibilidade diante de eventos negativos ou trágicos;

    Consideram a opinião de terceiros antes de tomar decisões que podem impactá-los;

    São capazes de identificar quando os outros estão chateados;

    Oferecem apoio sempre que percebem a necessidade alheia.

    Por que é importante desenvolver essa habilidade social nas relações?

    O desenvolvimento da empatia é benéfico por diversos motivos, como:

    1. Melhora os relacionamentos interpessoais: pessoas empáticas tendem a ter vínculos mais sólidos e estruturados.

    2. Melhora o bem-estar e a qualidade de vida: uma pessoa empática tende a se sentir mais feliz e realizada em razão da solidariedade.

    3. Contribui para a vida profissional: dentre as diversas soft skills exigidas no mercado de trabalho na atualidade, a empatia é uma delas.

    Como é possível perceber, a empatia nunca será desperdiçada, sendo valiosa tanto para quem a recebe quanto para quem a detém.

    7 dicas para desenvolver empatia

    Ciente da importância de desenvolver a empatia nas suas relações interpessoais, é hora de aprender como praticá-la no dia a dia e fortalecer essa habilidade tão valiosa:

    1. Pratique a escuta ativa

    Uma das grandes virtudes de uma pessoa empática é justamente saber ouvir o outro de forma consistente e sem julgamentos. Sim, oferecer a sua escuta é uma maneira de possibilitar que o outro desabafe e sinta-se acolhido.

    Aqui é muito importante saber ouvir com atenção, sem interrupções e sem juízo de valor. Só assim a pessoa se sentirá verdadeiramente confortável e acolhida para se expressar.

    2. Tente entender o outro mesmo que você não concorde

    Quando discordamos de alguém, tendemos a recusar-se a ouvi-lo ou, então, a entrar em um conflito de ideias, não é mesmo? No entanto, essa prática é reativa e impulsiva, estando longe da empatia.

    Nesse caso, o ideal é buscar compreender o que leva alguém a discordar de você. Tente analisar a criação e as vivências que ela teve, os traumas que talvez tenha passado…

    Esse é um exercício importante para compreender o que pode influenciar tal conduta ou pensamento e, assim, não se deixar levar pelas emoções à flor da pele diante de uma oposição de ideias.

    3. Comece a analisar a linguagem corporal

    Você já deve saber que a nossa comunicação não se restringe a apenas palavras. O corpo e as expressões faciais também dizem muito das nossas emoções e pensamentos.

    Sendo assim, comece a analisar a linguagem corporal dos outros para que você consiga identificar quando uma pessoa não está bem, mesmo sem ela falar.

    Isso não significa se tornar um profissional da psicologia, por exemplo, que consegue fazer a leitura das expressões corporais. A questão aqui é te possibilitar identificar quando uma pessoa precisa de acolhimento, mas, por algum motivo, não deseja verbalizar.

    Convém mencionar que essa prática é especialmente benéfica para o ambiente corporativo e para quem almeja crescimento profissional, como a ocupação de cargos de liderança.

    4. Faça perguntas

    Já se você es...
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    Transtorno de ansiedade: o que é, principais tipos e como tratar

    26/1/2026 | 8min
    O transtorno de ansiedade é um distúrbio psicológico marcado por duas emoções: a ansiedade e o medo. Sensações que causam estado de alerta no indivíduo e que, diante da frequência com que acontecem, podem comprometer o bem-estar e a saúde mental.

    Esse problema afeta uma parcela considerável da população em algum momento da vida, e tem a ansiedade intensa como um dos principais sintomas, o que faz com que a pessoa acredite que esse estado é parte natural da vida. Por isso, os transtornos de ansiedade frequentemente passam despercebidos e não são tratados de forma adequada.

    Neste artigo, você vai entender quais os tipos de transtornos, as causas, como eles se manifestam no seu corpo e mente e quais os tratamentos apropriados. Boa leitura!

    Quais são os sintomas mais comuns dos transtornos de ansiedade?

    Os transtornos de ansiedade podem surgir de forma repentina, semelhante a uma crise de pânico, ou de forma gradual, se intensificando ao longo dos dias. Além disso, sua duração pode variar de alguns segundos ou se estender por anos.

    Há também variações na intensidade, desde uma angústia quase insignificante, a uma crise de pânico grave.

    Podem ainda, dar origem a sintomas físicos, envolvendo:

    Náusea, vômito, diarreia;

    Falta de ar, engasgo;

    Tontura, desmaio, sudorese, ondas de calor e frio;

    Palpitações, frequência cardíaca acelerada;

    Tensão muscular, dor ou sensação de aperto no peito.

    O que pode causar o transtorno de ansiedade?

    As causas podem ser diversas: uma condição genética ou, ainda, pode resultar de uma rotina turbulenta que favorece o aparecimento de gatilhos emocionais intensos e negativos.

    Além disso, ser acometido por doenças físicas ou vivenciar situações traumáticas também podem corroborar para o surgimento do transtorno.

    É muito importante que o diagnóstico do transtorno seja realizado o quanto antes e procure identificar a origem do problema para que este seja tratado, e não apenas os sintomas.

    Principais tipos de transtorno de ansiedade

    O transtorno de ansiedade pode ser classificado em 6 tipos, de acordo com suas causas e sintomas. Continue a leitura e conheça cada um deles:

    1. Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG)

    Nesse quadro, o indivíduo sente ansiedade de forma muito intensa, praticamente o tempo todo, mesmo quando não há motivo real.

    Assim, trata-se de uma preocupação e tensão exagerada sobre o que se vive, acompanhada de uma análise minuciosa com a imaginação de cenários improváveis que dificilmente acontecerão.

    Pode ser um problema financeiro, familiar, de saúde, no trabalho ou na família. Tudo ganha uma proporção gigante.

    Detalhe importante: a TAG dificilmente acontece sozinha, normalmente vem acompanhada de outros distúrbios como depressão, fobias ou síndrome do pânico.

    2. Transtorno de Pânico (TP)

    Nesse caso, as crises de ansiedade surgem de forma repentina e inesperada e podem gerar um mal-estar que toma proporções que o indivíduo não consegue controlar, com sensações de medo e desconforto. Assim, é mais comum acontecer em quem já enfrentou uma crise de ansiedade.

    Normalmente essas crises vêm acompanhadas de uma série de sintomas físicos, podendo acontecer em qualquer contexto, lugar ou momento, o que torna o TP bastante desafiador, já que não dá para prever. Pode ter duração de 15 a 30 minutos.

    3. Transtorno de Ansiedade Fóbico (conhecido como "fobia social")

    Esse tipo está relacionado a episódios de ansiedade diante de situações sociais ou de desempenho desproporcional à ameaça real.

    Embora seja normal uma certa ansiedade em contextos de interação social, a pessoa com o transtorno apresenta tanta ansiedade que chega a evitar contatos sociais ou os suportam com muita angústia.

    Convém mencionar que essa ansiedade acontece apenas quando a pessoa precisa desempenhar alguma atividade específica em público, por exemplo: falar em público, conhecer novas pessoas, fazer uma leitura em voz alta, etc.

    4. Agorafobia

    É uma ansiedade intensa e irracional causada pelo medo de situações e lugares que podem ser...

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