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Cantinho da Psicóloga: áudios dos nossos Blogposts

Cantinho da Psicóloga
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    10 principais dúvidas sobre o trabalho do psicólogo

    06/1/2026 | 7min

    O trabalho do psicólogo é cercado de muitas dúvidas. Você, provavelmente, já deve ter se perguntado, por exemplo, se está realmente precisando de terapia ou se vale mesmo a pena pagar alguém para "apenas te ouvir", não é mesmo? Esses são questionamentos comuns, mas que devem ser solucionados como forma de não ignorar o cuidado com a sua saúde mental. Por isso, neste artigo, vamos trazer as dúvidas mais comuns – e também as respostas – sobre o trabalho do psicólogo para que você possa compreender melhor a importância e relevância deste profissional na sua vida. Confira! Dúvidas sobre o trabalho do psicólogo: as 10 mais comuns Confira, abaixo, as dúvidas mais comuns sobre o trabalho do psicólogo. Mas, vale dizer, que você pode entrar em contato com os profissionais da Psicólogo e Terapia para esclarecer suas próprias dúvidas. 1. Qual a diferença entre psicólogo, psicanalista e psiquiatra? Para facilitar essa resposta, separamos por tópicos. Veja só: Psicólogo Profissional graduado em Psicologia. Estuda comportamentos, emoções e pensamentos humanos. Trata diversas condições ligadas à mente humana (desde ansiedade até transtornos mais severos, como o transtorno de personalidade), inclusive suas raízes. No tratamento, utiliza conversas, exercícios e técnicas psicoterápicas. Também pode ajudar no desenvolvimento do autoconhecimento, inteligência emocional, autoestima, etc. Não está apto a prescrever medicamentos. Psicanalista Profissional que possui formação em Psicanálise. Estuda o inconsciente dos indivíduos, revelados por meio de palavras, ações e até sonhos. Propõe questionamentos a partir de discurso do paciente para que esse consiga olhar para o seu "eu-interior". Não está apto a prescrever medicamentos. O acompanhamento é mais duradouro do que com o psicólogo uma vez que acessa o inconsciente. Psiquiatra Profissional graduado em Medicina com residência em Psiquiatria. Atua na identificação e diagnóstico de transtornos mentais, como depressão, esquizofrenia, etc. Está apto a prescrever medicamentos, como antidepressivos e ansiolíticos. Tem como foco tratar os sintomas das condições, por isso, é recomendado o acompanhamento de um psiquiatra em conjunto com o psicólogo, pois se complementam. 2. Devo revelar segredos ao psicólogo? Não necessariamente. Você não precisa falar sobre assuntos que te deixam desconfortável na terapia. Saiba que a confiança no psicólogo é adquirida aos poucos, assim, quando você se sentir à vontade, poderá se abrir sobre questões íntimas nas quais ele te ajudará. 3. O psicólogo receita medicamentos? Como mencionamos na primeira pergunta: não, o psicólogo não pode prescrever medicamentos. Entretanto, se ele perceber que há a necessidade de remédios no seu tratamento, te encaminhará ao psiquiatra para um acompanhamento multidisciplinar. 4. O que meus amigos e familiares vão pensar se eu fizer terapia? Esse é um receio comum, uma vez que as pessoas ainda associam terapia "à coisa de doido". Acontece que essa é uma forma de cuidar da saúde mental, sendo importante para tratar alguma condição ou trabalhar o autoconhecimento e as emoções. Por isso, é importante não se preocupar com o julgamento de terceiros e nem ter vergonha de procurar um psicólogo. Coloque o seu autocuidado em primeiro lugar, sempre! 5. Quando buscar a ajuda de um psicólogo? Você pode procurar um psicólogo sempre que sentir necessidade ou quando estiver passando por algum problema emocional pontual e que não esteja dando conta de resolver sozinho. Portanto, busque uma ajuda profissional se: Estiver com pensamentos e emoções negativas com os quais não está sabendo lidar, como tristeza profunda, ansiedade, irritabilidade, estresse, etc. Se tiver passado por algum evento significativo na vida, como perda de emprego ou de um ente querido, separação, etc. Se tiver sido diagnosticado com algum transtorno mental, do mais simples ao mais severo. Não estiver conseguindo se relacionar bem com as pessoas ao seu redor – amigos, cônjuges, colegas de...

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    Saúde mental e fertilidade: existe relação?

    05/1/2026 | 7min

    O desejo de engravidar é um processo que envolve sonhos e expectativas, mas também pode contar com momentos inesperados que geram frustração por não sair como se esperava. O que pouco se fala é que a infertilidade é uma realidade que afeta diversos casais pelo mundo e que, muitas vezes, o caminho para engravidar pode ser bem mais desgastante do que prazeroso. Neste artigo, vamos entender como a saúde mental pode impactar na fertilidade e falar sobre estratégias para lidar com essas questões de forma mais eficaz e saudável. Boa leitura! Afinal, existe relação entre saúde mental e fertilidade? Sim, a relação entre saúde mental e fertilidade é uma via de mão dupla. Assim, a ansiedade, o estresse e a frustração podem afetar negativamente a gravidez, retardando-a. Por outro lado, a infertilidade por si só pode desencadear ainda mais problemas que afetam a saúde mental, como as emoções negativas por não conseguir a sonhada gravidez. Nesse sentido, é preciso entender que o emocional influencia o físico: as partes estão interligadas. Estudos mostram que até 30% dos casais com infertilidade apresentam sintomas de ansiedade, e até 80% relatam sintomas depressivos. Isso interfere não só na fertilidade em si, mas na convivência entre o casal e na vida sexual. O caminho para engravidar pode ser mais cansativo do que encantador. Mas é preciso lembrar que a mente deve estar bem para o corpo funcionar de forma equilibrada. Como a saúde mental pode interferir na fertilidade? A ansiedade e o estresse são experiências comuns no cotidiano, mas podem exercer um impacto significativo durante o processo de tentar engravidar. Afinal, quando persistentes, essas emoções desregulam o eixo hormonal, afetando diretamente tanto a ovulação quanto a produção de espermatozoides. Além disso, a pressão em torno das tentativas de engravidar pode gerar sentimentos de cobrança, frustração e culpa, aumentando a tensão. Esse estresse emocional pode diminuir o desejo sexual e até reduzir a frequência de relações nos períodos férteis. A ansiedade também influencia hábitos de vida, podendo levar a má alimentação, noites mal dormidas e até ao abandono de tratamentos médicos. Já o estresse crônico pode alterar os níveis hormonais no corpo, incluindo os hormônios envolvidos na reprodução. O cortisol, conhecido como o "hormônio do estresse", pode afetar a liberação de hormônios como o estrogênio e a progesterona nas mulheres, e a testosterona nos homens. Portanto, cuidar da saúde mental é fundamental para que o corpo funcione de forma equilibrada, favorecendo o processo reprodutivo. E como a pressão por engravidar pode interferir na saúde mental? As tentativas de engravidar acabam gerando toda uma tensão e pressão no casal. Diante de cenários de infertilidade, o estresse e a ansiedade trazem ainda mais sentimentos juntos, como autocrítica, pensamentos punitivos e frustração. A questão é que isso tudo acaba colaborando para o surgimento do sentimento de culpa e incapacidade muito grande no casal. Quando a gravidez não acontece no tempo esperado, pode surgir o sentimento de "falha" e o de não se sentir suficiente para tal. Assim, a pressão por engravidar afeta de forma considerável a autoestima da mulher. Isso tudo mexe com a mente do casal, gerando ansiedade e estresse constante, sentimento de inadequação, comparações e pressão na própria relação, o que prejudica muito a saúde mental dos envolvidos. Como preservar a saúde mental para que o estresse e a ansiedade não interfiram na fertilidade? Durante o processo de tentar engravidar, é importante realizar alguns ajustes para que a ansiedade não tome conta e atrapalhe o resultado. Confira algumas dicas: 1. Mantenha o foco na relação Para começar, evite comentar com outras pessoas sobre as tentativas de engravidar. É normal querer partilhar o entusiasmo com quem amamos, mas nem sempre isso pode ser positivo. As pessoas acabam gerando uma pressão externa, mesmo sem intenção para tal. Além disso, manter o foco na sua relação ...

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    Como diferenciar hiperatividade da agitação comum da infância?

    03/1/2026 | 8min

    A infância é uma fase marcada por novas descobertas, brincadeiras e agitação. Mas, às vezes, essa agitação toda pode indicar algo mais sério, como a hiperatividade. Nesse sentido, é muito importante que os pais se atentem à mudança no comportamento dos filhos para que, em caso de alguma atitude incomum, busquem ajuda adequada para que não haja traumas maiores nas crianças. Como pode ser um pouco confuso diferenciar hiperatividade de agitação, preparamos este conteúdo. Continue a leitura para entender como identificar e como lidar com isso. Por que é comum confundir hiperatividade e agitação? A agitação é uma característica inerente à infância. À medida que a criança vai aprendendo coisas novas, ela gosta de mostrar. Algumas conversam muito, outras gostam de ter atenção dos adultos de forma intensa. Enfim, é natural que essa fase seja mais inquieta mesmo. Acontece que um dos sinais da hiperatividade é agitação e inquietação, então, por vezes, esses comportamentos podem ser confusos para os pais. Assim, o que parece ser somente uma agitação habitual, pode, na verdade, indicar algo a mais. Mas, afinal, o que é hiperatividade? A hiperatividade se trata de uma condição neurológica que pode atingir a aprendizagem, a interação social, a atenção e a percepção, tendo início na infância. Essa condição pode aparecer de forma isolada ou como sintoma do Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH). Alguns sinais podem indicar que a criança tem hiperatividade, como, por exemplo: Agitação e inquietação; Dificuldade na aprendizagem; Ansiedade, impulsividade e agressividade; Enjoa rápido das atividades; Se distrai com muita facilidade; Apresenta dificuldades para dormir. As causas da hiperatividade ainda não são completamente conhecidas, o que se sabe é que estão ligadas a fatores genéticos e também ao ambiente de convivência. Dessa forma, alguns fatores podem desencadear essa condição, como: crises familiares, parto prematuro ou complicações no parto, tabagismo durante a gravidez, gravidez complicada e alterações metabólicas ou hormonais. Como diferenciar a hiperatividade da agitação comum? Entenda como diferenciar a hiperatividade da agitação por meio das dicas abaixo: Hiperatividade 1. Tem dificuldade de concluir tarefas ou projetos; 2. Distrai-se com coisas sem importância; 3. Apresenta comportamento ansioso e dificuldades de concentração; 4. Dificuldade com planejamento, disciplina e organização; 5. Normalmente apresenta inteligência acima da média, mas não consegue bons resultados na escola ou no trabalho; 6. É comum apresentar inquietude mental e corporal, como mexer pés, pernas e mãos; 7. Dificuldade para dormir e, quando dorme, também apresenta dificuldade para acordar; 8. Falta de tato com as palavras. Agitação 1. Quando se interessa por algo, demonstra uma certa atenção; 2. Quando algo não motiva o suficiente, a criança se distrai com facilidade; 3. Apresenta alegria e muito ânimo; 4. Relaciona-se bem socialmente; 5. Em casos de teimosia, não necessariamente é violento; 6. Reage de forma intensa após descobrir ou explorar algum ambiente. É importante destacar que sempre é aconselhável buscar ajuda especializada. Afinal, o diagnóstico é clínico e se dá por anamnese. Há também outros exames que podem confirmar a hiperatividade. Geralmente, multiprofissionais então envolvidos nesse processo, como psicólogos, psiquiatras, neuropediatras e neurologistas. Psicopedagogos e neuropsicólogos podem ser importantes para reforçar o tratamento. Quais são os riscos de não diagnosticar a hiperatividade precoce? Quando o diagnóstico não é feito com antecedência, há impactos consideráveis na vida da criança. Conheça alguns: Impactos na memória e atenção: estudos neuropsicológicos identificaram prejuízos na atenção complexa e memória verbal, afetando o aprendizado e a retenção de informações no cotidiano. Desafios nos estudos: uma criança com hiperatividade não tratada lida com consequências sérias na aprendizagem, visto que a hiperat...

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    Psicologia do trabalho: por que investir na sua empresa?

    30/12/2025 | 8min

    A psicologia do trabalho passou a ser utilizada em empresas que procuram melhorar o ambiente de trabalho e, consequentemente, o desempenho de suas equipes. A partir do momento em que se entende que os funcionários são a essência da empresa e que faz muita diferença mantê-los motivados e confortáveis em um ambiente, você percebe o que de fato precisa ser feito para obter mudanças efetivas. Vale dizer que empresas que normalmente não priorizam essa área apresentam alta rotatividade de funcionários e resultados que não correspondem aos esperados. Mas, e aí, você sabe como a psicologia do trabalho pode impactar de forma positiva a sua empresa? Veja, neste artigo, algumas dicas de cuidados com seus colaboradores que vão influenciar nos resultados! O que é a psicologia do trabalho? A psicologia do trabalho é a área dedicada a entender as interações entre o indivíduo e seu ambiente de trabalho. Nos últimos anos, ela evoluiu para abranger não somente a administração de recursos humanos, mas também aspectos relacionados à qualidade de vida do colaborador e ao seu bem-estar no ambiente de trabalho. Essa esfera do trabalho inclui diversas práticas, como gestão de conflitos, avaliação de desempenho, programas de treinamento e análise de cargos e salários. Tem como foco não apenas criar um ambiente agradável, mas também um lugar de realização pessoal, fonte de satisfação e de crescimento pessoal. Suas contribuições são amplas, influenciando diretamente no engajamento, motivação e na capacidade de ser um ambiente que atraia e retenha novos talentos. Qual é a diferença entre psicologia do trabalho e psicologia organizacional? Enquanto a psicologia do trabalho foca na realização pessoal do colaborador, a psicologia organizacional busca manter um ambiente de trabalho saudável para todos os colaboradores. A psicologia do trabalho lida com ações mais individualizadas, analisando como cada profissional se enxerga na empresa, com todas as ações focadas na figura daquele membro. Dessa forma, inclui todo o processo de treinamento para o profissional exercer sua função, além do acompanhamento do seu desempenho e do aconselhamento individual. Já a psicologia organizacional diz respeito à didáticas como: pesquisa de cultura, clima e saúde para avaliar melhorias em um ambiente de trabalho, por exemplo. Por que toda empresa deve investir na psicologia do trabalho? A psicologia do trabalho é importante porque impacta diretamente nos resultados da empresa, visto que, um funcionário realizado tende a cumprir suas funções com um melhor desempenho. Assim, confira alguns benefícios de investir nessa área: O funcionário se sentirá mais motivado para crescer na sua função e terá mais clareza sobre o caminhos que precisa percorrer; Estando em um ambiente acolhedor, ele também evita atrasos, diminuindo taxas de absenteísmo; A rotatividade na empresa reduz, uma vez que um funcionário satisfeito não se preocupa em procurar um novo emprego; Quanto menor a troca no quadro de funcionários, menos gastos com demissão, admissão e integração de equipe. Convém mencionar que todas as técnicas que favorecem o bem-estar do trabalhador são sempre muito bem-vindas. Quanto mais cedo as empresas priorizarem quem de fato faz a engrenagem funcionar, melhores serão os resultados. Na prática, como a psicologia do trabalho é aplicada nas empresas? Como vimos, a psicologia do trabalho é importante para promover um ambiente tranquilo e que impacte de forma positiva na produtividade dos funcionários, influenciando na cultura organizacional da empresa e nos resultados. Mas como isso funciona na prática? Veja só: 1. Contratação e seleção A psicologia do trabalho tem um papel essencial no recrutamento de talentos, atuando na seleção de candidatos mais adequados para a vaga por meio de etapas como a análise de perfil e avaliação de competências, que deve levar em consideração a cultura organizacional da empresa. Investir nessa estratégia é uma forma de se ter uma seleção mais precisa, cria...

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    Licença-maternidade: como se preparar para a volta

    29/12/2025 | 6min

    Se preparar emocionalmente para o fim da licença-maternidade é um desafio para muitas mães - para a maioria, nós diríamos. Afinal, há o desejo e/ou a necessidade de retornar para o trabalho, mas a experiência de ser mãe e o amor que só aumenta a cada dia tornam esse processo um tanto quanto doloroso e desafiador, não é mesmo? Sendo assim, como ficar longe do filho ou da filha 8 horas por dia (às vezes até mais) se durante os últimos 4 ou 6 meses vocês ficaram juntos integralmente? Como confiar em alguém para cuidar de um bem tão valioso? Será que vale a pena largar a carreira para se dedicar integralmente à maternidade? Essas e outras dúvidas são comuns, mas precisam ser solucionadas com muita tranquilidade, uma vez que o conflito interno pode trazer adoecimento mental e emocional para as mães. Por isso, trouxemos algumas dicas que podem te ajudar nessa transição. Confira! 1. Prepare-se com antecedência para o fim da licença-maternidade Essa é uma dica que deve vir antes de qualquer outra: prepare-se e organize-se com o máximo de antecedência para essa fase. Isso significa que, dois meses antes do término da sua licença, você já deve começar a pensar com antecedência em todos os pontos, isto é, se realmente voltará a trabalhar, com quem a criança ficará, etc. Mas, para além disso, é importante tentar preparar você e o bebê para essa separação, o que implica em criar um período de transição. Por exemplo: se você pretende deixar o seu filho sob os cuidados de alguém, é válido sair de casa e deixá-lo uma hora com essa pessoa, aumentando este tempo progressivamente. Já se ele vai para a escolinha ou creche, então comece deixando-o na instituição de um mês a vinte dias antes do seu retorno ao trabalho, até mesmo porque pode ser necessária a sua presença lá nos primeiros dias. Pense nisso! 2. Crie estratégias criativas para essa nova fase Em muitos casos, a dor emocional sentida pela mãe ocorre ao imaginar como o seu filho está diante da sua ausência, principalmente quando esta sai de casa e o bebê chora de forma inconsolável. Nesses casos, vale muito a pena criar algumas estratégias para que a criança compreenda que você vai voltar, ou seja, que se trata de uma ausência temporária e não definitiva. Você pode, por exemplo, fazer brincadeiras de esconde-esconde e perguntar à criança onde você está. A ideia desta estratégia é que, com o tempo, ela entenda que você continua existindo ainda que ele não possa te ver. 3. Converse com outras mães Essa fase desafiadora foi - e é - vivenciada por muitas outras mães, o que significa que você não está sozinha. E ouvir outras experiências maternas é uma forma de te ajudar a lidar melhor com a situação e, até mesmo, definir estratégias de enfrentamento. Sendo assim, não deixe de conversar com outras mães que você conhece para desabafar e ouvir conselhos. Caso no seu ciclo de amigos você não tenha uma mulher que passou recentemente por essa experiência, então vale a pena procurar grupos de mães. Sim, existem muitas opções de grupo online e presenciais para essa troca e apoio mútuo. Vale super a pena! 4. Não se compare Apesar de ser valioso conversar com outras mães, é importante ter filtro para entender que cada realidade única. Pode parecer contraditório, mas, apesar das semelhanças nas jornadas da maternidade, cada mãe tem sua própria identidade e está inserida em um contexto específico. Bem, o que queremos dizer com isso? Que você precisa sim trocar experiências com outras mulheres que foram mães recentemente e que passaram pelo mesmo dilema que você, mas com a sabedoria para compreender e discernir que a sua adaptação pode ser mais rápida ou lenta do que a de uma outra pessoa. Lembre-se de que as comparações podem trazer sofrimentos e retardar o seu processo interno. Portanto, ouça, mas tenha um certo distanciamento do discurso alheio. 5. Conte com a ajuda da sua rede de apoio Contar com uma rede de apoio é essencial em todos os momentos da maternidade, inclusive no fim da licença. Natural...

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Sobre Cantinho da Psicóloga: áudios dos nossos Blogposts

Os áudios dos conteúdos são gerados por IA - Inteligência Artificial a partir das centenas de textos e artigos elaborados por psicólogos.
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