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Cantinho da Psicóloga: áudios dos nossos Blogposts

Cantinho da Psicóloga
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    Arrependimento e o peso emocional O mecanismo psicológico por trás do arrependimento Por que algumas decisões pesam mais do que outras A ilusão de controle e a idealização do passado O impacto das escolhas por omissão A quebra de valores pessoais e de identidade Os reflexos do apego ao passado na saúde mental atual O papel da terapia no manejo da culpa e da autocompaixão Identificação e questionamento de distorções cognitivas Desenvolvimento da autocompaixão prática Foco na aceitação ativa e na mudança no presente

    11/06/2026 | 7min
    O sentimento de que o passado poderia ter sido diferente acompanha a trajetória de muitas pessoas.

    Escolhas profissionais, o término de um relacionamento, uma palavra dita no momento da raiva ou até mesmo uma oportunidade que foi deixada de lado costumam retornar à mente em momentos de silêncio.

    A mente humana tem uma tendência natural a repassar eventos que geraram desconforto, em uma tentativa de encontrar lógica ou reparação.

    No entanto, quando esse processo se torna repetitivo, o indivíduo entra em um ciclo que consome energia psíquica e impede o avanço pessoal.

    O arrependimento é uma emoção complexa que envolve tanto a cognição quanto o afeto e surge da comparação entre o resultado real da ação realizada e um cenário hipotético idealizado onde tudo teria dado certo caso a escolha tivesse sido outra.

    Quando esse comportamento de comparação se torna frequente, o indivíduo desenvolve um padrão de ruminação, que é o ato de repensar exaustivamente o mesmo problema sem buscar uma solução prática.

    Esse hábito mental está intimamente ligado ao desenvolvimento e à manutenção de sintomas de depressão, pois valida a ideia de que o presente é insatisfatório por culpa exclusiva de uma falha anterior.

    Além disso, o impacto emocional de uma escolha passada varia de acordo com o perfil de cada indivíduo e suas experiências prévias.

    Pessoas com traços de perfeccionismo ou com uma autocobrança elevada tendem a internalizar as falhas com maior intensidade.

    A persistência do incômodo mostra que o conflito não é necessariamente com o evento em si, mas com a dificuldade em aceitar a vulnerabilidade humana e a imprevisibilidade da vida.

    Nem todas as escolhas são conscientes, e às vezes elas são apenas reações às situações.

    Algumas decisões parecem desaparecer da memória em poucos dias, enquanto outras se transformam em marcas duradouras na identidade.

    Existem razões específicas que explicam a fixação de determinados arrependimentos na rotina mental.

    Um dos principais fatores que aumentam o peso de uma decisão antiga é a crença de que era possível prever o futuro.

    A mente reconstrói o cenário passado inserindo os conhecimentos que a pessoa possui hoje, gerando uma falsa sensação de que o erro era perfeitamente evitável.

    Essa distorção cognitiva faz com que o indivíduo se culpe por não ter adotado uma conduta que, na realidade, ele não tinha maturidade ou condições de adotar na época.

    A idealização do caminho rejeitado faz parecer que a outra opção traria uma felicidade absoluta, o que é uma fantasia.

    Estudos na área da psicologia cognitiva indicam que, embora as ações erradas causem um desconforto imediato maior, as omissões — as coisas que a pessoa deixou de fazer — são as que provocam os arrependimentos mais duradouros.

    Quando alguém tenta algo e falha, a realidade se impõe e o ciclo se fecha.

    Quando alguém se omite, a imaginação preenche o vazio com infinitas possibilidades positivas, tornando o arrependimento um terreno fértil para a frustração crônica.

    Uma escolha dói de maneira prolongada quando ela viola os valores fundamentais que a pessoa tem sobre si mesma.

    Se um indivíduo se orgulha de sua honestidade, mas toma uma atitude que prejudica alguém, o arrependimento subsequente agride a sua própria identidade.

    Esse conflito interno gera uma crise existencial.

    O sofrimento persiste porque a pessoa não está apenas lamentando o resultado da ação, mas está em conflito com a imagem que passou a ter de si após aquele episódio.

    Viver com o foco voltado para os erros do passado traz consequências diretas para o bem-estar psicológico e físico no presente.

    A energia gasta na tentativa de modificar mentalmente o que já aconteceu reduz a capacidade de agir nas situações atuais.

    Esse estado de alerta constante e insatisfação molda a rotina, interferindo na qualidade das relações interpessoais, no desempenho profissional e na autoestima.

    O acúmulo de arrependimentos não resolvidos funciona como um catalisador para transtornos psicológicos.

    É muito co...
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    Como prevenir a Síndrome de Burnout: 7 dicas! O que é a Síndrome de Burnout? Quais são os principais sintomas da Síndrome de Burnout? Físicos Psicológicos e comportamentais 7 dicas para prevenir a Síndrome de Burnout 1. Identifique os gatilhos que causam estresse 2. Defina quais são suas prioridades 3. Aprenda a dizer "não" 4. Pratique uma atividade física 5. Seja franco com o gestor da sua empresa 6. Tenha uma rede de apoio 7. Esteja sempre atento aos sinais

    09/06/2026 | 7min
    O Brasil enfrenta uma epidemia de Burnout – e isso não é um exagero. Segundo dados do Ministério da Previdência Social, divulgados pelo portal de notícias G1, os afastamentos por essa síndrome cresceram 823% no país em apenas quatro anos!

    Isso indica que a sociedade está cada vez mais doente, sobretudo no que se refere ao esgotamento mental e físico provocado pelo acúmulo de tarefas e responsabilidades.

    Diante desse cenário, o mais comum é pensarmos em formas de tratamento, como terapia e medicamentos. Entretanto, o melhor caminho é sempre o da prevenção, com mudanças pontuais na rotina e na forma de se relacionar com o trabalho.

    Pensando nisso, preparamos este post com algumas dicas úteis para que você não entre na estatística e consiga evitar o aparecimento da síndrome de Burnout na sua vida. Confira!

    A Síndrome de Burnout ou Síndrome do Esgotamento Profissional é o nome dado ao esgotamento psicológico, físico e emocional decorrente do estresse prolongado.

    Ela está associada ao excesso de trabalho e à exposição a situações desgastantes no ambiente corporativo e apresenta tanto sintomas psicológicos quanto físicos, sendo os principais o estresse e a exaustão extrema.

    Em 2019, a Organização Mundial da Saúde (OMS) passou a considerar essa condição como uma doença ocupacional. Já em 2022, ela foi incluída na 11ª Revisão da Classificação Internacional de Doenças (CID-11).

    Como mencionamos anteriormente, os sintomas do esgotamento profissional são tanto físicos quanto psicológicos. Geralmente, eles surgem de forma leve e se agravam com o passar do tempo caso não haja nenhuma mudança nos hábitos de vida do indivíduo.

    Dito isso, os principais sinais do Burnout são:

    Dor de cabeça frequente

    Cansaço excessivo

    Batimentos cardíacos acelerados

    Tonturas

    Insônia

    Alterações no apetite

    Dores musculares

    Problemas gastrointestinais (náusea, diarreia, gastrite, etc.)

    Diminuição da produtividade

    Dificuldades de concentração

    Pensamentos negativos intermitentes

    Sentimentos de fracasso, incompetência e insegurança

    Isolamento social

    Alterações repentinas de humor

    Lapsos de memória

    Irritabilidade e agressividade

    Ansiedade

    Reconhecer e identificar esses sintomas é indispensável para que você possa procurar ajuda profissional antes que a situação se instale e se agrave.

    Não é preciso esperar (e nem é recomendado que se espere) passar pela Síndrome de Burnout para rever seus hábitos. Afinal, é plenamente possível evitar que se chegue a um esgotamento crônico com pequenas mudanças no dia a dia.

    Lembre-se de que o cuidado com a saúde de forma geral começa pela prevenção. Portanto, confira dicas de como preservar a sua saúde mental e não passar pelo Burnout:

    Quando o assunto é a prevenção de condições de saúde mental, como a Síndrome de Burnout, o primeiro passo é trabalhar o autoconhecimento, especialmente para identificar situações que agem como um gatilho para o seu estresse.

    Sendo assim, comece a perceber e a identificar pessoas, situações e/ou objetos que despertam emoções e sentimentos negativos no seu ambiente de trabalho.

    A partir disso, torna-se possível criar estratégias de inteligência emocional para evitar esses gatilhos e/ou impedir que eles te causem algum tipo de mal-estar.

    Não ter claro quais são as prioridades da sua vida (pessoal, profissional e social) pode fazer com que você se comprometa com o trabalho de forma excessiva, prejudicando a sua saúde mental.

    Portanto, tire um tempo para listar tudo aquilo que é tão ou mais importante quanto o trabalho para você, como os momentos de lazer, a companhia dos amigos e familiares, etc.

    Quando você coloca tudo isso em um papel, é possível visualizar com mais clareza e, consequentemente, definir limites em relação ao seu trabalho para evitar que as atividades laborais suguem o tempo das outras.

    Seguindo nessa ideia de definir limites, também é indispensável aprender a dizer "não" – não só no trabalho, mas em todos os âmbitos da sua vida. Sim, além de libertador, essa prática te ajuda a preservar...
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    Pais superprotetores: por que tomar cuidado com a superproteção? O que são pais superprotetores? Como se caracteriza um pai ou uma mãe superprotetora? 1. Medo exagerado (e muitas vezes irracional) 2. Controle excessivo e interferências constantes 3. Minimização de riscos nos ambientes 4. Restrição da autonomia O que causa essa superproteção? Quais são os impactos da superproteção na vida dos filhos? Ausência de autonomia Dificuldade para interagir socialmente Surgimento de problemas de ordem mental e emocional Como cuidar e proteger os filhos de forma equilibrada?

    08/06/2026 | 7min
    Os pais superprotetores, apesar de agirem bem-intencionados, podem provocar sérios impactos negativos na vida dos filhos. Isso porque o cuidado excessivo tende a impedir que as crianças e adolescentes desenvolvam habilidades essenciais de enfrentamento.

    Assim, eles podem crescer dependentes, inseguros, sem autoconfiança, com dificuldades para tomar decisões e para assumir responsabilidade, uma vez que não tiveram a oportunidade de lidar com desafios e aprender com os erros.

    Neste post, vamos falar sobre os malefícios dessa superproteção e como evitá-la na relação com as suas crianças e adolescentes. Boa leitura!

    Pais superprotetores são aqueles que, movidos pela intenção de proteger e cuidar, acabam controlando de forma excessiva a vida dos filhos, tendendo a antecipar e/ou a resolver problemas antes que estes possam enfrentá-los.

    Em geral, eles agem assim porque sentem medo. Desse modo, procuram evitar qualquer situação que possa causar frustração ou dificuldade na vida dos seus.

    Convém mencionar que, embora a intenção por trás desse tipo de conduta seja boa, esse nível de controle pode impedir o pleno desenvolvimento da independência dos filhos e de importantes habilidades intelectuais e socioemocionais.

    Um pai ou uma mãe superprotetora costuma apresentar características bem peculiares, relacionadas a essa ideia de superproteção. Dentre as principais, se destacam:

    É comum que pais superprotetores tenham um medo exagerado de que algo de ruim aconteça aos filhos, o que os leva a uma abordagem cautelosa e interventora. Ainda que este medo não tenha um embasamento real, ele é suficiente para interferir na criação.

    Pais superprotetores também tendem a controlar todas as áreas da vida dos filhos, desde a escolha de atividades e amizades até a supervisão frequente das tarefas diárias. Este controle excessivo, por sua vez, impede que os filhos tomem decisões por conta própria.

    Além disso, esses pais tentam solucionar conflitos e dificuldades no lugar dos filhos, interferência essa que pode resultar em uma dependência excessiva das crianças.

    A superproteção faz com os adultos evitem qualquer ambiente que possa oferecer frustração, dificuldade ou risco para os filhos. Há uma antecipação de desafios, o que pode impedir o desenvolvimento de habilidades de enfrentamento nas crianças e adolescentes.

    Ao tomar todas as decisões e resolver todos os problemas dos filhos, os pais superprotetores não permitem que esses desenvolvam autonomia e autoconfiança, o que pode resultar em indivíduos inseguros, dependentes e incapazes de lidar com as pressões externas.

    A superproteção geralmente tem sua origem em uma combinação de fatores emocionais, sociais e culturais, como:

    Medo e ansiedade com relação ao bem-estar dos filhos;

    Traumas pessoais passados que os levam a tentar controlar todas as situações para evitar que os filhos passem pelos mesmos problemas;

    Pressões sociais e culturais para garantir a segurança e o sucesso dos filhos, muitas vezes exacerbadas pelas redes sociais;

    Falta de confiança nas habilidades dos filhos para lidar com os desafios e as adversidades.

    Portanto, a superproteção tem uma série de causadores. Daí a importância dos pais superprotetores fazerem terapia para saberem lidar com essas questões internas a fim de não afetar a vida da criança e do adolescente.

    Como já mencionamos ao longo deste post, a superproteção pode dar origem a vários impactos negativos na vida dos filhos. A seguir, explicaremos em detalhes os principais:

    A superproteção costuma resultar na falta de desenvolvimento de habilidades essenciais no filho superprotegido, como a autonomia, a resiliência e as habilidades de enfrentamento.

    Assim, esses indivíduos tendem a ser excessivamente dependentes dos pais, especialmente na hora de tomar decisões e de lidar com os desafios. Esse fato, por sua vez, afeta a autoconfiança e a sua capacidade de enfrentar adversidades na vida adulta.

    Como a superproteção limita as oportunidades de aprendizado e o crescimento pe...
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    Estou com Burnout? Descubra! O que é Burnout? Quais são as causas da Síndrome de Burnout? 9 sinais de que você pode estar com Burnout 1. Exaustão constante 2. Desânimo para realizar as atividades laborais 3. Problemas de cognição 4. Sentimento de fracasso 5. Dificuldade para dormir ou se manter no sono 6. Redução da criatividade 7. Aparecimento frequente de doenças 8. Irritabilidade 9. Ansiedade constante

    06/06/2026 | 8min
    A forma como estamos nos relacionando com o trabalho não tem sido nada saudável. Não por acaso, 30% dos trabalhadores brasileiros sofrem com a Síndrome de Burnout, segundo dados da Associação Nacional de Medicina do Trabalho. A situação é tão grave por aqui que o Brasil é o segundo país com mais casos diagnosticados no mundo.

    Diante desse cenário, parar e se perguntar "Estou com Burnout?" tem sido a realidade diária de muitos brasileiros que se sentem sobrecarregados, mas não têm a certeza se o que sentem é apenas um cansaço passageiro ou se já alcançaram um estágio mais avançado.

    Contudo, reconhecer essa condição é essencial para procurar ajuda psicológica e psiquiátrica o quanto antes para evitar o seu agravamento.

    Por isso, preparamos este artigo com os 9 principais sintomas do Burnout para que você consiga identificá-los o quanto antes. Confira!

    O Burnout é uma condição desenvolvida pelo estresse crônico desencadeado no ambiente de trabalho. Assim, também chamada de Síndrome do Esgotamento Profissional, ela é caracterizada pela exaustão física e mental intensa.

    Vale dizer que a Síndrome de Burnout é reconhecida como doença ocupacional pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e foi incluída na nova Classificação Internacional de Doenças (CID-11).

    Geralmente, a Síndrome de Burnout é desencadeada pela junção de dois ou mais fatores, os quais estão elencados abaixo:

    Ambiente de trabalho tóxico

    Liderança inadequada

    Problemas nas relações com os colegas de trabalho

    Carga de trabalho e/ou demanda excessiva

    Incapacidade do indivíduo em gerenciar de forma eficaz o seu tempo

    Falta de reconhecimento profissional

    Portanto, esses pontos podem, inclusive, funcionar como sinal de alerta para o surgimento ou existência da condição.

    A partir de agora, você vai conhecer os principais sinais que podem indicar a presença do Burnout. É claro que o diagnóstico assertivo e definitivo só deve ser dado por um especialista na área, como psicólogo ou psiquiatra, uma vez que os sintomas podem ser referentes a outras condições.

    Entretanto, conhecer os principais sinais te ajuda a procurar um acompanhamento especializado o quanto antes para evitar que a situação se prolongue e até mesmo se agrave. Portanto, confira a seguir:

    Sem dúvidas, a exaustão constante e limitante, muitas vezes sem uma causa específica, é um dos principais sinais da Síndrome de Burnout.

    Nela, o profissional sente um cansaço extremo mesmo quando não realiza um esforço físico ou mental no dia. Assim, sempre há uma necessidade de fazer um intervalo ou tirar um cochilo para recuperar as energias, por exemplo.

    Portanto, essa exaustão acompanha o indivíduo em seu dia a dia onde quer que ele vá.

    O desânimo para concluir as demandas profissionais e até mesmo interagir com os colegas de trabalho também se configura como um sinal de Burnout.

    Nesse caso, o profissional esgotado faz as suas tarefas por obrigação, o que pode, inclusive, desencadear em erros ou na entrega de um trabalho de baixa qualidade.

    Vale dizer que, mesmo quando o indivíduo quer trabalhar, dificilmente ele consegue encontrar vontade para isso, afetando a sua relação com a própria profissão.

    O Burnout também interfere nas funções cognitivas de uma pessoa. Desse modo, as dificuldades de se lembrar das coisas, de se manter concentrado, de reter informações e de aprender coisas novas se tornam cada vez mais frequentes.

    Além de deixar o profissional frustrado, essas questões também podem interferir no seu rendimento no trabalho, na sua relação com os colegas e na sua autoestima. Ou seja, ela pode desencadear muitos outros problemas.

    Como mencionado anteriormente, a autoestima do profissional com esgotamento decai drasticamente. Ainda que não tenha recebido críticas sobre o seu desempenho, ele começa a pensar que é um fracasso e que não leva jeito para a sua profissão.

    Além disso, outros pensamentos negativos também começam a surgir, como acreditar que deve ser demitido ou que suas habilidades são precárias. Tudo isso, obvia...
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    Tipos de ansiedade: principais, sintomas e como tratar! Afinal, o que é ansiedade? 5 principais tipos de ansiedade 1. Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG) Principais sintomas do TAG 2. Transtorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT) Principais sintomas do TEPT 3. Transtorno do Pânico Principais sintomas do transtorno do pânico 4. Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) Principais sintomas do TOC Obsessões Compulsões Sintomas gerais 5. Transtorno de Ansiedade Social (TAS) Principais sintomas do TAS Adotar um estilo de vida saudável Prática de atividades físicas Uso de medicação Psicoterapia

    04/06/2026 | 10min
    Você sabe quais são os principais tipos de ansiedade?

    Sim, você não entendeu errado! A ansiedade pode ser categorizada em diferentes tipos, a partir dos fatores que a desencadeiam e dos sintomas predominantes em cada uma.

    Convém destacar que reconhecer o tipo de ansiedade que você tem é importante para buscar o tratamento correto e as mudanças de hábitos pertinentes ao seu caso.

    Por isso, neste post, vamos falar sobre os principais tipos de ansiedade para que você possa conhecê-los e, assim, cuidar da sua saúde mental com excelência. Confira!

    De forma sucinta, a ansiedade é uma reação natural do corpo humano relacionada à preocupação antecipada com alguma situação que está para ocorrer.

    Portanto, é uma defesa do organismo a determinados eventos.

    No entanto, quando ela passa a fazer parte de forma consistente da vida de uma pessoa, fazendo-a sentir preocupação excessiva, angústia e irritabilidade e interfere na execução de atividades rotineiras, considera-se que há um transtorno patológico.

    Nesse caso, é importante buscar tratamento especializado em saúde mental, que pode incluir psicólogo e psiquiatra.

    Como explicamos anteriormente, diferentemente da ansiedade comum que as pessoas podem sentir de forma esporádica e como reação natural do organismo a situações pontuais, o transtorno de ansiedade é considerado uma questão patológica, que afeta de forma significativa a vida do indivíduo.

    Dito isso, abaixo listamos os principais tipos de ansiedade para que você os conheça e possa identificar em você ou em alguém próximo precocemente:

    O Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG) é um dos tipos mais comuns de transtornos de ansiedade.

    No geral, ele é desenvolvido em indivíduos que já possuem alguma outra condição, a exemplo da depressão ou de alguma fobia.

    Assim, pessoas com o TAG costumam sentir uma preocupação e tensão extremas a todo momento, mesmo quando não há motivos para ficar dessa forma.

    Ansiedade e preocupação excessivas;

    Irritabilidade extrema;

    Dificuldade de concentração;

    Tensão muscular;

    Esgotamento mental e/ou físico;

    Perturbações no sono;

    Pensamentos negativos, desconexos e acelerados;

    Ritmo cardíaco acelerado;

    Interpretações equivocados sobre pessoas e situações;

    Problemas com a memória (ex.: dificuldade de lembrar nomes de pessoas, informações básicas, etc.).

    Como o próprio nome sugere, no Transtorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT), a pessoa tende a ter problemas com ansiedade intensa depois de passar por experiências traumáticas, como acidentes, desastres ou violência.

    Desse modo, é comum que ela sofra com picos de estresse que podem aumentar bastante a ansiedade, uma vez que, inevitavelmente, acaba revivendo as memórias negativas do seu trauma, ainda que tente evitá-las ao máximo.

    Flashbacks do evento traumático como se estivesse acontecendo novamente;

    Sonhos perturbadores relacionados ao trauma;

    Pensamentos indesejados e angustiantes sobre o evento traumático;

    Mal-estar profundo ao se lembrar da situação;

    Esforços para evitar pensamentos, sentimentos ou conversas sobre o evento traumático;

    Evitação de lugares, atividades ou pessoas que lembram o trauma;

    Afastamento de amigos e familiares;

    Pensamentos distorcidos sobre si mesmo ou sobre os outros;

    Sentimentos de culpa ou vergonha em relação ao evento traumático;

    Perda de interesse em atividades que antes eram prazerosas;

    Irritabilidade ou surtos de raiva;

    Comportamentos arriscados ou autodestrutivos;

    Hipervigilância, isto é, estado de alerta constante;

    Problemas para adormecer ou se manter o sono;

    Problemas de concentração e foco.

    Na síndrome do pânico, as crises de ansiedade acontecem repentinamente, deixando o indivíduo em um estado de verdadeiro terror, com pânico e medo extremo acompanhados de sintomas físicos.

    Como surge de forma inesperada, a pessoa com essa condição enfrenta um momento de mal-estar severo com reações que ficam fora de seu controle, deixando-a totalmente desconfortável e em pânico.

    Essas crises costumam durar de 15 a 30 minutos.

    Medo de...
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Sobre Cantinho da Psicóloga: áudios dos nossos Blogposts
Os áudios dos conteúdos são gerados por IA - Inteligência Artificial a partir das centenas de textos e artigos elaborados por psicólogos.
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