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    Como desenvolver habilidades socioemocionais?

    05/05/2026 | 7min
    Você já ouviu falar sobre as habilidades socioemocionais? Sabe como desenvolvê-las?

    Nos últimos tempos, elas viraram assunto em escolas e ambientes profissionais, pois foi percebido que são primordiais para a qualidade de vida de cada pessoa, bem como para a relação saudável entre os pares nesses espaços.

    Sendo assim, preparamos um guia completo para você compreender o que é, de fato, as habilidades socioemocionais, os principais exemplos e como desenvolvê-las para se beneficiar na vida de forma geral. Boa leitura!

    O que são habilidades socioemocionais?

    As habilidades socioemocionais – também chamadas de soft skills – são atitudes, comportamentos e maneiras de pensar que melhoram a relação consigo mesmo (intrapessoais) e com as pessoas ao seu redor (interpessoais), seja na família, no trabalho ou em ambientes sociais gerais.

    Portanto, elas estão intrinsecamente relacionadas à inteligência emocional e podem ser aprendidas e percebidas nas interações diárias (e não em um curso acadêmico, por exemplo).

    Exemplos de habilidades socioemocionais

    A seguir, trouxemos alguns exemplos de habilidades socioemocionais para que fique ainda mais fácil compreender o que elas são e representam:

    Comunicação clara e assertiva

    Gerenciamento das emoções

    Autorregulação dos níveis de estresse

    Empatia

    Autovalorização

    Gestão de conflitos

    Resiliência

    Flexibilidade

    Responsabilidade

    Comprometimento social

    Colaboração

    Criatividade

    Motivação

    Habilidades de relacionamento interpessoal

    No âmbito da saúde mental, convém mencionar que essas habilidades podem reduzir problemas como ansiedade e depressão, uma vez que o indivíduo consegue gerenciar suas emoções, impedindo o surgimento – ou o agravamento – de quadros assim.

    Como desenvolver as habilidades socioemocionais?

    Como já mencionamos, tem sido cada vez mais comum a preocupação de empresas e escolas de desenvolverem as habilidades socioemocionais em suas equipes.

    Entretanto, neste artigo, trouxemos dicas úteis que podem ser aplicadas de forma individual, isto é, para pessoas que estejam buscando, por conta própria, fortalecer sua inteligência emocional e todas as características que essa traz. Confira:

    1. Invista no autoconhecimento

    O autoconhecimento consiste no processo de compreender a si mesmo. Para isso, é necessário explorar, descobrir e conhecer melhor sobre seus sentimentos, pensamentos, valores, habilidades, motivações e limitações.

    Tudo isso é primordial para que seja possível modificar padrões de comportamento e pensamento deficientes e, assim, obter mais qualidade de vida e bem-estar.

    Portanto, investir no autoconhecimento é, sem dúvidas, o primeiro passo para desenvolver qualquer uma das habilidades socioemocionais que você desejar.

    2. Pratique a escuta ativa

    A escuta ativa consiste em ouvir verdadeiramente uma outra pessoa. É parar o que se está fazendo para compreendê-la, sem interrupções e demonstrando interesse, e, assim, ter a chance de realmente absorver o que é manifestado, tanto em palavras como em emoções.

    Esse é um ponto muito sensível, principalmente se considerarmos que, muitas vezes, nos comunicamos apenas esperando nossa vez de falar.

    Diante disso, ao praticar a escuta ativa, você consegue formular respostas mais cuidadosas e pertinentes a cada tipo de interação. Além disso, passa a ser possível captar o contexto completo da conversa, reduzindo as chances de más interpretações.

    3. Arrisque-se em novos projetos

    Investir em novos projetos é, talvez, uma das formas mais práticas de desenvolver suas habilidades socioemocionais. Afinal, é por meio de novas vivências que você conseguirá trabalhar comportamentos e pensamentos diferentes dentro de você.

    Por isso, mapeie o que você gostaria de fazer tanto em âmbito pessoal quanto profissional e arrisque-se! É claro que vale o planejamento, mas não tenha medo de experienciar novos ambientes, pessoas e situações a fim de enriquecer a sua capacidade socioemocional.

    4. Participe de ações de voluntariado

    Quer desenvolver a empatia (importante...
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    Como manter a saúde do seu relacionamento amoroso?

    04/05/2026 | 7min
    Um último levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgado em 2025, aponta que o número de divórcios no Brasil aumentou em 4% de 2022 para 2023.

    Nesse cenário, é comum muitos casais começarem a se questionar sobre a saúde e a estabilidade de suas relações e, em alguns casos, até mesmo temer pelo fim.

    Mas, então, como manter a saúde do seu relacionamento amoroso para evitar entrar nessa estatística? Quais caminhos seguir?

    Já adiantamos que não há fórmula mágica. Mas, felizmente, existem alguns acordos e práticas que você pode inserir na sua relação para torná-la mais leve para você e para o seu parceiro, intensificando, assim, o vínculo entre vocês. Confira!

    9 dicas para manter a saúde do seu relacionamento amoroso

    A seguir, trouxemos algumas dicas que podem te ajudar a manter o seu relacionamento amoroso saudável e, consequentemente, preservar a sua própria saúde mental. Veja só:

    1. Invista em um diálogo claro, aberto e honesto

    O diálogo é a principal forma de manter o vínculo com o seu parceiro, sendo ele a base de uma relação saudável. Afinal, é por meio da comunicação que você consegue expressar suas necessidades ao seu parceiro e ouvir as que ele tem a te dizer.

    Sem isso, as chances de haver mal-entendidos e desgastes são enormes, além de a repetição de erros se perpetuar, uma vez que não se sabe aquilo que desagrada ao outro.

    Então, aqui é essencial que se expresse, inclusive, os pequenos incômodos como forma de se evitar o agravamento da situação, que poderia ser resolvida com uma simples conversa.

    2. Mantenha a individualidade

    Um dos problemas de muitos relacionamentos é quando um dos parceiros (ou ambos) se anulam e perdem a própria identidade para viver a vida a dois. Isso, a longo prazo, se torna insustentável, pois traz frustrações que são atribuídas ao outro.

    Sendo assim, é de extrema relevância que cada parceiro tenha espaço para praticar seus hobbies, encontrar os seus amigos, fazer programas sozinho, etc.

    Entenda que o equilíbrio entre o tempo a dois e o individual é essencial para a sustentabilidade de todo relacionamento. Pense nisso!

    3. Reserve um tempo para vocês

    Assim como é fundamental ter um momento a sós, o casal também deve reservar um tempo para curtir juntos. Essa máxima é ainda mais necessária quando falamos de cônjuges que possuem filhos e que, por isso, acabam não conseguindo separar um tempo para a relação.

    Portanto, procure separar um dia da semana ou do mês, por exemplo, para sair para jantar, ir ao cinema ou fazer qualquer outro programa que vocês sempre gostaram de praticar antes de terem filhos. Aqui, ter uma rede de apoio é indispensável, obviamente.

    O mais importante é tratar esse tempo de qualidade como uma prioridade também, a fim de que o relacionamento não caia na rotina e nem se perca com o passar dos anos.

    4. Respeite o próximo

    Essa parece uma dica um pouco óbvia, mas é sempre necessário reforçá-la. Isso porque muitos cônjuges, ao dividirem a vida com os seus parceiros, se consideram no direito de definir os seus gostos, necessidades, vontades, etc. No entanto, essa é uma conduta completamente desrespeitosa.

    Portanto, lembre-se de que as individualidades, como já mencionamos, precisam ser preservadas. Cada um deve ter o seu espaço e desejos respeitados. Tudo isso é capaz de fortalecer ainda mais o relacionamento e a saúde mental de cada um.

    5. Deixe as idealizações de lado

    Todas as pessoas têm seus erros e acertos, qualidades e defeitos e, por isso, precisamos aprender a lidar com essas questões em nossos cônjuges.

    Na prática, isso quer dizer que idealizar um modelo de parceiro ou de relacionamento ideal e querer que o seu atenda a essas características é um caminho que pode levar ao desgaste completo da relação. Afinal, além de ser frustrante para você, isso pode magoar enormemente o outro.

    Por isso, em vez de criticar massivamente as imperfeições do seu cônjuge, entenda que você também tem as suas. Ademais, procure buscar as qualidades e as beleza...
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    Felicidade Interna Bruta (FIB): o que é e como alcançá-la?

    04/05/2026 | 7min
    A Felicidade Interna Bruta (FIB) refere-se a um índice criado como forma de medir a felicidade e o bem-estar das pessoas. Esse indicador de desenvolvimento humano tornou-se tão relevante que foi, inclusive, ampliado para o ambiente corporativo.

    Esta ferramenta consegue avaliar aspectos sociais, ambientais e econômicos das comunidades com a finalidade de obter uma estimativa do quanto os indivíduos estão felizes ou não.

    Neste artigo, você entenderá mais sobre a Felicidade Interna Bruta (FIB), sua importância e quais os passos para alcançá-la. Boa leitura!

    O que é a Felicidade Interna Bruta (FIB)?

    O conceito de Felicidade Interna Bruta (FIB) foi criado em um pequeno país chamado Butão, localizado no Himalaia, em 1972, pelo rei Jigme Singye Wangchuck.

    Por isso, o líder firmou o compromisso de formar uma economia adaptada à cultura da nação, com base em valores budistas.

    Com essa decisão, o rei implementou políticas públicas voltadas ao objetivo de expandir a felicidade dos habitantes, o que levou o seu reino a ser conhecido pelo índice de bem-estar da população.

    Qual é a importância da FIB para a população?

    Como visto, em vez de medir apenas a produção econômica de um país, a FIB leva em consideração fatores sociais, ambientais e subjetivos que influenciam diretamente o bem-estar e a qualidade de vida das pessoas.

    Foco no bem-estar coletivo: a FIB valoriza a satisfação das pessoas com suas próprias vidas e não apenas quanto à geração de riqueza. Ou seja, considera fatores que influenciam diretamente a felicidade e a qualidade de vida.

    Maior promoção de saúde: quando a população é mais feliz, ela tende a ter melhores condições de saúde física e mental, beneficiando sua rotina de vida pessoal e profissional, pois previne doenças e reduz o afastamento do trabalho.

    Informações acerca de políticas públicas: ao medir o bem-estar em dimensões como saúde, relações sociais e meio ambiente, a FIB oferece dados que permitem criar políticas públicas direcionadas para melhorar a vida das pessoas.

    Redefinição do sucesso e do progresso dos indivíduos: calcular o nível de felicidade ajuda a mudar a percepção do que significa "progresso", o que vai além do crescimento econômico, abrangendo aspectos de qualidade de vida e justiça social.

    Portanto, a importância da FIB para a população está em oferecer, por meio de uma estimativa concreta, uma visão mais ampla e profunda do desenvolvimento, isto é, daquilo que realmente contribui para que as pessoas vivam melhor, mais saudáveis e satisfeitas.

    Quais são os pilares para calcular a Felicidade Interna Bruta?

    O cálculo do índice de Felicidade Interna Bruta (FIB) é realizado por meio de alguns pilares, colaborando para que os resultados obtidos sejam condizentes com a real situação dos locais e das pessoas avaliadas.

    Então, utiliza-se um questionário composto por alguns pilares essenciais para compreender as características da comunidade objeto de pesquisa e que podem interferir na felicidade dos indivíduos. Confira:

    1. Bem-estar psicológico

    O primeiro pilar refere-se ao nível de satisfação pessoal e profissional das pessoas.

    É possível fazer os seguintes questionamentos ao avaliado: você se sente estressado, sobrecarregado ou ansioso? Já passou por depressão ou Síndrome de Burnout? Conhece alguém que esteja lidando com alguma dessas situações?

    2. Padrão de vida

    Neste pilar, são examinados os aspectos ligados à renda individual e familiar, situação financeira e grau de possível endividamento. Então, aqui também são analisadas as características relativas à habitação, alimentação e tempo dedicado/disponível ao lazer.

    3. Saúde

    Já no pilar de saúde são medidos os níveis de cuidados realizados ou disponíveis para este tipo de assunto, além de questionar a existência, bem como a frequência nos casos de enfermidades.

    4. Uso do tempo

    Nesta modalidade, é mensurado o tempo que os indivíduos dedicam para as suas tarefas e atividades diárias, além de questionar como elas são priorizadas.

    Algumas das observações ...
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    Pequenas mudanças de rotina que melhoram a saúde mental

    30/04/2026 | 7min
    Cuidar da saúde mental não exige mudanças radicais ou decisões extremas. Na prática, o que mais influencia o equilíbrio emocional são os hábitos cotidianos — aqueles pequenos comportamentos que se repetem ao longo dos dias e moldam a forma como você pensa, sente e reage.

    Muitas pessoas acreditam que só conseguirão melhorar quando houver mais tempo, menos pressão ou uma grande mudança de vida. No entanto, esperar por esse cenário ideal pode adiar indefinidamente o cuidado consigo mesmo. A saúde mental não se constrói fora da rotina, mas dentro dela.

    Pequenas mudanças, quando feitas com consistência, têm o poder de reduzir o estresse, aumentar a clareza mental e melhorar a qualidade de vida. Não se trata de transformar tudo de uma vez, mas de ajustar o que já existe.

    Por que pequenas mudanças fazem tanta diferença

    O cérebro humano funciona com base em repetição e adaptação. Isso significa que aquilo que você faz todos os dias — mesmo que pareça insignificante — influencia diretamente seu estado emocional.

    Uma rotina marcada por pressa, excesso de tarefas, falta de pausas e estímulos constantes tende a manter o organismo em estado de alerta. Isso aumenta a ansiedade, reduz a capacidade de concentração e favorece o cansaço mental.

    Por outro lado, pequenas mudanças criam pontos de estabilidade. Elas ajudam o cérebro a sair do modo automático e oferecem momentos de regulação emocional ao longo do dia.

    Outro ponto importante é a sustentabilidade. Mudanças grandes demais costumam ser difíceis de manter. Já ajustes pequenos, quando incorporados gradualmente, têm mais chances de se tornar hábitos reais.

    Antes de tentar mudar tudo, vale começar com o que é possível hoje.

    Pequenas mudanças práticas para melhorar a saúde mental

    A seguir, estão mudanças simples que podem ser aplicadas no cotidiano. Elas não exigem grandes esforços, mas, quando praticadas com regularidade, contribuem para um estado mental mais equilibrado.

    Começar o dia com menos pressa

    A forma como o dia começa influencia todo o restante. Acordar já atrasado, com pressa e sobrecarga, ativa rapidamente o estado de estresse. Sempre que possível, tente criar um pequeno intervalo entre acordar e iniciar suas obrigações. Isso pode ser alguns minutos para respirar, se alongar ou simplesmente despertar com mais calma. Esse início mais lento ajuda o cérebro a organizar pensamentos e reduz a sensação de urgência logo nas primeiras horas.

    Evitar o uso imediato do celular

    Muitas pessoas começam o dia consumindo informações: mensagens, redes sociais, notícias. Isso sobrecarrega a mente antes mesmo de ela estar completamente desperta. Evitar o celular nos primeiros minutos do dia ajuda a manter mais clareza mental e reduz a ansiedade. Esse tempo pode ser usado para se conectar com o próprio ritmo antes de se conectar com o mundo externo.

    Criar pausas ao longo do dia

    Trabalhar ou estudar por longos períodos sem pausa aumenta o desgaste mental. Pequenos intervalos ao longo do dia ajudam o cérebro a recuperar energia. Essas pausas não precisam ser longas — alguns minutos já são suficientes. O importante é que sejam pausas reais, sem estímulos intensos, permitindo que a mente desacelere.

    Fazer uma coisa de cada vez

    A multitarefa pode parecer eficiente, mas geralmente aumenta o cansaço mental. Alternar constantemente entre tarefas exige mais esforço cognitivo e reduz a qualidade da atenção. Focar em uma atividade por vez ajuda a melhorar o desempenho e diminui a sensação de sobrecarga.

    Ajustar a quantidade de tarefas

    Um dos maiores fatores de estresse é a sensação de não dar conta de tudo. Reduzir o número de tarefas diárias, ou ao menos reorganizá-las, ajuda a criar uma rotina mais realista. Priorizar o que é essencial diminui a pressão e evita frustração constante.

    Priorizar o sono

    O sono tem impacto direto na saúde mental. Dormir mal afeta o humor, a concentração e a regulação emocional. Criar uma rotina de sono mais consistente — com horários semelhantes e menos estímulos antes de dor...
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    Qual é o melhor dia para fazer terapia?

    28/04/2026 | 6min
    Sair da inércia e marcar uma sessão de terapia pode gerar muitas dúvidas em quem está passando por um processo de mudanças e/ou conflitos internos. Assim, nesse cenário, uma das dúvidas muito comuns é sobre o melhor dia para fazer terapia.

    Sim, muitos pacientes se perguntam se há um dia mais adequado para fazer a terapia, seja em razão da maior disponibilidade dos psicólogos, seja por causa do melhor aproveitamento das sessões no dia a dia.

    Pensando em solucionar esta dúvida, preparamos este post! Continue a leitura para descobrir qual é o melhor dia para fazer terapia e os sinais de que é hora de se cuidar!

    Quando nos sentimos pior durante a semana?

    Geralmente, a maioria das pessoas tende a se sentir pior emocionalmente no início da semana. Há uma crença popular de que a segunda-feira é o pior dia, especialmente pelo retorno às atividades após o final de semana. Quem nunca ouviu falar na depressão do domingo?

    Entretanto, segundo algumas pesquisas, a terça-feira é o dia mais depressivo da semana. Pelo menos este foi o levantamento da London School of Economics, divulgado no Daily Mail. Isso porque, na terça, as pessoas já iniciaram o trabalho da semana, mas ainda estão longe da folga do final de semana, o que pode despertar uma sensação ruim.

    Já segundo um estudo da Universidade de Sidney, divulgado pela Marie Claire, a quarta-feira que é considerada como o dia mais depressivo.

    No final das contas, o que se percebe é que cada pessoa pode ter um dia pior a depender de diversos fatores. Ou seja, apesar de haver um senso comum sobre o início da semana ser mais depressivo, nos sentir bem ou mal tem mais a ver com uma questão interna.

    Existe um melhor dia para fazer terapia?

    De forma geral, o melhor dia para fazer terapia é aquele no qual você se sente mais instável e cansado emocionalmente, pois as sessões podem te ajudar a dar um respiro nas turbulências do dia a dia e te auxiliarem a seguir bem nos dias seguintes.

    Então, partindo do princípio que a maioria das pessoas costuma se sentir pior no início da semana, então esses são os melhores dias para o acompanhamento psicológico. Inclusive, pesquisas já comprovaram que a busca por terapia triplica às segundas-feiras.

    Além disso, a terapia no início da semana ajuda o paciente a organizar melhor os seus pensamentos e a se preparar para a jornada que está por vir.

    Entretanto, o que funciona melhor para os outros não significa que é melhor para você. Nesse sentido, para saber qual é o melhor dia para fazer terapia no seu caso, o ideal é levar em consideração alguns aspectos, como:

    O encaixe da terapia na sua rotina, isto é, qual dia da semana você consegue ajustar as sessões à sua programação;

    Em qual dia você costuma se sentir mais vulnerável, triste e/ou solitário;

    A partir desses pontos, torna-se possível escolher o melhor dia para você fazer a sua terapia!

    5 sinais de que é hora de começar a psicoterapia

    Mais do que saber qual é o melhor dia para fazer terapia, o mais importante é conseguir reconhecer o momento de buscar ajuda. Isto é, estar atento a alguns sinais que podem indicar a necessidade de uma atenção especial com a sua saúde mental. Os principais são:

    1. Estresse constante

    Se o estresse está predominando na sua vida e os seus efeitos negativos estão manifestando-se de diferentes formas, como dores de cabeça, cansaço, exaustão mental, problemas digestivos e dores musculares, por exemplo, é hora de ligar o alerta!

    Muitas vezes você nem sequer consegue identificar o que está causando esse estado. Entretanto, ao compartilhar a sua vida com o psicólogo, esse poderá ajudar não apenas na identificação dos males, como também a criar estratégias para lidar com eles.

    2. Desânimo e falta de vontade de iniciar o dia

    É normal ficar sem ânimo para encarar o dia de vez em quando. Esse é um efeito colateral comum do cansaço e da rotina exaustiva que vivemos.

    No entanto, é preciso se atentar para quando o desânimo e o pessimismo se instalam de tal forma que impedem o indivíduo de faze...

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Sobre Cantinho da Psicóloga: áudios dos nossos Blogposts

Os áudios dos conteúdos são gerados por IA - Inteligência Artificial a partir das centenas de textos e artigos elaborados por psicólogos.
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Generated: 5/6/2026 - 6:45:16 AM