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Cantinho da Psicóloga: áudios dos nossos Blogposts

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    Tipos de ansiedade: principais, sintomas e como tratar! Afinal, o que é ansiedade? 5 principais tipos de ansiedade 1. Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG) Principais sintomas do TAG 2. Transtorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT) Principais sintomas do TEPT 3. Transtorno do Pânico Principais sintomas do transtorno do pânico 4. Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) Principais sintomas do TOC Obsessões Compulsões Sintomas gerais 5. Transtorno de Ansiedade Social (TAS) Principais sintomas do TAS Adotar um estilo de vida saudável Prática de atividades físicas Uso de medicação Psicoterapia

    04/06/2026 | 10min
    Você sabe quais são os principais tipos de ansiedade?

    Sim, você não entendeu errado! A ansiedade pode ser categorizada em diferentes tipos, a partir dos fatores que a desencadeiam e dos sintomas predominantes em cada uma.

    Convém destacar que reconhecer o tipo de ansiedade que você tem é importante para buscar o tratamento correto e as mudanças de hábitos pertinentes ao seu caso.

    Por isso, neste post, vamos falar sobre os principais tipos de ansiedade para que você possa conhecê-los e, assim, cuidar da sua saúde mental com excelência. Confira!

    De forma sucinta, a ansiedade é uma reação natural do corpo humano relacionada à preocupação antecipada com alguma situação que está para ocorrer.

    Portanto, é uma defesa do organismo a determinados eventos.

    No entanto, quando ela passa a fazer parte de forma consistente da vida de uma pessoa, fazendo-a sentir preocupação excessiva, angústia e irritabilidade e interfere na execução de atividades rotineiras, considera-se que há um transtorno patológico.

    Nesse caso, é importante buscar tratamento especializado em saúde mental, que pode incluir psicólogo e psiquiatra.

    Como explicamos anteriormente, diferentemente da ansiedade comum que as pessoas podem sentir de forma esporádica e como reação natural do organismo a situações pontuais, o transtorno de ansiedade é considerado uma questão patológica, que afeta de forma significativa a vida do indivíduo.

    Dito isso, abaixo listamos os principais tipos de ansiedade para que você os conheça e possa identificar em você ou em alguém próximo precocemente:

    O Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG) é um dos tipos mais comuns de transtornos de ansiedade.

    No geral, ele é desenvolvido em indivíduos que já possuem alguma outra condição, a exemplo da depressão ou de alguma fobia.

    Assim, pessoas com o TAG costumam sentir uma preocupação e tensão extremas a todo momento, mesmo quando não há motivos para ficar dessa forma.

    Ansiedade e preocupação excessivas;

    Irritabilidade extrema;

    Dificuldade de concentração;

    Tensão muscular;

    Esgotamento mental e/ou físico;

    Perturbações no sono;

    Pensamentos negativos, desconexos e acelerados;

    Ritmo cardíaco acelerado;

    Interpretações equivocados sobre pessoas e situações;

    Problemas com a memória (ex.: dificuldade de lembrar nomes de pessoas, informações básicas, etc.).

    Como o próprio nome sugere, no Transtorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT), a pessoa tende a ter problemas com ansiedade intensa depois de passar por experiências traumáticas, como acidentes, desastres ou violência.

    Desse modo, é comum que ela sofra com picos de estresse que podem aumentar bastante a ansiedade, uma vez que, inevitavelmente, acaba revivendo as memórias negativas do seu trauma, ainda que tente evitá-las ao máximo.

    Flashbacks do evento traumático como se estivesse acontecendo novamente;

    Sonhos perturbadores relacionados ao trauma;

    Pensamentos indesejados e angustiantes sobre o evento traumático;

    Mal-estar profundo ao se lembrar da situação;

    Esforços para evitar pensamentos, sentimentos ou conversas sobre o evento traumático;

    Evitação de lugares, atividades ou pessoas que lembram o trauma;

    Afastamento de amigos e familiares;

    Pensamentos distorcidos sobre si mesmo ou sobre os outros;

    Sentimentos de culpa ou vergonha em relação ao evento traumático;

    Perda de interesse em atividades que antes eram prazerosas;

    Irritabilidade ou surtos de raiva;

    Comportamentos arriscados ou autodestrutivos;

    Hipervigilância, isto é, estado de alerta constante;

    Problemas para adormecer ou se manter o sono;

    Problemas de concentração e foco.

    Na síndrome do pânico, as crises de ansiedade acontecem repentinamente, deixando o indivíduo em um estado de verdadeiro terror, com pânico e medo extremo acompanhados de sintomas físicos.

    Como surge de forma inesperada, a pessoa com essa condição enfrenta um momento de mal-estar severo com reações que ficam fora de seu controle, deixando-a totalmente desconfortável e em pânico.

    Essas crises costumam durar de 15 a 30 minutos.

    Medo de...
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    Sou uma pessoa ansiosa? Descubra! O que é ansiedade e quando ela é prejudicial? Pessoa ansiosa: 8 sintomas que podem indicar que você é 1. Preocupação excessiva 2. Ganho de peso 3. Problemas gastrointestinais 4. Ataques de pânico 5. Alterações no sono 6. Falta de memória e foco 7. Taquicardia e falta de ar 8. Dores de cabeça e muscular

    02/06/2026 | 7min
    Considerando que a ansiedade é o mal do século e que o Brasil configura-se como o país com mais pessoas ansiosas no mundo, é natural que surja frequentemente a seguinte pergunta: "Será que sou uma pessoa ansiosa?". Você já se questionou sobre isso?

    Infelizmente, o uso excessivo de telas somado à rotina cheia de tarefas – realidade de boa parte dos brasileiros – faz com que estejamos sempre em ritmo acelerado, o que, consequentemente, contribui para o aparecimento de sintomas ansiosos.

    Mas será que eles são realmente sinais característicos de uma pessoa ansiosa ou se referem a outra condição, como simplesmente o excesso de atividades, bastando uma simples mudança nos hábitos e dia a dia?

    Para encontrar a resposta dessa e de outras dúvidas sobre a sua saúde mental, continue acompanhando este artigo e descubra os 8 principais sintomas da ansiedade. Confira!

    A ansiedade é uma emoção caracterizada pela insegurança, preocupação e medo excessivos em relação ao futuro. Ao contrário do que se imagina, essa é uma reação normal e natural do corpo diante de determinadas situações desafiadoras.

    O problema está quando a ansiedade se torna frequente, intensa, sem uma causa que a justifique e interfere na rotina do indivíduo, impedindo-o de realizar tarefas simples.

    Aqui, ele se sente em um profundo desequilíbrio emocional e pode até começar a questionar uma realidade inexistente – isto é, que existe apenas no seu imaginário.

    Nesses casos, tem-se uma ansiedade patológica, considerada um transtorno, e que pode prejudicar o funcionamento da mente e do corpo da pessoa ansiosa.

    Diferenciar a ansiedade normal daquela que se transformou em uma patologia pode não ser simples. Isso porque as duas formas apresentam sintomas semelhantes.

    No entanto, um ponto que você deve estar atento é com relação à frequência desses sinais e como eles interferem no seu dia a dia.

    Se eles estiverem muito presentes, mesmo quando não há motivos aparentes, e estiverem interferindo na sua qualidade de vida, vale a pena ligar o alerta e procurar a ajuda de um profissional da saúde.

    Dito isso, vamos aos principais sintomas que podem estar indicando que você é uma pessoa ansiosa:

    Pessoas ansiosas se preocupam com eventos que ainda não aconteceram – e que talvez nem acontecerão. Elas tendem a ter pensamentos pessimistas e sofrem por antecedência.

    Além disso, tudo toma proporções maiores do que a realidade, o que faz a pessoa viver constantemente preocupada, muitas vezes com coisas sem tanta importância.

    Esse excesso de preocupações, por sua vez, leva o indivíduo à fadiga, interferindo até mesmo na execução de tarefas simples, como arrumar a casa.

    A ansiedade também provoca a sensação de necessidade de se alimentar o tempo todo, mesmo sem fome. É como se o alimento trouxesse algum conforto.

    Assim, ao menor sinal de algum problema, a pessoa recorre aos alimentos, principalmente aqueles que não são saudáveis, como doces e industrializados.

    Essa atitude contribui para o desenvolvimento de distúrbios alimentares, como compulsão e bulimia, além do surgimento de algumas doenças, como obesidade e diabetes.

    Quem sofre com o transtorno de ansiedade também costuma desenvolver problemas gastrointestinais frequentes, como má digestão, azia, diarreia e gastrite.

    Isso acontece porque o sistema nervoso da pessoa ansiosa atua diretamente sobre o sistema digestivo, alterando suas funções.

    Não por acaso existem condições como a "gastrite nervosa" que leva este nome justamente pela sua relação com o desequilíbrio emocional.

    O acontecimento de ataques de pânico de forma recorrente também é uma outra característica da ansiedade em níveis patológicos.

    Eles podem acontecer a qualquer momento, mas tendem a ser desencadeados por gatilhos. Assim, a pessoa passa a ter medo de toda e qualquer situação, pois teme ter novas crises.

    Esse é um sintoma muito grave e que merece uma atenção imediata, especialmente no que se refere à procura de um psicólogo ou psiquiatra o quanto antes.

    A ansiedade também pod...
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    Segurança psicológica no trabalho: o que é, por que é importante e como garantir na sua empresa? O que significa segurança psicológica no trabalho? Quais são as características de um ambiente psicologicamente seguro? Por que a segurança psicológica é importante no ambiente de trabalho? Como criar segurança psicológica no ambiente de trabalho? 1. Instituir uma cultura baseada em feedbacks construtivos 2. Praticar a escuta ativa 3. Promover uma comunicação aberta e transparente 4. Agir com mais flexibilidade aos erros cometidos 5. Incluir os membros nas tomadas de decisões 6. Incentivar um ambiente de respeito e confiança

    01/06/2026 | 8min
    Quando uma empresa preza pela segurança psicológica de sua equipe, o ambiente de trabalho torna-se mais saudável. Isso porque os colaboradores se sentem mais confortáveis e confiantes para interagir e expressar suas opiniões.

    Neste artigo, você entenderá o que é a segurança psicológica no trabalho e qual a importância de sua implementação nas empresas. Boa leitura!

    A segurança psicológica no trabalho significa, essencialmente, criar um ambiente em que a equipe tenha espaço para se expressar sem medo de julgamentos e punições. Ou seja, o colaborador se sente livre para manifestar seus pensamentos.

    Essa prática é fundamental para garantir a saúde mental dos trabalhadores ao mesmo tempo em que constrói uma cultura organizacional mais saudável. Além do mais, a segurança psicológica reduz as chances do desenvolvimento de sobrecarga mental.

    Com a segurança psicológica no trabalho, os empregadores asseguram aos seus empregados o direito ao zelo pela saúde integral destes.

    Para ser considerado psicologicamente seguro, o ambiente de trabalho conta com algumas características relevantes para inibir sentimentos negativos como a insegurança ou medo que os trabalhadores possuem de expor sua opinião.

    Ademais, outras características de um ambiente laboral com segurança psicológica são as seguintes:

    sentimentos de liberdade e confiança: a equipe considera o trabalho como um espaço seguro em que pode expor livremente seus pensamentos, opiniões e até sugestões de melhorias, sem medo de julgamentos ou rejeição.

    interação entre os funcionários: os funcionários conseguem interagir entre si de forma clara, respeitosa e, acima de tudo, pautando-se na empatia, criando um ambiente em que se possa confiar no outro.

    sensação de pertencimento: uma cultura organizacional que preza pela saúde psicológica de seus colaboradores permite que estes se sintam como uma parte importante da empresa, ou seja, eles se sentem valorizados.

    Por isso, é possível ter um ambiente psicologicamente seguro quando presentes características como essas, à medida que a equipe compartilha sentimentos e ideias, confiando uns nos outros e se respeitando mutuamente.

    A importância de proporcionar a segurança psicológica no ambiente de trabalho é que ela possibilita uma convivência mais saudável entre os membros da equipe, seja com o aumento da produtividade, redução do estresse ou com a promoção do bem-estar coletivo.

    Vale dizer que, para atuar com eficiência, uma empresa precisa que seus funcionários tenham confiança na instituição. Afinal, quando se sentem psicologicamente seguros, eles conseguem manifestar suas ideias, opiniões ou pensamentos com menos receios.

    Do contrário, isto é, caso o empregador não busque implementar condições que favoreçam a segurança psicológica em sua empresa, existem grandes chances de que os membros da equipe se sintam desconfortáveis e com receio de receber críticas por suas falas.

    Portanto, a segurança psicológica no trabalho vai além de fornecer um espaço de comunicação clara, pois ela permite que o ambiente laboral seja acolhedor e seguro, valorizando e respeitando todos os colaboradores.

    Para criar uma cultura de segurança psicológica no ambiente de trabalho são necessárias algumas ações práticas e contínuas. Convém mencionar que cada membro da equipe pode contribuir para que mudanças positivas aconteçam na instituição.

    Assim, a seguir, listamos algumas das principais dicas para garantir que exista segurança psicológica em uma empresa, beneficiando-a como um todo. São elas:

    Todos sabemos que o feedback abre caminhos que possibilitam diálogos mais claros entre os membros de uma equipe. Por meio dessa ferramenta, os envolvidos podem se sentir mais confiantes de conversar a respeito de assuntos importantes.

    Neste sentido, a implementação de políticas voltadas a essa troca de informações construtiva entre líderes e liderados é essencial para que haja um desenvolvimento nos pontos de melhoria que cada um precise.

    E não somente isso, é igualmente neces...
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    Busca por validação: por que buscamos aprovação dos outros O que é validação e por que ela importa As origens da necessidade de aprovação Validação na infância Influências culturais e sociais Internalização de padrões Como a busca por aprovação afeta a saúde mental Ansiedade e medo de julgamento Fragilidade da autoestima Dificuldade de tomar decisões Relações desequilibradas Impactos da busca por validação em relacionamentos Vínculos afetivos marcados por insegurança Comunicação limitada e falta de autenticidade Comparação social e ciúmes Estratégias psicológicas que mantêm a busca por validação Comparação social constante Perfeccionismo Supressão emocional Desenvolvendo validação interna Autoconhecimento e reconhecimento de valores Autoafirmação e autocompaixão Diferenciar crítica construtiva de julgamento subjetivo

    28/05/2026 | 9min
    A busca por validação é uma experiência humana universal. Desde cedo, aprendemos que ser aceito e reconhecido pelos outros nos traz segurança, pertencimento e sensação de valor.

    Um elogio, um sorriso de aprovação ou o reconhecimento social funcionam como combustível emocional.

    No entanto, quando essa necessidade se torna central, pode gerar dependência emocional, ansiedade e dificuldade de viver de forma autêntica.

    A validação externa passa a condicionar decisões, comportamentos e até sentimentos, prejudicando o equilíbrio psicológico.

    Validação é o reconhecimento de que nossos sentimentos, pensamentos, escolhas ou comportamentos são legítimos.

    Receber validação dos outros reforça autoestima, fortalece o senso de pertencimento e ajuda a construir confiança nas próprias percepções.

    Do ponto de vista evolutivo, estar aceito socialmente era essencial para a sobrevivência: um indivíduo rejeitado pelo grupo enfrentava risco maior de vulnerabilidade e isolamento.

    No mundo contemporâneo, a validação externa ainda exerce grande influência sobre o bem-estar psicológico.

    Elogios, reconhecimento profissional ou social e respostas positivas de outras pessoas funcionam como indicadores de valor pessoal.

    Porém, quando a validação externa se torna o principal regulador da autoestima, o indivíduo passa a depender dela para sentir-se "bom o suficiente", comprometendo sua autenticidade e autonomia emocional.

    A necessidade de aprovação tem raízes profundas na infância e em contextos sociais.

    A forma como somos vistos e avaliados pelos primeiros cuidadores influencia diretamente a construção da autoestima.

    Desde os primeiros anos de vida, os cuidadores funcionam como reguladores emocionais.

    Crianças que recebem atenção, reconhecimento e afeto incondicional aprendem a confiar na própria percepção e valor.

    Por outro lado, críticas excessivas, comparações constantes ou punições podem gerar a internalização de mensagens de inadequação.

    Quando a criança aprende que precisa corresponder às expectativas para ser amada, o desejo de validação se torna um mecanismo de sobrevivência emocional.

    Esse padrão, se não elaborado, tende a persistir na vida adulta, já que ela não desenvolve a autoaceitação.

    A sociedade contemporânea também reforça a necessidade de aprovação.

    O culto à performance, ao sucesso e à aparência cria padrões rígidos de comportamento no seu inconsciente.

    Redes sociais amplificam esse fenômeno, transformando a vida cotidiana em vitrine, onde curtidas, seguidores e comentários funcionam como indicadores de valor.

    Em culturas competitivas, estar constantemente à altura das expectativas do outro é valorizado, enquanto vulnerabilidade, falhas ou imperfeições são estigmatizadas.

    Esse contexto cultural reforça a dependência de validação externa.

    Com o tempo, os padrões externos podem ser internalizados.

    O indivíduo passa a acreditar que seu valor depende de atender a expectativas, muitas vezes sem perceber que essa exigência foi construída socialmente.

    Isso cria uma autoavaliação contínua e um padrão de comparação constante com os outros.

    Antes de explorar formas de lidar com a necessidade de validação, é importante entender seus impactos na vida emocional e nos relacionamentos.

    Viver em função da aprovação gera ansiedade constante.

    Logo, o medo de ser julgado molda comportamentos, palavras e decisões, limitando a espontaneidade e provocando tensão contínua.

    Pessoas altamente dependentes de validação muitas vezes experimentam antecipação do julgamento: elas se preocupam excessivamente com situações futuras e com a reação dos outros, mesmo antes de agir.

    Quando a autoestima depende de fatores externos, ela se torna instável.

    Um elogio temporário pode gerar bem-estar momentâneo, enquanto críticas ou falta de reconhecimento provocam imediata sensação de inadequação.

    Essa instabilidade aumenta a autocrítica, reforça sentimentos de inferioridade e torna difícil reconhecer conquistas pessoais.

    A necessidade de aprovação pode impedir escolhas autênti...
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    Qual é o melhor horário para fazer terapia?

    26/05/2026 | 7min
    Reconhecer a necessidade da terapia para a vida é o primeiro passo para o amadurecimento emocional e o cuidado com a saúde mental. No entanto, nesse primeiro momento, podem surgir muitas dúvidas, como qual é o melhor horário para fazer terapia.

    Sim, muitas pessoas se perguntam se há um horário mais adequado para essa prática, pensando tanto no melhor aproveitamento das sessões quanto na maior disponibilidade dos psicólogos. Por isso, para solucionar esta dúvida, preparamos este post.

    Continue a leitura para descobrir qual é o melhor horário para fazer terapia e aprender a reconhecer os sinais de que é hora de cuidar da sua saúde mental. Boa leitura!

    Existe um melhor horário para fazer terapia?

    De forma geral, o melhor horário para fazer terapia é aquele que se adequa bem à sua rotina e também ao período em que você está mais disposto a se abrir (afinal, é importante estar confortável para expor as emoções) – e isso funciona para cada pessoa de um jeito.

    O que diz a ciência?

    Cientificamente falando, há uma comprovação de que se consultar pela manhã traz mais benefícios, especialmente no caso de pacientes que apresentam ansiedade e fobias.

    Sim, de acordo com a pesquisa da Southern Methodist University, no período matutino as pessoas estão com os níveis de cortisol (hormônio do estresse) mais altos, o que favorece a aprendizagem e ajuda os pacientes a lidarem melhor com seus medos.

    Para chegar a esses resultados, foi aplicado um teste a pacientes com sintomas de pânico que revelou uma melhora quase 30% maior entre os indivíduos após uma sessão pela manhã do que uma consulta à tarde.

    Nessa mesma linha, o período matutino, especialmente entre 8h e 10h, é o preferido para fazer terapia entre os usuários (35%) que responderam a uma pesquisa divulgada pelo site Terra. Já o fim do dia, preferencialmente às 18h, isto é, após o expediente, configura-se como a preferência entre 9,5% dos entrevistados.

    Isso significa que preciso fazer terapia de manhã?

    De forma alguma! Apesar das pesquisas, é necessário considerar a sua própria individualidade e preferências e também o fato de que todos os períodos possuem suas vantagens.

    Assim, as consultas matinais são uma excelente alternativa para quem deseja desabafar antes de iniciar a jornada de trabalho como forma de começar o dia mais leve e focado para, assim, lidar com as tarefas pessoais e profissionais com mais resiliência e serenidade.

    Já as consultas noturnas trazem como benefícios o relaxamento após uma rotina exaustiva e a oportunidade de desabafar sobre conflitos que realmente aconteceram naquele dia.

    O período da tarde, por sua vez, não costuma ser selecionado pela maioria das pessoas em razão do trabalho. Entretanto, para quem tem essa oportunidade, ele também pode funcionar muito bem, especialmente no que se refere à disponibilidade do profissional.

    O que considerar na hora de definir o melhor horário para fazer terapia?

    Como mencionado, todos os períodos (manhã, tarde e noite) possuem suas vantagens quando o assunto é manter o autocuidado por meio da terapia. Nesse sentido, o melhor horário é individual e a sua escolha deve levar em consideração alguns pontos, como:

    Disponibilidade do profissional escolhido por você;

    Momento livre na rotina para se dedicar às sessões sem preocupação com as outras demandas;

    Trânsito (no caso de consultas presenciais);

    Disponibilidade de um espaço seguro, com privacidade e que você se sinta confortável (no caso de consultas online);

    Se você terá um momento após as sessões para refletir, pois é normal sair delas mais introspectivo e reflexivo.

    Portanto, considere esses pontos para escolher um horário que realmente faça sentido para você e para os resultados que você deseja obter com a terapia.

    4 sinais de que é hora de começar a psicoterapia

    Mais do que saber qual é o melhor horário para fazer terapia, é necessário reconhecer o momento de buscar ajuda. Isto é, estar atento a alguns sinais que podem indicar a necessidade de uma atenção especial com a s...
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