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Cantinho da Psicóloga: áudios dos nossos Blogposts

Cantinho da Psicóloga
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  • Escrita terapêutica: como praticar?
    Você já sentiu que escrever sobre o que está sentindo poderia aliviar a mente e o coração? A escrita terapêutica, também conhecida como escrita expressiva, é uma ferramenta poderosa de autoconhecimento e cuidado emocional. Assim, ao colocar no papel pensamentos, angústias, memórias ou desejos, é possível dar forma ao que muitas vezes permanece confuso ou reprimido internamente. E o melhor: não é preciso ser escritor ou ter habilidades especiais, basta sinceridade e disposição para olhar para dentro. Neste artigo, você vai entender o que é a escrita terapêutica, seus benefícios comprovados e, principalmente, como praticá-la no dia a dia. Boa leitura! O que é escrita terapêutica? Escrita terapêutica é uma prática de autoconhecimento e expressão emocional por meio da escrita livre e pessoal. Nela, a pessoa registra pensamentos, sentimentos, memórias ou conflitos internos com o objetivo de organizar o que sente, aliviar tensões psíquicas e ampliar a consciência sobre si mesma. Então, ao contrário de textos literários ou técnicos, a escrita terapêutica não se preocupa com forma, gramática ou estética. O foco está no conteúdo interno e na liberdade de expressão, sem julgamentos. Trata-se de um espaço seguro para "conversar consigo mesmo", colocar para fora o que está preso e, assim, iniciar um processo de elaboração emocional. Essa prática pode ser feita de forma espontânea ou guiada por perguntas e estímulos, sendo utilizada tanto em contextos individuais quanto como apoio em processos psicoterapêuticos. Quais são os benefícios da escrita terapêutica? Antes de começar a escrever, é importante entender por que essa prática tem ganhado espaço tanto em contextos terapêuticos quanto no autocuidado pessoal. Nesse sentido, a escrita terapêutica oferece diversos benefícios para a saúde mental e emocional, que vão muito além do simples ato de registrar pensamentos. Então, veja a seguir como ela pode impactar positivamente seu bem-estar: Reduz o estresse e a ansiedade ao permitir a liberação emocional; Ajuda no alívio de tensões acumuladas e emoções reprimidas; Favorece o autoconhecimento e a compreensão dos próprios sentimentos; Melhora a organização mental e a clareza de pensamentos; Estimula a identificação de padrões comportamentais e emocionais; Promove o desenvolvimento da autorreflexão e da inteligência emocional; Diminui a ruminação mental e pensamentos negativos recorrentes; Pode auxiliar no enfrentamento de traumas e experiências difíceis; Contribui para a melhora do sono e da qualidade de vida; Reforça a autoestima e o senso de identidade pessoal; Pode complementar processos terapêuticos ou ser um espaço de cuidado próprio; A longo prazo, melhora o bem-estar psicológico geral. Vale dizer que esses benefícios são potencializados quando a prática é feita com regularidade, honestidade emocional e um ambiente de acolhimento interior. Como praticar a escrita terapêutica? Agora que você já conhece os fundamentos e os benefícios da escrita terapêutica, é hora de dar o próximo passo: começar a praticar. Apesar de ser uma atividade simples, existem formas de torná-la mais eficaz, profunda e prazerosa. Por isso, separamos abaixo dicas práticas e acessíveis que vão te ajudar a incorporar essa prática ao seu dia a dia de maneira significativa! 1. Reserve um caderno ou espaço fixo para a escrita Ter um local específico para sua escrita terapêutica ajuda a criar um ritual pessoal e íntimo, podendo ser um caderno bonito, um diário simples ou até um arquivo digital protegido. O importante é que esse espaço seja exclusivo para suas reflexões, pois isso cria um senso de continuidade e segurança, permitindo que você se sinta mais à vontade para se abrir e registrar seus sentimentos com autenticidade. 2. Escolha um horário regular para escrever Estabelecer uma rotina ajuda a transformar a escrita terapêutica em hábito. Então, escolha um horário do dia em que você se sinta mais tranquilo e com menos distrações. Pode ser pela manhã, antes de dormir...
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    8:30
  • Ansiedade no relacionamento: principais sinais e como superar!
    Ansiedade no relacionamento é um sentimento mais comum do que se imagina e, quando não compreendido, pode afetar profundamente o bem-estar emocional de quem o vive. Assim, em vez de fortalecer o vínculo, esse estado de insegurança constante pode gerar conflitos, afastamentos e uma sensação persistente de instabilidade. Reconhecer e acolher essa ansiedade é o primeiro passo para construir relações mais saudáveis, baseadas na confiança e na comunicação. Então, neste artigo, vamos explorar como a ansiedade pode se manifestar dentro dos relacionamentos amorosos e de que forma ela interfere na dinâmica entre o casal. Confira! O que é ansiedade no relacionamento? A ansiedade no relacionamento é um estado emocional caracterizado por medo constante de rejeição, abandono ou perda do parceiro. Dessa forma, ela vai além das inseguranças normais e se manifesta por meio de pensamentos obsessivos, necessidade excessiva de validação e comportamentos como ciúmes, vigilância e dificuldade em confiar. Essa ansiedade costuma ser alimentada por experiências passadas, baixa autoestima ou padrões emocionais disfuncionais. Assim, a pessoa ansiosa tende a antecipar conflitos, interpretar sinais neutros como ameaças e viver em alerta contínuo dentro da relação. Esse padrão não significa fraqueza, mas sim um sofrimento legítimo que merece atenção, pois, quando não tratada, pode comprometer tanto o bem-estar individual quanto a saúde do vínculo afetivo, tornando o relacionamento instável e desgastante. Por que a ansiedade no relacionamento acontece? A ansiedade no relacionamento geralmente surge de inseguranças internas, traumas passados ou padrões emocionais formados ao longo da vida. Experiências anteriores de rejeição, abandono ou traição podem deixar marcas profundas, fazendo com que a pessoa tema reviver essas dores. Isso gera uma busca constante por validação, atenção e garantias de afeto no relacionamento atual. Outro fator comum é a baixa autoestima, que leva a dúvidas sobre o próprio valor e ao medo de não ser suficiente para o parceiro. Além disso, relações instáveis na infância ou com figuras de apego influenciam diretamente a forma como lidamos com o amor e a intimidade. Por fim, estresse, falta de comunicação e mudanças na dinâmica do casal também contribuem, intensificando sentimentos de ameaça e desconfiança, mesmo quando não há motivo real. Como identificar a ansiedade no relacionamento? Reconhecer os sinais da ansiedade no relacionamento é essencial para lidar com ela de forma consciente e evitar que afete negativamente o vínculo com o parceiro. Muitas vezes, esses comportamentos são vistos como "ciúmes" ou "carência", mas escondem um padrão emocional mais profundo e desgastante. Abaixo, listamos os principais indícios que podem indicar que a ansiedade está interferindo na relação. Medo constante de ser abandonado(a): mesmo sem motivos concretos, a pessoa teme que o parceiro vá terminar a relação a qualquer momento. Necessidade frequente de validação: busca excessiva por confirmações de amor, interesse ou compromisso, como se o afeto precisasse ser reafirmado o tempo todo. Ciúmes desproporcionais: insegurança frente a situações cotidianas, como o parceiro conversar com outras pessoas ou sair sozinho. Interpretação negativa de situações neutras: gestos simples são vistos como sinais de desinteresse, rejeição ou traição. Autossabotagem: a pessoa provoca conflitos ou testa o parceiro, por medo de se machucar primeiro. Excesso de vigilância: checagens constantes de redes sociais, mensagens ou rotina do outro. Dificuldade de confiar: sensação persistente de que o parceiro esconde algo ou não é totalmente sincero. Ansiedade intensa quando estão distantes: sofrimento exagerado quando o casal não está junto, mesmo por pouco tempo. Perceber esses sinais com clareza é o primeiro passo para mudar, pois quanto mais cedo a pessoa reconhece o que sente e como isso impacta a relação, maiores são as chances de buscar soluções saudáveis, melhorar a c...
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    8:16
  • Síndrome de Tourette: o que é, causas, sintomas e tratamentos!
    A Síndrome de Tourette é uma condição neurológica relevante, mas ainda enfrenta desinformação e preconceito. Frequentemente diagnosticada na infância, essa síndrome pode impactar o comportamento, a autoestima e as relações sociais de quem convive com ela. Assim, mesmo sendo uma condição que acompanha muitos indivíduos ao longo da vida, os sintomas podem se apresentar de forma variável, tornando o diagnóstico e o tratamento um desafio tanto para as famílias quanto para os profissionais de saúde. Neste artigo, você vai conhecer o que caracteriza a Síndrome de Tourette, suas principais causas, sinais clínicos e os recursos terapêuticos mais utilizados atualmente para promover bem-estar e qualidade de vida. Boa leitura! O que é a Síndrome de Tourette? A Síndrome de Tourette é um transtorno neurológico do desenvolvimento caracterizado por tiques motores e vocais que ocorrem de forma repetitiva, involuntária e súbita. Esses tiques costumam surgir na infância, geralmente entre os 5 e 10 anos de idade. Confirma-se o diagnóstico quando a pessoa manifesta múltiplos tiques motores e ao menos um tique vocal, com duração superior a um ano e início antes dos 18 anos, de acordo com os critérios do DSM-5. Embora ainda envolta em certo desconhecimento, a Síndrome de Tourette não é rara e afeta cerca de 1% da população infantil, sendo mais comum em meninos. Os sintomas podem ser agravados por estresse, ansiedade ou cansaço, mas tendem a diminuir com a maturidade ou quando o indivíduo está focado em alguma atividade. Quais são os sinais da Síndrome de Tourette? A Síndrome de Tourette se manifesta por tiques motores e vocais, que são movimentos ou sons involuntários e repetitivos. Assim, esses sinais variam de pessoa para pessoa e podem mudar com o tempo. Então, entre os principais estão: 1. Tiques motores (movimentos involuntários) Piscar excessivo dos olhos: movimento rápido e frequente das pálpebras, comum no início da síndrome. Caretas faciais: expressões involuntárias como franzir a testa, abrir a boca ou enrugar o nariz. Movimentar ombros ou cabeça: sacudidas ou inclinações repentinas e involuntárias. Estalar os dedos ou bater as mãos: gestos repetitivos, sem função prática. Tocar objetos ou pessoas repetidamente: ação impulsiva e repetida, muitas vezes sem intenção clara. Gestos obscenos (copropraxia): manifestações gestuais ofensivas ou inapropriadas, mais raras. Tiques vocais (sons involuntários) Grunhidos, pigarros ou tosses frequentes: sons produzidos involuntariamente, sem relação com doenças respiratórias. Gritar palavras ou frases aleatórias: vocalizações súbitas fora de contexto. Repetição de palavras ou sons de outras pessoas (ecolalia): imitação involuntária do que a pessoa acabou de ouvir. Repetição das próprias palavras ou frases (palilalia): repetição automática do que a pessoa acabou de dizer. Uso involuntário de palavrões (coprolalia): emissão de palavras ofensivas, presente em uma minoria dos casos. O que causa essa condição? A Síndrome de Tourette é causada por uma combinação de fatores genéticos, neurológicos e ambientais. Então, embora a origem exata ainda não seja totalmente compreendida, as evidências apontam para os seguintes elementos: Genética: há forte influência hereditária, com maior incidência entre familiares de primeiro grau. Diversos genes podem estar envolvidos no risco de desenvolvimento da síndrome. Neuroquímica cerebral: alterações na regulação de neurotransmissores, especialmente a dopamina, afeta áreas do cérebro responsáveis pelo controle motor e comportamento. Fatores ambientais: situações como estresse durante a gestação, uso de substâncias na gravidez, parto prematuro ou baixo peso ao nascer podem aumentar o risco. Infecções: pesquisas avaliam a relação entre infecções por estreptococos e o surgimento de sintomas em crianças, mas essa hipótese ainda não é plenamente comprovada. Portanto, a interação entre esses fatores varia de pessoa para pessoa, o que torna a síndrome complexa e de manifestação...
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    8:28
  • Dislexia: o que é, causas, sintomas e tratamentos!
    A dislexia é uma condição de saúde que atinge o processo de aprendizagem de uma pessoa, podendo ser relacionada às habilidades básicas de aprender a escrever, ler ou soletrar. Por isso, em tais casos, o indivíduo possui uma maior dificuldade na prática da leitura e da escrita, tais como no reconhecimento ou compreensão de palavras, dispersão, lentidão para aprender a ler, erros de pronúncia, entre outras. Nesse artigo, você saberá o que é essa condição do neurodesenvolvimento, suas causas, principais sintomas, os tipos existentes de dislexia e ainda conhecerá quais são os tratamentos disponíveis. Boa leitura! O que é dislexia? A dislexia é considerada um transtorno relacionado à aprendizagem, sendo que pessoas com esta condição possuem maior dificuldade para desenvolver as habilidades de ler, escrever e soletrar. Desta forma, o desenvolvimento de indivíduos com dislexia geralmente é afetado no sentido de, por exemplo, ser mais difícil realizar leituras, escrever corretamente as palavras, pronunciá-las de modo adequado ou mesmo compreender o significado de cada uma. Tipos de dislexia Os tipos de dislexia mais comuns são a dislexia visual, dislexia auditiva e dislexia mista. Por isso, valer a pena conhecer cada uma: 1. Dislexia visual Em sentido geral, é aquela em que o indivíduo possui dificuldade no reconhecimento da forma e tamanho das letras, das palavras escritas e das coisas, o que pode provocar confusão no que se refere à percepção visual na escrita e leitura. Nos casos de dislexia visual, a pessoa não consegue decodificar de forma nítida as letras, os símbolos gráficos ou mesmo as palavras, tornando a leitura de um texto mais lenta, por exemplo. 2. Dislexia auditiva A dislexia auditiva corresponde ao tipo mais comum desta condição e tem relação com o fato de que o indivíduo não tenha uma percepção para identificar os sons das palavras, seja para compreender sotaques, instruções faladas ou mesmo pessoas que falam rápido. Uma vez que existe uma dificuldade para entender aquilo que ouve, reconhecer ou separar os sons das palavras. 3. Dislexia mista Como o próprio nome já indica, a dislexia mista é uma junção dos sintomas da dislexia visual e auditiva, de modo que, o disléxico tem dificuldades, por exemplo, para ler um texto de forma adequada, bem como para compreender sons e palavras. Considerando que neste tipo de dislexia a pessoa encontra obstáculos na aprendizagem visual e auditiva ao mesmo tempo, há um grau mais severo. Quais são os principais sintomas da dislexia? Cada pessoa sentirá sintomas diferentes da dislexia, isso porque cada uma possui sua própria realidade de aprendizagem. Mas, no geral, alguns dos principais sintomas dessa condição são: Linguagem oral Atraso para desenvolver a habilidade da fala; Dificuldade para pronunciar corretamente as palavras; Confusão com palavras semelhantes; Problemas no momento de formação de palavras; Dificuldade na nomeação de letras, números e/ou cores. Leitura Lentidão durante a leitura, com erros excessivos e muitas pausas; Vocabulário pobre; Inabilidade para converter letras em sons para ler (decodificação de palavras); Interpretação de texto falha. Escrita Dificuldade para produzir textos; Trocar as letras com sons ou grafias semelhantes, como "d" e "b"; Falta de organização na escrita e presença de muitos erros; Troca, omissão ou substituição de letras e sílabas; Erros de ortografia ou de soletração, mesmo em palavras comumente utilizadas. O que causa a dislexia? A dislexia é causada por uma alteração nos cromossomos, o que a caracteriza como sendo uma condição de origem genética e hereditária, justificando, assim, a sua forte ocorrência em pessoas da mesma família. Esta desordem neurológica também é provocada por problemas nas estruturas do cérebro e na comunicação entre certos neurônios Quais são os fatores de risco? Depois do histórico familiar, a dislexia também possui outros fatores de risco, tais como: Problemas no processamento fonológico; Dificuldades devido à fa...
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  • Autocompaixão: aprenda a ser gentil consigo mesmo
    A autocompaixão é um conceito cada vez mais estudado pela psicologia moderna e que pode transformar profundamente a forma como nos relacionamos com nós mesmos. Em uma sociedade que frequentemente valoriza a produtividade excessiva, a comparação constante e a autocrítica dura, aprender a ser gentil consigo mesmo pode ser uma das habilidades mais importantes para o bem-estar emocional. O que é autocompaixão? Autocompaixão é a capacidade de oferecer a si mesmo a mesma bondade, cuidado e compreensão que normalmente ofereceria a um amigo querido em um momento difícil. Assim sendo, ao invés de reagir com críticas severas quando cometemos erros ou enfrentamos dificuldades, a autocompaixão nos convida a responder com empatia e paciência. A psicóloga Kristin Neff, uma das principais pesquisadoras sobre o tema, define autocompaixão como composta por três pilares fundamentais: 1. Autobondade Significa tratar a si mesmo com gentileza ao invés de dureza. Em vez de cair em um discurso interno crítico como "sou um fracasso" ou "não sirvo para nada", a pessoa consegue olhar para sua dor e reconhecer que está passando por uma dificuldade. 2. Humanidade compartilhada É a compreensão de que errar e sofrer faz parte da experiência humana. Muitas vezes acreditamos que somos os únicos a falhar e fortalecemos a síndrome do impostor, mas quando aceitamos que a imperfeição é algo comum, conseguimos nos sentir menos isolados. 3. Atenção plena (mindfulness) Trata-se da habilidade de reconhecer a dor e as emoções difíceis sem reprimi-las nem exagerá-las. O mindfulness permite lidar com os sentimentos de forma equilibrada, sem negar o sofrimento, mas também sem se deixar dominar por ele. Autocompaixão não é autopiedade nem egoísmo Um equívoco comum é confundir autocompaixão com autopiedade ou com uma atitude egoísta. No entanto, existem diferenças importantes: Autocompaixão não é se colocar como vítima Na autopiedade, a pessoa foca, por exemplo, apenas em sua dor, muitas vezes sem reconhecer que todos passam por dificuldades. Já na autocompaixão, há uma perspectiva mais ampla da experiência humana. Autocompaixão não é indulgência Ser gentil consigo mesmo não significa se livrar de responsabilidades ou justificar comportamentos prejudiciais. Pelo contrário, a autocompaixão nos ajuda a buscar mudanças saudáveis com motivação positiva. Autocompaixão não é narcisismo Não se trata de se colocar acima dos outros, mas de cuidar de si sem se comparar constantemente. Por que a autocompaixão é importante para a saúde mental? A prática da autocompaixão traz inúmeros benefícios comprovados por estudos científicos. Entre eles: Redução da autocrítica A voz interna severa pode gerar culpa, vergonha e ansiedade. Logo, quando aprendemos a responder de maneira mais compreensiva, conseguimos interromper esse ciclo de autossabotagem. Aumento da resiliência emocional Pessoas autocompassivas lidam melhor com frustrações e adversidades, pois não se afundam em julgamentos duros, mas acolhem a própria dor e encontram caminhos para seguir em frente. Menos sintomas de ansiedade e depressão Pesquisas mostram que a prática regular de autocompaixão está associada à diminuição de sentimentos, como por exemplo, de desesperança, tristeza e preocupações excessivas. Melhoria nos relacionamentos Quando somos mais gentis conosco, também passamos a ser mais compreensivos e empáticos com os outros, fortalecendo vínculos e diminuindo conflitos. Maior motivação saudável Diferente da crença de que precisamos ser duros para "melhorar", a autocompaixão motiva, por exemplo, a mudança de maneira construtiva, com base no cuidado, e não no medo. Como desenvolver a autocompaixão no dia a dia A autocompaixão é uma habilidade que pode ser aprendida e treinada. A seguir, algumas práticas simples que ajudam a cultivar essa atitude. Pratique a autopercepção Preste atenção às situações em que você é excessivamente crítico consigo mesmo. Assim sendo, pergunte-se: "O que eu diria a um amigo nessa mesma situa...
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    8:17

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Sobre Cantinho da Psicóloga: áudios dos nossos Blogposts

Os áudios dos conteúdos são gerados por IA - Inteligência Artificial a partir das centenas de textos e artigos elaborados por psicólogos.
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