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Cantinho da Psicóloga: áudios dos nossos Blogposts

Cantinho da Psicóloga
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    Intoxicação emocional: o que é, sintomas e como evitar?

    13/1/2026 | 7min

    Se sentir vulnerável, se chatear com facilidade ou, ainda, querer sair correndo e deixar tudo para trás… Você já experimentou algum desses sentimentos? Essa é a realidade de muitas pessoas que não têm consciência do seu estado emocional. Quando estão imersas nesses sentimentos, elas também experimentam uma montanha russa constante, intercalam entre o riso e o choro nos momentos mais inesperados e reagem de maneira desproporcional às situações, não conseguindo expressar seus sentimentos e emoções com clareza. Esses sintomas são efeitos da intoxicação emocional. Se você já passou ou está passando por momentos de grande carga emocional, este artigo é para você. Continue lendo para saber mais sobre o assunto! O que é intoxicação emocional? Aintoxicação emocional trata-se de uma carga de emoções que, em exagero, causa uma intoxicação. A intensidade de emoções é característica desse quadro. Sentimentos como raiva, medo, agressividade e culpa são reações comuns. Aquele que sofre com intoxicação emocional culpa-se o tempo todo por algo que não saiu como ele esperava, podendo ser em relação a ele ou com os outros. Pequenas coisas se transformam em grandes acontecimentos. Esse descontrole de informação e sentimentos faz com que outras sensações e pensamentos que deveriam influenciar positivamente no bem-estar sejam mascarados, dificultando a consciência. Quais são os principais sintomas da intoxicação emocional? Para saber se você ou alguém ao seu redor está passando por essa situação, conheça alguns sintomas: Falta de motivação: você não sente mais vontade de encarar atividades que antes te davam prazer; Decepção pessoal: quando algo não sai como você esperava, você se culpa; Insegurança: a culpa te paralisa, gerando sentimentos de incapacidade; Dificuldade de se expressar: os sentimentos são guardados em excesso e você passa a ter dificuldade em colocar o que sente para fora; Angústias e aflições sem explicação aparente: sentimentos negativos em excesso sem uma explicação passam a ser comuns; Incômodos desnecessários, mas fortemente presentes: você não sabe exatamente o que está te deixando desconfortável, mas o desconforto está ali andando lado a lado com você. O resultado são conflitos pessoais e emocionais que afetam diariamente o bem-estar físico e o psicológico, tornando o indivíduo vulnerável e causando os sintomas descritos anteriormente. Por que a intoxicação emocional acontece? A intoxicação emocional é a consequência de não nos darmos tempo para cuidar do nosso interior, adiando sempre o que nos dá prazer. A curto prazo, esse comportamento pode não causar nenhum dano, mas a longo prazo pode levar a pessoa ao adoecimento e depressão. Vale dizer que o acúmulo de estresse e conflitos não resolvidos resultam em um estado de fragilidade emocional. Assim, nossa mente trabalha de forma incansável, gerando pensamentos de maneira desenfreada e sem controle. Como evitar a intoxicação emocional? Assim como lidar com uma intoxicação causada por alimentos, em que se elimina o que ocasionou esse desequilíbrio, para tratar uma intoxicação emocional não é diferente: deve-se buscar eliminar essas emoções. Se o excesso de algum sentimento está te deixando inseguro e ou até depressivo, é importante entender e buscar outras alternativas. Por isso, veja algumas dicas para evitar chegar nesse estágio: 1. Não canalize sentimentos ruins Sensações negativas podem acabar com o nosso dia. Afinal, a raiva, a culpa, o medo e a ansiedade geram desordem e nos esgotam emocionalmente. Portanto, perceba o que anda gerando esses sentimentos em você… Qual pode ser a causa? Após identificar, quebre o padrão! Não deixe dentro tantas emoções negativas. 2. Organização faz diferença Você já ouviu falar que o estado do ambiente interfere muito no nosso humor? Pois é, um lugar bem organizado, seja nossa casa ou ambiente de trabalho, impacta diretamente no que sentimos e como encaramos as atividades do dia a dia. A organização traz tranquilidade para a mente e faz ...

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    Orientação vocacional: o que é, como funciona e quando fazer?

    12/1/2026 | 7min

    Utilizada por jovens que estão finalizando o ensino médio e se encontram em dúvida sobre qual caminho profissional seguir, a orientação vocacional permite trabalhar o autoconhecimento e mais segurança na tomada de decisão. Apesar de muito conhecido, esse método ainda gera muitas dúvidas. Por isso, preparamos um conteúdo para esclarecer as principais questões sobre orientação vocacional. Então, continue a leitura e entenda o que é e quando você deve recorrer a essa técnica! O que é orientação vocacional? A orientação vocacional se baseia em testes específicos para conhecer as características e individualidades de uma pessoa. Ela tem o intuito de construir cenários profissionais mais assertivos para que o indivíduo se identifique e alcance satisfação pessoal. Além disso, a técnica busca evitar que a pessoa comece uma carreira e, lá na frente, perceba que aquilo não faz sentido para ela. Portanto, a ideia é desenvolver um autoconhecimento que possibilite a escolha de uma profissão alinhada às preferências do indivíduo, a sua forma de ver o mundo e ao que este deseja conquistar no futuro. Qual é a diferença entre orientação e teste vocacional? Basicamente, a distinção entre orientação e teste vocacional está relacionada na abordagem e nos métodos utilizados. Assim, a orientação vocacional se caracteriza por um processo mais amplo e individualizado, normalmente conduzido por um psicólogo. No decorrer das sessões, o profissional vai ouvir e acolher o indivíduo, entendendo seus desejos e preferências diante de áreas de atuação. Além disso, a orientação vocacional pode incluir ainda visitas a locais de trabalho e entrevistas com profissionais de áreas diferentes. Já o teste vocacional, por exemplo, se refere a uma ferramenta usada dentro do método de orientação vocacional. São questionários ou instrumentos de avaliação pensados para detectar as áreas de interesse, os gostos, quais características da pessoa sobressaem e podem colaborar no campo profissional. Assim, é importante destacar que os testes devem ser utilizados como forma de agregar, de aprimorar à orientação vocacional, e não como única base para a tomada de decisão. Ele acrescenta e, por isso, serve para complementar o processo de escolha. E qual é a diferença entre orientação vocacional e orientação profissional? Apesar de serem usadas como expressões equivalentes, há diferenças entre orientação vocacional e a orientação profissional. Entenda as principais diferenças: A orientação vocacional destina-se especialmente a jovens em fase de escolha de carreira e envolve um psicólogo especializado. Assim, ela se baseia em: Identificar o interesse da pessoa; Destacar as habilidades; Explorar as inclinações naturais; Ajudar a entender a vocação; Possibilitar o conhecimento de diferentes áreas profissionais. Já a orientação profissional destina-se a jovens em transição para o mercado de trabalho e adultos em busca de reorientação profissional. Pode envolver psicólogos, orientadores profissionais e outros especialistas. Seus objetivos são: Preparar a pessoa para o mercado de trabalho; Desenvolver habilidades específicas para o planejamento de carreira. Para que serve a orientação vocacional? Essa técnica busca direcionar o indivíduo na tomada de decisão, identificando habilidades, interesses e valores particulares. No entanto, para além disso, a orientação vocacional proporciona também: Autoconhecimento: uma das principais vantagens que os testes e as discussões propostas pela técnica propõem é explorar os interesses do indivíduo e identificar as principais áreas de carreira que melhor o definem. Clareza na escolha de carreira: quando uma pessoa se conhece, entende seus gostos, suas habilidades e valores, a sua tomada de decisões torna-se mais segura. Satisfação profissional: ao decidir por uma carreira alinhada com suas habilidades e desejos, é provável que a pessoa se sinta realizada e encontre propósito no que faz. Redução do estresse e da ansiedade: decidir sobre o futuro pro...

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    As 8 causas mais comuns da depressão e como tratar

    10/1/2026 | 7min

    A depressão vai além de uma tristeza temporária. É um quadro complexo que impacta diretamente na qualidade de vida de quem a vivencia. Identificado por uma série de alterações no humor, pensamentos e comportamentos, a doença passou a ser definida como o "mal do século", principalmente pelos seus números alarmantes. De acordo com dados do último mapeamento da Organização Mundial de Saúde (OMS), 5,8% dos brasileiros convivem com a depressão, o que equivale a 11,7 milhões de pessoas, colocando o Brasil como o país com maior prevalência da doença na América Latina. Diante da importância de entender mais sobre esta condição, preparamos este artigo. Então, continue a leitura e entenda quais são os sinais mais comuns da depressão, as principais consequências para a vida e o que ela pode desencadear. Quais são os principais sintomas da depressão? Os sintomas variam de pessoa para pessoa e podem durar semanas, meses ou até anos, assim, comprometendo de forma intensa a saúde mental e física do indivíduo. Conheça os sintomas mais comuns: Perda de interesse: não sentir mais vontade de fazer atividades que antes eram apreciadas; Humor deprimido: sentimento constante de tristeza e sensação de vazio; Alterações no apetite: que vem acompanhado de perda ou ganho de peso de forma repentina; Distúrbios de sono: insônia ou sono excessivo; Fadiga: falta de energia e cansaço excessivo; Dificuldade de concentração: dificuldade em focar em atividades simples do dia a dia ou tomar decisões; Sentimento de culpa: autoestima baixa e sensação de inutilidade; Pensamentos suicidas: em casos mais graves, o indivíduo pode ter pensamentos de morte. 8 principais causas da depressão A seguir, listamos as principais causas da depressão para que você possa compreender melhor o porquê está condição pode surgir: 1. Fatores Genéticos Estudos indicam que pessoas com histórico familiar de depressão têm mais chances de desenvolver a doença. Isso porque a hereditariedade influencia os neurotransmissores cerebrais, tornando o indivíduo mais passível a desequilíbrios emocionais. 2. Traumas e estresse Vivenciar eventos traumáticos, como perder uma pessoa querida, terminar um relacionamento ou sofrer abusos, por exemplo, pode desencadear a depressão. Além disso, o estresse crônico aumenta a produção de cortisol, o que prejudica o funcionamento do cérebro e intensifica os sintomas de depressão. 3. Desequilíbrios químicos no cérebro A depressão é uma doença que pode ocorrer pela produção ou regulação inadequada de neurotransmissores, como serotonina, dopamina e norepinefrina, responsáveis pela regulação do humor, sono e apetite. 4. Alterações hormonais Contextos como gravidez, menopausa e disfunção na tireoide podem impactar em alterações hormonais com impacto no humor, o que pode ser gatilho para a depressão. 5. Uso de substâncias O consumo excessivo de álcool e outras drogas estão associados a desequilíbrios químicos no cérebro, então, agravando ou desencadeando sintomas depressivos. 6. Isolamento social Pessoas que têm um estilo de vida muito isolado do convívio social estão mais propensas à depressão. Isso porque esses cenários influenciam em sentimentos de solidão e desamparo. 7. Condições socioeconômicas Atravessar momentos difíceis, como desemprego, problemas financeiros e adversidades relacionadas a condições de vida estão diretamente ligados ao desenvolvimento de transtornos depressivos. 8. Estilo de vida sedentário Parece exagero, mas realmente ter uma vida sedentária tem impactos que vão além da saúde física, influenciando no bem-estar mental. Por outro lado, ter uma rotina de exercícios regulares libera endorfina, um hormônio que ajuda a combater os sintomas depressivos. Por que é importante saber a causa da sua depressão? Quanto antes se estabelece o diagnóstico correto acerca do que vem causando a depressão, mais depressa se define o diagnóstico e o tratamento adequados. Por isso, para tratá-la, é de extrema importância saber a origem da doença. Vale dizer que...

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    10 principais dúvidas sobre o trabalho do psicólogo

    06/1/2026 | 7min

    O trabalho do psicólogo é cercado de muitas dúvidas. Você, provavelmente, já deve ter se perguntado, por exemplo, se está realmente precisando de terapia ou se vale mesmo a pena pagar alguém para "apenas te ouvir", não é mesmo? Esses são questionamentos comuns, mas que devem ser solucionados como forma de não ignorar o cuidado com a sua saúde mental. Por isso, neste artigo, vamos trazer as dúvidas mais comuns – e também as respostas – sobre o trabalho do psicólogo para que você possa compreender melhor a importância e relevância deste profissional na sua vida. Confira! Dúvidas sobre o trabalho do psicólogo: as 10 mais comuns Confira, abaixo, as dúvidas mais comuns sobre o trabalho do psicólogo. Mas, vale dizer, que você pode entrar em contato com os profissionais da Psicólogo e Terapia para esclarecer suas próprias dúvidas. 1. Qual a diferença entre psicólogo, psicanalista e psiquiatra? Para facilitar essa resposta, separamos por tópicos. Veja só: Psicólogo Profissional graduado em Psicologia. Estuda comportamentos, emoções e pensamentos humanos. Trata diversas condições ligadas à mente humana (desde ansiedade até transtornos mais severos, como o transtorno de personalidade), inclusive suas raízes. No tratamento, utiliza conversas, exercícios e técnicas psicoterápicas. Também pode ajudar no desenvolvimento do autoconhecimento, inteligência emocional, autoestima, etc. Não está apto a prescrever medicamentos. Psicanalista Profissional que possui formação em Psicanálise. Estuda o inconsciente dos indivíduos, revelados por meio de palavras, ações e até sonhos. Propõe questionamentos a partir de discurso do paciente para que esse consiga olhar para o seu "eu-interior". Não está apto a prescrever medicamentos. O acompanhamento é mais duradouro do que com o psicólogo uma vez que acessa o inconsciente. Psiquiatra Profissional graduado em Medicina com residência em Psiquiatria. Atua na identificação e diagnóstico de transtornos mentais, como depressão, esquizofrenia, etc. Está apto a prescrever medicamentos, como antidepressivos e ansiolíticos. Tem como foco tratar os sintomas das condições, por isso, é recomendado o acompanhamento de um psiquiatra em conjunto com o psicólogo, pois se complementam. 2. Devo revelar segredos ao psicólogo? Não necessariamente. Você não precisa falar sobre assuntos que te deixam desconfortável na terapia. Saiba que a confiança no psicólogo é adquirida aos poucos, assim, quando você se sentir à vontade, poderá se abrir sobre questões íntimas nas quais ele te ajudará. 3. O psicólogo receita medicamentos? Como mencionamos na primeira pergunta: não, o psicólogo não pode prescrever medicamentos. Entretanto, se ele perceber que há a necessidade de remédios no seu tratamento, te encaminhará ao psiquiatra para um acompanhamento multidisciplinar. 4. O que meus amigos e familiares vão pensar se eu fizer terapia? Esse é um receio comum, uma vez que as pessoas ainda associam terapia "à coisa de doido". Acontece que essa é uma forma de cuidar da saúde mental, sendo importante para tratar alguma condição ou trabalhar o autoconhecimento e as emoções. Por isso, é importante não se preocupar com o julgamento de terceiros e nem ter vergonha de procurar um psicólogo. Coloque o seu autocuidado em primeiro lugar, sempre! 5. Quando buscar a ajuda de um psicólogo? Você pode procurar um psicólogo sempre que sentir necessidade ou quando estiver passando por algum problema emocional pontual e que não esteja dando conta de resolver sozinho. Portanto, busque uma ajuda profissional se: Estiver com pensamentos e emoções negativas com os quais não está sabendo lidar, como tristeza profunda, ansiedade, irritabilidade, estresse, etc. Se tiver passado por algum evento significativo na vida, como perda de emprego ou de um ente querido, separação, etc. Se tiver sido diagnosticado com algum transtorno mental, do mais simples ao mais severo. Não estiver conseguindo se relacionar bem com as pessoas ao seu redor – amigos, cônjuges, colegas de...

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    Saúde mental e fertilidade: existe relação?

    05/1/2026 | 7min

    O desejo de engravidar é um processo que envolve sonhos e expectativas, mas também pode contar com momentos inesperados que geram frustração por não sair como se esperava. O que pouco se fala é que a infertilidade é uma realidade que afeta diversos casais pelo mundo e que, muitas vezes, o caminho para engravidar pode ser bem mais desgastante do que prazeroso. Neste artigo, vamos entender como a saúde mental pode impactar na fertilidade e falar sobre estratégias para lidar com essas questões de forma mais eficaz e saudável. Boa leitura! Afinal, existe relação entre saúde mental e fertilidade? Sim, a relação entre saúde mental e fertilidade é uma via de mão dupla. Assim, a ansiedade, o estresse e a frustração podem afetar negativamente a gravidez, retardando-a. Por outro lado, a infertilidade por si só pode desencadear ainda mais problemas que afetam a saúde mental, como as emoções negativas por não conseguir a sonhada gravidez. Nesse sentido, é preciso entender que o emocional influencia o físico: as partes estão interligadas. Estudos mostram que até 30% dos casais com infertilidade apresentam sintomas de ansiedade, e até 80% relatam sintomas depressivos. Isso interfere não só na fertilidade em si, mas na convivência entre o casal e na vida sexual. O caminho para engravidar pode ser mais cansativo do que encantador. Mas é preciso lembrar que a mente deve estar bem para o corpo funcionar de forma equilibrada. Como a saúde mental pode interferir na fertilidade? A ansiedade e o estresse são experiências comuns no cotidiano, mas podem exercer um impacto significativo durante o processo de tentar engravidar. Afinal, quando persistentes, essas emoções desregulam o eixo hormonal, afetando diretamente tanto a ovulação quanto a produção de espermatozoides. Além disso, a pressão em torno das tentativas de engravidar pode gerar sentimentos de cobrança, frustração e culpa, aumentando a tensão. Esse estresse emocional pode diminuir o desejo sexual e até reduzir a frequência de relações nos períodos férteis. A ansiedade também influencia hábitos de vida, podendo levar a má alimentação, noites mal dormidas e até ao abandono de tratamentos médicos. Já o estresse crônico pode alterar os níveis hormonais no corpo, incluindo os hormônios envolvidos na reprodução. O cortisol, conhecido como o "hormônio do estresse", pode afetar a liberação de hormônios como o estrogênio e a progesterona nas mulheres, e a testosterona nos homens. Portanto, cuidar da saúde mental é fundamental para que o corpo funcione de forma equilibrada, favorecendo o processo reprodutivo. E como a pressão por engravidar pode interferir na saúde mental? As tentativas de engravidar acabam gerando toda uma tensão e pressão no casal. Diante de cenários de infertilidade, o estresse e a ansiedade trazem ainda mais sentimentos juntos, como autocrítica, pensamentos punitivos e frustração. A questão é que isso tudo acaba colaborando para o surgimento do sentimento de culpa e incapacidade muito grande no casal. Quando a gravidez não acontece no tempo esperado, pode surgir o sentimento de "falha" e o de não se sentir suficiente para tal. Assim, a pressão por engravidar afeta de forma considerável a autoestima da mulher. Isso tudo mexe com a mente do casal, gerando ansiedade e estresse constante, sentimento de inadequação, comparações e pressão na própria relação, o que prejudica muito a saúde mental dos envolvidos. Como preservar a saúde mental para que o estresse e a ansiedade não interfiram na fertilidade? Durante o processo de tentar engravidar, é importante realizar alguns ajustes para que a ansiedade não tome conta e atrapalhe o resultado. Confira algumas dicas: 1. Mantenha o foco na relação Para começar, evite comentar com outras pessoas sobre as tentativas de engravidar. É normal querer partilhar o entusiasmo com quem amamos, mas nem sempre isso pode ser positivo. As pessoas acabam gerando uma pressão externa, mesmo sem intenção para tal. Além disso, manter o foco na sua relação ...

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Os áudios dos conteúdos são gerados por IA - Inteligência Artificial a partir das centenas de textos e artigos elaborados por psicólogos.
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