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    O que pode e o que não pode fazer durante uma sessão de terapia?

    12/05/2026 | 6min
    Quem nunca fez acompanhamento com um psicólogo costuma ter muitos receios sobre o que pode e o que não pode fazer durante uma sessão de terapia, não é mesmo?

    Entretanto, apesar de ser super comum esse tipo de questionamento, já adiantamos que ele não deve ser um impeditivo para que você inicie o seu processo de autoconhecimento. Afinal, o psicólogo te conduzirá e te orientará nas primeiras sessões sobre essas expectativas. Portanto, fique tranquilo!

    De todo modo, preparamos este post para te ajudar a já ter uma boa ideia do que pode e o que não pode fazer durante uma sessão de terapia e, assim, não ter mais qualquer tipo de receio de embarcar nesta importante jornada de autocuidado. Confira!

    O que fazer na sessão de terapia?

    Vamos começar pelo que você pode (e deve) fazer em uma sessão de terapia?

    1. Faça perguntas ao psicólogo sobre a abordagem psicológica

    Você precisa identificar se a abordagem psicológica escolhida é compatível com as suas necessidades. Sendo assim, mesmo que você já tenha uma noção de como ela é baseada em conversas anteriores com o psicólogo, fique à vontade para tirar as dúvidas que surgirem ao longo das sessões.

    Desse modo, dentre as perguntas que você pode fazer estão:

    Como funciona essa abordagem psicológica?

    Como ela pode me ajudar?

    Quais são as técnicas mais comuns para resolver o meu problema?

    O mais importante é você se sentir confiante, confortável, esclarecido e seguro no processo!

    2. Relate suas dificuldades com os exercícios propostos

    É comum que os psicólogos passem aos pacientes simples exercícios para serem feitos em casa, isto é, entre uma sessão e outra. A finalidade deles é justamente auxiliar na mudança de comportamento e/ou pensamento.

    Contudo, se você não estiver lidando bem com determinada tarefa ou estiver com dificuldades para consolidar uma mudança específica em sua vida, relate ao profissional. O psicólogo estará sempre aberto para fazer os ajustes que forem necessários.

    Lembre-se de que ele não é uma autoridade, mas sim alguém com o objetivo de te ajudar a melhorar. Portanto, diga a ele quais são as suas dificuldades para que, a partir disso, alternativas e soluções possam ser pensadas.

    3. Fale sempre a verdade

    A terapia é um lugar seguro, especialmente porque ela segue as normas éticas do Conselho Federal de Psicologia. Portanto, sinta-se seguro para falar o que desejar, seja em uma consulta presencial ou virtual.

    Vale dizer que quando não existe honestidade na terapia e/ou quando você omite informações importantes, todo o processo perde o sentido. Afinal, como você vai se ajudar se não compartilhar o que realmente está lhe incomodando?

    Portanto, respeite o seu tempo (obviamente), mas, sempre que possível, exponha tudo o que você acredita ser importante para a sua melhora.

    4. Use métodos para não se esquecer

    Se você tem dificuldade de se lembrar do que precisa dizer na terapia, uma boa ideia é recorrer a alguns métodos para se ajudar, como fazer uma lista durante a semana com tópicos a serem discutidos e reflexões adquiridas desde a última consulta.

    Além disso, manter uma espécie de diário para acompanhar a sua mudança durante o processo é outra forma de se lembrar de aspectos que ainda precisam ser investigados para você se sentir bem e também ver o quanto você melhorou.

    O que não fazer na sessão de terapia?

    Agora que você já sabe o que fazer em uma consulta com o psicólogo, confira dicas e regras do que não fazer, a fim de não desrespeitar o trabalho do especialista e nem atrapalhar o seu processo de autoconhecimento:

    1. Não utilize o celular

    Durante as sessões, o seu celular deve ficar no modo silencioso (para que as notificações não te despertem a vontade de pegá-lo) e, de preferência, longe do alcance dos seus olhos, como guardado no bolso ou em outro cômodo.

    Primeiro porque mexer no celular durante a consulta é uma falta de respeito com o psicólogo. Mas, para além disso, a distração provocada pelos aparelhos telefônicos pode atrapalhar bastante o acompanhamento psicoló...
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    Como aprender a dizer "não": 8 dicas eficazes

    11/05/2026 | 7min
    A dificuldade em dizer "não" está presente em boa parte dos brasileiros, e isso não acontece por acaso. Culturalmente falando, somos um povo extrovertido e amigo, que gosta de agradar o próximo, o que faz com que a falta de limites nas relações sociais seja naturalizada.

    Acontece que, apesar de ser uma "característica" nossa, essa é uma conduta que deve ser observada com cautela e tratada com bastante cuidado, uma vez que pode prejudicar a nossa saúde mental e o nosso bem-estar, principalmente em pessoas que possuem uma personalidade ainda mais propensa para essa questão.

    Por isso, neste artigo, vamos falar um pouco sobre a necessidade de aprender a dizer "não" e os caminhos mais fáceis – ou menos difíceis – para você alcançar esse feito. Confira!

    Por que temos dificuldades em dizer "não"?

    Como dissemos no início, dizer "não" para nós, brasileiros, é difícil porque temos o hábito de agradar os outros constantemente e nunca os decepcionar. Fomos criados para isso.

    Além disso, o "não" costuma estar associado erroneamente a uma ideia de falta de educação. Ou seja, somos ensinados desde cedo pelos nossos pais que precisamos ser tolhidos para não passar a imagem de mal-educado ou egoísta.

    Mas não é só! A depender da personalidade e da necessidade pessoal, alguns indivíduos temem sofrer alguma retaliação com o "não", como o medo de negar um pedido ao chefe e ser demitido ou de se recusar a fazer algo para o cônjuge e sofrer com a separação.

    Portanto, a dificuldade em dizer "não" está muito relacionada a questões culturais, à falta de autoconhecimento e de reconhecimento dos nossos valores e prioridades.

    Mas por que aprender a impor esse limite é importante?

    Basicamente, quando você diz "sim", mas querendo dizer "não", você está prejudicando a sua saúde mental e emocional em diferentes estágios:

    Há um desrespeito com os próprios limites, o que aumenta as chances de se ferir emocionalmente.

    Pode haver uma redução da autoestima, além da fragilidade do ego e da incapacidade de reconhecer os próprios desejos e gostos.

    Há o risco também de se sentir sobrecarregado, ansioso e estressado.

    Portanto, se você é uma pessoa que diz "sim", mas querendo dizer "não" com uma certa frequência, é hora de repensar as suas atitudes e seguir as nossas dicas a seguir.

    8 formas de como dizer "não" e naturalizar essa prática na sua vida

    Entendendo o "não" como uma forma de se respeitar e cuidar da sua saúde mental, confira algumas dicas que vão te ajudar a tornar essa prática algo "normal" na sua vida:

    1. Identifique quais são suas prioridades e limites

    Em um papel, identifique e estabeleça suas prioridades e seus limites. Isso significa definir o que é importante na sua vida – pessoal, profissional e social – e até onde você está disposto a ir para alcançar as suas metas e objetivos.

    Não estamos dizendo que você deve deixar o senso de coletividade de lado e se tornar uma pessoa egoísta. Não é isso! Significa que você deve colocar a si mesmo e as suas vontades em primeiro lugar para não fazer algo que ultrapasse os seus limites físicos e emocionais.

    2. Não busque justificativas

    Entenda que você não precisa (e não deve) inventar desculpas para justificar o seu "não". Se você não pode, não consegue ou não quer realizar algo, seja sincero, honesto e direto, uma vez que você não precisa se justificar para ninguém.

    Por exemplo: se o seu chefe lhe pedir para ficar mais tempo no serviço e você não desejar, apenas negue. Não precisa inventar compromissos que não existem apenas para ter uma boa justificativa.

    Mas por quê? Bem, apesar de isso ser ruim para você internamente, essa situação pode causar um conflito futuro caso seja descoberto que você mentiu. A verdade sempre é o melhor caminho, lembre-se disso!

    3. Peça um tempo para pensar

    Como toda mudança interna demanda tempo, caso você não consiga dizer "não" nas primeiras tentativas, o ideal é pedir um tempo para pensar, entender se realmente há algum desejo em realizar determinada tarefa e se isso faz sentido ...
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    Como o atendimento psicológico nas empresas reduz o absenteísmo?

    09/05/2026 | 8min
    O atendimento psicológico nas empresas é um benefício essencial para a construção do bem-estar emocional dos trabalhadores, pois oferece o suporte necessário para que eles aprendam a lidar com as adversidades, inclusive na rotina laboral.

    E uma vez que questões de saúde como estresse, ansiedade e depressão podem interferir negativamente na produtividade do funcionário, o cuidado com a saúde mental deste torna-se um ponto que requer atenção.

    Por isso, neste artigo, você conhecerá a importância do atendimento psicológico para a sua equipe e como essa prática pode reduzir o absenteísmo. Continue a leitura para compreender melhor!

    Qual é a relação entre saúde mental e absenteísmo?

    A saúde mental está diretamente relacionada ao absenteísmo, especialmente porque um trabalhador emocionalmente estável está menos propenso a faltar ao trabalho ou chegar atrasado por questões de ordem psicológica.

    Nesse sentido, saiba que os impactos do desgaste psicológico são muitos, o que causa efeitos negativos que podem levar até ao afastamento do colaborador. E isso pode acontecer por questões como as seguintes:

    sobrecarga emocional;

    pressão exagerada por metas;

    conflitos interpessoais;

    desânimo e falta de perspectiva;

    exaustão física e mental;

    entre outros.

    Essas situações não apenas atingem negativamente a produtividade do funcionário, mas também podem desencadear condições de saúde mais graves como a ansiedade e a depressão.

    Os sintomas surgem gradativamente, no entanto, contar com um acompanhamento psicológico pode ajudar a equipe a tratá-los o quanto antes e, consequentemente, reduzir o absenteísmo.

    O que diz a legislação sobre a saúde mental nas empresas?

    A legislação brasileira, por meio da Lei nº 14.831, de 27 de março de 2024, conhecida como

    Lei de Saúde Mental, tem o intuito de estimular as empresas a promoverem a saúde mental e o bem-estar de seus funcionários.

    Para tanto, a norma reconhece formalmente as empresas que cumprem certos requisitos, tais como:

    um ambiente organizacional saudável;

    práticas que tornem os funcionários mais produtivos;

    ações que promovam o equilíbrio entre vida pessoal e profissional dos colaboradores;

    políticas internas voltadas ao bem-estar de cada membro da equipe;

    incentivo de práticas e hábitos mais saudáveis;

    combate a discriminação e todas as formas de assédio;

    entre outros.

    Para garantir esse bem-estar mental são necessárias algumas atitudes concretas, a exemplo de uma comunicação aberta, acolhimento e o principal: apoio psicológico aos colaboradores.

    Afinal, como o atendimento psicológico nas empresas pode reduzir o absenteísmo?

    Todos sabemos que preservar a saúde mental é um ato de cuidado que ajuda nas mais diversas áreas da vida, o que não seria diferente na área profissional.

    Sim, o cotidiano dos ambientes de trabalho envolve circunstâncias que podem levar os trabalhadores à pressão por bons resultados, cumprimento de prazos restritos e competitividade, favorecendo o surgimento de problemas psicológicos.

    Em razão disso, questões de estresse, falta de ânimo e ansiedade, por exemplo, podem interferir na produtividade do colaborador, que passa a entregar menos do que é capaz, inclusive se ausentando com frequência ou ficando afastado por um tempo maior.

    Desta forma, garantir qualidade de vida à equipe beneficiando-a com a disponibilização de atendimento psicológico é fundamental para que os trabalhadores sejam mais produtivos e para que haja redução do absenteísmo.

    Como montar um suporte psicológico na empresa para reduzir o absenteísmo?

    O suporte psicológico para os funcionários de uma empresa tem a finalidade de proporcionar mais qualidade de vida, bem-estar, saúde da mente e até mesmo a promoção de uma boa relação entre os membros de uma equipe de trabalho.

    Esse tipo de atendimento ajuda o empregado e o próprio empregador, já que reduz os afastamentos, sendo essencial montar um suporte psicológico na empresa para isso.

    A seguir separamos algumas dicas que ajudarão nesse processo:

    1. Melhore as con...
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    O impacto da rotina rígida na criatividade e flexibilidade emocional

    07/05/2026 | 7min
    A rotina é, para muitos, a base da estabilidade. Ela oferece previsibilidade, segurança e a sensação de controle sobre o dia a dia.

    No entanto, quando a rotina se torna rígida demais — com horários inflexíveis, tarefas imutáveis e pouca abertura para mudanças — ela pode deixar de ser uma aliada e passar a limitar aspectos essenciais da saúde mental.

    Entre esses aspectos, dois se destacam: a criatividade e a flexibilidade emocional.

    A criatividade está totalmente ligada à capacidade de imaginar, de experimentar, de sair do óbvio.

    Já a flexibilidade emocional envolve reconhecer, adaptar-se e responder aos sentimentos de maneiras variadas e saudáveis.

    Ambas dependem de certo grau de abertura interna e externa.

    A rigidez, por outro lado, cria barreiras psicológicas que podem inibir o surgimento de novas ideias, dificultar mudanças e gerar um estado permanente de tensão.

    O que significa ter uma rotina rígida?

    Rotina rígida não é sinônimo de organização. A organização é saudável, funcional e adaptável.

    Já a rigidez envolve uma necessidade extrema de controle e uma resistência a qualquer desvio do planejado.

    Pessoas com rotinas rígidas costumam se sentir desconfortáveis — às vezes até ansiosas — quando algo foge do roteiro pré-estabelecido.

    Uma rotina rígida pode incluir:

    horários fixos e inflexíveis para todas as atividades;

    listas de tarefas diárias que não admitem mudanças;

    pouco ou nenhum espaço para descanso ou improviso;

    dificuldade em lidar com imprevistos;

    sensação de culpa quando a rotina não é cumprida exatamente como planejado;

    pensamentos dicotômicos ("tudo ou nada") sobre produtividade.

    Esse padrão pode surgir por diversas razões: traços de personalidade, ambientes familiares rígidos, demandas profissionais intensas, ansiedade ou crenças internalizadas sobre autocontrole e desempenho.

    Com o tempo, a rigidez deixa de ser uma estratégia funcional e passa a comprometer a saúde emocional.

    Como a rigidez afeta o funcionamento psicológico

    A relação entre rotina rígida e bem-estar emocional é direta.

    A mente humana precisa de uma mistura equilibrada de estrutura e liberdade para funcionar plenamente.

    Quando uma dessas dimensões se torna excessiva, surgem problemas.

    A rigidez afeta:

    a forma como percebemos o mundo;

    a forma como lidamos com emoções;

    a capacidade de improvisar;

    o espaço que temos para descansar;

    a relação com erros, falhas e imprevistos.

    Em longo prazo, a rigidez constante pode levar ao aumento da ansiedade, da irritabilidade, da exaustão e do bloqueio criativo.

    Criatividade: talento que vem de um estado mental

    Antes de entender como a rigidez interfere na criatividade, é importante compreender o que significa ser criativo.

    Criatividade não está restrita às artes; ela está presente na resolução de problemas, na comunicação, no trabalho e até na vida doméstica.

    Criatividade é a habilidade de gerar ideias novas ou conectar elementos de forma original.

    Esse processo exige liberdade, abertura e flexibilidade — exatamente o oposto da rigidez.

    A criatividade depende de liberdade interna

    Para que ideias criativas apareçam, o cérebro precisa de espaço. A liberdade interna envolve permitir que pensamentos fluam, experimentar diferentes caminhos e não julgar cada ideia.

    Rotinas rígidas deixam pouco espaço para esse fluxo espontâneo. A mente fica tão ocupada cumprindo tarefas que não sobra energia para imaginar ou explorar.

    A importância do ócio criativo

    O ócio criativo — momentos de pausa, descanso, divagação — é essencial para a inovação.

    Ideias criativas geralmente surgem quando estamos relaxados, e não quando estamos seguindo uma agenda apertada.

    A rigidez rouba esses momentos de descanso, transformando cada intervalo em ansiedade ou culpa.

    Como o excesso de previsibilidade bloqueia a criatividade

    A criatividade nasce da combinação inesperada de elementos. Se todos os dias são iguais, os estímulos se tornam repetitivos.

    O cérebro, acostumado a repetir padrões, deixa de explorar possibilidades novas.

    Uma rotina rígida ...
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    Como desenvolver habilidades socioemocionais?

    05/05/2026 | 7min
    Você já ouviu falar sobre as habilidades socioemocionais? Sabe como desenvolvê-las?

    Nos últimos tempos, elas viraram assunto em escolas e ambientes profissionais, pois foi percebido que são primordiais para a qualidade de vida de cada pessoa, bem como para a relação saudável entre os pares nesses espaços.

    Sendo assim, preparamos um guia completo para você compreender o que é, de fato, as habilidades socioemocionais, os principais exemplos e como desenvolvê-las para se beneficiar na vida de forma geral. Boa leitura!

    O que são habilidades socioemocionais?

    As habilidades socioemocionais – também chamadas de soft skills – são atitudes, comportamentos e maneiras de pensar que melhoram a relação consigo mesmo (intrapessoais) e com as pessoas ao seu redor (interpessoais), seja na família, no trabalho ou em ambientes sociais gerais.

    Portanto, elas estão intrinsecamente relacionadas à inteligência emocional e podem ser aprendidas e percebidas nas interações diárias (e não em um curso acadêmico, por exemplo).

    Exemplos de habilidades socioemocionais

    A seguir, trouxemos alguns exemplos de habilidades socioemocionais para que fique ainda mais fácil compreender o que elas são e representam:

    Comunicação clara e assertiva

    Gerenciamento das emoções

    Autorregulação dos níveis de estresse

    Empatia

    Autovalorização

    Gestão de conflitos

    Resiliência

    Flexibilidade

    Responsabilidade

    Comprometimento social

    Colaboração

    Criatividade

    Motivação

    Habilidades de relacionamento interpessoal

    No âmbito da saúde mental, convém mencionar que essas habilidades podem reduzir problemas como ansiedade e depressão, uma vez que o indivíduo consegue gerenciar suas emoções, impedindo o surgimento – ou o agravamento – de quadros assim.

    Como desenvolver as habilidades socioemocionais?

    Como já mencionamos, tem sido cada vez mais comum a preocupação de empresas e escolas de desenvolverem as habilidades socioemocionais em suas equipes.

    Entretanto, neste artigo, trouxemos dicas úteis que podem ser aplicadas de forma individual, isto é, para pessoas que estejam buscando, por conta própria, fortalecer sua inteligência emocional e todas as características que essa traz. Confira:

    1. Invista no autoconhecimento

    O autoconhecimento consiste no processo de compreender a si mesmo. Para isso, é necessário explorar, descobrir e conhecer melhor sobre seus sentimentos, pensamentos, valores, habilidades, motivações e limitações.

    Tudo isso é primordial para que seja possível modificar padrões de comportamento e pensamento deficientes e, assim, obter mais qualidade de vida e bem-estar.

    Portanto, investir no autoconhecimento é, sem dúvidas, o primeiro passo para desenvolver qualquer uma das habilidades socioemocionais que você desejar.

    2. Pratique a escuta ativa

    A escuta ativa consiste em ouvir verdadeiramente uma outra pessoa. É parar o que se está fazendo para compreendê-la, sem interrupções e demonstrando interesse, e, assim, ter a chance de realmente absorver o que é manifestado, tanto em palavras como em emoções.

    Esse é um ponto muito sensível, principalmente se considerarmos que, muitas vezes, nos comunicamos apenas esperando nossa vez de falar.

    Diante disso, ao praticar a escuta ativa, você consegue formular respostas mais cuidadosas e pertinentes a cada tipo de interação. Além disso, passa a ser possível captar o contexto completo da conversa, reduzindo as chances de más interpretações.

    3. Arrisque-se em novos projetos

    Investir em novos projetos é, talvez, uma das formas mais práticas de desenvolver suas habilidades socioemocionais. Afinal, é por meio de novas vivências que você conseguirá trabalhar comportamentos e pensamentos diferentes dentro de você.

    Por isso, mapeie o que você gostaria de fazer tanto em âmbito pessoal quanto profissional e arrisque-se! É claro que vale o planejamento, mas não tenha medo de experienciar novos ambientes, pessoas e situações a fim de enriquecer a sua capacidade socioemocional.

    4. Participe de ações de voluntariado

    Quer desenvolver a empatia (importante...

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Generated: 5/13/2026 - 9:18:51 AM