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    Empatia: o que é e como desenvolvê-la nas suas relações?

    27/1/2026 | 7min
    A maioria das pessoas com certeza já escutou a palavra "empatia" por aí, não é verdade? No entanto, poucas sabem o seu verdadeiro significado e a importância de vivenciá-la nas diferentes relações – pessoais, sociais, amorosas e profissionais.

    Por isso, preparamos este artigo para explicar, de fato, o que é empatia e te dar dicas importantes de como desenvolvê-la para aprimorar suas relações, mas também a sua saúde mental e a sua qualidade de vida. Confira!

    O que é empatia?

    Empatia é a capacidade de compreender as emoções e os sentimentos do outro sem julgamentos. Há um tempo atrás, ela era definida como a habilidade de se colocar no lugar de uma pessoa terceira. Acontece que isso é humanamente impossível!

    Por isso, o conceito mais usual que se tem adotado para compreendê-la é de que a empatia é a capacidade de se colocar ao lado do outro, entender o que ele está vivenciando, se conectar emocionalmente com ele e oferecer apoio.

    Assim, pessoas empáticas, dentre outras características:

    Ouvem os outros de forma atenta;

    Têm sensibilidade diante de eventos negativos ou trágicos;

    Consideram a opinião de terceiros antes de tomar decisões que podem impactá-los;

    São capazes de identificar quando os outros estão chateados;

    Oferecem apoio sempre que percebem a necessidade alheia.

    Por que é importante desenvolver essa habilidade social nas relações?

    O desenvolvimento da empatia é benéfico por diversos motivos, como:

    1. Melhora os relacionamentos interpessoais: pessoas empáticas tendem a ter vínculos mais sólidos e estruturados.

    2. Melhora o bem-estar e a qualidade de vida: uma pessoa empática tende a se sentir mais feliz e realizada em razão da solidariedade.

    3. Contribui para a vida profissional: dentre as diversas soft skills exigidas no mercado de trabalho na atualidade, a empatia é uma delas.

    Como é possível perceber, a empatia nunca será desperdiçada, sendo valiosa tanto para quem a recebe quanto para quem a detém.

    7 dicas para desenvolver empatia

    Ciente da importância de desenvolver a empatia nas suas relações interpessoais, é hora de aprender como praticá-la no dia a dia e fortalecer essa habilidade tão valiosa:

    1. Pratique a escuta ativa

    Uma das grandes virtudes de uma pessoa empática é justamente saber ouvir o outro de forma consistente e sem julgamentos. Sim, oferecer a sua escuta é uma maneira de possibilitar que o outro desabafe e sinta-se acolhido.

    Aqui é muito importante saber ouvir com atenção, sem interrupções e sem juízo de valor. Só assim a pessoa se sentirá verdadeiramente confortável e acolhida para se expressar.

    2. Tente entender o outro mesmo que você não concorde

    Quando discordamos de alguém, tendemos a recusar-se a ouvi-lo ou, então, a entrar em um conflito de ideias, não é mesmo? No entanto, essa prática é reativa e impulsiva, estando longe da empatia.

    Nesse caso, o ideal é buscar compreender o que leva alguém a discordar de você. Tente analisar a criação e as vivências que ela teve, os traumas que talvez tenha passado…

    Esse é um exercício importante para compreender o que pode influenciar tal conduta ou pensamento e, assim, não se deixar levar pelas emoções à flor da pele diante de uma oposição de ideias.

    3. Comece a analisar a linguagem corporal

    Você já deve saber que a nossa comunicação não se restringe a apenas palavras. O corpo e as expressões faciais também dizem muito das nossas emoções e pensamentos.

    Sendo assim, comece a analisar a linguagem corporal dos outros para que você consiga identificar quando uma pessoa não está bem, mesmo sem ela falar.

    Isso não significa se tornar um profissional da psicologia, por exemplo, que consegue fazer a leitura das expressões corporais. A questão aqui é te possibilitar identificar quando uma pessoa precisa de acolhimento, mas, por algum motivo, não deseja verbalizar.

    Convém mencionar que essa prática é especialmente benéfica para o ambiente corporativo e para quem almeja crescimento profissional, como a ocupação de cargos de liderança.

    4. Faça perguntas

    Já se você es...
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    Transtorno de ansiedade: o que é, principais tipos e como tratar

    26/1/2026 | 8min
    O transtorno de ansiedade é um distúrbio psicológico marcado por duas emoções: a ansiedade e o medo. Sensações que causam estado de alerta no indivíduo e que, diante da frequência com que acontecem, podem comprometer o bem-estar e a saúde mental.

    Esse problema afeta uma parcela considerável da população em algum momento da vida, e tem a ansiedade intensa como um dos principais sintomas, o que faz com que a pessoa acredite que esse estado é parte natural da vida. Por isso, os transtornos de ansiedade frequentemente passam despercebidos e não são tratados de forma adequada.

    Neste artigo, você vai entender quais os tipos de transtornos, as causas, como eles se manifestam no seu corpo e mente e quais os tratamentos apropriados. Boa leitura!

    Quais são os sintomas mais comuns dos transtornos de ansiedade?

    Os transtornos de ansiedade podem surgir de forma repentina, semelhante a uma crise de pânico, ou de forma gradual, se intensificando ao longo dos dias. Além disso, sua duração pode variar de alguns segundos ou se estender por anos.

    Há também variações na intensidade, desde uma angústia quase insignificante, a uma crise de pânico grave.

    Podem ainda, dar origem a sintomas físicos, envolvendo:

    Náusea, vômito, diarreia;

    Falta de ar, engasgo;

    Tontura, desmaio, sudorese, ondas de calor e frio;

    Palpitações, frequência cardíaca acelerada;

    Tensão muscular, dor ou sensação de aperto no peito.

    O que pode causar o transtorno de ansiedade?

    As causas podem ser diversas: uma condição genética ou, ainda, pode resultar de uma rotina turbulenta que favorece o aparecimento de gatilhos emocionais intensos e negativos.

    Além disso, ser acometido por doenças físicas ou vivenciar situações traumáticas também podem corroborar para o surgimento do transtorno.

    É muito importante que o diagnóstico do transtorno seja realizado o quanto antes e procure identificar a origem do problema para que este seja tratado, e não apenas os sintomas.

    Principais tipos de transtorno de ansiedade

    O transtorno de ansiedade pode ser classificado em 6 tipos, de acordo com suas causas e sintomas. Continue a leitura e conheça cada um deles:

    1. Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG)

    Nesse quadro, o indivíduo sente ansiedade de forma muito intensa, praticamente o tempo todo, mesmo quando não há motivo real.

    Assim, trata-se de uma preocupação e tensão exagerada sobre o que se vive, acompanhada de uma análise minuciosa com a imaginação de cenários improváveis que dificilmente acontecerão.

    Pode ser um problema financeiro, familiar, de saúde, no trabalho ou na família. Tudo ganha uma proporção gigante.

    Detalhe importante: a TAG dificilmente acontece sozinha, normalmente vem acompanhada de outros distúrbios como depressão, fobias ou síndrome do pânico.

    2. Transtorno de Pânico (TP)

    Nesse caso, as crises de ansiedade surgem de forma repentina e inesperada e podem gerar um mal-estar que toma proporções que o indivíduo não consegue controlar, com sensações de medo e desconforto. Assim, é mais comum acontecer em quem já enfrentou uma crise de ansiedade.

    Normalmente essas crises vêm acompanhadas de uma série de sintomas físicos, podendo acontecer em qualquer contexto, lugar ou momento, o que torna o TP bastante desafiador, já que não dá para prever. Pode ter duração de 15 a 30 minutos.

    3. Transtorno de Ansiedade Fóbico (conhecido como "fobia social")

    Esse tipo está relacionado a episódios de ansiedade diante de situações sociais ou de desempenho desproporcional à ameaça real.

    Embora seja normal uma certa ansiedade em contextos de interação social, a pessoa com o transtorno apresenta tanta ansiedade que chega a evitar contatos sociais ou os suportam com muita angústia.

    Convém mencionar que essa ansiedade acontece apenas quando a pessoa precisa desempenhar alguma atividade específica em público, por exemplo: falar em público, conhecer novas pessoas, fazer uma leitura em voz alta, etc.

    4. Agorafobia

    É uma ansiedade intensa e irracional causada pelo medo de situações e lugares que podem ser...
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    Vida offline: por que é importante se desconectar um pouco?

    24/1/2026 | 7min
    Você tem controle sobre quanto tempo você fica "online" por dia?

    Especialistas alertam para o uso excessivo das redes e o quanto isso pode ser prejudicial para o cérebro, causando dependência. Eles defendem que uma das formas de evitar o estresse gerado pelas mídias é aderir ao detox digital ou desenvolver uma vida offline.

    Afinal, o uso exagerado de telas pode acarretar vários prejuízos para a saúde mental, entre eles: queda de produtividade, desconexão com momentos importantes da vida real e, ainda, desenvolvimento de problemas mais sérios como depressão e ansiedade.

    Por isso, confira, neste artigo, por que é importante se desconectar das redes sociais de vez em quando e como fazer isso com facilidade. Boa leitura!

    5 benefícios de se desconectar da vida digital

    O uso desenfreado de telas e rede social pode deixar claro a necessidade de uma mudança de hábitos, especialmente de que é hora de priorizar uma vida offline.

    A ideia é bem simples: consiste em mudar hábitos, fazer uma "dieta" das redes, valorizar mais a vida que acontece ao vivo, ao nosso redor – que muitas vezes esquecemos de viver para estar online.

    Ao reduzir o tempo de exposição às telas, você abre espaço para que o corpo e a mente descansem, além de alimentar relações fora do ambiente digital. Ou seja, você ganha em bem-estar, produtividade e equilíbrio.

    Veja melhor os benefícios do detox digital:

    1. Mais saúde mental e bem-estar

    O excesso de telas pode causar aumento de sintomas de ansiedade e estresse. Portanto, priorizar uma vida offline ajuda a reduzir a sobrecarga de informações, melhora o humor e resulta em um dia a dia mais leve.

    2. Melhora na qualidade de sono

    O que poucas pessoas sabem é que ficar exposto por muitas horas às luzes de telas atrapalha a produção de hormônios que regulam o sono. Por outro lado, quando você se desconecta horas antes de dormir, pode ter noites mais tranquilas e restauradoras.

    3. Mais foco e produtividade

    Quanto menos distração digital, mais tempo para o que realmente importa: estudar, trabalhar, novos hobbies, tarefas pessoais. Com mais concentração, mais chances de produzir melhor.

    4. Relações pessoais mais próximas

    Manter o celular distante durante refeições e encontros aproximam familiares e amigos. Preferir uma vida offline propicia relações mais próximas, conversas mais profundas e a criação de memórias reais.

    5. Estimula a criatividade

    Ficar um tempo longe da internet desperta sua criatividade genuína, o que normalmente não acontece quando você permanece conectado. Estar muito tempo exposto aos conteúdos online pode inibir pensamentos e ideias originais.

    8 dicas para fazer o detox digital e melhorar a sua vida offline

    Diante de uma sociedade cada vez mais online, parece até impossível uma desintoxicação digital, não é mesmo? Porém, além de impactar positivamente na sua saúde, com algumas mudanças de hábitos, é possível sim alcançar uma vida offline. Descubra como:

    1. Estabeleça metas

    Para quem depende da internet para trabalhar ou estudar, é difícil se desligar completamente de uma hora para outra. Por isso, comece estabelecendo metas. Mas, antes, faça um rastreamento no seu celular para entender qual o seu tempo de uso por aplicativo.

    Feito isso, estabeleça a redução do uso dos apps de 30 em 30 min por dia, por exemplo. À medida que for se adaptando, tente metas mais desafiadoras, como ficar um dia inteiro no final de semana sem usar o celular.

    2. Defina horários

    Que tal definir os horários para se conectar e desconectar?

    Dar aquela última olhadinha nas redes antes de dormir parece irresistível, mas isso pode impactar diretamente na qualidade do seu sono. O ideal é interromper o uso do celular duas horas antes de deitar.

    Além disso, no horário de trabalho, se você não precisa de internet para suas tarefas, tente evitar ficar usando as redes sociais ou atender uma mensagem que pode ser respondida em outro momento. Essas dicas podem te ajudar!

    3. Tire o celular de perto

    Um dos principais problemas que envolve o uso d...
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    A psicoterapia como processo criativo

    22/1/2026 | 7min
    A psicoterapia é, em sua essência, um encontro. Um espaço seguro onde a saúde mental é priorizada e onde o autoconhecimento floresce.

    No entanto, a visão tradicional, muitas vezes restrita a um formato formal de conversa, está sendo enriquecida por novas perspectivas.

    A criatividade surge não só como um tema a ser discutido, mas como o próprio processo terapêutico: um caminho dinâmico, inventivo e, muitas vezes, fora do convencional para a mudança e a superação de desafios emocionais.

    O despertar da criatividade na jornada psicológica

    A criatividade não é um dom reservado a poucos, mas uma capacidade inerente ao ser humano – a habilidade de inventar, de produzir algo novo, de encontrar soluções inéditas para problemas antigos.

    Na psicologia, isso se traduz na flexibilidade cognitiva e na capacidade de reorganizar a experiência de vida.

    Quando nos deparamos com um impasse, seja um padrão de comportamento destrutivo, uma crise de ansiedade ou o peso da depressão, a solução não está apenas em entender o passado, mas em criar um futuro diferente.

    O processo criativo e o processo terapêutico compartilham uma estrutura fundamental: ambos envolvem a exploração ativa, o caos inicial, a emergência de novas formas e, finalmente, a integração.

    Exploração: Assim como um artista experimenta cores e texturas, o cliente na terapia explora sentimentos, pensamentos e traumas, muitas vezes inéditos e assustadores. É o momento de ousadia, de arriscar uma nova visão de mundo.

    Caos e Reorganização: A mudança implica em desorganizar o familiar para construir algo novo. A crise emocional (o "caos") é o motor da criação. Ao se permitir entrar em contato com o que está desestruturado, o indivíduo abre espaço para a invenção de novos significados.

    Integração: O resultado final, seja uma pintura, um poema, ou um novo comportamento, é a expressão de um eu que se reorganizou. É a superação de um desafio que se manifesta como uma nova atitude ou uma nova perspectiva sobre a vida.

    Técnicas e abordagens: O caminho fora do convencional

    Para muitos, a ideia de ir ao psicólogo se restringe a sentar e falar.

    Contudo, o manejo do setting terapêutico se expande com o uso de recursos terapêuticos que potencializam a expressão, o vínculo e o autocuidado.

    O poder transformador da arteterapia

    A Arteterapia é talvez o exemplo mais claro da terapia como processo criativo.

    Ela utiliza a linguagem da arte (pintura, desenho, escultura, escrita, dança) como o principal meio de comunicação entre o cliente e o profissional.

    Expressão Não-Verbal: Muitas emoções e traumas são pré-verbais ou intensos demais para serem traduzidos em palavras. A arte oferece um canal seguro para colocar sentimentos para fora e expressar o que está no inconsciente, sem o filtro racional que a fala impõe.

    Concretização do Abstrato: Ao dar forma a um sentimento abstrato, como a angústia ou a tristeza, o cliente consegue olhar para ele de fora, analisá-lo e, consequentemente, manejá-lo melhor. A obra de arte se torna um espelho de seu estado interno.

    Desenvolvimento de Habilidades: O processo de criação em si estimula a regulação emocional, a concentração e a resolução de problemas. A Arteterapia promove um equilíbrio entre corpo, mente e emoções, contribuindo para a autoestima e a saúde mental global.

    A leveza do lúdico e a psicoeducação criativa

    O uso de jogos, metáforas, cartas, e até mesmo pequenos objetos (recursos terapêuticos) na clínica não é infantilização, mas uma estratégia poderosa para fortalecer o vínculo terapêutico e facilitar o autoconhecimento.

    Conexão e Engajamento: A introdução de um elemento lúdico quebra a rigidez e a dificuldade de acesso que alguns pacientes apresentam. Isso diminui a evasão e aumenta a participação ativa, tornando o processo mais dinâmico e menos ameaçador.

    Metáforas e Novos Significados: Metáforas e histórias criadas em conjunto tornam conceitos abstratos (como "mecanismos de defesa" ou "padrões de apego") mais visíveis e palpáveis. Elas criam pontes para ...
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    Ciúme: como lidar com esse sentimento?

    20/1/2026 | 7min
    O ciúme é um sentimento intrínseco ao ser humano. É uma resposta emocional diante de uma sensação de ameaça em um relacionamento. Os sentimentos que prevalecem diante disso são vários, como insegurança, medo, ansiedade e raiva.

    Esse comportamento pode acontecer tanto em relações românticas como em relações de amizade. Mas, apesar de ser comum à experiência humana, quando não controlado, o ciúme pode ser prejudicial, impactando as relações intra e interpessoais.

    Entender suas causas e aprender a lidar com esse sentimento é importante para preservar relações saudáveis e equilibradas. Por isso, continue a leitura e entenda maneiras de encarar e controlar o seu ciúme.

    O que é o ciúme?

    De forma geral, o ciúme é um sentimento que vem do medo de perder uma pessoa. Assim, o seu maior desejo é justamente preservar a relação para evitar essa perda.

    Nesse sentido, esse sentimento provavelmente tem origem nas inseguranças do indivíduo, no medo de não ser amado ou, ainda, em não estar no controle da situação.

    Vale dizer que o ciúme cumpre um papel no amadurecimento emocional de uma relação, porém, em excesso, pode ser considerado uma doença, o chamado ciúme patológico.

    Quando o ciúme passa a ser preocupante?

    O ciúme passa a ser um ponto de preocupação quando seus efeitos começam a impactar de forma negativa no bem-estar de quem o sente, assim como na vida de outras pessoas envolvidas.

    Alguns comportamentos podem indicar que esse sentimento passou do ponto e precisa de atenção, como:

    Comportamento controlador: quando há toda uma movimentação para controlar ações, relações e deslocamento do parceiro, como acessar o telefone, redes sociais, exigir detalhes sobre seu dia a dia, lugares que ele frequentou, pessoas que ele encontrou, além de tentar restringir suas interações sociais;

    Insegurança constante: sentimentos de insegurança de forma exagerada e permanente em relação ao relacionamento;

    Acusações infundadas: fazer acusações sem evidências tangíveis de infidelidade, baseadas em desconfiança pessoal ou suposições;

    Isolamento social: tentativas de isolar o parceiro de seu ciclo de amigos, familiares ou colegas, para diminuir oportunidades de uma possível traição ou infidelidade;

    Comportamento agressivo: expressões de ciúme que se manifestam em comportamentos agressivos, seja verbal ou físicos, como insultos, gritos, ameaças ou até mesmo violência física contra o parceiro ou pessoas ao redor.

    Se comportamentos como os descritos acima se tornam frequentes, gerando sofrimento emocional significativo para o indivíduo que os sente e para as pessoas envolvidas, é necessário buscar ajuda o quanto antes.

    10 dicas para lidar com o ciúmes

    A seguir, separamos algumas dicas que podem oferecer um novo jeito para lidar com o ciúme:

    1. Investigue a origem do ciúme

    Para começar, vale olhar com cuidado para o que provoca o seu ciúme. Existe algum gatilho ou uma situação que se repete? Alguma decepção ou quebra de confiança que possa ter deixado feridas abertas?

    Entender essa causa ajuda você a atuar no cerne da questão. Se houver um trauma, por exemplo, será necessário acolhê-lo e tratá-lo.

    2. Deixe o passado para trás

    Muitas vezes, o ciúme exagerado nasce de experiências ruins em relacionamentos anteriores. Mas é fundamental não carregar essas vivências para o presente. Afinal, além de limitar a profundidade da nova relação, isso não é justo com quem está ao seu lado no presente.

    Portanto, encerre o que ficou para trás e evite comparações. Cada pessoa e cada vínculo é único e merece ser tratado como tal.

    3. Faça do diálogo um hábito constante

    A comunicação aberta é a chave de qualquer relação duradoura, pois ela mantém uma relação saudável, especialmente quando uma das partes convive com inseguranças. Por isso, abra seus medos e vulnerabilidades com quem está ao seu lado.

    Essa sinceridade ajuda o parceiro a compreender seu momento emocional e a oferecer apoio em situações mais delicadas. Por outro lado, quando você se fecha, a tendência é que desentendim...

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