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    10 dicas para melhorar a sua qualidade de vida hoje!

    17/2/2026 | 9min
    O ritmo cada vez mais acelerado de vida tem servido para nos mostrar justamente o contrário: que desacelerar é importante. Qualidade de vida é sobre ter tempo para descansar, se cuidar e estar perto de quem a gente ama.

    O excesso de telas tem nos tirado o melhor da vida que é reparar, ver quem está ao seu redor, apreciar os espaços e respirar com calma. Só quando perdemos o hábito de algo que parece tão simples, é que entendemos os impactos desses movimentos.

    Por isso, separamos dicas práticas de como você pode, a partir de hoje, melhorar sua qualidade de vida e aproveitar mais a sua rotina. Continue a leitura!

    O que é qualidade de vida?

    Cada pessoa tem o seu "modelo ideal" de vida – o que busca alcançar, o que é ser bem sucedido e o que gera felicidade. Isso é construído com base na sua cultura, referências e vivências pessoais, então, é difícil chegar a um consenso.

    Mas o que se vem discutindo cada vez mais, é que qualidade de vida está diretamente ligada ao equilíbrio. Ou seja, ter qualidade de vida pode abranger várias questões, como saúde, condições emocionais e físicas.

    De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), "A qualidade de vida é algo que pode ser definido de maneira exclusiva através de uma percepção pessoal, com base em sua inserção de vida, levando em consideração valores, cultura, padrões e preocupações".

    Portanto, apesar de a representação deste conceito variar de pessoa para pessoa, o mais importante é chegar ao equilíbrio físico, mental e emocional. Só assim, você terá qualidade de vida.

    Como melhorar a qualidade de vida?

    A seguir, separamos 10 dicas que podem te guiar para conquistar uma melhor qualidade de vida. São práticas que você pode adotar no seu dia a dia, começando hoje mesmo!

    1. Estabeleça uma rotina de sono

    Dormir bem está diretamente ligado ao bem-estar físico e emocional. Basta lembrar de como o corpo e a mente reagem após várias noites mal dormidas: é comum perceber dificuldade de concentração, alterações de humor, cansaço constante e maior desgaste emocional.

    Uma forma simples de avaliar se você está dormindo o suficiente é observar como se sente ao acordar. Caso acorde muito cansado ou tenha grande dificuldade para se levantar quando o despertador toca, isso pode indicar que a duração do sono precisa ser ajustada.

    Em geral, a maioria dos adultos se sente bem com cerca de 8 horas de sono contínuo. No entanto, essa necessidade varia de pessoa para pessoa. Por isso, é importante descobrir qual é o tempo ideal para você, de modo a acordar disposto, sem depender do botão "soneca" e sem sentir sonolência excessiva ao longo do dia.

    2. Priorize uma alimentação saudável

    Assim como o sono de qualidade, manter uma alimentação equilibrada é essencial para uma rotina mais saudável. Ingerir alimentos nutritivos garante que o corpo e a mente recebam os nutrientes necessários para funcionar corretamente e manter o bem-estar.

    O ideal é realizar cerca de cinco refeições ao longo do dia. Em todas elas, é importante incluir diferentes grupos de nutrientes, como carboidratos, proteínas, gorduras, vitaminas e minerais, para assegurar uma nutrição completa.

    Esses nutrientes estão presentes em frutas, legumes, verduras, grãos, sementes e outros alimentos. Priorizar opções naturais ou minimamente processadas contribui significativamente para uma alimentação mais saudável e equilibrada.

    3. Se hidrate!

    A ingestão adequada de água também é indispensável para a qualidade de vida, já que a hidratação participa de diversos processos vitais do organismo.

    Recomenda-se, em média, o consumo de 35 ml de água por quilo de peso corporal. Assim, uma pessoa com 60 kg, por exemplo, deve ingerir aproximadamente 2,1 litros de água por dia.

    Vale dizer que, tanto uma alimentação balanceada quanto uma boa hidratação auxiliam no controle e na manutenção do peso corporal. Por isso, para definir as quantidades ideais de alimentos e nutrientes de acordo com suas necessidades e objetivos, é fundamental contar com a orientação de u...
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    Como prevenir a depressão pós-parto: 8 dicas práticas

    16/2/2026 | 8min
    Segundo um estudo realizado pela Fiocruz, a depressão pós-parto acomete 25% das mulheres brasileiras que acabaram de ter filhos (entre 6 a 18 meses após o parto). Esse é um dado bastante alarmante e que demonstra a necessidade de nos preocuparmos urgentemente com a saúde mental materna.

    No entanto, apesar de ser comum, esse é um problema que pode ser evitado, felizmente. Isso significa que é plenamente possível prevenir a depressão pós-parto.

    Por isso, neste artigo, trouxemos algumas dicas importantes e práticas sobre como prevenir essa condição que atinge tantas mulheres no Brasil.

    Se você é gestante, cônjuge, parente ou amigo de uma mulher que está à espera de um bebê, não deixe de ler e conferir. Boa leitura!

    8 dicas para prevenir a depressão pós-parto

    Antes de trazermos as dicas de prevenção da depressão pós-parto, convém mencionar que essa condição é diferente do baby blues, uma outra condição muito comum após o parto.

    Nele, a mulher sente uma tristeza profunda após a chegada do bebê, principalmente por causa da brusca mudança hormonal. No entanto, diferentemente da depressão, ela desaparece em poucos dias sozinha.

    Por isso, se você perceber que a tristeza está demorando a passar após o parto, não hesite em procurar ajuda psicológica!

    Dito isso, vamos às dicas do que pode ser feito para prevenir a depressão pós-parto:

    1. Informe-se durante a gravidez

    O primeiro passo é se informar ainda durante a gestação sobre o que ocorre com o corpo, mente e emoções da mulher após o parto. A vivência do desconhecido pode ser assustadora, principalmente a maternidade, que traz consigo muitos desafios e mudanças.

    Sendo assim, o ideal é ler livros e materiais confiáveis na internet sobre a maternidade e o pós-parto, assistir a documentários sobre o assunto e também conversar com mulheres que já passaram pelo processo para compreender como é essa fase. Apesar de cada uma vivenciá-la de uma forma, ouvir relatos diversos pode ser engrandecedor.

    Portanto, não espere passar pelo pós-parto para conhecê-lo. Utilize os recursos que você tem para se informar e, de certa forma, ir mais preparada (ou menos despreparada) para essa bonita, mas intensa fase da vida.

    2. Seja realista

    Algumas mulheres acreditam que, após o parto, o corpo e a rotina voltarão ao seu estado normal rapidamente. Essa percepção vem muito das redes sociais, em que influenciadoras e famosas postam uma vida que não condiz com a realidade.

    Nesse sentido, é muito importante filtrar essas "informações" desconexas e compreender que tudo muda após a chegada de um filho – e que talvez nada voltará a ser como antes, mesmo com o passar do tempo. Não significa que será pior, mas sim diferente.

    Encarar esse processo com a calma e paciência que ele pede, compreendendo que o seu relacionamento, a sua rotina, as suas prioridades e o seu corpo vão mudar é essencial para não sofrer com a frustração proveniente de uma falsa expectativa. Portanto, seja realista!

    3. Mantenha hábitos saudáveis

    Durante a gestação, é imprescindível manter hábitos saudáveis capazes de manter tanto o pleno desenvolvimento do bebê quanto a saúde da gestante, inclusive a mental.

    Assim, dentre outras coisas, é importante:

    Dormir bem (em quantidade de horas e qualidade);

    Se alimentar de forma saudável;

    Praticar atividade física regular (pode ser uma simples caminhada);

    Praticar técnicas de relaxamento (como yoga e meditação).

    Todas essas ações são importantes para criar essa rotina de autocuidado e proporcionar uma gestação e, consequentemente, um pós-parto saudável.

    Na medida do possível, essas atividades devem ser mantidas após o parto também, respeitando os seus limites, é claro.

    4. Conte com uma rede de apoio

    É indispensável ter uma rede de apoio que possibilite não só a realização das atividades listadas anteriormente como também para tirar um tempo de qualidade para si – inclusive para não fazer nada.

    Sim, sabe-se que a maternidade exige muito das mulheres e que, sem uma rede de apoio, é impossível ter um tempo pa...
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    6 sinais de que é hora de desacelerar!

    14/2/2026 | 8min
    Diminuir o ritmo do dia a dia é essencial para preservar o bem-estar e a qualidade de vida, principalmente em um momento em que o estresse e a ansiedade têm se tornado cada vez mais frequentes na sociedade brasileira e global.

    De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 90% da população mundial convive com algum nível de estresse na rotina. As origens podem envolver compromissos familiares, exigências profissionais, pressões emocionais, entre outros fatores.

    Quando somados, esses elementos afetam negativamente tanto nosso corpo quanto a mente. Por isso, é fundamental observar a própria rotina e identificar quais situações funcionam como gatilhos de maior incômodo, sejam eles isolados ou combinados.

    Então, ao longo deste artigo, você vai aprender a identificar 6 sinais que o corpo emite indicando a necessidade de mudança e como realizá-la. Continue a leitura!

    6 sinais claros de que é hora de desacelerar

    1. Alterações no padrão do sono

    Quando o dia a dia está acelerado demais, o ato de descansar costuma ser o primeiro afetado. Dificuldade para pegar no sono, despertares frequentes durante a noite ou acordar já se sentindo exausto são sinais que pedem atenção.

    Esses desequilíbrios indicam que algo na rotina precisa ser revisto, já que noites mal dormidas afetam o seu rendimento, o humor e até a convivência profissional e pessoal.

    2. Exaustão constante

    Sentir-se cansado o tempo todo não está relacionado apenas a noites mal dormidas. A sobrecarga de tarefas, a ausência de pausas e a incapacidade de relaxar mesmo fora do horário de trabalho contribuem diretamente para esse esgotamento.

    Com o passar do tempo, essa exaustão pode trazer impactos significativos à saúde física e mental.

    3. Maior sensibilidade emocional

    Pequenos contratempos que antes passavam despercebidos agora parecem insuportáveis? A irritação excessiva pode ser um indicativo claro de que o corpo e a mente precisam de uma pausa urgente.

    O acúmulo de estresse, aliado ao cansaço e à privação de descanso, tende a desencadear reações emocionais adversas, como impaciência, isolamento e mudanças de humor.

    4. Ansiedade e pensamentos recorrentes

    Uma rotina desequilibrada também pode refletir diretamente no seu estado emocional.

    Sensações frequentes de pessimismo, preocupação excessiva e dificuldade para "desligar" os pensamentos comprometem a produtividade e a autoconfiança. Sintomas físicos, como coração acelerado, tristeza persistente e comportamentos repetitivos também podem surgir.

    5. Falta de concentração

    A dificuldade de se concentrar e os lapsos de memória são sinais comuns de sobrecarga emocional. Quando o estresse se torna constante, o cérebro permanece em estado de alerta, o que prejudica funções essenciais como atenção e lembrança de informações.

    Com isso, tarefas simples passam a exigir mais esforço e o rendimento cai, alimentando um ciclo de irritação, ansiedade, cansaço e outros desconfortos físicos e emocionais.

    Como esses sintomas podem ser confundidos com outras condições, é fundamental observar o próprio estilo de vida e reconhecer possíveis fontes de tensão.

    6. Impactos na saúde

    Quando o cuidado consigo mesmo fica em segundo plano, o corpo fala. A falta de tempo leva à interrupção de hábitos saudáveis, como a prática de exercícios físicos e uma alimentação equilibrada.

    Além disso, o excesso de demandas pode afetar a memória e contribuir para a psicossomatização, em que o corpo adoece devido aos conflitos emocionais.

    Se você percebe que apresenta dois ou mais desses sinais, é importante reavaliar sua rotina. Embora nem sempre tenham uma única causa, esses sintomas frequentemente estão ligados ao ritmo acelerado do dia a dia.

    Quais são os riscos de não desacelerar?

    Desconsiderar os alertas do corpo pode levar a um esgotamento profundo, sendo que alguns riscos podem aparecer, como:

    Síndrome de Burnout: vai muito além do estresse comum e compromete seriamente o equilíbrio emocional e psicológico;

    Ansiedade: é um dos principais sintomas do es...
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    O papel do brincar na saúde mental de adultos

    12/2/2026 | 9min
    Brincar é um dos comportamentos humanos mais fundamentais.

    Apesar de ser culturalmente associado à infância, o ato de brincar não perde relevância quando atravessamos a vida adulta — apenas muda de forma, propósito e contexto.

    Logo, em um mundo cada vez mais acelerado, competitivo e baseado em produtividade, o brincar pode se tornar uma ferramenta poderosa para restaurar a saúde mental, promover conexões mais profundas e reencantar a vida cotidiana.

    Por que os adultos pararam de brincar?

    A maior parte das pessoas lembra com saudade da liberdade de brincar quando eram crianças.

    Entretanto, ao chegar à adolescência e à vida adulta, ocorre um afastamento progressivo dessa dimensão lúdica.

    As responsabilidades aumentam, o tempo livre diminui e a cultura do desempenho passa a ocupar o centro da vida.

    Existem diversos fatores sociais e psicológicos que contribuem para essa ruptura.

    Muitos adultos passam a considerar brincadeiras como perda de tempo, comportamento infantilizado ou algo incompatível com a maturidade.

    Logo, há também uma tendência de substituir o prazer espontâneo por atividades orientadas a resultados: fazer exercícios para "bater metas", estudar para "ganhar pontos no currículo", viajar para "produzir conteúdo".

    Quando brincamos, não buscamos fins práticos: buscamos a experiência em si.

    Para muitos adultos, isso parece estranho — e até desconfortável — porque significa suspender o controle e abraçar o inesperado.

    Por conta disso, recuperar essa capacidade é um processo transformador.

    O que significa brincar na vida adulta?

    Brincar na vida adulta não é repetir exatamente as atividades da infância, mas sim resgatar uma postura interna de curiosidade, experimentação e espontaneidade.

    Pode envolver, por exemplo, esportes, jogos, hobbies, atividades criativas, humor, exploração sensorial ou formas leves de interação social.

    Mais importante do que o formato é o estado emocional que acompanha o ato de brincar: liberdade, presença e prazer.

    Brincar é diferente de "passar o tempo" ou de consumir entretenimento. Assistir a uma série pode ser relaxante, mas não necessariamente envolve ação lúdica.

    Logo, o brincar pressupõe participação, envolvimento e abertura para imaginar, criar ou improvisar.

    Muitos adultos só percebem o quanto estão desconectados de si quando o estresse já se acumulou.

    Trazer o brincar para a vida cotidiana é uma forma de interromper esse ciclo, ajudando a regular emoções e aliviar tensões que se acumulam no corpo.

    Essa relação fica ainda mais clara quando entendemos como o estresse afeta diretamente o bem-estar psicológico, influenciando humor, produtividade e até nossas relações interpessoais.

    A dimensão terapêutica do brincar

    Dentro da psicologia, o brincar tem uma longa história como ferramenta terapêutica, especialmente em abordagens voltadas ao trabalho com crianças.

    Porém, ao longo das últimas décadas, muitos terapeutas passaram a compreender que os adultos também se beneficiam profundamente dessa forma de expressão.

    Acesso a conteúdos inconscientes

    O brincar facilita o acesso a aspectos internos que nem sempre chegam à consciência por meio da linguagem.

    Quando a pessoa está em estado lúdico, tende a se abrir mais, relaxar defesas psicológicas e expressar partes de si que normalmente ficam ocultas.

    Além disso, também ampliamos nosso repertório de práticas de autocuidado que ajudam a recuperar energia emocional, já que o brincar diminui a sobrecarga mental e fortalece nossa sensação de bem-estar.

    Redução de hipercontrole

    Muitos adultos desenvolvem padrões rígidos de funcionamento baseados em autocontrole excessivo, autocrítica e medo de errar.

    O brincar permite, por exemplo, experimentar a leveza do improviso, ajudando a flexibilizar comportamentos, crenças e reações emocionais.

    O brincar cria um espaço seguro para explorar sensações, testar limites e resgatar partes esquecidas de si.

    Logo, ao permitir que a imaginação circule com mais liberdade, o adulto entra em contato com processos de autoconhe...
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    Como o autoconhecimento pode te ajudar a progredir na carreira?

    10/2/2026 | 7min
    O autoconhecimento é uma etapa imprescindível para qualquer profissional que quer crescer e se realizar profissionalmente. Afinal, quanto mais se tem autoconhecimento profissional, maior são as chances de sucesso.

    A construção de uma carreira não é um processo linear, tendo influência de várias variáveis ao longo do tempo. Assim, durante essa trajetória, a identificação dos pontos fracos e fortes auxilia no desenvolvimento das habilidades necessárias para a satisfação profissional.

    Neste artigo, vamos ajudar você a entender melhor a importância do autoconhecimento na sua carreira e como utilizar essa ferramenta a seu favor. Continue a leitura!

    O que é autoconhecimento?

    O autoconhecimento é um processo de desenvolvimento que tem como objetivo ampliar a compreensão que o indivíduo possui sobre si mesmo. Ele pode se manifestar em diferentes dimensões da vida, como a pessoal e a profissional.

    No âmbito pessoal, está relacionado ao reconhecimento de habilidades, limitações e aspectos que influenciam as relações interpessoais. Já no campo profissional, permite que o indivíduo reconheça seus pontos fortes e fragilidades em relação à forma como atua no trabalho.

    Então, convém mencionar que, para quem está no início da carreira, o autoconhecimento profissional funciona como uma ferramenta essencial de orientação, indicando áreas que precisam ser desenvolvidas e aprimoradas ao longo do tempo.

    Quais são as vantagens de se desenvolver o autoconhecimento na vida profissional?

    Uma ferramenta importante na gestão da sua carreira, o autoconhecimento profissionalcontribui para se ter uma visão mais clara da própria trajetória profissional, trazendo à tona comportamentos, competências e desafios que muitas vezes passam despercebidos.

    Então, confira algumas vantagens de desenvolvê-lo:

    Identificação de diferenciais competitivos

    O autoconhecimento permite que o profissional compreenda quais são seus principais diferenciais no mercado de trabalho, ou seja, aquilo que o torna único e competitivo diante de outros profissionais.

    Essa percepção favorece uma atuação mais segura, pois o indivíduo passa a reconhecer melhor suas competências, talentos e habilidades.

    Reconhecimento e superação de limitações

    Uma das grandes vantagens do autoconhecimento está na capacidade de reconhecer as próprias limitações. Quando o profissional entende seus pontos de dificuldade, ele deixa de enxergá-los como obstáculos insuperáveis e passa a tratá-los como oportunidades de desenvolvimento.

    Essa consciência possibilita a criação de planos de ação eficazes, voltados para o aprimoramento contínuo. Assim, o que antes era visto como fraqueza pode ser amenizado ou até transformado em um ponto forte, contribuindo para uma evolução profissional.

    Planejamento e destaque de carreira

    A percepção aprofundada sobre si mesmo favorece um planejamento de carreira mais assertivo. O profissional passa a tomar decisões alinhadas com suas capacidades, valores e objetivos, o que aumenta suas chances de crescimento e reconhecimento.

    Dessa forma, o autoconhecimento se torna um fator determinante para alcançar posições de destaque. Afinal, ao atuar com mais clareza sobre seu potencial e suas limitações, a pessoa se posiciona de maneira diferenciada e estratégica no mercado.

    Compreensão da vocação profissional

    Outra vantagem significativa do autoconhecimento é a identificação da vocação profissional. Muitos profissionais acabam ocupando cargos inadequados por não compreenderem plenamente suas características predominantes, interesses e limitações.

    Essa falta de alinhamento pode levar à acomodação em funções que não exploram o verdadeiro potencial do indivíduo. Por outro lado, com o autoconhecimento, torna-se possível buscar caminhos profissionais mais coerentes com o perfil pessoal.

    Menores chances de frustração profissional

    Quando o profissional não utiliza suas habilidades e competências de forma adequada, surgem sentimentos de frustração e desmotivação. Isso impacta diretamente seu desempe...

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Sobre Cantinho da Psicóloga: áudios dos nossos Blogposts

Os áudios dos conteúdos são gerados por IA - Inteligência Artificial a partir das centenas de textos e artigos elaborados por psicólogos.
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