PodcastsEnsinoCantinho da Psicóloga: áudios dos nossos Blogposts

Cantinho da Psicóloga: áudios dos nossos Blogposts

Cantinho da Psicóloga
Cantinho da Psicóloga: áudios dos nossos Blogposts
Último episódio

232 episódios

  • Cantinho da Psicóloga: áudios dos nossos Blogposts

    Autocuidado e produtividade: como conciliar os dois?

    31/03/2026 | 7min
    Você já parou para pensar que o autocuidado é o segredo da produtividade?

    Muitas vezes, na busca de performarmos bem no trabalho e nos afazeres pessoais, acabamos deixando de lado o cuidado com a nossa saúde física e mental. O problema é justamente esse: nos esquecemos (ou não sabemos) que se manter bem é o primeiro passo para conseguir produzir e alcançar as metas desejadas.

    Sim, uma pessoa sem saúde dificilmente conseguirá se manter produtiva. Por isso, é tão importante conseguir conciliar essas duas frentes.

    Se você está com dificuldades para equilibrar o autocuidado com a produtividade, este artigo é para você! Continue acompanhando para conferir boas dicas para isso. Vamos lá?

    Quais são os impactos da falta de autocuidado na sua vida?

    Antes de trazermos as dicas, é muito importante falar sobre os impactos da falta de autocuidado na sua vida pessoal e profissional e, especialmente, no seu corpo e na sua mente para que você compreenda o quão indispensável é olhar para essa questão.

    Dito isso, a sobrecarga de trabalho e a negligência consigo mesmo pode desencadear prejuízos como:

    Falta de foco e memória

    Diminuição da criatividade

    Perda de motivação e inspiração

    Irritabilidade e cansaço extremo

    Crises de estresse e ansiedade constantes

    Alterações nos padrões de sono e de alimentação

    Dores pelo corpo, como de cabeça, no estômago e musculares

    Redução da imunidade e adoecimento frequente em razão da psicossomatização

    Convém mencionar que, quando não tratados esses primeiros sinais, o indivíduo pode acabar desenvolvendo problemas mais sérios, como a síndrome de Burnout, ansiedade generalizada e até mesmo depressão.

    8 dicas para conciliar autocuidado e produtividade

    Agora que você conhece a importância de buscar o equilíbrio em sua rotina diária, confira algumas dicas para se manter produtivo com autocuidado!

    1. Faça pausas curtas ao longo do dia

    Erroneamente, acreditamos que uma pequena pausa no dia vai nos fazer perder um tempo valioso. Sim, essa ideia é equivocada porque, se não fizermos pequenos intervalos, ficamos altamente cansados e pouco produtivos, o que não adianta.

    Sendo assim, é muito importante fazer pausas curtas e estratégicas na sua rotina para possibilitar que o cérebro volte a processar informações com mais clareza e para reduzir o cansaço e a falta de concentração que vem com esse.

    Você pode, por exemplo, fazer pequenos intervalos a cada duas horas para se alongar, tomar um água, fazer um lanche ou simplesmente não fazer nada. A grande questão aqui é encontrar um meio de repor suas energias.

    2. Estabeleça limites claros

    Um outro segredo para manter o autocuidado é saber estabelecer limites claros na vida pessoal e profissional. Isso implica em aprender a dizer "não" quando necessário e compreender a quantidade de tarefas que é confortável para você no dia a dia.

    Ter esse conhecimento é importantíssimo para definir limites saudáveis e que não vão permitir que você adoeça física e mentalmente por acúmulo de funções.

    3. Gerencie melhor o seu tempo

    Falando em compreensão da quantidade de atividades que você consegue realizar em um dia, aprenda também a gerenciar melhor o seu tempo para se manter produtivo com responsabilidade.

    Afinal, não adianta procrastinar ao longo do dia e, depois, tentar resolver tudo em pouco tempo. Isso desencadeia ansiedade e estresse.

    Desse modo, aprenda a gerenciar o seu tempo, prática que implica em:

    Reduzir os estímulos no seu ambiente de trabalho;

    Desativar as notificações do celular para evitar a checagem a todo momento;

    Utilizar a técnica Pomodoro para manter o foco e a motivação;

    Deixar o ambiente limpo e organizado.

    Seguindo essas e outras práticas, torna-se possível alcançar um gerenciamento de tempo eficaz.

    4. Invista na ergonomia e mantenha o corpo ativo

    Como já mencionamos, o autocuidado envolve tanto a responsabilidade com a sua mente quanto com o seu corpo. Nesse sentido, lembre-se de investir em ergonomia no ambiente de trabalho para garantir conforto – e, consequentemente...
  • Cantinho da Psicóloga: áudios dos nossos Blogposts

    Síndrome de Burnout: como identificar?

    30/03/2026 | 8min
    A Síndrome de Burnout é uma condição psicológica caracterizada pelo esgotamento profissional, em que a pessoa enfrenta um desgaste emocional extremo resultante de situações relacionadas ao ambiente laboral.

    Pode-se afirmar que entre suas principais causas, destacam-se a carga excessiva de trabalho, a pressão intensa por resultados, além de muitas exigências e grandes responsabilidades no exercício da profissão.

    Neste artigo, você conseguirá entender mais a respeito dessa síndrome e quais são os principais sintomas de uma pessoa que está passando por isso. Boa leitura!

    O que é a Síndrome de Burnout?

    A Síndrome de Burnout, também conhecida como Síndrome do Esgotamento Profissional, refere-se a um distúrbio emocional provocado por sentimentos de estresse crônico e cansaço extremo relativos às circunstâncias desgastantes no trabalho.

    A Organização Mundial da Saúde (OMS) classifica a Síndrome de Burnout como uma doença ocupacional e que pode afetar o bem-estar físico e mental do indivíduo.

    Como dito, esta condição de saúde geralmente é mais comum no ambiente profissional e pode surgir de situações como as seguintes:

    pressão em excesso por resultados;

    jornadas de trabalho extensas;

    acúmulo de muitas obrigações;

    clima organizacional tóxico;

    desequilíbrio entre a vida profissional e pessoal;

    entre outros.

    A Síndrome de Burnout pode acontecer nas mais diversas carreiras profissionais e seus efeitos podem evoluir para um quadro de depressão profunda, o que torna fundamental a busca por ajuda profissional assim que identificado.

    Diferença entre Burnout e estresse

    O estresse é uma reação natural do corpo humano decorrente de situações do cotidiano de qualquer pessoa. Ele acontece na vida pessoal ou profissional, sendo que é aliviado quando os problemas são resolvidos ou quando há descanso.

    Por sua vez, o Burnout ou esgotamento profissional é o estresse crônico que está necessariamente ligado ao ambiente de trabalho, fator que pode impactar severamente a saúde mental e física do indivíduo caso não haja o tratamento apropriado.

    O que causa a Síndrome de Burnout?

    A Síndrome de Burnout é uma doença ocupacional causada, principalmente, pelo estresse crônico do trabalho, que leva a pessoa ao esgotamento ou estafa mental, tornando a sua rotina extremamente exaustiva.

    Além disso, a síndrome pode ser desencadeada pela junção de fatores como os abaixo listados:

    acúmulo de muitas funções ou atividades;

    cobrança em excesso pelo cumprimento de metas;

    grandes responsabilidades no ambiente profissional;

    baixos salários;

    jornadas de trabalho extensas;

    conflitos com colegas de trabalho;

    ambiente laboral tóxico;

    falta de reconhecimento no emprego;

    entre outros.

    A Síndrome de Burnout pode afetar profissionais de qualquer área. Porém, ela é mais comum em profissões com alta carga emocional e responsabilidade, tais como nas áreas da saúde, educação, segurança pública, serviços sociais, tecnologia e cargos de liderança.

    Quais são os principais sintomas do Burnout?

    Os sintomas do Burnout podem atingir tanto a saúde emocional quanto a saúde física da pessoa. Os mais comuns são:

    Sintomas físicos

    Sensação de cansaço extremo, mesmo após um bom descanso;

    Dores de cabeça persistentes;

    Alterações no sono (insônia ou sono excessivo);

    Dores musculares;

    Fadiga;

    Dor de barriga;

    Batimentos cardíacos acelerados.

    Sintomas emocionais

    Intenso cansaço mental;

    Sentimento de incapacidade;

    Oscilações de humor (irritabilidade e frustração);

    Isolamento social;

    Ansiedade com questões relacionadas ao trabalho;

    Desânimo para as atividades do dia a dia;

    Pessimismo.

    Como dissemos, o Burnout é uma doença que, se não tratada adequadamente, pode evoluir para um quadro grave de depressão. Desta forma, o essencial é buscar ajuda profissional em qualquer sinal de desconfiança da condição.

    Como identificar se estou passando pela Síndrome de Burnout?

    Para que você consiga identificar se está passando pela Síndrome de Burnout, é preciso entender como esta condição funciona.

    Para tanto, os psic...
  • Cantinho da Psicóloga: áudios dos nossos Blogposts

    10 sinais de que você pode estar entrando em depressão

    28/03/2026 | 7min
    Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), 5,8% da população brasileira sofre de depressão, o que equivale a pouco mais de 12 milhões de pessoas, um número alarmante.

    O que pouca gente sabe é que essa condição costuma dar sinais evidentes quando está iniciando. Conhecê-los é, pois, importante para evitar que essa condição se instale e cause prejuízos severos para a vida pessoal, social e profissional.

    Por isso, neste artigo, listamos 10 sinais de depressão, isto é, que podem indicar que você está iniciando um quadro depressivo. Confira-os para que, caso você considere que está vivendo algum ou alguns deles, procure ajuda o quanto antes! Boa leitura!

    10 sinais de depressão: descubra se você está entrando em uma

    A seguir, listamos alguns dos principais sintomas iniciais de uma depressão.

    Vale dizer que eles servem de norte para você saber quando procurar ajuda especializada. Entretanto, somente um especialista é que realmente pode dar o diagnóstico. Isso porque os sinais da depressão podem se confundir com os de outras condições.

    Dito isso, conheça os principais sinais da depressão:

    1. Sensação de vazio ou tristeza

    Sentir tristeza diante de adversidades na vida é normal. Entretanto, se esse sentimento persistir por mais de 15 dias, sem intervalo, pode indicar o início de uma depressão.

    Além da duração, que é maior do que a de uma tristeza habitual, a tristeza da depressão é mais intensa, podendo provocar crises de choro, melancolia e uma sensação profunda de vazio. Portanto, esse pode ser um dos primeiros sinais de alerta!

    2. Cansaço e indisposição frequentes

    Uma pessoa depressiva também sente um cansaço intenso e uma indisposição frequente. Não importa se ela descansou do trabalho ou se teve uma boa noite de sono; ela se sentirá sem energia para a realização de atividades diárias, como trabalhar, tomar banho, etc.

    Com a rotina agitada que vivemos, é comum sentir um cansaço extremo. Entretanto, com o repouso e o descanso adequados, a energia e a disposição costumam retornar.

    Isso, por outro lado, não acontece no caso da depressão, em que o indivíduo não consegue encontrar qualquer motivação, mesmo sabendo que determinada atividade é essencial.

    3. Apatia e falta de vontade de realizar atividades antes prazerosas

    Somado ao cansaço, vem também a falta de vontade de realizar atividades que anteriormente eram prazerosas, como encontrar com os amigos, ir ao cinema, conhecer lugares novos ou qualquer outra coisa que antes contagiava a pessoa.

    Ela se torna tão apática que nada nem ninguém consegue estimulá-la a praticar o seu hobby. Por isso, se você perceber que está se sentindo desanimado para fazer algo que antes via como legal, acenda o alerta, pois pode significar o início de uma depressão.

    4. Irritabilidade e agressividade

    As alterações no humor também são bastante perceptíveis, sendo que, dentre elas, a irritabilidade e a agressividade costumam ser as mais marcantes (além da tristeza profunda já mencionada, é claro).

    Aqui, o indivíduo pode ter ataques de raiva e fúria de forma repentina e sem uma causa aparente. Isto é, a irritabilidade pode aparecer de modo totalmente desproporcional à reação que a desencadeou.

    Convém mencionar, ainda, que esses ataques e mudanças de humor costumam vir acompanhados de gritos, choros, suor excessivo, tremores, entre outros sintomas físicos.

    5. Alterações no apetite e no sono

    Dormir muito ou pouco e ter bastante fome ou nenhuma também são sinais do início da depressão. É claro que esses, assim como os demais, podem ser sintomas de outros quadros, como transtorno de ansiedade e estresse.

    Entretanto, independente do que quer que seja, eles indicam que algo não vai bem com o seu corpo e com a sua mente e que, portanto, é necessário atenção.

    Sendo assim, se você apresentar alterações bruscas no apetite e no sono, atente-se!

    6. Dores no corpo

    Você já ouviu falar sobre a psicossomatização? Ela se refere ao processo em que as emoções e pensamentos se manifestam como sintomas físicos.

    Nesse sentido,...
  • Cantinho da Psicóloga: áudios dos nossos Blogposts

    7 critérios que você deve analisar na hora de escolher um psicólogo

    24/03/2026 | 6min
    Saber escolher um bom psicólogo é tarefa importantíssima para quem deseja iniciar um acompanhamento psicoterapêutico para tratar algum conflito interno ou, simplesmente, para se conhecer melhor e aprender a gerenciar as emoções.

    Afinal de contas, é esse profissional que vai te guiar na jornada do autoconhecimento, te ajudando a acessar traumas, lidar com emoções e pensamentos difíceis, modificar padrões de comportamento prejudiciais, etc. Ou seja, deve ser um especialista escolhido a partir de critérios, com o qual você se sinta confortável para se abrir.

    Para te ajudar nessa escolha, trouxemos, neste artigo, algumas dicas e critérios que você deve analisar durante essa seleção. Lembre-se de que estamos falando de alguém que vai acessar o seu interior. Portanto, deve ser bem escolhido.

    Continue acompanhando este conteúdo para saber mais!

    Critérios na hora de escolher um psicólogo: 7 indispensáveis

    A seguir, trouxemos 7 critérios para você verificar na hora de escolher o seu psicólogo:

    1. Credenciais

    O primeiro critério a se analisar é se o psicólogo possui as credenciais dos Conselhos Federal e Regional de Psicologia. Isso é indispensável para ter a certeza de que ele pode, de fato, atuar na área.

    Nesse sentido, solicite o CRP do profissional para que você tenha a certeza de que está contratando alguém realmente capacitado. E não tenha medo de fazer essa solicitação. Um profissional credível não se sentirá ofendido com isso, pelo contrário.

    2. Área de atuação e especialização

    Também vale a pena avaliar o perfil profissional do psicólogo para saber qual é a sua área de atuação e se ele é especialista no que você precisa.

    Por exemplo, se você está passando pela síndrome do pânico, faz mais sentido procurar um profissional com especialidade nesse transtorno.

    Além disso, ao olhar a especialização, você consegue perceber se trata-se de um profissional que investe em atualizações e capacitações constantes, algo importante para a área da psicologia.

    3. Abordagem

    Verifique também qual é a abordagem, isto é, a linha terapêutica utilizada pelo psicólogo. Isso é muito importante porque cada paciente e cada problema exige uma abordagem diferente a fim de que aquilo que se busca na terapia seja realmente alcançado.

    Saiba que, dentre as principais abordagens, se destacam:

    Psicologia comportamental: foca em solucionar a demanda atual do paciente sem se ater a questões do passado.

    Psicanálise: possibilita que o paciente tome consciência de seus pensamentos, comportamentos e traumas do passado que, até então, ocorrem de forma inconsciente.

    Gestalt: focada no "aqui e agora", traz o paciente sempre para o presente a fim de que ele se torne mais consciente das suas reações e das experiências momentâneas.

    Psicodrama: utiliza encenações teatrais em grupo para diagnosticar conflitos e tratar possíveis traumas.

    Apesar de todas as abordagens serem eficientes, cada uma é indicada para um quadro. Daí a necessidade de conferir qual é a linha terapêutica do psicólogo escolhido e se ela atenderá às suas demandas.

    4. Disponibilidade de agenda

    Um outro critério que também deve ser analisado é a compatibilidade de agenda, ou seja, se os horários oferecidos pelo profissional condizem com a sua disponibilidade.

    Geralmente, psicólogos que atendem online conseguem oferecer horários mais flexíveis aos pacientes, uma vez que não estão atrelados necessariamente à rotina comercial.

    Assim, para pessoas que levam um dia a dia corrido e não têm tempo para fazer a terapia presencial, a modalidade online se torna uma excelente possibilidade em razão da disponibilidade maior de horários que oferece – além do conforto e comodidade, é claro.

    5. Sensibilidade e empatia

    Nos primeiros contatos com o psicólogo, você precisa perceber se ele é sensível às suas demandas e paciente com você. Sim, você precisa sentir que está sendo compreendido para que consiga se abrir e alcançar os resultados da terapia.

    Além disso, a troca entre vocês deve ser empática, isto é, você deve conseg...
  • Cantinho da Psicóloga: áudios dos nossos Blogposts

    Psicologia das emoções: o que é, como funciona e benefícios!

    23/03/2026 | 7min
    Sentir é uma experiência intrínseca à condição humana. Alegria, medo, raiva e tristeza não surgem do nada: elas moldam a maneira como interpretamos o mundo, interagimos com as pessoas e reagimos aos desafios do dia a dia.

    Assim, entender essas manifestações emocionais é essencial para compreender o comportamento humano em sua complexidade.

    Ao longo deste artigo, analisaremos a psicologia das emoções, investigando os mecanismos que dão origem aos nossos sentimentos, a forma como são interpretadas pelo cérebro e expressos socialmente, bem como sua influência em diferentes contextos da vida.

    Continue a leitura!

    O que é a psicologia das emoções?

    A psicologia das emoções dedica-se ao estudo das experiências emocionais humanas, investigando como elas se originam, se manifestam, são reguladas e de que maneira afetam o comportamento e a estabilidade emocional.

    Esse domínio do conhecimento analisa os processos envolvidos na produção e no processamento das emoções, bem como sua influência sobre o pensamento, a motivação e as ações individuais.

    Sua relevância está no papel fundamental que as emoções exercem em quase todas as áreas da vida, orientando decisões, relações e respostas diante das situações cotidianas.

    Quais são as principais emoções humanas?

    As emoções humanas mais frequentes são:

    Raiva: ligada à frustração ou injustiça, que prepara o indivíduo para reagir

    Alegria: sensação de bem-estar e satisfação diante de experiências positivas

    Tristeza: resposta emocional a perdas ou decepções, favorecendo reflexão e recolhimento.

    Nojo: reação de repulsa que atua como proteção contra situações nocivas

    Medo: emoção associada à percepção de perigo, essencial para a sobrevivência

    Surpresa: resposta imediata a acontecimentos inesperados, podendo ser positiva ou negativa.

    Qual é a importância de saber gerenciar as suas emoções?

    A habilidade de gerenciar as emoções permite reconhecer sentimentos, compreender suas causas e evitar reações impulsivas, contribuindo para decisões mais conscientes e relacionamentos mais saudáveis.

    Convém mencionar que lidar com as próprias emoções está diretamente relacionado ao conceito de inteligência emocional, que envolve a capacidade de identificar, controlar e expressar emoções de maneira adequada. Pessoas emocionalmente inteligentes tendem a enfrentar desafios com mais resiliência, empatia e autocontrole.

    Além disso, o gerenciamento emocional favorece o bem-estar psicológico, reduz o estresse e melhora o desempenho pessoal, social e profissional, tornando-se uma habilidade essencial para a qualidade de vida e o desenvolvimento humano.

    Impactos das emoções na saúde mental

    As emoções exercem profunda influência sobre a saúde mental e a forma como os indivíduos pensam, agem e se relacionam. Afinal, como dissemos, elas orientam percepções, decisões e respostas diante das experiências vividas.

    No funcionamento cognitivo, as emoções afetam processos como atenção, aprendizagem e memória. Assim, estados emocionais positivos tendem a favorecer a assimilação de informações e a flexibilidade mental. Porém, quando não gerenciadas, as emoções podem desencadear:

    Estresse: estado de tensão emocional prolongado que gera cansaço mental e irritabilidade.

    Crises de ansiedade: resposta emocional intensa marcada por medo excessivo e perda de controle.

    Depressão: emoções persistentes de tristeza e desânimo que afetam a motivação e o interesse.

    Falta de concentração: emoções desreguladas dificultam o foco e a atenção nas tarefas.

    Dificuldade para tomada de decisão: odesequilíbrio emocional pode levar a escolhas impulsivas ou inadequadas.

    Como o psicólogo pode te ajudar a controlar suas emoções?

    O controle das emoções é objeto de estudo de algumas áreas, como a psicologia das emoções e as neurociências. Desse modo, em sessões de psicoterapia, o psicólogo pode te ajudar da seguinte forma:

    Avaliação do funcionamento emocional

    O primeiro passo consiste em compreender melhor a forma como você se comporta e lida com as suas emoções.

    P...

Mais podcasts de Ensino

Sobre Cantinho da Psicóloga: áudios dos nossos Blogposts

Os áudios dos conteúdos são gerados por IA - Inteligência Artificial a partir das centenas de textos e artigos elaborados por psicólogos.
Site de podcast

Ouça Cantinho da Psicóloga: áudios dos nossos Blogposts, Flow Podcast e muitos outros podcasts de todo o mundo com o aplicativo o radio.net

Obtenha o aplicativo gratuito radio.net

  • Guardar rádios e podcasts favoritos
  • Transmissão via Wi-Fi ou Bluetooth
  • Carplay & Android Audo compatìvel
  • E ainda mais funções
Informação legal
Aplicações
Social
v8.8.5| © 2007-2026 radio.de GmbH
Generated: 4/1/2026 - 10:00:39 AM