PodcastsEnsinoCantinho da Psicóloga: áudios dos nossos Blogposts

Cantinho da Psicóloga: áudios dos nossos Blogposts

Cantinho da Psicóloga
Cantinho da Psicóloga: áudios dos nossos Blogposts
Último episódio

244 episódios

  • Cantinho da Psicóloga: áudios dos nossos Blogposts

    Fome emocional: o que a vontade de comer pode indicar sobre a sua saúde mental?

    21/04/2026 | 7min
    Talvez você não saiba, mas a fome emocional é uma condição que precisa de atenção, pois, além de estar ligada a uma alimentação desregulada, ela também pode ter relação com certos transtornos alimentares.

    Assim, quando não nos alimentamos de forma consciente, isso pode ser um indicativo de que nossas emoções não estão sendo adequadamente processadas, o que nos leva ao ato de comer como uma espécie de alternativa para controlá-las ou lidar com elas.

    Neste artigo, abordaremos esse assunto e explicaremos que nem sempre comemos por necessidades físicas, mas, sim, motivados por nosso emocional. Continue a leitura para entender mais!

    O que é fome emocional?

    A fome emocional acontece nas circunstâncias em que nossos sentimentos nos induzem à necessidade de comer como resposta à condição emocional em que nos encontramos.

    Ou seja, o ato ou desejo de comer não acontece voluntariamente devido a necessidade física da pessoa e, sim, devido às suas emoções.

    Alguns gatilhos emocionais podem estimular esse comportamento, como ansiedade, estresse ou tristeza. Assim, a comida passa a ser utilizada como forma de conforto ou alívio emocional, podendo indicar dificuldades em lidar com certos sentimentos.

    Fome emocional é diferente de compulsão alimentar?

    Sim, a fome emocional é diferente da compulsão alimentar porque não ela é considerada um distúrbio (marcado pelos episódios persistentes de exagero no consumo de alimentos).

    Nesse sentido, na fome emocional, o indivíduo busca comer para conseguir lidar com suas emoções (positivas ou negativas), mas sem a perda total de controle, e apenas em momentos específicos, como em uma comemoração ou vivência de experiências ruins.

    Por outro lado, a compulsão alimentar é um distúrbio caracterizado pela prática de alimentar-se em um curto período de tempo e em grande quantidade. Em tais situações, a pessoa não consegue parar ou diminuir a quantidade daquilo que come, ou seja, ela não tem controle sobre seus atos alimentares.

    Quais são os sintomas da fome emocional?

    A fome emocional é marcada por diversos sintomas, com destaque para o aumento do apetite nos momentos em que a pessoa vive algum episódio emocional de estresse, ansiedade, raiva, tristeza ou até de alegria.

    Apesar disto, existem outros importantes sinais que precisam ser observados para saber se você está passando por episódios de fome emocional. Alguns exemplos comuns incluem:

    refeições mais frequentes e em maior número ao longo do dia;

    pensar na próxima refeição antes mesmo de terminar a atual;

    comer rápido demais;

    despertar durante a noite com fome;

    ficar enjoado ou com mal-estar depois de se alimentar;

    ter uma sensação de alívio ao fazer as refeições;

    entre outros.

    É importante estar atento aos comportamentos ou emoções exageradas que demonstrem os sintomas da fome emocional para, assim, buscar ajuda profissional o quanto antes.

    Como saber se a fome é física ou emocional?

    A diferença é bem simples! A fome física surge de forma natural, uma reação comum do organismo ao longo do dia. Para que ela apareça, não é necessário nenhum evento específico na vida da pessoa, ela simplesmente acontece.

    Ou seja, a fome física nasce espontaneamente e aumenta de forma gradativa.

    Já a fome emocional, por sua vez, é um desejo quase incontrolável no qual a pessoa não consegue pensar em outra coisa a não ser comer. Assim, não há a característica fisiológica; ela nasce repentinamente, mesmo que a pessoa esteja de estômago cheio.

    Ela surge como resposta a emoções, de modo que há um desejo urgente por certos alimentos reconfortantes, com o alívio temporário dessa vontade.

    Como controlar a fome emocional no dia a dia?

    Ao identificar os gatilhos que te levam à fome emocional, torna-se fundamental preveni-los, controlando as suas emoções. Isso ajudará a não tornar o hábito de alimentar como uma válvula de escape para lidar com os seus sentimentos.

    Por isso, separamos algumas dicas bem práticas que podem te ajudar a evitar a fome emocional. São as seguintes:

    1. Identif...
  • Cantinho da Psicóloga: áudios dos nossos Blogposts

    Como cuidar da saúde mental dos seus filhos?

    20/04/2026 | 7min
    Cuidar da saúde mental dos seus filhos é um dos principais bens que você pode oferecer a eles. Isso porque questões emocionais não tratadas na infância podem desencadear problemas sérios na fase adulta, como ansiedade, depressão e outros transtornos.

    Nesse cenário, vale destacar um número alarmante divulgado pela Organização Mundial da Saúde (OMS): 14% das crianças e adolescentes entre 10 e 19 anos possuem algum tipo de transtorno mental. Isso indica ainda mais a necessidade de nos atentarmos para eles.

    Por isso, neste artigo, trouxemos algumas dicas de como cuidar da saúde mental dos seus filhos como forma, inclusive, de prevenir o surgimento de diversas questões mentais e emocionais no futuro. Confira!

    Sinais de que algo não vai bem com as emoções do seu filho

    Como a capacidade de expressão das crianças é limitada, pois elas nem sempre conseguem processar e verbalizar o que de fato sentem, é preciso estar atento a todo e qualquer indício de que a saúde mental e emocional delas está afetada.

    Os sinais variam de pessoa para pessoa, mas, de forma geral, podemos elencar esses:

    Isolamento social

    Dificuldade para dormir ou sono excessivo

    Irritabilidade

    Baixa concentração

    Queda no rendimento escolar

    Mudanças drásticas no apetite

    Alterações profundas no humor

    Regressão no desenvolvimento

    Queixas frequentes de dores físicas

    Se alguns desses sintomas estiverem presentes com uma certa frequência na vida do seu filho, procure o quanto antes a ajuda de um profissional especialista em comportamentos infantis, como psicólogo infantil ou neuropediatra, por exemplo.

    Como preservar a saúde mental dos seus filhos?

    Não é preciso (e nem se deve) esperar o aparecimento de sintomas para se atentar para a saúde mental dos seus filhos. A prevenção é sempre o melhor e mais saudável caminho. Por isso, confira as dicas que trouxemos a seguir:

    1. Mantenha as crianças cientes sobre mudanças

    É essencial manter um diálogo constante, aberto e honesto com as crianças, especialmente sobre as mudanças que estão acontecendo na vida dela ou da família, como o retorno às aulas, a separação entre os pais, uma mudança de cidade ou de casa, etc.

    Tudo isso permite que elas não sejam surpreendidas e, assim, consigam se preparar emocionalmente para determinado acontecimento.

    2. Mostre que é seguro compartilhar sentimentos

    Além de encontrarem dificuldade para expressar suas emoções, as crianças podem guardá-las para si por não se sentirem seguras ou por terem medo da reação dos pais diante de algum relato ou sentimento. Entretanto, o peso dessa carga emocional não compartilhada apenas contribui para o isolamento social e o adoecimento mental.

    Sendo assim, encoraje o seu filho a se expressar, seja por meio da conversa, da escrita, de desenhos ou de qualquer outro recurso que o permita compartilhar aquilo que o incomoda e as suas demandas. Isso ajuda a minimizar a sobrecarga emocional e suas consequências.

    3. Mantenha uma rotina

    As crianças se sentem mais seguras quando têm uma rotina estável, como horários regulares para se alimentar, estudar e brincar. É claro que imprevistos acontecem, o que pode tirar a criança dessa rotina momentaneamente. No entanto, quanto mais constância houver no seu dia a dia, melhor.

    Vale dizer que essa prática é igualmente importante em períodos de transição, pois gera um senso de normalidade e, consequentemente, menos conflitos internos na criança.

    4. Invista em atividades em família

    Na correria do dia a dia, com as diversas demandas pessoais e profissionais, os programas em família acabam se tornando secundários, não é mesmo? Entretanto, é importantíssimo priorizá-los a fim de que o vínculo com o seu filho seja fortalecido.

    Assim, reservar um dia da semana para um passeio, uma brincadeira ou qualquer outra atividade com a criança é importante para que ela se sinta feliz e com mais confiança para se abrir com você sobre suas emoções.

    5. Valide os sentimentos da criança

    Muitas vezes o filho deixa de se abrir porque sente que os pais subesti...
  • Cantinho da Psicóloga: áudios dos nossos Blogposts

    Inteligência emocional: o que é, por que é importante e como desenvolver?

    18/04/2026 | 9min
    A inteligência emocional é uma habilidade fundamental para ajudar as pessoas a melhorarem suas vidas, pois consiste em conseguir autogerenciar as próprias emoções e comportamentos.

    Quando conseguimos controlar nossos sentimentos e impulsos, é possível dominar diversas sensações, tais como momentos de raiva, tristeza ou mesmo desânimo, refletindo positivamente em nosso desempenho pessoal e profissional.

    Por isso, a capacidade de agir com inteligência emocional é importante para que os indivíduos possam conviver de forma harmônica.

    Continue a leitura para saber mais a respeito dessa habilidade e como desenvolvê-la!

    O que é inteligência emocional?

    A inteligência emocional consiste na capacidade de um indivíduo de compreender e lidar com suas próprias emoções ou com as de outras pessoas, fazendo com que o relacionamento consigo e com o próximo flua melhor e de forma natural.

    Quando uma pessoa possui essa habilidade socioemocional, ela consegue passar pelos desafios da vida com mais sabedoria. Além disso, também consegue:

    manter a calma em momentos de crise, sem reações exageradas ou em estado de pânico;

    agir com base na razão, sem permitir que as emoções comandem suas escolhas;

    construir relacionamentos mais fortes e saudáveis, além de prezar pela empatia.

    Estas são algumas das principais características de um indivíduo emocionalmente saudável, que consegue gerenciar suas emoções e utilizá-las em benefício próprio.

    Por que você deve desenvolvê-la?

    Como dito, a inteligência emocional é uma habilidade essencial para qualquer pessoa, sobretudo porque ela proporciona benefícios na esfera pessoal e profissional de quem a possui.

    Assim, veja a seguir algumas das principais vantagens de ser emocionalmente saudável:

    Na vida pessoal

    Capacidade de entender e gerenciar as próprias emoções;

    Desenvolvimento do autocuidado;

    Redução dos níveis de estresse e ansiedade;

    Aumento da satisfação pessoal;

    Auxílio para tomar decisões mais assertivas;

    Reconhecimento de oportunidades e situações;

    Diminuição de desentendimentos e desgastes nos relacionamentos.

    Na vida profissional

    Há maior produtividade no desempenho das funções;

    Ampliação da capacidade de liderança;

    Desenvolvimento de boas relações no ambiente de trabalho e na equipe;

    Menores chances de surgimento da Síndrome de Burnout;

    Aumento da satisfação com o emprego;

    Valorização profissional;

    Discernimento para a resolução de problemas e situações estressantes.

    Portanto, a inteligência emocional promove a melhora da saúde mental e, ao ser desenvolvida, proporciona benefícios para a vida pessoal e profissional.

    Quais são os 5 pilares da inteligência emocional?

    O jornalista, psicólogo e escritor Daniel Goleman foi o responsável pela construção do conceito que dividiu a inteligência emocional em 5 pilares essenciais.

    Esses pilares ajudam os indivíduos a evitar alguns tipos de reações, tais como as compulsões (em comida, jogos ou compras) e o estresse acumulado (colapsos nervosos e doenças psicossomáticas).

    Abaixo, separamos cada um dos 5 pilares da inteligência emocional, os quais são primordiais para aprimorar essa habilidade:

    1. Autoconhecimento emocional

    Como o próprio nome indica, o autoconhecimento permite a identificação das emoções e sentimentos da própria pessoa, além de poder reconhecer a forma como os estímulos são recebidos.

    Por meio do autoconhecimento, pode-se perceber características como as seguintes:

    Quando e por que surgem determinadas oscilações de humor;

    Quais são os gatilhos emocionais referentes a certas emoções;

    Os motivos de comportamentos e ações;

    A identificação de conflitos emocionais a serem resolvidos, entre outros.

    A partir dessa consciência, conseguimos perceber o impacto das nossas emoções em nossas vidas e nas decisões que tomamos a partir delas.

    2. Controle das emoções

    Ter conhecimento das próprias emoções é um passo muito importante para conseguir trabalhá-las, especialmente naqueles momentos em que há intensa pressão. Isso inclui manter a calma em cenários de raiv...
  • Cantinho da Psicóloga: áudios dos nossos Blogposts

    O impacto emocional de viver sem previsibilidade

    16/04/2026 | 8min
    A previsibilidade é um dos pilares mais importantes para a sensação de segurança psicológica.

    Saber, ainda que parcialmente, o que esperar do dia, das relações e do futuro ajuda a mente a organizar pensamentos, emoções e comportamentos.

    Quando essa previsibilidade se rompe de forma constante, o impacto emocional pode ser profundo.

    Viver sem previsibilidade não significa apenas lidar com mudanças ocasionais, mas estar inserido em um contexto onde tudo parece incerto: trabalho instável, relações imprevisíveis, dificuldades financeiras, crises recorrentes ou falta de estrutura no cotidiano.

    Nesse cenário, a mente passa a operar em um estado contínuo de adaptação e alerta.

    Com o tempo, essa instabilidade pode afetar o humor, a autoestima, a capacidade de tomar decisões e até a saúde física.

    A ausência de uma base minimamente estável não apenas gera desconforto — ela altera a forma como o cérebro interpreta o mundo e reage a ele.

    Neste texto, vamos entender como a falta de previsibilidade impacta emocionalmente, quais são suas consequências psicológicas e por que ela pode estar associada ao desenvolvimento de alguns transtornos mentais.

    A necessidade psicológica de segurança e estabilidade

    O ser humano não precisa de controle absoluto sobre a vida, mas precisa de algum nível de previsibilidade para se sentir seguro.

    Rotinas, padrões e referências ajudam o cérebro a economizar energia e a reduzir a necessidade de vigilância constante.

    Quando existe um mínimo de estabilidade, a mente consegue relaxar entre os desafios. Isso permite que a pessoa experimente descanso, prazer, criatividade e conexão com o presente.

    Por outro lado, quando o ambiente é imprevisível, o cérebro passa a funcionar em modo de alerta.

    Ele tenta antecipar possíveis problemas, identificar riscos e se preparar para cenários negativos. Essa tentativa constante de adaptação consome energia mental e emocional.

    A longo prazo, essa dinâmica pode gerar sensação de instabilidade interna, mesmo quando não há uma ameaça imediata.

    A pessoa pode sentir que nunca pode relaxar completamente, pois algo inesperado pode acontecer a qualquer momento.

    O estado de alerta constante e o desgaste emocional

    Viver sem previsibilidade frequentemente leva a um estado de alerta contínuo.

    O organismo se mantém preparado para reagir, como se estivesse sempre diante de um possível problema.

    Esse funcionamento pode gerar:

    Ansiedade persistente

    Dificuldade de relaxar

    Irritabilidade frequente

    Sensação de tensão constante e estresse

    Pensamentos acelerados e antecipatórios

    A mente começa a operar tentando prever o imprevisível.

    Pequenas situações podem ser interpretadas como sinais de algo maior, o que aumenta a sensação de insegurança.

    Com o tempo, esse estado se torna exaustivo. A pessoa pode sentir cansaço mental mesmo sem realizar atividades intensas.

    O descanso deixa de ser restaurador, pois o cérebro continua ativo, monitorando possíveis riscos.

    Além disso, o prazer tende a diminuir.

    Quando o foco está na sobrevivência emocional, há menos espaço para experiências de leveza ou satisfação.

    Impactos na autoestima e na capacidade de tomar decisões

    A falta de previsibilidade também afeta a forma como a pessoa se percebe.

    Em contextos instáveis, é comum surgir a sensação de perda de controle sobre a própria vida.

    Isso pode gerar insegurança, dúvidas constantes e dificuldade de confiar nas próprias escolhas.

    Quando o ambiente muda o tempo todo, decisões parecem mais arriscadas, já que os resultados são imprevisíveis.

    A pessoa pode começar a evitar decisões importantes por medo de errar ou de enfrentar consequências inesperadas.

    Em outros casos, pode tentar controlar excessivamente pequenos aspectos da rotina como forma de compensar a instabilidade externa.

    A autoestima também pode ser afetada.

    A sensação de não conseguir "organizar a própria vida" ou de não alcançar estabilidade pode gerar autocrítica, mesmo quando as circunstâncias estão fora do controle individual.

    Relação entre imprevisibilida...
  • Cantinho da Psicóloga: áudios dos nossos Blogposts

    Quais são os principais tipos de ansiedade? [CONHEÇA]

    14/04/2026 | 7min
    Não é novidade alguma que estamos em uma era com números alarmantes de pessoas ansiosas em todo o mundo, não é mesmo? Por isso mesmo, torna-se essencial conhecer quais são os tipos de ansiedade mais comuns.

    Neste artigo, separamos algumas informações úteis para que você consiga compreender melhor o tema e saber quando é o momento de procurar ajuda. Boa leitura!

    O que é ansiedade?

    A ansiedade é uma reação natural do ser humano que está relacionada à preocupação antecipada com alguma situação que está para ocorrer.

    Seja com relação ao trabalho, a mudanças na rotina ou quaisquer outras circunstâncias do cotidiano.

    No entanto, quando essa questão de saúde psicológica faz a pessoa sentir preocupação excessiva, angústia, irritabilidade e demais sintomas.

    6 principais tipos de ansiedade

    Conforme explicamos acima, diferentemente da ansiedade comum que as pessoas podem sentir uma vez ou outra, o transtorno de ansiedade geralmente é caracterizado por crises de ansiedade extrema e que podem variar de acordo com cada paciente.

    Abaixo listamos alguns dos principais tipos de ansiedade para que você possa se atentar e identificar de forma mais precoce. Confira:

    1. Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG)

    Este é um dos tipos mais comuns de transtornos de ansiedade, sendo que indivíduos com esta condição tendem a sentir a todo momento uma preocupação extrema, ainda que até então não exista qualquer justificativa para ficar assim.

    Pode-se afirmar que o paciente com Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG) sente uma tensão exagerada em relação às situações de sua vida e, no geral, ela é desenvolvida em pessoas que já têm alguma outra condição, a exemplo da depressão ou de alguma fobia.

    2. Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC)

    Em situações de Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC), existem padrões de ansiedade ao mesmo tempo em que há ideias obsessivas e/ou comportamentos repetitivos, os quais acontecem independentemente da vontade da pessoa.

    Vale dizer que esses comportamentos acontecem de forma intrusiva, fazendo com que o paciente busque amenizar a ansiedade quando os pratica. Contudo, é preciso lembrar que esse alívio é temporário.

    3. Transtorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT)

    Nos casos de Transtorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT), como o próprio nome sugere, o indivíduo tende a ter problemas com ansiedade intensa depois de passar por experiências traumáticas, a exemplo de acidentes, desastres ou violência.

    Essa condição de saúde mental provoca picos de estresse que podem aumentar bastante a ansiedade, já que a pessoa inevitavelmente revive as memórias negativas do trauma, o que a leva a tentar evitá-las ao máximo.

    4. Transtorno do Pânico

    Nesta modalidade de transtorno, as crises de ansiedade acontecem repentinamente, deixando a pessoa em estado de verdadeiro terror, ou seja, com quadro de pânico e medo extremo acompanhados de alguns sintomas físicos, tais como falta de ar e palpitação.

    Uma vez que surge de forma inesperada, o indivíduo com transtorno do pânico enfrenta um momento de mal-estar com reações que ficam fora de seu controle, deixando-o totalmente desconfortável e em pânico.

    5. Transtorno de Ansiedade Social (TAS)

    Aqui há um tipo de ansiedade intensa que a pessoa sente ao imaginar que terá um julgamento ou avaliação negativa de outras pessoas em situações sociais. É importante destacar que a ansiedade é tanta que elas podem até evitar qualquer contato social.

    Este transtorno possui características incapacitantes e limitantes, pois os pacientes comumente passam a ficar cada vez mais retraídos devido a essa ansiedade irracional de interagir socialmente.

    6. Agorafobia

    Trata-se de um transtorno de ansiedade em que o paciente tem um medo intenso de estar em uma situação ou um lugar que seja difícil de escapar ou de pedir ajuda caso necessite, por exemplo, caso ele esteja passando por uma crise de pânico.

    Comumente, essa ansiedade extrema acontece em situações normais do cotidiano, quando o indivíduo precisa realizar algumas a...

Mais podcasts de Ensino

Sobre Cantinho da Psicóloga: áudios dos nossos Blogposts

Os áudios dos conteúdos são gerados por IA - Inteligência Artificial a partir das centenas de textos e artigos elaborados por psicólogos.
Site de podcast

Ouça Cantinho da Psicóloga: áudios dos nossos Blogposts, 6 Minute English e muitos outros podcasts de todo o mundo com o aplicativo o radio.net

Obtenha o aplicativo gratuito radio.net

  • Guardar rádios e podcasts favoritos
  • Transmissão via Wi-Fi ou Bluetooth
  • Carplay & Android Audo compatìvel
  • E ainda mais funções
Informação legal
Aplicações
Social
v8.8.11| © 2007-2026 radio.de GmbH
Generated: 4/22/2026 - 3:59:24 PM