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    Crise nervosa: o que é, sinais e como agir?

    10/03/2026 | 7min
    A rotina acelerada, as cobranças constantes e os desafios emocionais do dia a dia podem nos levar ao limite. Assim, quando as emoções se acumulam e não encontram espaço para serem elaboradas, o corpo e a mente podem experienciar uma crise nervosa.

    Embora esse tipo de situação seja mais comum do que se imagina, ela não precisa ser encarada como algo sem solução. Com estratégias adequadas, como o desenvolvimento do autoconhecimento e da inteligência emocional, é possível reduzir a intensidade dessas crises e até preveni-las.

    Neste artigo, você vai entender melhor o que caracteriza uma crise nervosa, quais são os principais sintomas e como fortalecer o controle emocional para lidar com momentos de maior pressão. Continue a leitura!

    O que é uma crise nervosa?

    De modo geral, a crise nervosa acontece quando a mente entra em um estado de sobrecarga, perdendo temporariamente a capacidade de lidar com estímulos e emoções. Nessa fase, o sofrimento pode se manifestar tanto no campo psicológico quanto no físico, afetando diretamente o bem-estar da pessoa.

    Vale destacar que esse episódio não configura uma doença em si. Ele funciona como um sinal de alerta do próprio corpo, indicando que as emoções ultrapassaram o que é possível suportar naquele momento.

    Por isso, é comum que a crise apareça após longos períodos de estresse intenso, ansiedade constante ou situações marcadas pelo medo.

    Quais são os sintomas de uma crise nervosa?

    Identificar os sinais de uma crise nervosa é essencial, tanto para quem está vivenciando esse momento quanto para as pessoas ao redor. Quanto mais cedo percebidos, maiores são as chances de intervir e reduzir os impactos emocionais e físicos.

    A seguir, separamos os principais sintomas associados à crise nervosa:

    Sintomas emocionais e comportamentais

    Afastamento social

    Dificuldade de atenção

    Perda de interesse

    Oscilações emocionais intensas

    Sintomas físicos da crise nervosa

    Cansaço excessivo

    Dores de cabeça

    Tonturas

    Tensão muscular

    Alterações cardíacas

    Sudorese

    Desconfortos gastrointestinais

    Distúrbios do sono

    O que pode levar a uma crise nervosa?

    De modo geral, a crise nervosa tem relação direta com conflitos internos que afetam a saúde mental. Ela surge como um sinal claro de que algo está em desequilíbrio no funcionamento emocional e psicológico, indicando que a mente está sobrecarregada ou em sofrimento.

    Entre os indícios mais comuns de que uma crise pode estar se aproximando estão a sensação constante de inquietação, o aumento da irritabilidade, a tendência ao isolamento social, dificuldades frequentes para dormir, alterações no apetite e até a falta de cuidado com tarefas simples do dia a dia.

    Como agir diante de uma crise nervosa?

    1. Afaste-se do que está te sobrecarregando

    Sempre que possível, interrompa o contato com a situação ou o ambiente que desencadeou a crise. Reduzir estímulos é essencial nesse momento, pois barulho, luz intensa ou conflitos podem intensificar o descontrole emocional.

    2. Busque um local calmo e seguro

    Procure um espaço onde você se sinta minimamente protegido e confortável. Pode ser um cômodo mais isolado, um banheiro, um carro ou até um ambiente externo tranquilo. Estar em um local seguro facilita o processo de desaceleração e recuperação do equilíbrio.

    3. Controle a respiração de forma consciente

    A respiração ajuda a regular o corpo e a mente durante a crise. Uma técnica simples é apostar em técnicas de respiração, como a respiração diafragmática, que promove inspirações profundas e controladas.

    Esse tipo de respiração ativa o sistema nervoso parassimpático, que é responsável pelo relaxamento, reduzindo a frequência cardíaca, a tensão muscular e a sensação de sufocamento.

    4. Concentre-se no momento presente

    Quando os pensamentos estão acelerados, é importante reconectar-se com o agora. Utilize a técnica dos cinco sentidos: observe o que está ao seu redor, perceba texturas, sons, cheiros e sensações físicas. Esse exercício ajuda a quebrar o ciclo de pensamentos negativos.

    5. Evite ...
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    Privacidade e segurança: como isso é garantido na terapia online

    09/03/2026 | 7min
    O atendimento psicológico realizado por meio da internet tem se tornado cada vez mais comum, o que desperta, em alguns pacientes, questionamentos importantes sobre privacidade e proteção das informações trocadas durante as sessões.

    Quando falamos de relatos íntimos e experiências pessoais, é compreensível que surja a preocupação de como esses dados estão sendo armazenados e se mais alguém tem acesso a eles.

    Por isso, ao longo deste conteúdo, vamos explicar de que forma a psicoterapia online preserva a segurança e o sigilo dos atendimentos, apresentando os cuidados e recursos utilizados pelos profissionais para resguardar seus pacientes. Continue a leitura!

    Vale a pena fazer terapia online?

    Sim, a terapia online vale a pena, sobretudo porque consiste no mesmo processo do que a terapia presencial, com a diferença de que paciente e psicólogo se encontram em espaços diferentes.

    Para que fique mais claro, a seguir, separamos algumas vantagens da terapia online:

    Flexibilidade de horários: Permite adaptar as sessões à rotina do paciente, facilitando a conciliação com trabalho, estudos e outros compromissos.

    Comodidade e conforto: O atendimento pode ser realizado de qualquer lugar, em um ambiente familiar, o que contribui para maior sensação de segurança e acolhimento.

    Economia de tempo: Elimina deslocamentos, reduz atrasos e otimiza o tempo dedicado ao cuidado com a saúde mental.

    Maior acessibilidade: Possibilita o atendimento de pessoas que moram em outras cidades, têm mobilidade reduzida ou dificuldade de acesso a serviços presenciais.

    Maior adesão ao tratamento: A praticidade do formato online favorece a continuidade das sessões e diminui faltas, fortalecendo a constância do processo terapêutico.

    Facilidade para se expressar: Para muitas pessoas, o ambiente virtual ajuda a reduzir inibições, tornando mais fácil falar sobre emoções, pensamentos e experiências delicadas.

    Continuidade do cuidado: Mesmo em viagens, mudanças de cidade ou imprevistos, o acompanhamento psicológico pode ser preservado.

    O que o Conselho Federal de Psicologia diz sobre a terapia online?

    O Conselho Federal de Psicologia instituiu a Resolução CFP nº 11/2018, que passou a regulamentar os atendimentos psicológicos realizados por meios digitais.

    A resolução entrou em vigor desde 10 de novembro de 2018 e ampliou as possibilidades de prestação de serviços mediados por tecnologias da informação e comunicação – sem abrir mão das exigências éticas e técnicas da profissão, além de manter a obrigatoriedade de cadastro e vinculação do profissional ao seu Conselho Regional.

    De acordo com o CFP, o atendimento psicológico online pode ocorrer em diferentes formatos, desde que as tecnologias empregadas estejam fundamentadas na ciência psicológica, na legislação vigente e nos princípios éticos da profissão.

    Então, cabe ao profissional assegurar e registrar que os métodos utilizados são tecnicamente adequados, metodologicamente coerentes e eticamente responsáveis.

    Mas, afinal, como a minha privacidade e segurança são garantidas na terapia online?

    Quando a questão é segurança e privacidade na terapia online, você pode ficar tranquilo. Não há razões para acreditar que seus dados pessoais serão vazados.

    Os atendimentos são realizados por profissionais qualificados, com formação específica e comprometidos com o código de ética da Psicologia, que orienta a atuação responsável, o sigilo absoluto e o respeito à pessoa atendida.

    Além disso, a segurança também faz parte das políticas de privacidade das plataformas utilizadas. Essas contam com autorização dos Conselhos Federal e Regionais de Psicologia e adotam protocolos e certificações de proteção de dados, garantindo a confidencialidade das informações trocadas no ambiente digital.

    Em caso de dúvidas, buscar esclarecimentos é sempre o recomendado. Sentir-se seguro e confortável com o espaço, seja online ou presencial, é primordial para que o processo terapêutico aconteça de forma eficaz.

    Como garantir que a minha consulta seja sem...
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    Carência afetiva: o que é, sinais e como tratar!

    07/03/2026 | 7min
    É comum ouvirmos relatos de pessoas que permanecem em relacionamentos falidos por medo da solidão ou da perda afetiva.

    Em alguns casos, a carência se manifesta de forma inversa: o próprio indivíduo passa a agir de maneira abusiva. Então, ligações constantes, crises de ciúmes, chantagem emocional e tentativas de controle sobre a vida do outro são comportamentos frequentes nesse contexto e revelam uma relação pouco saudável.

    Mas como lidar com a carência afetiva e romper esse ciclo? É isso que vamos explicar a seguir. Continue a leitura para entender melhor!

    O que é carência afetiva?

    A carência afetiva é uma questão emocional complexa e, por vezes, difícil de lidar.

    Pessoas emocionalmente carentes normalmente não conseguem suprir sua necessidade de afeto de forma saudável. Assim, acabam entrando em um ciclo contínuo de dependência emocional, buscando atenção e validação até mesmo em relações prejudiciais.

    Quando vivida de forma excessiva, a carência pode se tornar perigosa. O indivíduo pode tolerar desrespeito e comportamentos abusivos apenas para sentir-se parte. Por isso, mesmo reconhecendo racionalmente que aquele tratamento não é adequado, cria justificativas para minimizar ou explicar as atitudes agressivas do outro.

    Quais são os sinais da carência afetiva?

    A carência afetiva pode se manifestar de diversas formas no dia a dia, muitas vezes de maneira sutil. Alguns sinais comuns incluem:

    Tendência a anular as próprias vontades para agradar os outros;

    Angústia intensa diante da possibilidade de solidão ou rejeição;

    Comportamentos possessivos e vigilância constante do parceiro;

    Autoimagem fragilizada e sensação frequente de não ser suficiente;

    Busca contínua por provas de amor, atenção ou validação;

    Centralização da própria vida nas escolhas, rotinas e interesses do outro;

    Dificuldade em manter identidade, autonomia e interesses pessoais;

    Convicção de que a felicidade depende exclusivamente do relacionamento;

    Incapacidade de tomar decisões sem a validação do parceiro;

    Interpretação exagerada de gestos ou palavras como sinais de afastamento;

    Estado constante de dúvida e desconfiança;

    Reações emocionais intensas e pouco controladas;

    Forte apego emocional, com dificuldade de estabelecer limites saudáveis.

    O que causa a carência afetiva?

    A carência afetiva costuma ter origem em experiências emocionais mal elaboradas ao longo da vida. Então, a ausência de vínculos seguros, acolhimento constante ou demonstrações de afeto pode comprometer a forma como o indivíduo aprende a se relacionar consigo mesmo e com os outros.

    Na vida adulta, essa lacuna emocional pode se traduzir em uma busca intensa por validação externa. Por isso, a pessoa passa a procurar amor em qualquer contexto, tem dificuldade para reconhecer demonstrações genuínas de afeto e, muitas vezes, não sabe expressar sentimentos de maneira equilibrada.

    Esse comportamento ansioso e excessivamente dependente tende a sobrecarregar os parceiros, contribuindo para o afastamento e o término das relações.

    Rupturas afetivas marcantes, como o fim repentino de um relacionamento longo, e episódios de traição, podem despertar ou intensificar a carência emocional. Então, nessas situações, o medo da solidão e da rejeição pode dificultar a construção de novos vínculos saudáveis.

    Como prevenir a carência afetiva nos relacionamentos?

    Antes de buscar acolhimento, validação ou pertencimento no outro, é necessário desenvolver uma base emocional sólida consigo mesmo.

    Pessoas emocionalmente seguras não se submetem a vínculos desequilibrados nem condicionam sua felicidade à atenção alheia. Por isso, esse processo de fortalecimento interno exige reflexão e mudança de postura. A seguir, alguns caminhos possíveis.

    1. Desenvolva uma relação consigo mesmo

    A qualidade dos vínculos externos reflete a forma como o indivíduo se enxerga. Quando a autoestima é fragilizada, torna-se comum ignorar virtudes, enfatizar falhas e assumir constantemente o papel de vítima das circunstâncias.

    Esse olhar distorcido s...
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    Vida performática e os impactos psicológicos

    05/03/2026 | 8min
    Vivemos em um tempo em que ser não parece mais suficiente. É preciso mostrar, comprovar, performar.

    A vida contemporânea, atravessada pelas redes sociais, pela lógica da produtividade e pela exposição constante, estimula a construção de uma imagem eficiente, interessante e bem-sucedida o tempo todo.

    Nesse cenário, muitas pessoas passam a viver como se estivessem permanentemente em um palco, ajustando comportamentos, emoções e discursos para atender expectativas externas.

    Essa forma de viver, que podemos chamar de vida performática, não se limita ao ambiente digital.

    Ela se estende às relações afetivas, ao trabalho, à família e até aos momentos de lazer.

    Logo, a performance deixa de ser algo pontual e passa a organizar a identidade.

    O problema é que sustentar essa encenação contínua tem um custo psíquico significativo, impactando diretamente a saúde mental.

    O que é vida performática do ponto de vista psicológico

    Do ponto de vista psicológico, a vida performática é marcada pela necessidade constante de validação externa.

    O indivíduo passa a orientar suas ações não a partir do que sente ou deseja, mas da forma como será visto, avaliado e reconhecido pelos outros.

    A pergunta central deixa de ser "o que faz sentido para mim?" e passa a ser "como isso será percebido?".

    Essa dinâmica não significa, necessariamente, falsidade consciente. Muitas vezes, a performance é tão internalizada que a pessoa acredita estar sendo autêntica, quando na verdade está apenas reproduzindo expectativas sociais.

    A identidade vai sendo moldada para agradar, impressionar ou evitar rejeição.

    Assim sendo, a vida performática se sustenta em comparações constantes e em padrões idealizados, tornando o valor pessoal algo instável, dependente da resposta do outro.

    As origens da performance constante

    A tendência à performance não surge apenas com as redes sociais, embora elas a intensifiquem.

    Desde cedo, muitos aprendem que amor, aceitação e reconhecimento estão condicionados ao desempenho.

    Boas notas, bom comportamento, sucesso profissional e adequação social funcionam como critérios de valor.

    Ao longo do tempo, essa lógica pode se consolidar internamente. A pessoa passa a acreditar que precisa "entregar" algo para merecer afeto, respeito ou pertencimento.

    O erro, a dúvida e a vulnerabilidade passam a ser vistos como ameaças à imagem construída.

    Culturalmente, vivemos em um contexto que glorifica a alta performance.

    Logo, estar ocupado, produtivo e sempre em evolução se torna quase uma obrigação moral.

    Nesse ambiente, descansar, falhar ou simplesmente ser comum pode gerar culpa e vergonha.

    A relação entre vida performática e identidade

    Quando a performance ocupa um lugar central, a identidade se torna frágil.

    Em vez de uma experiência interna relativamente estável, o senso de quem se é passa a depender de feedbacks externos.

    Curtidas, elogios, promoções ou reconhecimento funcionam como reguladores emocionais.

    Isso cria uma relação instrumental consigo mesmo. O sujeito se observa o tempo todo, avaliando se está sendo interessante, competente ou adequado o suficiente.

    Essa auto-observação excessiva dificulta o contato espontâneo com emoções e desejos, empobrecendo a experiência subjetiva.

    Com o tempo, pode surgir uma sensação de vazio ou de desconexão como se a vida estivesse sendo vivida para os outros, e não para si.

    Os impactos emocionais da vida em constante performance

    Antes de detalhar esses impactos, é importante destacar que eles nem sempre aparecem de forma clara ou imediata.

    Muitas pessoas vivem anos em alta performance antes de perceber os efeitos emocionais desse modo de funcionamento.

    A seguir, exploramos alguns dos principais impactos psicológicos.

    Ansiedade e medo constante de falhar

    A vida performática é sustentada pelo medo. Medo de errar, de decepcionar, de perder valor.

    Como o reconhecimento é instável, a ansiedade se torna uma companheira frequente.

    Qualquer sinal de crítica ou rejeição pode ser vivido como ameaça à identidade.

    Essa ansiedade...
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    Criança com TDAH: estratégias e enfrentamento para lidar

    02/03/2026 | 7min
    O Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade, conhecido como TDAH, é uma condição neuropsiquiátrica que afeta crianças em todo o mundo. O TDAH atinge a concentração, deixando a criança mais impulsiva e hiperativa, o que impacta no desempenho, seja na escola ou em casa.

    As crianças com TDAH tendem a ter dificuldades de gerenciar suas emoções, comportamentos e atenção, no entanto, com o tratamento correto, os sintomas podem ser controlados, o que permite um desempenho positivo e equilibrado.

    Neste artigo, selecionamos estratégias eficazes para lidar com o TDAH, proporcionando à criança relacionamentos sólidos e mais qualidade de vida. Continue a leitura e entenda mais sobre o assunto!

    10 dicas para lidar com uma criança com TDAH

    1. Estabeleça uma rotina

    Uma rotina bem estruturada tende a diminuir a distração de uma criança com TDAH. Assim, planejar um cronograma com horários específicos para cada atividade, como lazer, atividades escolares e tarefas domésticas pode contribuir para o foco e organização.

    Uma boa estratégia é utilizar artefatos visuais, como calendários de parede, para incentivar a criança a manter a consistência. Desse modo, ela saberá o que esperar das próximas atividades e a transição ocorre de forma mais tranquila.

    Vale dizer que crianças com TDAH têm dificuldades em se adaptar a mudanças e progridem melhor quando sabem o que esperar.

    2. Divida grandes tarefas em partes menores

    As crianças com TDAH podem se sentir sobrecarregadas quando se deparam com grandes tarefas, mesmo que sejam facilmente administráveis por nós. Então, uma boa dica para mantê-las engajadas é subdividir as atividades em pequenas partes.

    Por exemplo, em vez de pedir para ela "arrumar o quarto", comece pedindo para "organizar os brinquedos"; depois "dobrar as roupas"; e assim por diante. Uma atividade por vez tende a não gerar na criança a sensação de sobrecarga e desvio de foco.

    Na escola vale a mesma lógica: dividir as tarefas em etapas menores contribui para que elas se concentrem em uma atividade por vez e sintam-se realizadas à medida que concluem cada uma.

    3. Crie um ambiente de estudo sem distrações

    Um local para estudo livre de distrações visuais e auditivas faz toda a diferença para uma criança com TDAH. Portanto, certifique-se que o ambiente de estudo seja organizado e sem objetos que possam tirar a atenção dela.

    Além disso, mantenha o material escolar organizado e disponível próximo a ela e limite o uso de dispositivos eletrônicos durante o tempo de estudo, pois isso ajuda a manter a atenção na atividade que precisa ser executada.

    Mas, importante: estabeleça pequenas pausas! Pausas curtas ajudam a criança a manter o foco e os níveis de energia após sessões de estudo.

    4. Incentive o reforço positivo

    O reforço positivo pode ser uma ótima ferramenta de estímulo e engajamento. Assim, isso significa recompensar a criança por concluir tarefas, manter o foco e cumprir as regras. As recompensas podem ser desde elogios a pequenos "brindes".

    Saiba que o feedback positivo melhora consideravelmente a autoestima. Sim, elogiar uma criança quando ela faz algo certo é muito importante para que elas saibam que são amadas.

    Assim, combinado com paciência e acompanhamento contínuo, o reforço positivo cria um ambiente seguro e motivador para o desenvolvimento da criança.

    5. Estimule a atividade física

    Crianças com TDAH normalmente dispõem de muita energia. Logo, a atividade física ajuda a manter o foco e dispersar essa energia acumulada.

    Atividades ao ar livre como correr, andar de bicicleta, jogar futebol ou praticar algum outro esport, podem ser ótimas opções para controlar a energia.

    Outras opções como yoga e artes marciais ajudam no foco e concentração, incentivando a criança no relaxamento e na disciplina.

    6. Mantenha uma comunicação aberta com os professores

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