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Cantinho da Psicóloga: áudios dos nossos Blogposts

Cantinho da Psicóloga
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    Qual é o melhor dia para fazer terapia?

    28/04/2026 | 6min
    Sair da inércia e marcar uma sessão de terapia pode gerar muitas dúvidas em quem está passando por um processo de mudanças e/ou conflitos internos. Assim, nesse cenário, uma das dúvidas muito comuns é sobre o melhor dia para fazer terapia.

    Sim, muitos pacientes se perguntam se há um dia mais adequado para fazer a terapia, seja em razão da maior disponibilidade dos psicólogos, seja por causa do melhor aproveitamento das sessões no dia a dia.

    Pensando em solucionar esta dúvida, preparamos este post! Continue a leitura para descobrir qual é o melhor dia para fazer terapia e os sinais de que é hora de se cuidar!

    Quando nos sentimos pior durante a semana?

    Geralmente, a maioria das pessoas tende a se sentir pior emocionalmente no início da semana. Há uma crença popular de que a segunda-feira é o pior dia, especialmente pelo retorno às atividades após o final de semana. Quem nunca ouviu falar na depressão do domingo?

    Entretanto, segundo algumas pesquisas, a terça-feira é o dia mais depressivo da semana. Pelo menos este foi o levantamento da London School of Economics, divulgado no Daily Mail. Isso porque, na terça, as pessoas já iniciaram o trabalho da semana, mas ainda estão longe da folga do final de semana, o que pode despertar uma sensação ruim.

    Já segundo um estudo da Universidade de Sidney, divulgado pela Marie Claire, a quarta-feira que é considerada como o dia mais depressivo.

    No final das contas, o que se percebe é que cada pessoa pode ter um dia pior a depender de diversos fatores. Ou seja, apesar de haver um senso comum sobre o início da semana ser mais depressivo, nos sentir bem ou mal tem mais a ver com uma questão interna.

    Existe um melhor dia para fazer terapia?

    De forma geral, o melhor dia para fazer terapia é aquele no qual você se sente mais instável e cansado emocionalmente, pois as sessões podem te ajudar a dar um respiro nas turbulências do dia a dia e te auxiliarem a seguir bem nos dias seguintes.

    Então, partindo do princípio que a maioria das pessoas costuma se sentir pior no início da semana, então esses são os melhores dias para o acompanhamento psicológico. Inclusive, pesquisas já comprovaram que a busca por terapia triplica às segundas-feiras.

    Além disso, a terapia no início da semana ajuda o paciente a organizar melhor os seus pensamentos e a se preparar para a jornada que está por vir.

    Entretanto, o que funciona melhor para os outros não significa que é melhor para você. Nesse sentido, para saber qual é o melhor dia para fazer terapia no seu caso, o ideal é levar em consideração alguns aspectos, como:

    O encaixe da terapia na sua rotina, isto é, qual dia da semana você consegue ajustar as sessões à sua programação;

    Em qual dia você costuma se sentir mais vulnerável, triste e/ou solitário;

    A partir desses pontos, torna-se possível escolher o melhor dia para você fazer a sua terapia!

    5 sinais de que é hora de começar a psicoterapia

    Mais do que saber qual é o melhor dia para fazer terapia, o mais importante é conseguir reconhecer o momento de buscar ajuda. Isto é, estar atento a alguns sinais que podem indicar a necessidade de uma atenção especial com a sua saúde mental. Os principais são:

    1. Estresse constante

    Se o estresse está predominando na sua vida e os seus efeitos negativos estão manifestando-se de diferentes formas, como dores de cabeça, cansaço, exaustão mental, problemas digestivos e dores musculares, por exemplo, é hora de ligar o alerta!

    Muitas vezes você nem sequer consegue identificar o que está causando esse estado. Entretanto, ao compartilhar a sua vida com o psicólogo, esse poderá ajudar não apenas na identificação dos males, como também a criar estratégias para lidar com eles.

    2. Desânimo e falta de vontade de iniciar o dia

    É normal ficar sem ânimo para encarar o dia de vez em quando. Esse é um efeito colateral comum do cansaço e da rotina exaustiva que vivemos.

    No entanto, é preciso se atentar para quando o desânimo e o pessimismo se instalam de tal forma que impedem o indivíduo de faze...
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    7 dicas para se sentir mais confiante na vida

    27/04/2026 | 7min
    Trabalhar a autoconfiança é um dos primeiros caminhos para quem deseja crescer na vida, seja no campo pessoal ou profissional. Afinal de contas, sem confiança e segurança em si mesmo é impossível sair da zona de conforto, se arriscar em novos desafios e se esforçar para alcançar o seu propósito de vida.

    Isso sem falar que se sentir mais confiante na vida traz mais vigor, disposição e pensamentos otimistas, o que, automaticamente, contribui como um todo para a saúde mental e o bem-estar geral.

    Por isso, se você acha que falta confiança na sua vida, então continue lendo este post para descobrir algumas dicas e estratégias eficientes quando o assunto é se tornar um indivíduo mais confiante. Boa leitura!

    O que pode estar atrapalhando a sua autoconfiança?

    Antes de falarmos sobre algumas formas de se sentir mais confiante, trouxemos alguns dos motivos que podem estar te impedindo de alcançar esse feito. Ter esse conhecimento é importante para que seja possível rever os pontos das suas ações, condutas, pensamentos e personalidade que precisam ser modificados.

    Diante disso, as principais barreiras à autoconfiança são:

    Expectativas excessivas: pessoas que esperam demais, seja de si mesmas ou dos outros, tendem a se sentir frustradas com mais frequência, o que atrapalha no desenvolvimento da autoconfiança.

    Traumas na infância: crianças superprotegidas ou que receberam críticas excessivas dos pais ou bullying na escola podem se tornar adultos que não conseguem confiar em si mesmo e na sua própria capacidade.

    Personalidade: a dificuldade em se sentir confiante também pode ser proveniente da própria personalidade, como no caso de pessoas que são mais tímidas e retraídas, por exemplo.

    Padrões sociais: esse é um fator externo ao indivíduo, mas que também pode ter forte influência na sua conduta. Aqui, estamos nos referindo a pessoas que não se enquadram nos padrões estipulados pela sociedade (como cor, biotipo, classe social, etc.) e, por isso, se sentem inseguras.

    Vale dizer que existem muitos outros fatores que podem estar contribuindo para a questão da falta de confiança. Listamos aqui apenas os principais. Olhe, portanto, para dentro de si e procure investigar o que pode estar causando isso em você.

    Como se sentir mais confiante com esses 7 passos

    Agora que você conhece algumas barreiras, confira os principais passos para quebrá-las e, assim, se sentir mais confiante na vida:

    1. Defina metas claras e alcançáveis

    O primeiro passo é definir metas claras e que você acredita que possam ser alcançadas. Sim, de nada adianta definir objetivos que dificilmente serão conquistados, pois isso apenas aumenta o sentimento de frustração e, consequentemente, de insegurança.

    Dito isso, o ideal é definir metas para a vida pessoal e profissional seguindo o modelo SMART (específica, mensurável, atingível e relevante). Além disso, você precisa estipular prazos para criar um planejamento e, até mesmo, mensurar o seu progresso.

    A partir do alcance de cada uma das metas, você se sentirá mais motivado e confiante!

    2. Seja gentil consigo mesmo

    Pode acontecer de você não conseguir cumprir alguma meta ou simplesmente falhar em alguma caminhada, e isso é normal, não há nada de errado. Lembre-se de que não existe ser humano nenhum no mundo que acerte o tempo inteiro.

    Por isso, encare as suas falhas como parte da vida e como circunstâncias essenciais para o seu crescimento. Fazendo isso, você consegue desenvolver a autocompaixão ao se frustrar menos diante dos acontecimentos comuns a todos.

    3. Desenvolva habilidades e competências novas

    Em alguns casos, a ausência de confiança pode vir exatamente da falta de experiência em determinada área ou do sentimento de incapacidade por não ter a habilidade necessária para desempenhar tal função.

    Nesse sentido, defina habilidades e competências que você deseja adquirir e mapeie alguns cursos que as ensinem. Também é importante pensar em vivenciar experiências que impactem positivamente, uma vez que algumas habilidades provêm...
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    Depressão ou tristeza: aprenda a diferenciar!

    25/04/2026 | 7min
    Apesar de a tristeza ser uma das manifestações de um quadro depressivo, tratam-se de estados emocionais diferentes. Sim, muitas vezes confundidas, tristeza e depressão apresentam, cada uma, intensidade e sintomas específicos, causas distintas e, principalmente, necessidades de intervenção diferentes.

    Por isso, preparamos este guia completo diferenciando esses quadros para que você consiga identificar se está passando por algum e qual conduta deve adotar a fim de cuidar da sua saúde mental e evitar o agravamento da condição. Confira!

    O que é tristeza?

    De forma geral, a tristeza é uma emoção que costuma causar dor emocional, angústia, isolamento e sentimento de culpa. Apesar disso, ela é um sentimento comum e que se fará presente na vida de todas as pessoas em algum (alguns) momento.

    Assim, ela é comum e tende a ser passageira, mas, como todas as outras emoções negativas, merece atenção, uma vez que, caso se estenda por um período maior, pode desencadear questões delicadas, como a própria depressão.

    Quais são as causas da tristeza?

    A tristeza pode tanto ter origem em um acúmulo de pequenas situações do dia a dia como ser desencadeada por um acontecimento único e impactante, como:

    Perda de um ente querido

    Traumas mal processados

    Frustração profissional

    Término de um relacionamento

    Falta de perspectiva de vida

    Surgimento de uma doença grave

    Brigas constantes nas relações

    Problemas financeiros

    Desequilíbrios químicos no cérebro

    O que é depressão?

    A depressão, por sua vez, é um quadro emocional complexo que envolve uma série de alterações no humor, pensamentos e comportamentos, além de apresentar tristeza persistente e duradoura. Ela impacta diretamente na qualidade de vida de quem a vivencia.

    Em casos mais severos, a pessoa depressiva também pode apresentar pensamentos e tentativas de autoextermínio, o que requer intervenção imediata.

    Quais são as causas da depressão?

    A depressão pode surgir por diferentes motivos – e até mesmo por uma combinação entre eles. Os principais são:

    Fatores genéticos: pessoas com histórico familiar de depressão têm mais chances de desenvolver a doença. A hereditariedade influencia os neurotransmissores cerebrais, tornando o indivíduo mais passível a desequilíbrios emocionais.

    Traumas e estresse: vivenciar eventos traumáticos, como sofrer um abuso ou perder um ente querido, também pode desencadear a depressão.

    Desequilíbrios químicos no cérebro: neurotransmissores como serotonina, dopamina e norepinefrina são responsáveis pela regulação do humor, sono e apetite. Logo, se eles estão desregulados, podem provocar um quadro depressivo.

    Uso de substâncias: o consumo excessivo de álcool e outras drogas estão associados a desequilíbrios químicos no cérebro, então, agravando ou desencadeando sintomas depressivos.

    Isolamento social: pessoas que se isolam do convívio social estão mais propensas à depressão, uma vez que tendem a se sentir solitárias e desamparadas.

    Estilo de vida sedentário: ter uma rotina de exercícios físicos regulares libera endorfina, um hormônio que ajuda a combater os sintomas depressivos. Portanto, o sedentarismo contribui para o surgimento dessa condição.

    Quais são os sintomas específicos da depressão?

    Como você entenderá melhor adiante, a tristeza é algo passageiro, enquanto a depressão envolve sintomas mais intensos e persistentes, que afetam o bem-estar físico, mental e emocional, demandando, portanto, acompanhamento psicológico.

    Abaixo, trouxemos os sintomas específicos da depressão, isto é, que não costumam estar presentes nos quadros de tristeza passageira:

    Perda de interesse em atividades antes prazerosas;

    Alterações no apetite seguidas de perda ou ganho de peso (sem motivo aparente);

    Alterações no sono, como insônia ou sono excessivo mesmo após horas dormindo;

    Fadiga constante e intensa, mesmo sem esforço físico ou mental evidente, com sensação de esgotamento diário;

    Sentimentos de inutilidade e/ou culpa excessiva;

    Dificuldade de concentração, esquecimentos frequentes e lentidão n...
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    Quando a rotina perde o sentido: sinais de esgotamento psíquico

    23/04/2026 | 9min
    Em alguns momentos da vida, a rotina deixa de parecer apenas cansativa e começa a perder o sentido. Tarefas que antes eram realizadas automaticamente passam a exigir um esforço desproporcional. Atividades simples parecem pesadas, e até aquilo que costumava gerar satisfação começa a parecer vazio ou sem propósito.

    Esse tipo de experiência pode ser um sinal de esgotamento psíquico. Diferente do cansaço comum, que tende a diminuir após descanso ou pausa, o esgotamento mental envolve uma sensação mais profunda de desgaste emocional. A mente parece saturada, sem energia para lidar com demandas constantes, pressões ou responsabilidades acumuladas.

    Muitas pessoas continuam cumprindo suas obrigações mesmo nesse estado. Trabalham, estudam, cuidam da casa ou da família, mas sentem que estão funcionando no automático. O envolvimento emocional diminui, a motivação desaparece e a rotina passa a ser vivida apenas como algo a ser suportado.

    O que caracteriza o esgotamento psíquico

    O esgotamento psíquico acontece quando a mente permanece por muito tempo lidando com níveis elevados de pressão, responsabilidade ou estresse emocional. Aos poucos, os recursos internos que ajudam a enfrentar desafios começam a se esgotar.

    Esse processo nem sempre acontece de forma repentina. Muitas vezes ele se desenvolve gradualmente, à medida que a pessoa acumula tarefas, preocupações e exigências sem ter espaço suficiente para descanso, recuperação ou elaboração emocional.

    Quando isso ocorre, o cérebro passa a funcionar em modo de sobrevivência. Em vez de buscar prazer, criatividade ou crescimento, ele concentra energia apenas em manter o funcionamento básico do dia a dia.

    Nesse estado, a pessoa pode continuar realizando suas atividades, mas com sensação de vazio, desânimo ou desconexão. O entusiasmo diminui e o esforço necessário para cumprir tarefas simples aumenta.

    O esgotamento psíquico não significa fraqueza ou incapacidade. Ele é uma resposta do organismo a um período prolongado de sobrecarga emocional e mental.

    Sinais de que a rotina pode ter se tornado um peso emocional

    Nem sempre o esgotamento psíquico é facilmente reconhecido. Muitas pessoas interpretam seus sintomas apenas como falta de motivação ou preguiça. No entanto, existem alguns sinais que indicam que o desgaste pode ser mais profundo.

    Antes de explorar esses sinais, é importante lembrar que eles podem aparecer de formas diferentes em cada pessoa.

    Sensação constante de cansaço mental

    Um dos primeiros sinais costuma ser a sensação de fadiga persistente. Mesmo após dormir ou descansar, a pessoa sente que não recuperou energia suficiente para lidar com o dia.

    Esse cansaço não é apenas físico. Ele envolve uma espécie de saturação mental, como se a mente estivesse cheia demais para processar novas demandas. Tarefas que antes eram simples passam a parecer excessivamente pesadas e gerar ansiedade.

    Perda de interesse em atividades que antes eram importantes

    Outra característica comum do esgotamento psíquico é a diminuição do interesse por atividades que antes geravam satisfação. Hobbies, projetos pessoais ou até interações sociais podem perder a atratividade.

    A pessoa pode perceber que continua fazendo essas atividades por hábito ou obrigação, mas sem o mesmo envolvimento emocional. Isso contribui para a sensação de que a rotina perdeu significado.

    Funcionamento no "modo automático"

    Quando o desgaste mental se intensifica, muitas pessoas relatam que passam a viver no automático. As tarefas são realizadas porque precisam ser feitas, mas sem presença ou engajamento real.

    Essa sensação de distanciamento pode fazer com que os dias pareçam repetitivos e pouco significativos. A pessoa cumpre compromissos, mas sente dificuldade de se conectar com o que está acontecendo ao seu redor, o que pode ser um indício de um quadro de depressão.

    Irritabilidade e baixa tolerância a pequenas frustrações

    O esgotamento também pode reduzir a capacidade emocional de lidar com frustrações ou mesmo contratempos cotidianos. ...
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    Fome emocional: o que a vontade de comer pode indicar sobre a sua saúde mental?

    21/04/2026 | 7min
    Talvez você não saiba, mas a fome emocional é uma condição que precisa de atenção, pois, além de estar ligada a uma alimentação desregulada, ela também pode ter relação com certos transtornos alimentares.

    Assim, quando não nos alimentamos de forma consciente, isso pode ser um indicativo de que nossas emoções não estão sendo adequadamente processadas, o que nos leva ao ato de comer como uma espécie de alternativa para controlá-las ou lidar com elas.

    Neste artigo, abordaremos esse assunto e explicaremos que nem sempre comemos por necessidades físicas, mas, sim, motivados por nosso emocional. Continue a leitura para entender mais!

    O que é fome emocional?

    A fome emocional acontece nas circunstâncias em que nossos sentimentos nos induzem à necessidade de comer como resposta à condição emocional em que nos encontramos.

    Ou seja, o ato ou desejo de comer não acontece voluntariamente devido a necessidade física da pessoa e, sim, devido às suas emoções.

    Alguns gatilhos emocionais podem estimular esse comportamento, como ansiedade, estresse ou tristeza. Assim, a comida passa a ser utilizada como forma de conforto ou alívio emocional, podendo indicar dificuldades em lidar com certos sentimentos.

    Fome emocional é diferente de compulsão alimentar?

    Sim, a fome emocional é diferente da compulsão alimentar porque não ela é considerada um distúrbio (marcado pelos episódios persistentes de exagero no consumo de alimentos).

    Nesse sentido, na fome emocional, o indivíduo busca comer para conseguir lidar com suas emoções (positivas ou negativas), mas sem a perda total de controle, e apenas em momentos específicos, como em uma comemoração ou vivência de experiências ruins.

    Por outro lado, a compulsão alimentar é um distúrbio caracterizado pela prática de alimentar-se em um curto período de tempo e em grande quantidade. Em tais situações, a pessoa não consegue parar ou diminuir a quantidade daquilo que come, ou seja, ela não tem controle sobre seus atos alimentares.

    Quais são os sintomas da fome emocional?

    A fome emocional é marcada por diversos sintomas, com destaque para o aumento do apetite nos momentos em que a pessoa vive algum episódio emocional de estresse, ansiedade, raiva, tristeza ou até de alegria.

    Apesar disto, existem outros importantes sinais que precisam ser observados para saber se você está passando por episódios de fome emocional. Alguns exemplos comuns incluem:

    refeições mais frequentes e em maior número ao longo do dia;

    pensar na próxima refeição antes mesmo de terminar a atual;

    comer rápido demais;

    despertar durante a noite com fome;

    ficar enjoado ou com mal-estar depois de se alimentar;

    ter uma sensação de alívio ao fazer as refeições;

    entre outros.

    É importante estar atento aos comportamentos ou emoções exageradas que demonstrem os sintomas da fome emocional para, assim, buscar ajuda profissional o quanto antes.

    Como saber se a fome é física ou emocional?

    A diferença é bem simples! A fome física surge de forma natural, uma reação comum do organismo ao longo do dia. Para que ela apareça, não é necessário nenhum evento específico na vida da pessoa, ela simplesmente acontece.

    Ou seja, a fome física nasce espontaneamente e aumenta de forma gradativa.

    Já a fome emocional, por sua vez, é um desejo quase incontrolável no qual a pessoa não consegue pensar em outra coisa a não ser comer. Assim, não há a característica fisiológica; ela nasce repentinamente, mesmo que a pessoa esteja de estômago cheio.

    Ela surge como resposta a emoções, de modo que há um desejo urgente por certos alimentos reconfortantes, com o alívio temporário dessa vontade.

    Como controlar a fome emocional no dia a dia?

    Ao identificar os gatilhos que te levam à fome emocional, torna-se fundamental preveni-los, controlando as suas emoções. Isso ajudará a não tornar o hábito de alimentar como uma válvula de escape para lidar com os seus sentimentos.

    Por isso, separamos algumas dicas bem práticas que podem te ajudar a evitar a fome emocional. São as seguintes:

    1. Identif...

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Sobre Cantinho da Psicóloga: áudios dos nossos Blogposts

Os áudios dos conteúdos são gerados por IA - Inteligência Artificial a partir das centenas de textos e artigos elaborados por psicólogos.
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