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    Como o autoconhecimento pode te ajudar a progredir na carreira?

    10/2/2026 | 7min
    O autoconhecimento é uma etapa imprescindível para qualquer profissional que quer crescer e se realizar profissionalmente. Afinal, quanto mais se tem autoconhecimento profissional, maior são as chances de sucesso.

    A construção de uma carreira não é um processo linear, tendo influência de várias variáveis ao longo do tempo. Assim, durante essa trajetória, a identificação dos pontos fracos e fortes auxilia no desenvolvimento das habilidades necessárias para a satisfação profissional.

    Neste artigo, vamos ajudar você a entender melhor a importância do autoconhecimento na sua carreira e como utilizar essa ferramenta a seu favor. Continue a leitura!

    O que é autoconhecimento?

    O autoconhecimento é um processo de desenvolvimento que tem como objetivo ampliar a compreensão que o indivíduo possui sobre si mesmo. Ele pode se manifestar em diferentes dimensões da vida, como a pessoal e a profissional.

    No âmbito pessoal, está relacionado ao reconhecimento de habilidades, limitações e aspectos que influenciam as relações interpessoais. Já no campo profissional, permite que o indivíduo reconheça seus pontos fortes e fragilidades em relação à forma como atua no trabalho.

    Então, convém mencionar que, para quem está no início da carreira, o autoconhecimento profissional funciona como uma ferramenta essencial de orientação, indicando áreas que precisam ser desenvolvidas e aprimoradas ao longo do tempo.

    Quais são as vantagens de se desenvolver o autoconhecimento na vida profissional?

    Uma ferramenta importante na gestão da sua carreira, o autoconhecimento profissionalcontribui para se ter uma visão mais clara da própria trajetória profissional, trazendo à tona comportamentos, competências e desafios que muitas vezes passam despercebidos.

    Então, confira algumas vantagens de desenvolvê-lo:

    Identificação de diferenciais competitivos

    O autoconhecimento permite que o profissional compreenda quais são seus principais diferenciais no mercado de trabalho, ou seja, aquilo que o torna único e competitivo diante de outros profissionais.

    Essa percepção favorece uma atuação mais segura, pois o indivíduo passa a reconhecer melhor suas competências, talentos e habilidades.

    Reconhecimento e superação de limitações

    Uma das grandes vantagens do autoconhecimento está na capacidade de reconhecer as próprias limitações. Quando o profissional entende seus pontos de dificuldade, ele deixa de enxergá-los como obstáculos insuperáveis e passa a tratá-los como oportunidades de desenvolvimento.

    Essa consciência possibilita a criação de planos de ação eficazes, voltados para o aprimoramento contínuo. Assim, o que antes era visto como fraqueza pode ser amenizado ou até transformado em um ponto forte, contribuindo para uma evolução profissional.

    Planejamento e destaque de carreira

    A percepção aprofundada sobre si mesmo favorece um planejamento de carreira mais assertivo. O profissional passa a tomar decisões alinhadas com suas capacidades, valores e objetivos, o que aumenta suas chances de crescimento e reconhecimento.

    Dessa forma, o autoconhecimento se torna um fator determinante para alcançar posições de destaque. Afinal, ao atuar com mais clareza sobre seu potencial e suas limitações, a pessoa se posiciona de maneira diferenciada e estratégica no mercado.

    Compreensão da vocação profissional

    Outra vantagem significativa do autoconhecimento é a identificação da vocação profissional. Muitos profissionais acabam ocupando cargos inadequados por não compreenderem plenamente suas características predominantes, interesses e limitações.

    Essa falta de alinhamento pode levar à acomodação em funções que não exploram o verdadeiro potencial do indivíduo. Por outro lado, com o autoconhecimento, torna-se possível buscar caminhos profissionais mais coerentes com o perfil pessoal.

    Menores chances de frustração profissional

    Quando o profissional não utiliza suas habilidades e competências de forma adequada, surgem sentimentos de frustração e desmotivação. Isso impacta diretamente seu desempe...
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    Compulsão alimentar: como controlar?

    09/2/2026 | 7min
    Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), 4,7% dos brasileiros sofrem de compulsão alimentar, representando um número bastante expressivo.

    Vale dizer que esse é um tipo de transtorno alimentar que pode estar relacionado a outras condições mentais e emocionais, como ansiedade e depressão. Portanto, precisa ser diagnosticado e tratado com a devida seriedade.

    Neste artigo, falaremos sobre o que pode causar a compulsão alimentar e como controlar essa condição de forma a evitar problemas ainda maiores. Confira!

    O que é compulsão alimentar?

    Compulsão alimentar consiste no ato de ingerir alimentos de forma descontrolada, mesmo quando não se tem fome. Ela pode se apresentar em episódios esporádicos como também pode ser frequente, impactando negativamente a vida do indivíduo.

    Convém destacar que, algumas pessoas, como forma de compensar esse comportamento compulsivo e evitar o ganho de peso, podem apresentar reações imediatas inadequadas, como o uso de laxantes e a indução ao vômito, o que pode desencadear outros transtornos alimentares, a exemplo da bulimia.

    Principais sintomas da compulsão alimentar

    Os principais sintomas dessa condição são:

    Consumo rápido e excessivo de alimentos mesmo sem fome;

    Sensação de culpa após a ingestão;

    Ingestão de alimentos incomuns (leite condensado puro, carne fria, etc.);

    Alto prazer no momento em que se está comendo;

    Descontentamento com a própria imagem;

    Ganho de peso excessivo sem outro motivo aparente.

    O que causa a compulsão alimentar?

    Não existe uma única causa que pode desencadear a compulsão alimentar. Nesse sentido, ela pode surgir em razão de uma combinação de fatores, sendo os principais e mais comuns:

    Crises de ansiedade

    Estresse elevado

    Trauma emocional

    Distúrbios de imagem

    Dietas muito restritivas

    Alterações em hormônios responsáveis por regular o apetite e saciedade

    Identificar o que te leva a ter compulsão alimentar é o primeiro passo para tratá-la!

    Como lidar com a compulsão alimentar?

    A seguir, listamos algumas estratégias que vão te ajudar a enfrentar e a controlar a compulsão alimentar, de forma a evitar essa prática e, consequentemente, os prejuízos que ela pode trazer. Veja só!

    1. Evite dietas restritivas

    Como mencionamos, a compulsão alimentar pode surgir em razão de dietas restritivas, sobretudo porque, nesses casos, o cérebro entra em estado de alerta e aumenta a fome para se proteger. Assim, o ideal é evitá-las para que a condição não seja desencadeada.

    Nesse sentido, evite seguir dietas que você vê na internet. Procure sempre um nutricionista ou nutrólogo para te acompanhar em seu processo de emagrecimento ou de reeducação alimentar. Esse é o caminho mais seguro para a saúde do seu corpo e da sua mente.

    2. Beba bastante água

    Além de ser essencial para a hidratação e para o bom funcionamento do corpo, a ingestão adequada de água também contribui para evitar os episódios de compulsão alimentar.

    Isso porque beber bastante água ameniza a sensação de vazio, pois preenche o estômago. Portanto, não haverá espaço para comer de forma compulsiva.

    Essa é uma estratégia que funciona bem, o que não significa que você deva substituir refeições importantes (como café da manhã, almoço e jantar) por água. Essa ingestão de líquido deve se dar nos intervalos.

    3. Não tenha em casa alimentos "vazios"

    O primeiro passo para cair em tentação e praticar a compulsão alimentar é ter alimentos pobres em nutrientes em casa, mas ricos em calorias, gorduras, açúcares e sabores artificiais, como os salgadinhos, bolachas recheadas, entre outros.

    Aqui, a regra é clara: se você os tiver na sua geladeira ou na sua dispensa, facilmente os consumirá em excesso em um momento de crise de ansiedade, por exemplo.

    Por isso, o ideal é não tê-los em casa. Desse modo, quando bater aquela vontade imensa de comer algo, você terá apenas a opção de comer alimentos saudáveis, como as frutas. Essa é uma estratégia que funciona bem, pense nisso quando for fazer o mercado!

    4. Coma mais fibras

    Complementando a dica anterio...
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    10 benefícios da psicoterapia: por que fazer?

    07/2/2026 | 7min
    Você conhece os benefícios da psicoterapia?

    Essa abordagem terapêutica é excelente para quem tem algum problema emocional e não está dando conta de resolver sozinho, mas também é primordial para as pessoas que querem melhorar a sua relação consigo e com o mundo.

    Marcada por estereótipos e falsas ideias de senso comum (como que "terapia é coisa de doido"), as sessões conduzidas por um psicólogo podem promover transformações essenciais na vida, de forma a contribuir para os âmbitos pessoal, social e profissional.

    Quer saber mais sobre o assunto? Continue acompanhando este artigo para conhecer os principais benefícios da psicoterapia e descubra por que fazer!

    1. Ajuda no processo de autoconhecimento

    Independentemente da razão que leva uma pessoa a iniciar a terapia, sem dúvidas, o autoconhecimento é um dos seus principais e mais nítidos benefícios.

    Isso porque, com a ajuda do psicólogo, o paciente é capaz de reconhecer e acessar suas crenças, pontos fortes, defeitos, qualidades, limitações e padrões de pensamento e comportamento prejudiciais para, então, conseguir modificá-los.

    Assim, quando se toma consciência sobre suas próprias características internas, é possível tomar medidas importantes para a melhoria da qualidade de vida.

    2. Promove a autoconfiança e a autoestima

    Como consequência do autoconhecimento, o indivíduo consegue trabalhar a sua autoconfiança e autoestima. Afinal de contas, ao se conhecer melhor, ele pode adquirir mais segurança e confiança em si mesmo, o que é benéfico para a autoestima.

    Com isso, ele se sente mais confiante para buscar seus sonhos, se relacionar consigo e com o próximo, entre muitos outros benefícios.

    3. Melhora os relacionamentos interpessoais

    Relacionar-se com o outro (seja um parceiro, um amigo, um familiar ou colega de trabalho) não é uma tarefa fácil, uma vez que cada pessoa possui sua personalidade e características. Entretanto, existem indivíduos que possuem uma dificuldade ainda maior nas relações (seja por causa da timidez, da personalidade forte, etc.).

    Nesse contexto, a terapia pode ser bastante útil, pois ela ajuda no desenvolvimento de diversas habilidades sociais, como comunicação, empatia, trabalho em equipe, etc.

    Portanto, a partir desse desenvolvimento, torna-se possível se relacionar de forma mais saudável e harmônica com o outro, aprendendo, assim, a lidar com sabedoria e inteligência diante dos desafios diários que os relacionamentos impõem.

    4. Desenvolve a inteligência emocional

    Falando em inteligência, é impossível não mencionar o desenvolvimento da inteligência emocional como um dos grandes benefícios da psicoterapia.

    Para quem não sabe, essa é uma habilidade que diz respeito à forma como lidamos com as situações adversas e com as nossas emoções diante delas. Ou seja, com a terapia, é possível aprender a gerenciar e controlar melhor as emoções, sendo menos reativo e mais equilibrado para agir.

    Além disso, com a inteligência emocional, o indivíduo consegue encontrar soluções mais eficazes para os seus problemas, uma vez que consegue racionalizar as situações.

    5. Ajuda na superação de traumas do passado

    Aqui vai um outro benefício da psicoterapia: a superação de traumas do passado.

    Em razão de uma situação traumatizante ocorrida no passado – especialmente na infância ou adolescência, o indivíduo pode sofrer com diversos prejuízos em sua vida atual, como fobias, depressão, ansiedade, dificuldade para se relacionar, entre outros transtornos.

    Assim, por meio da terapia com um psicólogo, o paciente consegue visualizar o trauma que está desencadeando diversas reações prejudiciais (sim, muitas vezes ele nem consegue reconhecer que teve um trauma) e, a partir daí, encontra estratégias para enfrentá-lo.

    Portanto, as sessões de psicoterapia promovem não somente a resolução de sintomas, como também vai à origem do problema para, dessa forma, solucioná-lo com eficácia.

    6. Auxilia a encontrar um propósito de vida

    Muitas pessoas possuem uma certa dificuldade para encontrar um propósi...
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    A relação entre linguagem corporal e emoções reprimidas

    05/2/2026 | 7min
    A linguagem corporal é uma das formas mais antigas e instintivas de comunicação humana.

    Antes mesmo de desenvolvermos a fala, já nos expressávamos por meio de movimentos, gestos e posturas.

    Por isso, o corpo continua revelando aquilo que muitas vezes tentamos esconder de forma consciente — especialmente emoções que não sabemos, não queremos ou não conseguimos expressar verbalmente.

    No campo da psicologia, estudar a relação entre linguagem corporal e emoções reprimidas é fundamental para compreender, por exemplo, os efeitos dessas tensões ocultas na saúde mental, nas relações sociais e até no funcionamento físico do organismo.

    Por que o corpo fala: uma visão psicológica e biológica

    O corpo e a mente não funcionam como entidades separadas.

    O sistema nervoso, os hormônios e os padrões de comportamento se entrelaçam o tempo todo, formando uma teia complexa que sustenta nossas emoções e ações.

    Quando uma emoção é reprimida — seja por condicionamento social, medo, vergonha ou falta de consciência — ela não desaparece.

    Ela se manifesta de outras maneiras, frequentemente através da linguagem corporal.

    Logo, as microexpressões, o tom muscular, a postura e até a direção do olhar podem denunciar incômodos que não conseguimos verbalizar.

    O corpo se torna, portanto, um mensageiro daquilo que está preso na mente.

    Como as emoções são reprimidas no cotidiano

    Reprimir emoções é mais comum do que parece.

    Muitas vezes, isso acontece de forma automática, sem intenção consciente.

    A sociedade valoriza a racionalidade, o autocontrole e a produtividade, incentivando que sentimentos "difíceis" — como tristeza, raiva, medo, frustração ou vulnerabilidade — sejam contidos ou ignorados.

    Essa repressão pode ocorrer de várias formas:

    Autocensura emocional, quando a pessoa diz a si mesma que "não tem motivo" para sentir algo.

    Supressão social, quando ambientes familiares, profissionais ou culturais não permitem expressões emocionais abertas.

    Desconexão interna, quando alguém se distancia tanto de suas emoções que já não reconhece o que sente.

    Em todos esses cenários, a emoção não elaborada tende a se manifestar corporalmente.

    Sinais corporais mais comuns das emoções reprimidas

    Apesar do silêncio ser importante para a mente, também é preciso desabafar de vez em quando.

    Quando não expressamos o que sentimos, o corpo encontra outras formas de revelar esse conteúdo emocional.

    Esses sinais podem ser sutis ou intensos, momentâneos ou crônicos, indicando o início de uma crise emocional.

    Entender essas manifestações não significa "ler a mente" de alguém, mas sim compreender que a linguagem corporal e o estado emocional estão profundamente conectados.

    Tensão muscular e dores persistentes

    A tensão acumulada nos músculos é um dos sinais mais evidentes de repressão emocional.

    Quando sentimentos não são expressos, o corpo ativa respostas automáticas de defesa, como enrijecimento muscular.

    Ombros levantados, pescoço rígido, mandíbula cerrada e dores lombares podem indicar emoções não processadas, especialmente raiva e ansiedade.

    Postura curvada e retraída

    A postura também comunica — e muito.

    Uma postura encurvada pode refletir tristeza, medo ou sensação de desvalorização interna.

    Não é apenas uma questão de ergonomia: é o corpo tentando proteger-se de algo emocionalmente ameaçador.

    Dificuldade em manter contato visual

    Evitar o olhar pode indicar insegurança, vergonha, culpa ou o hábito de evitar conflitos.

    Em muitos casos, o contato visual é desconfortável porque ativa emoções que a pessoa prefere não acessar.

    Respiração curta ou irregular

    A forma como respiramos diz muito sobre nosso estado emocional.

    Respiração curta, presa ou acelerada pode ser um indicativo de ansiedade reprimida ou medo não expresso.

    Nosso sistema nervoso simpático é acionado mesmo sem o estímulo real, apenas pela presença da emoção guardada.

    Mexer excessivamente mãos, pés ou objetos

    Pequenos movimentos repetitivos, como estalar dedos, balançar pernas ou manipular objetos, podem ser tentativas inc...
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    10 dicas para conciliar vida pessoal com a profissional

    02/2/2026 | 7min
    Um dos maiores desafios na contemporaneidade é conciliar a vida pessoal com a profissional. Acontece que essa é uma situação preocupante, uma vez que pode desencadear crises de ansiedade e de estresse, além da síndrome de Burnout.

    Por isso, encontrar o equilíbrio entre esses dois âmbitos da vida, além de ser importante para a qualidade de vida, pode ser o fator que que faltava para o tratamento eficaz de diversos problemas de saúde mental que estão te afligindo.

    Sendo assim, neste artigo, daremos dicas práticas e essenciais de como você pode conciliar a vida pessoal com a profissional e, assim, cuidar do seu bem-estar. Boa leitura!

    Como conciliar vida pessoal com a profissional: 10 dicas práticas

    Como mencionamos, a partir de agora você encontrará dicas práticas de como equilibrar as áreas da sua vida e possibilitar o alcance de uma boa qualidade de vida:

    1. Defina suas prioridades

    O primeiro passo é definir quais são suas prioridades tanto na vida pessoal quanto na profissional. Isso porque, a partir daí, será possível equilibrar suas funções e responsabilidades, evitando a sobrecarga.

    Sendo assim, faça uma lista com todas as suas atividades e, em seguida, comece a identificar o que é mais importante e necessário na sua vida.

    Com isso, você conseguirá visualizar o que pode ser adiado ou ajustado, bem como onde você precisa se fazer mais presente e se doar mais.

    2. Gerencie seu tempo

    Depois de definir as prioridades, é hora de identificar o tempo que você vai dedicar a cada uma de suas tarefas. Naturalmente, isso pode variar, mas é preciso ter ao menos uma estimativa para que seja possível se programar.

    Assim, para fazer uma boa gestão do tempo, vale a pena utilizar alguns recursos, desde a tradicional agenda até aplicativos de gerenciamento de tarefas. Eles ajudam a organizar as atividades diárias e a possibilitar que você consiga cumprir com os prazos.

    3. Estabeleça limites claros

    Impor limites claros também é um dos pontos-chave para equilibrar a vida pessoal e profissional. Isso significa saber reconhecer o quanto tempo você trabalhará por dia, por exemplo, para não ultrapassar esse limite.

    Dentro da família, também é importante definir limites para não se sobrecarregar, como quais tarefas irá fazer em casa. Tudo isso contribui para que seja mais assertivo conciliar esses dois âmbitos da vida.

    4. Aprenda a dizer "não"

    Junto ao estabelecimento de limites, aprenda a dizer "não". Isso significa que, além de reconhecer que você não consegue pegar mais atividades do que aquelas que já executa, é necessário recusar, de maneira educada e assertiva, propostas que não fazem sentido para você e para sua saúde física e mental. Seja do chefe, da família ou de amigos.

    Nesse sentido, entenda que dizer "não" não te torna uma pessoa pior. Aqui, não se deve preocupar com o que o outro vai pensar sobre você, mas sim em como você se sente arcando com mais compromissos do que aqueles que consegue cumprir.

    5. Seja flexível

    Apesar de ser necessário estabelecer limites e saber gerenciar o seu tempo, também é fundamental ser flexível e adaptável. Afinal de contas, a vida é imprevisível, o que faz com que prioridades, ideias e percepções de vida possam mudar com o passar do tempo.

    Portanto, esteja preparado para ajustar os seus planejamentos caso seja necessário. Ser flexível te possibilitará não apenas isso, mas também manter o equilíbrio diante de imprevistos e adversidades inesperadas.

    6. Reserve um tempo para a família e os amigos

    Por mais que a sua rotina seja corrida e agitada, é importante reservar um tempo de qualidade para estar com a família e os amigos. Além de fortalecer os vínculos afetivos, essa prática é excelente para cuidar das emoções e recarregar a energia.

    Sendo assim, defina dias da semana e horários para fazer programas com as pessoas que são queridas e importantes para você.

    7. Fique offline de vez em quando

    De uns tempos para cá, temos passado boa parte do nosso tempo rolando os "feeds" das redes sociais por horas e hora...

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