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Cantinho da Psicóloga: áudios dos nossos Blogposts

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    Transtorno de Ansiedade Generalizada: o que é, sintomas, causas e tratamentos [TIPOS DE ANSIEDADE] O que é o Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG)? Quais são os sintomas do TAG? Qual é a diferença entre a ansiedade comum e o Transtorno de Ansiedade Generalizada? Quais são as causas do Transtorno de Ansiedade Generalizada? Como tratar a ansiedade generalizada? Acompanhamento psicológico Uso de medicamentos Prática de técnicas de relaxamento Prática de hobbies de forma regular Adoção de um estilo de vida saudável

    16/06/2026 | 8min
    Você sabia que existem diferentes tipos de ansiedade?

    Transtorno do Estresse Pós-Traumático (TEPT), Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC), agorafobia, síndrome do pânico, Transtorno de Ansiedade Social (TAS) e Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG).

    Conhecer essa variedade de condições é importante para conseguir identificar quando você ou uma pessoa próxima e querida está passando pelo problema.

    Em nosso blog, contamos com uma série que aborda todos esses tipos para que você possa conhecê-los melhor, sendo que no post de hoje falaremos sobre a TAG.

    Por isso, continue acompanhando para saber mais a respeito do assunto, como causas, sintomas e tratamentos. Boa leitura!

    O Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG) é uma condição marcada pela ansiedade e preocupação excessivas com os eventos da vida cotidiana, interferindo significativamente na realização de atividades simples e na qualidade de vida da pessoa.

    Vale dizer que a ansiedade é uma reação normal do corpo a situações novas, ou seja, todo mundo passará por ela em alguns momentos. No entanto, no caso do TAG, a intensidade, duração e frequência da apreensão é totalmente desproporcional à realidade.

    E é neste ponto em que reside o problema!

    Além da ansiedade e preocupação excessivas, o TAG apresenta os seguintes sintomas:

    Irritabilidade intensa;

    Dificuldade de concentração e de memorização (inclusive de nomes de pessoas e informações simples);

    Tensão muscular;

    Sensação de cansaço mental e/ou físico;

    Alterações no sono (insônia ou sonolência excessiva);

    Tendência a imaginar coisas ruins e negativas;

    Batimentos cardíacos acelerados;

    Pensamentos desconexos e acelerados;

    Interrupção involuntária de outras pessoas durante um diálogo.

    O foco da preocupação de quem sofre com o Transtorno de Ansiedade Generalizada pode mudar conforme a situação ou de forma súbita. Aqui, o indivíduo sempre tem algo em mente que o deixa preocupado e sofre mesmo antes de alguma coisa acontecer.

    Basicamente, a diferença entre a ansiedade comum e a ansiedade generalizada está no fator causador do problema, na intensidade e duração dos sintomas, além da forma como esses interferem na vida do indivíduo.

    Assim, a ansiedade comum, que não é patológica, aparece em momentos pontuais, como o período que antecede um grande acontecimento. Mas quando a situação tão aguardada passa, a ansiedade também vai embora.

    Já na ansiedade generalizada, a preocupação, apreensão e todos os outros sintomas são constantes, independentemente se há um acontecimento importante ou não. Esses sinais interferem de maneira significativa no funcionamento do indivíduo, diminuem seu prazer em fazer certas atividades e atrapalham suas relações.

    Portanto, a ansiedade patológica provoca uma angústia constante.

    O surgimento da ansiedade generalizada é multifatorial, isto é, ele pode ter diversas causas e, às vezes, pode até mesmo surgir de uma combinação desses.

    Nesse sentido, os principais fatores são:

    Genética: pessoas que possuem familiares – especialmente de primeiro grau – com transtornos de ansiedade ou depressão apresentam uma maior predisposição.

    Alterações bioquímicas: ansiedade e depressão podem surgir do desequilíbrio químico cerebral de alguns neurotransmissores, como serotonina e noradrenalina.

    Ambiente: o ambiente em que se foi criado e se está inserido na vida adulta também pode contribuir para o surgimento da TAG, especialmente se for um meio de constante estresse ou pressão.

    Vivências: eventos traumáticos, perdas significativas, superproteção parental, entre outras situações podem contribuir para o problema.

    Traços de personalidade: indivíduos mais predispostos à inibição comportamental e tendência ao perfeccionismo são mais vulneráveis ao TAG.

    Se você sofre com o excesso de ansiedade e tem percebido que ela interfere na sua rotina, então é necessário procurar um psicólogo ou psiquiatra para fazer um diagnóstico. Quanto antes ele for realizado, mais rápido você consegue recobrar a sua qualidade de vida.

    O tratamento e...
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    Qual é a diferença entre ego e self? O que é ego? Formação do ego Quais são as funcionalidades do ego? O que é self? Formação do self Quais são as funcionalidades do self? Mas, então, quais são as diferenças entre ego e self? Alcance Surgimento Função principal Relação com o consciente e inconsciente Desenvolvimento Como a psicoterapia te ajuda a desenvolver o ego e self?

    15/06/2026 | 7min
    Para você que ainda não sabe a diferença entre ego e self, é importante compreender que são conceitos essenciais da psicologia analítica.

    Esses termos possuem diferentes significados, mas são utilizados para uma melhor compreensão da mente humana e das complexidades que dela surgem.

    Neste artigo, reunimos informações importantes para ajudar você a compreender a diferença entre ego e self e sua influência no pensar e agir. Continue a leitura para descobrir mais!

    O ego é a parte da mente que media desejos internos e exigências da realidade, auxiliando decisões conforme interesses e experiências pessoais.

    Ele atua como mediador, auxiliando escolhas mais conscientes, alinhadas a valores morais e éticos, acima das vontades imediatas diante da realidade.

    O ego se desenvolve nas primeiras experiências da criança, especialmente com pais ou cuidadores, sendo afeto, acolhimento e respeito fundamentais.

    Ao longo do crescimento, novas vivências, aprendizados e interações sociais também contribuem para o fortalecimento e a adaptação do ego, tornando-o mais preparado para lidar com diferentes situações.

    Consequentemente, o ego torna-se uma parte fundamental para a formação da identidade pessoal. Além disso, é por meio dele que o indivíduo desenvolve mecanismos de defesa psicológica para lidar com conflitos internos, frustrações e desafios do cotidiano.

    O ego é a parte consciente da vida mental, cuja responsabilidade é a de interpretar a realidade, percepções, memórias e emoções, ao mesmo tempo que controla nossa impulsividade e consciência.

    A partir daí, ele organiza a nossa psique e equilibra os diferentes aspectos e necessidades da mente. Dentre as suas funcionalidades, as que mais se destacam são as seguintes:

    Regulação de impulsos: o ego ajuda o indivíduo a controlar seus desejos imediatos, adequando-os às condições da realidade mediante o equilíbrio de vontades, emoções e limites, buscando decisões mais coerentes.

    Direcionamento de escolhas: além de ajudar a construir a identidade pessoal, ele orienta as escolhas da pessoa de forma coerente, com base em experiências, memórias, percepções e aprendizados ao longo da vida.

    Adaptação à realidade: permite que o indivíduo processe cognitivamente o ambiente ao seu redor, analisando-o e compreendendo-o, além de ajustar o seu comportamento conforme necessário.

    Mecanismos de defesa: age no desenvolvimento de estratégias ou mecanismos psicológicos para lidar com frustrações, ansiedades e conflitos internos, protegendo a mente e proporcionando estabilidade emocional.

    Quando consideradas em conjunto, estas e outras funcionalidades são uma parte estrutural para que a mente humana funcione bem, auxiliando as pessoas a enfrentarem as adversidades da rotina.

    Apesar de não dispormos de um ego formado quando nascemos, no momento do nascimento o self já se faz presente em nosso ser. No entanto, nessa circunstância ainda não conseguimos ter consciência dele.

    Logo, conforme defende Carl Jung, o self é compreendido como sendo a nossa essência, o "eu total" ou "eu profundo" que abrangem os aspectos únicos da personalidade de cada um, indo além dos limites da consciência.

    Nesse sentido, é pelo self que o ser humano consegue tomar suas decisões, compreender suas emoções e buscar o significado/propósito de sua vida. Ou seja, é o objetivo de nossa existência, englobando a consciência (ego) e a inconsciência.

    É possível afirmar que ele consiste no verdadeiro centro da personalidade dos indivíduos, a essência mais profunda do ser, para além dos limites conscientes.

    Algumas religiões e culturas reconhecem o self como sendo a nossa própria alma ou espírito, consistindo, portanto, na totalidade psíquica. Para Jung, seria uma espécie de arquétipo central.

    Sua formação acontece durante o desenvolvimento de cada pessoa mediante o processo de individuação, o qual corresponde à integração da personalidade, quer dizer, das particularidades conscientes e inconscientes da psique ao longo da vida.

    Com o passar do tempo, a m...
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    Quais são as 5 linguagens do amor? O que é a linguagem do amor? As 5 linguagens do amor 1. Palavras de afirmação 2. Tempo de qualidade 3. Presentes 4. Atos de serviço 5. Toque físico Como descobrir a sua linguagem do amor? Observe como você demonstra amor Reflita sobre o que mais te machuca Lembre-se de momentos em que se sentiu especialmente amado(a) Teste diferentes formas de expressão Use testes e questionários confiáveis Lembre-se: sua linguagem pode mudar

    13/06/2026 | 8min
    Você já se perguntou por que algumas pessoas se sentem profundamente amadas com um simples elogio, enquanto outras preferem gestos concretos ou momentos de atenção exclusiva? A resposta pode estar nas chamadas linguagens do amor!

    A linguagem do amor é um conceito criado pelo autor e conselheiro Gary Chapman e que ajuda a entender como expressamos e recebemos carinho de maneiras distintas.

    Neste artigo, vamos explorar o que são essas linguagens, quais são as cinco principais formas de demonstrar amor e como descobrir qual delas é mais significativa para você e para quem está ao seu lado! Confira!

    A linguagem do amor é a forma como uma pessoa prefere dar e receber amor em seus relacionamentos, sejam eles românticos, familiares ou de amizade. Esse conceito foi criado pelo autor Gary Chapman, que identificou cinco maneiras principais pelas quais os indivíduos expressam afeto e se sentem amados.

    Segundo Chapman, cada pessoa tem uma ou mais linguagens predominantes. Assim, quando essas formas de expressão são compreendidas e respeitadas dentro de uma relação, os vínculos se tornam mais saudáveis, empáticos e satisfatórios.

    Por outro lado, quando há desencontro entre as formas de amar, é comum que surjam frustrações, mágoas e sensação de desvalorização, mesmo quando há amor verdadeiro.

    Portanto, saber qual é a sua linguagem do amor e a das pessoas com quem você se relaciona, é um passo importante para melhorar a comunicação emocional, fortalecer a conexão e prevenir conflitos desnecessários. Afinal, demonstrar amor na "língua" certa pode fazer toda a diferença.

    Segundo Gary Chapman, existem cinco principais linguagens do amor, e cada pessoa tende a se identificar com uma ou mais delas.

    Então, a seguir, explicamos detalhadamente cada linguagem, com exemplos práticos que ajudam a reconhecer como elas se manifestam na vida cotidiana. Vale dizer que conhecê-las é essencial para desenvolver relações mais saudáveis e duradouras.

    Quem tem essa linguagem se sente amado por meio de palavras positivas. Isso inclui elogios, declarações de afeto, agradecimentos e incentivos. Assim, frases como "Você é importante para mim" ou "Admiro sua dedicação" têm grande impacto emocional para essas pessoas.

    Essa linguagem valoriza o poder das palavras ditas ou escritas, sendo que pequenos bilhetes, mensagens carinhosas ou simplesmente verbalizar o que se sente pode fortalecer profundamente o vínculo.

    Por outro lado, críticas ou silêncios prolongados podem ser especialmente dolorosos para quem precisa de afirmações para se sentir seguro no relacionamento.

    Aqui, o amor é comunicado por meio da atenção plena e da presença intencional. Não se trata apenas de estar junto, mas de realmente dedicar tempo ao outro, com foco, escuta ativa e conexão emocional.

    Dessa forma, momentos como um jantar sem distrações, uma conversa profunda ou um passeio significativo são formas valiosas de nutrir esse tipo de vínculo.

    Para quem fala essa linguagem, dividir experiências é essencial, e o descaso ou a falta de disponibilidade podem ser percebidos como rejeição.

    Mais do que o valor material, a linguagem dos presentes envolve o significado emocional por trás do gesto. Isso porque a lembrança de uma data, a escolha de um objeto simbólico ou um presente feito à mão revelam cuidado, atenção e afeto.

    Para essas pessoas, um presente é uma prova tangível de que foram lembradas e valorizadas, e esquecimentos e falta de demonstrações visíveis podem ser sentidos como desinteresse.

    Por outro lado, pequenos gestos, como trazer algo especial de uma viagem ou dar algo que tenha a ver com a história do casal podem reforçar a conexão.

    Essa linguagem se manifesta quando o amor é demonstrado por ações práticas. Então, fazer algo útil para o outro, como ajudar em tarefas, preparar uma refeição ou resolver um problema, transmite cuidado, parceria e suporte.

    Quem valoriza atos de serviço se sente amado quando percebe que o outro se esforça para facilitar sua vida ou aliviar responsabilidades, p...
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    Arrependimento e o peso emocional O mecanismo psicológico por trás do arrependimento Por que algumas decisões pesam mais do que outras A ilusão de controle e a idealização do passado O impacto das escolhas por omissão A quebra de valores pessoais e de identidade Os reflexos do apego ao passado na saúde mental atual O papel da terapia no manejo da culpa e da autocompaixão Identificação e questionamento de distorções cognitivas Desenvolvimento da autocompaixão prática Foco na aceitação ativa e na mudança no presente

    11/06/2026 | 7min
    O sentimento de que o passado poderia ter sido diferente acompanha a trajetória de muitas pessoas.

    Escolhas profissionais, o término de um relacionamento, uma palavra dita no momento da raiva ou até mesmo uma oportunidade que foi deixada de lado costumam retornar à mente em momentos de silêncio.

    A mente humana tem uma tendência natural a repassar eventos que geraram desconforto, em uma tentativa de encontrar lógica ou reparação.

    No entanto, quando esse processo se torna repetitivo, o indivíduo entra em um ciclo que consome energia psíquica e impede o avanço pessoal.

    O arrependimento é uma emoção complexa que envolve tanto a cognição quanto o afeto e surge da comparação entre o resultado real da ação realizada e um cenário hipotético idealizado onde tudo teria dado certo caso a escolha tivesse sido outra.

    Quando esse comportamento de comparação se torna frequente, o indivíduo desenvolve um padrão de ruminação, que é o ato de repensar exaustivamente o mesmo problema sem buscar uma solução prática.

    Esse hábito mental está intimamente ligado ao desenvolvimento e à manutenção de sintomas de depressão, pois valida a ideia de que o presente é insatisfatório por culpa exclusiva de uma falha anterior.

    Além disso, o impacto emocional de uma escolha passada varia de acordo com o perfil de cada indivíduo e suas experiências prévias.

    Pessoas com traços de perfeccionismo ou com uma autocobrança elevada tendem a internalizar as falhas com maior intensidade.

    A persistência do incômodo mostra que o conflito não é necessariamente com o evento em si, mas com a dificuldade em aceitar a vulnerabilidade humana e a imprevisibilidade da vida.

    Nem todas as escolhas são conscientes, e às vezes elas são apenas reações às situações.

    Algumas decisões parecem desaparecer da memória em poucos dias, enquanto outras se transformam em marcas duradouras na identidade.

    Existem razões específicas que explicam a fixação de determinados arrependimentos na rotina mental.

    Um dos principais fatores que aumentam o peso de uma decisão antiga é a crença de que era possível prever o futuro.

    A mente reconstrói o cenário passado inserindo os conhecimentos que a pessoa possui hoje, gerando uma falsa sensação de que o erro era perfeitamente evitável.

    Essa distorção cognitiva faz com que o indivíduo se culpe por não ter adotado uma conduta que, na realidade, ele não tinha maturidade ou condições de adotar na época.

    A idealização do caminho rejeitado faz parecer que a outra opção traria uma felicidade absoluta, o que é uma fantasia.

    Estudos na área da psicologia cognitiva indicam que, embora as ações erradas causem um desconforto imediato maior, as omissões — as coisas que a pessoa deixou de fazer — são as que provocam os arrependimentos mais duradouros.

    Quando alguém tenta algo e falha, a realidade se impõe e o ciclo se fecha.

    Quando alguém se omite, a imaginação preenche o vazio com infinitas possibilidades positivas, tornando o arrependimento um terreno fértil para a frustração crônica.

    Uma escolha dói de maneira prolongada quando ela viola os valores fundamentais que a pessoa tem sobre si mesma.

    Se um indivíduo se orgulha de sua honestidade, mas toma uma atitude que prejudica alguém, o arrependimento subsequente agride a sua própria identidade.

    Esse conflito interno gera uma crise existencial.

    O sofrimento persiste porque a pessoa não está apenas lamentando o resultado da ação, mas está em conflito com a imagem que passou a ter de si após aquele episódio.

    Viver com o foco voltado para os erros do passado traz consequências diretas para o bem-estar psicológico e físico no presente.

    A energia gasta na tentativa de modificar mentalmente o que já aconteceu reduz a capacidade de agir nas situações atuais.

    Esse estado de alerta constante e insatisfação molda a rotina, interferindo na qualidade das relações interpessoais, no desempenho profissional e na autoestima.

    O acúmulo de arrependimentos não resolvidos funciona como um catalisador para transtornos psicológicos.

    É muito co...
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    Como prevenir a Síndrome de Burnout: 7 dicas! O que é a Síndrome de Burnout? Quais são os principais sintomas da Síndrome de Burnout? Físicos Psicológicos e comportamentais 7 dicas para prevenir a Síndrome de Burnout 1. Identifique os gatilhos que causam estresse 2. Defina quais são suas prioridades 3. Aprenda a dizer "não" 4. Pratique uma atividade física 5. Seja franco com o gestor da sua empresa 6. Tenha uma rede de apoio 7. Esteja sempre atento aos sinais

    09/06/2026 | 7min
    O Brasil enfrenta uma epidemia de Burnout – e isso não é um exagero. Segundo dados do Ministério da Previdência Social, divulgados pelo portal de notícias G1, os afastamentos por essa síndrome cresceram 823% no país em apenas quatro anos!

    Isso indica que a sociedade está cada vez mais doente, sobretudo no que se refere ao esgotamento mental e físico provocado pelo acúmulo de tarefas e responsabilidades.

    Diante desse cenário, o mais comum é pensarmos em formas de tratamento, como terapia e medicamentos. Entretanto, o melhor caminho é sempre o da prevenção, com mudanças pontuais na rotina e na forma de se relacionar com o trabalho.

    Pensando nisso, preparamos este post com algumas dicas úteis para que você não entre na estatística e consiga evitar o aparecimento da síndrome de Burnout na sua vida. Confira!

    A Síndrome de Burnout ou Síndrome do Esgotamento Profissional é o nome dado ao esgotamento psicológico, físico e emocional decorrente do estresse prolongado.

    Ela está associada ao excesso de trabalho e à exposição a situações desgastantes no ambiente corporativo e apresenta tanto sintomas psicológicos quanto físicos, sendo os principais o estresse e a exaustão extrema.

    Em 2019, a Organização Mundial da Saúde (OMS) passou a considerar essa condição como uma doença ocupacional. Já em 2022, ela foi incluída na 11ª Revisão da Classificação Internacional de Doenças (CID-11).

    Como mencionamos anteriormente, os sintomas do esgotamento profissional são tanto físicos quanto psicológicos. Geralmente, eles surgem de forma leve e se agravam com o passar do tempo caso não haja nenhuma mudança nos hábitos de vida do indivíduo.

    Dito isso, os principais sinais do Burnout são:

    Dor de cabeça frequente

    Cansaço excessivo

    Batimentos cardíacos acelerados

    Tonturas

    Insônia

    Alterações no apetite

    Dores musculares

    Problemas gastrointestinais (náusea, diarreia, gastrite, etc.)

    Diminuição da produtividade

    Dificuldades de concentração

    Pensamentos negativos intermitentes

    Sentimentos de fracasso, incompetência e insegurança

    Isolamento social

    Alterações repentinas de humor

    Lapsos de memória

    Irritabilidade e agressividade

    Ansiedade

    Reconhecer e identificar esses sintomas é indispensável para que você possa procurar ajuda profissional antes que a situação se instale e se agrave.

    Não é preciso esperar (e nem é recomendado que se espere) passar pela Síndrome de Burnout para rever seus hábitos. Afinal, é plenamente possível evitar que se chegue a um esgotamento crônico com pequenas mudanças no dia a dia.

    Lembre-se de que o cuidado com a saúde de forma geral começa pela prevenção. Portanto, confira dicas de como preservar a sua saúde mental e não passar pelo Burnout:

    Quando o assunto é a prevenção de condições de saúde mental, como a Síndrome de Burnout, o primeiro passo é trabalhar o autoconhecimento, especialmente para identificar situações que agem como um gatilho para o seu estresse.

    Sendo assim, comece a perceber e a identificar pessoas, situações e/ou objetos que despertam emoções e sentimentos negativos no seu ambiente de trabalho.

    A partir disso, torna-se possível criar estratégias de inteligência emocional para evitar esses gatilhos e/ou impedir que eles te causem algum tipo de mal-estar.

    Não ter claro quais são as prioridades da sua vida (pessoal, profissional e social) pode fazer com que você se comprometa com o trabalho de forma excessiva, prejudicando a sua saúde mental.

    Portanto, tire um tempo para listar tudo aquilo que é tão ou mais importante quanto o trabalho para você, como os momentos de lazer, a companhia dos amigos e familiares, etc.

    Quando você coloca tudo isso em um papel, é possível visualizar com mais clareza e, consequentemente, definir limites em relação ao seu trabalho para evitar que as atividades laborais suguem o tempo das outras.

    Seguindo nessa ideia de definir limites, também é indispensável aprender a dizer "não" – não só no trabalho, mas em todos os âmbitos da sua vida. Sim, além de libertador, essa prática te ajuda a preservar...
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Sobre Cantinho da Psicóloga: áudios dos nossos Blogposts
Os áudios dos conteúdos são gerados por IA - Inteligência Artificial a partir das centenas de textos e artigos elaborados por psicólogos.
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