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    Vida offline: por que é importante se desconectar um pouco?

    24/1/2026 | 7min
    Você tem controle sobre quanto tempo você fica "online" por dia?

    Especialistas alertam para o uso excessivo das redes e o quanto isso pode ser prejudicial para o cérebro, causando dependência. Eles defendem que uma das formas de evitar o estresse gerado pelas mídias é aderir ao detox digital ou desenvolver uma vida offline.

    Afinal, o uso exagerado de telas pode acarretar vários prejuízos para a saúde mental, entre eles: queda de produtividade, desconexão com momentos importantes da vida real e, ainda, desenvolvimento de problemas mais sérios como depressão e ansiedade.

    Por isso, confira, neste artigo, por que é importante se desconectar das redes sociais de vez em quando e como fazer isso com facilidade. Boa leitura!

    5 benefícios de se desconectar da vida digital

    O uso desenfreado de telas e rede social pode deixar claro a necessidade de uma mudança de hábitos, especialmente de que é hora de priorizar uma vida offline.

    A ideia é bem simples: consiste em mudar hábitos, fazer uma "dieta" das redes, valorizar mais a vida que acontece ao vivo, ao nosso redor – que muitas vezes esquecemos de viver para estar online.

    Ao reduzir o tempo de exposição às telas, você abre espaço para que o corpo e a mente descansem, além de alimentar relações fora do ambiente digital. Ou seja, você ganha em bem-estar, produtividade e equilíbrio.

    Veja melhor os benefícios do detox digital:

    1. Mais saúde mental e bem-estar

    O excesso de telas pode causar aumento de sintomas de ansiedade e estresse. Portanto, priorizar uma vida offline ajuda a reduzir a sobrecarga de informações, melhora o humor e resulta em um dia a dia mais leve.

    2. Melhora na qualidade de sono

    O que poucas pessoas sabem é que ficar exposto por muitas horas às luzes de telas atrapalha a produção de hormônios que regulam o sono. Por outro lado, quando você se desconecta horas antes de dormir, pode ter noites mais tranquilas e restauradoras.

    3. Mais foco e produtividade

    Quanto menos distração digital, mais tempo para o que realmente importa: estudar, trabalhar, novos hobbies, tarefas pessoais. Com mais concentração, mais chances de produzir melhor.

    4. Relações pessoais mais próximas

    Manter o celular distante durante refeições e encontros aproximam familiares e amigos. Preferir uma vida offline propicia relações mais próximas, conversas mais profundas e a criação de memórias reais.

    5. Estimula a criatividade

    Ficar um tempo longe da internet desperta sua criatividade genuína, o que normalmente não acontece quando você permanece conectado. Estar muito tempo exposto aos conteúdos online pode inibir pensamentos e ideias originais.

    8 dicas para fazer o detox digital e melhorar a sua vida offline

    Diante de uma sociedade cada vez mais online, parece até impossível uma desintoxicação digital, não é mesmo? Porém, além de impactar positivamente na sua saúde, com algumas mudanças de hábitos, é possível sim alcançar uma vida offline. Descubra como:

    1. Estabeleça metas

    Para quem depende da internet para trabalhar ou estudar, é difícil se desligar completamente de uma hora para outra. Por isso, comece estabelecendo metas. Mas, antes, faça um rastreamento no seu celular para entender qual o seu tempo de uso por aplicativo.

    Feito isso, estabeleça a redução do uso dos apps de 30 em 30 min por dia, por exemplo. À medida que for se adaptando, tente metas mais desafiadoras, como ficar um dia inteiro no final de semana sem usar o celular.

    2. Defina horários

    Que tal definir os horários para se conectar e desconectar?

    Dar aquela última olhadinha nas redes antes de dormir parece irresistível, mas isso pode impactar diretamente na qualidade do seu sono. O ideal é interromper o uso do celular duas horas antes de deitar.

    Além disso, no horário de trabalho, se você não precisa de internet para suas tarefas, tente evitar ficar usando as redes sociais ou atender uma mensagem que pode ser respondida em outro momento. Essas dicas podem te ajudar!

    3. Tire o celular de perto

    Um dos principais problemas que envolve o uso d...
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    A psicoterapia como processo criativo

    22/1/2026 | 7min
    A psicoterapia é, em sua essência, um encontro. Um espaço seguro onde a saúde mental é priorizada e onde o autoconhecimento floresce.

    No entanto, a visão tradicional, muitas vezes restrita a um formato formal de conversa, está sendo enriquecida por novas perspectivas.

    A criatividade surge não só como um tema a ser discutido, mas como o próprio processo terapêutico: um caminho dinâmico, inventivo e, muitas vezes, fora do convencional para a mudança e a superação de desafios emocionais.

    O despertar da criatividade na jornada psicológica

    A criatividade não é um dom reservado a poucos, mas uma capacidade inerente ao ser humano – a habilidade de inventar, de produzir algo novo, de encontrar soluções inéditas para problemas antigos.

    Na psicologia, isso se traduz na flexibilidade cognitiva e na capacidade de reorganizar a experiência de vida.

    Quando nos deparamos com um impasse, seja um padrão de comportamento destrutivo, uma crise de ansiedade ou o peso da depressão, a solução não está apenas em entender o passado, mas em criar um futuro diferente.

    O processo criativo e o processo terapêutico compartilham uma estrutura fundamental: ambos envolvem a exploração ativa, o caos inicial, a emergência de novas formas e, finalmente, a integração.

    Exploração: Assim como um artista experimenta cores e texturas, o cliente na terapia explora sentimentos, pensamentos e traumas, muitas vezes inéditos e assustadores. É o momento de ousadia, de arriscar uma nova visão de mundo.

    Caos e Reorganização: A mudança implica em desorganizar o familiar para construir algo novo. A crise emocional (o "caos") é o motor da criação. Ao se permitir entrar em contato com o que está desestruturado, o indivíduo abre espaço para a invenção de novos significados.

    Integração: O resultado final, seja uma pintura, um poema, ou um novo comportamento, é a expressão de um eu que se reorganizou. É a superação de um desafio que se manifesta como uma nova atitude ou uma nova perspectiva sobre a vida.

    Técnicas e abordagens: O caminho fora do convencional

    Para muitos, a ideia de ir ao psicólogo se restringe a sentar e falar.

    Contudo, o manejo do setting terapêutico se expande com o uso de recursos terapêuticos que potencializam a expressão, o vínculo e o autocuidado.

    O poder transformador da arteterapia

    A Arteterapia é talvez o exemplo mais claro da terapia como processo criativo.

    Ela utiliza a linguagem da arte (pintura, desenho, escultura, escrita, dança) como o principal meio de comunicação entre o cliente e o profissional.

    Expressão Não-Verbal: Muitas emoções e traumas são pré-verbais ou intensos demais para serem traduzidos em palavras. A arte oferece um canal seguro para colocar sentimentos para fora e expressar o que está no inconsciente, sem o filtro racional que a fala impõe.

    Concretização do Abstrato: Ao dar forma a um sentimento abstrato, como a angústia ou a tristeza, o cliente consegue olhar para ele de fora, analisá-lo e, consequentemente, manejá-lo melhor. A obra de arte se torna um espelho de seu estado interno.

    Desenvolvimento de Habilidades: O processo de criação em si estimula a regulação emocional, a concentração e a resolução de problemas. A Arteterapia promove um equilíbrio entre corpo, mente e emoções, contribuindo para a autoestima e a saúde mental global.

    A leveza do lúdico e a psicoeducação criativa

    O uso de jogos, metáforas, cartas, e até mesmo pequenos objetos (recursos terapêuticos) na clínica não é infantilização, mas uma estratégia poderosa para fortalecer o vínculo terapêutico e facilitar o autoconhecimento.

    Conexão e Engajamento: A introdução de um elemento lúdico quebra a rigidez e a dificuldade de acesso que alguns pacientes apresentam. Isso diminui a evasão e aumenta a participação ativa, tornando o processo mais dinâmico e menos ameaçador.

    Metáforas e Novos Significados: Metáforas e histórias criadas em conjunto tornam conceitos abstratos (como "mecanismos de defesa" ou "padrões de apego") mais visíveis e palpáveis. Elas criam pontes para ...
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    Ciúme: como lidar com esse sentimento?

    20/1/2026 | 7min
    O ciúme é um sentimento intrínseco ao ser humano. É uma resposta emocional diante de uma sensação de ameaça em um relacionamento. Os sentimentos que prevalecem diante disso são vários, como insegurança, medo, ansiedade e raiva.

    Esse comportamento pode acontecer tanto em relações românticas como em relações de amizade. Mas, apesar de ser comum à experiência humana, quando não controlado, o ciúme pode ser prejudicial, impactando as relações intra e interpessoais.

    Entender suas causas e aprender a lidar com esse sentimento é importante para preservar relações saudáveis e equilibradas. Por isso, continue a leitura e entenda maneiras de encarar e controlar o seu ciúme.

    O que é o ciúme?

    De forma geral, o ciúme é um sentimento que vem do medo de perder uma pessoa. Assim, o seu maior desejo é justamente preservar a relação para evitar essa perda.

    Nesse sentido, esse sentimento provavelmente tem origem nas inseguranças do indivíduo, no medo de não ser amado ou, ainda, em não estar no controle da situação.

    Vale dizer que o ciúme cumpre um papel no amadurecimento emocional de uma relação, porém, em excesso, pode ser considerado uma doença, o chamado ciúme patológico.

    Quando o ciúme passa a ser preocupante?

    O ciúme passa a ser um ponto de preocupação quando seus efeitos começam a impactar de forma negativa no bem-estar de quem o sente, assim como na vida de outras pessoas envolvidas.

    Alguns comportamentos podem indicar que esse sentimento passou do ponto e precisa de atenção, como:

    Comportamento controlador: quando há toda uma movimentação para controlar ações, relações e deslocamento do parceiro, como acessar o telefone, redes sociais, exigir detalhes sobre seu dia a dia, lugares que ele frequentou, pessoas que ele encontrou, além de tentar restringir suas interações sociais;

    Insegurança constante: sentimentos de insegurança de forma exagerada e permanente em relação ao relacionamento;

    Acusações infundadas: fazer acusações sem evidências tangíveis de infidelidade, baseadas em desconfiança pessoal ou suposições;

    Isolamento social: tentativas de isolar o parceiro de seu ciclo de amigos, familiares ou colegas, para diminuir oportunidades de uma possível traição ou infidelidade;

    Comportamento agressivo: expressões de ciúme que se manifestam em comportamentos agressivos, seja verbal ou físicos, como insultos, gritos, ameaças ou até mesmo violência física contra o parceiro ou pessoas ao redor.

    Se comportamentos como os descritos acima se tornam frequentes, gerando sofrimento emocional significativo para o indivíduo que os sente e para as pessoas envolvidas, é necessário buscar ajuda o quanto antes.

    10 dicas para lidar com o ciúmes

    A seguir, separamos algumas dicas que podem oferecer um novo jeito para lidar com o ciúme:

    1. Investigue a origem do ciúme

    Para começar, vale olhar com cuidado para o que provoca o seu ciúme. Existe algum gatilho ou uma situação que se repete? Alguma decepção ou quebra de confiança que possa ter deixado feridas abertas?

    Entender essa causa ajuda você a atuar no cerne da questão. Se houver um trauma, por exemplo, será necessário acolhê-lo e tratá-lo.

    2. Deixe o passado para trás

    Muitas vezes, o ciúme exagerado nasce de experiências ruins em relacionamentos anteriores. Mas é fundamental não carregar essas vivências para o presente. Afinal, além de limitar a profundidade da nova relação, isso não é justo com quem está ao seu lado no presente.

    Portanto, encerre o que ficou para trás e evite comparações. Cada pessoa e cada vínculo é único e merece ser tratado como tal.

    3. Faça do diálogo um hábito constante

    A comunicação aberta é a chave de qualquer relação duradoura, pois ela mantém uma relação saudável, especialmente quando uma das partes convive com inseguranças. Por isso, abra seus medos e vulnerabilidades com quem está ao seu lado.

    Essa sinceridade ajuda o parceiro a compreender seu momento emocional e a oferecer apoio em situações mais delicadas. Por outro lado, quando você se fecha, a tendência é que desentendim...
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    Transtorno de ansiedade: 8 sinais comuns

    19/1/2026 | 7min
    A ansiedade é uma emoção que faz parte da vida de todos nós. Afinal, ela é um instinto que protege as pessoas dos riscos, alertando-as diante de uma ameaça real.

    No entanto, quando em excesso, ela pode ser prejudicial, indicando a presença de algum transtorno de ansiedade. Nesses casos, é indispensável procurar ajuda profissional.

    Mas como saber se você está com algum transtorno de ansiedade? Quais sinais indicam que algo não vai bem? Continue a leitura deste artigo para conferir os principais sinais!

    O que é transtorno de ansiedade?

    Transtorno de ansiedade é uma condição psicológica caracterizada pelo medo, preocupação e ansiedade excessivos que interferem nas atividades diárias.

    Nesse sentido, a pessoa pode ficar ansiosa constantemente, mesmo quando não existe uma ameaça ou problema real. A partir disso, sintomas físicos, comportamentais e emocionais podem surgir de forma intensa, como dores estomacais, falta de ar, insônia e angústia, por exemplo.

    Convém mencionar, antes de seguirmos, que existem diferentes tipos de transtorno de ansiedade, sendo os principais:

    Transtorno de ansiedade generalizada (TAG): um dos transtornos de ansiedade mais comuns, caracterizado pela preocupação excessiva combinado com estresse recorrente.

    Transtorno obsessivo-compulsivo (TOC): pensamentos obsessivos que levam a atitudes compulsivas, como verificar várias vezes se a porta está trancada.

    Transtorno de ansiedade social: também conhecida como fobia social, refere-se à ansiedade diante de situações sociais e relacionamentos interpessoais.

    Síndrome do pânico: crises intensas e inesperadas de medo e mal-estar generalizado diante de situações futuras.

    Agorafobia: medo de situações e lugares que possam causar "aprisionamento", como estar dentro de um elevador, por exemplo.

    Como saber se estou com algum transtorno de ansiedade?

    Para saber se você está com algum transtorno de ansiedade, é necessário se atentar para os sinais que o seu corpo e a sua mente podem estar dando.

    Por isso, trouxemos, a seguir, alguns pontos para você observar:

    1. Mudanças de humor repentinas e/ou irritabilidade

    Se você tem se sentido irritado com uma certa frequência e/ou percebe que o seu humor muda de repente, sem uma explicação clara, então pode ser que você esteja com algum transtorno de humor.

    Nesse sentido, repare se você está vivenciando uma situação de muita pressão ou estresse. Afinal, esses contextos podem fazer com que o humor oscile frequentemente.

    2. Alterações no sono

    Também é bastante comum a pessoa ansiosa sofrer com alguma alteração no sono, especialmente a insônia, uma vez que a mente está em estado de hiperexcitação e, portanto, não consegue "desligar" para relaxar.

    Além da dificuldade para iniciar o sono, o indivíduo pode sofrer com despertares noturnos frequentes ou acordar muito antes do horário previsto. Tudo por causa da hiperatividade do cérebro com os pensamentos intermitentes de preocupação.

    3. Sensação de falta de ar

    Essa é uma das sensações físicas mais presentes nos transtornos de ansiedade: a sensação de falta de ar ou dificuldade para respirar. Nesses casos, a causa do problema não é fisiológica tampouco está atrelada ao aparelho respiratório. A causa sempre é emocional.

    Vale destacar que, em caso de falta de ar, é indispensável procurar um médico para fazer exames e, assim, descartar causas físicas antes. Não tome nenhuma conclusão sem a orientação de um profissional.

    4. Medo excessivo sem uma justificativa aparente

    Um outro sinal que pode indicar a existência de um transtorno de ansiedade é sentir um medo constante sem que haja uma justificativa aparente para isso, além de enxergar perigo em situações que não necessariamente sejam, de fato, perigosas.

    Em muitos pacientes, esse sintoma é tão grave que os impede de realizar atividades diárias básicas, como ir a um supermercado, por exemplo. Daí a importância de buscar ajuda imediata de um psicólogo, porque, ainda que não seja um transtorno de ansiedade, com certeza é algo que precisa ser t...
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    10 livros para ajudar no crescimento pessoal

    17/1/2026 | 7min
    Os livros voltados ao desenvolvimento pessoal podem ser grandes aliados de quem deseja evoluir de forma contínua, seja no âmbito emocional, profissional ou comportamental.

    Essas obras incentivam o autoconhecimento, ajudam a repensar hábitos e oferecem ferramentas práticas para lidar melhor com os desafios do dia a dia, promovendo crescimento e equilíbrio.

    Pensando nisso, reunimos uma lista com 10 livros que se destacam por contribuir de forma significativa para o desenvolvimento pessoal. As leituras abordam diferentes temas e podem servir como inspiração e apoio para quem busca aprender, mudar e se desenvolver.

    Então, continue acompanhando este post e confira a seleção especial para o seu desenvolvimento pessoal que separamos!

    Livros para crescimento pessoal: 10 opções

    1. Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas, de Dale Carnegie

    Este livro tornou-se referência quando o assunto é o desenvolvimento das relações humanas, das habilidades sociais e da comunicação eficiente.

    Assim, partindo do princípio de que é preciso se interessar genuinamente por aqueles com quem interagimos, ele inspira as pessoas a se sentirem mais seguras, abertas e confiantes em seus encontros sociais e profissionais.

    Então, é uma leitura prazerosa e fundamental para quem deseja criar bons vínculos, se tornar mais persuasivo, deixar uma marca positiva e inspirar os outros com energia e gentileza.

    2. Inteligência Emocional, de Daniel Goleman

    Segundo Goleman, a consciência das emoções é fator essencial para o desenvolvimento da inteligência do indivíduo. Assim, o autor mostra como a incapacidade de lidar com as próprias emoções pode prejudicar a experiência escolar, acabar com carreiras promissoras e destruir vidas.

    Por meio desse livro, então, você compreende quais são as cinco habilidades-chave da inteligência emocional e como elas determinam o êxito nos relacionamentos e no trabalho, e até no seu bem-estar físico.

    3. Os 7 Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes, de Stephen R. Covey

    Presença constante na lista de best-sellers, esse livro é uma abordagem holística e integrada à solução dos problemas pessoais e profissionais baseada em princípios.

    Com mais de 25 milhões de exemplares vendidos e traduzido para 38 idiomas, este manual é ideal para quem busca alcançar a paz de espírito e adquirir confiança por meio dos alicerces do comportamento humano no caráter e da compreensão dos princípios, não se prendendo apenas a práticas.

    4. As Armas da Persuasão, de Robert Cialdini

    O autor se baseia em depoimentos inéditos de profissionais e estudos de casos sociais em meios digitais. Então, apresentando resumos ao final de cada capítulo e um princípio de persuasão que se diz inédito, é uma obra para influenciar sua carreira profissional.

    Assim, a leitura expõe como influenciar pessoas e ter sucesso no seu negócio, além de ensinar estratégias de marketing eficazes. Se quer entender o caminho que leva as pessoas a dizerem "sim" e como usar esse conhecimento na prática, essa leitura é para você.

    5. Conversas Corajosas, de Elisama Santos

    A autora, que é psicanalista e consultora em comunicação consciente e educadora parental, propõe ao leitor um mergulho no autoconhecimento, a partir dos pilares da comunicação não violenta (CNV).

    Assim, a leitura ensina a como escutar para além das próprias projeções, apresentando caminhos para agir quando a opinião do outro parece absurda. Defende também que a vulnerabilidade não é algo ruim, mas é uma arma poderosa para nos aproximar do outro.

    6. Rápido e devagar: duas formas de pensar, de Daniel Kahneman

    A obra leva a uma viagem pela mente humana e explica as duas formas de pensar: uma é rápida, intuitiva e emocional; a outra, mais lenta, deliberativa e lógica.

    Assim, por meio de insights práticos e esclarecedores sobre como tomamos decisões nos negócios e na vida pessoal, o autor expõe como podemos usar diferentes técnicas para nos proteger contra falhas mentais que muitas vezes nos colocam em apuros.

    A leitura leva o leitor a entend...

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Os áudios dos conteúdos são gerados por IA - Inteligência Artificial a partir das centenas de textos e artigos elaborados por psicólogos.
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