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Cantinho da Psicóloga: áudios dos nossos Blogposts

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    Ciúme: como lidar com esse sentimento?

    20/1/2026 | 7min
    O ciúme é um sentimento intrínseco ao ser humano. É uma resposta emocional diante de uma sensação de ameaça em um relacionamento. Os sentimentos que prevalecem diante disso são vários, como insegurança, medo, ansiedade e raiva.

    Esse comportamento pode acontecer tanto em relações românticas como em relações de amizade. Mas, apesar de ser comum à experiência humana, quando não controlado, o ciúme pode ser prejudicial, impactando as relações intra e interpessoais.

    Entender suas causas e aprender a lidar com esse sentimento é importante para preservar relações saudáveis e equilibradas. Por isso, continue a leitura e entenda maneiras de encarar e controlar o seu ciúme.

    O que é o ciúme?

    De forma geral, o ciúme é um sentimento que vem do medo de perder uma pessoa. Assim, o seu maior desejo é justamente preservar a relação para evitar essa perda.

    Nesse sentido, esse sentimento provavelmente tem origem nas inseguranças do indivíduo, no medo de não ser amado ou, ainda, em não estar no controle da situação.

    Vale dizer que o ciúme cumpre um papel no amadurecimento emocional de uma relação, porém, em excesso, pode ser considerado uma doença, o chamado ciúme patológico.

    Quando o ciúme passa a ser preocupante?

    O ciúme passa a ser um ponto de preocupação quando seus efeitos começam a impactar de forma negativa no bem-estar de quem o sente, assim como na vida de outras pessoas envolvidas.

    Alguns comportamentos podem indicar que esse sentimento passou do ponto e precisa de atenção, como:

    Comportamento controlador: quando há toda uma movimentação para controlar ações, relações e deslocamento do parceiro, como acessar o telefone, redes sociais, exigir detalhes sobre seu dia a dia, lugares que ele frequentou, pessoas que ele encontrou, além de tentar restringir suas interações sociais;

    Insegurança constante: sentimentos de insegurança de forma exagerada e permanente em relação ao relacionamento;

    Acusações infundadas: fazer acusações sem evidências tangíveis de infidelidade, baseadas em desconfiança pessoal ou suposições;

    Isolamento social: tentativas de isolar o parceiro de seu ciclo de amigos, familiares ou colegas, para diminuir oportunidades de uma possível traição ou infidelidade;

    Comportamento agressivo: expressões de ciúme que se manifestam em comportamentos agressivos, seja verbal ou físicos, como insultos, gritos, ameaças ou até mesmo violência física contra o parceiro ou pessoas ao redor.

    Se comportamentos como os descritos acima se tornam frequentes, gerando sofrimento emocional significativo para o indivíduo que os sente e para as pessoas envolvidas, é necessário buscar ajuda o quanto antes.

    10 dicas para lidar com o ciúmes

    A seguir, separamos algumas dicas que podem oferecer um novo jeito para lidar com o ciúme:

    1. Investigue a origem do ciúme

    Para começar, vale olhar com cuidado para o que provoca o seu ciúme. Existe algum gatilho ou uma situação que se repete? Alguma decepção ou quebra de confiança que possa ter deixado feridas abertas?

    Entender essa causa ajuda você a atuar no cerne da questão. Se houver um trauma, por exemplo, será necessário acolhê-lo e tratá-lo.

    2. Deixe o passado para trás

    Muitas vezes, o ciúme exagerado nasce de experiências ruins em relacionamentos anteriores. Mas é fundamental não carregar essas vivências para o presente. Afinal, além de limitar a profundidade da nova relação, isso não é justo com quem está ao seu lado no presente.

    Portanto, encerre o que ficou para trás e evite comparações. Cada pessoa e cada vínculo é único e merece ser tratado como tal.

    3. Faça do diálogo um hábito constante

    A comunicação aberta é a chave de qualquer relação duradoura, pois ela mantém uma relação saudável, especialmente quando uma das partes convive com inseguranças. Por isso, abra seus medos e vulnerabilidades com quem está ao seu lado.

    Essa sinceridade ajuda o parceiro a compreender seu momento emocional e a oferecer apoio em situações mais delicadas. Por outro lado, quando você se fecha, a tendência é que desentendim...
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    Transtorno de ansiedade: 8 sinais comuns

    19/1/2026 | 7min
    A ansiedade é uma emoção que faz parte da vida de todos nós. Afinal, ela é um instinto que protege as pessoas dos riscos, alertando-as diante de uma ameaça real.

    No entanto, quando em excesso, ela pode ser prejudicial, indicando a presença de algum transtorno de ansiedade. Nesses casos, é indispensável procurar ajuda profissional.

    Mas como saber se você está com algum transtorno de ansiedade? Quais sinais indicam que algo não vai bem? Continue a leitura deste artigo para conferir os principais sinais!

    O que é transtorno de ansiedade?

    Transtorno de ansiedade é uma condição psicológica caracterizada pelo medo, preocupação e ansiedade excessivos que interferem nas atividades diárias.

    Nesse sentido, a pessoa pode ficar ansiosa constantemente, mesmo quando não existe uma ameaça ou problema real. A partir disso, sintomas físicos, comportamentais e emocionais podem surgir de forma intensa, como dores estomacais, falta de ar, insônia e angústia, por exemplo.

    Convém mencionar, antes de seguirmos, que existem diferentes tipos de transtorno de ansiedade, sendo os principais:

    Transtorno de ansiedade generalizada (TAG): um dos transtornos de ansiedade mais comuns, caracterizado pela preocupação excessiva combinado com estresse recorrente.

    Transtorno obsessivo-compulsivo (TOC): pensamentos obsessivos que levam a atitudes compulsivas, como verificar várias vezes se a porta está trancada.

    Transtorno de ansiedade social: também conhecida como fobia social, refere-se à ansiedade diante de situações sociais e relacionamentos interpessoais.

    Síndrome do pânico: crises intensas e inesperadas de medo e mal-estar generalizado diante de situações futuras.

    Agorafobia: medo de situações e lugares que possam causar "aprisionamento", como estar dentro de um elevador, por exemplo.

    Como saber se estou com algum transtorno de ansiedade?

    Para saber se você está com algum transtorno de ansiedade, é necessário se atentar para os sinais que o seu corpo e a sua mente podem estar dando.

    Por isso, trouxemos, a seguir, alguns pontos para você observar:

    1. Mudanças de humor repentinas e/ou irritabilidade

    Se você tem se sentido irritado com uma certa frequência e/ou percebe que o seu humor muda de repente, sem uma explicação clara, então pode ser que você esteja com algum transtorno de humor.

    Nesse sentido, repare se você está vivenciando uma situação de muita pressão ou estresse. Afinal, esses contextos podem fazer com que o humor oscile frequentemente.

    2. Alterações no sono

    Também é bastante comum a pessoa ansiosa sofrer com alguma alteração no sono, especialmente a insônia, uma vez que a mente está em estado de hiperexcitação e, portanto, não consegue "desligar" para relaxar.

    Além da dificuldade para iniciar o sono, o indivíduo pode sofrer com despertares noturnos frequentes ou acordar muito antes do horário previsto. Tudo por causa da hiperatividade do cérebro com os pensamentos intermitentes de preocupação.

    3. Sensação de falta de ar

    Essa é uma das sensações físicas mais presentes nos transtornos de ansiedade: a sensação de falta de ar ou dificuldade para respirar. Nesses casos, a causa do problema não é fisiológica tampouco está atrelada ao aparelho respiratório. A causa sempre é emocional.

    Vale destacar que, em caso de falta de ar, é indispensável procurar um médico para fazer exames e, assim, descartar causas físicas antes. Não tome nenhuma conclusão sem a orientação de um profissional.

    4. Medo excessivo sem uma justificativa aparente

    Um outro sinal que pode indicar a existência de um transtorno de ansiedade é sentir um medo constante sem que haja uma justificativa aparente para isso, além de enxergar perigo em situações que não necessariamente sejam, de fato, perigosas.

    Em muitos pacientes, esse sintoma é tão grave que os impede de realizar atividades diárias básicas, como ir a um supermercado, por exemplo. Daí a importância de buscar ajuda imediata de um psicólogo, porque, ainda que não seja um transtorno de ansiedade, com certeza é algo que precisa ser t...
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    10 livros para ajudar no crescimento pessoal

    17/1/2026 | 7min
    Os livros voltados ao desenvolvimento pessoal podem ser grandes aliados de quem deseja evoluir de forma contínua, seja no âmbito emocional, profissional ou comportamental.

    Essas obras incentivam o autoconhecimento, ajudam a repensar hábitos e oferecem ferramentas práticas para lidar melhor com os desafios do dia a dia, promovendo crescimento e equilíbrio.

    Pensando nisso, reunimos uma lista com 10 livros que se destacam por contribuir de forma significativa para o desenvolvimento pessoal. As leituras abordam diferentes temas e podem servir como inspiração e apoio para quem busca aprender, mudar e se desenvolver.

    Então, continue acompanhando este post e confira a seleção especial para o seu desenvolvimento pessoal que separamos!

    Livros para crescimento pessoal: 10 opções

    1. Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas, de Dale Carnegie

    Este livro tornou-se referência quando o assunto é o desenvolvimento das relações humanas, das habilidades sociais e da comunicação eficiente.

    Assim, partindo do princípio de que é preciso se interessar genuinamente por aqueles com quem interagimos, ele inspira as pessoas a se sentirem mais seguras, abertas e confiantes em seus encontros sociais e profissionais.

    Então, é uma leitura prazerosa e fundamental para quem deseja criar bons vínculos, se tornar mais persuasivo, deixar uma marca positiva e inspirar os outros com energia e gentileza.

    2. Inteligência Emocional, de Daniel Goleman

    Segundo Goleman, a consciência das emoções é fator essencial para o desenvolvimento da inteligência do indivíduo. Assim, o autor mostra como a incapacidade de lidar com as próprias emoções pode prejudicar a experiência escolar, acabar com carreiras promissoras e destruir vidas.

    Por meio desse livro, então, você compreende quais são as cinco habilidades-chave da inteligência emocional e como elas determinam o êxito nos relacionamentos e no trabalho, e até no seu bem-estar físico.

    3. Os 7 Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes, de Stephen R. Covey

    Presença constante na lista de best-sellers, esse livro é uma abordagem holística e integrada à solução dos problemas pessoais e profissionais baseada em princípios.

    Com mais de 25 milhões de exemplares vendidos e traduzido para 38 idiomas, este manual é ideal para quem busca alcançar a paz de espírito e adquirir confiança por meio dos alicerces do comportamento humano no caráter e da compreensão dos princípios, não se prendendo apenas a práticas.

    4. As Armas da Persuasão, de Robert Cialdini

    O autor se baseia em depoimentos inéditos de profissionais e estudos de casos sociais em meios digitais. Então, apresentando resumos ao final de cada capítulo e um princípio de persuasão que se diz inédito, é uma obra para influenciar sua carreira profissional.

    Assim, a leitura expõe como influenciar pessoas e ter sucesso no seu negócio, além de ensinar estratégias de marketing eficazes. Se quer entender o caminho que leva as pessoas a dizerem "sim" e como usar esse conhecimento na prática, essa leitura é para você.

    5. Conversas Corajosas, de Elisama Santos

    A autora, que é psicanalista e consultora em comunicação consciente e educadora parental, propõe ao leitor um mergulho no autoconhecimento, a partir dos pilares da comunicação não violenta (CNV).

    Assim, a leitura ensina a como escutar para além das próprias projeções, apresentando caminhos para agir quando a opinião do outro parece absurda. Defende também que a vulnerabilidade não é algo ruim, mas é uma arma poderosa para nos aproximar do outro.

    6. Rápido e devagar: duas formas de pensar, de Daniel Kahneman

    A obra leva a uma viagem pela mente humana e explica as duas formas de pensar: uma é rápida, intuitiva e emocional; a outra, mais lenta, deliberativa e lógica.

    Assim, por meio de insights práticos e esclarecedores sobre como tomamos decisões nos negócios e na vida pessoal, o autor expõe como podemos usar diferentes técnicas para nos proteger contra falhas mentais que muitas vezes nos colocam em apuros.

    A leitura leva o leitor a entend...
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    Fases da vida e o desenvolvimento emocional

    15/1/2026 | 7min
    Compreender o desenvolvimento emocional ao longo da vida é essencial para quem busca autoconhecimento, equilíbrio psicológico e relações mais saudáveis.

    Cada fase da vida apresenta desafios, aprendizados e demandas emocionais específicas, que influenciam diretamente a forma como lidamos com sentimentos, vínculos, frustrações e escolhas.

    Na psicologia, essas etapas não são vistas apenas como recortes etários, mas como momentos de construção interna que deixam marcas profundas na identidade e na saúde mental.

    Infância: a base do desenvolvimento emocional

    A infância é considerada uma das fases mais decisivas para o desenvolvimento emocional.

    É nesse período que a criança começa a reconhecer emoções, estabelecer vínculos afetivos e formar as primeiras percepções sobre si mesma e sobre o mundo.

    Logo, as experiências vividas nessa etapa funcionam como um alicerce para a saúde emocional ao longo da vida.

    O ambiente familiar, a qualidade do cuidado recebido e a forma como emoções são acolhidas ou reprimidas têm impacto direto na construção da autoestima, da segurança emocional e da capacidade de confiar nos outros.

    Assim sendo, uma infância marcada por afeto, previsibilidade e escuta tende a favorecer adultos mais seguros emocionalmente.

    Vínculo e apego

    O vínculo afetivo com cuidadores é fundamental para o sentimento de segurança emocional.

    Logo, quando a criança percebe que suas necessidades emocionais são atendidas e que existem rituais familiares, desenvolve um apego seguro, o que favorece autonomia, empatia e regulação emocional no futuro.

    Reconhecimento das emoções

    Na infância, a criança começa a identificar emoções básicas como por exemplo, alegria, medo, raiva e tristeza.

    A forma como os adultos nomeiam e validam esses sentimentos contribui para que a criança aprenda a expressá-los de maneira saudável.

    Construção da autoestima

    Elogios, limites claros e acolhimento influenciam diretamente a percepção que a criança desenvolve sobre seu próprio valor.

    Uma autoestima bem estruturada nessa fase impacta positivamente a vida adulta.

    Adolescência: emoções intensas e construção da identidade

    A adolescência é marcada por profundas transformações físicas, cognitivas e emocionais.

    Trata-se de um período de transição em que o indivíduo deixa de ser criança, mas ainda não se reconhece plenamente como adulto.

    Esse processo costuma gerar conflitos internos, questionamentos e emoções intensas.

    Logo, o desenvolvimento emocional na adolescência está fortemente ligado à busca por identidade, pertencimento e autonomia.

    É comum que o jovem experimente oscilações de humor, insegurança e maior sensibilidade às críticas e rejeições.

    Assim sendo, para compreender melhor essa fase, é importante observar alguns aspectos emocionais centrais que costumam estar presentes na vivência adolescente.

    Busca por identidade

    O adolescente passa a questionar valores familiares, explorar novos interesses e experimentar diferentes formas de se expressar na vida pessoal e nas redes sociais.

    Esse processo é essencial para a construção de uma identidade própria, embora possa gerar ansiedade e confusão emocional.

    Relações sociais e pertencimento

    Amizades e grupos sociais ganham grande importância.

    A necessidade de aceitação pode influenciar comportamentos e impactar a autoestima, tornando o jovem mais vulnerável emocionalmente.

    Regulação emocional

    Apesar do desenvolvimento cognitivo, o cérebro emocional ainda está em formação, o que dificulta o controle de impulsos e a regulação das emoções.

    Por isso, reações intensas são comuns nessa etapa.

    Vida adulta jovem: escolhas, responsabilidades e autonomia emocional

    A vida adulta jovem é frequentemente associada à consolidação da independência e à tomada de decisões importantes, como carreira, relacionamentos afetivos e projetos de vida.

    Emocionalmente, essa fase envolve o desafio de equilibrar expectativas pessoais, autoimagem, pressões sociais e responsabilidades crescentes.

    É um período em que muitos padrões emocionais apren...
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    Intoxicação emocional: o que é, sintomas e como evitar?

    13/1/2026 | 7min
    Se sentir vulnerável, se chatear com facilidade ou, ainda, querer sair correndo e deixar tudo para trás… Você já experimentou algum desses sentimentos? Essa é a realidade de muitas pessoas que não têm consciência do seu estado emocional.

    Quando estão imersas nesses sentimentos, elas também experimentam uma montanha russa constante, intercalam entre o riso e o choro nos momentos mais inesperados e reagem de maneira desproporcional às situações, não conseguindo expressar seus sentimentos e emoções com clareza. Esses sintomas são efeitos da intoxicação emocional.

    Se você já passou ou está passando por momentos de grande carga emocional, este artigo é para você. Continue lendo para saber mais sobre o assunto!

    O que é intoxicação emocional?

    Aintoxicação emocional trata-se de uma carga de emoções que, em exagero, causa uma intoxicação. A intensidade de emoções é característica desse quadro. Sentimentos como raiva, medo, agressividade e culpa são reações comuns.

    Aquele que sofre com intoxicação emocional culpa-se o tempo todo por algo que não saiu como ele esperava, podendo ser em relação a ele ou com os outros. Pequenas coisas se transformam em grandes acontecimentos.

    Esse descontrole de informação e sentimentos faz com que outras sensações e pensamentos que deveriam influenciar positivamente no bem-estar sejam mascarados, dificultando a consciência.

    Quais são os principais sintomas da intoxicação emocional?

    Para saber se você ou alguém ao seu redor está passando por essa situação, conheça alguns sintomas:

    Falta de motivação: você não sente mais vontade de encarar atividades que antes te davam prazer;

    Decepção pessoal: quando algo não sai como você esperava, você se culpa;

    Insegurança: a culpa te paralisa, gerando sentimentos de incapacidade;

    Dificuldade de se expressar: os sentimentos são guardados em excesso e você passa a ter dificuldade em colocar o que sente para fora;

    Angústias e aflições sem explicação aparente: sentimentos negativos em excesso sem uma explicação passam a ser comuns;

    Incômodos desnecessários, mas fortemente presentes: você não sabe exatamente o que está te deixando desconfortável, mas o desconforto está ali andando lado a lado com você.

    O resultado são conflitos pessoais e emocionais que afetam diariamente o bem-estar físico e o psicológico, tornando o indivíduo vulnerável e causando os sintomas descritos anteriormente.

    Por que a intoxicação emocional acontece?

    A intoxicação emocional é a consequência de não nos darmos tempo para cuidar do nosso interior, adiando sempre o que nos dá prazer. A curto prazo, esse comportamento pode não causar nenhum dano, mas a longo prazo pode levar a pessoa ao adoecimento e depressão.

    Vale dizer que o acúmulo de estresse e conflitos não resolvidos resultam em um estado de fragilidade emocional. Assim, nossa mente trabalha de forma incansável, gerando pensamentos de maneira desenfreada e sem controle.

    Como evitar a intoxicação emocional?

    Assim como lidar com uma intoxicação causada por alimentos, em que se elimina o que ocasionou esse desequilíbrio, para tratar uma intoxicação emocional não é diferente: deve-se buscar eliminar essas emoções.

    Se o excesso de algum sentimento está te deixando inseguro e ou até depressivo, é importante entender e buscar outras alternativas. Por isso, veja algumas dicas para evitar chegar nesse estágio:

    1. Não canalize sentimentos ruins

    Sensações negativas podem acabar com o nosso dia. Afinal, a raiva, a culpa, o medo e a ansiedade geram desordem e nos esgotam emocionalmente.

    Portanto, perceba o que anda gerando esses sentimentos em você… Qual pode ser a causa? Após identificar, quebre o padrão! Não deixe dentro tantas emoções negativas.

    2. Organização faz diferença

    Você já ouviu falar que o estado do ambiente interfere muito no nosso humor?

    Pois é, um lugar bem organizado, seja nossa casa ou ambiente de trabalho, impacta diretamente no que sentimos e como encaramos as atividades do dia a dia.

    A organização traz tranquilidade para a mente e faz ...

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Sobre Cantinho da Psicóloga: áudios dos nossos Blogposts

Os áudios dos conteúdos são gerados por IA - Inteligência Artificial a partir das centenas de textos e artigos elaborados por psicólogos.
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