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Cantinho da Psicóloga: áudios dos nossos Blogposts

Cantinho da Psicóloga
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  • 7 soft skills mais exigidas no mercado de trabalho e como desenvolvê-las?
    Para você que ainda não conhece, as soft skills são um grupo de competências ou de habilidades que um profissional possui. Com a modernização das relações de trabalho, as empresas também estão evoluindo e, com isso, se tornando cada vez mais exigentes. Neste artigo, te mostraremos como essas habilidades são essenciais para qualquer área profissional, citando as mais requisitadas e apresentando dicas de como desenvolvê-las. Continue a leitura e aprenda com a gente! O que são soft skills? As soft skills são as competências comportamentais que um indivíduo apresenta e que, apesar de serem características particulares ou pessoais deste, podem ser aplicadas como um diferencial na vida profissional. Em outras palavras, soft skills são as habilidades da vida pessoal, mas que são utilizadas também no ambiente de trabalho. Principais soft skills para o mercado de trabalho Seja para conseguir uma promoção ou mesmo para conquistar uma vaga de emprego, demonstrar quais são as suas soft skills pode ser um diferencial que te destaca de outros profissionais ou candidatos. Por tal razão, separamos abaixo algumas das soft skills mais procuradas no mercado de trabalho. Confira: 1. Comunicação Comunicar-se bem com outras pessoas é muito importante para a vida como um todo, sendo que, no ambiente profissional não seria diferente. Vale dizer que, além de comunicar-se bem, é igualmente preciso ouvir com atenção o que o outro tem a dizer, o que auxilia no networking e na troca de informações eficaz, fator relevante para a rotina de uma empresa. 2. Empatia Esta competência está diretamente ligada à habilidade da comunicação, pois, por meio dela, a pessoa consegue se colocar no lugar do outro e, com isso, compreender e acolher no que for necessário. Ao levar em consideração a história do próximo, tratando-o com respeito e educação, o profissional contribui para que a cultura organizacional da empresa seja mais saudável, especialmente porque torna-se possível uma ajuda mútua entre os membros da equipe. Desta forma, ao surgirem conflitos internos, a comunicação ocorre de um modo mais compreensível, com diálogos apropriados e com maiores chances de resolução dos impasses. 3. Inteligência emocional Essa competência é frequentemente buscada no mercado de trabalho, já que, por meio dela, além de entender e controlar suas próprias emoções, o profissional também consegue perceber os sentimentos de outras pessoas. Um indivíduo com inteligência emocional escuta ativamente a situação do outro, colocando-se no lugar deste, assim como tem um bom controle emocional sobre si para agir assertivamente diante de certos contextos. 4. Organização do tempo O uso de técnicas para uma boa gestão do tempo é bem visto pelas empresas na análise de um colaborador, já que permite que este organize de forma eficaz suas atividades pessoais e profissionais. Essa habilidade favorece não apenas o dia a dia profissional do indivíduo e a qualidade dos serviços prestados à empresa, mas, ainda, é benéfica para a saúde mental, pois atua na prevenção do estresse e ansiedade para realizar as funções designadas. 5. Criatividade Um profissional criativo está sempre em busca de melhorias e inovações para benefício da empresa, fazendo o que for possível com os recursos ao seu alcance. As instituições valorizam pessoas criativas, pois o aprimoramento do conhecimento e as experiências vividas fazem com elas exerçam suas atividades com excelência, se destacando pela produção de bons ou melhores resultados a partir de suas convicções. 6. Resiliência Aliada à habilidade de inteligência emocional, a resiliência ajuda a encarar os problemas com outros olhos, lidando com eles sem desistir. Ainda que seja difícil, o profissional consegue ser maduro, recomeçar e superar as adversidades. A pessoa resiliente sabe que os erros acontecem em qualquer fase de aprendizagem, no entanto, ela também acredita que pode conseguir fazer bom uso das experiências vividas e levar o que aprendeu para resistir às dificu...
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  • Por que e como cuidar da saúde mental na gravidez?
    Cuidar da saúde mental na gravidez é muito importante para a gestante. Isso porque este é um período caracterizado por inúmeras transformações, descobertas, mas também muitos desafios. Assim, é preciso adotar os cuidados necessários para que tanto a grávida quanto o bebê passem por esta fase da maneira mais saudável possível, especialmente em razão dos fatores hormonais e psicológicos envolvidos. Durante a gestação, é comum ocorrer um aumento nos níveis de ansiedade, estresse e até o surgimento da depressão. Logo, é necessário tentar preveni-los. Por isso, continue a leitura deste artigo e saiba como viver esta fase da vida de forma mais leve! Por que é importante cuidar da saúde mental na gravidez? Como dito, a gravidez é uma fase de muitas transformações, sejam elas físicas, psicológicas ou, até mesmo, nas relações sociais. Justamente por isso é que se torna necessário cuidar da saúde mental, principalmente para impedir o desenvolvimento de depressão pós-parto. Vale dizer que, nesse período, os hormônios da grávida ficam mais alterados do que o normal, o que a leva a oscilações de humor, menos disposição, medo excessivo do futuro, entre outras modificações. Desta forma, é essencial ter uma atenção redobrada a este novo cenário, prezando sempre pelo bem-estar físico e mental. 8 dicas para cuidar da saúde mental na gravidez É totalmente comum sentir-se "perdida" ao longo da gestação e no puerpério. No entanto, isso não deve ser normalizado pelas mulheres, a fim de que seja possível evitar consequências graves do adoecimento mental, como rejeição ao bebê e à maternidade. Daí a importância de cuidar da saúde mental na gravidez! Veja abaixo algumas dicas que separamos para te ajudar nesse momento: 1. Faça o pré-natal Você sabia que o pré-natal é essencial também para a gestante? Sim, além dos cuidados com o bebê, para garantir a saúde da grávida, é preciso passar pelos cuidados necessários assim que confirmada a gestação. Nesta etapa, a mulher passa por medidas preventivas realizadas por meio de consultas e exames que monitoram o desenvolvimento da gravidez, sendo capaz de constatar eventuais intercorrências para mãe e filho. Assim, faça o seu pré-natal regularmente, seguindo as orientações e realizando os exames solicitados, porque, deste modo, é possível garantir uma evolução saudável para você e seu bebê. 2. Mantenha uma alimentação equilibrada Uma boa alimentação no dia a dia já é primordial para a saúde de uma pessoa, na gravidez, então, esta responsabilidade aumenta, sobretudo, porque a saúde da mãe e do filho estão diretamente ligadas. Assim, alimentar-se de forma saudável na gestação propicia o bom desenvolvimento fetal e a integridade da saúde física e mental da mulher, além de reduzir riscos e complicações. 3. Pratique atividades físicas A realização de exercícios físicos durante a gravidez é outro exemplo de prática que colabora para a saúde mental da gestante. Lembrando que, para tanto, é sempre necessária uma orientação e autorização médica. No geral, exercícios mais leves como caminhadas, hidroginásticas, pilates, alongamentos, danças, entre outros, são indicados para manter a saúde do corpo e o controle da ansiedade. 4. Busque informações sobre o parto Se a gravidez é um misto de emoções na vida da gestante, com o momento do parto não seria diferente, fato que acaba interferindo no psicológico. Desta forma, estar por dentro das diversas transformações que esse período pode trazer é uma maneira de trabalhar a mente para que tudo ocorra da forma mais tranquila possível. Logo, vale a pena tirar suas dúvidas com o profissional que te acompanha, fazer pesquisas em sites confiáveis e ler livros a respeito do assunto, para que, quando chegar o momento do parto, você se sinta mais confiante e segura. 5. Faça um planejamento Especialmente se você for mãe de primeira viagem, é sempre bom já deixar as coisas mais organizadas possíveis, pois isso te ajudará naqueles momentos em que a cabeça pode estar a mil com os cuidados ...
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  • Como saber se você está inserido em um ambiente tóxico?
    Um ambiente tóxico é aquele tipo de convívio que, aos poucos, pode começar a afetar seu bem-estar emocional sem que você perceba de imediato. Assim, a convivência diária, seja em casa, no trabalho ou entre amigos, pode se tornar uma fonte constante de estresse e desgaste emocional quando há padrões negativos repetitivos. Mas como identificar se isso está acontecendo com você? Neste artigo, você vai entender o que caracteriza um ambiente emocionalmente prejudicial, conhecer os principais sinais de alerta e descobrir o que fazer ao perceber que está vivendo em um. Boa leitura! O que é um ambiente tóxico? Um ambiente tóxico pode ser definido como um espaço em que a convivência se torna emocionalmente desgastante, seja por comportamentos hostis, falta de apoio ou relações desequilibradas. Assim, em vez de promover acolhimento e crescimento, esse tipo de ambiente gera tensão, insegurança e desgaste psicológico. Ele pode existir em diversos contextos - familiar, profissional, social ou afetivo - e muitas vezes se desenvolve de forma sutil, tornando difícil perceber seus efeitos no dia a dia. Vale ressaltar que a toxicidade não está apenas nas atitudes explícitas, como agressões verbais, mas também em dinâmicas silenciosas que anulam a individualidade, promovem culpa ou fazem com que a pessoa duvide de si mesma. Viver em um ambiente assim pode comprometer seriamente o bem-estar emocional, tornando essencial reconhecer seus sinais e buscar formas de proteção ou mudança. Como um ambiente tóxico pode impactar a sua vida? Um ambiente tóxico pode comprometer sua saúde mental, causando: Estresse constante; Redução da autoestima; Crises de ansiedade; Depressão. Portanto, seus efeitos afetam a qualidade de vida e o equilíbrio emocional no dia a dia. 7 sinais de que você está inserido em um ambiente tóxico Reconhecer um ambiente prejudicial nem sempre é simples, especialmente quando estamos emocionalmente envolvidos ou expostos há muito tempo. Além disso, muitas vezes, os sinais aparecem de forma sutil e vão se intensificando aos poucos, até que o desconforto se torna parte da rotina. Abaixo, listamos os principais indícios de que você pode estar vivendo em um ambiente prejudicial, seja em casa, no trabalho, em círculos sociais ou relacionamentos afetivos. Preste atenção: identificar esses padrões é o primeiro passo para se proteger. 1. Você sente que precisa se "podar" o tempo todo Se expressar com autenticidade se torna um risco. Assim, em vez de agir naturalmente, você sente a necessidade constante de se censurar para evitar julgamentos ou conflitos. Em um ambiente tóxico, até gestos simples podem ser mal interpretados ou usados contra você, gerando insegurança e medo. Essa autocensura prolongada, por sua vez, afeta sua identidade e cria uma sensação de sufocamento. 2. Há uma presença constante de críticas destrutivas As críticas não surgem para ajudar você a crescer, mas para diminuir sua autoestima, o que faz você se sentir inferiorizado, mesmo quando dá o seu melhor. As observações são carregadas de ironia, sarcasmo ou desprezo. Em um ambiente tóxico, o erro é amplificado, e os acertos, ignorados. Com o tempo, isso gera culpa, dúvida sobre suas capacidades e desgaste emocional. 3. Suas emoções são invalidadas com frequência Sempre que você expressa tristeza, raiva ou frustração, a resposta é desdém ou minimização, e frases como "você está exagerando" ou "isso é drama" são comuns. Assim, essa desvalorização constante faz você duvidar dos próprios sentimentos. Além disso, em um ambiente danoso, o afeto é substituído por frieza, e a empatia dá lugar à indiferença ou ao julgamento velado. 4. Conflitos são recorrentes e mal resolvidos Discussões constantes, falta de escuta e acusações são frequentes, pois não há espaço para diálogo respeitoso ou reconciliação verdadeira. Dessa forma, em vez de soluções, surgem ressentimentos acumulados. Nesse espaço, conflitos viram ciclos de tensão que desgastam emocionalmente, e até questões pequenas se...
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  • Neurodivergência: como acolher diferentes formas de pensar
    Vivemos em uma sociedade que, por muito tempo, valorizou apenas um tipo de inteligência, comportamento e forma de aprender. No entanto, cada vez mais pessoas têm compreendido que o cérebro humano é diverso - e que essa diversidade é algo que merece ser reconhecido e acolhido. É dentro dessa perspectiva que surge o conceito de neurodivergência, uma forma de olhar para as diferenças neurológicas como variações naturais da mente humana, e não como erros ou defeitos. Entender o que significa ser neurodivergente e como lidar com isso - seja você uma pessoa neurodivergente ou alguém que convive com uma - é um passo importante para construir uma sociedade mais inclusiva, empática e saudável. O que é neurodivergência? O termo neurodivergência surgiu dentro do movimento pela neurodiversidade, criado nos anos 1990 por ativistas e pesquisadores, especialmente pessoas autistas, que buscavam mudar a maneira como o mundo via o autismo e outras condições neurológicas. Em vez de considerar essas diferenças como "transtornos" que precisam ser corrigidos, a ideia é que elas fazem parte da variação natural da mente humana, assim como existem diferenças de cor de pele, altura ou personalidade. A neurodivergência, portanto, refere-se a pessoas cujos cérebros funcionam de maneira diferente do que se considera "neurotípico" - ou seja, do padrão mais comum na sociedade. Isso inclui diferentes modos de perceber o mundo, processar informações, lidar com emoções e se comunicar. Exemplos de condições neurodivergentes É importante lembrar que o termo neurodivergente não é um diagnóstico médico, mas um conceito que engloba várias condições neurológicas e cognitivas. Entre os exemplos mais conhecidos estão: Transtorno do Espectro Autista (TEA) Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) Dislexia Dispraxia Discalculia Transtorno do Processamento Auditivo Síndrome de Tourette Transtornos de aprendizagem Altas habilidades/superdotação Essas condições variam muito de pessoa para pessoa. Duas pessoas com o mesmo diagnóstico podem ter experiências completamente diferentes, e é por isso que a escuta, a empatia e o acolhimento individualizado são fundamentais. Neurodiversidade x neurodivergência Antes de avançar, vale diferenciar dois termos que, embora relacionados, têm significados diferentes. Neurodiversidade é o conceito que reconhece que existem múltiplas formas válidas de funcionamento neurológico. Ela se refere à diversidade como um todo. Neurodivergência descreve as pessoas que se desviam do padrão considerado neurotípico. Em outras palavras, a neurodiversidade é o conjunto, e a neurodivergência é uma de suas partes. Todos nós, coletivamente, formamos uma sociedade neurodiversa. Por que falar de neurodivergência é importante Discutir a neurodivergência é essencial porque ajuda a quebrar estigmas e preconceitos que historicamente colocaram as pessoas com diferenças neurológicas em posições de exclusão. Muitos indivíduos neurodivergentes enfrentam dificuldades de adaptação em ambientes que não foram pensados para acolher suas necessidades - seja na escola, no trabalho ou nas interações sociais. Essas dificuldades não surgem por falta de capacidade, mas porque as estruturas sociais foram construídas com base em um único modelo de pensamento. Falar sobre neurodivergência é, portanto, falar sobre inclusão, respeito e saúde mental. Como a sociedade costuma lidar com a neurodivergência Infelizmente, ainda há muita desinformação sobre o tema. A sociedade tende a enxergar a neurodivergência como algo a ser corrigido, o que pode gerar pressão para a normalização e culpabilização. Crianças com TDAH, por exemplo, podem ser vistas como "preguiçosas" ou "desatentas", enquanto adultos autistas muitas vezes são taxados de "frias" ou "sem empatia". Por conta disso, a psicoterapia infantil ou mesmo para adultos é importante para entender os motivos por trás de certos comportamentos. Esses rótulos prejudicam a autoestima e o bem-estar emocional das pessoas neu...
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  • Autonegligência: como saber se você está se descuidando?
    A Autonegligência é o nome dado ao comportamento de descuido com as próprias necessidades físicas, emocionais ou sociais, algo que, embora comum, muitas vezes passa despercebido no dia a dia. Nesse sentido, cuidar de si mesmo pode parecer simples, mas, na prática, fatores como excesso de responsabilidades, baixa autoestima ou sofrimento emocional podem levar uma pessoa a abrir mão do autocuidado pouco a pouco. Neste artigo, você vai entender o que é a autonegligência, como identificar seus sintomas, quais são suas causas, os efeitos que pode gerar e, principalmente, como tratar e prevenir esse padrão de comportamento. Boa leitura! O que é a autonegligência? Autonegligência é o ato de deixar de cuidar de si mesmo, mesmo quando se tem condições físicas e mentais para isso. Esse comportamento vai além de momentos isolados de cansaço ou distração, trata-se de um padrão repetitivo de descuido com necessidades básicas, como alimentação, higiene, saúde, sono e bem-estar emocional. Pessoas que sofrem com autonegligência frequentemente evitam buscar ajuda, não seguem tratamentos médicos ou ignoram sinais claros de que algo não vai bem. Por isso, esse comportamento está relacionado à baixa autoestima, sentimentos de desvalorização ou quadros como depressão, ansiedade e traumas não resolvidos. É importante entender que autonegligenciar-se não significa preguiça ou desleixo, mas sim um sinal de sofrimento psíquico que precisa de atenção. Quais são os sintomas da autonegligência? Os sinais de autonegligência podem variar de pessoa para pessoa, mas costumam envolver comportamentos repetitivos de descuido com a própria saúde, segurança e bem-estar. , Então, veja os principais sintomas: Falta de higiene pessoal (não tomar banho, não escovar os dentes, não trocar de roupa). Alimentação irregular ou inadequada, com longos períodos sem comer ou consumo excessivo de alimentos pouco nutritivos. Recusa ou abandono de tratamentos médicos, mesmo diante de diagnósticos importantes. Sono desregulado ou insuficiente, com insônia ou excesso de sono. Isolamento social, evitando contatos, encontros e interações afetivas. Ambiente doméstico desorganizado, sujo ou inseguro. Uso de roupas sujas, danificadas ou inadequadas para o clima. Falta de motivação para cumprir tarefas básicas, como estudar, trabalhar ou resolver questões do dia a dia. Dificuldade em priorizar o próprio bem-estar, colocando sempre as necessidades dos outros à frente das suas. Sentimentos persistentes de desvalorização, culpa ou falta de merecimento. Perceber esses sintomas no dia a dia é fundamental para interromper o ciclo da autonegligência. Quanto mais cedo forem identificados, maiores são as chances de retomar o autocuidado e buscar ajuda adequada. O que causa a autonegligência? A autonegligência pode ser resultado de diversos fatores emocionais, psicológicos e contextuais. Muitas vezes, eles se combinam e criam um ciclo difícil de romper. Entre as principais causas estão: Transtornos mentais, como depressão, ansiedade, transtorno bipolar e transtorno de personalidade. Baixa autoestima, com sentimentos de inferioridade, culpa ou de que "não vale a pena cuidar de si". Histórico de traumas, como abusos, negligência na infância ou experiências emocionais dolorosas. Estresse crônico ou sobrecarga, especialmente quando a pessoa assume muitas responsabilidades e se anula. Isolamento social, com ausência de vínculos afetivos ou apoio emocional. Falta de sentido ou propósito de vida, levando à apatia e à perda de motivação. Problemas de saúde física ou limitações cognitivas, que dificultam o autocuidado. Ambientes desestruturados, como contextos familiares negligentes ou disfuncionais. Entender as causas da autonegligência é essencial para lidar com ela de forma mais consciente e empática. Quais são as consequências na vida de uma pessoa autonegligente? A autonegligência não afeta apenas a rotina ou a aparência de quem a vivencia, ela pode comprometer seriamente a saúde física, emocional...
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