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    7 critérios que você deve analisar na hora de escolher um psicólogo

    24/03/2026 | 6min
    Saber escolher um bom psicólogo é tarefa importantíssima para quem deseja iniciar um acompanhamento psicoterapêutico para tratar algum conflito interno ou, simplesmente, para se conhecer melhor e aprender a gerenciar as emoções.

    Afinal de contas, é esse profissional que vai te guiar na jornada do autoconhecimento, te ajudando a acessar traumas, lidar com emoções e pensamentos difíceis, modificar padrões de comportamento prejudiciais, etc. Ou seja, deve ser um especialista escolhido a partir de critérios, com o qual você se sinta confortável para se abrir.

    Para te ajudar nessa escolha, trouxemos, neste artigo, algumas dicas e critérios que você deve analisar durante essa seleção. Lembre-se de que estamos falando de alguém que vai acessar o seu interior. Portanto, deve ser bem escolhido.

    Continue acompanhando este conteúdo para saber mais!

    Critérios na hora de escolher um psicólogo: 7 indispensáveis

    A seguir, trouxemos 7 critérios para você verificar na hora de escolher o seu psicólogo:

    1. Credenciais

    O primeiro critério a se analisar é se o psicólogo possui as credenciais dos Conselhos Federal e Regional de Psicologia. Isso é indispensável para ter a certeza de que ele pode, de fato, atuar na área.

    Nesse sentido, solicite o CRP do profissional para que você tenha a certeza de que está contratando alguém realmente capacitado. E não tenha medo de fazer essa solicitação. Um profissional credível não se sentirá ofendido com isso, pelo contrário.

    2. Área de atuação e especialização

    Também vale a pena avaliar o perfil profissional do psicólogo para saber qual é a sua área de atuação e se ele é especialista no que você precisa.

    Por exemplo, se você está passando pela síndrome do pânico, faz mais sentido procurar um profissional com especialidade nesse transtorno.

    Além disso, ao olhar a especialização, você consegue perceber se trata-se de um profissional que investe em atualizações e capacitações constantes, algo importante para a área da psicologia.

    3. Abordagem

    Verifique também qual é a abordagem, isto é, a linha terapêutica utilizada pelo psicólogo. Isso é muito importante porque cada paciente e cada problema exige uma abordagem diferente a fim de que aquilo que se busca na terapia seja realmente alcançado.

    Saiba que, dentre as principais abordagens, se destacam:

    Psicologia comportamental: foca em solucionar a demanda atual do paciente sem se ater a questões do passado.

    Psicanálise: possibilita que o paciente tome consciência de seus pensamentos, comportamentos e traumas do passado que, até então, ocorrem de forma inconsciente.

    Gestalt: focada no "aqui e agora", traz o paciente sempre para o presente a fim de que ele se torne mais consciente das suas reações e das experiências momentâneas.

    Psicodrama: utiliza encenações teatrais em grupo para diagnosticar conflitos e tratar possíveis traumas.

    Apesar de todas as abordagens serem eficientes, cada uma é indicada para um quadro. Daí a necessidade de conferir qual é a linha terapêutica do psicólogo escolhido e se ela atenderá às suas demandas.

    4. Disponibilidade de agenda

    Um outro critério que também deve ser analisado é a compatibilidade de agenda, ou seja, se os horários oferecidos pelo profissional condizem com a sua disponibilidade.

    Geralmente, psicólogos que atendem online conseguem oferecer horários mais flexíveis aos pacientes, uma vez que não estão atrelados necessariamente à rotina comercial.

    Assim, para pessoas que levam um dia a dia corrido e não têm tempo para fazer a terapia presencial, a modalidade online se torna uma excelente possibilidade em razão da disponibilidade maior de horários que oferece – além do conforto e comodidade, é claro.

    5. Sensibilidade e empatia

    Nos primeiros contatos com o psicólogo, você precisa perceber se ele é sensível às suas demandas e paciente com você. Sim, você precisa sentir que está sendo compreendido para que consiga se abrir e alcançar os resultados da terapia.

    Além disso, a troca entre vocês deve ser empática, isto é, você deve conseg...
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    Psicologia das emoções: o que é, como funciona e benefícios!

    23/03/2026 | 7min
    Sentir é uma experiência intrínseca à condição humana. Alegria, medo, raiva e tristeza não surgem do nada: elas moldam a maneira como interpretamos o mundo, interagimos com as pessoas e reagimos aos desafios do dia a dia.

    Assim, entender essas manifestações emocionais é essencial para compreender o comportamento humano em sua complexidade.

    Ao longo deste artigo, analisaremos a psicologia das emoções, investigando os mecanismos que dão origem aos nossos sentimentos, a forma como são interpretadas pelo cérebro e expressos socialmente, bem como sua influência em diferentes contextos da vida.

    Continue a leitura!

    O que é a psicologia das emoções?

    A psicologia das emoções dedica-se ao estudo das experiências emocionais humanas, investigando como elas se originam, se manifestam, são reguladas e de que maneira afetam o comportamento e a estabilidade emocional.

    Esse domínio do conhecimento analisa os processos envolvidos na produção e no processamento das emoções, bem como sua influência sobre o pensamento, a motivação e as ações individuais.

    Sua relevância está no papel fundamental que as emoções exercem em quase todas as áreas da vida, orientando decisões, relações e respostas diante das situações cotidianas.

    Quais são as principais emoções humanas?

    As emoções humanas mais frequentes são:

    Raiva: ligada à frustração ou injustiça, que prepara o indivíduo para reagir

    Alegria: sensação de bem-estar e satisfação diante de experiências positivas

    Tristeza: resposta emocional a perdas ou decepções, favorecendo reflexão e recolhimento.

    Nojo: reação de repulsa que atua como proteção contra situações nocivas

    Medo: emoção associada à percepção de perigo, essencial para a sobrevivência

    Surpresa: resposta imediata a acontecimentos inesperados, podendo ser positiva ou negativa.

    Qual é a importância de saber gerenciar as suas emoções?

    A habilidade de gerenciar as emoções permite reconhecer sentimentos, compreender suas causas e evitar reações impulsivas, contribuindo para decisões mais conscientes e relacionamentos mais saudáveis.

    Convém mencionar que lidar com as próprias emoções está diretamente relacionado ao conceito de inteligência emocional, que envolve a capacidade de identificar, controlar e expressar emoções de maneira adequada. Pessoas emocionalmente inteligentes tendem a enfrentar desafios com mais resiliência, empatia e autocontrole.

    Além disso, o gerenciamento emocional favorece o bem-estar psicológico, reduz o estresse e melhora o desempenho pessoal, social e profissional, tornando-se uma habilidade essencial para a qualidade de vida e o desenvolvimento humano.

    Impactos das emoções na saúde mental

    As emoções exercem profunda influência sobre a saúde mental e a forma como os indivíduos pensam, agem e se relacionam. Afinal, como dissemos, elas orientam percepções, decisões e respostas diante das experiências vividas.

    No funcionamento cognitivo, as emoções afetam processos como atenção, aprendizagem e memória. Assim, estados emocionais positivos tendem a favorecer a assimilação de informações e a flexibilidade mental. Porém, quando não gerenciadas, as emoções podem desencadear:

    Estresse: estado de tensão emocional prolongado que gera cansaço mental e irritabilidade.

    Crises de ansiedade: resposta emocional intensa marcada por medo excessivo e perda de controle.

    Depressão: emoções persistentes de tristeza e desânimo que afetam a motivação e o interesse.

    Falta de concentração: emoções desreguladas dificultam o foco e a atenção nas tarefas.

    Dificuldade para tomada de decisão: odesequilíbrio emocional pode levar a escolhas impulsivas ou inadequadas.

    Como o psicólogo pode te ajudar a controlar suas emoções?

    O controle das emoções é objeto de estudo de algumas áreas, como a psicologia das emoções e as neurociências. Desse modo, em sessões de psicoterapia, o psicólogo pode te ajudar da seguinte forma:

    Avaliação do funcionamento emocional

    O primeiro passo consiste em compreender melhor a forma como você se comporta e lida com as suas emoções.

    P...
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    Como a mente reage a longos períodos de instabilidade

    19/03/2026 | 8min
    Períodos de instabilidade fazem parte da vida. Mudanças profissionais, crises financeiras, problemas de saúde, conflitos familiares ou incertezas sociais são experiências comuns.

    O que nem sempre é tão visível é o impacto psicológico que a instabilidade prolongada pode provocar.

    Quando a sensação de incerteza se estende por semanas, meses ou até anos, a mente passa a operar de forma diferente.

    O estado de alerta deixa de ser temporário e começa a se tornar crônico.

    Aos poucos, o organismo e o sistema emocional se reorganizam para lidar com uma realidade percebida como imprevisível.

    Isso pode afetar o humor, o sono, a concentração, os relacionamentos e a autoestima.

    Muitas pessoas começam a se sentir mais irritadas, ansiosas, cansadas ou emocionalmente esgotadas — mesmo quando aparentemente "estão dando conta".

    Portanto, compreender como a mente reage à instabilidade prolongada é um passo importante para reconhecer sinais de sobrecarga e buscar formas mais saudáveis de atravessar períodos difíceis.

    O estado de alerta constante e seus efeitos emocionais

    A mente humana é programada para identificar riscos e responder a eles. Diante de uma ameaça, o organismo ativa mecanismos de defesa: aumento da atenção, liberação de hormônios do estresse, preparo para agir rapidamente. Esse sistema é essencial para a sobrevivência.

    O problema surge quando a ameaça não é pontual, mas contínua.

    A incerteza prolongada — como insegurança financeira, instabilidade no trabalho, relações imprevisíveis ou contextos sociais turbulentos — mantém o corpo e a mente em estado de alerta permanente.

    Nesse cenário, o cérebro passa a interpretar a realidade como potencialmente perigosa o tempo todo. Isso pode gerar:

    1. Ansiedade persistente

    2. Dificuldade de relaxar

    3. Irritabilidade frequente

    4. Sensação de urgência constante

    5. Hipervigilância (estar sempre "preparado para o pior")

    Com o tempo, esse funcionamento desgasta emocionalmente. A pessoa pode se sentir exausta sem entender exatamente o motivo.

    Mesmo nos momentos em que nada está acontecendo de concreto, o corpo permanece tenso.

    Além disso, o estado de alerta contínuo dificulta experiências de prazer e descanso.

    A mente prioriza a sobrevivência, não o bem-estar. Assim, atividades que antes eram agradáveis podem perder intensidade ou deixar de trazer satisfação.

    A instabilidade afeta a sensação de controle e segurança interna

    Um dos pilares da saúde mental é a percepção de previsibilidade. Não precisamos controlar tudo, mas precisamos sentir que temos algum grau de estabilidade.

    Quando essa base é constantemente ameaçada, a sensação de segurança interna enfraquece.

    Longos períodos de instabilidade podem gerar:

    1. Medo excessivo do futuro

    2. Dificuldade de fazer planos

    3. Procrastinação por insegurança

    4. Paralisia diante de decisões

    5. Necessidade intensa de garantias

    A mente tende a buscar controle como forma de compensar a incerteza externa.

    Algumas pessoas tornam-se excessivamente rígidas com rotinas. Outras passam a evitar decisões importantes por medo de errar.

    Há também quem desenvolva pensamentos catastróficos recorrentes, ou até quem se deixe vencer pela impulsividade para evitar o desgaste do excesso de análises sobre a situação.

    Quando a instabilidade se prolonga, a autoestima pode ser afetada. A pessoa começa a questionar sua própria capacidade de lidar com a vida.

    Mesmo situações neutras passam a ser interpretadas como ameaçadoras.

    Esse desgaste psicológico nem sempre é percebido de imediato.

    Muitas vezes, ele aparece de forma sutil: dificuldade de concentração, lapsos de memória, sensação constante de que algo ruim pode acontecer.

    Impactos no corpo, no sono e na energia mental

    A mente e o corpo não funcionam separadamente. A instabilidade emocional prolongada produz efeitos físicos reais.

    O estresse crônico pode alterar padrões de sono. Algumas pessoas passam a ter insônia, acordando no meio da noite com pensamentos acelerados.

    Outras sentem sono excessivo como forma de escapar da sobre...
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    O que não se deve dizer para uma pessoa com depressão?

    17/03/2026 | 9min
    Uma pessoa com depressão enfrenta muitos momentos difíceis, marcados por constantes mudanças de humor. Por isso, é importante buscar compreender as suas dores e saber o que não se deve dizer a quem se encontra nessa condição.

    No estado depressivo, em vez de julgamentos, o indivíduo precisa se sentir acolhido, compreendido e respeitado. Isso evita episódios em que ele possa se sentir constrangido, agravando ainda mais o seu quadro.

    Neste artigo, apresentaremos algumas sugestões do que deve ser evitado ao falar com alguém que esteja enfrentando a depressão. Boa leitura!

    O que não dizer a uma pessoa com depressão?

    Passar pela depressão, por si só, é uma circunstância extremamente difícil. Além de se sentir incapaz, triste, com baixa autoestima e apresentar outros sintomas, muitas vezes o paciente também sofre com frases ou comentários feitos por outras pessoas que, apesar de muitas vezes serem ditos com boa intenção, podem piorar o quadro.

    Dessa forma, veja abaixo algumas dicas do que não dizer a uma pessoa com depressão:

    1. Dizer à pessoa que ela veja o lado positivo das coisas

    Uma pessoa em estado depressivo, além de se sentir muito só e incompreendida, também tende a sentir que tudo ao seu redor não está bem.

    Logo, quando alguém diz para que ela não seja negativa e tente olhar para o lado positivo, o sofrimento pode ser aumentado. Isso porque o indivíduo pode interpretar como se estivesse exagerando, sendo egoísta ou como se sua depressão não fosse tão séria.

    Portanto, o melhor a se fazer é oferecer apoio, ressaltando que, apesar das dificuldades, a condição pode ser tratada e apontar as direções mais adequadas, como sugerir a busca por um profissional.

    2. Comparar a situação da pessoa deprimida com a de outras pessoas

    Já é bastante desconfortável conviver com os sintomas da depressão, sobretudo porque ninguém escolhe viver com tal condição. Por isso, é totalmente desnecessário fazer comparações da pessoa deprimida com outros casos.

    Dessa forma, é preciso muito cuidado para não ser invasivo ou mesmo fazer julgamentos do tipo: "fulano está bem pior do que você", "você precisa ser mais esforçado", "conheço quem passou por isso e não ficou assim", entre outros.

    Se você age dessa maneira com alguém em depressão, está sendo insensível e desconsiderando o sofrimento de tal pessoa. Lembre-se de que cada um possui sua própria realidade, o que torna essencial oferecer apoio em vez de julgamentos.

    3. Afirmar que a pessoa se sentirá melhor no dia seguinte

    Quando você diz a alguém que a depressão é apenas uma tristeza que todos sentimos e que ela melhora de um dia para outro, a pessoa pode acreditar que é fraca e ficar ainda mais desanimada quanto às chances de se reerguer.

    Só quem passa por um quadro depressivo entende a profundidade de viver um sentimento tão doloroso quanto esse. Ademais, nem todos conseguem ter forças para lidar com as situações de desânimo e desespero.

    Embora a depressão tenha tratamento, os sintomas não desaparecem automaticamente. É preciso um acompanhamento profissional adequado, suporte emocional e compreensão. Com isso, aos poucos, a pessoa pode se recuperar e voltar a sua rotina.

    4. Questionar o motivo que a impede de simplesmente ser feliz

    O estado depressivo tende a levar o indivíduo a uma visão diferente do mundo, pois ele enxerga tudo com um olhar de tristeza e pessimismo. Assim, a pessoa não consegue simplesmente controlar seus sentimentos, pois isso exige muito mais do que força de vontade.

    Como dito, não existe uma solução automática para a melhora de pacientes com essa condição. A depressão não é uma opção ou escolha consciente, tampouco algo que a pessoa consiga controlar apenas com a mudança de mentalidade, por exemplo.

    Por este motivo, evite falar da felicidade com a pessoa deprimida como se fosse algo simples. Prefira agir com empatia, escutar o que ela tem a dizer e oferecer seu apoio.

    5. Culpar a pessoa por ela estar deprimida

    Todos nós somos falhos e temos a tendência de julgar o próximo, seja...
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    Como saber se minha saúde mental está bem?

    16/03/2026 | 7min
    Para saber se a sua saúde mental está bem, é preciso levar algumas questões em consideração, como se os seus sentimentos, emoções, pensamentos e ideias estão em sintonia.

    Isso porque a saúde mental refere-se a um conjunto de fatores que estão diretamente relacionados, não dependendo somente das características psicológicas e emocionais do indivíduo.

    Nesse artigo, te ajudaremos a compreender melhor o assunto, inclusive a avaliar se a sua saúde mental está bem e o que fazer caso não esteja. Boa leitura!

    Por que é importante manter o cuidado com a saúde mental?

    É importante cuidar da saúde mental porque as pessoas podem viver com qualidade de vida, desfrutando de forma saudável dos bons momentos e vivendo um equilíbrio entre corpo e mente.

    Assim, podemos citar alguns dos benefícios do cuidado com a saúde mental:

    Prevenção contra o surgimento de diversas doenças mentais e físicas;

    Redução de condições de saúde já existentes (tais como a depressão e ansiedade);

    Sensação de estar bem consigo mesmo e com o próximo;

    A pessoa consegue lidar da melhor maneira com as situações emocionais do cotidiano;

    Os relacionamentos são mais significativos, estáveis e profundos;

    Há um aumento considerável na produtividade, seja na vida pessoal ou profissional;

    Entre outros.

    Como dito, cuidar da saúde da mente é tão importante quanto cuidar do próprio corpo, já que um está interligado ao outro e juntos possibilitam que o indivíduo alcance um bem-estar pleno e completo em sua vida.

    Condições mais comuns que surgem quando a saúde mental não vai bem

    Existem muitas condições de saúde mental que indicam que a pessoa não está bem. Dentre elas, as mais comuns são:

    1. Estresse

    Apesar de ser uma reação normal da vida humana, quando ocorre de modo frequente e persistente, o estresse pode ser uma preocupação, especialmente se fizer com que o indivíduo sinta raiva e não suporte determinadas situações da rotina.

    2. Ansiedade

    Esta condição é caracterizada por situações de preocupações ou medos intensos e excessivos dos quais muitas vezes não existe um motivo aparente para tanto. Nestes casos, a pessoa não consegue controlar os sentimentos e sofre de forma mais profunda.

    3. Burnout

    A síndrome de Burnout consiste no esgotamento emocional do indivíduo, a qual decorre do estresse excessivo do ambiente de trabalho, seja de circunstâncias desgastantes, de responsabilidades ou mesmo de informações negativas que levam à exaustão da mente.

    4. Depressão

    A depressão, por sua vez, é marcada pela presença de sentimentos constantes de tristeza, desânimo e desinteresse pela prática de atividades do dia a dia. Esta condição pode afetar o sono, o apetite ou mesmo a saúde do corpo.

    Como avaliar a saúde mental e saber se ela está bem?

    Para avaliar a situação em que se encontra a saúde mental de uma pessoa e confirmar se ela está bem, é preciso atenção aos sinais de alerta. Normalmente, eles podem incluir sintomas como os seguintes:

    1. Sono desregulado

    As alterações no sono como a insônia ou ainda a sonolência em excesso podem significar que alguma coisa não está normal com a sua saúde mental. Isto porque noites mal dormidas não podem ser comuns no cotidiano de uma pessoa saudável.

    Quando não há qualidade de sono, isso reflete no bem-estar do corpo e da mente, já que o indivíduo não consegue descansar como deveria. Logo, se há insônia ou sonolência exagerada, é importante atentar-se e avaliar se pode ser uma condição psicológica.

    2. Cansaço frequente

    Um sinal de exaustão mental também está relacionado à fadiga física, a exemplo daquela pessoa que está sempre cansada. Ou seja, refere-se àquela que não consegue ou tem dificuldade de relaxar ou já acorda cansada mesmo após um período adequado de sono.

    Desta forma, situações em que é difícil se concentrar, não há motivação ou existe sofrimento emocional podem configurar o cansaço mental, e a frequência em que ocorrem devem ligar o sinal de alerta para a saúde da mente.

    3. Excesso ou falta de apetite

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Os áudios dos conteúdos são gerados por IA - Inteligência Artificial a partir das centenas de textos e artigos elaborados por psicólogos.
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Generated: 3/25/2026 - 8:16:15 AM