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    Como tomar decisões difíceis: 6 estratégias

    07/04/2026 | 6min
    Saber como tomar decisões difíceis, apesar de desafiador, é extremamente importante. Afinal de contas, a incerteza e a insegurança podem gerar diversos problemas emocionais, como ansiedade e estresse e, ainda, prejudicar o seu crescimento pessoal e profissional.

    Mas, então, como tomar decisões difíceis com assertividade e segurança? Essa é a dúvida de muitas pessoas e é ela que responderemos neste post.

    Continue a leitura para conferir algumas estratégias simples, mas eficazes na hora da tomada de decisões em assuntos sérios. Vamos lá!

    Por que tomar decisões difíceis é desafiador?

    Tomar uma decisão difícil costuma ser desafiador e complexo por vários motivos. Primeiramente, porque ela geralmente possui várias alternativas ou envolve grandes mudanças (como mudar de emprego ou de cidade, se divorciar, ter um filho, etc.), o que pode causar insegurança e ansiedade frente ao novo.

    Além disso, diante da necessidade de escolher entre um caminho ou outro é comum vir o medo e a apreensão de se estar tomando a decisão equivocada e/ou de se estar abdicando da outra opção.

    Todos esses fatores somados a outras particularidades podem culminar na procrastinação, autossabotagem e, até mesmo, questões de saúde mental, como crises de ansiedade, estresse, síndrome do pânico, etc.

    6 estratégias para tomar decisões difíceis com mais assertividade

    Como forma de possibilitar a tomada de decisões difíceis com assertividade e mais tranquilidade, trouxemos algumas dicas e estratégias que podem te ajudar. Veja só:

    1. Liste todas as alternativas que você tem

    Pegue papel e caneta e anote todas as opções que você tem dentro dessa decisão que precisa tomar. Parece algo simples, mas colocar tudo no papel clarifica a mente e torna o processo mais fácil, uma vez que você consegue visualizar os prós e contras.

    Nesse papel, também vale a pena colocar os possíveis resultados diante de cada decisão. Ainda que não possamos prever o futuro, imaginar possíveis cenários (consciente de que não são certezas, apenas possibilidades) também pode auxiliar.

    2. Separe um período da semana para refletir sobre

    É muito importante que você não tome nenhuma decisão no calor do momento, sob estresse, tensão ou outra forte carga emocional. Isso porque as emoções podem interferir no processo, fazendo com que você se arrependa posteriormente.

    Diante disso, o recomendado é que você tire um dia/horário da semana para refletir sobre a questão. Esse será o momento em que você fará as anotações no papel (dica dada anteriormente) e poderá analisar com calma e cautela todos os cenários.

    Dica extra: procure fazer isso após o expediente de trabalho ou em dias de folga, para que demandas profissionais não interrompam o seu processo reflexivo.

    3. Converse com pessoas de confiança

    Também vale a pena pedir a opinião de pessoas de confiança para te ajudarem. É claro que a decisão final é sua, mas os conselhos e as visões diferentes podem agregar positivamente – desde que você tenha filtro.

    Compartilhe seus desafios, medos e inseguranças com quem você sabe que te quer bem e, assim, tenha a chance de visualizar cenários e possibilidades diferentes daqueles que até então você tinha enxergado.

    Dica extra: saiba escolher bem o amigo a quem pedirá o conselho. Aqui você deve analisar não apenas o nível de confiança, mas também de expertise. Isso significa que, se você precisa tomar uma decisão amorosa, o ideal é buscar algum amigo que tenha vivenciado experiências amorosas. Do mesmo modo, se precisa tomar uma decisão profissional, busque pessoas que tenham atuações parecidas com as suas.

    4. Pense em quem você é e quais são seus objetivos

    Esse é um ponto em que o autoconhecimento será de grande valia. Sim, você precisa saber quem é, quais são suas prioridades, motivações, desejos e vontades para que a decisão vá de encontro com o que se realmente almeja para a vida.

    Nesse sentido, quando você trabalha o autoconhecimento, consegue olhar mais e melhor para dentro de si, identificando valores, habilidades...
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    Como ajudar as crianças a controlarem a ansiedade na escola?

    06/04/2026 | 6min
    A fase escolar é repleta de descobertas e extremamente importante para o desenvolvimento das crianças e adolescentes. Entretanto, alguns momentos também podem desencadear a ansiedade, como o início do ano letivo, a chegada das provas, a briga com algum colega, etc.

    Nestes eventos, pais e professores devem saber como agir para evitar que essa ansiedade se transforme em algo maior e prejudique o bem-estar e a saúde mental dos pequenos. Afinal de contas, eles ainda não sabem lidar bem com suas emoções, daí a necessidade de se intervir com auxílio e práticas saudáveis.

    Por isso, neste post, trouxemos 9 dicas de como ajudar as crianças a controlarem a ansiedade na escola, melhorando a experiência delas nessa instituição social tão essencial. Confira!

    9 Dicas para ajudar as crianças a controlarem a ansiedade na escola

    A seguir, listamos algumas dicas práticas que podem ser utilizadas em diversas situações escolares passíveis de desencadear a ansiedade:

    1. Mantenha uma rotina organizada

    Contar com uma rotina organizada e que traga previsibilidade possibilita que a criança se sinta mais confortável e segura para ter as suas vivências escolares. Naturalmente, adversidades podem – e vão – acontecer, o que tende a desorganizar um pouco o dia a dia.

    No entanto, quando há horários regulares para comer, dormir, brincar e estudar, os desafios que surgem, como o início do ano letivo ou a época de provas, se tornam menos intensos, o que ajuda no controle da ansiedade e do estresse.

    2. Incentive a prática de atividades extras

    Assim como acontece com os adultos, a ansiedade nas crianças também pode ser controlada por meio da prática de atividades físicas e de hobbies. Afinal, além de liberarem hormônios do prazer e do bem-estar, elas ajudam as crianças a relaxarem e a se "esquecerem" dos problemas que as afligem.

    Nesse sentido, vale a pena incentivá-las a praticar algum esporte, tirar momentos para passear na natureza, fazer leituras e contação de histórias em família, entre outras atividades lúdicas e/ou físicas que permitam a sensação de bem-estar.

    3. Crie uma lista de mensagens positivas

    Uma dica muito útil – e que serve tanto para professores quanto para pais – é anotar em vários papéis mensagens positivas, de autofirmação de enfrentamento, e dobrá-las.

    Assim, toda vez que a criança for passar por algum desafio que a deixe ansiosa, como o ingresso em nova escola ou os dias que antecedem a realização de uma prova, por exemplo, peça-a que escolha uma frase e abra.

    Algumas mensagens podem ser: "Eu consigo e sei que posso contar com os meus pais para me apoiarem" ou "Já passei por outras experiências diferentes e deu certo".

    Apesar de parecer pequeno, esse gesto ajudará a criança a desenvolver sua capacidade de enfrentamento e se sentir mais segura para as situações desafiantes escolares.

    4. Prepare-as com antecedência e ensine o planejamento desde cedo

    Também é importante ensinar desde cedo o que é o planejamento para as crianças – e como fazê-lo, a fim de possibilitá-las o desenvolvimento dessa habilidade para a vida.

    Nesse sentido, no âmbito escolar, ensine o seu filho a se planejar e se preparar para a nova realidade escolar por meio de práticas simples, como:

    Levando-o em uma visita à escola antes das aulas começarem para que ele conheça o ambiente e os professores;

    Apresentando-o a grupos de futuros amigos antes do ano letivo se iniciar;

    Introduzindo materiais didáticos de disciplinas novas ainda nas férias.

    Tudo isso possibilita a familiarização a espaços, pessoas e conteúdos, o que reduz os picos de ansiedade e estresse.

    5. Mostre que você também passa por momentos de ansiedade

    As crianças se espelham nos adultos, direta e indiretamente. Nesse sentido, é muito válido mostrar, por meio de conversas e de atitudes práticas, que você também passa por momentos de ansiedade, mas que consegue lidar com essas situações.

    Sim, isso significa que você precisa ter controle emocional para que elas possam aprender com você. Afinal, o maior aprendiz...
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    Como ser menos ciumenta: 7 dicas

    04/04/2026 | 6min
    Se tornar uma pessoa menos ciumenta é uma evolução que pode trazer benefícios não apenas para as relações, mas, principalmente, para você mesmo.

    Sim, o ciúmes, apesar de ser um sentimento normal, quando em excesso pode prejudicar o seu próprio bem-estar e a sua saúde mental, uma vez que tende a desencadear o estresse, a baixa autoestima, as crises de ansiedade e muito mais.

    Por isso, ser menos ciumento é um ato de amor-próprio!

    Neste artigo, daremos algumas dicas práticas que podem te ajudar no seu dia a dia a se tornar alguém mais confiante, seguro e consistente nas relações interpessoal e intrapessoal. Confira!

    7 dicas para ser uma pessoa menos ciumenta

    Como mencionamos, o ciúme é um sentimento comum dentro dos relacionamentos, seja de amizade ou amoroso. No entanto, é preciso estar atento para quando este se torna excessivo, prejudicando a relação com o próximo e consigo mesmo.

    Pessoas muito ciumentas tendem a desenvolver emoções negativas e prejudiciais à sua própria saúde, como ansiedade, estresse excessivo e insegurança. Daí a importância de controlar o ciúme: não pelo outro, mas por você mesmo.

    A seguir, confira algumas dicas para aplicar no seu dia a dia e se tornar uma pessoa menos ciumenta (e mais saudável):

    1. Investigue a razão do ciúmes

    O primeiro passo é procurar entender o porquê você tem apresentado o ciúme excessivo. Aconteceu algo no passado, como uma traição, que tenha gerado um trauma e desencadeado esse sentimento tão negativo?

    Mas, atenção: faça esse exercício quando a crise já tiver passado, porque, do contrário, os gatilhos podem intensificar o ciúmes, desencadeando reações mais severas e impulsivas.

    Assim, quando você estiver em um momento mais tranquilo, procure compreender o que no seu passado pode ter levado a essa insegurança e falta de confiança em si mesmo.

    2. Mantenha sempre o diálogo

    O diálogo sincero com o seu parceiro também é de suma importância para o processo. Nesse sentido, você deve expor a ele quais situações te deixam inseguro e enciumado, bem como as pessoas que, quando próximas, despertam esse sentimento.

    Essa é uma oportunidade de ele se explicar e esclarecer algum mal entendido como também de compreender as suas questões. Desse modo, evita-se brigas e discussões que podem ser resolvidas com uma conversa franca e sincera.

    3. Não compare relacionamentos passados

    Uma das principais fontes do ciúmes é a comparação da sua relação com os relacionamentos passados – seus e do parceiro. Fruto da insegurança e do medo, esse tipo de atitude tende a desestruturar o vínculo afetivo, levando a brigas constantes e frustrações.

    Nesse sentido, é preciso compreender que cada pessoa e cada relacionamento são únicos e que as experiências passadas negativas não devem ser trazidas para este novo momento.

    Além disso, tenha em mente que o que o seu parceiro viveu com outras pessoas já foi findado, e que isso, portanto, não deve ser motivo de ciúmes. Liberte-se!

    4. Tenha uma vida social ativa

    Pessoas que sofrem com o ciúme doentio costumam deixar a vida social de lado para se dedicar exclusivamente à vida do parceiro. Em outros casos, a relação pode ser tóxica, o que também contribui para esse afastamento dos amigos, familiares e hobbies.

    Diante disso, é muito importante não se isolar, o que implica em sair com os amigos, fazer alguma atividade que lhe dê prazer, etc. Lembre-se de que a sua vida não se resume ao seu relacionamento amoroso e que outras áreas da vida são tão importantes quanto.

    Além de te ajudar a enfrentar o ciúmes, essa prática contribuirá enormemente para a sua saúde mental e bem-estar de uma forma geral.

    5. Fortaleça a autoestima e o amor-próprio

    A raiz do ciúme também pode ser a falta de autoestima e de amor-próprio, que costumam ter sido desencadeados por traumas em relacionamentos passados ou até mesmo na infância, como o sofrimento de bullying ou falas ofensivas de familiares.

    Por isso, é essencial desenvolver essas duas habilidades para se sentir mais seguro e compreender a sua i...
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    Crises existenciais: quando o vazio se torna um ponto de virada

    02/04/2026 | 8min
    As crises existenciais são momentos em que a vida parece escapar por entre os dedos.

    Nada satisfaz, nada empolga, nada parece ter sentido.

    Muitas pessoas interpretam esse vazio como algo exclusivamente negativo, quando na verdade ele é um sinal de transformação.

    É o início de um chamado interno para revisar caminhos, escolhas e crenças.

    O que é uma crise existencial?

    Uma crise existencial é um momento de questionamento intenso sobre quem somos, o que estamos fazendo e para onde estamos indo.

    É quando a vida cotidiana, que antes parecia automática, se torna palco de dúvidas profundas.

    A pessoa passa a observar seu comportamento, suas relações, seus hábitos e sua trajetória com olhar crítico — às vezes até doloroso — como se estivesse vendo tudo pela primeira vez.

    Diferentemente de um período comum de estresse, a crise existencial toca aspectos mais profundos: propósito, identidade, valores, liberdade, morte, limitações, possibilidades.

    Por isso, muitas vezes ela se confunde com tristeza, ansiedade ou confusão mental.

    Há quem descreva como "estar andando no escuro", ou como se o chão tivesse desaparecido.

    Essa sensação de desorientação interna também se manifesta fisicamente.

    O corpo reage ao incômodo emocional com fadiga, tensão muscular, insônia e até dificuldade para manter rotinas, deixando o corpo propenso ao burnout.

    É um movimento complexo, onde mente e corpo sinalizam que algo precisa mudar.

    Por que o vazio aparece?

    O vazio existencial não surge do nada. Ele aparece quando velhas estruturas — padrões emocionais, expectativas alheias, papéis sociais, narrativas internas — deixam de fazer sentido.

    É como se o mundo interno estivesse trocando de pele.

    Esse vazio costuma emergir quando nos afastamos de nós mesmos.

    Pode ser o acúmulo de anos vivendo em função do que esperam de nós, a repetição de escolhas automáticas ou até a tentativa de corresponder a padrões que não refletem quem somos.

    Em alguns casos, aparece justamente quando as coisas "estão bem", porque a calmaria permite que perguntas antes abafadas venham à tona.

    Esse movimento interno também está ligado a um processo de maturidade emocional.

    Muitas pessoas percebem esse vazio quando começam a olhar para o próprio mundo interno com mais honestidade, como acontece em momentos de autoconhecimento ou de revisão de padrões antigos.

    Sinais de que você está entrando em uma crise existencial

    Antes de aprofundar os tipos de crise, vale reconhecer os sinais mais comuns. Embora cada pessoa viva esse processo de maneira singular, alguns sintomas são frequentes:

    sensação persistente de vazio ou desânimo;

    questionamentos existenciais sobre propósito e identidade;

    dificuldade de sentir prazer nas atividades de sempre;

    cansaço emocional e mental;

    irritabilidade ou hipersensibilidade;

    desligamento do cotidiano, como se algo estivesse "fora do lugar";

    vontade de mudar tudo, seguida de medo de mudar qualquer coisa;

    sensação de estar perdido(a);

    percepção de que a vida segue em piloto automático;

    dificuldade de tomar decisões;

    crises de choro sem explicação clara;

    A intensidade pode variar, mas a mensagem é semelhante: há um descompasso entre quem você é e a vida que está vivendo.

    Crise de identidade

    Ela costuma surgir quando acumulamos escolhas que não refletem nossos valores ou quando a vida muda mais rápido do que conseguimos acompanhar.

    A ruptura da imagem antiga

    Nessa fase, a pessoa sente que não se reconhece mais. O que antes parecia certo agora parece estreito.

    Papéis que costumavam estruturar a vida — profissional, afetivo, familiar — começam a perder sentido.

    Isso pode gerar um desconforto profundo, mas também abre espaço para a construção de algo mais autêntico.

    Esse movimento interno às vezes desperta reflexões relacionadas ao processo de autoconhecimento, pois a busca por respostas passa inevitavelmente pelo contato com emoções antigas, necessidades ignoradas e desejos que ficaram à margem.

    A reconstrução de quem somos

    A segunda parte desse processo envolve descobrir um...
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    Autocuidado e produtividade: como conciliar os dois?

    31/03/2026 | 7min
    Você já parou para pensar que o autocuidado é o segredo da produtividade?

    Muitas vezes, na busca de performarmos bem no trabalho e nos afazeres pessoais, acabamos deixando de lado o cuidado com a nossa saúde física e mental. O problema é justamente esse: nos esquecemos (ou não sabemos) que se manter bem é o primeiro passo para conseguir produzir e alcançar as metas desejadas.

    Sim, uma pessoa sem saúde dificilmente conseguirá se manter produtiva. Por isso, é tão importante conseguir conciliar essas duas frentes.

    Se você está com dificuldades para equilibrar o autocuidado com a produtividade, este artigo é para você! Continue acompanhando para conferir boas dicas para isso. Vamos lá?

    Quais são os impactos da falta de autocuidado na sua vida?

    Antes de trazermos as dicas, é muito importante falar sobre os impactos da falta de autocuidado na sua vida pessoal e profissional e, especialmente, no seu corpo e na sua mente para que você compreenda o quão indispensável é olhar para essa questão.

    Dito isso, a sobrecarga de trabalho e a negligência consigo mesmo pode desencadear prejuízos como:

    Falta de foco e memória

    Diminuição da criatividade

    Perda de motivação e inspiração

    Irritabilidade e cansaço extremo

    Crises de estresse e ansiedade constantes

    Alterações nos padrões de sono e de alimentação

    Dores pelo corpo, como de cabeça, no estômago e musculares

    Redução da imunidade e adoecimento frequente em razão da psicossomatização

    Convém mencionar que, quando não tratados esses primeiros sinais, o indivíduo pode acabar desenvolvendo problemas mais sérios, como a síndrome de Burnout, ansiedade generalizada e até mesmo depressão.

    8 dicas para conciliar autocuidado e produtividade

    Agora que você conhece a importância de buscar o equilíbrio em sua rotina diária, confira algumas dicas para se manter produtivo com autocuidado!

    1. Faça pausas curtas ao longo do dia

    Erroneamente, acreditamos que uma pequena pausa no dia vai nos fazer perder um tempo valioso. Sim, essa ideia é equivocada porque, se não fizermos pequenos intervalos, ficamos altamente cansados e pouco produtivos, o que não adianta.

    Sendo assim, é muito importante fazer pausas curtas e estratégicas na sua rotina para possibilitar que o cérebro volte a processar informações com mais clareza e para reduzir o cansaço e a falta de concentração que vem com esse.

    Você pode, por exemplo, fazer pequenos intervalos a cada duas horas para se alongar, tomar um água, fazer um lanche ou simplesmente não fazer nada. A grande questão aqui é encontrar um meio de repor suas energias.

    2. Estabeleça limites claros

    Um outro segredo para manter o autocuidado é saber estabelecer limites claros na vida pessoal e profissional. Isso implica em aprender a dizer "não" quando necessário e compreender a quantidade de tarefas que é confortável para você no dia a dia.

    Ter esse conhecimento é importantíssimo para definir limites saudáveis e que não vão permitir que você adoeça física e mentalmente por acúmulo de funções.

    3. Gerencie melhor o seu tempo

    Falando em compreensão da quantidade de atividades que você consegue realizar em um dia, aprenda também a gerenciar melhor o seu tempo para se manter produtivo com responsabilidade.

    Afinal, não adianta procrastinar ao longo do dia e, depois, tentar resolver tudo em pouco tempo. Isso desencadeia ansiedade e estresse.

    Desse modo, aprenda a gerenciar o seu tempo, prática que implica em:

    Reduzir os estímulos no seu ambiente de trabalho;

    Desativar as notificações do celular para evitar a checagem a todo momento;

    Utilizar a técnica Pomodoro para manter o foco e a motivação;

    Deixar o ambiente limpo e organizado.

    Seguindo essas e outras práticas, torna-se possível alcançar um gerenciamento de tempo eficaz.

    4. Invista na ergonomia e mantenha o corpo ativo

    Como já mencionamos, o autocuidado envolve tanto a responsabilidade com a sua mente quanto com o seu corpo. Nesse sentido, lembre-se de investir em ergonomia no ambiente de trabalho para garantir conforto – e, consequentemente...

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Sobre Cantinho da Psicóloga: áudios dos nossos Blogposts

Os áudios dos conteúdos são gerados por IA - Inteligência Artificial a partir das centenas de textos e artigos elaborados por psicólogos.
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