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  • Mais Rúmen Podcast · by PPGVET

    PESQUISA E PRÁTICA PARA PECUÁRIA TROPICAL CONTEMPORÂNEA - Dr. Francisco Rennó | Ep. 152

    27/07/2026 | 1h 1min
    Na pecuária de leite de alta produção, cada decisão de manejo se traduz em litro no tanque ou em prejuízo silencioso. Neste episódio, o Dr. Francisco Rennó mostra por que 60% do leite brasileiro já vem de confinamento com mais de 70% de sangue holandês e como isso redefine a fazenda moderna. Da altura de corte da silagem aos minerais orgânicos com biodisponibilidade de 1,3 a 1,8 vez maior, é dado técnico virando decisão estratégica. Quem não interpreta esse dado decide no escuro.
    "A vaca está falando. A pergunta é: você está escutando?"
    — Dr. Francisco RennóMédico Veterinário formado em 1994, o Prof. Dr. Francisco Rennó fez mestrado e doutorado na Universidade Federal de Viçosa e é professor titular da FMVZ-USP (Pirassununga) desde 2006. Ali fundou e lidera o Laboratório de Pesquisa em Bovinos de Leite, referência nacional premiada como Criador Supremo da raça holandesa (2023). Leva a pesquisa brasileira a congressos internacionais e é especialista em nutrição de vacas de alta produção, qualidade de forragem, minerais orgânicos e bem-estar animal.
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    Episódio:
    PESQUISA E PRÁTICA PARA PECUÁRIA TROPICAL CONTEMPORÂNEA - Dr. Francisco Rennó
    Podcast:
    Mais Rúmen Podcast
    Apresentador:
    Me. Gustavo Almeida
    LinkedIn
    Convidado:
    Dr. Francisco Rennó
    LinkedIn
    (00:00) Abertura e apresentação do convidado
    (04:57) A revolução silenciosa da pecuária leiteira
    (07:41) 60% do leite em confinamento e o sangue holandês
    (10:19) O título de Criador Supremo da raça holandesa
    (14:20) Academia e campo: pesquisa que resolve problema real
    (21:03) Vivência prática: "a vaca está falando, você escuta?"
    (33:38) Qualidade de forragem e altura de corte da silagem
    (38:20) Tecnologia do etanol 2G aplicada à fibra
    (51:30) Minerais orgânicos e eficiência ruminal
    (54:17) Mensagem final: cuidar bem da vaca vira resultado
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  • Mais Rúmen Podcast · by PPGVET

    ESQUENTA SBZ: O PECUARISTA BRASILEIRO É IGUAL AO AMERICANO? - PhD. Bruno Pedreira | Ep. 151

    20/07/2026 | 58min
    O metano entérico virou o centro do debate ambiental da bovinocultura, mas quem lê a emissão sem contabilizar o carbono fixado pelo pasto decide no escuro. Neste episódio, o PhD. Bruno Pedreira, diretor do Beef and Forage Center da Universidade do Tennessee, mostra o balanço de carbono dos sistemas pastoris: em trabalho publicado em 2024, capim-marandu manejado a 30 cm sob lotação variável deu saldo positivo até na pecuária tradicional, e os sistemas silvopastoris foram os mais positivos de todos. Dado bem interpretado muda a conversa: elevar o ganho de 300 para 600 g/dia reduz a intensidade de emissão por quilo de carne. Saia do escuro.
    “Mesmo no sistema pecuária tradicional, a gente teve balanço positivo de carbono.”
    — PhD. Bruno PedreiraBruno Carneiro e Pedreira é Agrônomo pela UFLA, com Mestrado, Doutorado e Pós-Doutorado em Ciência Animal e Pastagens pela ESALQ/USP e período na Universidade da Flórida. Foi pesquisador da Embrapa Agrossilvipastoril por 11 anos, em Sinop-MT, e professor do PPGZ/UFMT. Hoje é Professor Associado e Diretor do Beef and Forage Center da Universidade do Tennessee. É especialista em forragicultura, sistemas integrados (ILPF/silvopastoril) e emissões de gases de efeito estufa na pecuária de corte.
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    Episódio: ESQUENTA SBZ: O PECUARISTA BRASILEIRO É IGUAL AO AMERICANO? - PhD. Bruno Pedreira
    Podcast: Mais Rúmen Podcast
    Apresentador: Dr. Daniel Barreta
    Convidado: PhD. Bruno Pedreira
    (00:00) Abertura e boas-vindas ao Prof. Bruno Pedreira
    (01:54) A trajetória: da Bahia ao Tennessee, passando pela Embrapa
    (08:53) Sistemas silvopastoris: os desafios de luz e espaçamento
    (16:12) Metano e balanço de carbono: a conta que falta
    (17:01) O estudo de 2024 e o saldo positivo na pecuária a pasto
    (26:43) Quantidade x qualidade de luz e o estiolamento do dossel
    (33:22) Planejar o sistema: árvore não é boi
    (35:43) Pesquisa e extensão: EUA x Brasil e o modelo Land Grant
    (48:04) Climate Smart Grassland: US$ 30 milhões no campo
    (54:11) Mensagem final: o hectare e as próximas gerações
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  • Mais Rúmen Podcast · by PPGVET

    ESQUENTA SBZ: IATF, FERTILIDADE E FUTURO DO REBANHO - Dr. Roberto Sartori | Ep. 150

    13/07/2026 | 1h 12min
    Neste episódio, o PhD Roberto Sartori (ESALQ/USP, presidente da SBTE) coloca leite e corte na mesma mesa: por que o Brasil virou referência mundial em reprodução bovina, por que nos EUA o corte ainda é quase toda monta natural e qual é o gargalo real de cada sistema — ambiência e estresse térmico no leite, nutrição e infraestrutura no corte.
    Sartori desmonta o mito do protocolo: a culpa não é da IATF, é da vaca magra. E mostra, com dados de campo, que o maior benefício da inseminação em tempo fixo é emprenhar a fêmea que não está ciclando.
    “O maior benefício da IATF é permitir inseminar a fêmea, seja no corte, seja no leite. Não tem discussão.”
    — Dr. Roberto SartoriDr. Roberto Sartori
    Referência mundial em fisiologia e biotecnologia reprodutiva de ruminantes. Graduou-se, fez residência e mestrado em Medicina Veterinária na FMVZ/UNESP-Botucatu e concluiu doutorado e pós-doutorado em Dairy Science na University of Wisconsin-Madison (EUA). Hoje é Professor Associado do Departamento de Zootecnia da ESALQ/USP e presidente da SBTE (2025–2026).
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    Episódio
    ESQUENTA SBZ: IATF, FERTILIDADE E FUTURO DO REBANHO - Dr. Roberto Sartori
    Podcast
    Mais Rúmen Podcast
    Instagram
    Apresentador
    Dr. Miguel Santana
    LinkedIn
    Convidado
    Dr. Roberto Sartori
    LinkedIn
    Timestamps
    00:38 – Abertura e trajetória do Dr. Roberto Sartori
    03:46 – Brasil x EUA: quem lidera a pesquisa em reprodução bovina
    05:18 – Os gargalos reais do leite e do corte
    07:08 – Por que nos EUA o corte é quase toda monta natural
    10:20 – O maior benefício da IATF que quase ninguém cita
    12:43 – O experimento do RS: monta natural x IATF na carência nutricional
    14:04 – Novilha precoce: emprenhar todas é perder dinheiro
    18:31 – Estradiol, Europa e o mito do hormônio
    44:30 – Alta produção x fertilidade: o “360” da fazenda
    1:06:35 – Convite SBTE e mensagem final do convidado
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    CONFINAMENTO: A ROTINA QUE DECIDE A ARROBA - Me. Danilo Sathler | Ep. 149

    06/07/2026 | 57min
    Neste episódio, Me. Danilo Sathler (DSM/Tortuga) destrincha a engenharia operacional da terminação intensiva: o tempo de permanência caindo de 8 para 3 meses e gerando +30% de giro técnico de estoque, adaptação mínima de 14 dias, FDN fisicamente efetivo de 22 a 25%, leitura de cocho como coração do sistema, milho reidratado elevando a eficiência biológica em até 18%, óleos essenciais modulando o pH ruminal e o controle de micotoxinas por biotransformação.
    “Se a gente reduz cinco meses de permanência, ganha 30% de giro técnico de estoque, em uma fazenda de 1000 animais, são 300 cabeças a mais girando para a engorda.”
    — Me. Danilo SathlerDanilo Sathler é zootecnista pela Universidade Federal de Viçosa (UFV), onde também concluiu o mestrado em Nutrição e Produção de Ruminantes sob orientação do professor Sebastião de Campos Valadares Filho. Iniciou a carreira vivendo a operação de confinamentos no Mato Grosso e hoje é gerente técnico regional de confinamento da DSM/Tortuga, na Regional Leste. É especialista em sistemas intensivos de bovinos de corte, gestão nutricional e operacional, interpretação de indicadores zootécnicos e custo por arroba produzida.
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    Episódio:
    CONFINAMENTO: A ROTINA DECIDE A ARROBA - Me. Danilo Sathler
    Podcast:
    Mais Rúmen Podcast
    instagram.com/maisrumenpc
    Apresentador:
    Dr. Diogo Fleury
    LinkedIn
    Convidado:
    Me. Danilo Sathler
    LinkedIn
    (02:35) Abertura e apresentação do convidado
    (03:30) Trajetória: da UFV ao confinamento no Mato Grosso
    (05:45) Censo DSM e o peso do confinamento no sistema de produção
    (06:34) Tempo de permanência e +30% de giro técnico de estoque
    (10:22) Evolução do confinamento e milho reidratado (até 18%)
    (17:18) Processamento de lote e coeficiente de variação
    (19:28) Adaptação: por que respeitar os 14 dias
    (27:48) Leitura de cocho, o coração do processo
    (32:20) Crina e pH ruminal; Hy-D e o controle de micotoxinas
    (55:08) Cenário 2026, ROI de 23% e mensagem final
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    ESPECIAL SBSBL: DESVENDANDO OS LAUDOS DA SILAGEM DE MILHO - Dra. Greiciele de Morais | Ep. 148

    29/06/2026 | 56min
    Neste episódio, a zootecnista Greiciele de Morais mostra por que uma silagem de 32% e outra de 36% de matéria seca, da mesma lavoura, são alimentos completamente diferentes e como ler amido, CAPS, FDN e digestibilidade da fibra a partir dela. Quem não interpreta esse dado decide no escuro.
    “O CPF de uma silagem, o principal documento dela, é a matéria seca.”
    — Dra. Greiciele de MoraisGreiciele de Morais é zootecnista pela UFMG (Norte de Minas), com mestrado pela UFLA, sob orientação do Prof. Evangelista, e doutorado em Piracicaba, com o Prof. Lúcio, trabalhando com aditivos em silagem de milho e grão úmido. Fez pós-doutorado avaliando o perfil de fermentação de silagens por NIRS. Desde 2022 é pesquisadora na Epagri, na Estação Experimental de Campos Novos (SC). Especialista em conservação de forragens e fermentação de silagens de milho, capim e sorgo.
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    Episódio:
    ESPECIAL SBSBL: DESVENDANDO OS LAUDOS DA SILAGEM DE MILHO - Dra. Greiciele de Morais
    Podcast: Mais Rúmen Podcast
    instagram.com/maisrumenpc
    Apresentador: Dr. Daniel Barreta
    LinkedIn
    Convidada: Dra. Greiciele de Morais
    LinkedIn
    Timestamps
    (00:39) Da microbiologia à conservação de forragens: a trajetória de Greice
    (06:26) Por onde começar a ler um laudo de silagem de milho
    (07:00) Matéria seca: a principal medida do laudo
    (10:24) Por que a matéria seca paga metade do laudo
    (12:45) O CPF da silagem: referenciar pela matéria seca
    (19:31) Dados de país 2017-2024: MS 32,9%, amido 27,2%, CAPS 53
    (20:41) Amido, CAPS e o impacto sobre a FDN
    (25:25) FDN e digestibilidade da fibra em 48h
    (33:31) Perfil de fermentação: pH, ácido lático e acético
    (52:09) Mensagem final: cuide da matéria seca
    Este episódio chega até você através do apoio das empresas:
    Nucleovet – nucleovet.com.br
    Adisseo – adisseo.com
    Elanco – agropecuaria.elanco.com
    Novonesis – novonesis.com
    Tortuga – dsm.com/tortuga
    Vaxxinova – vaxxinova.com.br
    Lallemand – lallemandanimalnutrition.com
    Phytobiotics – phytobiotics.com
    SIAVS – abpa-br.org
    Ilana – ilana.agr.br
    Vida Vet – labvidavet.com
    PPGVET – ppgvet.com.br
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Generated: 7/29/2026 - 10:07:09 AM