27 episódios
- Ansiedade e depressão são, muitas vezes, dois lados da mesma moeda. Os ansiolíticos benzodiazepínicos foram sintetizados nos anos 1950 e, por volta do ano de 1960 o clordiazepóxido chegou ao mercado trazendo vantagens em relação aos barbitúricos e em pouco tempo passaram a ser a principal estratégia no controle da ansiedade, mas será que ainda é assim?
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Conteúdo: Ana Luiza Martin, Natália Bitu, Pablo Farias e Wilson Eduardo Chagas
Edição/Host/Produção: Pablo A. M. de Farias
Equipe da pauta/Gravação: Ana Luiza Martin, Natália Bitu, Pablo Farias e Wilson Eduardo Chagas
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REFERÊNCIAS
BRUNTON, L. L.; CHABNER, B. A.; KNOLLMANN, B. C. As Bases Farmacológicas da Terapêutica de Goodman & Gilman – 12.ed. McGraw Hill Brasil, 2012. ISBN 9788580551174.
Vírgulas
Para assistir a reportagem completa (Pesquisa revela que brasileiros estão abusando dos tranquilizantes – Repórter Rio), produzida pela tvBrasil em 2013, clique aqui. - Hoje vamos conversar sobre o tratamento farmacológico de um problema de saúde que mais de 15% dos brasileiros já viveu em algum momento de sua vida, os transtornos depressivos. Estamos iniciando uma série sobre farmacologia dos transtornos do sistema nervoso, neste episódio contamos com novos convidados especiais.
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Conteúdo: Ana Luiza Martin, Natália Bitu, Alice Araruna, Pablo Farias, Iri Sandro Lima e Wilson Eduardo Chagas
Edição/Host/Produção: Pablo A. M. de Farias
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REFERÊNCIAS
BRUGGEMAN, C.; O’DAY, C. S. Selective Serotonin Reuptake Inhibitor (SSRI) Toxicity. In: StatPearls. Treasure Island (FL), 2020. Disponível em: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/NBK534815/
BRUNTON, L. L.; CHABNER, B. A.; KNOLLMANN, B. C. As Bases Farmacológicas da Terapêutica de Goodman & Gilman – 12.ed. McGraw Hill Brasil, 2012. ISBN 9788580551174.
CHU, A.; WADHWA, R. Selective Serotonin Reuptake Inhibitors. In: StatPearls. Treasure Island (FL), 2020. Disponível em: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/32119293
HOYER, D.; PROFESSORIAL FELLOW, H.; ADJUNCT. Targeting the 5-HT system: Potential side effects. Neuropharmacology, p. 108233, Aug 14 2020.Disponível em: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/32805212
KATZUNG, BG et al. Farmacologia básica e clínica. McGraw-Hill, Porto Alegre – RS, 12a ed, 2014.
KENDRICK, T. Strategies to reduce use of antidepressants. Br J Clin Pharmacol, Jul 12 2020.Disponível em: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/32656861.
OGAWA, Y.; TAKESHIMA, N.; HAYASAKA, Y.; TAJIKA, A. et al. Antidepressants plus benzodiazepines for adults with major depression. Cochrane Database Syst Rev, 6, p. CD001026, Jun 3 2019.Disponível em: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC6546439/pdf/CD001026.pdf.
SHRESTHA, P.; FARIBA, K.; ABDIJADID, S. Paroxetine. In: StatPearls. Treasure Island (FL), 2020. https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/30252278
TAFET, G. E.; NEMEROFF, C. B. Pharmacological Treatment of Anxiety Disorders: The Role of the HPA Axis. Front Psychiatry, 11, p. 443, 2020.Disponível em: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/32499732.
WANG, Q.; DWIVEDI, Y. Advances in novel molecular targets for antidepressants. Prog Neuropsychopharmacol Biol Psychiatry, 104, p. 110041, Jul 16 2020.Disponível em: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/32682872.
Vírgulas
Para assistir a reportagem completa (Videogame contra a depressão), produzida pela Veja clique aqui. - Hoje vamos conversar sobre um grupo de medicamentos que vão além da saúde, eles foram parte de uma grande revolução social, o feminismo. Atualmente eles já mudaram muito e se apresentam de diversas formas, venha conhecer um pouco mais sobre os anticoncepcionais hormonais.
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Conteúdo: Natália Bitu, Pablo Farias e Alyne Lemos
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Referências do Texto de abertura
HARTL, J. 1960: Primeira pílula anticoncepcional chega ao mercado. Calendário Histórico, 2019. Disponível em: https://p.dw.com/p/2Z0q. Acesso em: 26/05/2020.
SILVA, C. V. d. HIstória de utilização de pílulas anticoncepcionais no Brasil na década de 1960. 2017. 183 f. (Mestrado) – Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira, Fundação Oswaldo Cruz, RIo de Janeiro. Disponível em: https://www.arca.fiocruz.br/bitstream/icict/25248/2/cristiane_silva_iff_mest_2017.pdf.
REFERÊNCIAS
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BRASIL; SAÚDE, M. d. Assistência em Planejamento Familiar: Manual Técnico. 4 ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2002. 150 p. 85-334-0513-8.
BRASIL; SAÚDE, M. d.; SAÚDE, S. d. A. à. Anticoncepção de Emergência: perguntas e respostas para profissionais de saúde. SAÚDE, S. d. A. à. Brasília: Ministério da Saúde 2005.
BRUNTON, L. L.; CHABNER, B. A.; KNOLLMANN, B. C. As Bases Farmacológicas da Terapêutica de Goodman & Gilman – 12.ed. McGraw Hill Brasil, 2012. ISBN 9788580551174.
CASEY, F. E. Manual MSD Versão para profissionais de saúde: Contraceptivos orais. Merck Sharp & Dohme, 2018. Disponível em: https://www.msdmanuals.com/pt/profissional/ginecologia-e-obstetr%C3%ADcia/planejamento-familiar/contraceptivos-orais#.
CORRÊA, E. M. d. C.; ANDRADE, E. D. d.; RANALI, J. Efeito dos antimicrobianos sobre a eficácia dos contraceptivos orais. Revista de Odontologia da Universidade de São Paulo, 12, p. 237-240, 1998.Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-06631998000300007&nrm=iso.
CURTIS, K. M.; TEPPER, N. K.; JATLAOUI, T. C.; BERRY-BIBEE, E. et al. U.S. Medical Eligibility Criteria for Contraceptive Use, 2016. MMWR Recomm Rep, 65, n. 3, p. 1-103, Jul 29 2016.Disponível em: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/27467196.
DONLEY, T. G.; SMITH, R. F.; ROY, B. Reduced oral contraceptive effectiveness with concurrent antibiotic use: a protocol for prescribing antibiotics to women of childbearing age. Compendium, 11, n. 6, p. 392-396, Jun 1990.Disponível em: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/2083416.
KATZUNG, BG et al. Farmacologia básica e clínica. McGraw-Hill, Porto Alegre – RS, 12a ed, 2014.
ZACHARIASEN, R. D. Loss of oral contraceptive efficacy by concurrent antibiotic administration. Women Health, 22, n. 1, p. 17-26, 1994.Disponível em: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/7900401. - Mais de 3.000 anos a.C. o Egito viveu uma grande epidemia de varíola e séculos depois o mundo. Entre os anos de 1347 e 1351 a peste negra assolou o mundo e matou cerca de 25 milhões de pessoas no mundo. A cólera causou outras centenas de milhares de mortes no século XIX. No ano de 1918 a gripe espanhola chegou a reduzir a população mundial em mais de um quarto de seu tamanho com mais de 50 milhões de óbitos. Neste momento, vivemos uma das maiores pandemias da humanidade, mas agora temos tecnologia, conhecimento e cooperação mundial para evitarmos que outros grandes números sejam escritos nos livros de história das doenças.
Esta é a terceira vez que um coronavirus toma proporções importantes, a primeira entre 2002 e 2003 chegou a matar 10% dos infectados e a MERS que em 2012 causou óbito em 35% de quase 2.500 pacientes. Desta vez, ela é menos agressiva, o percentual de óbitos não é tão grande, no entanto, a SARS-Cov 2 se espalhou pelo mundo rapidamente e, em menos de 4 meses já contaminou mais de 2 milhões de pessoas e causou mais de 100.000 mortes, dessa forma, não deve ser negligenciada.
Neste episódio vamos falar sobre o Coronavirus e, posteriormente, vamos liberar pequenos episódios para que possamos refletir sobre temas mais específicos referentes ao tratamento, casos e outros temas importantes que permeiam esta pandemia. Vamos trabalhar de forma crítica e devidamente embasados na literatura.
Em virtude a velocidade com que os fatos sobre a pandemia mudam, liberamos este episódio antes do dia 20. Este episódio retrata uma fotografia do momento.
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Acompanhem as estatísticas
Worldometer: https://www.worldometers.info/coronavirus/
OPAS/OMS Brasil: https://www.paho.org/bra/index.php?option=com_content&view=article&id=6101:covid19&Itemid=875
Fiocruz (Coronavirus): https://portal.fiocruz.br/coronavirus-perguntas-e-respostas
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Conteúdo: Ana Luiza Martin, Pablo Farias, Pablo Pita e Ana Ruth Sampaio
Edição/Host/Produção: Pablo A. M. de Farias
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REFERÊNCIAS
BRASIL. Protocolo de manejo clínico do coronavírus (Covid 19) na atenção primária à saúde. (SAPS), S. d. A. P. à. S. Brasília: Ministério da Saúde: 33 p. 2020. <https://www.saude.gov.br/images/pdf/2020/marco/20/20200318-ProtocoloManejo-ver002.pdf>
BUCHHOLTZ L. Anticeptica und Bakterien. Arch Exp Pathol, 1875; 4. 1-5.
CHIN, A. W. H.; CHU, J. T. S.; PERERA, M. R. A.; HUI, K. P. Y. et al. Stability of SARS-CoV-2 in different environmental conditions. The Lancet Microbe. <https://doi.org/10.1016/S2666-5247(20)30003-3>
FLAXMAN, S.; MISHRA, S.; GANDY, A.; UNWIN, H. J. T. et al. Report 13 – Estimating the number of infections and the impact of non-pharmaceutical interventions on COVID-19 in 11 European countries. Imperial College London. London: 30-Mar-2020, p. 1-35. 2020. <http://hdl.handle.net/10044/1/77731>
HE F, DENG Y, LI W. Coronavirus disease 2019: What we know? [published online ahead of print, 2020 Mar 14]. J Med Virol. 2020;10.1002/jmv.25766. doi:10.1002/jmv.25766
KOCH HA, KOCH Y. Zur wirkung von Desinfektionsmitteln auf Schimelpilze, Dermatophyten und Hefen, Wiss. Z. Humboldt – Univ. Bel. Math. Naturwiss. Reihe, 18, 1157. Koch R, 1881, Uber Desinfektion, Mitt Kaiserlich, Gesundheitsam, 1969; 1;234.
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ROTTER, ML. Hand washing, hand disinfection and skin disinfection. In: Wenzel RP, ed. Williams & Wilkins, Baltimore, 1997, 691-709.
RUTALA, W. A.; WEBER, D. J. Guideline for Disinfection and Sterilization in Healthcare Facilities (2008). SERVICES, U. S. D. o. H. H. Chapel Hill: Centers for Disease Control and Prevention: 163 p. 2019.
TORTORA GJ, FUNK BR, CASE CL. Controle do crescimento microbiano in: Tortora GJ, ed. Microbiologia, 6ª. Ed – Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 2000; 181- 206.
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YOSEF A. et al. Alcohols, in Block, S.S., Disinfection, Sterilization, and Preservation, 5ed. – 2000; 229-253. - Disfunções na tireóide não são problemas de saúde raros, o hipotireoidismo, por exemplo, tem uma prevalência em torno de 2% da população em geral, este índice sobe para 15% na população com mais de 60 anos. Você que está em isolamento, buscando informação, venha conosco conversar um pouco sobre os fármacos que atuam sobre esta glândula.
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Conteúdo: Ana Luiza Martin, Pablo Farias e Daniel Lucetti
Edição/Host/Produção: Pablo A. M. de Farias
Equipe da pauta/Gravação: Ana Luiza Martin, Alice Araruna e Pablo Farias
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REFERÊNCIAS
BRUNTON, L. L.; CHABNER, B. A.; KNOLLMANN, B. C. As Bases Farmacológicas da Terapêutica de Goodman & Gilman – 12.ed. McGraw Hill Brasil, 2012. ISBN 9788580551174.
CHAKER L, BIANCO AC, JONKLAAS J, PEETERS RP. Hypothyroidism. Lancet. 2017;390(10101):1550–1562. doi:10.1016/S0140-6736(17)30703-1 <https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC6619426/pdf/nihms-908127.pdf>
DE LEO S, LEE SY, BRAVERMAN LE. Hyperthyroidism. Lancet. 2016;388(10047):906–918. doi:10.1016/S0140-6736(16)00278-6 <https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC5014602/pdf/nihms-798460.pdf>
DEPARTAMENTO DE TIREOIDE (Brasil). Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia. História e Curiosidades. 2015. Disponível em: <http://www.tireoide.org.br/historia-e-curiosidades/>. Acesso em: 13 mar. 2020.
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KATZUNG, BG et al. Farmacologia básica e clínica. McGraw-Hill, Porto Alegre – RS, 12a ed, 2014.
KRAVETS I. Hyperthyroidism: Diagnosis and Treatment. Am Fam Physician. 2016;93(5):363–370. <https://www.aafp.org/afp/2016/0301/p363.pdf>
NELSON, DL; COX, MM. Princípios de Bioquímica de Lehninger. 7. ed. Porto Alegre: Artmed, 2019. 425 p.
RIZZO LFL, MANA DL, SERRA HA. Drug-induced hypothyroidism. Hipotiroidismo inducido por drogas. Medicina (B Aires). 2017;77(5):394–404.<http://www.medicinabuenosaires.com/PMID/29044016.pdf>
ROSS, Douglas S.; BURCH, Henry B.; COOPER, David S.; GREENLEE, M. Carol; LAURBERG, Peter; MAIA, Ana Luiza; RIVKEES, Scott A.; SAMUELS, Mary; SOSA, Julie Ann; STAN, Marius N.. 2016 American Thyroid Association Guidelines for Diagnosis and Management of Hyperthyroidism and Other Causes of Thyrotoxicosis. Thyroid, [s.l.], v. 26, n. 10, p.1343-1421, out. 2016. Mary Ann Liebert Inc. http://dx.doi.org/10.1089/thy.2016.0229. Disponível em: <https://www.liebertpub.com/doi/pdfplus/10.1089/thy.2016.0229>. Acesso em: 13 mar. 2020.
KOCHER, T. – Biográfico. NobelPrize.org. Nobel Media AB 2020. Sex. 13 de março de 2020. <https://www.nobelprize.org/prizes/medicine/1909/kocher/biographical/>
TAYLOR PN, ALBRECHT D, SCHOLZ A, et al. Global epidemiology of hyperthyroidism and hypothyroidism. Nat Rev Endocrinol. 2018;14(5):301–316. doi:10.1038/nrendo.2018.18 <https://www.nature.com/articles/nrendo.2018.18>
Vírgulas
Para assistir ao vídeo completo do Dr. Drauzio Varella sobre Hipotireoidismo acesse o link: https://www.youtube.com/watch?v=eqw223qTO5Y&t=83s
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