O mundo está mudando rápido e, mais do que nunca, as áreas de inovação se mostram fundamentais para companhias que desejam se manter relevantes no futuro. No setor bancário, um dos segmentos mais tradicionais da indústria, a tecnologia nunca esteve tão presente – dos ativos digitais à computação quântica, passando pela inteligência artificial e cibersegurança.
"O Inovabra tem a missão de olhar para a frente e antecipar o que vai vir, trabalhando no aumento da prontidão do Bradesco para tecnologias emergentes. Tem várias tecnologias amadurecendo ao mesmo tempo, e precisamos olhar para essa convergência", conta Renata Petrovic, head de Inovação do Bradesco.
A executiva esteve na edição deste ano do South Summit, ao lado de Paulo Emediato, novo head de Growth e Comunicação do Inovabra. No evento, eles conversaram com Gustavo Brigatto, fundador do Startups, sobre o papel da inovação em um dos maiores bancos do país.
O Inovabra encerrou o ano de 2025 com 350 startups entre os membros, além de 50 corporações conectadas.
"O Bradesco é um ecossistema próprio, que tem uma estrutura gigantesca por si só. Um pouco da minha missão é entender como costurar relacionamentos mais sólidos com o mercado, como construir mais valor, gerar mais eficiência", aponta Paulo.
Segundo ele, o mercado está passando por um momento de inflexão, em que é preciso repensar o playbook de práticas de inovação corporativa como um todo.
"Parte do que me motiva em estar aqui é esse convite para repensar o futuro dessa prática", acrescenta.
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