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Fernando Ulrich

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  • Fernando Ulrich

    Por que elevar a meta de inflação seria um desastre

    30/10/2026 | 18min
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    Aumentar a meta de inflação para cortar os juros resolveria o problema da dívida brasileira? Ou seria como mudar a escala do termômetro para esconder a febre?

    Neste vídeo, explico por que considero essa proposta uma falsa solução. Mostro como os juros, o crescimento da economia e o resultado primário determinam a trajetória da dívida e uso simulações para discutir o que acontece quando a inflação sobe sem que o governo organize as contas.

    Também examino a ideia de que um país nunca quebra na própria moeda e explico por que a composição da dívida brasileira limita a tentativa de reduzir seu valor pela inflação. Discuto ainda os riscos de repressão financeira, saída de capitais e pressão sobre o câmbio, caso o governo insista nesse caminho.

    Por fim, mostro por que, na minha avaliação, não há atalho para o ajuste fiscal, e por que os trabalhadores acabam pagando a conta de uma política inflacionária.

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    00:00 – Aumentar a meta de inflação para cortar juros: uma falsa solução?
    01:15 – O cenário brasileiro: Selic, inflação e endividamento público
    02:58 – Os objetivos da proposta: reduzir juros e o valor real da dívida
    03:41 – Como funciona a dinâmica da dívida: juros, PIB e resultado primário
    06:35 – Por que mais inflação pode não reduzir a dívida
    08:03 – Gastos indexados e a reação dos investidores
    09:40 – Um país pode dar calote na própria moeda?
    12:13 – A composição da dívida brasileira e os limites dessa estratégia
    15:23 – Repressão financeira, saída de capitais e pressão sobre o dólar
    17:06 – Por que todos os caminhos levam ao ajuste fiscal
    18:11 – Quem paga a conta da inflação?

    #Brasil #Fiscal #Juros #Dinheiro #Economia
  • Fernando Ulrich

    O grande risco para o seu patrimônio

    29/10/2026 | 17min
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    A alta do dólar depois da eleição deixou um alerta para quem mantém todo o patrimônio em reais. Mas, se o cenário é de incerteza e inflação, por que o ouro também caiu? E o que os juros americanos têm a ver com o comportamento do Bitcoin?

    Neste vídeo, analiso a desvalorização do real, o fortalecimento do dólar no mundo e o custo de concentrar os investimentos no Brasil. Explico como os juros reais afetam o ouro e o Bitcoin e comparo o desempenho dos dois ativos. Também examino o indicador MVRV e as projeções de longo prazo apresentadas pelo JPMorgan.

    Por fim, revisito os fundamentos de oferta e demanda, a escassez do Bitcoin e os limites da oferta de ouro. Discuto por que, na minha avaliação, o endividamento dos governos e o risco de desvalorização das moedas continuam sustentando a tese desses ativos no longo prazo, apesar da volatilidade.

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    00:00 – Alta do dólar e o risco de manter todo o patrimônio em reais
    02:02 – Dólar no mundo: fortalecimento e valorização do yuan
    03:24 – CDI alto compensa o risco cambial? Os juros nos Estados Unidos
    05:35 – Por que o ouro caiu? A relação com os juros reais americanos
    09:42 – Bitcoin em um novo cenário de juros e comparação com o ouro
    11:07 – MVRV: o que o indicador mostra sobre o momento do Bitcoin
    11:47 – JPMorgan e as projeções de retorno do Bitcoin no longo prazo
    12:47 – Fundamentos: oferta, demanda e a escassez do Bitcoin e do ouro
    14:29 – Ouro em laboratório: os relatos e os limites da comparação com Bitcoin
    15:34 – Dívidas públicas, inflação e a tese de longo prazo para ouro e Bitcoin

    #Dólar #Economia #Dinheiro #Juros #Bitcoin
  • Fernando Ulrich

    Lula reeleito, dólar disparando e Bolsa derretendo, e agora?

    27/10/2026 | 24min
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    O resultado do segundo turno surpreendeu minhas projeções e provocou uma reação intensa nos mercados. Neste vídeo, analiso os movimentos do dólar, da bolsa e dos juros e revisito as premissas que usei para a eleição.

    Examino a queda da abstenção, a redução dos votos brancos e nulos e a evolução da votação de Lula entre os dois turnos. Apresento também estimativas de migração de votos com base nos dados disponíveis por zona eleitoral e discuto possíveis explicações para o resultado, incluindo a atuação das campanhas e as medidas anunciadas pelo governo.

    Por fim, explico como a alta do dólar e dos juros pode chegar ao custo de vida, aos combustíveis e às contas públicas. Analiso os riscos para o financiamento da dívida, o custo dos subsídios e os próximos passos da política econômica.

    Compartilhe o vídeo, inscreva-se no canal e deixe sua opinião nos comentários.

    00:00 – Resultado do segundo turno e forte reação do dólar e da bolsa
    03:26 – A queda do Ibovespa em comparação com outros choques históricos
    05:07 – Disparada dos juros e impacto sobre a dívida pública
    06:32 – A decisão de prorrogar a votação e suas repercussões
    07:18 – O resultado final da eleição presidencial
    08:33 – Onde erraram as projeções, as pesquisas e o mercado
    09:51 – Campanhas, benefícios e possíveis explicações para a vitória de Lula
    11:28 – Minhas premissas e a queda da abstenção
    12:58 – Estados, municípios e zonas eleitorais: a evolução dos votos
    15:48 – Estimativas de migração: outros candidatos, brancos, nulos e abstenção
    18:25 – Dólar e inflação: os efeitos sobre o custo de vida
    19:17 – Diesel, subsídios e pressão adicional sobre o orçamento
    20:48 – Juros altos, atuação do Tesouro e rolagem da dívida
    22:06 – Próximos passos: incerteza fiscal e cenários para a economia

    #Lula #Bolsonaro #eleições2026 #Economia #bolsadevalores
  • Fernando Ulrich

    Flávio ou Lula: quem VENCE?; a esquerda ATACA Felca; DIESEL sobe após a eleição?

    25/10/2026 | 40min
    Na reta final do segundo turno, apresento minha projeção para a disputa entre Flávio Bolsonaro e Lula e explico as premissas utilizadas: transferência de votos dos demais candidatos, abstenção, votos brancos e nulos. Também analiso o comportamento da bolsa, do dólar e dos juros desde o primeiro turno e comento os debates e as incertezas que ainda cercam a eleição.No cenário internacional, examino a pressão sobre petróleo e diesel, os subsídios aos combustíveis no Brasil e a crise fiscal da França. Comento ainda o domínio chinês na construção de navios, a disputa entre Netflix e YouTube pela atenção do público e como a inteligência artificial está acelerando a descoberta de vulnerabilidades em softwares.Na tecnologia, discuto a queda das ações, o endividamento das empresas e as dúvidas sobre o retorno dos investimentos em IA. No Ulrich Responde, respondo às perguntas e comentários sobre concorrência de moedas, eleições, reserva de caixa, economia e bem-estar social, projetos de Elon Musk e as decisões que ajudam a construir patrimônio.Compartilhe o vídeo, inscreva-se no canal e deixe suas perguntas nos comentários.00:00 – Segundo turno: importância do voto e esclarecimento sobre minhas projeções01:38 – Bolsa, dólar e juros: como os mercados chegam à eleição03:36 – Debates e incertezas na reta final da campanha04:56 – Minha projeção para o segundo turno e a transferência de votos08:12 – Abstenção, brancos e nulos: premissas que podem mudar o resultado10:47 – O vídeo sobre bullying e a reação nas redes sociais13:14 – Poder e Mercado: convite para a live sobre o cenário pós-eleição13:56 – Guerra, petróleo e subsídios ao diesel no Brasil14:47 – Estreito de Ormuz e bloqueio às exportações do Irã16:35 – Petrobras: o diesel pode subir depois das eleições?17:13 – Gás natural: preços elevados na Europa antes do inverno17:42 – França: protestos, impasse fiscal e disparada dos juros19:27 – China domina os novos pedidos de construção de navios20:15 – Netflix perde fôlego e YouTube avança na audiência21:44 – IA e a descoberta de vulnerabilidades na internet23:45 – A explosão de falhas identificadas e o futuro da segurança digital26:00 – Queda das ações de tecnologia e riscos da CoreWeave27:07 – Meta: investimentos em IA, pressão sobre o caixa e endividamento29:23 – Paraguai, Itaipu e investimentos em IA: o Brasil fica para trás?30:20 – Ulrich Responde: o Brasil pode ter livre concorrência de moedas?31:09 – Flávio vai abrir o sigilo novamente?31:33 – Vale aumentar a reserva de caixa por medo de uma bolha?32:37 – Debate e voto: escolher o candidato ideal ou o menos pior?33:06 – O economista deveria deixar os números de lado e pensar no social?35:05 – Qual projeto de Musk é mais surreal: Marte ou datacenters no espaço?35:25 – Carro voador: será viável antes de 2030 ou é só marketing?36:28 – Por que o mercado financeiro não apoiou Renan Santos?38:15 – Qual a principal dica para alcançar o primeiro milhão de reais?
  • Fernando Ulrich

    O que isso significa para nossa economia

    23/10/2026 | 18min
    O Brasil voltou a ser devedor externo líquido depois de 19 anos. Mas o que isso realmente significa? Neste vídeo, explico a diferença entre dívida externa bruta e líquida, examino os dados do Banco Central e mostro por que esse resultado, isoladamente, não indica uma crise iminente nas contas externas.Analiso também as reservas internacionais, sua evolução e sua capacidade de cobertura em relação à dívida externa, à quantidade de dinheiro na economia, ao PIB e às importações. Comparo a situação atual com períodos de maior vulnerabilidade e explico por que o perfil da dívida pública faz diferença nessa avaliação.Por fim, apresento uma medida mais abrangente: a posição de investimento internacional do Brasil. Explico como os investimentos brasileiros no exterior e os investimentos estrangeiros no país se relacionam com os pagamentos de juros e dividendos — e por que podemos ter uma balança comercial superavitária e, ainda assim, um déficit nas transações correntes.Compartilhe o vídeo, inscreva-se no canal e deixe sua opinião nos comentários.00:00 – Brasil volta a ser devedor externo líquido: devemos nos preocupar?00:42 – O que significa dívida externa líquida?01:53 – Dívida pública, dívida privada e ativos no exterior02:55 – Por que a situação é diferente das crises do passado03:41 – Dívida do governo: credores estrangeiros e exposição ao dólar04:44 – Reservas internacionais: evolução do colchão de liquidez05:31 – Quanto as reservas cobrem da dívida e do dinheiro na economia?08:31 – Quantos meses de importações as reservas cobrem?09:25 – As contas externas pioraram, mas há risco de crise?10:27 – Balanço de pagamentos e dependência de capital estrangeiro13:06 – Posição de investimento internacional: ativos e passivos do Brasil15:26 – Saldo negativo de US$ 1,3 trilhão: o que isso significa?16:52 – Por que o superávit comercial não impede o déficit externo?18:00 – Dívida externa líquida e posição internacional: entenda a diferença
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Sobre Fernando Ulrich
Olá, bem-vindos ao meu podcast. Eu me chamo Fernando Ulrich e aqui você vai aprender de forma descomplicada sobre economia, mercados e investimentos. Sou especialista em ciclos econômicos de mercados globais, Escola Austríaca e criptomoedas. Tenho mais de 20 anos de experiência internacional com finanças corporativas e investimentos, com passagens pelos grupos XP Inc, ThyssenKrupp e Banco Indusval & Partners. Além disto, sou autor do livro Bitcoin: A moeda na era digital.
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