Pular para o conteúdo
Radio Logo
PodcastsNotíciasEstadão Analisa com Carlos Andreazza

Estadão Analisa com Carlos Andreazza

Estadão
Estadão Analisa com Carlos Andreazza
Último episódio

3442 episódios

  • Estadão Analisa com Carlos Andreazza

    ndreazza: Flávio Bolsonaro, isolado, quer terceiro turno. Tarcisio quer 2030 | Estadão Analisa

    29/10/2026 | 1h 8min
    No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 29, Carlos Andreazza fala sobre o senador Flávio Bolsonaro e as consequências de sua fuga do país.
    Após fugir do Brasil para Miami, nos Estados Unidos, o candidato derrotado à Presidência da República divulgou carta nesta quarta-feira, 28, agradecendo aos presidentes da Argentina, Javier Milei, e dos Estados Unidos, Donald Trump.
    Em tom golpista, o senador se autodeclarou como “verdadeiro presidente eleito do Brasil”.
    É a primeira vez que ele se manifesta após deixar o País.
    O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) foi procurado pelo Estadão, mas não respondeu.
    O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), afirmou, ao Estadão, em sua primeira entrevista exclusiva após ser reeleito, que aconselhou o senador Flávio Bolsonaro (PL) a não deixar o Brasil após derrota para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno da disputa presidencial.
    “O conselho que nós demos a ele – os advogados, eu, o (Rogério) Marinho, as pessoas que estavam ali reunidas – foi que ficasse (no Brasil)”, contou Tarcísio, emendando, no entanto, que não julga a decisão de Flávio de fugir para os Estados Unidos.
    A entrevista com o governador se deu minutos antes de Flávio divulgar uma carta golpista em que se autodeclara “presidente eleito” do Brasil.
    O governador contou ao Estadão que não tinha conhecimento do plano de fuga do aliado.
    Após a entrevista, ao saber da carta de Flávio, o governador afirmou que é preciso respeitar o resultado das urnas e seguir em frente.
    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quarta-feira, 28, que não se envolverá na turbulência pós-eleitoral no Brasil, após Flávio Bolsonaro — que chegou nesta quarta ao território norte-americano depois de ser derrotado nas urnas — declarar-se o “verdadeiro presidente eleito” brasileiro em uma carta golpista.
    “Bem, não vou fazer comentários sobre isso, mas sei que demos a ele permissão para entrar no país; então, vamos ver”, disse Trump a repórteres ao ser questionado sobre a declaração de Bolsonaro, seu aliado de direita.
    “Mas não vou me envolver. Foi uma eleição muito estranha, isso é certo.”
    Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é importante
    ASSINE O ESTADÃO:
    Seja assinante por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao nosso conteúdo.
    Acesse:
    https://estadao.me/RW4Jzo
    See omnystudio.com/listener for privacy information.
  • Estadão Analisa com Carlos Andreazza

    Carlos Andreazza: A revanche de Moraes e a fuga de Flávio Bolsonaro | Estadão Analisa

    28/10/2026 | 1h 6min
    No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 28, Carlos Andreazza fala sobre o ministro Alexandre de Moraes e do senador Flávio Bolsonaro.
    Tão logo foi confirmada a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, se sentiu autorizado a voltar a tomar medidas polêmicas e excessivas.
    A primeira demonstração de força ocorreu apenas sete minutos após a consolidação do resultado das urnas, quando a Polícia Federal pediu a apreensão do passaporte do senador Flávio Bolsonaro (PL) — solicitação atendida de pronto por Moraes.
    A Polícia Federal citou “risco concreto de evasão” ao pedir ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes a apreensão do passaporte do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).
    O magistrado acatou e determinou a entrega do documento até a manhã de terça-feira, 27.
    Flávio descumpriu a ordem e fugiu para os Estados Unidos, onde seu irmão e ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro vive.
    No pedido, a PF justifica a medida pelo “precedente concreto” de Willer Tomaz, advogado e amigo do senador, que está nos Estados Unidos enquanto é investigado.
    A fuga do senador Flávio Bolsonaro (PL) para os Estados Unidos abre uma disputa acirrada pelo comando da oposição ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, reeleito para o quarto mandato.
    Até agora, o PL não definiu quem exercerá esse papel e há uma briga nas fileiras do bolsonarismo pelo espólio político de Jair Bolsonaro.
    Embora o mandato de Flávio termine em 31 de janeiro de 2027, data em que perde o foro por prerrogativa de função, ele próprio anunciou, um dia após a derrota para Lula, que irá “organizar” a oposição ao governo.
    A portas fechadas, aliados de Flávio dizem que os senadores eleitos Michelle e Carlos Bolsonaro, ambos do PL, não têm esse perfil.
    Os dois, aliás, nem se falam.
    Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é importante
    ASSINE O ESTADÃO:
    Seja assinante por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao nosso conteúdo.
    Acesse:
    https://estadao.me/RW4Jzo
    See omnystudio.com/listener for privacy information.
  • Estadão Analisa com Carlos Andreazza

    Carlos Andreazza: Lula reeleito, e Moraes já vai à forra contra Flávio Bolsonaro | Estadão Analisa

    27/10/2026 | 1h 12min
    No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 27, Carlos Andreazza fala sobre o ministro Alexandre de Moraes do STF, que determinou que o candidato derrotado Flávio Bolsonaro entregue seus passaportes.
    O senador afirmou que vai pedir a cassação da chapa de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
    Mais cedo, a Polícia Federal (PF) o intimou a entregar os passaportes.
    Moraes já tinha determinado o bloqueio de bens móveis e imóveis e o sequestro de R$ 6 bilhões das contas do advogado Willer Tomaz, alvo de investigação por suspeitas de lavagem de dinheiro para o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).
    O líder da bancada de oposição na Câmara dos Deputados, Cabo Gilberto (PL), protestou contra a intimação da Polícia Federal ao parlamentar, para entrega de seu passaporte.
    Flávio é investigado em dois inquéritos que tramitam no STF.
    O primeiro é relacionado a pedido de recursos ao banqueiro Daniel Vorcaro para o filme Dark Horse e o segundo é para apurar lavagem de dinheiro envolvendo o advogado Willer Tomaz.
    O senador disse que a decisão de Moraes foi tomada no domingo à noite, logo depois do anúncio do resultado da eleição, e questionou se isso teria acontecido caso ele tivesse sido eleito presidente.
    Declarou que a “democracia faliu” no Brasil, que vai entregar o passaporte à PF e que “vai se defender dessa aberração”.
    Na decisão de Moraes também consta a proibição de Flávio manter contato com o advogado Willer Tomaz.
    Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é importante
    ASSINE O ESTADÃO:
    Seja assinante por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao nosso conteúdo.
    Acesse:
    https://estadao.me/RW4Jzo
    See omnystudio.com/listener for privacy information.
  • Estadão Analisa com Carlos Andreazza

    Lula reeleito: algumas hipóteses sobre a virada monumental | Estadão Analisa com Carlos Andreazza

    26/10/2026 | 1h 15min
    No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 26, Carlos Andreazza fala sobre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que conseguiu se reeleger para um quarto mandato.
    A mobilização que saiu das redes sociais e chegou às ruas foi uma das chaves para entender a virada inédita de Lula (PT) sobre Flávio Bolsonaro (PL) neste domingo.
    O movimento, puxado por André Janones (Redes-MG), contribuiu para derrubar a abstenção ao menor patamar em 20 anos, abrindo caminho para a vitória do presidente, dizem especialistas ouvidos pelo Estadão.
    “O poder de mobilização foi fundamental para o maior comparecimento e mudança de eleitores que votaram branco ou nulo”, afirma Maurício Moura, economista e fundador do instituto de pesquisa Ideia.
    A reeleição de Lula fortalece as chances de o deputado Hugo Motta (Republicanos-PB) e o senador Davi Alcolumbre (União-AP) serem reconduzidos às presidências da Câmara dos Deputados e do Senado, respectivamente.
    Mesmo assim, ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) continuam sob o risco de sofrerem processo de impeachment a partir de 2027.
    O resultado das urnas ainda não havia sido anunciado quando o senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro (PL), postou no X críticas duras à decisão de Cristiano Zanin.
    O Senado é o foro para processar e julgar ministros do Supremo.
    Flávio perdeu a eleição, mas tem maioria no Senado.
    Na primeira fala após a derrota na eleição presidencial, o candidato do PL, o senador Flávio Bolsonaro, disse não reconhecer a vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
    Flávio perdeu por uma diferença superior a 4 milhões de votos.
    A reeleição de Lula foi reconhecida pelo Tribunal Superior Eleitoral.
    “É inexplicável acontecer o que aconteceu. É impossível reconhecer o resultado dessas eleições.
    Vou pedir a anulação”, disse o senador.
    O candidato do PL alegou que Zanin “deu uma canetada” ao acolher o pedido da campanha petista e prorrogar o prazo de votação até as 19h.
    A solicitação ao STF foi feita pela campanha de Lula após uma série de denúncias de problemas no serviço público de transporte em diferentes cidades, como Salvador e São Paulo.
    A campanha do senador, no entanto, também acionou o TSE, solicitando a ampliação do horário de votação em ao menos três Estados.
    Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é importante
    ASSINE O ESTADÃO:
    Seja assinante por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao nosso conteúdo.
    Acesse:
    https://estadao.me/RW4Jzo
    See omnystudio.com/listener for privacy information.
  • Estadão Analisa com Carlos Andreazza

    Lula x Flávio Bolsonaro: o último debate | Estadão Analisa com Carlos Andreazza

    23/10/2026 | 1h 14min
    No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 23, Carlos Andreazza fala sobre a reta final da campanha eleitoral desse ano.
    A apenas dois dias da eleição, Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) terão nesta sexta-feira, 23, o último debate na disputa pela Presidência da República.
    Os dois chegam à reta final tecnicamente empatados nas principais pesquisas de intenção de voto, com o senador numericamente à frente do presidente da República.
    Segundo apurou o Estadão/Broadcast, tanto Flávio quanto Lula trabalham com suas equipes para evitar um debate no mesmo tom do realizado no último domingo, 18, pela Band e pelo Estadão.
    A avaliação das duas campanhas é que uma mudança de postura é necessária para evitar rejeição do eleitorado.
    A repercussão do primeiro confronto entre Flávio e Lula foi muito negativa.
    Comentaristas e analistas políticos criticaram a falta de discussão de propostas entre os dois candidatos.
    Grupos focais e pesquisas qualitativas feitas por institutos de pesquisa também indicaram insatisfação com a conduta dos candidatos, como mostrou o Estadão.
    O presidente Lula decidiu dedicar dois dias à preparação para o debate. Descartou viajar pelo País nesta quinta-feira, 22, e permaneceu no Palácio da Alvorada para discutir estratégias.
    A pausa também é uma oportunidade para recuperar a voz - a rouquidão característica do presidente tem piorado nos últimos dias por causa da intensa agenda de campanha.
    Flávio Bolsonaro também reservou dois dias para a preparação. Nesta quinta-feira, 22, em Brasília, esteve com integrantes de sua campanha e com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos).
    Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é importante
    ASSINE O ESTADÃO:
    Seja assinante por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao nosso conteúdo.
    Acesse:
    https://estadao.me/RW4Jzo
    See omnystudio.com/listener for privacy information.
Mais podcasts de Notícias
Sobre Estadão Analisa com Carlos Andreazza
O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento. Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
Site de podcast

Ouça Estadão Analisa com Carlos Andreazza, Petit Journal e muitos outros podcasts de todo o mundo com o aplicativo o radio.net

Obtenha o aplicativo gratuito radio.net

  • Guardar rádios e podcasts favoritos
  • Transmissão via Wi-Fi ou Bluetooth
  • Carplay & Android Audo compatìvel
  • E ainda mais funções
Estadão Analisa com Carlos Andreazza: Podcast do grupo