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Estadão Analisa com Carlos Andreazza

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Estadão Analisa com Carlos Andreazza
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  • Estadão Analisa com Carlos Andreazza

    Lula reeleito: algumas hipóteses sobre a virada monumental | Estadão Analisa com Carlos Andreazza

    26/10/2026 | 1h 15min
    No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 26, Carlos Andreazza fala sobre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que conseguiu se reeleger para um quarto mandato.
    A mobilização que saiu das redes sociais e chegou às ruas foi uma das chaves para entender a virada inédita de Lula (PT) sobre Flávio Bolsonaro (PL) neste domingo.
    O movimento, puxado por André Janones (Redes-MG), contribuiu para derrubar a abstenção ao menor patamar em 20 anos, abrindo caminho para a vitória do presidente, dizem especialistas ouvidos pelo Estadão.
    “O poder de mobilização foi fundamental para o maior comparecimento e mudança de eleitores que votaram branco ou nulo”, afirma Maurício Moura, economista e fundador do instituto de pesquisa Ideia.
    A reeleição de Lula fortalece as chances de o deputado Hugo Motta (Republicanos-PB) e o senador Davi Alcolumbre (União-AP) serem reconduzidos às presidências da Câmara dos Deputados e do Senado, respectivamente.
    Mesmo assim, ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) continuam sob o risco de sofrerem processo de impeachment a partir de 2027.
    O resultado das urnas ainda não havia sido anunciado quando o senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro (PL), postou no X críticas duras à decisão de Cristiano Zanin.
    O Senado é o foro para processar e julgar ministros do Supremo.
    Flávio perdeu a eleição, mas tem maioria no Senado.
    Na primeira fala após a derrota na eleição presidencial, o candidato do PL, o senador Flávio Bolsonaro, disse não reconhecer a vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
    Flávio perdeu por uma diferença superior a 4 milhões de votos.
    A reeleição de Lula foi reconhecida pelo Tribunal Superior Eleitoral.
    “É inexplicável acontecer o que aconteceu. É impossível reconhecer o resultado dessas eleições.
    Vou pedir a anulação”, disse o senador.
    O candidato do PL alegou que Zanin “deu uma canetada” ao acolher o pedido da campanha petista e prorrogar o prazo de votação até as 19h.
    A solicitação ao STF foi feita pela campanha de Lula após uma série de denúncias de problemas no serviço público de transporte em diferentes cidades, como Salvador e São Paulo.
    A campanha do senador, no entanto, também acionou o TSE, solicitando a ampliação do horário de votação em ao menos três Estados.
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  • Estadão Analisa com Carlos Andreazza

    Lula x Flávio Bolsonaro: o último debate | Estadão Analisa com Carlos Andreazza

    23/10/2026 | 1h 14min
    No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 23, Carlos Andreazza fala sobre a reta final da campanha eleitoral desse ano.
    A apenas dois dias da eleição, Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) terão nesta sexta-feira, 23, o último debate na disputa pela Presidência da República.
    Os dois chegam à reta final tecnicamente empatados nas principais pesquisas de intenção de voto, com o senador numericamente à frente do presidente da República.
    Segundo apurou o Estadão/Broadcast, tanto Flávio quanto Lula trabalham com suas equipes para evitar um debate no mesmo tom do realizado no último domingo, 18, pela Band e pelo Estadão.
    A avaliação das duas campanhas é que uma mudança de postura é necessária para evitar rejeição do eleitorado.
    A repercussão do primeiro confronto entre Flávio e Lula foi muito negativa.
    Comentaristas e analistas políticos criticaram a falta de discussão de propostas entre os dois candidatos.
    Grupos focais e pesquisas qualitativas feitas por institutos de pesquisa também indicaram insatisfação com a conduta dos candidatos, como mostrou o Estadão.
    O presidente Lula decidiu dedicar dois dias à preparação para o debate. Descartou viajar pelo País nesta quinta-feira, 22, e permaneceu no Palácio da Alvorada para discutir estratégias.
    A pausa também é uma oportunidade para recuperar a voz - a rouquidão característica do presidente tem piorado nos últimos dias por causa da intensa agenda de campanha.
    Flávio Bolsonaro também reservou dois dias para a preparação. Nesta quinta-feira, 22, em Brasília, esteve com integrantes de sua campanha e com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos).
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  • Estadão Analisa com Carlos Andreazza

    Carlos Andreazza: Flávio Bolsonaro caiu na armadilha de Lula? | Estadão Analisa

    22/10/2026 | 1h 7min
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  • Estadão Analisa com Carlos Andreazza

    Eleição dos rejeitados: Lula pressiona por erro de Flávio Bolsonaro | Estadão Analisa

    21/10/2026 | 1h 14min
    No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 21, Carlos Andreazza fala sobre a campanha eleitoral deste ano.
    O presidente Lula subestimou Flávio Bolsonaro no primeiro turno da disputa, subiu no salto alto e agora, nos últimos dias, tenta criar fatos políticos para virar o jogo, lançando cascas de banana na direção do adversário.
    A aposta da vez é o desafio para que Flávio abra o seu sigilo bancário, fiscal e telefônico.
    A cinco dias da eleição, Lula partiu para uma jogada de marketing e de impacto: entregou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) um ofício autorizando a quebra de seu sigilo, assim como o de sua mulher, Janja, e de seus filhos, desde que Flávio e a família dele, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro façam o mesmo.
    “Eu estou disposto a que a sociedade brasileira saiba quem é que é ladrão nesse país, quem é que é corrupto. E eu quero ver se ele tem coragem”, disse Lula em evento de campanha no Maranhão.
    O senador do PL disse a auxiliares que não vai cair no que chamou de “armadilha”, mas tem tratado a questão com desdém, afirmando que Lula “não tem nem celular” para abrir o sigilo telefônico.
    Aliados do presidenciável Flávio Bolsonaro (PL) receberam a missão de tentar virar votos e atrair eleitores indecisos em cidades pequenas onde o presidente Luiz Inácio Lula da Silva venceu em 2022.
    No Rio, terceiro maior colégio eleitoral do País e berço político da família Bolsonaro, nomes como o do senador reeleito Carlos Portinho (PL) estão mapeando municípios onde o petista venceu para irem às ruas conversar com as pessoas.
    A ideia da ofensiva é que, diante de uma eleição presidencial tão acirrada, “todo voto conta” para ampliar a vantagem do filho 01 de Jair Bolsonaro em seu Estado.
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  • Estadão Analisa com Carlos Andreazza

    Lula x Flávio Bolsonaro: Debate rasteiro à altura da atividade política no Brasil | Estadão Analisa

    19/10/2026 | 1h 14min
    No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 19, Carlos Andreazza fala sobre o primeiro debate entre Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na eleição de 2026, realizado pela Band em parceria com o Estadão, que foi marcado por um clima tenso e trocas de acusações de corrupção.
    O senador insistiu que a mudança no governo federal é necessária para melhorar a vida dos brasileiros, principalmente na economia e na segurança pública, enquanto o atual presidente alternou a defesa da própria gestão com tentativas de desgastar Flávio.
    A uma semana do pleito, as pesquisas indicam empate técnico, com o filho de Jair Bolsonaro (PL) numericamente à frente do atual presidente.
    Precisando de uma virada, Lula trouxe ao debate o histórico de votações de Flávio quando era deputado estadual, a defesa de policiais envolvidos em crimes no Rio de Janeiro e a ligação com o banqueiro Daniel Vorcaro.
    O resultado foi misto. Flávio conseguiu desviar das principais cascas de banana, irritando o presidente que o acusou de não responder às perguntas.
    O senador, contudo, fez um mea culpa sobre a gestão de Bolsonaro na pandemia.
    O primeiro debate presidencial entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), realizado neste domingo, 18, pela Band/Estadão, teve provocações, bate-bocas e pedidos de expulsão nos bastidores.
    A tensão entre os candidatos se estendeu à plateia, onde aliados dos dois lados trocaram acusações, comemoraram respostas e tentaram orientar os presidenciáveis durante o confronto.
    Em diferentes momentos, integrantes da organização precisaram intervir para conter os desentendimentos.
    Antes mesmo do início do debate, o clima já era de expectativa entre as duas equipes. Flávio fez uma oração no estúdio, enquanto Lula demonstrava tranquilidade à espera do confronto.
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