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Estadão Analisa com Carlos Andreazza

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Estadão Analisa com Carlos Andreazza
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  • Estadão Analisa com Carlos Andreazza

    A economia ‘arrumada’ de Lula, depois de se encontrar com Mantega e turma | Estadão Analisa

    06/11/2026 | 56min
    No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 06, Carlos Andreazza fala sobre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que deu sinais ao mercado financeiro em discurso nesta quinta-feira, 5, durante a primeira reunião do Conselho de Minerais Críticos.
    Lula disse que é preciso ter responsabilidade fiscal e “economia arrumada” para receber investimentos no setor e que ninguém vai querer fazer aportes em uma economia “totalmente desordenada”.
    “Precisamos saber que, para a gente atrair, a gente vai ter que ter uma economia arrumada.
    Ninguém vai querer vir fazer investimento em uma economia totalmente desordenada.
    As pessoas querem saber se nós estamos falando sério”, declarou o presidente.
    Mais cedo nesta quinta-feira, 5, Lula se reuniu com ministros, ex-ministros e economistas ligados ao PT no Palácio do Alvorada.
    Segundo o ministro da Fazenda, Dario Durigan, a reunião foi “bastante convergente” em relação a diagnósticos e caminhos para o futuro, mas não tratou de medidas econômicas específicas.
    “Não teve (na reunião de hoje) discussão sobre medidas específicas e não é ainda o momento de tratar de nenhuma medida específica”, disse.
    Ele afirmou que as medidas relativas à agenda fiscal serão apresentadas ao presidente depois da viagem na próxima semana à Turquia para a COP-31 e depois para a Cúpula de Asean, nas Filipinas.
    Ele deve retornar ao País no dia 16 de novembro.
    Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é importante
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  • Estadão Analisa com Carlos Andreazza

    Lula continua sem pressa para a economia: ajuste fiscal foi derrotado nas urnas | Estadão Analisa

    05/11/2026 | 50min
    No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 05, Carlos Andreazza fala sobre a situação econômica do futuro governo Lula.
    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vai fazer um pronunciamento para a nação, em cadeia nacional de rádio e televisão, neste domingo, 8, para tentar acalmar os ânimos do mercado financeiro e promover uma ideia de pacificação do País neste quarto mandato.
    Segundo apurou o Estadão/Broadcast, o presidente vai falar que seguirá perseguindo as metas fiscais, ao mesmo tempo que não irá deixar de cumprir promessas de campanha.
    O mercado financeiro enfrentou uma sangria histórica no primeiro pregão da Bolsa de Valores após a vitória de Lula sobre o senador Flávio Bolsonaro (PL) na disputa presidencial.
    No pronunciamento, Lula dirá que terá responsabilidade fiscal ao longo de todo o quarto mandato, mas não irá anunciar medidas concretas para controlar gastos, tampouco antecipar o nome do ministro da Fazenda que irá conduzir a pasta no seu próximo mandato.
    O Banco Central decidiu por unanimidade manter a taxa Selic em 13,75% ao ano, dez dias após o segundo turno das eleições que garantiram ao presidente Lula mais um mandato.
    A decisão é amparada pelos dados, já que houve uma forte piora das expectativas de inflação. Mais do que os números do mercado, o que pesou foi a projeção do próprio BC, que se afastou ainda mais do centro da meta.
    A atual diretoria demonstrou, mais uma vez, que não está preocupada com pressões políticas, mesmo após dias de debate em torno de uma tese do economista André Lara Resende que defendia cortes e tabelamento da taxa Selic.
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  • Estadão Analisa com Carlos Andreazza

    Andreazza: Mercado “bolsonarista” pressiona. Lula sem pressa para a economia | Estadão Analisa

    04/11/2026 | 1h 2min
    No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 04, Carlos Andreazza fala sobre a relação entre o presidente reeleito, Luiz Inácio Lula da Silva, e o mercado financeiro.
    A reação do mercado ao resultado do pleito tem gerado diversas críticas, sobretudo entre os defensores do governo.
    Os efeitos sobre os preços das ações, a taxa de câmbio e a curva de juros foram, de fato, muito relevantes: no primeiro pregão após o segundo turno, a B3 acionou o circuit breaker pela primeira vez desde a pandemia, pois o Ibovespa caiu 13,88% e fechou aos 176.608 pontos, a maior queda percentual desde 2020.
    O dólar subiu 8,36%, para R$ 5,41, a maior alta diária em mais de duas décadas, e os contratos de juros futuros com vencimento em 2031 avançaram cerca de 250 pontos-base.
    Os analistas estão praticamente divididos na aposta entre um corte adicional de 0,25 ponto porcentual e a manutenção da taxa Selic em 13,75% como desfecho da decisão do Copom nesta quarta-feira, 4, mas desde a última reunião, em setembro, o cenário mudou tão drasticamente em termos do balanço de riscos para a inflação que o Banco Central precisaria agir com urgência e dar um cavalo de pau na política monetária, elevando os juros agora.
    Números dessa magnitude podem gerar leituras apressadas, como se os agentes de mercado estivessem apostando “contra” o governo, ou como se houvesse uma espécie de “chantagem” ou histeria especulativa.
    Entidades tributárias defendem a prorrogação do início da reforma tributária do consumo de 2027 para 2028.
    Em carta aberta, as instituições manifestam “profunda preocupação” diante da ausência de definições essenciais e dificuldades operacionais que impedem a preparação adequada dos contribuintes.
    Em 2027 está previsto o início da implementação efetiva da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), que substituirá os tributos federais PIS e Cofins.
    Com isso, as entidades pedem que essa implementação seja postergada para, no mínimo, 2028, reservando o ano de 2027 apenas para a realização de testes.
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  • Estadão Analisa com Carlos Andreazza

    Carlos Andreazza: Lula 4, Dilma 3 e a oposição bolsonarista sem Bolsonaro | Estadão Analisa

    03/11/2026 | 1h 3min
    No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 03, Carlos Andreazza fala sobre o atual cenário político brasileiro.
    Luiz Inácio Lula da Silva entrará em seu quarto mandato diante de uma sociedade dividida, um Congresso em que precisará construir maiorias, compromissos de campanha e a obrigação política de entregar crescimento.
    Com a dívida pública elevada, juros altos e famílias endividadas, como o governo reagirá nesse conflito entre ambições políticas e restrições econômicas?
    O Brasil está diante de ‘Lula 4’ ou de uma espécie de ‘Dilma 3’?
    No Palácio do Planalto, o governo joga todas as fichas para aprovar no Senado, nesta terça-feira, 3, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública, que aumenta as atribuições do governo federal no combate ao crime organizado.
    Mas a defesa feita pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva da redução da maioridade penal subiu no telhado depois da eleição.
    A PEC é uma das prioridades de Lula para o quarto mandato, tanto que ele condiciona a criação do Ministério da Segurança Pública à sua aprovação.
    A avaliação do governo é que, se a PEC não passar agora, dificilmente irá adiante em 2027, quando o Congresso terá uma composição mais conservadora e a oposição promete ser ainda mais dura.
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  • Estadão Analisa com Carlos Andreazza

    ndreazza: Flávio Bolsonaro, isolado, quer terceiro turno. Tarcisio quer 2030 | Estadão Analisa

    29/10/2026 | 1h 8min
    No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 29, Carlos Andreazza fala sobre o senador Flávio Bolsonaro e as consequências de sua fuga do país.
    Após fugir do Brasil para Miami, nos Estados Unidos, o candidato derrotado à Presidência da República divulgou carta nesta quarta-feira, 28, agradecendo aos presidentes da Argentina, Javier Milei, e dos Estados Unidos, Donald Trump.
    Em tom golpista, o senador se autodeclarou como “verdadeiro presidente eleito do Brasil”.
    É a primeira vez que ele se manifesta após deixar o País.
    O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) foi procurado pelo Estadão, mas não respondeu.
    O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), afirmou, ao Estadão, em sua primeira entrevista exclusiva após ser reeleito, que aconselhou o senador Flávio Bolsonaro (PL) a não deixar o Brasil após derrota para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno da disputa presidencial.
    “O conselho que nós demos a ele – os advogados, eu, o (Rogério) Marinho, as pessoas que estavam ali reunidas – foi que ficasse (no Brasil)”, contou Tarcísio, emendando, no entanto, que não julga a decisão de Flávio de fugir para os Estados Unidos.
    A entrevista com o governador se deu minutos antes de Flávio divulgar uma carta golpista em que se autodeclara “presidente eleito” do Brasil.
    O governador contou ao Estadão que não tinha conhecimento do plano de fuga do aliado.
    Após a entrevista, ao saber da carta de Flávio, o governador afirmou que é preciso respeitar o resultado das urnas e seguir em frente.
    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quarta-feira, 28, que não se envolverá na turbulência pós-eleitoral no Brasil, após Flávio Bolsonaro — que chegou nesta quarta ao território norte-americano depois de ser derrotado nas urnas — declarar-se o “verdadeiro presidente eleito” brasileiro em uma carta golpista.
    “Bem, não vou fazer comentários sobre isso, mas sei que demos a ele permissão para entrar no país; então, vamos ver”, disse Trump a repórteres ao ser questionado sobre a declaração de Bolsonaro, seu aliado de direita.
    “Mas não vou me envolver. Foi uma eleição muito estranha, isso é certo.”
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