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Estadão Analisa com Carlos Andreazza

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  • Estadão Analisa com Carlos Andreazza

    Andreazza: Censura de Nunes Marques é homenagem a Alexandre de Moraes | Estadão Analisa

    13/10/2026 | 1h 5min
    No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 13, Carlos Andreazza fala sobre o clima acirrado do segundo turno das eleições no Brasil.
    No judiciário, o disparo de fake news pelas campanhas Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) acirraram a guerra de decisões judiciais envolvendo a eleição presidencial deste ano.
    Decisões conflitantes do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) envolvendo as campanhas de Lula e Flávio no primeiro turno das eleições de 2026 expuseram uma tensão entre as cortes e provocaram uma disputa sobre os limites da atuação do Supremo em questões eleitorais.
    O embate contrasta com um histórico em que os tribunais concordaram mais do que divergiram, especialmente no combate à desinformação e na proteção do sistema eleitoral.
    O Supremo tem competência para rever decisões do TSE em situações previstas na Constituição, como quando há questionamentos sobre a legalidade de uma eleição.
    Em geral, essa revisão ocorre por meio de recursos apresentados após o julgamento na Corte Eleitoral.
    Foi o caminho feito pela campanha de Eduardo Paes (PSD), que recorreu ao STF após a anulação dos votos de Anthony Garotinho (Republicanos), decisão que abriu caminho para a vitória de Douglas Ruas (PL) no primeiro turno da disputa pelo governo do Rio de Janeiro.
    Mas o pedido de Paes foi rejeitado.
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  • Estadão Analisa com Carlos Andreazza

    ‘Flávio Bolsonaro explora a perspectiva de poder. Lula vai para o tudo ou nada’ | Estadão Analisa

    09/10/2026 | 1h 9min
    No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 09, Carlos Andreazza fala sobre a disputa do segundo turno das eleições.
    A campanha de Flávio Bolsonaro acolhe os náufragos do primeiro turno e os partidos do Centrão, tão rápidos e vorazes como quando pularam em todos os governos eleitos e no barco de Lula quando ele era, ou parecia, favorito no primeiro turno.
    E uma pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira, 8, aponta que o senador Flávio Bolsonaro soma 49% das intenções de voto totais no segundo turno, contra 45% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
    Eleitores que vão votar em branco ou nulo são 5%, enquanto 1% estão indecisos. Os dois candidatos estão tecnicamente empatados no limite da margem de erro de dois pontos porcentuais para mais ou para menos.
    Considerando os votos válidos, ou seja, excluindo-se brancos, nulos e indecisos, Flávio teria hoje 52% e Lula somaria 48%.
    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez um vídeo selfie nas redes sociais, no qual ele cobra qual será o voto de Flávio Bolsonaro na discussão do fim da escala 6x1.
    Segundo Andreazza, é “um projeto muito popular, que fala com as pessoas para valer, que fala com o povo. Com base nisso Lula tenta encurralar Flávio Bolsonaro, que está jogando parado, que está confortável, defendendo a sua vantagem”
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  • Estadão Analisa com Carlos Andreazza

    PT lava roupa suja. Lula fará mais selfies. Flávio Bolsonaro joga parado | Estadão Analisa

    08/10/2026 | 58min
    No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 08, Carlos Andreazza fala sobre os acontecimentos após o primeiro turno das eleições deste ano.
    Ainda na ressaca do resultado das urnas, dois influentes integrantes do PT baiano conversavam em um restaurante em Brasília:
    “Tirem o microfone e as redes sociais de Janja e o presidente Lula volta a ter chances de reverter o quadro”.
    ​A Coluna do Estadão presenciou a cena, que foi seguida desta observação:
    “O problema é que ninguém tem coragem de falar isso para o presidente”.
    ​A queixa era sobre a participação da primeira-dama, Rosângela da Silva, na campanha em Salvador.
    Em um grande ato público, ela resolveu atacar Nikolas Ferreira (PL-MG), chamando de “piá de bosta” aquele que, dias depois, se tornaria o deputado federal mais votado do país, com 3,1 milhões de votos.
    Ou seja: em vez de impulsionar o marido, deu palanque digital para a oposição.
    No dia seguinte, ​foi a ex-ministra e ex-senadora Kátia Abreu, que comanda o PT no Tocantins, que teve coragem de falar.
    Não diretamente ao presidente, mas em alto e bom tom num encontro do PT, para a mensagem chegar a Lula.
    E suas declarações passaram a ser tratadas como um “desabafo coletivo no PT”.
    ​A ex-senadora criticou a postura protagonista de Janja, que por vezes se sobrepõe a Lula.
    Listou deslizes como o fato de a primeira-dama cantar música gospel em comícios, embora não seja evangélica.
    ​Na reta final do primeiro turno, Janja também usou uma medalha de Nossa Senhora Aparecida após boatos sobre a padroeira.
    A primeira-dama exibiu o colar com a imagem da santa católica em ato público na sexta-feira, 28, ao lado de Lula, e logo virou alvo de críticas por suposto oportunismo religioso, já que nunca se declarou católica, e sim praticante da umbanda.
    Do outro lado, a necessidade de construir pontes com o presidenciável Flávio Bolsonaro (PL) e o receio de municiar a oposição com a tese de que o governo Lula, em dobradinha com o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), tentaria um “golpe judicial” caso Flávio seja eleito presidente fez a Polícia Federal arquivar rapidamente o pedido de investigação sobre a suposta interferência dos Estados Unidos na eleição do Brasil.
    O diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, declarou que havia iniciado um procedimento para averiguar se houve ingerência externa no pleito.
    Horas depois, quando as urnas mostraram vitória de Flávio sobre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva no primeiro turno, os bolsonaristas dispararam o alerta.
    O termo “golpe judicial” começou a circular em conversas reservadas no Supremo e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Andrei foi chamado para uma reunião no gabinete do ministro Alexandre de Moraes na terça-feira, 6.
    No encontro extra-agenda, a conclusão foi de que não havia respaldo do TSE, da Procuradoria-Geral da República e nem de observadores da Organização dos Estados Americanos (OEA) para sustentar a investigação. Portanto, insistir no caso traria mais problemas para o STF, especialmente aos ministros ligados a Lula. E a orientação agora é tentar criar pontes com Flávio. Procurado por meio da assessoria, Moraes não se manifestou.
    ​A PF confirmou o arquivamento nesta quarta-feira, 7. O pedido de investigação havia sido provocado por uma representação da Advocacia-Geral da União (AGU).
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  • Estadão Analisa com Carlos Andreazza

    Agenda clara: Flávio Bolsonaro vem para acertar as contas com o STF | Estadão Analisa

    07/10/2026 | 1h 9min
    No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 07, Carlos Andreazza fala sobre o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) que afirmou nesta terça-feira, 6, que a direita terá, a partir de 2027, maioria para fazer os presidentes da Câmara e do Senado, além de realizar mudanças constitucionais.
    “O Brasil me deu um Congresso mais à direita do que é hoje, com maioria no Senado, para fazer presidente do Senado.
    Com maioria na Câmara, para fazer presidente da Câmara.
    Para mudarmos a Constituição, para redemocratizar esse País, para as instituições voltarem a respeitar a Constituição”, declarou no evento em que recebeu o apoio de Ronaldo Caiado (PSD), em Goiânia.
    Flávio voltou a criticar o Supremo Tribunal Federal (STF) e disse, sem citar nomes, que os “mesmos que tiraram Bolsonaro do Poder colocaram o filho dele”.
    Durante o discurso, apoiadores do senador presentes no local gritaram “Fora Moraes”.
    o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), e parte dos seus aliados, adotaram uma repentina “mansidão” em relação aos bolsonaristas.
    Nesta terça-feira, 6, Moraes autorizou a cabeleireira Débora Rodrigues dos Santos a cumprir pena no regime semiaberto. “Débora do Batom”, como ficou conhecida, foi condenada a 14 anos de prisão por pichar a estátua da Justiça em frente ao STF, durante os atos golpistas de 8 de janeiro.
    Ela virou uma espécie de símbolo dos excessos do Supremo na aplicação de penas nesse episódio e foi tema de muita conversa entre eleitores neste ano. Somente agora conseguiu essa progressão.
    Horas depois, o ministro Gilmar Mendes determinou o arquivamento de um pedido de investigação, por suspeita de estupro e suborno, contra o deputado Alfredo Gaspar (PL-AL), que é o vice da chapa à presidencial de Flávio.
    A Procuradoria-Geral da República não havia encontrado elementos que justificassem uma investigação.
    As três decisões ocorreram em sequência e têm um fator político em comum: foram proferidas depois de a crise do Supremo impactar diretamente no resultado das urnas e Flávio Bolsonaro terminar à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no primeiro turno da disputa pela Presidência por 47,03% contra 45,16%.
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  • Estadão Analisa com Carlos Andreazza

    Andreazza: O peso da perspectiva de poder para Flávio. STF, tenso. Lula, perdido | Estadão Analisa

    06/10/2026 | 1h 7min
    No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 06, Carlos Andreazza fala sobre as perspectivas para o segundo turno da eleição presidencial.
    Um dia após a eleição de ao menos 31 senadores que defendem, total ou parcialmente, a abertura de processos de impeachment contra ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), o presidente da Corte, Edson Fachin, afirmou nesta segunda-feira, 5, que “conjunturas se alternam”, mas que o Tribunal “permanecerá”.
    A declaração foi feita na abertura da Semana da Constituição, realizada na Biblioteca do STF em comemoração aos 38 anos da Constituição de 1988 e aos 40 anos do processo constituinte.
    Fachin não mencionou diretamente o resultado das eleições nem a nova composição do Senado.
    “Conjunturas se alternam, gerações se sucedem, os desafios mudam de roupagem.
    O Tribunal é maior do que tudo e do que todos, e ele permanecerá”, afirmou o ministro.
    No mercado financeiro, a volatilidade da Bolsa, do dólar e dos juros voltou ao centro do radar com a eleição presidencial de 2026.
    Quem viu o Ibovespa cair aos 120 mil pontos ou o dólar superar os R$ 6,26 em dezembro de 2024 devido à preocupação do mercado financeiro com a situação das contas públicas do Brasil não poderia imaginar que o pleito, evento que definirá a condução da política econômica dos próximos quatro anos e o enfrentamento do quadro fiscal, faria tanta diferença no preço dos ativos domésticos.
    No segundo turno, a tendência é de volatilidade maior, não menor. E não havia mostra melhor disso do que ocorreu no pregão desta segunda-feira (2).
    O Ibovespa deu um salto de 7,07%, a maior alta diária desde 24 de março de 2020, na pandemia da covid-19. Isso fez o índice fechar aos 206.911,89 pontos, o maior patamar da história.
    Durante o pregão de ontem, o índice chegou a bater nos 209.605,7 pontos, também recorde.
    O dólar, por sua vez, teve queda de 4,12% e encerrou o dia cotado a R$ 5,0018.
    Como mostramos aqui, o rali está relacionado à expectativa de um ajuste fiscal após Flávio ficar à frente de Lula por uma diferença de quase 2 pontos porcentuais, vencendo a primeira etapa do pleito por 47,03% a 45,16% dos votos válidos.
    Já no PT, à procura de culpados pela passagem do senador Flávio Bolsonaro para o segundo turno da eleição ao Palácio do Planalto na frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a cúpula do PT vai dar uma guinada na comunicação da campanha.
    Um dia depois de assistir à onda bolsonarista invadir o País, Lula participou de duas reuniões: uma mais reservada, apenas com o seleto grupo de coordenadores de sua campanha, e outra com aliados do PT e de outros partidos.
    Sem meias palavras, a ordem de Lula para a equipe foi direta: “mudar tudo” para conseguir se aproximar dos jovens, das mulheres e do espectro ideológico de centro.
    O núcleo de coordenação da campanha será ampliado, com a participação de partidos aliados, como o PSB do vice-presidente Geraldo Alckmin, e terá maior presença de integrantes do Nordeste, como o líder do PT no Senado, Camilo Santana.
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Generated: 10/14/2026 - 8:46:23 AM