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Andreazza: ‘O vício da inconstitucionalidade em Alexandre de Moraes e Flávio Dino’ | Estadão Analisa
14/08/2026 | 1hNo “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 14, Carlos Andreazza fala sobre o STF, pois ao menos quatro dos atuais dez ministros do Supremo Tribunal Federal ficaram incomodados com a decisão de Alexandre de Moraes de investigar um ex-secretário do governo do Maranhão apontado como fonte de um jornalista que escreveu reportagens sobre uso de carros oficiais pela família do ministro Flávio Dino.
Outros têm evitado falar do assunto, mesmo nos bastidores.
Em caráter reservado, um dos ministros críticos à decisão diz que ela é inédita no sentido de afronta à liberdade de imprensa e que significa um precedente perigoso para o jornalismo investigativo.
O ministro Flávio Dino afirmou nesta quinta-feira, 13, que é alvo de “agressões e injustiças” após a operação da Polícia Federal (PF) que mirou fonte de jornalista por suposta perseguição a ele.
“Minha atual função de juiz impede-me de participar cotidianamente de ‘apaixonados’ debates públicos.
Isso inclui suportar calado agressões e injustiças, assistir a distorções monumentais quanto a fatos, acompanhar perplexo a exposição de interpretações absurdas”, escreveu Dino em publicação nas redes sociais.
Já o presidente do Supremo, Edson Fachin, afirmou, em discurso na abertura da sessão plenária desta quinta-feira, 13, que a Corte tem compromisso com a “liberdade de imprensa e com o direito fundamental dos jornalistas ao sigilo de fonte”, mas defendeu a “responsabilização, inclusive penal, de quem tiver praticado crimes”.
O discurso ocorreu após o ministro Alexandre de Moraes determinar buscas contra um ex-secretário do governo do Maranhão.
Ele é apontado como fonte de informações de um jornalista que publicou reportagens sobre o uso de carros oficiais pela família do ministro Flávio Dino.
Moraes e a Polícia Federal apontam Raimundo Cutrim, ex-secretário de Segurança Pública do Maranhão, como fonte do jornalista Luís Pablo Conceição Almeida, do Blog do Luís Pablo.
Para chegar a Cutrim, o ministro decretou a quebra do sigilo telemático do jornalista, alvo da PF em março. A decisão de Moraes é monocrática.
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See omnystudio.com/listener for privacy information.'Direito Xandônico e os penduricalhos no STF: depois de cassarem o sigilo de fonte, voltam os caçadores de marajás | Estadão Analisa com Carlos Andreazza
13/08/2026 | 55minNo “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 13, Carlos Andreazza fala sobre os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, Flávio Dino, Gilmar Mendes e Cristiano Zanin, que determinaram nesta quarta-feira, 12, que sete tribunais de Justiça suspendam imediatamente o pagamento de penduricalhos irregulares.
Os magistrados exigem ainda que os presidentes de cada Corte enviem, em 72 horas, os nomes dos juízes beneficiados e devolvam valores acima do limite de 70% do subsídio.
A medida alcança os tribunais de Maranhão, Rio de Janeiro, Goiás, Paraná, Rondônia, Rio Grande do Norte e Distrito Federal.
Nas decisões, que são idênticas, os ministros afirmam que os valores são “exorbitantes”.
Houve ainda reporte de possíveis irregularidades nos pagamentos de honorários de sucumbência para membros da Advocacia-Geral da União (AGU). Neste caso, os ministros foram mais brandos.
O ministro Alexandre de Moraes ainda afirmou que 1,1 mil magistrados estaduais receberam indevidamente mais de R$ 100 mil em abril, o que ele classificou de “pagamentos exorbitantes não autorizados pelo STF”.
O ministro ordenou que sete Tribunais de Justiça suspendam imediatamente o pagamento de penduricalhos irregulares.
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See omnystudio.com/listener for privacy information.‘Supremo Xandônico: Moraes e Dino contra o sigilo de fonte’ | Estadão Analisa com Carlos Andreazza
12/08/2026 | 1h 1minNo “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 12, Carlos Andreazza fala sobre o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, que determinou busca e apreensão contra um ex-secretário do governo do Maranhão apontado como fonte de informações de um blogueiro que publicou sobre o uso de carros oficiais pela família do ministro Flávio Dino.
Moraes aponta Raimundo Cutrim como fonte de informações publicadas pelo jornalista Luís Pablo Conceição Almeida, do Blog do Luís Pablo.
As buscas foram realizadas a partir de informações encontradas no celular do blogueiro, alvo da PF em março.
Na operação desta terça, um advogado também foi alvo de um mandado de buscas porque teria assessorado o blogueiro nas publicações sobre o ministro.
A decisão de Moraes está sob sigilo. Procurado, o STF ainda não se manifestou.
A decisão cita que a Polícia Federal encontrou movimentações financeiras desse advogado em favor do blogueiro e quer saber se os pagamentos estão relacionados a publicações de interesse do grupo de Raimundo Cutrim.
Em outra frente, associações jornalísticas publicaram nota conjunta em que manifestam ‘profunda preocupação’ com a ação policial que mirou Raimundo Cutrim.
Ele foi citado em despacho do ministro Alexandre de Moraes como fonte anônima de reportagem sobre uso de carros oficiais pelo ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF).
A nota foi assinada pela Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), a Associação Nacional de Jornais (ANJ) e a Associação Nacional de Editores de Revistas (Aner).
“Ações judiciais que quebram o sigilo da fonte não têm amparo constitucional e abrem precedentes que ameaçam a liberdade de imprensa, amparada pela Constituição de 1988″, diz a nota.
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See omnystudio.com/listener for privacy information.Motta e Alcolumbre se aproximam de Lula. Flávio Bolsonaro gosta | Estadão Analisa
11/08/2026 | 1h 2minNo “Estadão Analisa” desta terça-feira, 11, Carlos Andreazza analisa o acordo costurado entre o Palácio do Planalto e Hugo Motta (Republicanos-PB) para a disputa da Câmara em 2027, além da tentativa de o governo fechar um pacto semelhante com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP).
Em busca de apoio dos dois líderes nas eleições de outubro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva já sinalizou que vai apostar em mais uma gestão de Hugo Motta (Republicanos-PB) à frente da Câmara. Ao mesmo tempo, também pretende dar respaldo a Alcolumbre — desde que o senador colabore com o Planalto. Essa nova aliança com o Centrão, pensada para um eventual novo mandato de Lula, foi um dos temas centrais de um jantar na casa do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, ocorrido na última terça-feira, 4, do qual participaram o presidente e Alcolumbre.
O encontro também serviu para um “acerto de contas” entre os dois, logo nos primeiros momentos da reunião. A mediação ficou por conta de Moraes — amigo próximo do presidente do Senado — e do também ministro do STF Cristiano Zanin, que já foi advogado de Lula.
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Foto: Wilton Junior/Estadão
See omnystudio.com/listener for privacy information.- No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 10, Carlos Andreazza comenta uma imagem localizada pela Polícia Federal que mostra o advogado Willer Tomaz, alvo da mais recente fase da Operação Sem Desconto, em uma piscina ao lado de pelo menos oito deputados e senadores.
A operação investiga um esquema de fraudes envolvendo o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A fotografia estava armazenada no celular do senador Weverton Rocha (PDT-MA), que também é investigado no caso. O registro foi revelado neste sábado, 8, pela revista piauí.
Além de Weverton Rocha, aparecem na imagem os deputados Arthur Lira (PP-AL), ex-presidente da Câmara, Juscelino Filho (PSDB-MA), Elmar Nascimento (União-BA) e Paulo Azi (União-BA). O ex-deputado Alexandre Ramagem (PL-RJ), ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), e os senadores Efraim Filho (União-PB) e Angelo Coronel (Republicanos-BA) também estão na foto.
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