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Estadão Analisa com Carlos Andreazza

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Estadão Analisa com Carlos Andreazza
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  • Estadão Analisa com Carlos Andreazza

    Andreazza: ‘Michelle, Flávio Bolsonaro e o purosanguismo bolsonarista’ | Estadão Analisa

    26/06/2026 | 49min
    No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 26, Carlos Andreazza fala sobre a repercussão do vídeo de Michelle Bolsonaro.
    No dia 24 de junho, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro publicou dois vídeos acusando seu enteado, o candidato à presidência Flávio Bolsonaro, de traí-la, desrespeitá-la e maltratá-la por telefone. Flávio pediu desculpas publicamente, afirmando que não tinha a intenção de ofendê-la. No dia seguinte, Michelle adotou um tom conciliatório, dizendo que não guarda rancor de ninguém.
    O episódio pegou os aliados de Flávio de surpresa e revelou problemas internos ainda maiores do que já se sabia. É, certamente, um revés para quem precisa conquistar apoio entre as mulheres e consolidar sua vantagem entre os evangélicos.
    Já Eduardo Girão (Novo-CE), senador e pré-candidato ao governo do Ceará, agradeceu o apoio de Michelle Bolsonaro nesta quinta-feira, 25. Em entrevista à Folha de S.Paulo, o senador disse trabalhar sem “negociatas” e que princípios são inegociáveis.
    As declarações são um recado a integrantes do PL que decidiram apoiar Ciro Gomes (PSDB) na disputa pelo governo do Ceará, contrariando a posição de Michelle.
    “Tenho fé que os cearenses mereçam um governo que não troca princípios por cargos mas que coloca a verdade e a justiça acima de tudo”, afirmou o candidato.
    No Governo, o ministro da Comunicação Social, Sidônio Palmeira, comemorava que sua estratégia de redução de danos havia funcionado com o anúncio da saída de Jaques Wagner (PT) da liderança do governo no Senado.
    Mas nem em seus melhores sonhos Sidônio poderia imaginar o vídeo em que Michelle Bolsonaro disse ter levado uma “punhalada” do enteado Flávio.
    A ex-primeira-dama deu um presente de valor inestimável para a campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à reeleição ao escancarar a crise nas fileiras do bolsonarismo. E o PT saberá explorar bem o episódio para obter dividendos políticos.
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  • Estadão Analisa com Carlos Andreazza

    Andreazza: O peso das palavras de Michelle sobre a candidatura de Flávio Bolsonaro | Estadão Analisa

    25/06/2026 | 1h 2min
    No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 25, Carlos Andreazza fala sobre a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, que transformou um possível apoio à pré-candidatura de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em acerto de contas.
    Em vídeo publicado nas redes sociais nesta quarta-feira, 24, a presidente nacional do PL Mulher relatou que o enteado a humilhou por telefone.
    Não deixou dúvidas de que a relação entre eles se dilacerou de vez.
    O pano de fundo mencionado foi a briga, que se arrasta desde dezembro, em razão das articulações para a composição do palanque no Ceará.
    “Ele foi muito ríspido, me desrespeitou e me maltratou ao telefone.
    E eu não tinha feito nada contra ele.
    Ele disse que seria melhor eu ficar fora das decisões do partido.
    Disse que eu havia chegado ontem e não entendia nada de política”, afirmou Michelle.
    O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou nesta quarta-feira, 24, que “nada nem ninguém” o aborrece. A declaração foi dada após a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro relatar ter sido humilhada pelo pré-candidato à Presidência.
    A tranquilidade de Flávio seria por conta do jogo do Brasil pela Copa do Mundo. A fala ocorreu durante transmissão ao vivo pré-jogo.
    Na live, Flávio apareceu ao lado da esposa Fernanda Bolsonaro e usou uma máscara com o rosto do jogador Neymar Jr.
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  • Estadão Analisa com Carlos Andreazza

    Carlos Andreazza: ‘Gilmar Mendes e o gilmarmendismo no caso Master’ | Estadão Analisa

    24/06/2026 | 58min
    No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 24, Carlos Andreazza fala sobre o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que afirmou que há uma “impropriedade” e um “erro crasso” no relato feito pelo ministro André Mendonça de que foi procurado por um advogado de Daniel Vorcaro com uma proposta de “delação seletiva” no caso que investiga o Banco Master.
    A declaração, dada em entrevista ao Roda Viva, da TV Cultura, ocorreu após Gilmar ser questionado sobre a atuação de Mendonça na relatoria do caso do Banco Master.
    Gilmar argumentou que o acordo de colaboração premiada deve ser firmado entre o Ministério Público ou a Polícia Federal e o investigado, acompanhado por seus advogados.
    Na avaliação de juristas ouvidos pelo Estadão, as declarações do ministro no programa ultrapassaram os limites impostos a magistrados pela Lei Orgânica da Magistratura Nacional (Loman), norma que veda a juízes comentar publicamente processos pendentes de julgamento ou fazer juízo depreciativo sobre decisões judiciais.
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  • Estadão Analisa com Carlos Andreazza

    Caso Master: investigação sobre Jaques Wagner já contamina governo Lula | Estadão Analisa

    23/06/2026 | 1h 2min
    No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 23, Carlos Andreazza fala sobre a coordenação da campanha de Luiz Inácio Lula da Silva à reeleição, que avalia que o escândalo envolvendo o líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA) no caso Master, já contamina o presidente.
    Em reunião a portas fechadas nesta segunda-feira, 22, dirigentes decidiram recomendar a saída de Wagner o mais rápido possível da liderança para se defender fora do cargo. Não é só: o PT vai adotar o discurso de que apoia as investigações relativas às falcatruas do Master contra quem for, seja oposição ou aliado.
    Pesquisas analisadas pela cúpula do partido indicam que a disputa à Presidência está mais apertada do que mostram os atuais levantamentos de intenção de voto. Embora o senador Flávio Bolsonaro (PL), principal desafiante de Lula, tenha perdido apoio após a revelação de suas ligações com o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, trackings do governo indicam que essa queda estancou.
    Ainda líder do governo Lula no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), apresentou ao Supremo Tribunal Federal (STF), nesta segunda-feira, 22, recurso para tentar anular a decisão que permitiu a operação de busca e apreensão em suas moradias.
    A defesa do senador sustenta que houve “erros graves” e que Wagner não atuou no Congresso Nacional para favorecer o Banco Master, de Daniel Vorcaro.
    O Estadão teve acesso com exclusividade a trechos inéditos da investigação. Wagner foi alvo de busca e apreensão na nona fase da Operação Compliance Zero sob suspeita de receber propinas do Master por meio de um apartamento de R$ 2,5 milhões e um repasse de R$ 3,5 milhões a uma empresa de seu enteado, além de outras supostas vantagens indevidas.
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  • Estadão Analisa com Carlos Andreazza

    Carlos Andreazza: ‘Master e a disputa eleitoral na lama’ | Estadão Analisa

    22/06/2026 | 1h 4min
    No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 22, Carlos Andreazza fala sobre o Caso Master e sua influência na disputa eleitoral de 2026.
    Já se sabia que o escândalo do Banco Master tinha potencial para se espraiar por todo o espectro político brasileiro.
    A estratégia do banqueiro Daniel Vorcaro era justamente a de cultivar um grande número de “amigos” influentes em Brasília, se possível nos Três Poderes e com indiferença aos matizes ideológicos.
    O fato das investigações agora alcançarem o petista Jaques Wagner, líder do governo no Senado e político de confiança do presidente Lula — depois de já terem chegado a Ciro Nogueira, do PP, e das revelações sobre Flávio Bolsonaro, do PL, entre outros políticos citados —, deixa a sensação, para os cidadãos que acompanham o noticiário político de que estão todos no mesmo barco.
    A exatamente um mês da abertura do prazo das convenções partidárias, as pré-campanhas presidenciais entram em uma fase decisiva para resolver pendências antes da largada formal da eleição.
    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) terão de ajustar estratégias, acomodar aliados, organizar palanques e definir o tom com que pretendem chegar ao período em que as candidaturas, alianças e chapas passam a ser oficializadas pelos partidos.
    No PT, a prioridade passa por alinhar a comunicação digital, reforçar bandeiras e entregas do governo, aparar arestas jurídicas e destravar palanques estaduais ainda sensíveis, como São Paulo e Minas Gerais.
    Para Flávio Bolsonaro, o desafio é chegar às convenções menos associado ao desgaste do caso Master e mais vinculado a propostas próprias, especialmente nas áreas econômica e de segurança pública.
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