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Estadão Analisa com Carlos Andreazza

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Estadão Analisa com Carlos Andreazza
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  • Estadão Analisa com Carlos Andreazza

    Andreazza: ‘Esposa de Moraes mandando minuta de contrato diretamente a Vorcaro. Vai passar batido?’

    02/07/2026 | 1h
    No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 02, Carlos Andreazza fala sobre a confusão instalada no PL e na pré-campanha à presidência de Flávio Bolsonaro.
    A senadora Damares Alves criticou os ataques machistas sofridos por ela e por Michelle Bolsonaro nos últimos dias por aliados de Flávio Bolsonaro.
    Ao comentar a violência política contra mulheres em reunião da Comissão de Direitos Humanos do Senado, Damares lembrou que tanto quadros de esquerda como de direita sofrem com ataques feitos por homens.
    A senadora também respondeu a uma fala do conselheiro do senador Flávio Bolsonaro, Paulo Figueiredo, que disse que “mulher vota mal para caralho”.
    O influenciador fugiu para os Estados Unidos para não ser julgado pela Justiça brasileira.
    “Chegaram ao absurdo de colocar em dúvida se a mulher tem capacidade de votar.
    Nós estamos chegando ao poder, e tem gente que não suporta isso”, afirmou.
    As ofensas começaram depois que Michelle divulgou um vídeo no qual criticou a postura de Flávio, que por telefone teria humilhado e desrespeitado a madrasta.
    Já o blogueiro Paulo Figueiredo, conselheiro do presidenciável Flávio Bolsonaro (PL), disse que o pré-candidato agiu com “vitimismo” ao se dizer ofendido por suas declarações de que “mulher vota mal para caralho”. Figueiredo também voltou a atacar a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, que acusou Flávio de humilhação: “Que praga”.
    “Flávio dizer que se sentiu ofendido já é vitimismo, foi um exagero. Odeio gente que se vitimiza”, disse Figueiredo durante uma live.
    Na Bahia, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) citou o senador Jaques Wagner (PT-BA), ex-líder do seu governo no Senado, como um “companheiro de longa data” e disse que “nem todo irmão é amigo, mas todo amigo é um irmão”.
    A fala foi feita uma semana após Wagner deixar o cargo de líder do governo Lula. O senador foi alvo da Polícia Federal na Operação Compliance Zero.
    Os investigadores apontam qeu ele teria recebido um apartamento de R$ 2,5 milhões e propina de R$ 3,5 milhões para beneficiar o Master no Parlamento.
    Ele nega.
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  • Estadão Analisa com Carlos Andreazza

    Carlos Andreazza: ‘Michelle puxa fila e aposta na derrota de Flávio Bolsonaro’ | Estadão Analisa

    01/07/2026 | 1h 10min
    No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 01, Carlos Andreazza fala sobre a crise no clã Bolsonaro entre o filho 01 do ex-presidente e a ex-primeira-dama.
    Duas ex-ministras do governo do ex-presidente Jair Bolsonaro, as senadoras Tereza Cristina (PP-MS) e Damares Alves (Republicanos-DF), além da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, vão esvaziar o encontro de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) com mulheres nesta quarta-feira, 1, em Brasília.
    Elas não devem comparecer ao evento, e nos bastidores manifestaram incômodo com o silêncio do presidenciável do PL em relação aos ataques machistas feitos por seu conselheiro político, Paulo Figueiredo.
    O blogueiro disse na terça-feira, 29, que “mulheres votam mal para caralho”.
    O ex-presidente Jair Bolsonaro definiu sua esposa como “Incontrolável”, a aliados, em mais de uma ocasião.
    Muito antes do vídeo em que a ex-primeira-dama acusou o senador Flávio Bolsonaro, seu enteado, de humilhá-la ao telefone, o ex-presidente já havia afirmado a dirigentes do PL que ela jamais poderia ser candidata à sucessão de Luiz Inácio Lula da Silva.
    A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro ainda anunciou que vai deixar a presidência do PL Mulher, setorial do partido voltado para o público feminino.
    Ela diz que vai se dedicar aos cuidados do marido, o ex-presidente Jair Bolsonaro.
    A decisão foi tomada após uma reunião de cerca de duas horas com o presidente nacional da sigla, Valdemar Costa Neto, e vem na esteira da crise provocada entre ela e o enteado Flávio Bolsonaro.
    A senadora Damares Alves tenta apaziguar os ânimos no núcleo de poder bolsonarista.
    Foi a primeira a saber, por exemplo, que a ex-primeira-dama deixaria o comando do PL Mulher, mas, ao lado da governadora do Distrito Federal, Celina Leão, conseguiu convencê-la a não se desfiliar do partido.
    Mesmo assim, ela ainda ameaça não concorrer ao Senado.
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  • Estadão Analisa com Carlos Andreazza

    Carlos Andreazza: ‘STF afrouxa para penduricalhos. Quem pode, pode’ | Estadão Analisa

    30/06/2026 | 1h 4min
    No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 30, Carlos Andreazza fala sobre o Supremo Tribunal Federal (STF), que já tem nove votos a favor para liberar o pagamento de parte dos “penduricalhos” a magistrados e membros do Ministério Público (MPs).
    Esses benefícios são verbas indenizatórias pagas além da remuneração formal e que, em alguns casos, ultrapassam o teto do funcionalismo público, atualmente no valor de R$ 46.366,19.
    Em março, o Supremo havia barrado esses pagamentos, mas uma chuva de embargos de declaração levou ao julgamento atual desses recursos, em sua maioria movidos por associações de profissionais das categorias afetadas.
    Na sexta-feira, 26, os ministros Flávio Dino, Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin e Gilmar Mendes haviam apresentado um voto conjunto para esses embargos de declaração no qual flexibilizaram algumas das restrições impostas em março.
    O ministro Edson Fachin acompanhou o voto na mesma data. No sábado, 27, Luiz Fux concordou com os colegas em alguns dos pontos, formando assim o placar parcial de 6 votos favoráveis à liberação.
    Nesta segunda-feira, 29, votaram os ministros Dias Toffoli, André Mendonça e Nunes Marques.
    Todos também concordando na ampliação dos penduricalhos para além dos limites sugeridos por Dino, Moraes, Zanin e Gilmar.
    Falta apenas o voto de Cármen Lúcia para o encerramento do julgamento.
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  • Estadão Analisa com Carlos Andreazza

    Carlos Andreazza: ‘Gilmar Mendes faz espantoso alerta a Lula’ | Estadão Analisa

    29/06/2026 | 1h
    No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 29, Carlos Andreazza fala sobre o ministro Gilmar Mendes, que fez um curioso alerta ao presidente Lula.
    O ministro do STF, Gilmar Mendes, deu um alerta ao presidente Lula sobre as eleições deste ano.
    As informações são da coluna de Lauro Jardim, no jornal O Globo.
    De acordo com a publicação, o decano do STF não esconde a preocupação com as críticas que a Corte vem sofrendo por conta das investigações envolvendo o Banco Master.
    O ministro chamou a atenção de Lula pelas recentes declarações sobre o STF e lembrou que “será o Supremo quem vai, se for preciso” fiscalizar o TSE durante as eleições.
    Durante as eleições, a Corte Eleitoral será comandada pelos ministros Nunes Marques e André Mendonça, respectivamente presidente e vice.
    Os dois foram indicados por Jair Bolsonaro.
    O Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria de votos para liberar o pagamento de parte dos “penduricalhos” a magistrados e membros do Ministério Público (MPs). Esses benefícios são verbas indenizatórias pagas além da remuneração formal e que, em alguns casos, ultrapassam o teto do funcionalismo público, atualmente no valor de R$ 46.366,19.
    Em março, o Supremo havia barrado esses pagamentos, mas uma chuva de embargos de declaração levou ao julgamento atual desses recursos, em sua maioria movidos por associações de profissionais das categorias afetadas.
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  • Estadão Analisa com Carlos Andreazza

    Start #434 com Daniel Gonzales: dos postes aos dados, a revolução que ilumina as cidades inteligentes

    27/06/2026 | 36min
    Nos últimos anos, a iluminação pública deixou de ser apenas uma questão de eficiência energética para se tornar uma das principais portas de entrada para as cidades inteligentes. Com avanços em conectividade, monitoramento urbano e integração de serviços públicos, os municípios brasileiros começam a desenhar uma nova infraestrutura digital. Pelo País, 135 municípios com concessões de iluminação pública já contam com sistemas de telegestão, enquanto dezenas de projetos avançam na integração de novos serviços inteligentes. O desafio vai além da tecnologia: planejamento, governança e capacidade de planejamento são fundamentais para que as cidades aproveitem todo o potencial dessa transformação. Para falar sobre os desafios e as oportunidades desse cenário, o apresentador Daniel Gonzales recebe, no Start dessa semana, Pedro Iacovino, presidente da Associação Brasileira das Concessionárias Privadas de Iluminação Pública, a ABCIP. O programa vai ao ar nos canais digitais do Estadão, todas as quartas-feiras, e também no canal Estadão Analisa, aos sábados.
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