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A bancada de Lula no STF mete a mão: Gilmar Mendes e seus dinos ditam a eleição | Estadão Analisa
02/10/2026 | 1h 2minNo “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 02, Carlos Andreazza fala sobre as decisões dos ministros Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), e Estela Aranha, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) acabaram protegendo o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, indicam um recado de que se pode “fechar o TSE” e acabaram por matar o debate que seria realizado na Globo na noite desta quinta-feira, 1.
A poucas horas do início do debate, Gilmar atendeu a um pedido do Solidariedade para garantir a participação de Renan na vaga aberta pela desistência de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
O partido pediu que fosse derrubada a decisão do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Nunes Marques, que havia rejeitado a inclusão do candidato, e que a Globo fosse obrigada a colocá-lo no encontro.
O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) aproveitou os holofotes pela desistência de participação e posterior cancelamento do debate na Globo para pedir voto útil em si mesmo numa tentativa de fechar a eleição no primeiro turno, no próximo domingo.
Na transmissão, Flávio criticou o que chamou de “censura” e “interferência do Judiciário” e pediu um “voto de revolta” dos brasileiros em sua sigla.
Trata-se de uma tentativa de criar um movimento pelo voto útil e atrair os votos que iriam para os adversários, principalmente Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo).
Já o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou não poder interferir no pedido de vista do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), que adiou a análise da Corte sobre abrir ou não uma investigação contra Alexandre de Moraes pela relação com o banqueiro Daniel Vorcaro.
Segundo Lula, o pedido de vista é um direito dos ministros do STF, e cabe a ele respeitar a “autonomia” do Poder Judiciário.
Por outro lado, ele avaliou haver fundamentos na decisão do ministro e defendeu que outros membros do Supremo que tenham tido contato com o ex-dono do Master também sejam investigados.
Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é importante
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See omnystudio.com/listener for privacy information.Andreazza: Eleição medieval. Dino, o novo Xandão, forja guerra religiosa | Estadão Analisa
01/10/2026 | 1h 7minNo “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 01, Carlos Andreazza fala sobre o ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, que determinou que a PF investigue uma série de ataques contra imagens religiosas ocorridos nos últimos meses em diferentes partes do país.
De acordo com a decisão, a PGR também deve avaliar as medidas cabíveis.
Dino cita episódios de vandalismo e destruição de símbolos religiosos em diferentes cidades do país, como Salvador, São Pedro e Londrina.
Já o candidato à presidência Flávio Bolsonaro (PL) apresentou ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, um pedido de afastamento do ministro Dino de casos relacionados ao candidato, ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e às eleições deste ano.
A defesa de Flávio Bolsonaro cita processos sobre os usos de emendas parlamentares, o financiamento do filme Dark Horse e pedidos do PT ao STF.
A defesa solicita que Flávio Dino seja suspenso, de forma liminar, de todas essas ações até que o STF julgue a suspeição do ministro.
E a poucos dias do primeiro turno, o Supremo chega à eleição de 2026 em um papel inédito: além de decidir conflitos e conduzir investigações que atingem personagens centrais da disputa, a própria Corte e seus ministros passaram a ser alvo das campanhas.
Esse movimento ganhou força com o caso Banco Master, que expôs relações de Daniel Vorcaro com integrantes do tribunal, acirrou divisões internas e, na reta final, transbordou para um avanço da Corte sobre a competência e a autoridade do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), no embate em torno de postagens falsas sobre Nossa Senhora Aparecida, envolvendo as campanhas de Flávio Bolsonaro e Luiz Inácio Lula da Silva.
No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 01, Carlos Andreazza fala sobre o ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, que determinou que a PF investigue uma série de ataques contra imagens religiosas ocorridos nos últimos meses em diferentes partes do país.
De acordo com a decisão, a PGR também deve avaliar as medidas cabíveis.
Entre os casos citados por Dino na decisão estão episódios de vandalismo e destruição de símbolos religiosos em diferentes cidades do país, como a quebra de uma imagem de santa em uma paróquia de Salvador, a destruição de imagens sacras na Catedral de São Pedro, em Rio Grande (RS), e o vandalismo em uma loja de artigos religiosos em Londrina (PR).
Já o candidato à presidência Flávio Bolsonaro (PL) apresentou ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, um pedido de afastamento do ministro Flávio Dino de casos relacionados ao candidato, ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e às eleições deste ano.
A defesa de Flávio Bolsonaro cita processos sobre os usos de emendas parlamentares, o financiamento do filme Dark Horse e pedidos do PT ao STF.
A defesa solicita que Flávio Dino seja suspenso, de forma liminar, de todas essas ações até que o STF julgue a suspeição do ministro.
E a poucos dias do primeiro turno, o Supremo chega à eleição de 2026 em um papel inédito: além de decidir conflitos e conduzir investigações que atingem personagens centrais da disputa, a própria Corte e seus ministros passaram a ser alvo das campanhas.
Esse movimento ganhou força com o caso Banco Master, que expôs relações de Daniel Vorcaro com integrantes do tribunal, acirrou divisões internas e, na reta final, transbordou para um avanço da Corte sobre a competência e a autoridade do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), no embate em torno de postagens falsas sobre Nossa Senhora Aparecida, envolvendo as campanhas de Flávio Bolsonaro e Luiz Inácio Lula da Silva.
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See omnystudio.com/listener for privacy information.Andreazza: Contra a censura do mal, o TSE paralelo de Gilmar, Moraes e Dino | Estadão Analisa
30/09/2026 | 57minNo “Estadão Analisa” desta terça-feira, 29, Carlos Andreazza fala sobre os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), que aconselharam o presidente, Edson Fachin, a não pautar no plenário o julgamento sobre as notícias falsas ligando Flávio Bolsonaro e Nossa Senhora Aparecida antes do primeiro turno das eleições, marcado para domingo, 4.
Para parte dos integrantes da Corte, a discussão sobre o assunto na frente das câmeras da TV Justiça poderia inflamar ainda mais o ambiente eleitoral.
Na noite desta terça-feira, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, marcou para o dia seguinte sessão virtual para votar a derrubada de publicações.
A guerra santa promovida após vir à tona uma notícia falsa de que o candidato do PL, Flávio Bolsonaro, pretendia tirar de Nossa Senhora Aparecida o título de padroeira do Brasil ressuscitou a batalha entre duas alas do Supremo Tribunal Federal (STF), às vésperas das eleições.
De um lado da Suprema Corte está o grupo de André Mendonça, que é evangélico, integrado pelo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, e por Luix Fux.
De outro, a ala liderada por Alexandre de Moraes, Flávio Dino, Gilmar Mendes e Cristiano Zanin.
O primeiro grupo, como se sabe, virou a tropa de choque de Flávio.
O segundo cerra fileiras para defender o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que disputa novo mandato.
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See omnystudio.com/listener for privacy information.Andreazza: Todo mundo escolhendo o próprio juiz: Fux suspende decisão de Dino | Estadão Analisa
29/09/2026 | 1h 3minNo “Estadão Analisa” desta terça-feira, 29, Carlos Andreazza fala sobre o ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), que suspendeu, no final da noite desta segunda-feira, 28, a decisão do ministro Flávio Dino que derrubava a determinação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre a ordem de remoção das publicações com a falsa informação de que Flávio Bolsonaro (PL-RJ) pretende retirar de Nossa Senhora de Aparecida o título de padroeira do Brasil caso seja eleito.
Fux também determinou o restabelecimento das publicações que haviam sido retiradas com base na decisão de Dino e estabeleceu prazo de 24 horas para que X, Meta, TikTok e Google cumpram a nova decisão.
Já no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o presidente da corte, Kassio Nunes Marques, mandou ofício ao presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, reclamando da interferência de ministros do STF em decisões da Corte eleitoral.
Nunes Marques fala em “elevada preocupação com episódios reiterados de indevida sobreposição de competência e de violação ao juiz natural” de uma corte sobre a outra.
O presidente do TSE citou o mecanismo segundo o qual um ministro pode julgar um pedido feito ao STF mesmo sem ter sido sorteado o relator da causa.
O episódio mais recente aconteceu no domingo, 27, quando Flávio Dino liberou em redes sociais publicações com a informação falsa de que Flávio Bolsonaro, se eleito, pretende retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de padroeira do Brasil.
O vice-presidente do TSE, André Mendonça, havia banido a notícia falsa das redes na sexta-feira, 25, a pedido da campanha de Flávio.
Dino revogou a decisão a partir de um pedido do ator Antônio Tabet, dono de um perfil em rede social que teve o conteúdo retirado do ar por determinação de Mendonça.
O processo no qual Dino tomou a decisão, no entanto, tratava originalmente postagens sobre o ex-deputado Deltan Dallagnol.
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See omnystudio.com/listener for privacy information.‘Desintegração do STF: De Moraes para Mendonça. De Moraes para Dino’ | Estadão Analisa
28/09/2026 | 59minNo “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 28, Carlos Andreazza fala sobre a grave crise institucional do STF.
A desaprovação da atuação dos ministros do Supremo Tribunal Federal vem aumentando entre os brasileiros.
É o que mostra pesquisa Datafolha divulgada neste sábado, 26.
A avaliação negativa passou de 40% em maio deste ano para 47% agora.
O índice é o mais alto já registrado desde o início da série histórica, em 2019.
A avaliação positiva é de 18% - a mais baixa já verificada, e que se repetiu no levantamento de dezembro de 2019.
Na atual pesquisa, 31% consideram o trabalho do STF regular, e 4% não opinaram.
O aumento da desaprovação acontece na esteira das revelações sobre indícios que ligam ministros da Corte a Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master.
Como revelou o Estadão, Alexandre de Moraes e o banqueiro trocaram 52 mensagens em 21 dias.
Algumas delas a poucos dias de Vorcaro ter sido preso.
As últimas notícias envolvem relações com Kássio Nunes Marques e Luiz Fux, com supostos vínculos e pagamentos aos filhos dos ministros.
André Mendonça, por sua vez, confirmou encontro com Vorcaro no início de 2025.
Os ministros negam ilegalidades.
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