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Estadão Analisa com Carlos Andreazza

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Estadão Analisa com Carlos Andreazza
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  • Estadão Analisa com Carlos Andreazza

    Start #435 com Daniel Gonzales: IA no SUS reduz faltas, aumenta eficiência e reduz desperdício

    04/07/2026 | 28min
    O Sistema Único de Saúde (SUS) enfrenta um desafio conhecido por milhões de brasileiros: filas longas para consultas e exames. Mas existe um problema menos visível que agrava esse cenário: o não comparecimento de pacientes, que deixa médicos ociosos, equipamentos parados e vagas perdidas, enquanto outras pessoas continuam esperando atendimento. Uma plataforma brasileira baseada em inteligência artificial promete mudar essa lógica: a tecnologia já recuperou mais de 658 mil vagas no SUS, economizou mais de R$ 53 milhões aos cofres públicos e ainda usa IA para prever quem tem maior chance de faltar e reorganizar a fila em tempo real. Para falar dessa tecnologia inovadora, o apesentador Daniel Gonzales conversa com Levi Nóbrega, fundador da Beyond, no Start dessa semana. O programa vai ao ar nos canais digitais do Estadão, todas as quartas-feiras, e também no canal Estadão Analisa, aos sábados.
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  • Estadão Analisa com Carlos Andreazza

    Andreazza: Tudo sendo investigado, menos relações de Moraes e Toffoli com Vorcaro | Estadão Analisa

    03/07/2026 | 1h 4min
    No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 03, Carlos Andreazza fala sobre as investigações do Caso Master e suas ramificações com ministros do Supremo.
    A Polícia Federal informou ao ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), ter identificado que o perito criminal da corporação, João Cláudio Nabas, produziu dois arquivos intitulados “Moraes.pdf” e “Toffoli e esposa.pdf” a partir de citações aos dois ministros encontradas no celular do banqueiro Daniel Vorcaro e sugeriu a colegas da própria PF o vazamento do material.
    As informações fazem parte da investigação aberta pela PF por ordem de Mendonça para apurar vazamentos do celular de Vorcaro e que resultaram no cumprimento de busca e apreensão contra Nabas em maio, por suspeitas de violação do sigilo funcional.
    Ele foi afastado de suas funções após a operação.
    Os documentos compilaram diálogos e menções aos ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli presentes no celular do banqueiro.
    Um deles incluía trechos do contrato de R$ 129 milhões do Banco Master com a advogada Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro.
    Os depoimentos de policiais federais que faziam parte da investigação apontam que Nabas, após produzir os documentos, sugeriu à equipe o vazamento à imprensa.
    Os investigadores não concordaram com a sugestão, mas dias depois os detalhes do contrato da esposa de Moraes foram divulgados pela imprensa.
    Como mostrou o Estadão, Viviane encaminhou o contrato diretamente no WhatsApp do banqueiro.
    Na política, Valdemar Costa Neto, presidente do PL, fez críticas a membros do clã Bolsonaro nesta quinta-feira, 2.
    Ele repreendeu Michelle e Flávio por condutas relacionadas a Daniel Vorcaro e ao caso Master.
    A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e o senador Flávio Bolsonaro vivem uma guerra familiar e política. Ela publicou vídeos onde acusa o parlamentar de a humilhar, o que gerou uma crise na campanha à Presidência do enteado.
    Na última sexta-feira, 29, em meio ao conflito, Michelle republicou trecho de um outro vídeo, mas que foi interpretado como uma indireta provocativa à Flávio.
    Tratava-se de um corte do podcast onde Anthony Garotinho, ex-governador do Rio de Janeiro, afirma possuir vídeo de festa sexual promovida por Daniel Vorcaro.
    No post, Michelle escreveu: “a verdade de Jesus vai prevalecer”.
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  • Estadão Analisa com Carlos Andreazza

    Andreazza: ‘Esposa de Moraes mandando minuta de contrato diretamente a Vorcaro. Vai passar batido?’

    02/07/2026 | 1h
    No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 02, Carlos Andreazza fala sobre a confusão instalada no PL e na pré-campanha à presidência de Flávio Bolsonaro.
    A senadora Damares Alves criticou os ataques machistas sofridos por ela e por Michelle Bolsonaro nos últimos dias por aliados de Flávio Bolsonaro.
    Ao comentar a violência política contra mulheres em reunião da Comissão de Direitos Humanos do Senado, Damares lembrou que tanto quadros de esquerda como de direita sofrem com ataques feitos por homens.
    A senadora também respondeu a uma fala do conselheiro do senador Flávio Bolsonaro, Paulo Figueiredo, que disse que “mulher vota mal para caralho”.
    O influenciador fugiu para os Estados Unidos para não ser julgado pela Justiça brasileira.
    “Chegaram ao absurdo de colocar em dúvida se a mulher tem capacidade de votar.
    Nós estamos chegando ao poder, e tem gente que não suporta isso”, afirmou.
    As ofensas começaram depois que Michelle divulgou um vídeo no qual criticou a postura de Flávio, que por telefone teria humilhado e desrespeitado a madrasta.
    Já o blogueiro Paulo Figueiredo, conselheiro do presidenciável Flávio Bolsonaro (PL), disse que o pré-candidato agiu com “vitimismo” ao se dizer ofendido por suas declarações de que “mulher vota mal para caralho”. Figueiredo também voltou a atacar a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, que acusou Flávio de humilhação: “Que praga”.
    “Flávio dizer que se sentiu ofendido já é vitimismo, foi um exagero. Odeio gente que se vitimiza”, disse Figueiredo durante uma live.
    Na Bahia, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) citou o senador Jaques Wagner (PT-BA), ex-líder do seu governo no Senado, como um “companheiro de longa data” e disse que “nem todo irmão é amigo, mas todo amigo é um irmão”.
    A fala foi feita uma semana após Wagner deixar o cargo de líder do governo Lula. O senador foi alvo da Polícia Federal na Operação Compliance Zero.
    Os investigadores apontam qeu ele teria recebido um apartamento de R$ 2,5 milhões e propina de R$ 3,5 milhões para beneficiar o Master no Parlamento.
    Ele nega.
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  • Estadão Analisa com Carlos Andreazza

    Carlos Andreazza: ‘Michelle puxa fila e aposta na derrota de Flávio Bolsonaro’ | Estadão Analisa

    01/07/2026 | 1h 10min
    No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 01, Carlos Andreazza fala sobre a crise no clã Bolsonaro entre o filho 01 do ex-presidente e a ex-primeira-dama.
    Duas ex-ministras do governo do ex-presidente Jair Bolsonaro, as senadoras Tereza Cristina (PP-MS) e Damares Alves (Republicanos-DF), além da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, vão esvaziar o encontro de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) com mulheres nesta quarta-feira, 1, em Brasília.
    Elas não devem comparecer ao evento, e nos bastidores manifestaram incômodo com o silêncio do presidenciável do PL em relação aos ataques machistas feitos por seu conselheiro político, Paulo Figueiredo.
    O blogueiro disse na terça-feira, 29, que “mulheres votam mal para caralho”.
    O ex-presidente Jair Bolsonaro definiu sua esposa como “Incontrolável”, a aliados, em mais de uma ocasião.
    Muito antes do vídeo em que a ex-primeira-dama acusou o senador Flávio Bolsonaro, seu enteado, de humilhá-la ao telefone, o ex-presidente já havia afirmado a dirigentes do PL que ela jamais poderia ser candidata à sucessão de Luiz Inácio Lula da Silva.
    A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro ainda anunciou que vai deixar a presidência do PL Mulher, setorial do partido voltado para o público feminino.
    Ela diz que vai se dedicar aos cuidados do marido, o ex-presidente Jair Bolsonaro.
    A decisão foi tomada após uma reunião de cerca de duas horas com o presidente nacional da sigla, Valdemar Costa Neto, e vem na esteira da crise provocada entre ela e o enteado Flávio Bolsonaro.
    A senadora Damares Alves tenta apaziguar os ânimos no núcleo de poder bolsonarista.
    Foi a primeira a saber, por exemplo, que a ex-primeira-dama deixaria o comando do PL Mulher, mas, ao lado da governadora do Distrito Federal, Celina Leão, conseguiu convencê-la a não se desfiliar do partido.
    Mesmo assim, ela ainda ameaça não concorrer ao Senado.
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  • Estadão Analisa com Carlos Andreazza

    Carlos Andreazza: ‘STF afrouxa para penduricalhos. Quem pode, pode’ | Estadão Analisa

    30/06/2026 | 1h 4min
    No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 30, Carlos Andreazza fala sobre o Supremo Tribunal Federal (STF), que já tem nove votos a favor para liberar o pagamento de parte dos “penduricalhos” a magistrados e membros do Ministério Público (MPs).
    Esses benefícios são verbas indenizatórias pagas além da remuneração formal e que, em alguns casos, ultrapassam o teto do funcionalismo público, atualmente no valor de R$ 46.366,19.
    Em março, o Supremo havia barrado esses pagamentos, mas uma chuva de embargos de declaração levou ao julgamento atual desses recursos, em sua maioria movidos por associações de profissionais das categorias afetadas.
    Na sexta-feira, 26, os ministros Flávio Dino, Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin e Gilmar Mendes haviam apresentado um voto conjunto para esses embargos de declaração no qual flexibilizaram algumas das restrições impostas em março.
    O ministro Edson Fachin acompanhou o voto na mesma data. No sábado, 27, Luiz Fux concordou com os colegas em alguns dos pontos, formando assim o placar parcial de 6 votos favoráveis à liberação.
    Nesta segunda-feira, 29, votaram os ministros Dias Toffoli, André Mendonça e Nunes Marques.
    Todos também concordando na ampliação dos penduricalhos para além dos limites sugeridos por Dino, Moraes, Zanin e Gilmar.
    Falta apenas o voto de Cármen Lúcia para o encerramento do julgamento.
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