45 episódios
- Criança que chega de malinha na casa do pai pode sentir que está de passagem. E a gente sabe disso porque já viveu esse lugar.
No episódio de hoje, uma madrasta decidiu juntar o guarda-roupa das duas casas. Depois de três fins de semana vendo os enteados chegarem com mala, alguma coisa apertou: aquela também era a casa deles.
Mas aí vieram as roupas doadas sem aviso. A sandália de glitter que, de repente, começou a “pinicar”. E uma questão que parece pequena mostrou o tamanho que pode ter.
Porque roupa de criança não é só roupa. É rotina, intimidade, identidade e pertencimento.
Quando isso vira disputa entre adultos, quem acaba carregando o peso é a criança.
Na sua casa, como funciona? Tem roupa em cada casa ou a mala ainda vai e volta?
Conta pra gente nos comentários. #VempraRoda - Autoridade não vem junto com a aliança.
Tem mulher casada há trinta anos que ainda se apresenta como a namorada do pai.
E tem mulher que nem mora na mesma casa e já entendeu o que é presença, vínculo, combinado.
Criar laço é gostoso.
Dar conselho é gostoso.
Estar nos momentos bons é fácil.
Difícil é colocar limite.
Difícil é ter a conversa que o enteado não vai gostar.
Difícil é ocupar um lugar sem substituir ninguém e sem sumir.
E existe uma grande diferença entre a madrasta meia boca e a isentona. Neste episódio a gente explica qual é.
🎙️ Madrasta ou namorada do pai?
Que lugar você escolhe ocupar?
E para você: Dizer "eu sou só a namorada do pai" é respeito ao limite ou é o lugar mais confortável?
Por Mari e Van
Somos Madrastas. - A gente não queria falar da mãe. 😂Mas vocês pediram. Então fomos falar da tal “soberania da mãe”.
Aquela sensação de que, depois do divórcio, existe uma pessoa que continua decidindo horário, rotina, convivência, dinheiro, feriado, aniversário e, às vezes, até como a nova família deve funcionar.
Só que tem uma provocação importante aqui:
essa soberania começou depois da separação ou ela já existia durante o casamento?
Porque talvez essa mãe tenha passado anos fazendo tudo sozinha.Talvez esse pai tenha passado anos achando confortável deixar que ela decidisse tudo.Talvez, quando a madrasta chega, ela não esteja inaugurando o problema. Ela só esteja enxergando uma dinâmica que já existia.
E aí começa a parte difícil: como se posicionar sem transformar tudo numa guerra?
Nesse episódio a gente fala de mães, pais, madrastas, crianças, divórcio, rancores, limites e daquela vontade muito humana de TACAR FOGO EM TUDO.
Mas chegamos num ponto que vale levar pra vida:
reação inflamada não é a mesma coisa que reação firme.
Às vezes você precisa colocar limite.Às vezes precisa de conversa.Às vezes precisa de tempo.E, sim, tem situação em que precisa de apoio profissional e jurídico.
Mas antes de reagir, talvez a pergunta seja:
tirando a raiva, o ego e o hiperfoco… qual é o problema que realmente precisa ser resolvido?
Porque a mãe talvez nunca mude.O ex talvez nunca mude.A configuração talvez nunca seja perfeita.
Mas essa ainda é a sua vida.
E você não precisa transformar uma pessoa que pertence à história do seu parceiro na personagem principal da sua temporada.
Boa escuta!! - Nem toda violência parece violência.
Às vezes é uma coisa pequena. Uma fala. Uma cobrança. Um limite atravessado. Uma culpa que colocaram em você e você aceitou.
Coisas que se repetem tanto que a gente começa a chamar de normal.
E ser madrasta também nos coloca diante de muitas delas.
Neste episódio, a gente conversa sobre essas violências do cotidiano, as que chegam muito antes do soco e que, justamente por parecerem pequenas, quase nunca são nomeadas.
Até onde você aprendeu a aguentar achando que era só “faz parte”?
⚠ Plantão - Novidades em breve!
Por Mari e Van,
Somos Madrastas - Será que mãe e madrasta realmente são rivais?
Ou será que colocaram as duas mulheres para disputar um lugar que nunca deveria ter sido disputado?
A madrasta não precisa ser melhor que a mãe.Não precisa compensar o que a mãe não fez.Não precisa conquistar a criança.E não precisa desaparecer para provar que respeita a mãe.
Ela precisa construir o próprio lugar.
Com limite.Com vínculo.Com autoconfiança.
E, principalmente, com um pai que também assuma a responsabilidade que é dele.
Porque amor não substitui corresponsabilidade.
A roda está aberta.Comente o que ficou aí para você desse episódio!
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Sobre A Roda | Somos Madrastas
Sete anos. Milhares de mulheres. Uma verdade que poucos dizem: algumas coisas nunca vão mudar — e tudo bem.
A Roda voltou. Sem romantismo, sem clichê. Para nomear o que tantas mulheres vivem em silêncio.
Lugar não se implora. Se constrói — em relação, em presença, em verdade.
Já no ar, com áudios reais de madrastas. Aperta o play. Manda pra quem precisa ouvir.
O que você ainda não nomeou sobre ser madrasta?
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