109 episódios
POR QUE O FUTEBOL BRASILEIRO NÃO DESENVOLVE SEUS TREINADORES? (com Gabriel Bussinger) | Sports Market Makers #109
23/09/2026 | 1h 38minPor que o futebol brasileiro não consegue desenvolver e valorizar seus próprios treinadores?
O Brasil tem uma das maiores tradições do futebol mundial, mas será que estamos realmente criando o ambiente necessário para formar, desenvolver e dar espaço aos nossos treinadores?
No episódio #109 do Sports Market Makers, recebemos Gabriel Bussinger, atual coordenador técnico do Vasco da Gama, instrutor de treinadores da CBF e da CONMEBOL e especialista em desenvolvimento de treinadores, para mostrar que o problema está muito além dos resultados dentro de campo.
Gabriel defende que a escola brasileira de treinadores está entre as cinco melhores do mundo e explica por que, mesmo assim, nossos profissionais ainda são pouco valorizados e frequentemente precisam sair do país para encontrar ambientes onde possam desenvolver seus trabalhos.
O papo passa pela formação dos treinadores, a importância da educação formal e da prática deliberada, as vantagens e limitações do ex-atleta que decide seguir a carreira de treinador e a necessidade de desenvolver autoconhecimento, identidade, princípios e valores.
Gabriel também questiona a forma como os clubes brasileiros avaliam seus treinadores: por que o resultado ainda é praticamente o único critério? Por que os clubes investem tanto na formação de jogadores, mas pouco na formação de quem deveria potencializá-los? E por que decisões que deveriam ser técnicas acabam muitas vezes submetidas a critérios políticos?
Ao longo da conversa, ele fala sobre Filipe Luís, Fernando Diniz, Dorival Júnior, Jorge Jesus e a chegada de treinadores estrangeiros ao Brasil, além de explicar por que o futebol brasileiro corre o risco de perder profissionais competentes para o mercado internacional.
E deixa um alerta:
“Se a gente não pensar em desenvolver treinador, investir em treinador no Brasil, a gente tá fadado ao fracasso com todo o sistema.”
E aí, torcedor: você acha que o treinador é apenas o responsável por escalar e comandar uma equipe ou deveria ser tratado como uma peça central de todo o projeto esportivo? Escreva aqui nos comentários, se inscreva no Sports Market Makers e ative as notificações para não perder nenhum conteúdo.
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POR QUE O FUTEBOL BRASILEIRO NÃO DESENVOLVE SEUS TREINADORES? | Sports Market Makers #109
Apresentador: Bruno Chatack
Parceiro: Fabio Mello
Convidado: Gabriel Bussinger (coordenador técnico do Vasco)
Edição: Marcelo ColaneriDIRETOR DE FUTEBOL: O CARGO QUE O BRASIL AINDA NÃO ENTENDE (com Thiago Scuro) | Sports Market Makers #108
16/09/2026 | 1h 33minO diretor de futebol de um clube precisa apenas contratar jogadores — ou seu trabalho vai muito além disso?
No episódio #108 do Sports Market Makers, recebemos Thiago Scuro, CEO do Monaco, para uma conversa profunda sobre o verdadeiro papel de um executivo de futebol e sobre como se constrói um projeto esportivo de médio e longo prazo.
Com passagens por clubes como Audax, Cruzeiro e Red Bull Bragantino antes de chegar ao futebol europeu, Scuro conta como sua trajetória ajudou a construir uma visão de gestão baseada em desenvolvimento de jogadores, metodologia, planejamento e sustentabilidade — conceitos que hoje aplica no Monaco.
Ao longo do papo, discutimos por que o futebol brasileiro ainda confunde muitas vezes o diretor de futebol com um simples gerente de contratações, a falta de capital intelectual para construir projetos esportivos de longo prazo e a importância de profissionais que tenham autonomia para tomar decisões dentro dos clubes.
Scuro também explica como funciona a estratégia do Monaco para desenvolver jovens talentos, equilibrar performance esportiva e sustentabilidade financeira e utilizar o mercado de transferências como parte de um modelo de negócio. Falamos ainda sobre as diferenças entre a gestão dos clubes europeus e brasileiros, o impacto da chegada das SAFs, a relação entre proprietários e executivos e os desafios enfrentados pelos clubes associativos.
E o papo vai além da gestão: Thiago Scuro revela detalhes sobre a escolha de Filipe Luís para comandar o Monaco, explica o que chamou sua atenção no trabalho do treinador no Flamengo e fala sobre o desafio de construir uma equipe capaz de aliar intensidade, pressão e controle do jogo.
Uma conversa sobre gestão, futebol, liderança, formação de jogadores, mercado, estratégia e, principalmente, sobre o profissional que precisa conectar todas essas áreas dentro de um clube.
E aí, torcedor: o que falta para o diretor de futebol deixar de ser visto apenas como o responsável por contratar jogadores e passar a ser tratado como uma das principais peças de um projeto esportivo? Escreva aqui nos comentários, se inscreva no Sports Market Makers e ative as notificações para não perder nenhum conteúdo.
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DIRETOR DE FUTEBOL: O CARGO QUE O BRASIL AINDA NÃO ENTENDE | Sports Market Makers #108
Apresentador: Bruno Chatack
Parceiro: Fabio Mello
Convidado: Thiago Scuro (CEO do Monaco)
Edição: Marcelo ColaneriR$ 17 BILHÕES EM DÍVIDAS: COMO O FUTEBOL BRASILEIRO CHEGOU ATÉ AQUI? | Sports Market Makers #107
09/09/2026 | 1h 37minR$ 17 bilhões em dívidas. 37 Recuperações Judiciais. Transfer bans. FIFA. CNRD. ANRESF. Fair Play Financeiro. Afinal, a bolha financeira do futebol brasileiro estourou?
O futebol brasileiro está entrando em uma nova era. Durante décadas, muitos clubes gastaram mais do que arrecadavam, acumularam dívidas e encontraram maneiras de adiar seus problemas financeiros. Agora, com novas formas de regulação e punições cada vez mais presentes, essa conta começa a aparecer.
No episódio #107 do Sports Market Makers, recebemos Manoel Thiago, do Canal do Manel, para uma conversa sobre o momento atual do futebol brasileiro — e sobre como SAFs, Recuperação Judicial e sanções esportivas estão mudando o ambiente do futebol nacional.
Falamos sobre a existência de uma possível “bolha financeira” no futebol brasileiro, a epidemia de má gestão dos clubes e um modelo de negócios historicamente marcado pela inadimplência. Afinal, como disse Manoel durante o episódio: “o modelo de negócios do futebol brasileiro é baseado no calote.”
Também discutimos o papel da ANRESF e o início de uma nova fase de fiscalização no futebol brasileiro. Gre-Nal, Fluminense, Santos, São Paulo e Corinthians aparecem como exemplos de um cenário em que diferentes mecanismos de regulação e punição já fazem parte da realidade dos clubes.
Mas como funciona, na prática, uma Recuperação Judicial? Quais dívidas entram? Quais ficam de fora? E por que a RJ pode ser uma ferramenta de reorganização, mas não necessariamente resolve os problemas de fluxo de caixa de um clube?
A conversa também passa pelas SAFs e pelas diferentes estratégias adotadas pelos investidores. Bahia, Cruzeiro, Botafogo e Vasco representam modelos completamente diferentes de investimento, pagamento de dívidas, busca por resultado esportivo e construção de um projeto de longo prazo.
E, na segunda metade do episódio, mergulhamos no caso Botafogo: a crise esportiva após o período de grandes investimentos de John Textor, a chegada da GDA Luma Capital, a situação financeira do clube, o novo plano de Recuperação Judicial, a relação com os credores e os planos para reconstruir o Botafogo sem repetir os erros do passado.
No fim, fica uma grande questão: o futebol brasileiro está finalmente aprendendo a gastar de acordo com aquilo que consegue arrecadar ou estamos apenas começando a descobrir o tamanho do problema?
E aí, torcedor: você acredita que o futebol brasileiro está vivendo uma bolha financeira? Ou as novas regras e punições podem finalmente tornar o nosso futebol mais sustentável? Escreva aqui nos comentário, se inscreva no Sports Market Makers e ative as notificações para não perder nenhum conteúdo.
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R$ 17 BILHÕES EM DÍVIDAS: COMO O FUTEBOL BRASILEIRO CHEGOU ATÉ AQUI? | Sports Market Makers # 107
Apresentador: Bruno Chatack
Convidado: Manoel Thiago (Canal do Manel)
Edição: Marcelo ColaneriO QUE EXPLICA A DISTÂNCIA FINANCEIRA ENTRE BAHIA E VITÓRIA? | Sports Market Makers #106
02/09/2026 | 1h 19minBahia e Vitória ainda estão próximos dentro de campo, mas a distância financeira entre os dois clubes aumentou?
No episódio #106 do Sports Market Makers, recebemos Renato Gueudeville, especialista em finanças no esporte, para analisar os balanços financeiros de Bahia e Vitória e entender por que dois dos maiores clubes do nordeste estão seguindo trajetórias tão diferentes fora das quatro linhas.
De um lado, o Bahia, que vive uma fase de forte investimento desde a chegada do Grupo City e está acumulando capital esportivo: grandes investimentos em jogadores, contratos de longo prazo, estrutura, novo centro de treinamento e projetos para diversificar suas fontes de receita.
Do outro, o Vitória, que vem de um processo de reconstrução após anos difíceis, voltou à Série A, alcançou R$ 251 milhões de receita em 2025 e conseguiu crescer de forma orgânica, mas ainda precisa consolidar sua permanência na elite, melhorar seu desempenho esportivo, reduzir pressões sobre o caixa e encontrar um caminho para novos investimentos.
Ao longo da análise, Renato mostra por que o Vitória não pode confundir crescimento de receita com uma reestruturação já concluída, fala sobre dívida, fluxo de caixa, vendas de jogadores, financiamento e os riscos de aumentar os gastos para acompanhar um mercado cada vez mais competitivo.
Também discutimos a estratégia do Bahia para os próximos anos, a chamada “acumulação de capital esportivo”, os investimentos de centenas de milhões de reais em atletas, a importância da valorização dos jogadores e o projeto de construção de uma estrutura que pode mudar o tamanho do clube no médio e longo prazo.
E existe uma questão ainda mais ampla: até que ponto clubes financeiramente responsáveis são obrigados a aumentar seus gastos para competir com adversários que assumem riscos financeiros maiores?
A análise mostra que a rivalidade Ba-Vi vai muito além da tabela do Campeonato Brasileiro — e que as decisões financeiras tomadas agora podem determinar o tamanho de cada clube nos próximos anos.
Você acha que Bahia e Vitória estão cada vez mais distantes financeiramente? E qual dos dois está construindo o caminho mais sustentável para o futuro?
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O QUE EXPLICA A DISTÂNCIA FINANCEIRA ENTRE BAHIA E VITÓRIA? | Sports Market Makers #106
Apresentador: Bruno Chatack
Convidados: Renato Gueudeville
Edição: Marcelo ColaneriMUITO MAIS QUE UMA PROVA: COMO O IRONMAN VIROU UM NEGÓCIO MILIONÁRIO | Sports Market Makers #105
26/08/2026 | 1h 44minComo um evento esportivo consegue movimentar R$75 milhões em uma única cidade? E por que o Ironman se tornou um negócio tão grande no Brasil?
No episódio #105 do Sports Market Makers, recebemos Carlos Galvão, fundador da Unlimited Sports, empresa responsável pela organização das provas de Ironman no Brasil, para entender o negócio por trás de uma das maiores experiências esportivas do mundo. Também participou do papo Pedro Cerize, que além de ser uma referência do mercado financeiro, já participou de mais provas de 20 Ironman.
Há 26 anos, o Ironman está presente no Brasil — e, segundo Galvão, o evento é muito mais do que uma competição de triathlon: é uma plataforma capaz de transformar vidas, movimentar a economia e criar uma experiência que começa muito antes da linha de chegada.
Falamos sobre como funciona a operação de um evento dessa magnitude, os desafios para organizar uma prova que envolve milhares de atletas, centenas de profissionais, voluntários, trânsito e uma verdadeira “operação de guerra” para colocar tudo de pé.
E os números impressionam: o Ironman Brasil em Florianópolis deixou R$75 milhões na cidade em 2026, tornando-se um dos eventos mais relevantes de Santa Catarina, inclusive em impacto econômico.
Mas o negócio vai muito além do dinheiro.
Galvão explica por que cada vez mais jovens estão buscando provas de longa distância, como o triathlon pode transformar hábitos e rotinas, e por que a linha de chegada, na verdade, pode ser apenas o começo de uma jornada.
No fim das contas, fica uma pergunta: o que faz milhares de pessoas pagarem, treinarem durante meses e reorganizarem suas vidas para cruzar uma linha de chegada? É sobre esporte. É sobre negócios. Mas, principalmente, é sobre pessoas.
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MUITO MAIS QUE UMA PROVA: COMO O IRONMAN VIROU UM NEGÓCIO MILIONÁRIO | Sports Market Makers #105
Apresentador: Bruno Chatack
Convidados: Carlos Galvão e Pedro Cerize
Edição: Marcelo Colaneri
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