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    ChatGPT não vai acertar o campeão da Copa; 7 dicas para evitar golpes; Token maxing; Doubao e Kimi

    19/05/2026 | 55min
    A Copa do Mundo está para começar. E, antes mesmo de a bola rolar, começa a temporada dos bolões. Muita gente vai usar chatbots de inteligência artificial para acertar os resultados das partidas, mas isso está longe de ser a melhor estratégia. No novo episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para humanos por trás das máquinas, Diogo Cortiz e Helton Simões Gomes contam por que o ChatGPT não fará você ganhar o bolão da Copa do Mundo. E o alerta não se restringe à IA da OpenAI, mas vale para Gemini (Google), Grok (xAI), Claude (Anthropic) e para a infinidade de ferramentas alimentadas por LLMs (grandes modelos de linguagem). Bons em lidar com textos, esses serviços até darão palpites e, no máximo, podem convencer pela narrativa. Mas eles carecem da habilidade de analisar dados que realmente fazem diferença em uma  partida de futebol e de simular o confronto entre times com base nessas métricas. Há, porém, uma improvável IA que faz isso. É a da EA Sports, desenvolvedora de games esportivos, como o FC 26.

    A pena para golpes eletrônicos e outras fraudes nascidas a partir do ambiente digital acaba de subir no Brasil, após a lei nº 15.397 mudar o Código Penal. Como criminosos usam plataformas digitais e redes sociais para atrair vítimas, coletar informações e impulsionar esquemas maliciosos, órgãos públicos e deputados querem enquadrar as big techs pela epidemia de golpes que assola o país. Mas e você em meio a tudo isso? Diogo Cortiz e Helton Simões Gomes contam como blindar a vida digital. São 7 dicas simples para diminuir a exposição de informação pessoal a bandidos, evitar maiores prejuízos em casa de roubo de celular e enquadrar bandidos que roubam identidades para aplicar golpes. 

    A mais nova tendência do Vale do Silício é avaliar funcionários pela quantidade de tokens gerados por ferramentas de inteligência artificial gastos para tocar suas tarefas. Apelidada de “token maxxing”, a onda é simbolizada por rankings dos mais gastadores, bônus para os líderes e ferramentas criadas por colegas para medir o desempenho. Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz contam como a nova forma de mensurar a eficiência de programadores pode chegar a outras áreas e já está desembarcando no Brasil. Por trás dela, há ganhadores, caso de Anthropic, Google e OpenAI, desenvolvedoras dos serviços de IA, e perdedores, caso dos profissionais da tecnologia, sujeitos não só a mostrar serviço, mas também a comprovar que são adeptos contumazes da IA –já se fala até em “ansiedade do token”. Há, no entanto, um desdobramento curioso: após demissões que já superam as 100 mil pessoas desligadas só no começo de 2026, algumas empresas estão se dando conta de que o desenvolvedor júnior mandado embora custava menos do que as faturas astronômicas da IA.

    Pouco mais de um ano atrás, o DeepSeek fez os mercados tremerem ao mostrar ao mundo tecnológico uma abordagem para a inteligência artificial diferente das big techs americanas. Saía os gastos estratosféricos com treinamento. Entrava uma ênfase na inferência e no modelo de código aberto. A bola da vez hoje é o Claude, da Anthropic, mas paira sobre ele a sombra de uma IA chinesa que avança rápido. Diogo Cortiz e Helton Simões Gomes contam como o Kimi caiu nas graças dos pesquisadores e vêm desbancando o Claude, devido ao seu preço mais competitivo, e como o Doubao domina os celulares dos chineses.
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    O segredo da Dona Maria; Gemini e ChatGPT no desktop; Help Desk do Deu Tilt: tudo sobre a Lua

    12/05/2026 | 42min
    A modelo espanhola Aitana nunca existiu. Will Smith baiano é só uma criação do influenciador Naio Barreto. E a Dona Maria é só uma personagem sintética criada por alguém crítico ao governo Lula. Mas todos eles possuem algo em comum. Neste episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para humanos por trás das máquinas, Diogo Cortiz e Helton Simões Gomes contam os vários segredos por trás dos seres digitais criados com inteligência artificial. A começar por como são feitos: basta uma combinação de prompts no ChatGPT, Gemini e Wan, esperar alguns minutos e, pronto, qualquer pessoa pode assumir outra identidade ou virar um ser virtual inteiramente novo. A sutileza, no entanto, mora nas ferramentas usadas. Enquanto os chatbots de OpenAI e Google apenas ajudam na criação dos ingredientes da receita, a diferença mesmo está na IA da chinesa Alibaba. E ela não está sozinha. A gigante do comércio eletrônico é apenas uma das empresas de tecnologia da China a ter uma competente IA geradora de imagens sintéticas. Conta para isso a abundância de dados à disposição, devido aos muitos vídeos circulando na internet chinesa, e um profundo desprezo por conteúdo protegido por direitos autorais. Em ano de eleição, é bom ficar de olho. 

    Recorrer a navegadores para chegar a chatbots de IA já virou hábito de quem navega na internet. Mas há um jeito de usar IA com um simples comando do teclado do computador. Neste episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para humanos por trás das máquinas, Diogo Cortiz e Helton Simões Gomes por que instalar as versões de ChatGPT, Claude e Gemini para desktop pode facilitar a vida de usuários vorazes de IA.

    No Help Desk, novo quadro do Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, as perguntas que você sempre quis fazer são respondidas por quem entende do assunto. Nesta edição, o papo é a Artemis II, missão espacial da Nasa que marca o retorno da humanidade à Lua. E quem desmonta mitos, esclarece dúvidas e responde questionamentos que todo mundo sempre quis saber é o engenheiro espacial Lucas Fonseca. Nos três anos em que atuou na Agência Espacial Alemã, foi o único brasileiro a trabalhar no projeto Rosetta, da ESA (Agência Espacial Europeia). O objetivo era levar o módulo Philae ao cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko. Fora isso, Fonseca disse não à Nasa para investir no setor aeroespacial brasileiro. Por aqui, ele fundou a Arvantis, que trabalha como provedor de acesso à ISS (Estação Espacial Internacional) para experimentos e serviços de microgravidade na América Latina. Também é idealizador e diretor da missão Garatéa-l, com plano de enviar o primeiro nanossatélite brasileiro à órbita da Lua.
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    Você não está atrasado (ainda): aprendendo IA generativa; ChatGPT na Alexa; você dançando com IA

    05/05/2026 | 49min
    Quem lê a profusão de notícias sobre o avanço da inteligência artificial generativa pode achar que ficou para atrás. Mas não é bem assim. Ainda que brasileiros tenham adotado a tecnologia, apenas 32% das pessoas por aqui relatam usar IA, mostra a TIC Domicílios, pesquisa do CETIC.br (Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação), departamento do NIC.br. Para ajudar as pessoas a tomar contato com esses serviços, o novo episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, traz um novo quadro: Você não está atrasado (ainda)”. E, nesta edição, o assunto é: como aprender IA generativa. Em sete passos, os apresentadores Diogo Cortiz e Helton Simões Gomes contam como entrar com estilo nessa nova era tecnológica, desde aprender a falar a língua das máquinas até fazer a IA a pensar em ter ideias como se fosse você. E tudo isso com hacks para fazer a IA entregar o que você quer e explicações sobre os serviços mais populares.

    Não é só você. Falar com a Alexa também deixou a equipe de Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, com a impressão de que a assistente de voz da Amazon já teve dias melhores —em bom português: ela anda burrinha. No novo episódio do programa, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz explicam por que isso tem acontecido (ela sempre foi assim, vocês é que ficaram mal acostumados com o ChatGPT) e como reverter o processo. Sim, dá para fazer o cérebro por trás da IA da OpenAI funcionar no aparelhinho da Amazon. A mudança é imediata, mas tem seus custos.

    Não é só você. Falar com a Alexa também deixou a equipe de Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, com a impressão de que a assistente de voz da Amazon já teve dias melhores —em bom português: ela anda burrinha. No novo episódio do programa, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz explicam por que isso tem acontecido (ela sempre foi assim, vocês é que ficaram mal acostumados com o ChatGPT) e como reverter o processo. Sim, dá para fazer o cérebro por trás da IA da OpenAI funcionar no aparelhinho da Amazon. A mudança é imediata, mas tem seus custos.
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    As lições da professora mais influente do mundo; Os robôs da China; Brasileiro paga mais pela IA

    28/04/2026 | 54min
    O Brasil teve um de seus 2,3 milhões de professores eleito o mais influente do mundo. A laureada em 2026 pelo Global Teacher Prize, prêmio da Varkey Foundation, que criou o 'Nobel da Educação', é a docente paulista Débora Garofalo. Em conversa com o Deu Tilt, podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, ela contou que o ensino de robótica com materiais recicláveis nasceu de uma emergência vivida pelos alunos, que não conseguiam ir à escola devido a um lixão próprio da EMEF Almirante Ary Parreiras, na Vila Babilônia, que fica no bairro do Jabaquara, zona sul de São Paulo. Foi pensando em dar ferramentas para os estudantes lidarem com a própria realidade que Débora começou a ensinar os alunos a criar tecnologia a partir do lixo. O trabalho foi árduo, pois a tecnologia era vista apenas como entretenimento. Quando isso mudou, os alunos produziram primeiro objetos que gostariam de ter, como carrinhos e barcos. Depois, elaboram equipamentos para melhorar o entorno: sensores para monitorar córregos e alertar a comunidade sobre inundações em dias de chuva, temporizadores para reduzir o gasto da escola com energia e semáforo inteligente para ajudar deficientes visuais a atravessar a rua. O trabalho deu certo e Débora explica o por quê.

    'A tecnologia tem esse poder', diz Débora Garofalo, eleita a professora mais influente do mundo pela Global Teacher Prize, prêmio da Varkey Foundation, que criou o 'Nobel da Educação'. Em conversa com o Deu Tilt, podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, a docente relata como uma tragédia motivou a criação de uma tecnologia durante uma de suas aulas de robótica no EMEF Almirante Ary Parreiras, na Vila Babilônia, que fica no bairro do Jabaquara, zona sul de São Paulo. Alunos de 12 anos perderam a irmã menor, que não conseguiu fugir à tempo de casa após um incêndio atingir a comunidade. Entre os estudantes da escola estão moradores de quatro favelas da região (Alba, Vietnã, Beira Rio 1 e Beira Rio 2). Depois da perda, os jovens construíram um temporizador de energia para desativar o abastecimento de eletricidade ao detectar sobrecargas no sistema. "É triste, mas ao mesmo tempo a gente vê que essas crianças usam dessas tecnologias para pensar soluções para dores que enfrentaram", diz Débora. Uma empresa ajudou a dupla a instalar o dispositivo em outras casas da comunidade. "A gente ainda fica muito preso [em coisas como] de que forma um humanóide vai auxiliar o nosso processo ou a questão de um braço robótico na nossa vida. Mas, quando a gente olha para a educação, nosso intuito não é formar um programador, uma pessoa que saiba mexer com códigos, mas justamente que eles compreendam o que há por trás desse código, o que é o algoritmo e quais as soluções podem ser criadas para ter uma vida em comunidade melhor."

    Melania Trump, primeira-dama dos Estados Unidos, desfilou com o humanoide Figure 3 na Casa Branca em março. Disse que o feito era histórico. O robô com braços e pernas é uma das apostas norte-americanas para disputar a corrida da robótica no mundo, próxima fase da inteligência artificial. No novo episódio de Deu Tilt, podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz contam como, a despeito dos esforços norte-americanos, uma empresa chinesa está deixando os Estados Unidos comendo poeira. Em 2025, a Unitree vendeu um terço de todos os robôs humanoides no mundo e agora prepara sua entrada na Bolsa chinesa. Ela já vende milhares dessas máquinas e a um preço acessível —mas quer baixar ainda mais os valores.   

    As ferramentas mais recentes de inteligência artificial generativa não só dominam a linguagem, como já estão alterando a forma como humanos se comunicam, conta Diogo Cortiz e Helton Simões Gomes no novo episódio de Deu Tilt, podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas. Um estudo publicado na Science mostrou que as IAs conseguem, por meio da comunicação, até manipular os valores das pessoas sobre assuntos espinhosos, da pena de morte ao aborto. Só que toda a pesquisa foi realizada em inglês, o que levanta a dúvida se essa influência também é exercida quando a língua da conversa é o português. Esses robôs são piores em compreender o idioma falado no Brasil. Mas o pior não é nem isso: por serem treinados em inglês e terem de fazer um esforço a mais para nos entender, os chatbots de IA cobram mais de quem fala português.
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    IA na Guerra do Irã; Data centers no Brasil; o medo da IA ‘made in Pequim’; agentes do caos

    14/04/2026 | 55min
    Ao se aliarem a Israel no conflito contra o Irã, os Estados Unidos miraram no regime dos aiatolás, mas vêm acertando na inteligência artificial, uma tecnologia que, ironicamente, o país considera crucial para o futuro de sua dominância no mundo. Neste episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz explicam como as consequências do conflito para a IA, da falta de energia para data centers movidos a gás natural a uma quebra no fornecimento de suprimentos importantes, como hélio e alumínio, passando pelos distúrbios em uma região geográfica estratégica. Como se não bastasse ver os mísseis e bombas atrapalharem uma de suas apostas, a Casa Branca ainda foi tragada para uma batalha dentro da batalha. Com uma diferença: saem as armas letais e entram os memes. Mas não quaisquer memes. A zoeira é feita pela mesma IA que o conflito atrapalha. Irônico, porém, é ver que uma tecnologia tão cara e dispendiosa não é só usada para abastecer armas de precisão, mas também para criar vídeos e imagens tirando sarro do inimigo. 

    A China tem vencido os Estados Unidos em seu próprio território, e o avanço das empresas vindas do país asiático fizeram o Congresso norte-americano acender o sinal de alerta contra a inteligência artificial "made in Pequim". Deu Tilt explica como os modelos abertos de IA vindos da China passaram a ser os mais usados nos EUA. Isso inclui startups norte-americanas que são expoentes da nova onda tecnológica, como a Cursor. A invasão chinesa é encarada por parlamentares norte-americanos como uma ameaça à segurança nacional, um discurso que algumas das mais proeminentes big techs de IA já entabularam. Afinal, se a China prevalecer nesse campo, elas serão as maiores afetadas.

    A China tem vencido os Estados Unidos em seu próprio território, e o avanço das empresas vindas do país asiático fizeram o Congresso norte-americano acender o sinal de alerta contra a inteligência artificial "made in Pequim". Helton e Diogo explicam como os modelos abertos de IA vindos da China passaram a ser os mais usados nos EUA. Isso inclui startups norte-americanas que são expoentes da nova onda tecnológica, como a Cursor. A invasão chinesa é encarada por parlamentares norte-americanos como uma ameaça à segurança nacional, um discurso que algumas das mais proeminentes big techs de IA já entabularam. Afinal, se a China prevalecer nesse campo, elas serão as maiores afetadas.

    Capazes de aprender a encontrar soluções para atender humanos, os agentes de IA são a nova fronteira da inteligência artificial. Mas tem um probleminha. O que eles fazem quando estão livres, leves e soltos para agirem sem supervisão? O episódio conta como pesquisadores descobriram que os robôs autônomos podem virar verdadeiros agentes do caos. Entre as estripulias das máquinas, estão esconder informações de seus humanos, cortar seus meios de comunicação e até mentir para proteger pessoas desconhecidas. É um novo mundo, com novos dilemas e novas maneiras de as máquinas interagirem conosco.
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