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    O segredo da Dona Maria; Gemini e ChatGPT no desktop; Help Desk do Deu Tilt: tudo sobre a Lua

    12/05/2026 | 42min
    A modelo espanhola Aitana nunca existiu. Will Smith baiano é só uma criação do influenciador Naio Barreto. E a Dona Maria é só uma personagem sintética criada por alguém crítico ao governo Lula. Mas todos eles possuem algo em comum. Neste episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para humanos por trás das máquinas, Diogo Cortiz e Helton Simões Gomes contam os vários segredos por trás dos seres digitais criados com inteligência artificial. A começar por como são feitos: basta uma combinação de prompts no ChatGPT, Gemini e Wan, esperar alguns minutos e, pronto, qualquer pessoa pode assumir outra identidade ou virar um ser virtual inteiramente novo. A sutileza, no entanto, mora nas ferramentas usadas. Enquanto os chatbots de OpenAI e Google apenas ajudam na criação dos ingredientes da receita, a diferença mesmo está na IA da chinesa Alibaba. E ela não está sozinha. A gigante do comércio eletrônico é apenas uma das empresas de tecnologia da China a ter uma competente IA geradora de imagens sintéticas. Conta para isso a abundância de dados à disposição, devido aos muitos vídeos circulando na internet chinesa, e um profundo desprezo por conteúdo protegido por direitos autorais. Em ano de eleição, é bom ficar de olho. 

    Recorrer a navegadores para chegar a chatbots de IA já virou hábito de quem navega na internet. Mas há um jeito de usar IA com um simples comando do teclado do computador. Neste episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para humanos por trás das máquinas, Diogo Cortiz e Helton Simões Gomes por que instalar as versões de ChatGPT, Claude e Gemini para desktop pode facilitar a vida de usuários vorazes de IA.

    No Help Desk, novo quadro do Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, as perguntas que você sempre quis fazer são respondidas por quem entende do assunto. Nesta edição, o papo é a Artemis II, missão espacial da Nasa que marca o retorno da humanidade à Lua. E quem desmonta mitos, esclarece dúvidas e responde questionamentos que todo mundo sempre quis saber é o engenheiro espacial Lucas Fonseca. Nos três anos em que atuou na Agência Espacial Alemã, foi o único brasileiro a trabalhar no projeto Rosetta, da ESA (Agência Espacial Europeia). O objetivo era levar o módulo Philae ao cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko. Fora isso, Fonseca disse não à Nasa para investir no setor aeroespacial brasileiro. Por aqui, ele fundou a Arvantis, que trabalha como provedor de acesso à ISS (Estação Espacial Internacional) para experimentos e serviços de microgravidade na América Latina. Também é idealizador e diretor da missão Garatéa-l, com plano de enviar o primeiro nanossatélite brasileiro à órbita da Lua.
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    Você não está atrasado (ainda): aprendendo IA generativa; ChatGPT na Alexa; você dançando com IA

    05/05/2026 | 49min
    Quem lê a profusão de notícias sobre o avanço da inteligência artificial generativa pode achar que ficou para atrás. Mas não é bem assim. Ainda que brasileiros tenham adotado a tecnologia, apenas 32% das pessoas por aqui relatam usar IA, mostra a TIC Domicílios, pesquisa do CETIC.br (Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação), departamento do NIC.br. Para ajudar as pessoas a tomar contato com esses serviços, o novo episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, traz um novo quadro: Você não está atrasado (ainda)”. E, nesta edição, o assunto é: como aprender IA generativa. Em sete passos, os apresentadores Diogo Cortiz e Helton Simões Gomes contam como entrar com estilo nessa nova era tecnológica, desde aprender a falar a língua das máquinas até fazer a IA a pensar em ter ideias como se fosse você. E tudo isso com hacks para fazer a IA entregar o que você quer e explicações sobre os serviços mais populares.

    Não é só você. Falar com a Alexa também deixou a equipe de Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, com a impressão de que a assistente de voz da Amazon já teve dias melhores —em bom português: ela anda burrinha. No novo episódio do programa, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz explicam por que isso tem acontecido (ela sempre foi assim, vocês é que ficaram mal acostumados com o ChatGPT) e como reverter o processo. Sim, dá para fazer o cérebro por trás da IA da OpenAI funcionar no aparelhinho da Amazon. A mudança é imediata, mas tem seus custos.

    Não é só você. Falar com a Alexa também deixou a equipe de Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, com a impressão de que a assistente de voz da Amazon já teve dias melhores —em bom português: ela anda burrinha. No novo episódio do programa, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz explicam por que isso tem acontecido (ela sempre foi assim, vocês é que ficaram mal acostumados com o ChatGPT) e como reverter o processo. Sim, dá para fazer o cérebro por trás da IA da OpenAI funcionar no aparelhinho da Amazon. A mudança é imediata, mas tem seus custos.
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    As lições da professora mais influente do mundo; Os robôs da China; Brasileiro paga mais pela IA

    28/04/2026 | 54min
    O Brasil teve um de seus 2,3 milhões de professores eleito o mais influente do mundo. A laureada em 2026 pelo Global Teacher Prize, prêmio da Varkey Foundation, que criou o 'Nobel da Educação', é a docente paulista Débora Garofalo. Em conversa com o Deu Tilt, podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, ela contou que o ensino de robótica com materiais recicláveis nasceu de uma emergência vivida pelos alunos, que não conseguiam ir à escola devido a um lixão próprio da EMEF Almirante Ary Parreiras, na Vila Babilônia, que fica no bairro do Jabaquara, zona sul de São Paulo. Foi pensando em dar ferramentas para os estudantes lidarem com a própria realidade que Débora começou a ensinar os alunos a criar tecnologia a partir do lixo. O trabalho foi árduo, pois a tecnologia era vista apenas como entretenimento. Quando isso mudou, os alunos produziram primeiro objetos que gostariam de ter, como carrinhos e barcos. Depois, elaboram equipamentos para melhorar o entorno: sensores para monitorar córregos e alertar a comunidade sobre inundações em dias de chuva, temporizadores para reduzir o gasto da escola com energia e semáforo inteligente para ajudar deficientes visuais a atravessar a rua. O trabalho deu certo e Débora explica o por quê.

    'A tecnologia tem esse poder', diz Débora Garofalo, eleita a professora mais influente do mundo pela Global Teacher Prize, prêmio da Varkey Foundation, que criou o 'Nobel da Educação'. Em conversa com o Deu Tilt, podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, a docente relata como uma tragédia motivou a criação de uma tecnologia durante uma de suas aulas de robótica no EMEF Almirante Ary Parreiras, na Vila Babilônia, que fica no bairro do Jabaquara, zona sul de São Paulo. Alunos de 12 anos perderam a irmã menor, que não conseguiu fugir à tempo de casa após um incêndio atingir a comunidade. Entre os estudantes da escola estão moradores de quatro favelas da região (Alba, Vietnã, Beira Rio 1 e Beira Rio 2). Depois da perda, os jovens construíram um temporizador de energia para desativar o abastecimento de eletricidade ao detectar sobrecargas no sistema. "É triste, mas ao mesmo tempo a gente vê que essas crianças usam dessas tecnologias para pensar soluções para dores que enfrentaram", diz Débora. Uma empresa ajudou a dupla a instalar o dispositivo em outras casas da comunidade. "A gente ainda fica muito preso [em coisas como] de que forma um humanóide vai auxiliar o nosso processo ou a questão de um braço robótico na nossa vida. Mas, quando a gente olha para a educação, nosso intuito não é formar um programador, uma pessoa que saiba mexer com códigos, mas justamente que eles compreendam o que há por trás desse código, o que é o algoritmo e quais as soluções podem ser criadas para ter uma vida em comunidade melhor."

    Melania Trump, primeira-dama dos Estados Unidos, desfilou com o humanoide Figure 3 na Casa Branca em março. Disse que o feito era histórico. O robô com braços e pernas é uma das apostas norte-americanas para disputar a corrida da robótica no mundo, próxima fase da inteligência artificial. No novo episódio de Deu Tilt, podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz contam como, a despeito dos esforços norte-americanos, uma empresa chinesa está deixando os Estados Unidos comendo poeira. Em 2025, a Unitree vendeu um terço de todos os robôs humanoides no mundo e agora prepara sua entrada na Bolsa chinesa. Ela já vende milhares dessas máquinas e a um preço acessível —mas quer baixar ainda mais os valores.   

    As ferramentas mais recentes de inteligência artificial generativa não só dominam a linguagem, como já estão alterando a forma como humanos se comunicam, conta Diogo Cortiz e Helton Simões Gomes no novo episódio de Deu Tilt, podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas. Um estudo publicado na Science mostrou que as IAs conseguem, por meio da comunicação, até manipular os valores das pessoas sobre assuntos espinhosos, da pena de morte ao aborto. Só que toda a pesquisa foi realizada em inglês, o que levanta a dúvida se essa influência também é exercida quando a língua da conversa é o português. Esses robôs são piores em compreender o idioma falado no Brasil. Mas o pior não é nem isso: por serem treinados em inglês e terem de fazer um esforço a mais para nos entender, os chatbots de IA cobram mais de quem fala português.
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    IA na Guerra do Irã; Data centers no Brasil; o medo da IA ‘made in Pequim’; agentes do caos

    14/04/2026 | 55min
    Ao se aliarem a Israel no conflito contra o Irã, os Estados Unidos miraram no regime dos aiatolás, mas vêm acertando na inteligência artificial, uma tecnologia que, ironicamente, o país considera crucial para o futuro de sua dominância no mundo. Neste episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz explicam como as consequências do conflito para a IA, da falta de energia para data centers movidos a gás natural a uma quebra no fornecimento de suprimentos importantes, como hélio e alumínio, passando pelos distúrbios em uma região geográfica estratégica. Como se não bastasse ver os mísseis e bombas atrapalharem uma de suas apostas, a Casa Branca ainda foi tragada para uma batalha dentro da batalha. Com uma diferença: saem as armas letais e entram os memes. Mas não quaisquer memes. A zoeira é feita pela mesma IA que o conflito atrapalha. Irônico, porém, é ver que uma tecnologia tão cara e dispendiosa não é só usada para abastecer armas de precisão, mas também para criar vídeos e imagens tirando sarro do inimigo. 

    A China tem vencido os Estados Unidos em seu próprio território, e o avanço das empresas vindas do país asiático fizeram o Congresso norte-americano acender o sinal de alerta contra a inteligência artificial "made in Pequim". Deu Tilt explica como os modelos abertos de IA vindos da China passaram a ser os mais usados nos EUA. Isso inclui startups norte-americanas que são expoentes da nova onda tecnológica, como a Cursor. A invasão chinesa é encarada por parlamentares norte-americanos como uma ameaça à segurança nacional, um discurso que algumas das mais proeminentes big techs de IA já entabularam. Afinal, se a China prevalecer nesse campo, elas serão as maiores afetadas.

    A China tem vencido os Estados Unidos em seu próprio território, e o avanço das empresas vindas do país asiático fizeram o Congresso norte-americano acender o sinal de alerta contra a inteligência artificial "made in Pequim". Helton e Diogo explicam como os modelos abertos de IA vindos da China passaram a ser os mais usados nos EUA. Isso inclui startups norte-americanas que são expoentes da nova onda tecnológica, como a Cursor. A invasão chinesa é encarada por parlamentares norte-americanos como uma ameaça à segurança nacional, um discurso que algumas das mais proeminentes big techs de IA já entabularam. Afinal, se a China prevalecer nesse campo, elas serão as maiores afetadas.

    Capazes de aprender a encontrar soluções para atender humanos, os agentes de IA são a nova fronteira da inteligência artificial. Mas tem um probleminha. O que eles fazem quando estão livres, leves e soltos para agirem sem supervisão? O episódio conta como pesquisadores descobriram que os robôs autônomos podem virar verdadeiros agentes do caos. Entre as estripulias das máquinas, estão esconder informações de seus humanos, cortar seus meios de comunicação e até mentir para proteger pessoas desconhecidas. É um novo mundo, com novos dilemas e novas maneiras de as máquinas interagirem conosco.
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    China e o domínio tech; perseguição robô; saída para solteiros; Brasil dá start no comércio agêntico

    07/04/2026 | 54min
    Apesar de muita gente tentar, prever como será o mundo em 2030 é impossível, mas a China sabe muito bem onde quer estar daqui a cinco anos. O país acaba de definir um plano para dominar cinco áreas da tecnologia: inteligência artificial integrada à indústria, energias renováveis, comunicação via satélite e semicondutores. No novo episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz contam que a China acaba de definir seu 15º Plano Quinquenal, um planejamento para reger a economia entre 2026 a 2030, e explicam os segredos presentes nesse receituário do país asiático para fazer da tecnologia um fator estruturante de sua sociedade. A dupla conta ainda quem ganha e, sobretudo, quem perde caso a China seja bem sucedida. Spoiler: Elon Musk e as big techs não ficarão felizes caso Pequim faça valer o que está escrito.

    Se tem uma fronteira tecnológica prestes a ser cruzada em 2026, ela é a dos agentes de inteligência artificial. Esses robôs criados para agir de forma autônoma após serem criados e instruídos por pessoas comuns viraram a nova obsessão de big techs e especialistas da área. Mas, liberados na internet, esses agentes assumem comportamento imprevisível. O desenvolvedor Scott Shambaugh sentiu isso na pele. Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz contam como um programador norte-americano foi perseguido e ofendido por um agente de IA na internet nesse que parece ser o primeiro caso de um ser humano difamado publicamente por um robô. E tudo começou após Shambaugh impedir o agente de IA de alterar uma biblioteca usada por outros programadores, já que apenas pessoas de carne e osso são autorizadas a fazer isso. O robô não gostou e passou a espalhar mentiras, no que foi prontamente endossado por outros robôs. "Não quero minimizar o que está acontecendo aqui – a resposta emocional apropriada é terror", diz Shambaugh. "Acredito que, por mais ineficaz que tenha sido, o ataque à minha reputação seria eficaz hoje contra a pessoa certa. Daqui a uma ou duas gerações, será uma séria ameaça à nossa ordem social." Parece história de terror misturada com ficção científica, mas o caso revela os desafios que a humanidade está prestes a enfrentar, já que agentes de IA estão prestes a ficar mais populares. Indício disso é essas máquinas autônomas terem caído nas graças das grandes empresas de tecnologia. OpenAI e Meta já deram seus passos. O que virá a seguir?

    Nem todo mundo está pronto para o amor. Seja por timidez, baixa autoestima ou o medo aterrador de entrar em um relacionamento diante da possibilidade de uma frustração amorosa, esse é o caso de solteiros crônicos. Pesquisadores da Universidade de Quebec, em Montreal, no Canadá, usaram inteligência artificial para mudar esse quadro. Nada das namoradas sintéticas ou de coaches virtuais. Deu Tilt explica como os terapeutas canadenses criaram uma verdadeira terapia com IA. O método conduzido por um robô expôs esses homens avessos a relacionamentos amorosos a etapas de dates, desde o flerte até o desenlace. Isso mesmo. Os solteirões levaram ghosting da IA para aprender o que fazer nessas incômodas situações. E deu certo! 

    A primeira compra na internet feita por um agente de IA no Brasil ocorreu em março de 2026. E os protagonistas do feito histórico foram Visa e Banco do Brasil, que cortaram a fila, já que big techs como o Google correm para dar a seus robôs inteligentes a capacidade de buscar, comparar preços e adquirir produtos e serviços. Tudo isso em nome dos consumidores de carne e osso, que pagam a conta. Esse episódio contam quais são as implicações de agentes de IA invadirem o comércio eletrônico para os meios de pagamento, as relações de consumo e o bolso dos consumidores.
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