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    O match entre Pix e big techs; agentes de IA no WhatsApp; a nova IA do iPhone; golpe do falso amor

    16/06/2026 | 57min
    O último integrante da família Pix completa um ano de aniversário no momento em que o governo dos Estados Unidos usa o meio de pagamento mais amado do Brasil para justificar tarifas adicionais a produtos brasileiros. Não é, porém, algo trivial: essa nova modalidade do Pix abre a oportunidade para as big techs americanas atingirem um público superior a mais de 60 milhões de pessoas. Neste novo episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz explicam como o Pix Automático promove uma segunda onda de democratização. A primeira, conduzida pelo surgimento do Pix, promoveu a maior onda de inclusão já vista no sistema bancário e financeiro brasileiros. Hoje, 170 milhões de brasileiros usam o meio de pagamento —ou seja, 95% da população adulta. A segunda, ainda em curso, fará os 60 milhões de cidadãos sem cartão de crédito terem a possibilidade de contratar serviços que historicamente dependem desse meio de pagamento, dominado pelas norte-americanas Visa e Mastercard. Estamos falando de assinaturas digitais de streaming, softwares, chatbots de IA, cursos online e aplicativos. As big techs, donas da maior parte dessas plataformas, estão sorrindo de orelha a orelha.

    Os agentes de inteligência artificial estão chegando ao WhatsApp. Neste novo episódio de Deu Tilt, Diogo Cortiz e Helton Simões Gomes contam como esses robôs criados para agir em nome de pessoas como se fossem gente de carne e osso estão prestes a serem liberados pela Meta no aplicativo mais usado dos brasileiros. A dupla conta como eles funcionam e qual foi o longo e tortuoso caminho da empresa de Mark Zuckerberg para chegar a este ponto, que promete ser uma das fontes de receita para recuperar os investimentos bilionários feitos na IA. Do ponto de vista do consumidor, a conversa está prestes a mudar. Como os agentes de IA  surgem como ferramenta ideal para empresas de todo porte responderem clientes a qualquer momento, é possível que visitar lojas online ou sites pessoais vire coisa do passado.

    A Apple está de estratégia nova para inteligência artificial. Neste no episódio de Deu Tilt, Diogo Cortiz e Helton Simões Gomes detalham a Siri AI. A assistente pessoal recebeu uma mãozinha do Google para ficar mais esperta e virar o mordomo de iPhone e Macs. Ela vai ler mensagens, averiguar emails e bisbilhotar fotos assim que o dono dos aparelhos pedirem por algo. Será ainda a cara do Apple Intelligence, o ecossistema da Apple de IA. Recorrer a outra big tech foi a forma da empresa se reerguer após os fiascos de sua inserção no mundo da IA. Vai funcionar?

    Com a chegada da data mais esperada pelos românticos, a temporada do golpe do falso namorado chega ao auge. Neste no episódio de Deu Tilt, Diogo Cortiz e Helton Simões Gomes contam como o Dia dos Namorados faz criminosos esfregarem as mãos para tirar dinheiro de quem só está em busca de um amor para chamar de seu. A dupla explica quais são os sinais de que a promessa de relacionamento é cilada, como se prevenir e conta casos de gente que ficou de coração partido —e perdeu milhares de reais.
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    Sim, a IA te deixa burro; internet e crime organizado; um mundo só de IA

    09/06/2026 | 58min
    A inteligência artificial está corroendo a capacidade cognitiva de seus usuários. E isso é um jeito menos educado de dizer que, sim, a IA está deixando você mais burro. Neste novo episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, Diogo Cortiz e Helton Simões Gomes contam como já há estudos provando por A+B como e em que medida o uso da IA é prejudicial ao aprendizado, à formação de memória e à criatividade. Nem o tão incensado ganho de produtividade e eficiência atribuído à IA está a salvo. Outra pesquisa, dessa vez feita pela Anthropic, dona do Claude, mostra como funcionários recorrendo a ferramentas de IA até conseguem entregar suas tarefas, mas muitos deles não sabem explicar o que fizeram nem replicar os processos que os levaram ao resultado. É o “paradoxo da performance”, como explica Diogo Cortiz. Mas aí vai um alívio aos preocupados: dá para usar IA e não ficar menos inteligente. E Deu Tilt explica como.

    O Brasil não sabe de fato quantas pessoas se conectam à internet fixa. A Anatel (Agência Nacional das Telecomunicações) levanta o dado oficial, mas sabe que há buracos na informação, porque ela vem das provedoras de conexão. Não leva em conta as empresas clandestinas, muito menos aquelas ligadas ao crime organizado. Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz contam como uma empresa, por acaso, calculou em 12,9 milhões as conexões brasileiras fora da estatística e muito possivelmente fornecidas por operações ligadas ao crime organizado. A companhia por trás do dado é a TeiaH, do empresário Luciano Sperb, um veterano da indústria de telecomunicação com passagens por Brasil, Telecom, Oi e Vivo. Ele criou uma plataforma para auxiliar pequenos provedores de internet a reduzir a rotatividade de clientes, mas, após reunir tantos dados, começou a ver uma realidade a que autoridades públicas não têm acesso: os brasileiros com conexão fornecida por firmas clandestinas. Fora os prejuízos diretos aos consumidores, essa situação prejudica políticas públicas de democratização da internet e compromete a atuação de companhias que agem dentro da lei.

    O que acontece se criarmos mundos virtuais e jogarmos nele apenas agentes de inteligência artificial? Foi isso que fez a empresa Emergence World. Deu Tilt conta o resultado como o experimento acabou em tragédia ao mostrar a predisposição da IA para cometer crimes, como roubos e agressões; a incapacidade de criar regras para garantir a própria subsistência; e uma queda para promover dramas para lá de humanos, que passam por rixas políticas e romances que acabam em suicídio. Para conduzir o estudo, a empresa criou cinco mundos. Povou-os cada um só com agentes feitos com modelos similares (GPT, Gemini, Claude e Grok). O quinto mundo foi povoado por agentes de todos os modelos. Helton e Diogo contam o que aconteceu em cada um deles e quais foram as cenas mais impactantes.
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    IA comunista; Claude Design; a nova conta de celular da China; quem grita gol antes?

    02/06/2026 | 55min
    O novo episódio de Deu Tilt traz um panorama de como a tecnologia está impactando a nossa rotina, do mercado de trabalho à conta do celular. Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz repercutem o estudo da Anthropic que aponta matemática, computação, mídia e artes como as áreas mais propensas a ter atividades substituídas por IA. Depois do impacto do Claude Code entre programadores, a empresa agora mira os designers com o Claude Design. Diogo, inclusive, já testou a ferramenta para remodelar seu próprio site e conta o que achou, quanto gastou e o futuro da profissão.

    Enquanto isso, as três maiores teles do mundo, na China, dão um passo que pode ditar o futuro da internet móvel: elas passaram a incluir os gastos com tokens de inteligência artificial direto na conta do celular, desafiando as grandes provedoras de nuvem. E como a Copa do Mundo chegou, a dupla também abre a temporada de combate ao delay. Eles explicam por que você ouve o vizinho gritar gol antes e trazem um ranking definitivo entre rádio, TV aberta e streaming, além de darem a receita para diminuir a demora do sinal. Não faz milagre, mas vai fazer você esperar bem menos para soltar o grito de emoção — ou de frustração.
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    IA, fé e anticristo; Detector brasileiro de deepfake; Parando de trabalhar de graça para big tech

    26/05/2026 | 45min
    O mundo da tecnologia tem forçado um casamento entre religião e inteligência artificial. E as manifestações dessa estranha e improvável união são observadas dos Estados Unidos à China, passando por Alemanha e Coreia do Sul. E, neste novo episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, Diogo Cortiz e Helton Simões Gomes contam que até nesse assunto há uma diferença geopolítica, pois, enquanto empresas dos EUA querem convencer religiosos de que chatbots de IA possuem profundidade e consciência para serem reconhecidos como filhos de Deus, na China, pesquisadores já transformam robôs inteligentes em servos a serviço de rituais sagrados. Por um lado, a Anthropic reúne padres e estudiosos em religião para entender como o Claude deve lidar com a noção da finitude de sua existência. Por outro, Peter Thiel, da Palanthir, vai a Roma pregar sobre o Anticristo da IA, o que irritou boa parte da cúpula da Igreja Católica. 

    Grandes empresas de tecnologia são capazes de criar serviços de inteligência artificial responsáveis por fotos e vídeos realistas a ponto de nos enganar, mas não desenvolvem um jeito de detectar imagens sintéticas. Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz explicam como uma empresa brasileira fez o que as big techs falharam em colocar de pé: desenvolveu uma ferramenta capaz de detectar as deepfakes. É a InspireIP. Ela usufruiu de um protocolo construído por diversas empresas de tecnologia, o C2PA, mas não implementado de fato. Por isso, aliás, a ferramenta da startup não funciona com o mesmo sucesso para imagens de ChatGPT (OpenAI), Gemini (Google) e Meta AI (Meta). Ainda assim, já chamou a atenção de grandes partidos políticos brasileiros, interessados no cenário de incerteza que será a próxima eleição no país.

    Só em 2026, as grandes empresas de tecnologia planejam investir em inteligência artificial US$ 720 bilhões, o equivalente a R$ 3,564 trilhões. Por outro lado, elas fazem parte de um segmento econômico que, apenas nos três primeiros meses do ano, já demitiu mais de 100 mil pessoas. Mas esse choque de realidade não para aí. Tem gente que trabalha de graça para essas companhias: você. Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz listam os valores bilionários prometidos pelas big techs:   Amazon (US$ 200 bilhões); Microsoft (US$ 190 bilhões), Meta (US$ 145 bilhões) e Alphabet (US$ 190 bilhões). E contam como deixar de treinar de graça a IA de Meta, Google e OpenAI.
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    ChatGPT não vai acertar o campeão da Copa; 7 dicas para evitar golpes; Token maxing; Doubao e Kimi

    19/05/2026 | 55min
    A Copa do Mundo está para começar. E, antes mesmo de a bola rolar, começa a temporada dos bolões. Muita gente vai usar chatbots de inteligência artificial para acertar os resultados das partidas, mas isso está longe de ser a melhor estratégia. No novo episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para humanos por trás das máquinas, Diogo Cortiz e Helton Simões Gomes contam por que o ChatGPT não fará você ganhar o bolão da Copa do Mundo. E o alerta não se restringe à IA da OpenAI, mas vale para Gemini (Google), Grok (xAI), Claude (Anthropic) e para a infinidade de ferramentas alimentadas por LLMs (grandes modelos de linguagem). Bons em lidar com textos, esses serviços até darão palpites e, no máximo, podem convencer pela narrativa. Mas eles carecem da habilidade de analisar dados que realmente fazem diferença em uma  partida de futebol e de simular o confronto entre times com base nessas métricas. Há, porém, uma improvável IA que faz isso. É a da EA Sports, desenvolvedora de games esportivos, como o FC 26.

    A pena para golpes eletrônicos e outras fraudes nascidas a partir do ambiente digital acaba de subir no Brasil, após a lei nº 15.397 mudar o Código Penal. Como criminosos usam plataformas digitais e redes sociais para atrair vítimas, coletar informações e impulsionar esquemas maliciosos, órgãos públicos e deputados querem enquadrar as big techs pela epidemia de golpes que assola o país. Mas e você em meio a tudo isso? Diogo Cortiz e Helton Simões Gomes contam como blindar a vida digital. São 7 dicas simples para diminuir a exposição de informação pessoal a bandidos, evitar maiores prejuízos em casa de roubo de celular e enquadrar bandidos que roubam identidades para aplicar golpes. 

    A mais nova tendência do Vale do Silício é avaliar funcionários pela quantidade de tokens gerados por ferramentas de inteligência artificial gastos para tocar suas tarefas. Apelidada de “token maxxing”, a onda é simbolizada por rankings dos mais gastadores, bônus para os líderes e ferramentas criadas por colegas para medir o desempenho. Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz contam como a nova forma de mensurar a eficiência de programadores pode chegar a outras áreas e já está desembarcando no Brasil. Por trás dela, há ganhadores, caso de Anthropic, Google e OpenAI, desenvolvedoras dos serviços de IA, e perdedores, caso dos profissionais da tecnologia, sujeitos não só a mostrar serviço, mas também a comprovar que são adeptos contumazes da IA –já se fala até em “ansiedade do token”. Há, no entanto, um desdobramento curioso: após demissões que já superam as 100 mil pessoas desligadas só no começo de 2026, algumas empresas estão se dando conta de que o desenvolvedor júnior mandado embora custava menos do que as faturas astronômicas da IA.

    Pouco mais de um ano atrás, o DeepSeek fez os mercados tremerem ao mostrar ao mundo tecnológico uma abordagem para a inteligência artificial diferente das big techs americanas. Saía os gastos estratosféricos com treinamento. Entrava uma ênfase na inferência e no modelo de código aberto. A bola da vez hoje é o Claude, da Anthropic, mas paira sobre ele a sombra de uma IA chinesa que avança rápido. Diogo Cortiz e Helton Simões Gomes contam como o Kimi caiu nas graças dos pesquisadores e vêm desbancando o Claude, devido ao seu preço mais competitivo, e como o Doubao domina os celulares dos chineses.
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