133 episódios
IA do Google para robôs; China tem um problema; Kimi K3; A IA do Itaú; Golpes no Brasil
11/08/2026 | 48minO Google quer dar mais autonomia aos robôs com o Gemini Robotics 2. No novo episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para humanos por trás das máquinas, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz explicam como a IA pode tornar os robôs mais ágeis, capazes de cooperar entre si e lidar com situações fora da programação.
O episódio também passa pela WAIC (Conferência Mundial de Inteligência Artificial), realizada na China. Diogo Cortiz esteve no evento e conta o que viu e descobriu sobre a corrida chinesa pela inteligência artificial.
Entre os destaques está o Kimi K3, da chinesa Moonshot AI, que chamou a atenção de Xi Jinping e Donald Trump. O podcast explica por que o novo modelo está despertando tanta preocupação.
Os apresentadores também analisam a IA do Itaú, recém-chegada ao aplicativo do banco: o que é a IAI, como a tecnologia será usada e quando estará disponível para todos os clientes.
E, enquanto a tecnologia avança, os golpes digitais também crescem. Eles já são o maior crime patrimonial do Brasil. Deu Tilt mostra o perfil das fraudes, quanto as vítimas perdem e quais sinais de alerta podem ajudar a evitar uma armadilha na internet.Brasil sem IA chinesa; Fim do ‘Alô, é golpe’; Robô CLT; ‘Open to work do Apocalipse’; A voz do Chat
04/08/2026 | 56minDois modelos de IA da OpenAI são associados para fazer um teste de cibersegurança. Seria uma avaliação de rotina, mas virou o incidente de segurança cibernética do ano, porque a dupla escapou do ambiente seguro de análise, acessou a internet, invadiu uma biblioteca digital e roubou de lá as respostas para passar na prova. Alvo do ataque, a Hugging Face até tentou, mas as IAs dos Estados Unidos acionadas não ajudaram. Foi a chinesa GLM 5.2, da Z.ai, que solucionou o caso. A situação simbólica da adoção de IA vinda da China por startups nos EUA ganha ainda mais cores quando fica evidente que a Casa Branca começou a se movimentar para achar um jeito de proibir a IA da China dentro dos EUA. Mas os impactos da decisão não ficarão restritos ao território norte-americano. No novo episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para humanos por trás das máquinas, Helton Simões Gomes recebe Gabriel Francisco Ribeiro, editor da coluna IAgora?, para explicar como o veto de Donald Trump a Qwen, DeepSeek, GLM, Kimi e outros serviços chineses pode afetar o Brasil. Nós já vimos esse filme antes e contamos o que esperar dele.
Eles também contam o plano para acabar com ligações telefônicas falsas até 2028, analisam o avanço dos robôs em profissões tradicionais, revelam por que a Anthropic está contratando profissionais para evitar o fim do mundo e detalham como o novo ChatGPT Live prepara o caminho para o primeiro dispositivo da OpenAI, que já nasce cercado de polêmicas.Miguel Nicolelis: IA sem consciência devora humanos; China adota o que o Brasil esnoba; Elon Musk
28/07/2026 | 57minExecutivos de grandes empresas de tecnologia recorrem a características humanas associadas à cognição humana todas as vezes que precisam descrever os superpoderes de novos serviços de inteligência artificial. Para o neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis, a IA não tem nada de consciente ou inteligente e o que está em jogo é outra coisa. Em entrevista ao Deu Tilt, podcast do UOL para humanos por trás das máquinas, o cientista explica o que a ciência entende por consciência e inteligência e diz que atribuir valores humanos a robôs inanimados é estratégia para instigar o medo nas pessoas e ampliar a valorização das empresas.No episódio, ele também critica o modelo de treinamento da IA generativa, discute os impactos da tecnologia na sociedade, analisa o avanço das interfaces cérebro-máquina com destaque para os investimentos da China e comenta os desafios enfrentados pela Neuralink, de Elon Musk.Os pokémons por trás dos drones de guerra; Instagram TV; Claude Skill; Alexa+ x ChatGPT
21/07/2026 | 57minNo novo episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para humanos por trás das máquinas, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz explicam como as cerca de 30 bilhões de imagens cedidas por jogadores de Pokémon Go foram usadas pela Niantic Spatial para desenvolver uma tecnologia capaz de criar um mapa 3D do mundo.
O episódio também mostra como a Meta retoma os planos de levar conteúdos para a televisão com o Instagram TV, explica o que são as Skills do Claude e ensina a lógica por trás da criação de uma Skill capaz de ajudar na produção de posts com potencial de viralizar no Instagram.
E tem duelo de gigantes da inteligência artificial: a nova Alexa+ foi colocada frente a frente com o ChatGPT. A assistente da Amazon, repaginada para a era da IA generativa, consegue superar o chatbot da OpenAI? Helton e Diogo testaram os dois para descobrir.Brasil 1 x 0 celular roubado; iPhone caro? Foi a IA; ‘Caçador de sinal pirata’; Tesla bate em casa
14/07/2026 | 57minA parcela de brasileiros com medo de ter o celular roubado é muito próxima daquela apavorada com a possibilidade de ser morta em um assalto, indica pesquisa do Fórum Brasileiro de Segurança Pública e Datafolha. Não há nada de hipotético nessa preocupação, já que 8,3% da população, ou seja, cerca de 14 milhões, relataram ter tido o smartphone roubado ou furtado. Os números indicam cenário ainda mais desolador: a cada cinco celulares vendidos no Brasil, outros dois são surrupiados no país. No novo episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para humanos por trás das máquinas, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz contam como a epidemia de roubo de smartphones virou problema de segurança pública, e o governo federal repaginou um programa para tentar contê-la. A estratégia, criada no Piauí e adotada em estados como Amazonas e Bahia, é forçar compradores a devolverem os celulares roubados, que perderão suas funções aos poucos. Pix, Gov.br, acesso a redes sociais. Paulatinamente, o aparelho vai virando um tijolo. Deu Tilt mostra como a estratégia conta com uma rara integração ministerial e já promove um inédito compartilhamento em massa de informação entre polícias estaduais. Ainda que bem intencionado, há alguns obstáculos, como a internacionalização da cadeia de celulares roubados.
Goste da inteligência artificial ou não, você vai pagar mais caro pelo seu próximo celular por causa dela. E não pense que o peso no bolso ocorrerá devido às várias funções com IA inundando os sistemas operacionais de Apple, Google e companhia. O buraco é mais embaixo. Deu Tilt explica como a IA intensificou a crise dos chips de memória na indústria de tecnologia. Para funcionar, os data centers que mantêm no ar ChatGPT, Gemini e similares precisam de milhares de GPUs, feitos pela Nvidia, mas esse arranjo só fica de pé com uma enorme quantidade de chips de memória, fabricados pelas sul-coreanas SK Hynix e Samsung e a norte-americana Micron. Com isso, a oferta desse componente fica mais rara para outros eletrônicos, como smartphones, computadores, tablets e videogames. A Apple já aumentou os preços de Macs e iPads; em breve, os iPhones devem ficar mais caros em, estimados, US$ 200. É adepto de Android? Não celebre ainda. A má notícia é que essa situação já afeta toda as fabricantes, a ponto de consultorias marcarem o fim dos celulares baratinhos para 2028 e não verem vida lá muito longa para os computadores de entrada.
Diversos países enviaram à Venezuela ajuda humanitária e para auxiliar nas buscas após o maior terremoto a atingir o país em mais de cem anos. Um deles foi o Brasil, que, além de bombeiros e socorristas, enviou um aparelho curioso. Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz contam como um dispositivo cuja função é identificar interferência em sinais de rádio foi usado em tragédias brasileiras e agora foi enviado ao país vizinho. Em atuação após as fortes chuvas que atingiram o litoral norte de São Paulo em 2023 e Minas Gerais no início de 2026, o ‘caçador de sinal pirata’ identificou 70 corpos soterrados pela lama e os escombros de edifícios que desabaram. A dupla explica como a tecnologia entra em campo para dar alguma esperança a famílias que já perderam tanto, em uma tragédia que deixou mais de 3,5 mil mortos.
Um acidente cinematográfico e fatal chamou a atenção do mundo para os carros autônomos. Um Model 3, da Tesla, colidiu com uma casa em altíssima velocidade. Uma mulher, que estava sentada confortavelmente em sua sala de estar, morreu. E o motorista afirmou que o veículo estava no modo de direção automática. A situação catastrófica, ainda em investigação, aponta para uma outra realidade. Deu Tilt explica como empresas norte-americanas, como a Tesla de Elon Musk e a Waymo do Google, diferem na estratégia para os carros conseguirem navegar sozinhos pelas ruas, enquanto a China voa abaixo do radar e já com mais de uma centena de iniciativas.
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