309 episódios
Largou o futebol, virou PF e será policial legislativo com mais R$ 20 mil de salário |Mateus Alberto
21/08/2026 | 43minMateus Alberto sempre quis ser jogador de futebol. Estudava só o suficiente para passar de ano e continuar treinando, até que, aos 18 anos, foi fazer uma peneira para a Série B do Campeonato Candango. Lá, viu um jogador com mais de 30 anos ainda buscando uma oportunidade, acompanhado pelo pai. Seu pai também estava ali. Na volta, Mateus decidiu: ia abandonar o futebol e começar a estudar.Só que ele não sabia estudar, e sua base era péssima. Na faculdade, uma colega chegou a perguntar: “É sério que você quer estudar para concurso?” Ele não conseguia escrever corretamente nem “último dia útil”. Ao longo da preparação, como aluno do Gran, fez três cursos de Português com o professor Claiton Natal e, anos depois, mais um para a Polícia Legislativa. Chegou a manter um post-it no escritório para não esquecer contas básicas de matemática e que “um” e “uns” são artigos indefinidos.Durante quase três anos de preparação para a Polícia Federal, sofreu um acidente de carro, cuidou da avó durante uma profunda depressão, lesionou a coluna e estudou por meses em meio a dores tão fortes que precisava parar e ficar em posição fetal dentro do carro. Na pandemia, sua mãe foi parar na UTI. Ainda assim, continuou.Aos 21 anos, foi aprovado para agente da Polícia Federal e escrivão da PCDF, sempre tendo o Gran como parceiro na preparação. Anos depois, já na PF, enfrentou nove meses de preparação para a Polícia Legislativa, também com o Gran, enquanto cuidava de um filho de seis meses, passava por uma cirurgia de apendicite, vivia a descoberta de uma nova gravidez, fazia viagens entre estados e conciliava tudo com uma rotina intensa de trabalho. Até que veio a recompensa: a aprovação para a Polícia Legislativa da Câmara dos Deputados.20 reais no bolso e um sonho que o levou ao MPU e a futuro auditor-fiscal | Sidney Reges
18/08/2026 | 52minSidney Reges Ferreira, tem 35 anos, filho de pais analfabetos, cresceu em Trombas, Goiás, em uma casa feita de barro, sem água, sem luz, sem portas ou janelas. O chão era de terra, a cama era de palha de bananeira e, em alguns momentos, faltou até comida. Ainda criança, começou a trabalhar para ajudar a família, capinando, plantando milharais, fazendo cercas e carregando todo tipo de material pesado.Até que decidiu ir para Brasília aos 17 anos. Chegou com duas peças de roupa, vinte reais no bolso, uma rapadura e um punhado de amendoim. Em sua trajetória, chegou a dormir no chão, na rua, debaixo de chuva, ao lado de ratos e baratas. Trabalhando como empacotador, um dia perguntou por que trabalhava tanto e ganhava tão pouco, enquanto o gerente ganhava mais. A resposta: “Porque ele estudou.” Sidney decidiu que também estudaria. Sem dinheiro para comprar livros, procurava material no lixo pelas ruas de Brasília.E foi assim que começou a construir uma nova história. Fez cursos profissionalizantes, aprendeu informática desenhando um teclado numa folha de papel, entrou na faculdade e, durante essa caminhada, chegou a fazer uma prova depois de sofrer um grave acidente de moto. Mesmo ferido e sangrando, pediu aos policiais que o levassem até a faculdade porque não podia perder a prova. Foi também nessa fase que conheceu uma professora que se tornaria sua maior incentivadora nos estudos e, mais tarde, sua esposa.Juntos, começaram a estudar para concursos enquanto moravam em uma casa com parte da estrutura coberta por lona. Foram cerca de 100 concursos prestados e 15 aprovações, até a chegada ao Ministério Público Federal e à nomeação, em novembro de 2023. Hoje, Sidney tem casa, dois carros, lote quitado e aguarda a nomeação para auditor-fiscal de atividades urbanas do DF, sem precisar se preocupar se amanhã vai ter como colocar comida na mesa.Aos 15 passou a sustentar a família, hoje está entre os aprovados para delegado | Jean Claudyo
07/08/2026 | 19minÀ primeira vista, o meu convidado Jean Claudyo Araújo Gomes parece ter pouco mais de 20 anos. Mas, aos 31, ele já viveu desafios que muita gente não enfrenta em uma vida inteira.Quando tinha apenas 15 anos, viu a vida mudar completamente depois que o pai sofreu um infarto e ficou impossibilitado de trabalhar. Para ajudar a sustentar a família, começou a trabalhar em uma fábrica de calçados. Nos fins de semana, vendia artigos religiosos pelas ruas de Canindé, no Ceará, para complementar a renda.Mas, entre o trabalho pesado e as dificuldades financeiras, existia um sonho que ninguém conseguia tirar dele: estudar.Os anos passaram. Jean conquistou uma vaga na Polícia Militar do Ceará, mas sabia que aquele não era seu destino final. Enquanto trabalhava, percorria cerca de 200 quilômetros por dia para concluir a faculdade de Direito. Acordava às quatro da manhã para estudar, cumpria sua jornada de trabalho e voltava aos livros até a noite.No caminho, enfrentou o cansaço, a ansiedade, a autocobrança e, mais tarde, o diagnóstico definitivo de autismo, que mudou a forma como enxergava a si mesmo e sua preparação.Hoje, após quatro anos de preparação intensa como aluno Gran, Jean Claudyo está entre os primeiros colocados no concurso para Delegado da Polícia Civil do Piauí.Trabalhando como Uber e estudando no carro entre corridas, ele foi aprovado no BB | Fábio Marques
30/07/2026 | 35minTem gente que estuda para concurso em casa, em uma biblioteca ou em uma sala de estudos. O nosso convidado de hoje estudava dentro do carro.Enquanto o aluno Gran Fabio Marques dirigia pelas ruas do Distrito Federal como motorista de aplicativo, ele transformou o carro em uma verdadeira sala de aula. As videoaulas do Gran ocupavam o lugar das músicas. As revisões aconteciam entre uma corrida e outra, pelo celular. E o despertador tocava todos os dias às 4h30 da manhã para garantir algumas horas de estudo antes mesmo de começar a trabalhar.Mas talvez a decisão mais difícil dessa caminhada tenha acontecido quando o edital foi publicado. Fábio abriu mão de um mês de trabalho para estudar exclusivamente. Durante esse período, sua esposa assumiu sozinha todas as despesas da casa, apostando que aquele sonho valia o risco.Filho de um eletricista e de uma costureira, Fábio também passou pelo Exército e enfrentou o desemprego durante a pandemia. Foi justamente nesse período que decidiu apostar de vez no sonho da aprovação.O resultado dessa persistência veio em 2023, com a aprovação no concurso do Banco do Brasil. Em abril de 2024, tomou posse como escriturário. Pouco tempo depois, conquistou sua primeira promoção e se tornou gerente de relacionamento.Hoje, você vai conhecer a história de alguém que provou que, quando existe um sonho grande, qualquer lugar pode se transformar em uma sala de aula.Mãe, enfermeira e aprovada em 6 concursos, estudando entre plantões | Thabita Kelly S. de Brito
24/07/2026 | 25minAos 33 anos, mãe de uma menina de cinco, Thabita Kelly passou anos vivendo uma rotina que pouca gente conseguiria sustentar. Filha de uma cozinheira, criada tendo a mãe como sua grande referência, ela aprendeu desde cedo que a única forma de mudar a própria história seria pelo estudo.Vieram os plantões, as madrugadas de estudo e os livros abertos sempre que a filha estava na escola ou dormia. Foram anos de tentativas, aprovações no cadastro de reserva e a sensação de estar sempre muito perto, mas nunca no lugar que sonhava.Até que 2025 mudou tudo.Na PCDF, conquistou o primeiro lugar na prova objetiva para o cargo de enfermeira. Depois da prova discursiva, garantiu o segundo lugar, dentro das vagas. No mesmo ano, também foi aprovada entre os primeiros colocados na EBSERH, conquistou o 28º lugar no MPU e, no CNU 2, alcançou o primeiro lugar na prova objetiva para enfermeira do Hospital das Forças Armadas, terminando a classificação final em sétimo lugar.Mas a maior conquista da Thabita foi muito além das aprovações. Depois de anos na iniciativa privada, trabalhando muito e com pouca qualidade de vida, ela encontrou no serviço público a estabilidade que sempre buscou e a possibilidade de viver com mais dignidade, sem deixar de fazer aquilo que ama: cuidar de pessoas.E é com muito orgulho que dizemos que a Thabita estudou por meio dos materiais do Gran.
Mais podcasts de Ensino
Podcasts em tendência em Ensino
Sobre Imparável Cast
Toda semana uma nova entrevista com imparáveis que superaram suas dificuldades e se tornaram servidores públicos. Histórias incríveis para inspirar você a conquistar os seus sonhos!
O apresentador Gabriel Granjeiro é CEO e sócio-fundador do GRAN, uma das maiores EdTechs do Brasil, com mais de 800.000 alunos ativos pagantes e um dos sites de educação mais visitados do país. É também reitor da Gran Faculdade.
Acompanha de perto o universo dos concursos desde muito cedo e ingressou nele, profissionalmente, aos 14 anos.
Desde 2016, escreve artigos semanais que já foram lidos por mais de 2 milhões de pessoas. Formou-se em Administração e Marketing pela New York University Stern School of Business e, em 2021, foi incluído na prestigiada lista da Forbes Under 30. Recentemente, foi reconhecido pela EY como um dos Empreendedores do Ano e pela MIT Technology Review como um dos jovens empreendedores mais inovadores da América Latina.
Site de podcastOuça Imparável Cast, The Mel Robbins Podcast e muitos outros podcasts de todo o mundo com o aplicativo o radio.net

Obtenha o aplicativo gratuito radio.net
- Guardar rádios e podcasts favoritos
- Transmissão via Wi-Fi ou Bluetooth
- Carplay & Android Audo compatìvel
- E ainda mais funções
Obtenha o aplicativo gratuito radio.net
- Guardar rádios e podcasts favoritos
- Transmissão via Wi-Fi ou Bluetooth
- Carplay & Android Audo compatìvel
- E ainda mais funções


Imparável Cast
Leia o código,
baixe o aplicativo,
ouça.
baixe o aplicativo,
ouça.



























