Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta quinta-feira (14):
O banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, aceitou receber o ex-presidente Jair Bolsonaro em sua casa em Brasília, em março de 2025, para assistirem a um documentário. A informação foi divulgada pelo portal Intercept Brasil nesta quinta-feira (14), que afirma ter tido acesso a conversas privadas do dono do Master. A reunião seria parte de um plano para conseguir o apoio financeiro de Vocaro para a produção “Dark Horse”, que contará a história do ex-presidente. As mensagens apontam que tanto o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) quanto o deputado Mario Frias (PL-SP) sabiam da reunião.
O deputado federal Mario Frias (PL-SP) veio a público negar qualquer envolvimento do Banco Master e Daniel Vorcaro no financiamento do filme biográfico sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A declaração ocorre em um momento de forte repercussão após vazamentos de áudios envolvendo o senador, e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL).
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) orientou para que o senador, e seu filho, Flávio Bolsonaro (PL) mantenha-se firme em sua pré-campanha, dissipando rumores sobre possíveis recuos ou mudanças de estratégia. A diretriz reforça a união da família, sinalizando que a manutenção do nome do senador é uma decisão estratégica.
Aliados próximos ao senador Flávio Bolsonaro (PL) descartaram a possibilidade de uma candidatura da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro à Presidência da República em 2026, reafirmando que o nome do parlamentar segue firme na corrida eleitoral. Segundo interlocutores do PL, a estratégia foi selada após um encontro entre Flávio e o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), onde ficou determinado que a pré-candidatura do senador se mantém firme, apesar das recentes especulações e crises geradas por vazamentos.
A recente prisão do pai de Daniel Vorcaro, Henrique Vorcaro, acendeu o alerta nos bastidores de Brasília e do mercado financeiro sobre a possibilidade real de uma delação premiada.
Brasília atingiu um novo patamar de tensão com o anúncio de que tanto o governo quanto a oposição estão articulando a abertura de uma CPI sobre o Caso Master, embora movidos por interesses e narrativas opostas.
O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, reafirmou a isenção institucional da corporação em meio às recentes operações que atingiram figuras proeminentes do cenário político. Em declaração, Rodrigues garantiu que a instituição "não protege, nem persegue ninguém", rebatendo as críticas sobre uma suposta partidarização nas investigações.
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