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- Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta segunda-feira (17):
No programa Os Pingos nos Is desta segunda-feira (17), o comentarista André Marsiglia comenta as investigações contra o filho de Lula, o Lulinha, que apontam mensagens trocadas em março de 2024 nas quais Roberta Luchsinger diz que o futuro deles seria na Suíça. O comentarista alerta para os desdobramentos das apurações que envolvem ainda interlocuções com o ex-secretário do Ministério da Saúde, Swedenberger Barbosa, e com Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola. Por fim, Marsiglia defende a necessidade de independência da Polícia Federal e do ministro André Mendonça para esclarecer até onde vão as conexões e os impactos dessas conversas no governo Lula.
Os Estados Unidos estudam voltar a aplicar a Lei Magnitsky contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). A informação é do jornal britânico Financial Times. A medida prevê o congelamento de eventuais bens nos Estados Unidos, além de proibir empresas norte-americanas de fazerem negócios com ele.
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dino, afastou o presidente do Tribunal de Contas do Estado do Maranhão (TCE), Daniel Brandão, por 180 dias. A medida foi tomada após um pedido da Polícia Federal (PF), que investiga um suposto esquema de desvios públicos no Estado, que abrange emendas federais e um assassinato que teria ocorrido dentro do esquema.
A Seccional de São Paulo da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-SP) encaminhou ao Conselho Federal da entidade uma proposta de Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que estabelece limite de mandato de 12 anos, sem direito a recondução, para ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Além do teto temporal, o texto sugere elevar a idade mínima para ingresso na Corte de 35 para 50 anos.
Após a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que restringiu o pagamento dos chamados "penduricalhos", verbas indenizatórias e adicionais que inflavam os vencimentos e extrapolavam o teto do funcionalismo um juiz afirmou ter perdido mais de 20% da renda mensal e reclamou da situação em uma carta. “Jamais imaginei tamanha humilhação”, disse o magistrado.
A plataforma Discord anunciou, nesta segunda-feira (17), que suspendeu as transmissões de vídeo e compartilhamento de tela para usuários no Brasil. A decisão atende a uma determinação da Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), que instaurou um processo fiscalizatório para apurar o cumprimento de diretrizes de segurança da informação, a eficácia dos mecanismos de verificação de idade e a proteção de dados de crianças e adolescentes na rede social. O prazo para a plataforma cumprir a determinação terminou nesta segunda.
Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is. - Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta terça-feira (11):
No editorial do programa "Os Pingos Nos Is" desta terça-feira (11), André Marsiglia analisa a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que autorizou busca e apreensão contra a fonte de um jornalista no Maranhão. O caso envolve investigações sobre o uso de viaturas oficiais por familiares do ministro Flávio Dino, também do STF. Para Marsiglia, a decisão é abusiva, inconstitucional e transmite um recado aos jornalistas. “Se o jornalista pode falar, mas as suas fontes têm receio de contarem aquilo que sabem, pois podem também ser atingidas pelas decisões do ministro Moraes, claro que essas fontes acabarão não conversando com o jornalista. E com isso perde o jornalismo, perde a liberdade de imprensa, perdemos todos nós”.
O senador e candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ) criticou a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que autorizou uma operação de busca e apreensão contra a fonte do jornalista Luís Pablo, no Maranhão. A investigação apura o suposto uso irregular de veículos oficiais por familiares do ministro Flávio Dino. Ao comentar o caso e servir petiscos à imprensa, o pré-candidato defendeu que "o sigilo da fonte é sagrado" e defendeu um posicionamento firme dos veículos de comunicação. "Tem que haver um momento de unidade da própria imprensa".
Durante coletiva de imprensa nesta terça-feira (11), o candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou que, se eleito, vai "declarar guerra aos narcoterroristas" no Brasil. Ele também prometeu uma série de medidas voltadas à Segurança Pública caso seja eleito e que os presos terão que trabalhar na prisão.
A ex-primeira-dama e presidente do PL Mulher, Michelle Bolsonaro, afirmou ter colocado "uma pedra" nas divergências recentes com o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Ao comentar a relação com o enteado e as movimentações internas do partido, Michelle garantiu que "não guarda mágoa de ninguém" e enfatizou que, na política e em família, "as coisas vão se ajustando aos poucos". Ela criticou a decisão do ministro Alexandre de Moraes que impede Jair Bolsonaro (PL) de ver seus filhos.
O governo do presidente Lula (PT) não tem verbas para pagar R$ 105 bilhões em despesas neste ano, considerando gastos programados para 2026 e faturas de anos anteriores, considerando os limites de pagamento de cada órgão. A informação foi inicialmente publicada pelo Estadão e confirmada pela Jovem Pan em nota técnica da Consultoria de Orçamentos do Senado. As pastas mais afetadas foram a da Saúde, da Educação e das Cidades.
A Polícia Federal deflagrou uma operação que mira o presidente do Partido Causa Operária (PCO), Rui Costa Pimenta, em uma investigação que apura suspeitas de irregularidades na aplicação de recursos públicos. A ação investiga a contratação de empresas ligadas ao próprio partido com dinheiro do Fundo Partidário, apurando possíveis crimes de apropriação indébita eleitoral e lavagem de dinheiro.
A suspensão da chamada Lei da Dosimetria completa três meses de paralisação no Supremo Tribunal Federal (STF) sem uma decisão definitiva. A legislação, aprovada pelo Congresso Nacional, altera as regras de cálculo das sanções e prevê a redução das penas para os condenados pelos atos do 8 de Janeiro.
O senador Rogério Marinho (PL-RN) criticou a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que autorizou uma operação de busca e apreensão contra a fonte de um jornalista no Maranhão. Ao comentar o episódio, Marinho alertou para os riscos de cerceamento ao trabalho da imprensa e enfatizou que "a liberdade de imprensa não pode ser relativizada por um ministro".
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Sobre Os Pingos nos Is
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