Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta quarta-feira (18):
O governo Lula (PT) articula nos bastidores para se afastar de aliados citados no caso envolvendo Daniel Vorcaro. A estratégia busca conter o desgaste político diante do avanço das investigações. Novas revelações aumentam a pressão sobre o Planalto e o Judiciário.
O novo advogado de Daniel Vorcaro, José Luiz Oliveira Lima, procurou o ministro André Mendonça, relator do caso no STF, para tratar de um possível acordo de delação premiada. A movimentação ocorre em meio a tratativas com a PGR e investigadores, elevando a tensão nos bastidores do caso Master.
A influenciadora Martha Graeff, ex-companheira de Daniel Vorcaro, pode ser convocada para depor na CPI do crime organizado. Apontada como possível testemunha-chave, ela teve conversas com o banqueiro expostas, mas nega qualquer envolvimento em irregularidades.
Parlamentares governistas criticam a atuação do ministro André Mendonça na investigação do caso Banco Master. Aliados do Planalto acusam o magistrado de restringir o acesso a dados de Daniel Vorcaro e de, supostamente, proteger nomes da oposição, como Flávio Bolsonaro. O episódio aumenta a tensão política em torno do caso.
O Banco Master teria pago cerca de R$ 11 milhões a uma empresa ligada à nora do senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado. O parlamentar afirmou que não participou das negociações e disse que cabe à empresa prestar esclarecimentos. O caso foi revelado pelo portal Metrópoles e amplia a repercussão do escândalo.
O governo da Bahia, sob gestão de Jerônimo Rodrigues (PT), realizou 207 pagamentos de precatórios ao Banco Master, somando quase R$ 50 milhões. A informação, disponível no portal da transparência, levanta questionamentos sobre as conexões entre o banco e figuras políticas. O caso amplia a pressão sobre os envolvidos no escândalo.
O ministro André Mendonça prorrogou por 60 dias o inquérito do caso Banco Master em meio à expectativa de uma delação premiada de Daniel Vorcaro. Segundo informações, o banqueiro pode citar integrantes do PT e do governo Lula, ampliando o impacto político da investigação. O clima em Brasília é de forte tensão nos bastidores.
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