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- Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta quinta-feira (17):
O apresentador André Marsiglia comentou a decisão do ministro Edson Fachin de cancelar o julgamento de 23 de outubro sobre André Mendonça. Para Marsiglia, a medida impede que Mendonça seja julgado antes de Alexandre de Moraes e evita a politização do caso no STF. Ele alertou que a questão central não é a disputa eleitoral entre ministros, mas apurar se houve crime. “A questão central não é saber quem tem ou deixa de ter interesse eleitoral no que faz, mas sim saber se existe crime no que está sendo feito por alguns ministros. E, se existe, eles devem ser julgados e os ministros eventualmente punidos, sejam eles quais forem”, comenta.
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, retirou de pauta, nesta quinta-feira (17), o julgamento sobre a atuação do ministro André Mendonça no caso do Banco Master. A sessão estava marcada para a próxima quarta (23). A decisão de Fachin foi tomada dois dias depois de uma sessão na Corte que, em tese, seria para julgar uma possível abertura de investigação contra o ministro Alexandre de Moraes.
O ministro Gilmar Mendes publicou um texto em suas redes sociais para defender o procurador-geral da República, Paulo Gonet, e criticou André Mendonça. Mendes afirmou que o modo de agir de Mendonça não é de um “magistrado imparcial”, mas de um “boneco de campanha".
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciou nesta quinta-feira (17) um reajuste de 15,04% no Bolsa Família, a 17 dias do primeiro turno das eleições presidenciais. Com a mudança, o valor mínimo pago pelo programa passará de R$ 600 para R$ 691, enquanto o benefício médio, segundo o governo, subirá de R$ 675 para R$ 777.
O candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) afirmou que a decisão do governo Lula de promover um reajuste no Bolsa Família demonstra desespero diante do cenário eleitoral. Segundo Flávio, o “desespero” é por saber que “já perdeu" as eleições.
O ministro André Mendonça do Supremo Tribunal Federal (STF) negou nesta quinta-feira (17) o pedido do deputado federal Zé Trovão (PL-SC) em suspender o aumento do Bolsa Família. Segundo documento, Mendonça não aceitou a solicitação alegando que o deputado não tem legitimidade para entrar com a ação. “Ante o exposto, reconheço a ilegitimidade ativa do representante e extingo o processo sem resolução do mérito, nos termos do art. 485, VI, do Código de Processo Civil”.
O ministro Flávio Dino determinou que a Polícia Federal (PF) investigue indícios de crimes em contratos de cemitérios e concessionárias ligados ao Banco Master. No entanto, Dino proibiu que a apuração avance diretamente sobre o ministro André Mendonça.
O Banco Master teria repassado R$ 33 milhões a uma empresa ligada a uma ex-diretora do gabinete do ministro Gilmar Mendes. A informação é do Estadão. O valor teria vindo de Daniel Vorcaro e do instituto fundado por Mendes. A Polícia Federal (PF) não realizou o juízo sobre a legalidade do contrato ou realizou diligências até o momento.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta quarta-feira (17) que pretende conversar com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, durante a Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova York, para pedir que o governo americano não interfira nas eleições brasileiras de outubro. “Vou à reunião da ONU para ter uma conversa com Trump e dizer a ele: não se meta nas eleições do Brasil”, afirmou Lula.
A PF enviou a íntegra do conteúdo do celular do banqueiro Daniel Vorcaro para os ministros André Mendonça e Luiz Fux. A informação foi publicada pela CNN e foi confirmada pela Jovem Pan. Os ministros solicitaram acesso ao aparelho após o material ter chegado ao gabinete de outros membros da Corte. Na última terça-feira (15), o julgamento de desdobramentos do caso Banco Master no Supremo Tribunal Federal foi marcado por sucessivos confrontos entre magistrados.
Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is. - Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta quarta-feira (16):
A análise sobre a conduta do ministro André Mendonça, agendados pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, para o dia 23 de setembro, entrou em cenário de incerteza. A paralisação da sessão após o pedido de vista de Flávio Dino, quando o placar estava em 4 a 3 contra a unificação do processo ao de Alexandre de Moraes, deixou sem resposta se o caso de Mendonça pode avançar antes da conclusão do rito sobre a tramitação conjunta.
Os fortes embates e a falta de desfecho na sessão extraordinária do Supremo Tribunal Federal (STF), ocorrida nesta terça-feira (15), reascenderam a pressão no Congresso Nacional pela aprovação da Reforma do Judiciário. Senadores voltaram a defender uma reforma nas regras do STF.
A troca de mensagens e o rompimento de contato no WhatsApp entre os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) expuseram a gravidade da crise interna na Corte. O decano Gilmar Mendes criticou Kássio Nunes Marques, que o bloqueou no aplicativo após o desentendimento.
Mensagens no WhatsApp entre integrantes do Supremo Tribunal Federal (STF) revelou o clima de tensão nos bastidores da alta corte. O ministro Luiz Fux mandou o decano Gilmar Mendes "não encher o saco" após ser cobrado por sua postura na Segunda Turma. As conversas privadas vieram à tona em meio às divergências sobre as investigações da Polícia Federal (PF) envolvendo o Banco Master, o ex-banqueiro Daniel Vorcaro e o pedido de vista de Flávio Dino.
A ministra Cármen Lúcia lamentou a perda de credibilidade das instituições públicas perante a sociedade durante a sessão do Supremo Tribunal Federal (STF). Cármen Lúcia ressaltou que buscar o acerto e agir com transparência é um dever e uma imposição para todos os servidores.
Cármen Lúcia recebeu um arranjo de flores e uma carta assinada por juízas com a mensagem "você não está sozinha". O gesto de apoio ocorre após a ministra pedir desculpas em plenário pelo tom dos embates e pela reação durante a sessão extraordinária do Supremo Tribunal Federal (STF).
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) criticou o senador Flávio Bolsonaro (PL) ao comentar os desdobramentos da crise no Supremo Tribunal Federal (STF). Lula (PT) declarou que a obsessão do parlamentar é o ministro Alexandre de Moraes e afirmou que a reação da oposição ocorre por receio das investigações da Polícia Federal (PF) envolvendo o Banco Master e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.
O presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) minimizou as recentes pesquisas eleitorais e afirmou não ver "como não ganhar" a disputa pela Presidência. Lula afirmou que não é movido a números de levantamentos e defendeu que as entregas do terceiro mandato serão suficientes para superar a oposição.
Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is. - Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta terça-feira (15):
No editorial do programa Os Pingos Nos Is desta terça-feira (15), o apresentador André Marsiglia comentou a sessão do STF, que foi suspensa como placar em 4 a 3 para julgar Alexandre de Moraes e André Mendonça separados. Para Marsiglia, o julgamento não abordou o objeto do julgamento, que seria a troca de mensagens entre Moraes e Daniel Vorcaro, do Banco Master. “O Brasil segue sem explicações sobre um contrato de quase R$ 130 milhões”.
Durante a sessão extraordinária do Supremo Tribunal Federal (STF), desta terça-feira (15), o ministro Nunes Marques declarou seu impedimento para votar no julgamento que define se a Polícia Federal (PF) deve prosseguir com as investigações sobre as conversas vazadas entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master. Ao se afastar do plenário, o magistrado afirmou que não se sentia confortável para deliberar sobre a pauta e a unificação do processo ao caso de André Mendonça.
Durante a sessão extraordinária do Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Dias Toffoli declarou sua suspeição para julgar o processo que analisa se a Polícia Federal (PF) deve prosseguir com as investigações sobre mensagens vazadas entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-dono do Banco Master, Daniel Vorcaro.
Os ministros Alexandre de Moraes e André Mendonça protagonizaram um bate-boca durante a sessão extraordinária do Supremo Tribunal Federal (STF), que julgava se a Polícia Federal (PF) deve prosseguir com as investigações sobre mensagens vazadas entre Moraes e o ex-dono do Banco Master, Daniel Vorcaro. “Quem tem medo da Polícia Federal”, questionou Moraes, que logo foi confrontado por Mendonça.
Os ministros André Mendonça e Gilmar Mendes protagonizaram um bate-boca tenso na sessão extraordinária do Supremo Tribunal Federal (STF), nesta terça-feira (15). Mendonça reagiu de maneira firme a fala de Gilmar, afirmando que o colega não estava falando com qualquer um e exigindo que não apontasse o dedo para ele.
O ministro Alexandre de Moraes disse, em sua defesa, que a “tentativa de golpe não se encerrou em 8 de janeiro de 2023”, se referindo à invasão do Congresso Nacional ocorrida neste dia, e que “simplesmente mudou seu modus operandi”. A defesa foi apresentada na madrugada desta terça-feira (15). “Mas assim como na primeira vez, o Supremo Tribunal Federal saberá resistir e saíra fortalecido, mantendo a defesa plena da Constituição, do Estado de Direito e da Democracia”, diz trecho do despacho.
Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is. - Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta segunda-feira (14):
O editorial do programa Os Pingos Nos Is, desta segunda-feira (14), André Marsiglia comentou sobre a sessão extraordinária do Supremo Tribunal Federal (STF), marcada para esta terça-feira (15), às 10h, onde os ministros decidirão se Alexandre de Moraes será investigado sobre as mensagens com ex-banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master. Para Marsiglia, a sessão não será sobre o ministro, mas sim sobre o futuro da própria Suprema Corte. “A sessão de amanhã não será sobre o futuro de Alexandre de Moraes. Será sobre o futuro do Supremo”.
A bancada do Os Pingos Nos Is analisou, nesta segunda-feira (14), a decisão do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, de assumir a relatoria que investiga as conversas entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master. Ele conduzirá a sessão extraordinária desta terça-feira (15), que vai definir se a Polícia Federal (PF) deve ou não prosseguir com as investigações.
O governo dos Estados Unidos avalia uma nova rodada de sanções contra autoridades brasileiras, incluindo integrantes do Supremo Tribunal Federal (STF), que pode ser aplicada a qualquer momento. O ministro Alexandre de Moraes permanece no centro dessas conversas.
Em publicação feita em seu perfil no X, nesta segunda-feira (14), o senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS) afirmou que o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, terá que atuar conforme a altura de suas responsabilidades. O parlamentar cobrou atuação firme diante dos recentes desdobramentos envolvendo ministros do tribunal na sessão extraordinária marcada para esta terça-feira (15).
A senadora Damares Alves (Republicanos) criticou o Supremo Tribunal Federal (STF), nesta segunda-feira (14). Durante a coletiva de imprensa, a parlamentar acusou a Suprema Corte de interferência em inquéritos. Damares disse esperar que o presidente do STF, Edson Fachin, “não tenha medo de dar prosseguimento a abertura desse inquérito”, se referindo às investigações sobre as conversas entre Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.
O ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio Mello cobrou uma postura exemplar dos integrantes da Corte. Ao comentar a sessão do STF marcada para esta terça-feira (15), o ex-ministro disse que aguarda “uma postura exemplar” da Suprema Corte.
Uma coluna publicada pelo jornal norte-americano Wall Street Journal, assinada por Mary Anastasia O’Grady, afirma que o escândalo envolvendo o Banco Master está fazendo com que os brasileiros repensem sobre a atuação do Supremo Tribunal Federal (STF). O texto foi publicado neste domingo (13).
A empresária Roberta Luchsinger, acusada de tráfico de influência no governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e amiga de Lulinha, defendeu Karina Gama, produtora do filme Dark Horse, que conta a história do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Em publicação nas redes sociais neste domingo (13), Luchsinger criticou “ataques machistas” contra a produtora. “Que toda mulher possa ter seus direitos e garantias respeitados e que nenhuma seja submetida a ataques machistas, misóginos ou à destruição de sua dignidade”, escreveu.
Uma pesquisa da Quaest, divulgada nesta segunda-feira (14), aponta que 68% dos brasileiros defendem mais exigências para nomeação de um ministro da Suprema Corte. O mesmo levantamento mostra que a desconfiança no STF cresceu dez pontos em meio à Crise.
Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is. - Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta sexta-feira (11):
O ministro André Mendonça, do STF, retirou o sigilo dos inquéritos referentes ao Banco Master nesta sexta-feira (11), atendendo à determinação do presidente da Corte, ministro Edson Fachin.
O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou nesta sexta-feira (11), ter feito uma retirada seletiva do sigilo de documentos relacionados às investigações sobre o Banco Master. Segundo a resposta apresentada pelo magistrado, foram tornados públicos todos os procedimentos relacionados ao tema que serão analisados pelo plenário da Corte na próxima terça-feira (15).
O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou nesta sexta-feira (11) que o caso envolvendo os relatórios da Polícia Federal sobre o Banco Master ainda não está pronto para ser julgado. Em ofício enviado a Edson Fachin, o decano pediu que o presidente da Corte concentre a condução dos procedimentos ligados à crise antes de levar o tema ao plenário.
Após André Mendonça negar que tenha sido seletivo na divulgação de documentos do caso Banco Master, o ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), pediu nesta sexta-feira (11) que todos os integrantes da Corte tenham acesso à íntegra dos dados extraídos do celular de Daniel Vorcaro. O material está relacionado ao processo que será analisado pelo plenário na próxima terça-feira (15).
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), voltou a contestar nesta sexta-feira (11) a forma como André Mendonça liberou documentos ligados ao caso Banco Master. Em novo ofício enviado ao presidente da Corte, Edson Fachin, Moraes afirmou que 18 procedimentos inteiros e outros 180 documentos continuam fora do acesso dos demais ministros e acusou Mendonça de agir em proteção a um determinado grupo político.
Em conversas reservadas com o presidente do STF, Edson Fachin, ministros da Corte alertaram para a alta probabilidade de um pedido de vista durante a sessão extraordinária do Caso Master, marcada para terça-feira (15). A movimentação articular um eventual adiamento da votação no plenário, ampliando as incertezas jurídicas.
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