Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta quarta-feira (21):
Nova pesquisa AtlasIntel mostra que Flávio Bolsonaro (PL-RJ) reduziu a vantagem de Lula (PT) de 12 para apenas 4 pontos em um eventual segundo turno. O levantamento também testou cenários com Tarcísio de Freitas (Republicanos) e Michelle Bolsonaro (PL), que apresentaram desempenho semelhante, ampliando a pressão sobre o governo e animando a oposição.
O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) cancelou uma visita a Jair Bolsonaro, alegando compromisso oficial no estado. Nos bastidores, aliados apontam desgaste acumulado após críticas e ataques nas redes sociais, inclusive vindos de integrantes da família Bolsonaro. Apesar do cancelamento, Tarcísio reafirmou lealdade ao ex-presidente e manteve apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro.
Durante agenda no Rio Grande do Sul, Lula (PT) minimizou o número de ministérios em seu governo — atualmente 38, número cerca de 60% maior que o da gestão Bolsonaro. O presidente afirmou que governos com menos pastas seriam “mais incompetentes” e negou que o tamanho da Esplanada represente aumento de gastos públicos, reacendendo o debate sobre corte de despesas e eficiência administrativa.
Cerca de 20 ministros do governo Lula (PT) devem deixar suas pastas para disputar cargos eletivos pelo país. A estratégia do PT busca reforçar a base nos estados e no Congresso, mas pode deixar o presidente sem seu núcleo duro durante a campanha, aumentando o risco de isolamento político e dificuldade de articulação em Brasília.
A promessa de Lula (PT) de acabar com a fila do INSS não foi cumprida. Em três anos, o número de pessoas à espera por atendimento triplicou, passando de 1 milhão para 3 milhões, com destaque para as perícias, que somam mais de 1,2 milhão de pendências. Diante do cenário, o Ministério Público abriu investigação para apurar a lentidão do órgão.
Durante agenda no Rio Grande do Sul, Lula (PT) culpou o governo Bolsonaro pela disseminação das bets no Brasil e comparou os sites de apostas a cassinos e jogos de azar. O presidente defendeu a regulação e a tributação do setor, mas dados mostram que, mesmo após a legalização, o governo aplicou poucas multas às empresas, levantando questionamentos sobre fiscalização e responsabilidade.
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