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Prato de Ciência

Prato de Ciencia
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  • Prato de Ciência

    #107 - Arroz com Feijão 22 - Comida, Emoções e Afeto

    13/10/2026 | 30min
    Você chega em casa depois de um dia difícil, abre o aplicativo de comida e pensa: “eu mereço”. Mas será que você está com fome?
    Neste episódio do Prato de Ciência, recebemos a psicanalista Thais Tortosa para conversar sobre o que a comida diz além do valor nutricional. Ao longo da conversa, discutimos como alimentação, afeto e memória se misturam desde os primeiros momentos da vida, por que recorremos tanto à comida nos momentos difíceis e como a cultura da dieta transforma o comer em culpa, controle e prova de valor pessoal.
    Nesta conversa, você vai descobrir:
    🍼 Comida e afeto: Como o cuidado e o acolhimento aparecem no primeiro contato com o alimento e moldam nossas memórias corporais e emocionais.
    🧠 Três tipos de fome: Qual a diferença entre a fome fisiológica, a social e a emocional, e por que é nessa última que mais nos confundimos.
    ⚖️ A cultura da dieta: Como a divisão entre alimentos “bons” e “ruins” gera vigilância, ansiedade e culpa.
    🪞 Corpo, pressão estética e transtornos alimentares: Por que a cobrança por um corpo ideal atravessa especialmente as mulheres e como ela se relaciona com anorexia e bulimia.
    📵 Comer com presença: Pequenas práticas para reconhecer os sinais de fome e saciedade, sem cobrança e respeitando a realidade de cada pessoa.
    💛 Quando buscar ajuda: Sinais de que a relação com a comida merece mais cuidado e a importância de procurar apoio profissional.
    Sobre a convidada:
    Thais Tortosa é psicanalista e trabalha com o tema do comportamento alimentar. É psicóloga do projeto de extensão MESA (Unicamp), voltado à mudança do estilo de vida, e atuou no ambulatório de transtornos alimentares da Unicamp.
    🔍 Procure por: Prato de Ciência
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    👍 Curta, compartilhe e marque os amigos que vão gostar desse papo! 👍

    Créditos
    Entrevistada: Thais Tortosa

    Roteiro: Letícia Aristeu

    Produção, Locução e Revisão de Roteiro: Gustavo Torres

    Edição de Áudio: Elisa Valderano

    Coordenação: Prof. Eric Tobaruela

    Apoio administrativo: Laís Glaser

    Realização: Faculdade de Engenharia de Alimentos da Unicamp (FEA)

    📩 Contato: pdccast@unicamp.br
    📱 Nos siga nas redes sociais: @pratodeciencia
    📝 Transcrição do episódio em: https://fea.unicamp.br/pesquisa-3/podcast-prato-de-ciencia/

    As publicações e manifestações de docentes, pesquisadores, servidores técnico-administrativos e demais membros da comunidade universitária da Unicamp em meios impressos, páginas da web ou perfis pessoais de redes sociais, ainda que relacionadas a assuntos acadêmicos, são de exclusiva responsabilidade de seus autores, e não representam a opinião da Universidade Estadual de Campinas nem a comprometem.
  • Prato de Ciência

    #106 - Petiscos 47 - Cadê a Feira?

    21/09/2026 | 5min
    Você sabe onde fica a feira livre mais próxima da sua casa? E quando foi a última vez que você frequentou uma? 🧺🍎
    No novo episódio do Prato de Ciência, exploramos o papel social e cultural das feiras livres a partir do projeto de extensão Cadê a Feira?, idealizado por estudantes de Ciências Sociais do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH) da Unicamp. Conversamos com Pedro Montefusco e Ana Júlia Félix, sob orientação da Prof. Dra. Artionka Capiberibe.
    O projeto surgiu da intenção de mapear e divulgar as feiras de Campinas (SP), aproximando a população desses espaços que, embora continuem acontecendo semanalmente, vêm perdendo espaço no cotidiano das cidades. Na prática extensionista, os estudantes vivenciaram os desafios de construir redes de confiança com os feirantes e compreender a feira não como uma ideia idealizada, mas como um ambiente de trabalho real, diverso e em constante transformação.
    Mais do que locais de abastecimento alimentar, as feiras são ressaltadas como territórios de convivência, cultura, memória e relações sociais diretas. Ao disponibilizar informações detalhadas sobre horários, locais e produtos em suas redes sociais, o projeto atua como um serviço de utilidade pública para incentivar o resgate da cultura de feira.
    Dê o play e descubra como a universidade e a comunidade podem se unir para fortalecer os circuitos locais de alimentação! 🎧✨

    Créditos
    Texto e Voz: Pedro Montefusco e Ana Júlia Félix
    Revisão: Gustavo Torres e Ana Augusta Xavier
    Mixagem: Elisa Valderano
    Música da vinheta: Tavinho Andrade

    Contato e Redes:
    📩 Contato: pdccast@unicamp.br
    📱 Siga o Prato de Ciência: @pratodeciencia
    📱 Siga o projeto no Instagram: @cadeafeira.unicamp
    📝 Transcrição do episódio em: https://fea.unicamp.br/pesquisa-3/podcast-prato-de-ciencia/

    As publicações e manifestações de docentes, pesquisadores, servidores técnico-administrativos e demais membros da comunidade universitária da Unicamp em meios impressos, páginas da web ou perfis pessoais de redes sociais, ainda que relacionadas a assuntos acadêmicos, são de exclusiva responsabilidade de seus autores, e não representam a opinião da Universidade Estadual de Campinas nem a comprometem.
  • Prato de Ciência

    #105 - Direto do Forno 17 - O risco invisível do Botulismo

    08/09/2026 | 33min
    Você sabia que a toxina mais letal do planeta pode estar escondida em uma conserva artesanal com aparência impecável?
    No novo episódio do Prato de Ciência, abordamos o botulismo: uma doença rara e grave causada por bactérias do gênero Clostridium, capaz de comprometer as conexões nervosas e paralisar os músculos do corpo. Para entender o tema, recebemos Doralice Góes, servidora pública, mestranda em Ciências da Saúde e autora do livro "Botulismo: um risco invisível à vida". Após sobreviver a um quadro severo de botulismo alimentar provocado pelo consumo de um molho pesto artesanal e passar 314 dias na UTI, Doralice transformou sua jornada em missão de vida e conscientização pública.
    No bate-papo, discutimos como a bactéria age em ambientes sem oxigênio (como molhos, pimentas e confits), a diferença entre os 5 tipos da doença (alimentar, infantil, intestinal, por ferida e iatrogênico), a importância do binômio tempo/temperatura e do tratamento térmico correto, e como atitudes simples do consumidor, como verificar datas de validade e ferver alimentos suspeitos por 10 minutos, evitam grandes tragédias.
    Dê o play e entenda por que a informação é a nossa melhor ferramenta de prevenção antes da primeira garfada!

    Créditos:
    Locução, Edição e Revisão do Roteiro: Gustavo Torres

    Roteiro: Letícia Aristeu

    Convidada: Doralice Goes

    Edição de Áudio: Elisa Valderano

    Coordenação: Prof. Eric Tobaruela

    Administração: Lais Glaser

    Apoio institucional: FAPESP, Serviço de Apoio ao Estudante da Unicamp (SAE) e Pró-Reitoria de Extensão, Esporte e Cultura da Unicamp (PROEEC)

    Contato: pdccast@unicamp.br
    Nos siga nas redes sociais: @pratodeciencia
    Transcrição do episódio em: https://fea.unicamp.br/pesquisa-3/podcast-prato-de-ciencia/

    *As publicações e manifestações de docentes, pesquisadores, servidores técnico-administrativos e demais membros da comunidade universitária da Unicamp em meios impressos, páginas da web ou perfis pessoais de redes sociais, ainda que relacionadas a assuntos acadêmicos, são de exclusiva responsabilidade de seus autores, e não representam a opinião da Universidade Estadual de Campinas nem a comprometem.
    #PratoDeCiencia #FEAUnicamp #SegurancaAlimentar #Botulismo #SaudePublica #Anvisa #PodcastDeCiencia #PesquisaBrasileira #DiretoDoForno
  • Prato de Ciência

    #104 - Petiscos 46 - Babaçu e castanha-do-Brasil: agregando valor aos produtos da sociobiodiversidade brasileira

    25/08/2026 | 4min
    Você sabia que a biodiversidade da Amazônia pode virar ingrediente probiótico com ajuda da fermentação? 🌳🍞
    No novo episódio do Prato de Ciência, a pesquisadora Letícia Cruz apresenta um projeto financiado pelo GFI Brasil (Good Food Institute) que uniu inovação tecnológica e valorização de comunidades tradicionais da Amazônia.
    Letícia é doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Ciência de Alimentos da Unicamp, orientada pelo professor Dr. Ruann de Castro. A partir do conhecimento de cooperativas produtoras de farinha de mesocarpo de babaçu e de castanha-do-Brasil na região de Altamira, no Pará, a equipe aplicou a fermentação com a levedura Saccharomyces boulardii, um micro-organismo probiótico, como ferramenta para transformar essas matérias-primas.
    O resultado surpreendeu: a levedura se desenvolveu bem em ambas as farinhas, apontando-as como candidatas promissoras para produtos carreadores de probióticos. A fermentação também aumentou aminoácidos essenciais, como lisina, valina e fenilalanina, e manteve ou até potencializou o efeito antioxidante natural das farinhas, importante na proteção contra o envelhecimento celular e doenças crônicas.
    A pesquisa ainda observou inibição de enzimas ligadas à digestão de carboidratos, especialmente na farinha de babaçu, sugerindo potencial para estratégias de controle glicêmico. E, pensando em aplicações práticas, as farinhas fermentadas mostraram propriedades tecnológicas, como capacidade de emulsão e gelificação, favoráveis ao uso em bebidas vegetais, um mercado em crescimento, com destaque para a castanha-do-Brasil.
    O estudo já está publicado em acesso aberto (Open Access), garantindo que a ciência chegue a todo mundo.
    Dê o play e descubra como a fermentação pode transformar produtos da Amazônia em soluções para a saúde e para o mercado! 🔬🌿
    ⬇️ Conta pra gente: você conhecia o potencial da farinha de babaçu e da castanha-do-Brasil? ⬇️

    Créditos
    Texto e Voz: Letícia Cruz

    Revisão: Ana Augusta Xavier

    Mixagem: Elisa Valderano

    Música da vinheta: Tavinho Andrade

    Capa Instagram: Vitor Muricy

    Contato:
    📩 Contato: pdccast@unicamp.br
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    📝Transcrição do episódio em: https://fea.unicamp.br/pesquisa-3/podcast-prato-de-ciencia/

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  • Prato de Ciência

    #103 - Petiscos 45 - Desenvolvimento de sistemas alimentícios para entrega oral de insulina

    10/08/2026 | 4min
    Você sabia que pode ser possível tomar insulina sem agulhas, usando apenas ingredientes derivados de alimentos? 💉🌱
    No novo episódio do Prato de Ciência, exploramos como a engenharia de alimentos pode transformar o tratamento do diabetes com o pesquisador Fernando Divino, doutorando do Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Alimentos da Unicamp, orientado pela professora Rosiane Lopes da Cunha.
    A insulina, hormônio produzido pelo pâncreas, regula o nível de açúcar no sangue. Nos casos de diabetes tipo 1 e tipo 2, sua produção ou ação fica comprometida, exigindo tratamento,  hoje feito majoritariamente por injeções, um método eficaz porém invasivo e desconfortável. A via oral seria ideal para mimetizar o caminho natural da insulina no corpo, mas enfrenta um obstáculo: o hormônio se degrada durante a digestão.
    Fernando compartilha como sua pesquisa desenvolve nanopartículas à base de extrato de feijão branco e quitosana (carboidrato derivado de camarão) para encapsular e proteger a insulina das condições do trato digestivo. Esses materiais possuem propriedades adesivas que aumentam o tempo de permanência do hormônio no intestino, elevando as chances de absorção.
    Em testes in vitro, as formulações já conseguiram proteger a insulina da digestão e liberar cerca de 17% do hormônio veiculado. Os próximos passos da pesquisa buscam aumentar essa taxa de liberação, aproximando essa tecnologia de uma alternativa real para o controle glicêmico de pacientes diabéticos.
    Dê o play e descubra como a comida pode se tornar aliada no tratamento do diabetes! 🧪💊

    Créditos
    Texto e Voz: Fernando Divino

    Revisão: Ana Augusta Xavier

    Mixagem: Elisa Valderano

    Música da vinheta: Tavinho Andrade

    Capa Instagram: Vitor Muricy

    Capa 

    Contato:
    📩 Contato: pdccast@unicamp.br
    📱 Nos siga nas redes sociais: @pratodeciencia
    📝 Transcrição do episódio em: fea.unicamp.br/pesquisa-3/podcast-prato-de-ciencia
    As publicações e manifestações de docentes, pesquisadores, servidores técnico-administrativos e demais membros da comunidade universitária da Unicamp em meios impressos, páginas da web ou perfis pessoais de redes sociais, ainda que relacionadas a assuntos acadêmicos, são de exclusiva responsabilidade de seus autores, e não representam a opinião da Universidade Estadual de Campinas nem a comprometem.
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Sobre Prato de Ciência
O podcast da Faculdade de Engenharia de Alimentos, a FEA, da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Aqui, vamos conversar sobre os alimentos de uma forma acessível e abrangente, misturando conhecimentos de diversas áreas científicas, sem ser muito técnico, para que você e outros curiosos sobre o assunto da alimentação possam matar a fome de informação.
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