Um programa que explica como funciona a Ciência. A Ciência faz parte do nosso dia-a-dia. Vivemos imersos num mar de idéias, objetos e instrumentos que definem m...
Sexo! Eis, aí, um assunto do qual todo mundo acha que entende, mas poucos sabem explicar com precisão… O que é Sexo, afinal? Mesmo defini-lo comporta tantas ideias diferentes que não é raro nos perdermos. Mas para acabar com a confusão, nada como começar por saber o que a natureza nos mostra. E quem melhor para abordar isso que os biólogos? Ou melhor, as biólogas: neste Front da Ciência conversamos com as colegas Helena Romanowski e Maria João Ramos Pereira, ambas do Departamento de Zoologia do Instituto de Biociências da UFRGS. Para animar o debate, participam Carolina Brito (IF-UFRGS) e – representando a minoria - Jorge Quillfeldt (IB-UFRGS).
Produção e edição: Jorge Quillfeldt
Créditos da Imagem: Ana Paula Carvalho (IB, UFRGS)
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T16E01 - Diversidade: lutas e controvérsias
Em biologia, a variabilidade genética leva a uma diversidade de formas e funções que aumenta a probabilidade de uma espécie encontrar soluções evolutivas em um ambiente em constante mudança. Como analogia, o conceito de diversidade se aplica também às sociedades humanas, em múltiplas escalas, onde significa passados, ancestralidades, experiências e culturas diferentes. Em ambos os casos há ampla evidência empírica dos benefícios que podem ser amplificados pela diversidade. Para discutir esse tema, inexplicavelmente controverso, a convidada é Márcia Barbosa, atual reitora e professora do Instituto de Física da UFRGS. Participam também Jorge Quillfeldt (IB-UFRGS), Carolina Brito (IF-UFRGS) e Jeferson Arenzon (IF-UFRGS).
Produção e edição: Jeferson Arenzon
Créditos da Imagem: Charta der Vielfalt (https://www.charta-der-vielfalt.de)
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T15E09 - Desvendando a complexidade proteica: Nobel de Química 2024
Proteínas são macromoléculas formadas por sequências de aminácidos que se enrolam tridimensionalmente de forma extremamente complexa. Determinar a estrutura de uma proteína átomo a átomo, porém, é um processo demorado e custoso, e, embora já tenhamos decifrado cerca de 200 mil delas, isso é apenas a milésima parte do número estimado de proteínas existentes. Em outubro de 2024 a Real Academia de Ciências da Suécia concedeu o prêmio Nobel de Química a três pesquisadores que contribuíram para contornar esse problema criando ferramentas computacionais capazes de modelisar e predizer a estrutura 3D de praticamente todas as proteínas que existem, com impressionante nível de acerto. É um salto imenso que permitirá não só compreendermos melhor essas moléculas essenciais à vida, mas também desenvolver novos fármacos e tratamentos de forma muito mais rápida. Para entendermos um pouco mais do assunto - seu impacto, mas também suas limitações - convidamos Geancarlo Zanatta, professor do Departamento de Biofísica da UFRGS, que utiliza tanto técnicas experimentais quanto computacionais para investigar interações de fármacos com proteínas e também proteína-proteína. Conversando com ele, seu colega de Departamento, Jorge Quillfeldt (IB-UFRGS).
Produção e edição: Jorge Quillfeldt
Créditos da Imagem: Protein Production Technology International – sem autor indicado (October 29, 2024 at 12:20:41 EDT). Nobel Prize-winning AI: AlphaFold’s breakthrough in protein structure prediction. https://www.proteinproductiontechnology.com/post/nobel-prize-winning-ai-alphafolds-breakthrough-in-protein-structure-prediction
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T15E08 - Ressurgindo das cinzas: a saga do Museu Nacional
Há seis anos atrás o Brasil assistiu, pela TV, a maior catástrofe da história científica do país: o incêndio do Museu Nacional, na Quinta da Boa Vista, Rio de Janeiro. Objetos de valor inestimável para a antropologia, etnologia, botânica, zoologia, paleontologia e meteorítica - para a ciência mundial: cerca de 85% de todo o acervo do museu desapareceu nas chamas aquela noite. O pesadelo teve de ser enfrentado pelo então novo diretor da instituição, empossado há poucos meses, o paleontólogo Alexander Kellner, a quem convidamos, novamente *, para saber mais sobre o árduo processo de reconstrução do mais importante museu científico do país. Conversando com ele, Jorge Quillfeldt (IB-UFRGS) e Jeferson Arenzon (IF-UFRGS).
Produção e edição: Jorge Quillfeldt
Créditos da Imagem: Jeferson Arenzon (2024)
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T15E07 - Arqueologia na Amazônia
A Amazônia Legal engloba nove estados brasileiros e ocupa mais de 50% do território do Brasil. A Bacia Amazônica é uma área geográfica ainda maior e se estende para vários outros países da América do Sul. É um território gigante, com 7 milhões de quilômetros quadrados, influenciado por diferentes fatores geográficos e climáticos locais. Isso coloca muitos desafios para estudar a região, mas também resulta em uma enorme diversidade cultural. Paradoxalmente, existe um senso comum de que a Amazônia é e sempre foi uma grande área desocupada e que os povos que habitaram ali eram atrasados com relação ao que conhecemos em outros locais do mundo. Para desmistificar essas ideias e conversar sobre arqueologia na Amazônia, o convidado do episódio é Eduardo Góes Neves, que é antropólogo, professor titular e diretor do Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo. Participam também a Carolina Brito, do Instituto de Física da UFRGS e o Jorge Quillfeldt do Departamento de Biofísica da UFRGS.
Produção e edição: Carolina Brito
Créditos da Imagem: "Amazônia, Arqueologia da floresta: A terra dos povos [Ep. 01]", documentário de Tatiana Toffoli, https://www.youtube.com/watch?v=EG8xXLEhmrQ
Um programa que explica como funciona a Ciência. A Ciência faz parte do nosso dia-a-dia. Vivemos imersos num mar de idéias, objetos e instrumentos que definem muito do que somos e fazemos, mas muitas vezes não compreendemos todo seu significado. Numa atmosfera descontraída - como numa roda de mate - cientistas conversam sobre assuntos do momento e tentam preencher as lacunas deixadas pelo sistema educacional e pela desinformação dominante na mídia. Por que saber é um direito de todos.