Hoje é dia de cumprir uma missão com os ouvintes do Programa de Indie: encerrar a nossa trilogia sobre os Smiths em altíssimo nível.
Depois de falarmos sobre os Smiths em 1984 e relembrar o entorno de Meat is Murder, nos debruçamos nessa semana sobre aquela que é considerada a maior obra de Moz, Marr, Rourke e Joyce: The Queen is Dead.
Lançado bem no meio do governo de Margareth Thatcher, em meio a brigas dos Smiths com a gravadora Rough Trade, a imprensa e a indústria fonográfica, Queen is Dead é um disco definitivo em muitos aspectos – mas sobretudo para entender porque esse é um disco fundamental na história da música alternativa.
Alternando Oscar Wilde, Virginia Woolf, Jacques Lacan, Rolling Stones, Simon Reynolds e muitos outros pensadores sobre a obra dos Smiths – como o nosso grande amigo Thiago Pereira –, Bruno Capelas e Igor Muller trazem aqui o que imaginamos ser um episódio de colecionador do Programa de Indie. Ah, claro, tem ainda uma playlist pra acompanhar a escuta!
Pegue seus fones, seu Oyster card, suba no segundo andar de um double-decker e venha com a gente nessa viagem.
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Lembrando que esse programa faz parte da série de Discos Clássicos do Programa de Indie – e você pode ouvir todos aqui.
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