Nas últimas semanas testemunhamos a invasão da Venezuela e a captura de Nicolás Maduro pelo governo dos Estados Unidos, as ameaças de Trump de fazer o mesmo na Colômbia, em Cuba, de comprar ou anexar a Groenlândia, de um jeito ou de outro, e, agora, de apoiar ou até mesmo liderar uma invasão ou ataque massivo ao Irã.
A tática de atacar em várias frentes para deixar o mundo desnorteado não é nova.
A história nos mostra, no entanto, que as consequências são terríveis para as populações e os países.
Foi assim no Vietnã, na Coreia, no Afeganistão, no Iraque, e em todos os países da América Latina e de outras regiões invadidas ou desestabilizadas por potências coloniais e imperialistas para impor, entre muitas aspas, a sua democracia.
Como alguém já disse, a guerra é a continuação da política por outros meios. Mas será que os fins justificam os meios?
Quem decide o que é certo ou errado?
Esse episódio com o professor de direito internacional da Universidade de São Paulo Paulo
Borba Casella não é sobre a invasão da Venezuela e a captura do Maduro, e nem se os Estados Unidos vão anexar a Groenlândia e derrubar o regime iraniano.
É sobre o que nos resta quando a maior potência militar do planeta decide não respeitar o direito internacional. Seria o fim do direito internacional?
Links:Negociação e conflito no direito internacional: cinco mil anos de registro da história, por Paulo Borba Casellahttps://share.google/F8iWd13jgM56csCt0Tratado de Direito Internacional - Direito Internacional no Tempo Antigo Tomo 3B - Gregos, Romanos, Chineses, Indianos, de Paulo Borba Casella
https://www.almedina.net/tratado-de-direito-internacional-direito-internacional-no-tempo-antigo-tomo-3b-gregos-romanos-chineses-indianos-1680005751.html
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