O Banco Central do Brasil cortou sua taxa básica de juros em 0,25 ponto percentual pela terceira reunião consecutiva, ao mesmo tempo em que sinalizou uma piora nas perspectivas de inflação — levando muitos economistas a apostar que o ciclo de afrouxamento pode ser interrompido já em agosto.
O banco liderado por Gabriel Galípolo reduziu a Selic para 14,25% na noite de quarta-feira, conforme previsto por 31 dos 34 economistas consultados em pesquisa da Bloomberg. Os três restantes esperavam que os juros permanecessem em 14,5%.