Tá Calor

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8 episódios

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    O Diabo veste Prada 2 - Tá Calor

    08/05/2026 | 43min
    QUEM É VILÃ AQUI? No oitavo episódio do Tá Calor, a gente sobe os andares do elevador pra falar do retorno mais aguardado de 2026: O Diabo Veste Prada 2, com Meryl Streep, Anne Hathaway e Emily Blunt voltando pro universo da Runway depois de vinte anos.
    Gravado no nosso tradicional elevador, o episódio recebe uma convidada especial e icônica: Maíra Blasi, carioca de Campo Grande, especialista em futuro do trabalho, capricorniana confessa e a única mulher que consegue mandar no Igor depois da mãe dele. A Maíra trouxe uma camada que faltava na conversa: a leitura do filme como retrato fiel do mundo corporativo de 2026, onde herdeiro de colete puffer contrata consultoria chique pra fazer layoff em massa e acha que resolve tudo digitalizando com IA.
    A partir da pergunta "o que é ser vilã?", a conversa escala pra análise da Miranda como uma trabalhadora (não dona da empresa), a vilania feminina como reação a um sistema que exige dureza das mulheres em posição de liderança, o paralelo com a Anitta cancelada no documentário, e o eterno debate sobre por que homem hétero medíocre sempre acaba estragando filme bom. Ah, e a Meryl Streep dobrou o cachê dela porque sabia que o filme ia ser icônico. Sim, é isso mesmo.
    O filme acompanha a Andy vinte anos depois, agora jornalista premiada, sendo demitida no meio da entrega de um prêmio de jornalismo investigativo junto com todo o departamento dela. Em paralelo, a Runway entra em crise sob o herdeiro Faria Lima que decide modernizar tudo na marra, e a Miranda chama a Andy de volta pra tentar salvar a revista. Entre franjas icônicas, cabelos Chanel e cameos de Lady Gaga, a gente debate se Borgli — quer dizer, se David Frankel entrega uma continuação que justifica os vinte anos de espera ou se ele só quis surfar na nostalgia.
    Neste episódio você vai ouvir:
    A fofoca de que a Lauren Weisberger, autora do livro, foi assistente real da Anna Wintour e virou a Andy do filme
    Por que em outros países da América Latina o filme se chama El Diablo Veste Moda (e a teoria decolonial da Maíra sobre isso)
    Como a Anna Wintour remodelou a sala dela depois que espionaram pra copiar no primeiro filme
    A defesa da vilania feminina e o paralelo com a Anitta cancelada no documentário pelo Will.i.am
    A crítica social da Runway como retrato fiel do mundo corporativo: layoff, fusão, cultura woke e consultoria externa
    Por que o pé da Emily Blunt virou meme depois de Um Lugar Silencioso
    O affair forçado da Andy com o cara banana e o debate "mamaria, porém"
    A injustiça do 3.5 no Letterboxd e a teoria de que héteros estão sabotando a nota
    O comentário icônico: "ninguém vira a Miranda agradando todo mundo"
    Se você quer entender por que O Diabo Veste Prada 2 merece muito mais que 3.5 no Letterboxd, escutar uma especialista em futuro do trabalho destrinchar a Runway como caso de estudo corporativo, descobrir por que jaquetinha puffer não pode (a não ser que você seja trader) e acompanhar três pessoas debatendo moda, poder e vilania feminina até a Miranda dar suas derrapadas de vulnerabilidade, aperta o play e vem passar calor com a gente.
    Siga a Maíra Blasi em todas as redes sociais — conteúdo sobre futuro do trabalho, liderança feminina e por que a gente precisa de mais mulheres vilãs no mundo.
    Palavras-chave: O Diabo Veste Prada 2, The Devil Wears Prada 2, Meryl Streep, Anne Hathaway, Emily Blunt, Stanley Tucci, Simone Ashley, Anna Wintour, Lauren Weisberger, David Frankel, Miranda Priestly, Runway, Maíra Blasi, futuro do trabalho, liderança feminina, vilania feminina, moda 2026, crítica de cinema, Letterboxd, podcast de cinema, Tá Calor, mulheres no comando.
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    O Drama - Tá Calor

    25/04/2026 | 31min
    QUAL A PIOR COISA QUE VOCÊ JÁ FEZ? No sétimo episódio do Tá Calor, a gente mergulha no filme que tá dividindo casais e amizades por aí: O Drama, o novo filme de Christopher Borgli com Zendaya e Robert Pattinson no papel do casal mais desconfortável do ano.
    Gravado no nosso tradicional elevador, o episódio começa com a pergunta que move o filme inteiro: qual é a pior coisa que você já fez na vida? A partir daí, a conversa escala pra análise de roteiro, comédia europeia de desconforto, a dupla Zendaya-Pattinson dominando 2026 e um debate sobre até onde você precisa conhecer a pessoa com quem vai casar. Ah, e alguém deu 5 estrelas pela primeira vez na história do podcast. Sim, é isso mesmo.
    O filme acompanha um casal apaixonado que, às vésperas do casamento, entra numa brincadeira com os padrinhos onde cada um precisa revelar um segredo. Só que o segredo de uma das pessoas é pesado demais e aí começa um efeito cascata de dúvida, desconforto e vergonha alheia que não para mais. Entre risadas nervosas e silencos tensos, a gente debate se Borgli entrega uma comédia romântica disfarçada de pesadelo ou um pesadelo disfarçado de comédia romântica.
    Neste episódio você vai ouvir:
    O primeiro 5 estrelas da história do Tá Calor e a defesa apaixonada por trás da nota
    A trajetória de Christopher Borgli, do curta sobre ex-membro de culto ao Homem dos Sonhos com Nicolas Cage
    Zendaya e Robert Pattinson como o casal de 2026: três filmes, uma química absurda
    A personagem insuportável da Rachel e a confissão que machucou todo mundo
    Comentários do Letterboxd: furrys, Uniqlo e a trend "a gente escuta e não julga"
    A polêmica pesada do diretor e o pior exemplo possível que ele usou pra se defender
    O elevador que quebrou e roubou o final do episódio
    Se você quer entender por que The Drama tá com 3.8 no Letterboxd, ouvir o primeiro 5 estrelas da história do podcast, descobrir se você terminaria com um furry e acompanhar duas gays debatendo segredos, casamento e vergonha alheia até o elevador quebrar, aperta o play e vem passar calor com a gente. Parte 2 em breve.
    Palavras-chave: The Drama, O Drama, Christopher Borgli, Zendaya, Robert Pattinson, A24, comédia romântica, filme 2025, crítica de cinema, Letterboxd, Parasita, cinema independente, podcast de cinema, Tá Calor.
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    Tá Calor - Marty Supreme

    26/02/2026 | 44min
    No sexto episódio do Tá Calor, a gente entra de cabeça no caos elegante de Marty Supreme, o novo filme de Josh Safdie com Timothée Chalamet no papel mais sujo, ambicioso e moralmente duvidoso da carreira.
    Gravado no nosso tradicional elevador, o episódio começa com uma pergunta simples e venenosa: já aconteceu de você gostar de algo e, quanto mais conhece, menos gostar? A partir daí, a conversa desanda para análise de cinema, bastidores obsessivos, crítica ao hype da A24 e um RPG completamente insano que conecta Japão feudal, jesuítas e pingue-pongue competitivo. Sim, é isso mesmo.
    Inspirado livremente na figura de Marty Reisman, o filme acompanha Martin Mauser, um jovem trambiqueiro que transforma o tênis de mesa em espetáculo enquanto pisa em todo mundo pelo caminho. Entre ambição, vergonha alheia e caos crescente, a gente debate se Safdie está contando uma história ou apenas tentando provar o quanto consegue ser excêntrico sem o irmão.
    Neste episódio você vai ouvir:
    Impressões sinceras sobre Marty Supreme e o primeiro filme solo de Josh Safdie
    A comparação inevitável com Joias Brutas e o legado caótico dos irmãos Safdie
    O treinamento obsessivo de Timothée Chalamet e sua tentativa de método até nas coletivas do Oscar
    O hype da A24 e o limite entre cinema autoral e surto hipster
    Discussão sobre fotografia granulada, direção de arte anos 50 e figurino
    O debate sobre subplots esquecíveis, excesso de caos e comparação com Tenet
    Críticas afiadas à personagem de Gwyneth Paltrow e elogios à Odessa Young
    Cena da banheira, tiro inesperado, bundinha polêmica e vergonha alheia em dose dupla
    A dinâmica de RPG que conecta Japão, período Sakoku e o caos narrativo do filme
    Se você quer entender por que Marty Supreme dividiu opiniões, ouvir uma análise que vai do Oscar ao Japão feudal em menos de uma hora e acompanhar duas gays discutindo ambição, método e bundas cinematográficas, aperta o play e vem passar calor com a gente.
    Palavras-chave: Marty Supreme, Josh Safdie, Timothée Chalamet, A24, tênis de mesa, filme 2025, crítica de cinema, Oscar, Joias Brutas, cinema independente, análise de filme, podcast de cinema, Letterboxd, Tá Calor.
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    Tá Calor - Hamnet

    29/01/2026 | 34min
    No novo episódio do Tá Calor, a gente faz uma análise crítica do filme Hamnet (2025), dirigido por Chloé Zhao e baseado no livro de Maggie O'Farrell. O episódio discute Hamnet como drama histórico, adaptação literária e candidato ao Oscar 2025, questionando se o filme é uma experiência emocional genuína ou um drama construído para arrancar lágrimas do público.
    Gravado no nosso tradicional elevador, o episódio mistura crítica de cinema, análise técnica e opinião sem filtro sobre luto, maternidade, criação artística e a relação entre William Shakespeare e a perda do filho Hamnet.
    Neste episódio você vai ouvir:
    Análise crítica do filme Hamnet e da adaptação do livro de Maggie O’Farrell
    Discussão sobre a direção de Chloé Zhao e sua trajetória entre cinema autoral e Hollywood
    Debate sobre a atuação de Paul Mescal e Jessie Buckley em Hamnet
    O impacto da atuação infantil e o papel do personagem Hamnet na narrativa
    Análise de fotografia, direção de arte, figurino e escolhas estéticas do filme
    Discussão sobre a trilha sonora de Max Richter e o uso emocional de “On The Nature of Daylight”
    Reflexões sobre luto, sensibilidade e criação artística no cinema contemporâneo
    Comparações com outros dramas recentes e filmes indicados ao Oscar
    Leitura crítica das notas e comentários do público no Letterboxd
    Um debate honesto sobre se Hamnet é um filme que emociona de verdade ou apenas um drama feito para fazer o público chorar
    Se você procura um podcast de cinema, com crítica de Hamnet, análise de filme, debate sobre atuação, direção e adaptação literária, ou quer entender por que Hamnet dividiu tanto o público e a crítica, dá o play e vem passar calor com a gente.
    Palavras-chave: Hamnet filme, Hamnet 2025, Hamnet crítica, Hamnet análise, filme Hamnet Chloé Zhao, Maggie O’Farrell Hamnet, William Shakespeare filme, drama histórico, filme baseado em livro, Oscar 2025, crítica de cinema, análise de filme, podcast de cinema, cinema autoral, adaptação literária, Letterboxd
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    Tá Calor - Avatar: Fogo e Cinzas

    25/12/2025 | 36min
    No quarto episódio do Tá Calor, a gente faz uma conversa sem filtro sobre a franquia Avatar e o aguardado Avatar: Fogo e Cinzas (2025), o novo épico de James Cameron, diretor de Titanic, O Exterminador do Futuro e Aliens. O episódio é uma mistura de crítica de blockbuster, histórias constrangedoras de elevador e análise da evolução tecnológica do cinema.
    Neste episódio você vai ouvir:

    Impressões sinceras sobre a saga dos Na'vi e o impacto cultural de Avatar
    Discussão sobre a carreira de James Cameron e sua obsessão pelo oceano e tecnologia
    Comentários sobre Jake Sully, Neytiri, a volta de Sigourney Weaver e o ódio ao personagem Spider
    Tecnologia 3D, captura de movimento e a revolução visual de Pandora
    A introdução do Povo das Cinzas e o que esperar da nova tribo de fogo
    As baleias Tulkun, a conexão neural e o famigerado sexo capilar
    Debate sobre roteiros repetitivos, Deus Ex Machina e a estrutura narrativa da franquia
    Notas e comentários do Letterboxd e a recepção do público aos filmes
    Se você procura um podcast para ouvir uma crítica de Avatar, entender melhor a mente de James Cameron e ainda escutar duas gays brigando sobre gente azul gigante, dá o play e vem passar calor com a gente.
    Palavras-chave: Avatar Fogo e Cinzas, James Cameron, Jake Sully, Neytiri, Pandora, filme 2025, crítica de filme, análise de filme, Titanic, Aliens, O Caminho da Água, Sam Worthington, Zoe Saldaña, Letterboxd, podcast de cinema.
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Sobre Tá Calor
Episódios novos todas as QUINTAS como uma boa estreia de cinema. Falar Tá Calor em um elevador é o ritual mais antigo pra começar uma fofoca da boa. Dito isso, Tá Calor é o primeiro e único podcast de cinema e entretenimento gravado dentro de um elevador, a cada episódio DUAS GAYS discutem filmes, séries e cultura.
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