288 episódios
- Tese defendida no Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo da UFMG analisa as retomadas indígenas na Região Metropolitana de Belo Horizonte, buscando compreender e dar visibilidade à realidade urbano-indígena. Autor do estudo, o arquiteto e urbanista Thiago Barbosa de Campos explica o que são esses movimentos na metrópole e suas motivações, neste novo episódio do 'Aqui tem Ciência'.
- Belo Horizonte tem mudanças significativas nos índices de qualidade do ar nas diferentes estações do ano. A análise de diversas vias da capital durante o inverno mostrou variações acima dos índices estabelecidos pela Organização Mundial da Saúde (OMS). As medições foram realizadas em uma pesquisa desenvolvida no Programa de Pós-graduação em Geografia do Instituto de Geociências (IGC) da UFMG, tema do novo episódio do 'Aqui tem Ciência'.
207. Mobilização de entregadores de aplicativos atravessa ambientes digital e urbano
13/10/2025 | 12minQuais são as dinâmicas de ação coletiva dos entregadores por aplicativos no Brasil frente às novidades do chamado “capitalismo de plataforma”? A pergunta orientou a pesquisadora Letícia Birchal Domingues, professora da Universidade de Brasília, no desenvolvimento de sua tese de doutorado, defendida no Programa de Pós-graduação em Ciência Política da UFMG. A pesquisa foi agraciada em 2025 com o Prêmio Capes de Tese. A autora fala sobre o trabalho no novo episódio do 'Aqui tem Ciência'.- A restauração florestal ao redor do Parque Estadual da Serra do Brigadeiro, reserva de Mata Atlântica na Zona da Mata de Minas Gerais, pode promover a sustentabilidade ambiental e também socioeconômica da região, sendo mais vantajosa economicamente do que a manutenção de pastagens cultivadas para a atividade agropecuária.
A conclusão é de um estudo desenvolvido no Programa de Pós-Graduação em Análise e Modelagem de Sistemas Ambientais, vinculado ao Departamento de Cartografia do Instituto de Geociências (IGC) da UFMG. Autor do trabalho, o pesquisador Charles de Oliveira Fonseca fala sobre a pesquisa no novo episódio do 'Aqui tem ciência'. - Pesquisa realizada no Programa de Pós-Graduação em Odontologia da UFMG avaliou a prevalência do bruxismo entre 301 crianças com idade de quatro a sete anos, residentes em Divinópolis, na Região Oeste de Minas Gerais. Foram constatados percentuais de 31% de possível bruxismo do sono (ao dormir) e 16% de possível bruxismo em vigília (quando a pessoa está acordada). Uma das inovações do estudo foi investigar a relação do bruxismo com o estilo parental adotado pelas famílias dessas crianças. Autora da pesquisa, a odontopediatra Letícia Moreira fala sobre as conclusões no novo episódio do 'Aqui tem ciência'.
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Sobre Aqui tem ciência
O Aqui tem ciência é uma pílula sobre estudos realizados na UFMG, abrangendo todas as áreas do conhecimento. Toda segunda-feira, nossa equipe de reportagem apresenta a conversa com um(a) pesquisador(a) sobre seu trabalho e demonstra como a ciência é importante para melhorar a nossa vida.
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