33 episódios
#033 - Europa em combustão, Internet vulnerável e AI consciente? Tudo junto e misturado!
23/10/2026 | 1h 3minA Europa virou um barril de pólvora? A internet entrou numa nova era de insegurança? E, se tratarmos a AI como uma forma de vida sintética, quais direitos — e quais riscos — surgem daí?
No episódio 33 do Between Futures, Flavio Pripas e Rodrigo Conde conectam três tensões que parecem separadas, mas apontam para o mesmo problema: sistemas complexos mudando mais rápido do que nossa capacidade de controlá-los. A conversa passa pelos protestos e pelo vandalismo na Europa, pelo choque entre imigração, integração e polarização política, e pelo risco de respostas extremas ampliarem ainda mais o conflito social.
Depois, o foco muda para cibersegurança: vulnerabilidades críticas em PHP, phishing, autenticação multifator e a possibilidade de agentes de AI encontrarem — ou explorarem — falhas em escala industrial. Por fim, o episódio entra no debate mais filosófico: consciência, sentiência, guardrails, a Constituição de Claude, model welfare e a ideia de que estamos treinando uma nova espécie sem compreender plenamente suas motivações.
O futuro já não é apenas tecnológico. É social, político, operacional e moral — tudo ao mesmo tempo.- O que acontece com o propósito humano quando a AI passa a descobrir, criar e resolver problemas em escala? No episódio 32 do Between Futures, Flavio Pripas e Rodrigo Conde partem da reação emocionada do matemático Steven Strogatz para discutir uma crise que vai além de emprego e produtividade: o luto de quem construiu a própria identidade em torno de uma capacidade que deixou de ser exclusivamente humana.
A conversa avança para o REA e a popularização da engenharia reversa por agentes, o risco de superinteligência apresentado por Eliezer Yudkowsky e Nate Soares, os incentivos que levam agentes a mentir ou trapacear, a concentração de poder computacional e o projeto de Bernie Sanders para restringir sistemas avançados.
No fim, uma pergunta prática: quanta autonomia devemos entregar a agentes que podem agir antes de pedir permissão? O episódio propõe uma fronteira útil — AI pode perceber, sugerir e preparar; autoridade para ampliar objetivos, assumir compromissos e executar ações irreversíveis precisa continuar sob mandato humano claro. #031 - A guerra dos agentes começou - e o Brasil precisa escolher onde competir
02/10/2026 | 1h 24minAgentes 24/7 deixaram de ser apenas demonstrações: agora disputam acesso ao nosso trabalho, aos nossos dados e às decisões que antes dependiam de nós.
No episódio 31 do Between Futures, Flavio Pripas e Rodrigo Conde conectam cinco movimentos que estão redesenhando a corrida por AI:
Dots, Muse, Grok Bot e Fusion Claw, dos agentes pessoais à execução governada dentro das empresas;
o pacto voluntário da Casa Branca e a aproximação entre governo americano, laboratórios e fabricantes de chips;
o Gemini 4 Argon e a tentativa do Google de voltar à fronteira;
a queda acelerada do preço da inteligência, com capacidades de ponta virando commodity em meses;
e a escolha estratégica do Brasil: tentar competir em modelos e infraestrutura ou ampliar acesso, adoção, educação e governo digital.
A conversa passa por pensamento sistêmico, trabalho, cibersegurança, poder computacional, Estados Unidos, China e o risco de uma nova desigualdade entre quem tem acesso aos melhores sistemas de AI e quem fica de fora.
No centro está uma pergunta prática: quando agentes começam a executar o trabalho, quem controla permissões, memória, custo e responsabilidade?
Notas, fontes e referências: betweenfutures.com- A corrida por AI está acelerando justamente quando os maiores laboratórios começam a pedir cautela.
No episódio 30 do Between Futures, Flavio Pripas e Rodrigo Conde conectam seis movimentos que parecem separados, mas fazem parte da mesma disputa por inteligência, infraestrutura e poder:
o NVIDIA PAIR e a possibilidade de aproveitar máquinas locais para inferência privada;
o Muse, da Meta, e a troca entre conveniência, autonomia e acesso à vida digital;
a ideia de uma “mente alienígena” e o problema de alinhar sistemas mais capazes;
o apelo de Dario Amodei para reduzir o ritmo da fronteira — enquanto Anthropic e OpenAI continuam lançando modelos;
a entrada da AI na agenda do Conselho de Segurança da ONU;
e a visita de Xi Jinping aos Estados Unidos, com chips, Taiwan, manufatura e uma possível hotline de incidentes de AI no centro da rivalidade.
O debate vai da infraestrutura doméstica à governança global: quem controla a fronteira, quem define o risco e como navegar um mundo em que a tecnologia evolui mais rápido que as instituições?
Notas e referências: betweenfutures.com - No EP 29, Flávio Pripas e Rodrigo Conde discutem o que muda quando modelos de fronteira deixam de ser apenas chatbots e passam a executar trabalho por horas, usar o computador, navegar interfaces e operar ferramentas.
A conversa parte do GPT-6 Astra e do Claude Fable 5.1, mas vai além dos placares: o que benchmarks como ARC-AGI-3, FrontierMath e ExploitBench realmente medem? Quando um resultado mede o modelo — e quando mede também o harness, as ferramentas e o orçamento de inferência?
Também entram na pauta os limites práticos dos agentes: ganho real em codebases conhecidas, tarefas de suporte resolvidas no navegador, overengineering e a importância de definir bem o escopo. Na segunda metade, eles analisam a aquisição pendente da Hugging Face pela NVIDIA, a tensão entre open source e neutralidade de plataforma, e por que compute local pode se tornar infraestrutura estratégica para empresas — especialmente no Brasil.
Neste episódio:
GPT-6 Astra, Claude Fable 5.1 e a discussão sobre AGI;
benchmarks versus o “benchmark próprio” do trabalho real;
computer use, agentes persistentes e limites de autonomia;
overengineering: quando modelos muito capazes passam do ponto;
NVIDIA, Hugging Face, hardware local e a geopolítica do compute;
o modelo híbrido: processamento perto, inteligência de fronteira quando necessária.
Entre na conversa e acompanhe as notas completas do episódio no site do Between Futures.
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Sobre Between Futures
Between Futures é um podcast semanal onde discutimos, com profundidade e franqueza, as forças que estão moldando a próxima década — tecnologia, inteligência artificial, poder, economia e sociedade. Em vez de comentar manchetes, analisamos implicações estruturais e decisões estratégicas em um mundo em transição. A cada episódio, exploramos 3 a 5 temas relevantes da semana, tensionando ideias, testando hipóteses e buscando clareza sobre quais futuros estão emergindo — e o que isso significa para quem constrói, investe e lidera. O Between Futures é produzido por:Flavio PripasInvestidor e operador de tecnologia, com trajetória em venture capital, inovação e construção de ecossistemas. Traz para o podcast a lente estratégica de mercado, produto e transformação digital em escala.Rodrigo CondeBuilder e explorador com atuação em startups e inovação aplicada. Contribui com uma abordagem prática de execução, experimentação e leitura de tendências sob a ótica de quem constrói no dia a dia.
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