16 episódios
- No episódio de hoje, João Pedro Mello mergulha na análise de Minions & Monstros, a nova animação da Illumination que subverte o sagrado panteão do terror clássico da Universal. O programa debate como o longa transforma o gótico e o expressionismo alemão em uma comédia pastelão metalinguística deliciosa.
Além disso, o episódio traz o tradicional bloco de notícias de Hollywood , a estreia de novos quadros na nossa roleta e as clássicas indicações direto do balcão da Locadora do Josh.
📌 TÓPICOS PRINCIPAIS:
Choque de gerações: Como a hiperatividade da era digital colide com a atmosfera teatral e o cansaço dos monstros clássicos de 1930.
Metalinguagem: O uso do expressionismo alemão e do cinema noir servindo de palco para o pastelão e homenagens à história do cinema.
Show de dublagem: O brilhante trabalho de Guilherme Briggs e do elenco nacional ao trazer humanidade e timing cômico ao filme.
Roleta da Ordem Desorganizada: A estreia de quatro novos quadros no programa, incluindo o sorteado Moldura de Giz.
Locadora do Josh: Uma rodada dupla de indicações digitais com alma de celulóide: WALL-E e Hotel Transilvânia.
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⭐ GOSTOU DO EPISÓDIO?Siga o nosso podcast para não perder os próximos lançamentos.Avalie com 5 estrelas para nos ajudar a alcançar mais pessoas.Compartilhe este episódio com alguém que precisa ouvir isso. CineABC Metrópole #08: Supergirl (2026) | O futuro da DC nos cinemas, com JP e Josh
27/06/2026 | 28minNo episódio de hoje do CineABC Metrópole, o apresentador João Pedro Mello mergulha no poço de luto e poeira cósmica de Supergirl: A Mulher do Amanhã (2026). Estrelado por Milly Alcock, o longa traz uma Kara Zor-El bem diferente do tom solar do seu primo Superman, apostando em uma atmosfera áspera, melancólica e violenta.
Além de dissecar os acertos estéticos e os tropeços de direção e roteiro desta nova era da DC , o programa conta com a participação ácida de Josh, direto do balcão da locadora, resgatando o clássico e espalhafatoso filme de 1984 com Helen Slater para uma verdadeira desintoxicação cinematográfica.
📌 TÓPICOS PRINCIPAIS:
O reso do legado: Como a Supergirl de Milly Alcock tenta vencer a sombra do Superman de James Gunn com uma abertura corajosa, suja e ambientada em um bar sob o sol vermelho.
Trauma em câmera lenta: A profunda ferida de Kara Zor-El ao testemunhar a destruição lenta de Argo City, contrastando com a criação amorosa de Clark Kent no Kansas.
Erros e acertos da direção: A análise crítica sobre o vilão funcional Krem, a ausência do supercão Krypto e o uso artificial de needle drops inspirados na fórmula de Guardiões da Galáxia.
Quadro Luz de Mercúrio: O debate estético sobre a fotografia fria e opressiva dos confins do universo versus o brilho dourado e onírico dos flashbacks da heroína.
Locadora do Josh: Uma viagem nostálgica até o filme de 1984 para exaltar o charme analógico, a trilha de Jerry Goldsmith e a vilã bruxa de Faye Dunaway.
Drops de notícias: O termômetro do mercado com a confirmação de Milly Alcock em Homem do Amanhã e o retorno milionário de Robert Downey Jr. como Doutor Destino na Marvel.
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Obra referenciada: HQ "Supergirl: A Mulher do Amanhã", escrita por Tom King e adaptada por Ana Nogueira.
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Compartilhe este episódio com alguém que precisa ouvir isso.- Neste episódio do CineABC Metrópole, o apresentador João Pedro Mello apresenta uma análise clara e desarmada do recém-lançado Toy Story 5.
Longe de ser apenas uma jogada nostálgica corporativa para agradar acionistas, o filme se revela uma obra de rara maturidade que toca no doloroso sequestro da atenção infantil pelas telas digitais.
Ao longo do programa, destrinchamos o embate existencial entre os brinquedos clássicos e o algoritmo sedutor do tablet Lilypad, além de passar pelas novidades do mercado de animações e receber uma indicação cinematográfica implacável direto da clássica Locadora do Josh.
📌 TÓPICOS PRINCIPAIS:
O algoritmo como vilão: Como o tablet Lilypad (dublado por Maísa) afasta a Bonnie de seus brinquedos tradicionais e transforma o quarto em um verdadeiro campo de batalha afetivo.
A carga dramática de Jessie: O destaque absoluto para a atuação existencial da vaqueira e o trabalho impecável da dublagem nacional de Mabel Cezar.
Contraste visual e subversão: A fotografia cirúrgica que opõe a luz quente das brincadeiras manuais ao brilho estéril e azulado das telas que isolam as crianças no escuro.
Drops de notícias: Os bastidores e datas de estreia dos aguardados Shrek 5 e A Era do Gelo 6, além de uma reflexão sobre a terceirização do afeto familiar.
Locadora do Josh: Uma viagem nostálgica com a recomendação detalhada do filme A Loja Mágica de Brinquedos (2007), explorando o luto infantil e o cinismo da vida adulta.
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Compartilhe este episódio com alguém que precisa ouvir isso. Ana Rosa, Helena Ranaldi e Fernanda Nobre | O Espelho do Tempo em "Três Mulheres Altas"
03/06/2026 | 23minNeste episódio do CineABC Metrópole, mergulhamos nos bastidores do aclamado espetáculo "Três Mulheres Altas", do dramaturgo Edward Albee.
O apresentador João Pedro Mello conversa com um elenco de gigantes da dramaturgia nacional: Fernanda Nobre, Helena Ranaldi e a recordista mundial Ana Rosa. Juntas, elas trazem reflexões profundas sobre as três fases da vida (a juventude, a maturidade e a velhice), revelando como o teatro se transforma em um espelho impiedoso do tempo.
Além disso, compartilham os rituais na coxia, os desafios da produção independente e memórias raras do início do audiovisual no Brasil.
📌 TÓPICOS PRINCIPAIS:
O tempo no palco: Como a obra confronta as certezas da humanidade através de três fases marcantes de uma mesma existência: aos 26, 52 e 92 anos.
Fernanda Nobre e as ilusões da juventude: O resgate da ingenuidade arrogante na personagem "C", os paralelos com o feminismo moderno e o ritual silencioso do elenco antes de entrar em cena.
Helena Ranaldi e a produção independente: A transição corajosa da TV para o teatro após 25 anos de Globo, a visão dos 50 anos como o topo da montanha e a dinâmica do elenco comparada a um frescobol à três.
Ana Rosa e a marcha da velhice: Os desafios de viver uma personagem de 92 anos que encara o machismo estrutural e lapsos de memória, além de histórias de bastidores de uma época em que fitas de vídeo eram coladas com durex.
O abismo e o aplauso: A adrenalina de se jogar no palco sem paraquedas e a recompensa inestimável do carinho do público, com direito a um recado especial para você que vai assistir a peça em Porto Alegre.
🚀 SAIBA MAIS
Direção: Fernando Philbert
Elenco: Ana Rosa, Helena Ranaldi e Fernanda Nobre
Duração: 1h40 (com intervalo de 15 minutos)
Datas: 05 a 07 de junho - Horários: 05 e 06 às 20h | 07 às 18h
Ingressos: https://theatrosaopedro.rs.gov.br/
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Compartilhe este episódio com alguém que precisa ouvir isso.Cinema de guerrilha e o terror psicológico em "Ela Toma Placebo" | com Gabriel Vinícius e Lucas Maia
02/06/2026 | 32minNeste episódio especial do CineABC Metrópole, o jornalista João Pedro Mello conversa com o diretor Gabriel Vinícius e o roteirista Lucas Maia (do canal Refúgio Cult) sobre os bastidores e os desafios de produzir cinema independente no Brasil.
Eles compartilham os detalhes sobre a criação e a distribuição de Ela Toma Placebo, um filme de suspense psicológico que aborda de forma densa temas como saúde mental e depressão profunda.
Descubra como funciona a parceria criativa da dupla no set de filmagem, a estratégia de distribuição itinerante por salas de arte do país e as expectativas para o próximo e ambicioso projeto deles, o longa-metragem Ventre Aberto.
📌 TÓPICOS PRINCIPAIS:
O desafio do cinema de guerrilha: Como a produção independente utilizou o financiamento coletivo e uma estratégia de distribuição por conta própria para rodar o Brasil.
A anatomia de Ela Toma Placebo: O processo de desenvolvimento, planejamento e decupagem de uma obra de 30 minutos focada no terror psicológico e na imersão em mazelas mentais reais.
Dinâmica criativa entre diretor e roteirista: Como a parceria e a sinergia construídas desde 2020 ajudam no equilíbrio entre a visão de direção e o desapego do roteiro no set e na montagem.
Impacto do público: O termômetro das sessões em São Paulo e Brasília, os elogios de profissionais da psicologia e como o desfecho reflexivo e complexo continua ecoando nos espectadores.
O salto para o longa com Ventre Aberto: Os bastidores da pré-produção de um projeto ambicioso de terror social fundamentado em pesquisas históricas sobre o período da escravidão no Brasil.
🚀 SAIBA MAIS:
Serviço em Porto Alegre:
Data: 02/06/2026
Horário: 20h
Local: Cinemateca Paulo Amorim, Porto Alegre
Ingressos: Vagas limitadas.
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Sobre CineABC Metrópole
O CineABC Metrópole atravessa narrativas com olhar urbano: João Pedro Mello analisa o cinema como quem caminha pela cidade — atento ao concreto e às histórias que brotam entre uma esquina e outra.
Humor na medida e ironia precisa com um papo direto: do enquadramento ao buzão lotado. CineABC Metrópole é isso: cinema filtrado pelo cotidiano, como se cada frame precisasse atravessar a cidade antes de virar opinião — nesse vai-e-vem entre odor de fritura, caos e aquele cheiro teimoso que pulsa mas tempera as ruas.
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