131 episódios
- Na coluna desta quarta-feira, Atílio Bari comenta a nova montagem de “Filumena Marturano”, em cartaz no Teatro do Sesi. Escrita em 1946 pelo napolitano Eduardo de Filippo, considerado um dos artistas mais importantes da Itália no século 20, a peça ganha uma produção do Grupo Tapa, com direção de Eduardo Tolentino de Araújo, reconhecido pelo trabalho tanto com dramas quanto com comédias. A obra retrata uma situação dramática pelas lentes do humor, uma das marcas do autor.
Na história, Filumena acaba de se casar com Domenico, um homem rico com quem vive há muitos anos. O casamento, porém, é resultado de uma armação: ela finge estar à beira da morte e convence o companheiro a realizar seu último desejo. Após a cerimônia, revela-se saudável, deixando Domenico furioso e decidido a anular a união. Sandra Corveloni interpreta a protagonista, uma mulher determinada a defender seus três filhos, enquanto André Garolli vive o marido.
A montagem também reúne cenografia de Flávio Tolezani, figurinos de Mariana Baffa e cançonetas napolitanas interpretadas pelo elenco. “Filumena Marturano” está em cartaz de quinta a domingo, no Teatro do Sesi, com entrada gratuita. Os ingressos podem ser reservados pelo site do Sesi. Não haverá sessão no domingo, dia 25, em razão do segundo turno das eleições. - Na coluna desta quarta-feira (23), Atílio Bari comenta a peça “O menor palco do mundo”, com Vladimir Brichta, em cartaz no Teatro Vivo. É o primeiro monólogo do ator mineiro, criado na Bahia, que retorna ao teatro após um período de ausência, dedicando-se a trabalhos no cinema e na televisão. Com base na obra homônima do escritor australiano Kim Crotty, Brichta debate temas como isolamento, vínculos familiares e amor parental. No texto, o autor narra a maneira que encontroupara manter a conexão com os filhos durante período na prisão, condenado por manter uma plantação ilegal de cannabis na própria casa. Cartas e desenhos o ajudaram a enfrentar o sofrimento e o desespero na tentativa de dialogar com a família.
A montagem segue o fio condutor do material original, e, com direção Luiz Felipe Reis, se desenrola no espaço estabelecido por paredes, a cela em que o protagonista vive a solidão, escreve e rabisca. Atilio Bari aborda a relação quase íntima que Vladimir Brichta apresenta com o solo: a tragédia pessoal da perda de sua esposa aos 21 anos e o afastamento do convívio com a filha pequena, episódio que evoluiu para uma longa disputa judicial pelos cuidados de Agnes Brichta. - Na coluna desta quarta-feira (07), Atílio Bari comenta opapel do teatro na democracia, em sequência ao primeiro turno das eleições no último domingo (04).
A conexão analisada remonta ao período da Grécia Antiga,local onde a arena teatral refletia a vida da pólis e incitava o debate ao colocar o público diante dos conflitos sociais, morais, éticos e políticos que regiam sua convivência como povo. - Na coluna desta quarta-feira, Atílio Bari comenta “Feliz ano velho – O musical”, em cartaz no Teatro Sabesp Frei Caneca até 22 de novembro. A montagem, dirigida por Gustavo Barchilon e adaptada por Marilia Toledo, parte do livro lançado por Marcelo Rubens Paiva em 1982 para revisitar a trajetória do autor após o acidente que o deixou tetraplégico, em 1979.
A obra também recupera lembranças dos amores, da participação política e de outros momentos da juventude do filho do deputado Rubens Paiva, sendo um deles quando o pai foi assassinado durante a ditadura militar em 1971 e dado como desaparecido até 1996, quando a mãe de Marcelo, Eunice Paiva, recebeu a certidão de óbito de seu marido.
No palco, a história coloca frente a frente o Marcelo jovem (Hugo Bonémer) e o Marcelo adulto (Bruno Garcia), mais de 45 anos após o acidente, para abordar as transformações que permitiram ao escritor se reinventar.
O musical “Feliz ano velho” incorpora recursos audiovisuais e é sonorizado ao vivo, por uma banda que executa sucessos do rock brasileiro dos anos 1980, incluindo músicas de Cazuza, Legião Urbana, Rita Lee e Barão Vermelho.
Atílio Bari é idealizador e apresentador do programa Persona, da TV Cultura, e também participa do "Estação Cultura", todas as quartas-feiras. A coluna aborda espetáculos de teatro, livros, outras formas de dramaturgia e assuntos da atualidade, que muitas vezes se aproximam da ficção. - Na coluna desta quarta-feira (23), Atilio Bari comenta o musical “Piaf – Eu não me arrependo”, no Teatro Bradesco, que retrata a trajetória pessoal e artística da cantora francesa Édith Piaf, abordando suas tragédias e glórias até sua morte em 1963, aos 47 anos. Com direção de Sérgio Módena e dramaturgia de Newton Moreno e Alessandro Toller, o espetáculo tem o título inspirado na canção “Non, je ne regrette rien”, uma das últimas gravadas pela artista, e passa por momentos de abandono, pobreza, alcoolismo, amor, perda e reinvenção na história de Édith.
A voz de Piaf marcou o século XX e, nesta realização da Aventura Produções, é reproduzida pela atriz Laila Garin, escolhida para retratar a musicista e seu universo melodramático, que se conectou à obra da cantora de maneira indissociável. A artista francesa, segundo o colunista, representa a “alma da França”.
Mais podcasts de Arte
Podcasts em tendência em Arte
Sobre Coluna Atílio Bari
Coluna Atílio Bari
Site de podcastOuça Coluna Atílio Bari, vinte mil léguas e muitos outros podcasts de todo o mundo com o aplicativo o radio.net

Obtenha o aplicativo gratuito radio.net
- Guardar rádios e podcasts favoritos
- Transmissão via Wi-Fi ou Bluetooth
- Carplay & Android Audo compatìvel
- E ainda mais funções
Obtenha o aplicativo gratuito radio.net
- Guardar rádios e podcasts favoritos
- Transmissão via Wi-Fi ou Bluetooth
- Carplay & Android Audo compatìvel
- E ainda mais funções


Coluna Atílio Bari
Leia o código,
baixe o aplicativo,
ouça.
baixe o aplicativo,
ouça.
Coluna Atílio Bari: Podcast do grupo






























