Confira no Morning Show desta quinta-feira (30):
Brasília segue agitada nesta quinta-feira (30). Um dia após a rejeição de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF), o Congresso Nacional analisa o veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao PL da Dosimetria. A oposição acredita na derrubada do veto, o que pode impor uma nova derrota a Lula.
O senador Sergio Moro (PL) foi entrevistado na manhã desta quinta-feira (30) no Morning Show, da Jovem Pan, e comentou sobre a reprovação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo ele, mais que uma derrota do governo federal, a não aprovação de Messias é uma vitória da sociedade e que o Senado deu a resposta que o país precisava. Além disso, Moro classifica o veto da dosimetria como cruel e que por “questão de Justiça” ele será derrubado.
A rejeição de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF) ainda repercute nos bastidores. Segundo informações de bastidores, a derrota gerou um clima de desconfiança e fez com que o governo federal voltasse a cobrar explicações sobre a rejeição. A tendência é que o novo nome seja indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) após as eleições. Repórter: David Diogo.
O senador Davi Alcolumbre (União), presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), antecipou com precisão o destino de Jorge Messias (PT) no Senado. Antes mesmo do anúncio oficial da reprovação, Alcolumbre sussurrou no ouvido de Jaques Wagner (PT) e antecipou o resultado.
O senador Esperidião Amin (PP-SC) disse, em entrevista coletiva nesta quinta-feira (30), que a PL da Dosimetria que o benefício não chegará para alguém que cometeu um crime hediondo. “Esse cuidado será tomado”, disse o senador.
O líder do Partido Liberal (PL), o deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), se justificou após um abraço dado a Jorge Messias durante a sabatina do advogado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). O ato gerou repercussão nas redes sociais, uma vez que ambos estão em lados opostos na política. O parlamentar alegou que o abraço foi por educação.
O Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu a Taxa Selic em 0,25 ponto percentual, fixando os juros básicos da economia em 14,5% ao ano. A decisão já era esperada pelo mercado financeiro. No entanto, a indústria considera a redução insuficiente. Entidades do setor criticaram a decisão do Banco Central (BC). Repórter David Diogo.
Essas e outras notícias você confere no Morning Show.