Confira os destaques do Jornal da Manhã desta sexta-feira (03):
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou ao governo dos Estados Unidos que a tarifa de 25% sobre produtos brasileiros poderia fortalecer politicamente o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, defendendo que a medida fosse adiada para depois das eleições. Em resposta, Lula declarou que o Brasil “não está à venda” e criticou a iniciativa do senador, ampliando o embate político em torno das relações comerciais entre Brasil e Estados Unidos e dos impactos das tarifas sobre a economia brasileira. Reportagem: André Anelli.
A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro apresentou ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, um pedido para afastar definitivamente a hipótese de falta grave relacionada ao caso da arma apreendida com um militar de sua equipe de segurança. Os advogados argumentam que a conclusão da Polícia Civil do Distrito Federal, que não indiciou Bolsonaro e reconheceu que a pistola Glock 9 mm estava regularmente registrada em seu nome. Reportagem: Janaína Camelo.
O ex-presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, completa seis meses preso nos Estados Unidos. Ele e sua esposa, Cília Flores, permanecem detidos no Metropolitan Detention Center Brooklyn, em Nova York. Ambos se declararam inocentes das acusações de narcoterrorismo, tráfico de drogas, tráfico de armas e conspiração. A defesa contesta a legalidade da operação e sustenta que Maduro possui prerrogativas de chefe de Estado, além de solicitar novas análises de provas, o que tem provocado adiamentos no andamento do processo.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, intensificaram suas agendas públicas para concluir entregas e anunciar novas ações antes da entrada em vigor das restrições previstas pela legislação eleitoral. As regras limitam a realização de inaugurações com candidatos e restringem a publicidade institucional durante o período eleitoral, levando governos a anteciparem compromissos e eventos oficiais. Reportagem: Danúbia Braga.
O governo do Brasil afirmou que não abrirá mão do funcionamento do Pix nas negociações com os Estados Unidos para evitar a aplicação de novas tarifas de 25% sobre produtos brasileiros. Durante reunião com o representante comercial americano, Jamieson Greer, o secretário-executivo do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa, reiterou que o sistema de pagamentos é inegociável, apesar de integrar a investigação conduzida pelos EUA com base na chamada Seção 301. Reportagem: Marco Viana.
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Kassio Nunes Marques, marcou reuniões com representantes de institutos de pesquisa e de grandes plataformas digitais para discutir regras relacionadas às eleições de 2026. Os encontros, previstos para os dias 14 e 16 de julho, abordarão critérios para pesquisas de intenção de voto e estratégias de combate à desinformação nas redes sociais. Reportagem: Raphaela Almeida.
A Polícia Federal deflagrou a Operação Exchange para desarticular uma organização criminosa investigada por lavagem de dinheiro proveniente do tráfico internacional de drogas. Segundo a PF, o grupo teria movimentado mais de R$ 10 bilhões e foi alvo de sanções dos Estados Unidos por suposta ligação com o Primeiro Comando da Capital. A Justiça Federal determinou o bloqueio de bens de até R$ 10,4 bilhões, além do cumprimento de 13 mandados de busca e apreensão e 11 mandados de prisão temporária em São Paulo, Santos, Praia Grande e Santana de Parnaíba. Reportagem: Marcelo Mattos.
O presidente nacional do Republicanos, deputado Marcos Pereira, afirmou que a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro seria “muito bem-vinda” ao partido. A declaração ocorre após a crise pública envolvendo Michelle e o senador Flávio Bolsonaro, que resultou em sua saída da presidência do PL Mulher, do PL. Reportagem: Bruno Pinheiro.
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