Confira os destaques do Jornal da Manhã desta sexta-feira (08):
O presidente Lula (PT) se reuniu com o presidente Donald Trump (Partido Republicano) na Casa Branca, em Washington, em um encontro que durou cerca de três horas. A conversa teve como foco temas ligados ao comércio, tarifas e minerais críticos, incluindo terras raras. Apesar das discussões entre os dois líderes, a reunião terminou sem acordos finais definidos. Assuntos como PCC, Comando Vermelho e a investigação americana sobre o Pix ficaram fora da pauta oficial.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, elogiou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) após reunião realizada nesta quinta-feira (7) na Casa Branca, em Washington. Trump afirmou que Lula é “um bom homem” e “um cara inteligente” e classificou o encontro como “muito bom”. Trump já havia comentado o encontro na rede social Truth Social, onde afirmou que novas conversas entre representantes dos dois países estão previstas para avançar em pontos considerados estratégicos.
A líder do PP no Senado, Tereza Cristina (MS), defendeu que sejam investigadas as suspeitas de pagamentos do dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, ao presidente do partido, Ciro Nogueira (PI). A senadora afirmou não ter lido os documentos da Operação Compliance Zero, deflagrada pela Polícia Federal nesta quinta-feira (07), mas destacou que todas as denúncias precisam ser apuradas. Ao mesmo tempo, Tereza Cristina ressaltou que Ciro Nogueira deve ter direito à ampla defesa e não pode ser julgado antes da conclusão das investigações.
O Palácio do Planalto orientou ministros do governo a evitarem comentários públicos sobre a operação da Polícia Federal contra o senador Ciro Nogueira (PP-PI). A estratégia do governo é impedir que o avanço das investigações seja interpretado como uma retaliação ao centrão após a derrota da indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, ao Supremo Tribunal Federal no plenário do Senado. Ciro Nogueira é um dos principais nomes do centrão e preside, ao lado de Antônio Rueda, a Federação União Progressista.
A operação da Polícia Federal contra o senador e presidente do PP, Ciro Nogueira, colocou as campanhas de Flávio Bolsonaro (PL) e Tarcísio de Freitas (Republicanos) em estado de alerta. Nos bastidores, aliados relatam clima de incerteza e suspensão de conversas políticas até que os desdobramentos do caso Banco Master fiquem mais claros. O receio é que adversários usem o episódio para associar os pré-candidatos ao escândalo. O PP é aliado das duas campanhas e participava das articulações para compor as chapas. O evento que oficializaria o apoio a Tarcísio foi cancelado temporariamente, enquanto no grupo de Flávio Bolsonaro integrantes do partido seguem envolvidos nas discussões sobre a escolha do vice.
O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, afirmou nesta quinta-feira (07) que uma colaboração premiada precisa ser “séria e efetiva” para produzir efeitos. A declaração foi divulgada após reportagens indicarem que o ministro teria sinalizado aos advogados do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, que não pretende homologar os atuais termos da proposta de delação apresentada à Procuradoria-Geral da República e à Polícia Federal. Em nota, Mendonça afirmou que ainda não teve acesso ao conteúdo entregue pela defesa, mas reforçou que a colaboração premiada é um direito do investigado e deve trazer resultados concretos. O ministro também destacou que as investigações sobre o caso Master continuarão normalmente, independentemente de eventuais delações.
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