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Montenegro “tem todas as razões” para manter a confiança em Luís Neves, as consequências que a CPI pode ter na PJ e as dúvidas no negócio das fragatas: “Porquê a pressa”?
30/07/2026 | 21minMiguel Sousa Tavares analisa os temas que marcam a atualidade. Sobre as explicações do MAI diz que não entende porque demoraram três semanas, mas defende que “não vê motivo para tanto estardalhaço”. O cronista entende que depois de 30 anos em funções, podemos concluir que Luís Neves “não foi corrompido”. Sobre a comissão que arranca em setembro, considera que os trabalhos “vão pôr em causa a PJ”, que tem estado "a reagir às televisões". Sobre o negócio das três fragatas adquiridas pelo PM em Itália diz que o “essencial não foi explicado”. Falamos ainda dos incêndios e da falta de combate às alterações climáticas: “É evidente que o clima está descontrolado. por ação humana”.
See omnystudio.com/listener for privacy information.As criticas à seleção “endeusada” e a Ronaldo, “é triste vê-lo acabar assim” e a reação com dois ministros sob fogo: “Vai parecer que sou defensor do Governo”
17/07/2026 | 20minMiguel Sousa Tavares analisa o Mundial com criticas para "a fraca prestação" da seleção (...) não os transformem em heróis", para Ronaldo, "a quem Portugal deve muito" e para o ex-treinador: "quem recua perante o estatuto de um jogador não é um selecionador". Não faltam recados para Montenegro que foi a 3 jogos, acusado de dar a ideia "que não tem nada que fazer". Já para os ministros marcados por temas de atualidade, a conclusão é outra. O cronista entende que, no caso das obras do MAI, "estão a tentar desfazer uma pessoa com provas dadas" e sobre a polémica em torno dos exames de Educação, diz que se trata de um sistema "indiscutivelmente melhor do que aquele que existe" e que o ministro não é responsável pela falha informática.
See omnystudio.com/listener for privacy information.A “entrada a pés juntos” de Bugalho, o caso das Lajes pelo qual “os EUA têm de responder” e a contaminação das pastagens, “uma coisa de anedota”
02/07/2026 | 23minSousa Tavares diz que a escolha de Sebastião Bugalho para porta-voz do PSD, depois da adesão ao partido, "acabou com tudo o que havia de liberdade intelectual e política naquele jovem". Era uma "estrela em ascensão" e "desceu" à política. Sobre a intervenção em relação aos novos dados do INE, defende que as responsabilidades deveriam ser exigidas ao instituto e não aos antigos governantes socialistas. Quanto à notícia do Expresso sobre o chumbo nos esqueletos das Lajes, considera que "é mais do que um crime ambiental", pode ser "um homicídio involuntário e o Governo dos EUA tem de responder e as pessoas indemnizadas", mas aposta que o Governo português "nada fará". A Força Aérea portuguesa não escapa às críticas pelo pastoreio junto ao terreno da base, "isto parece a guerra do Solnado, é uma coisa de anedota". "É Portugal no seu melhor", acrescenta, "vale a pena imaginar uma anúncio: "compre os bifes da FA da base das Lajes".
See omnystudio.com/listener for privacy information.“A guerra foi completamente estúpida e a única coisa boa é que aparentemente durou quatro meses”
18/06/2026 | 24min“A guerra foi completamente estúpida e a única coisa boa é que aparentemente durou quatro meses. Por outro lado, o Irão ensinou ao mundo uma coisa muito importante: a proximidade a um estreito, mesmo que seja em águas internacionais, é uma arma tremenda”, considera Miguel Sousa Tavares no seu podcast De Viva Voz, feito a partir da sua crónica no semanário. O cronista considera que o conflito no Médio Oriente deixou consequências globais e destaca o estreito de Ormuz como fator estratégico, apontando também sinais de possível negociação entre Rússia e Ucrânia, mas sem um mediador claro.
See omnystudio.com/listener for privacy information.- À Direita começa com uma viagem a 2016, o ano zero da nova direita. A eleição de Donald Trump transformou o panorama político americano, abriu um horizonte de possibilidades para o nacional-populismo europeu, e pôs em causa décadas de consensos que se julgavam inabaláveis.
Neste primeiro episódio de À Direita, Vasco Rato e Teresa Nogueira Pinto conversam sobre a América, sobre declínio, contrarrevolução, a crise do liberalismo e o futuro da política americana. O ex-presidente da FLAD tem estado mais empenhado em compreender Trump e o Trumpismo do que em adjetivá-lo: o que é que Trump representa, o que veio fazer, e porque é que quem pensa que Trump é um interregno e tudo voltará ao que era está muito enganado.
Vasco Rato é doutorado pela Universidade de Georgetown e professor universitário. Foi presidente da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento entre 2014 e 2019 e é autor de livros como “De Mao a Xi: O Ressurgimento da China” e “Tsunami: Trump, trumpismo e a Europa”.
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Sobre Miguel Sousa Tavares de Viva Voz
Da edição semanal do Expresso para o formato podcast. A opinião de Miguel Sousa Tavares, de viva voz, todas as sextas-feiras à tarde. Com um tema extra, improvisado, para descobrir na parte final de cada episódio
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