Sem Precedentes

Felipe Recondo
Sem Precedentes
Último episódio

262 episódios

  • Sem Precedentes

    Lula poderia indicar Jorge Messias novamente para o STF?

    22/05/2026 | 38min
    O presidente Lula pode indicar Jorge Messias novamente para o STF? E por que insistiria nisso?
    A rejeição de Jorge Messias pelo Senado foi histórica — a primeira em mais de um século. Mas o governo sinaliza que pode voltar com o mesmo nome. Isso é juridicamente possível? E faz sentido politicamente?
    - ASSINE A MINHA NEWSLETTER PARA SABER MAIS: https://substack.com/ ⁨@RecondoeOsOnze⁩  
    No novo episódio do Sem Precedentes, Felipe Recondo, Ana Laura Barbosa e Thomaz Pereira analisam, com profundidade e sem rodeios, todas as dimensões dessa questão.
    O que você vai encontrar neste episódio:
    — A Constituição veda uma nova indicação de nome já rejeitado? A resposta direta de Ana Laura Barbosa
    — O Ato da Mesa do Senado de 2010 pode bloquear o presidente da República? E ele é válido?
    — As saídas estratégicas para todos os lados: Lula, Alcolumbre e o próprio Supremo
    — Por que Thomaz Pereira chama atenção para o risco de o STF criar jurisprudência perigosa para si mesmo
    — A crítica que atravessa o debate: por que insistir em Messias e não considerar uma mulher para a vaga?
    — O que significa não levar a sério uma rejeição do Senado — e o que isso faz com o processo de indicação ao Supremo
    Um episódio mais curto, mas direto ao ponto — sobre direito, política e as escolhas que definem uma presidência.
    🎙️ Sem Precedentes — o podcast sobre o Supremo e a Constituição
    📩 Assine a newsletter Recondo os Onze no Substack e acompanhe o STF toda semana
    ⭐ Avalie o podcast positivamente na sua plataforma favorita — isso ajuda o programa a chegar a mais pessoas
    🔔 Inscreva-se no canal e ative as notificações
  • Sem Precedentes

    Dino decretou (sozinho) o fim do poder monocrático no STF?

    15/05/2026 | 33min
    O ministro Flávio Dino publicou um artigo para defender o Supremo das críticas ao monocratismo e excesso de poder individual dos ministros. Para ele, não há exagero nas decisões individuais da corte. Mas será que o ministro realmente responde às críticas que são feitas — ou apenas cria uma barreira para blindar o tribunal?
    - ASSINE A MINHA NEWSLETTER PARA SABER MAIS: https://substack.com/@UC1vPuOmA2uYkbpfURbkpYVA
    Neste episódio do Sem Precedentes, Felipe Recondo, Thomaz Pereira e Juliana Cesário Alvim analisam o artigo de Dino com o rigor que o debate merece. Os exemplos não faltam: a decisão monocrática do ministro Gilmar Mendes que impediu a posse do ex-presidente Lula como ministro de Dilma Rousseff — e que nunca foi levada ao plenário; a liminar da ministra Cármen Lúcia que completou 13 anos suspendendo repasses de royalties; e decisões do ministro Alexandre de Moraes que criaram ritos inexistentes na jurisprudência do tribunal.
    O debate vai além do monocratismo em si. A conversa toca em questões centrais sobre legitimidade institucional: até que ponto é saudável que ministros do STF saiam publicamente para defender a corte sem enfrentar de verdade as críticas? O tribunal tem sido capaz de distinguir a crítica construtiva — aquela que parte de quem se importa com a instituição — da crítica destrutiva? E o que acontece quando a reação defensiva do STF nivela os dois tipos de crítica?
    Tomás lembra ainda o texto "Seis vezes onze ilhas", de Diego Werneck e Luís Fernando Gomes Esteves, que mostra como o próprio conceito de "individualismo" no STF carrega ao menos seis sentidos distintos — e como confundir esses sentidos é exatamente o que impede um debate sério sobre o tema.
    Um episódio essencial para quem acompanha o Supremo com atenção, com seriedade e com a consciência de que crítica qualificada é forma de cuidado institucional.
    🔔 Se inscreva no canal, ative o sininho e compartilhe com quem acompanha o STF.
    📩 Acesse também o Substack Recondo e os Onze para ter o Supremo explicado toda semana.
  • Sem Precedentes

    Moraes podia suspender Lei da Dosimetria?

    12/05/2026 | 15min
    O ministro Alexandre de Moraes decidiu não aplicar a lei que reduziu as penas dos condenados do 8 de janeiro — e o caminho que ele escolheu para fazer isso diz tanto quanto a decisão em si.

    ASSINE A MINHA NEWSLETTER PARA SABER MAIS: https://substack.com/@recondoeosonze

    Neste episódio extra, Felipe Recondo recebe Diego Werneck Arguelhes, professor do Insper e um dos maiores especialistas em comportamento judicial no Brasil, para analisar o que há por trás da decisão. 
    Moraes é relator das ações diretas de inconstitucionalidade que questionam a nova lei de dosimetria e, ao mesmo tempo, juiz da execução das penas dos réus do 8 de janeiro. Tinha caminhos conhecidos à disposição: uma cautelar monocrática suspendendo a lei ou uma recusa expressa de aplicá-la por considerá-la inconstitucional, no controle concreto incidental. Não escolheu nenhum dos dois.
    Ao aplicar o rito do artigo 12 e deixar a questão para o plenário, o ministro conseguiu, na prática, não aplicar uma lei penal mais benéfica aos réus sem declarar que a considera inconstitucional e sem submeter sua decisão ao controle imediato do colegiado — que, pelas regras aprovadas pelo próprio Supremo, seria obrigatório caso ele tivesse concedido a cautelar. E como relator das ADIs, controla o tempo: decide quando o caso vai a julgamento.
    Diego explica por que isso não é mero processualismo: é mais um furo nas regras que o próprio Supremo criou para conter o poder individual dos seus ministros. E abre um precedente inquietante — o de que um juiz pode simplesmente não aplicar uma lei sem assumir o custo de dizer que a considera inconstitucional.
    Episódio extra em colaboração com o Sem Precedentes. Assine a newsletter Recondo/Os 11 no Substack e se inscreva no canal para não perder o próximo episódio completo.
  • Sem Precedentes

    O que muda no processo de indicação para ministro do STF com rejeição de Messias?

    08/05/2026 | 28min
    A rejeição de Jorge Messias pelo Senado foi inédita na história recente do STF. Mas o que ela muda, de fato?
    Neste episódio, Felipe Recondo conversa com Thomaz Pereira e Juliana Cesário Alvim sobre o que acontece depois. A negociação entre Executivo e Senado nas indicações para o Supremo sempre existiu — o que mudou foi sua visibilidade. Quando um nome é rejeitado formalmente, o poder informal que o Senado sempre exerceu nos bastidores passa a ter um precedente público. E precedentes, na política, valem.

    ASSINE A MINHA NEWSLETTER PARA SABER MAIS: https://substack.com/@UC1vPuOmA2uYkbp... 

    A conversa percorre a história das indicações do governo Lula — de Peluso e Joaquim Barbosa, nomeações com apoio amplo, ao Zanin, indicação sem paralelo de proximidade pessoal com o presidente — para entender como chegamos até aqui. E enfrenta a questão que se coloca a seguir: e agora, com uma vaga em aberto e o PT cogitando indicar uma mulher negra para o STF, o que isso significa?
    Juliana Cesário Alvim faz a pergunta mais incômoda: nomear para ganhar ou para constranger? E levanta um padrão que vai além dessa indicação — o uso de minorias como moeda de troca política não é novo, aparece também na jurisprudência do próprio tribunal. Thomaz Pereira lembra que essa demanda por uma mulher negra no Supremo vinha de antes, foi ignorada quando o momento era melhor, e chega agora estrategicamente enfraquecida pelas duas pontas.
    Um episódio sobre o que muda quando o invisível se torna formal — e sobre o preço de adiar o que deveria ter sido feito.
  • Sem Precedentes

    SENADO REJEITA JORGE MESSIAS. O QUE VEM DEPOIS?

    30/04/2026 | 49min
    132 anos depois da última rejeição de um indicado ao Supremo Tribunal Federal, o Senado impôs uma derrota histórica ao presidente Lula — e mandou um recado ao STF. No dia seguinte à decisão, Felipe Recondo recebe Diego Werneck, Luiz Fernando Esteves e Juliana Cesario Alvim para analisar o que aconteceu, por que aconteceu e o que vem a seguir.
    - ASSINE A MINHA NEWSLETTER PARA SABER MAIS: https://substack.com/@recondoeosonze
    Por que a sabatina correu bem e a rejeição veio mesmo assim? O que a proximidade pessoal entre Messias e Lula teve a ver com o resultado? Estamos diante de uma mudança permanente no padrão de indicações ao STF — ou isso foi uma exceção? O episódio é prenúncio de um impeachment de ministro em 2027? E o que o Supremo deveria fazer agora diante desse recado do Congresso?
    O Sem Precedentes desta semana é análise em tempo real de um momento sem precedentes na história do tribunal.
    Capítulos:
    00:00 Rejeição de Jorge Messias: Contexto e Consequências
    03:36 Mudanças no Padrão de Sabatina e Expectativas
    07:53 O Papel do Senado e a Influência Política
    11:25 Impeachment: Possibilidades e Implicações
    14:37 Responsabilidade do Supremo e Conflitos com o Congresso
    19:13 Análise do Currículo e Perfil dos Indicados
    21:27 Proximidade Pessoal e suas Consequências
    24:35 Análise das Nomeações e Excecionalidade
    27:03 Impacto da Rejeição de Jorge Messias
    30:52 Mudanças no Padrão de Indicações
    34:31 O Papel do Senado nas Indicações
    38:34 Autocontenção do Supremo e Diálogo com o Legislativo
    45:41 O Futuro do Supremo e Suas Relações Institucionais
Mais podcasts de Comentários de notícias
Sobre Sem Precedentes
O podcast comandado por Felipe Recondo sobre STF e Constituição.
Site de podcast

Ouça Sem Precedentes, 20 Minutos: entrevistas ao vivo em Opera Mundi e muitos outros podcasts de todo o mundo com o aplicativo o radio.net

Obtenha o aplicativo gratuito radio.net

  • Guardar rádios e podcasts favoritos
  • Transmissão via Wi-Fi ou Bluetooth
  • Carplay & Android Audo compatìvel
  • E ainda mais funções
Sem Precedentes: Podcast do grupo