Mundaréu

Mundaréu
Mundaréu
Último episódio

117 episódios

  • Mundaréu

    O Teaser

    11/2/2026 | 4min
    Você já se perguntou como os medicamentos que você toma são testados? São anos de pesquisa pré-clínica com modelos de células, em animais, e mais alguns anos em ensaios clínicos com humanos. Antes disso, são décadas de pesquisa básica. Existe um tipo de célula que pode estar presente em todas essas etapas da pesquisa em tecnologias em saúde, da pesquisa básica à clínica: as células-tronco. 

    E se eu te contasse que no sangue menstrual é possível obter células com qualidades muito interessantes para serem escolhidas como modelo experimental em um laboratório? As células mesenquimais do sangue menstrual são abundantes, de fácil obtenção, super resistentes e rápidas de serem cultivadas. Mas… elas quase não são utilizadas! 

    Mesmo existindo diversos corpos que menstruam e mulheres que não menstruam, essas células são entendidas como femininas e, por isso, são descartadas como um modelo possível.  Só que, ao mesmo tempo, a pesquisa biomédica tem uma preferência histórica por modelos masculinos. Cientistas justificam que é possível extrapolar dados obtidos em modelos masculinos para todos os nossos corpos diversos. Se o sexo de uma célula dita masculina não é uma barreira, qual é então o problema de se escolher uma célula marcada como feminina? O sexo do modelo faz diferença? 

    Nessa série de podcast, eu, Fernanda Mariath,  vou te levar em uma viagem pela célula! E a partir das organelas, as partes pequeninhas dentro dela, vou te contar sobre as células do sangue menstrual e trazer discussões feministas sobre a pesquisa biomédica com células-tronco.

    Vem comigo por uma viagem pela célula?



    Materiais Extras

    Transcrição completa do episódio

    Dissertação de mestrado “Feminista In Vitro: Situando sexo e gênero na pesquisa biomédica com células-tronco”

    Artigo CeSaM, as Células do Sangue Menstrual: Gênero, tecnociência e terapia celular

    Revisão sobre a proporção de artigos com as células do sangue menstrual nas publicações com células mesenquimais



    Expediente de produção:

    Coordenação geral do Mundaréu: Daniela Manica

    Equipe Mundaréu: Daniela Manica, Clarissa Reche, Fernanda Mariath, Irene do Planalto Chemin, Igor Pereira e Maxie Viana

    Coordenação da série “Feminista In Vitro”: Fernanda Mariath e Daniela Manica

    Resultado da  dissertação de mestrado em Divulgação Científica e Cultural (Labjor/IEL, Unicamp): “Feminista In Vitro: Situando sexo e gênero na pesquisa biomédica com células-tronco” (CAPES Processo: 88887.826615/2023-00, código de financiamento 001), defendida por Fernanda Mariath e orientada pela professora Daniela Manica

    Projeto de jornalismo científico: “Amplificando um Mundaréu de sons feministas: projeto multimodal de jornalismo científico e divulgação científica” (FAPESP 2025/16311-2) e “Um Mundaréu feminista: projeto multimodal de jornalismo científico e divulgação científica” (FAPESP 2024/15321-1), sob responsabilidade de Fernanda Mariath e supervisionado pelas professoras Daniela Manica e Germana Fernandes Barata (Unicamp)

    Projeto de pesquisa relacionado: “Corpo, gênero e tecnociências: as “células-tronco” do sangue menstrual” (FAPESP 2018/21651-3)

    Equipe do projeto de pesquisa relacionado: Daniela Tonelli Manica (investigadora principal), Germana Fernandes Barata, Karina Dutra Asensi, Marko Synésio Alves Monteiro, Regina Coeli dos Santos Goldenberg e Simone Pallone de Figueiredo

    Pessoas entrevistadas: Amiel Modesto Vieira, Aryella Maryah Couto Correa (IOC/FIOCRUZ), Bruno Paranhos (UFRJ), Daniela Tonelli Manica (Unicamp), Hannah Cowdell (University of Exeter, Inglaterra), Julia Helena Barros (UFRJ) , Karina Dutra Asensi (UFRJ), Malin Ah-King  (Stockholm University, Suécia), Regina Coeli dos Santos Goldenberg (UFRJ), Sarah Richardson (Harvard, Estados Unidos) e Tais Hanae Kasai Brunswick (UFRJ)

    Projeto relacionado: Regina

    Link no Repositório de Dados de Pesquisa da Unicamp: https://doi.org/10.25824/redu/HXWSLR 

    Entrevistadoras: Fernanda Mariath e Daniela Tonelli Manica

    Montagem e edição dos episódios: Fernanda Mariath 

    Transcrição completa do episódio: Fernanda Mariath 

    Revisão da transcrição dos episódios: Igor Pereira e Maxie Viana

    Identidade visual da série: Bianca Bursi 

    Trilha sonora da série: Gabriel Marcal 

    Sonoplastia: Fernanda Mariath 

    Montagem do teaser: Fernanda Mariath 

    Conteúdo do sítio eletrônico: Fernanda Mariath 

    Divulgação: Fernanda Mariah 

    Financiamento: FAPESP, CAPES, CNPq e Unicamp

    Agradecimentos: À Capes pela bolsa de mestrado (Processo: 88887.826615/2023-00, código de financiamento 001), à FAPESP pela bolsa Mídia Ciência (Processo: 2025/16311-2 e 2024/15321-1), aos funcionários do Labjor, às professoras Germana Barata e Marina Nucci, a toda equipe do Mundaréu e do Labirinto que contribuíram para produção dessa série, aos meus amigos e à minha família!

    Vamos adorar saber o que você achou, entre em contato: [email protected]
  • Mundaréu

    Episódio #36: É possível fazer uma ciência feminista no século XXI?

    05/2/2026 | 1h 47min
    Este episódio foi gravado no 48° encontro anual da ANPOCS, a Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Ciências Sociais, que aconteceu na Unicamp,  Campinas, em meados de outubro de 2024.

    Como parte da pesquisa do Mundaréu sobre perspectivas feministas da ciência e tecnologia na América Latina, organizamos uma mesa redonda na ANPOCS que nomeamos com uma pergunta que fizemos para nós mesmas o tempo todo nessa pesquisa: “É possível fazer uma ciência feminista no Brasil do século XXI?”.  A proposta original da mesa foi esta:

    Se há algo evidente nas crises que enfrentamos nesses últimos anos, é de que muitos problemas estão estruturados em torno de questões ligadas às ciências. Há mudanças e alterações significativas nos regimes de legitimidade. Em especial, cientistas que escolhem uma posição marcada por determinantes de gênero, raça, orientação sexual, geração têm sofrido com processos de exposição e perseguição. A rapidez desses processos tornou ainda mais urgente construir projetos de ensino, pesquisa e extensão com estratégias e potencialidades transdisciplinares, simétricos e regionais. Esta Mesa Redonda tem por objetivo discutir os desafios enfrentados por três pesquisadoras das áreas de Antropologia, Física e Saúde Coletiva que se posicionam abertamente a partir de uma “ciência feminista”. Centralmente, serão discutidos seus temas de pesquisa, financiamento, comunicação com o público e hierarquias científicas. Em diálogo com os estudos sociais da ciência, a categoria “ciência” será discutida, mas não será tratada pelo seu caráter eminentemente técnico, e sim identificada como uma prática humana, com pressupostos, presenças, histórias e expectativas coletivas e políticas diversas.

    Nesta Mesa Redonda, reunimos pesquisadoras de três áreas: Antropologia, Física e Saúde Coletiva. A mesa foi organizada pela professora Soraya Fleischer, que é antropóloga, professora do Departamento de Antropologia da Universidade de Brasília e que foi coordenadora do Mundaréu junto com Daniela Manica até 2024. Participaram da mesa Elaine Reis Brandão, professora titular do Institutos de Estudos em Saúde Coletiva da UFRJ; Indianara Silva, professora  no Departamento de Física da Universidade Estadual de Feira de Santana; e Daniela Tonelli Manica,  antropóloga e pesquisadora do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Labjor/Unicamp). Também contamos com a professora Carolina Cantarino Rodrigues como debatedora. Ela é cientista social e professora da Faculdade de Ciências Aplicadas da Unicamp.

    Soraya Fleischer

    Currículo Lattes

    DA SILVA, Anita; MANICA, Daniela; FLEISCHER, Soraya. Sonoridades, escutas e aprendizados de antropologia com o uso de podcasts em sala de aula. ILUMINURAS, Porto Alegre, v. 24, n. 64, 2023.

    FLEISCHER, Soraya. Fé na ciência? Como as famílias de micro viram a ciência do vírus Zika acontecer em suas crianças no Recife/PE. Anuário Antropológico, [S. l.], v. 47, n. 1, p. 170–188, 2023

    Elaine Reis Brandão

    Currículo Lattes

    BRANDÃO, E. R.. Gênero, ciência e Saúde Coletiva: desconstruindo paradigmas na formação interdisciplinar universitária. Interface – Comunicação, Saúde, Educação, v. 26, p. e210334, 2022. 

    BRANDÃO, E. R.; CABRAL, C. DA S.. Justiça reprodutiva e gênero: desafios teórico-políticos acirrados pela pandemia de Covid-19 no Brasil. Interface – Comunicação, Saúde, Educação, v. 25, p. e200762, 2021. 

    Indianara Silva

    Currículo Lattes

    SANTANA, C.; PEREIRA, L.; SILVA, I.. Contribuições para escrita de biografias de mulheres nas ciências a partir das experiências de Keller, Ferry e Goldsmith. Cadernos Pagu, n. 65, p. e226524, 2022.

    SEPULVEDA, Claudia; SILVA, Indianara. Narrativas dissidentes: contribuições da história das mulheres para uma educação anti-opressão. In: GALIETA, Tatiana. Temáticas sociocientíficas na formação de professores . São Paulo, Editora Livraria da Física, 202, pp.93-112.

    Daniela Tonelli Manica

    Currículo Lattes

    MANICA, Daniela Tonelli; PERES, Milena; FLEISCHER, Soraya (Orgs.). No ar: Antropologia, histórias em podcast. Campinas/Brasília: Pontes Editorial e ABA Publicações, 2022.

    FLEISCHER, Soraya; MANICA, Daniela Tonelli. “Ativando a escuta em tempos pandêmicos“. In: Miriam Pillar Grossi; Rodrigo Toniol. (Orgs.). Cientistas sociais e o Coronavírus. Florianópolis: Tribo da Ilha, 2020, pp. 47-51.

    MANICA, Daniela Tonelli; SILVA, Ana Cláudia Rodrigues da; ROCA, Alejandra; ROHDEN, Fabíola; FLEISCHER, Soraya. “Mundaréu: Antropologia feminista da ciência e da tecnologia na América Latina“. AntHropologicas Visual 9(2), 2023.

    FLEISCHER, Soraya; MANICA, Daniela Tonelli. “Antropologia no som: A extensão de um mundaréu de histórias“. Revista Internacional de Extensão da UNICAMP, v. 5 (2024) .

    Carolina Cantarino Rodrigues

    Currículo Lattes

    RODRIGUES, Carolina Cantarino. Devolver o mistério ao humano – ressonâncias cosmopoéticas e alteridades radicais. ClimaCom – Políticas Vegetais [Online], Campinas, ano 9,  n. 23,  mai. 2022.



    Mais informações

    Dossiê do CLAM

    Transcrição do roteiro

    Expediente

    Apresentação: Daniela Manica

    Participantes: Soraya Fleischer, Elaine Reis Brandão, Indianara Silva, Daniela Tonelli Manica, Carolina Cantarino Rodrigues

    Transcrições da mesa redonda:  Daniela Manica e Maxie Viana

    Roteiro: Clarissa Reche e Daniela Manica

    Revisão do roteiro: Daniela Manica

    Narração: Daniela Manica

    Montagem e edição do episódio: Gabriel Marçal

    Revisão da transcrição do roteiro: Igor Pereira

    Projeto de pesquisa: “Um mundaréu de histórias: Antropologia feminista da ciência e da Tecnologia da América Latina” (FAPESP)

    Equipe do projeto de pesquisa: Daniela Manica, Clarissa Reche, Fernanda Mariath, Maxie Viana, Igor Pereira, Irene do Planalto Chemin, Gabriel Marçal de Pereira (Unicamp); Alejandra Roca (Universidad de Buenos Aires, Argentina); Tânia Pérez-Bustos (Universidade Nacional da Colômbia); Soraya Fleischer, Camila Anselmo, Irene do Planalto, Joana Amaral, Luana Ainoã, Rai Magalhães e Sabrina Neves (UnB).

    Coordenação do projeto de pesquisa: Daniela Manica

    Financiamento: FAPESP Processo No. 2022/05943-0

    Música: “Já foi” de Janine Mathias

    Imagem do header: Muro do IMECC/Unicamp. Fotografia de Fernanda Mariath, 2024.

    Conteúdo do sítio eletrônico: Clarissa Reche e Daniela Manica

    Divulgação: Fernanda Mariath

    Coordenação do Mundaréu: Daniela Manica

    Agradecimentos: Soraya Fleischer, Elaine Reis Brandão, Indianara Silva e Carolina Cantarino Rodrigues
  • Mundaréu

    Episódio #35: Trocando as engrenagens patriarcais da universidade: institucionalização da resistência feminista em Roraima (RR)

    09/12/2025 | 38min
    Nessa Sexta Temporada a gente encerra um ciclo que iniciamos em 2023. Desde então, vocês acompanharam a gente pela América Latina, com uma série na Argentina e outra na Colômbia, e com as temporadas feitas aqui no Brasil, ouvindo pesquisadoras feministas da antropologia da ciência e tecnologia. A nossa primeira gravação foi aqui em Campinas, na cidade em que produzimos o Mundaréu. Passamos pelo Sul do país, em Porto Alegre. Pelo Nordeste, em Maceió e São Luís. Também no Centro-Oeste, em Goiânia. No sudeste, fomos juntas para o Rio de Janeiro e para o Vale do Jequitinhonha. Chegamos ao Norte, em Belém e na Ilha de Marajó.

    E a gente encerra hoje com um episódio gravado na capital brasileira mais ao Norte do país: Boa Vista. Como tornar a universidade mais segura para nós mulheres? A gente conversou com as  professoras Luziene Corrêa Parnaíba e Francilene Rodrigues, da Universidade Federal de Roraima, a UFRR. Elas falaram sobre suas atuações e pesquisas sobre violência de gênero. E nos levaram para conhecer a Comissão Permanente de acolhimento, prevenção e enfrentamento às violências na Universidade Federal de Roraima, a CPAPEV.

    Mais informações

    Página do episódio

    Transcrição do roteiro

    Currículos lattes de Luziene Corrêa Parnaíba

    Currículos lattes de Francilene Rodrigues

    Site da Universidade Federal de Roraima (UFRR)

    Site do Observatório da Violência Contra Mulher em Roraima

    Instagram da CPAPEV @cpapev.ufrr

    Site do Grupo de Estudo Interdisciplinar sobre Fronteiras (GEIFRON)

    Site do Programa Sociedade e Fronteiras (PPGSOF)

    Site do Programa de Recursos Naturais

    Site do Conselho Universitário da UFRR

    Site  Pró-reitoria de Gestão de Pessoas da UFRR

    Resolução  CUNI/UFRR nº 091, de 16 de outubro de 2023

    Pesquisadoras citadas no episódio

    Currículos lattes de Cristina Nascimento Oliveira

    Currículo lattes de Márcia Maria de Oliveira

    Referências

    OLIVEIRA, Cristina N. . ‘Amor de mina’: perfil de trabalho de brasileiras no ramo da prostituição em Las Claritas (Venezuela). In: Francilene dos Santos Rodrigues; Mariana Cunha Pereira. (Org.). Estudos Transdisciplinares na Amazônia Setentrional: fronteiras, migração e políticas públicas. 01ed.Rio de Janeiro: Letra Capital, 2012, v. , p. 57-68.

    CORRÊA, Mariza. Morte em família: representações jurídicas de papeis sexuais. Rio de Janeiro, Graal, 1983.

    SEGATO, Rita Laura. Gênero e colonialidade: em busca de chaves de leitura e de um vocabulário estratégico descolonial. E-cadernos CES, n. 18, 2012.

    SEGATO, Rita. As Estruturas elementares da violência. Rio de Janeiro, Bazar do Tempo.  2025. 

    Expediente

    Apresentação: Fernanda Mariath e Irene do Planalto Chemin

    Entrevistadas: Luziene Corrêa Parnaíba e Francilene Rodrigues

    Transcrições das Entrevistas: Igor Pereira 

    Roteiro: Fernanda Mariath

    Entrevistas e Gravação: Daniela Manica e Fernanda Mariath

    Montagem e edição do episódio: Gabriel Marçal

    Revisão da transcrição do roteiro: Daniela Manica e Igor Pereira 

    Projeto de pesquisa: “Um mundaréu de histórias: Antropologia feminista da ciência e da Tecnologia da América Latina” (FAPESP)

    Equipe do projeto de pesquisa: Daniela Manica, Clarissa Reche, Fernanda Mariath, Maxie Viana, Igor Pereira, Irene do Planalto Chemin, Gabriel Marçal de Pereira (Unicamp); Alejandra Roca (Universidad de Buenos Aires, Argentina); Tânia Pérez-Bustos (Universidade Nacional da Colômbia); Soraya Fleischer, Camila Anselmo, Irene do Planalto, Joana Amaral, Luana Ainoã, Rai Magalhães e Sabrina Neves (UnB).

    Coordenação do projeto de pesquisa: Daniela Manica

    Financiamento: FAPESP Processo No. 2022/05943-0

    Música: “Já foi” de Janine Mathias

    Imagem do header: Cartaz na CPAPEV na UFRR. Fotografia de Fernanda Mariath, 2024.

    Conteúdo do sítio eletrônico: Daniela Manica, Fernanda Mariath e Igor Pereira

    Divulgação: Fernanda Mariath

    Coordenação do Mundaréu: Daniela Manica

    Agradecimentos: Luziene Corrêa Parnaíba e Francilene Rodrigues
  • Mundaréu

    Episódio #34: Saberes feministas e experiências de militância e pesquisa no Maranhão (MA)

    11/11/2025 | 37min
    Quais são os desafios de construir uma universidade mais democrática e feminista? Como enfrentar a violência de gênero dentro das instituições de ensino? E de que forma a militância e a pesquisa podem se encontrar para transformar a realidade? No episódio de hoje, a gente vai até São Luís, no Maranhão, para ouvir as trajetórias de Neuzeli Pinto (UEMA) e Mary Ferreira (UFMA), duas referências no movimento feminista e na pesquisa acadêmica. Elas contam como desde os anos 1980 articulam a luta política, a militância e a produção de conhecimento, enfrentando resistências institucionais e criando espaços de cuidado e transformação.

    Mais informações

    Página do episódio

    Transcrição do roteiro

    Currículo lattes Neuzeli Maria de Almeida Pinto

    Currículo lattes Mary Ferreira

    Universidade Estadual do Maranhão (UEMA)

    Universidade Federal do Maranhão (UFMA)

    Instituto Federal do Maranhão (IFMA) 

    NEGESF/UEMA (Núcleo de Estudos e Pesquisa de Gênero, Sexualidade e Família da Universidade Estadual do Maranhão)

    NIEPEM/UFMA (Núcleo Interdisciplinar de Estudos e Pesquisas Sobre a Mulher, Cidadania e Relações de Gênero da Universidade Federal do Maranhão)

    REDOR (Rede Feminista Norte e Nordeste de Estudos e Pesquisa sobre a Mulher e Relações de Gênero)

    Comitê de prevenção e combate à violência de gênero – UEMA 

    Instagram do Fórum Maranhense de mulheres 

    Grupo de Mulheres da Ilha

    Fundação de Amparo à Pesquisa e ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico do Maranhão – FAPEMA

    Pesquisadoras citadas no episódio

    Currículo lattes de Diomar das Graças Motta

    Currículo lattes de Yêda Sá Malta

    Currículo lattes de Sandra Maria Barros Alves

    Currículo lattes de Lucila Scavone 

    Currículo lattes de Silvane Magali

    Currículo lattes de Lourdes Leitão

    Referências

    PINTO, Neuzeli Maria de Almeida; FERREIRA, Mary. Curso de Extensão: capacitação de professores/as da rede pública de ensino: educação para a igualdade de gênero. São Luís: EDUEMA, 2024.

    PINTO, Neuzeli de Maria de Almeida; MATEUS, Anna Sarah Alhadef Sampaio; FILGUEIRAS, Rayllanne Rebecca Pereira. Mulheres e gênero na universidade: desigualdades e desafios na ciência. In: JORNADA INTERNACIONAL DE POLÍTICAS PÚBLICAS – JOINPP, 2025. Anais […]. [S. l.: s. n.], 2025.

    UNIVERSIDADE ESTADUAL DO MARANHÃO. Resolução n. 1114/2022 – CONSUN/UEMA. Cria a Política de Prevenção e Combate à Violência de Gênero no âmbito da Universidade Estadual do Maranhão. São Luís, 15 dez. 2022.

    FERREIRA, Mary. Feminismos no Nordeste brasileiro, Polis [Online], 28 | 2011. 

    Materiais Extras

    BARROS, Thays Regina Assunção; PINTO, Neuzeli de Maria de Almeida. Os desafios da maternidade no mercado de trabalho na atualidade. PRACS: Revista Eletrônica de Humanidades do Curso de Ciências Sociais da UNIFAP, Macapá, v.17, n.3, p.154-173, 2024.

    FERREIRA, Maria Mary. Gênero, representação política e os processos de interdição das mulheres no Brasil. Caderno de Campo: Revista de Ciências Sociais, v. 23, esp. 2: Epistemologia Feminina: as mulheres e suas lutas no campo e na cidade das Amazônias, 2023.

    FERREIRA, Mary. Movimento de mulheres e feministas e sua ação anticapitalista no Brasil e Maranhão. Revista de Políticas Públicas, v. 18, p. 359–367, 5 Ago 2014.

    FERREIRA, Maria Mary. Mulheres, resistência feminista na luta anti fascista no Brasil. Crítica e sociedade, v. 12 n. 1: Dossiê: Ascensão da extrema-direita: Utopia reacionária? – Volume II, 2022.

    GRAMSCI, Antonio. Cadernos do Cárcere, v. 1, tradução de Carlos Nelson Coutinho, Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2001.

    PINTO, Neuzeli Maria de Almeida; PONTES, Fernando Augusto Ramos; SILVA, Simone Souza da Costa. A rede de apoio social e o papel da mulher na geração de ocupação e renda no meio rural. Temas psicol.,  Ribeirão Preto ,  v. 21, n. 2, p. 297-315,  dez.  2013 .   

    SOUZA, M. dos R. A.; DE SOUSA, F. T. L.; PINTO, N. M. de A. A pluriatividade da agricultura familiar na zona rural do município de Alcântara – MA. Brazilian Journal of Development, [S. l.], v. 9, n. 1, p. 1377–1391, 2023. 

    Expediente

    Apresentação: Maxie Viana Pereira e Clarissa Reche

    Entrevistadas: Neuzeli Maria de Almeida Pinto e Mary Ferreira

    Transcrições das Entrevistas: Maxie Viana Pereira

    Roteiro: Maxie Viana Pereira

    Revisão do roteiro: Clarissa Reche, Igor Pereira e Daniela Manica

    Entrevistas e Gravação: Daniela Manica, Maxie Viana e Vanessa Lourenço

    Montagem e edição do episódio: Gabriel Marçal

    Revisão da transcrição do roteiro: Daniela Manica e Igor Pereira 

    Projeto de pesquisa: “Um mundaréu de histórias: Antropologia feminista da ciência e da Tecnologia da América Latina” (FAPESP)

    Equipe do projeto de pesquisa: Daniela Manica, Clarissa Reche, Fernanda Mariath, Maxie Viana, Igor Pereira, Irene do Planalto Chemin, Gabriel Marçal de Pereira (Unicamp); Alejandra Roca (Universidad de Buenos Aires, Argentina); Tânia Pérez-Bustos (Universidade Nacional da Colômbia); Soraya Fleischer, Camila Anselmo, Irene do Planalto, Joana Amaral, Luana Ainoã, Rai Magalhães e Sabrina Neves (UnB).

    Coordenação do projeto de pesquisa: Daniela Manica

    Financiamento: FAPESP Processo No. 2022/05943-0

    Música: “Já foi” de Janine Mathias

    Imagem do header: Portal da Universidade do Estado do Maranhão, fotografia de Vanessa Lourenço, 2024.

    Conteúdo do sítio eletrônico: Daniela Manica, Maxie Viana Pereira e Clarissa Reche

    Divulgação: Fernanda Mariath

    Coordenação do Mundaréu: Daniela Manica

    Agradecimentos: Neuzeli Maria de Almeida Pinto, Mary Ferreira, Vanessa Lourenço, UFMA.
  • Mundaréu

    Episódio #33: Mapas de Luta: Território, Memória e Resistência no Maranhão (MA)

    14/10/2025 | 38min
    Como pode um mapa se tornar ferramenta de resistência? De que forma comunidades quilombolas, indígenas e quebradeiras de coco transformam a memória em território? E o que acontece quando a luta por terra entra em conflito com grandes projetos de desenvolvimento, como uma base de lançamento de foguetes?

    No episódio de hoje, conversamos com Patrícia Maria Portela Nunes, professora da UEMA e coordenadora do Programa de Pós-graduação em Cartografia Social e Política da Amazônia, e com Elieyd Sousa de Menezes, antropóloga e pesquisadora do mesmo programa. Juntas, elas mostram como a cartografia social pode ser prática política, memória coletiva e ferramenta de resistência.

    Mais informações

    Página do episódio

    Transcrição do roteiro

    Currículo lattes de Patrícia Maria Portela Nunes

    Currículo lattes de Elieyd Sousa de Menezes

    Currículo lattes de Cynthia Carvalho Martins

    Currículo lattes de Regiane Pinto

    Programa de Pós-graduação em Cartografia Social e Política da Amazônia – UEMA

    Projeto Nova Cartografia Social da Amazônia 

    Pesquisadoras citadas no episódio

    Currículo lattes de Regiane de Jesus Pinto

    Currículo lattes de Rosa Eliana Torres

    Referências

    ANJOS, L. (Org.) ; NUNES, Patrícia Portela (Org.) . Direitos, Resistências e Mobilizações: A luta dos Quilombolas de Alcântara e a Base Espacial. 1. ed. Rio de Janeiro: Casa 8, 2016. v. 6. 129p .

    FARIAS JÚNIOR, E.A. ; SATARE-MAWE, F. A. ; MENEZES, E. S. A luta pela floresta e pela água: O processo de territorialização da aldeia Beija-flor. Espaço Ameríndio (UFRGS) , v. 18, p. 218-239, 2024.

    JÚNIOR, Davi Pereira. Quilombos de Alcântara: Território e Conflito: O intrusamento do território das Comunidades Quilombolas de Alcântara pela empresa binacional Alcântara Cyclone Space. Editora da Universidade Federal do Amazonas, 2009.

    LOPES, Danilo da Conceição Serejo. A atemporalidade do colonialismo: contribuições para entender a luta das comunidades quilombolas de Alcântara e a base espacial. EDUEMA-Editora da Universidade Estadual do Maranhão, 2020.

    MENEZES, E. S. . Etnografia de documentos sobre violações de direitos humanos e trabalho escravo no Rio Negro – AM. Revista de Políticas Públicas e Gestão Educacional (POLIGES) , v. 3, p. 39-65, 2022.

    MENEZES, ELIEYD SOUSA DE . As práticas no extrativismo vegetal no rio Negro: políticas exíguas, imobilização da força de trabalho de povos indígenas e seu enfrentamento. Horizontes Antropológicos (UFRGS. IMPRESSO) , v. 26, p. 191-218, 2020.

    NUNES, Patrícia Portela. A Terra da Pobreza e as Comunidades Remanescentes de Quilombos de Alcântara: identidade étnica e territorialidade. Cabo dos trabalhos, v. 10, p. 30-48-18, 2014.

    NUNES, Patrícia Portela. Os designados mapeamentos “participativos” e o emaranhado de atos de intervenção. São Luís: Editora UEMA, 2019. v. 1. 163p.

    PINTO, Regiane de Jesus. Território, parentesco e panema: a Irmandade de Brasília [Dissertação]. São Luís: Universidade Estadual do Maranhão, 2019.

    PORTELA NUNES, PATRÍCIA MARIA . Conflitos étnicos na Amazônia Brasileira: processos de construção identitária em comunidades quilombolas de Alcântara. Colombia Internacional, v. 84, p. 161-185, 2015.

    TORRES, Rosa Eliana. Povo Tremembé: deslocamentos territoriais e formas de mobilização étnica [Dissertação]. São Luís: Universidade Estadual do Maranhão, Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais, 2019.

    Materiais extras

    AGÊNCIA GOV. Entenda como ocorre a titulação para reconhecimento e proteção das comunidades quilombolas.

    ATO DAS DISPOSIÇÕES CONSTITUCIONAIS TRANSITÓRIAS

    BRASIL. Decreto nº 4.887, de 20 de novembro de 2003. Regulamenta o procedimento para identificação, reconhecimento, delimitação, demarcação e titulação das terras ocupadas por remanescentes das comunidades quilombolas. Diário Oficial da União, [S. n.], 20 nov. 2003

    Comunidade quilombola: breve estudo normativo sobre o artigo 68 do ADCT e o Decreto n. 4.887/03 no que se refere à desapropriação das terras. Jusbrasil.

    Corte IDH condena Brasil por violações a quilombolas no Maranhão

    Centro de Cultura Negra do Maranhão

    FUNDAÇÃO CULTURAL PALMARES

    Histórias do Padrinho Domingos: o doutor de ossos de Canelatiua – Domingos Ribeiro | Nova Cartografia Social Da Amazônia.

    INSTITUTO NACIONAL DE COLONIZAÇÃO E REFORMA AGRÁRIA – INCRA. Incra atua na titulação das comunidades quilombolas de Alcântara (MA). Portal Gov.br, 18 jul. 2023.

    Resumo do acordo de conciliação (2024) entre a União e as Comunidades Quilombolas de Alcântara

    SOUZA, Oswaldo Braga de. Quilombolas conquistam acordo para regularizar território de Alcântara (MA). Instituto Socioambiental, 20 set. 2024.

    Expediente

    Apresentação: Maxie Viana e Clarissa Reche

    Entrevistadas: Patrícia Maria Portela Nunes e Elieyd Sousa de Menezes

    Transcrições das Entrevistas: Maxie Viana

    Roteiro: Maxie Viana e Daniela Manica

    Revisão do Roteiro: Clarissa Reche

    Entrevistas e Gravação: Daniela Manica, Maxie Viana e Vanessa Lourenço

    Montagem e edição do episódio: Gabriel Marçal

    Revisão da transcrição do roteiro: Daniela Manica e Igor Pereira

    Projeto de pesquisa: “Um mundaréu de histórias: Antropologia feminista da ciência e da Tecnologia da América Latina” (FAPESP)

    Equipe do projeto de pesquisa: Daniela Manica, Clarissa Reche, Fernanda Mariath, Maxie Viana, Igor Pereira, Irene do Planalto Chemin, Gabriel Marçal de Pereira (Unicamp); Alejandra Roca (Universidad de Buenos Aires, Argentina); Tânia Pérez-Bustos (Universidade Nacional da Colômbia); Soraya Fleischer, Camila Anselmo, Irene do Planalto, Joana Amaral, Luana Ainoã, Rai Magalhães e Sabrina Neves (UnB).

    Coordenação do projeto de pesquisa: Daniela Manica

    Financiamento: FAPESP Processo No. 2022/05943-0

    Música: “Já foi” de Janine Mathias

    Imagem do header: Mapa cartográfico do Maranhão. Fotografia de Vanessa Lourenço, 2024.

    Conteúdo do sítio eletrônico: Daniela Manica e Igor Pereira

    Divulgação: Fernanda Mariath

    Coordenação do Mundaréu: Daniela Manica

    Agradecimentos: Patrícia Maria Portela Nunes, Elieyd Sousa de Menezes, Cynthia Martins, Synara Azevedo, Maxie Viana e Vanessa Lourenço

Mais podcasts de Ensino

Sobre Mundaréu

Mundaréu, podcast de Antropologia produzido pelo Labjor/Unicamp
Site de podcast

Ouça Mundaréu, The Mel Robbins Podcast e muitos outros podcasts de todo o mundo com o aplicativo o radio.net

Obtenha o aplicativo gratuito radio.net

  • Guardar rádios e podcasts favoritos
  • Transmissão via Wi-Fi ou Bluetooth
  • Carplay & Android Audo compatìvel
  • E ainda mais funções
Informação legal
Aplicações
Social
v8.5.0 | © 2007-2026 radio.de GmbH
Generated: 2/17/2026 - 2:25:26 AM